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	<title>Arquivo de liderança - Blog da Alice</title>
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	<description>Tenha acesso a conteúdos baseados em evidências científicas produzidos e revisados pelos profissionais que fazem parte do plano de saúde da Alice</description>
	<lastBuildDate>Wed, 25 Feb 2026 15:06:46 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Arquivo de liderança - Blog da Alice</title>
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	<item>
		<title>Como a cultura de aprendizagem pode ajudar a alavancar o negócio</title>
		<link>https://alice.com.br/blog/webinar/como-a-cultura-de-aprendizagem-pode-ajudar-a-alavancar-o-negocio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Time Alice]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Feb 2026 19:26:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Webinar]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[liderança]]></category>
		<category><![CDATA[plano de saúde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://alice.com.br/blog/?p=20584</guid>

					<description><![CDATA[<p>Como dados, inteligência coletiva e aprendizado contínuo viram vantagem competitiva: os ensinamentos do TikTok Way of Learning.</p>
<p>O post <a href="https://alice.com.br/blog/webinar/como-a-cultura-de-aprendizagem-pode-ajudar-a-alavancar-o-negocio/">Como a cultura de aprendizagem pode ajudar a alavancar o negócio</a> apareceu primeiro em <a href="https://alice.com.br/blog">Blog da Alice</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em empresas que crescem em alta velocidade, aprender não pode ser uma iniciativa paralela. Quando a aprendizagem não nasce das dores reais do negócio, ela vira consumo de conteúdo e não alavanca de performance.</p>
<p>Foi a partir dessa provocação que, no nono episódio do Webinar Open Arena, <strong><a href="https://www.linkedin.com/in/saritavollnhofer/" target="_blank" rel="nofollow noopener">Sarita Vollnhofer</a>, CHRO da Alice</strong>, recebeu<b> <a href="https://www.linkedin.com/in/natonicabrandao/" target="_blank" rel="nofollow noopener">Nathália Brandão</a>, Head de People Development do TikTok na América Latina</b>, para uma conversa sobre como colocar a aprendizagem no centro da estratégia e usá-la como motor de crescimento organizacional.</p>
<p>Ao longo do episódio, Nath compartilha os bastidores do <b>TikTok Way of Learning</b>, uma metodologia autoral construída para uma realidade de alta velocidade: times crescendo rápido, produtos mudando o tempo todo e demandas de negócio que não esperam “o próximo ciclo”.</p>
<h3>Quem participou?</h3>
<p><b>Nathália Brandão é Head de People Development do TikTok na América Latina</b> e lidera iniciativas de desenvolvimento do negócio através da aprendizagem. Com trajetória não linear (Direito, diplomacia, projetos, risco, marketing, inovação, produto e vendas), ela compartilha como construiu uma tese que coloca o learning no centro da estratégia e não como “um produto do RH”.</p>
<h2>O que você vai aprender no episódio?</h2>
<h3><b>1) Aprendizagem começa na dor real, não na solução pronta</b></h3>
<p>Antes de falar de metodologia, Nath deixa um princípio claro: <b>apaixone-se pelo problema</b>. Para ela, learning só gera tração quando respeita o tempo das pessoas (o “Corporate Love Language”) e devolve retorno: <b>ROI do investimento e retorno do tempo investido</b>. Isso muda a ordem das coisas: em vez de comprar um programa pronto e tentar encaixar, o time parte de diagnóstico, contexto e necessidade do negócio.</p>
<h3><b>2) Learning como Core Business: quando a estrutura “mostra” a estratégia</b></h3>
<p>Um ponto que chama atenção no TikTok é a forma como a aprendizagem é posicionada: <b>learning reporta para o negócio</b> (e caminha lado a lado com People). Isso influencia diretamente:</p>
<ul>
<li><b>Métricas</b> (não apenas “métricas padrão de L&amp;D”, mas impacto no negócio)</li>
<li><b>Prioridades</b> (o que entra na agenda vem da mesa executiva e dos desafios estratégicos)</li>
<li><b>Conteúdo</b> (menos “catálogo”, mais solução desenhada para o que está acontecendo agora)</li>
</ul>
<p>A lógica é: se o negócio muda rápido, <b>a aprendizagem precisa mudar mais rápido ainda</b>.</p>
<h3><b>3) For You Learning: personalização com mentalidade de algoritmo</b></h3>
<p>O segundo pilar do TikTok Way of Learning é inspirado na For You Page: <b>entregar o que faz sentido para aquele público, naquele momento</b>. Em vez de “one size fits all”, a ideia é ser intencional sobre:</p>
<ul>
<li><b>O que</b> precisa ser aprendido (prioridades reais)</li>
<li><b>Como</b> entregar (imersão? vídeo curto? prática? comunicação?)</li>
<li><b>Como melhorar continuamente</b> (feedback loop: aprender com o feedback e refinar a próxima experiência)</li>
</ul>
<p>O resultado esperado é menos mobilização em massa e mais <b>gestão de conhecimento com foco e precisão</b>.</p>
<h3><b>4) Conhecimento coletivo como escala</b></h3>
<p>O terceiro pilar parte de uma crença forte: <b>não existe um “detentor do conhecimento”</b>. No TikTok, todo mundo pode ensinar e aprender, independentemente de nível hierárquico. A prática que materializa isso são os <b>TikTok Champions</b>: pessoas mapeadas como referências em temas específicos, responsáveis por <b>escalar conhecimento</b> e ativar inteligência coletiva.</p>
<p>Aqui, aprendizagem deixa de ser “aula” e vira comunidade: menos transmissão, mais <b>troca, prática e peer learning</b>.</p>
<h3><b>5) Case real: TikTok Way of Selling e o salto de engajamento</b></h3>
<p>Para tangibilizar a metodologia, Nath compartilha o primeiro grande teste do modelo: o <b>TikTok Way of Selling</b>, um programa criado a partir de dados (pesquisa de satisfação do cliente) e de entrevistas internas com vendas e áreas parceiras. O objetivo era ajudar o time a subir de patamar: <b>de vendedor para consultor de negócio</b>.</p>
<p>O design do programa seguiu três camadas:</p>
<ul>
<li><b>Sócio-emocional</b>: vendas como “emoção pura” (neurociência e autorregulação)</li>
<li><b>Cognitiva</b>: técnicas de venda, negociação, problem solving e conversa com stakeholders</li>
<li><b>Psicomotora</b>: prática ativa em problemas reais, com coaching no momento</li>
</ul>
<p>Um detalhe que surpreende: apesar de ser uma empresa de tecnologia, o programa foi <b>100% offline</b> com presença, prática e troca intensa. E o resultado de engajamento foi marcante: o time saiu de <b>22% para 100% de participação</b>.</p>
<p>Mais do que aprender “hard e soft skills”, o programa virou um catalisador cultural: ambiente seguro, aprendizado entre pares e autorregulação. É aí que o pilar <b>Culture via Learning</b> aparece na prática.</p>
<h2><b>Para levar com você</b></h2>
<p>O TikTok Way of Learning mostra que aprender não é uma etapa do processo: é o próprio processo. Quando a aprendizagem parte das dores reais do negócio, respeita o tempo das pessoas e ativa a inteligência coletiva, ela deixa de ser suporte e passa a ser estratégia.</p>
<p>O resultado não é só mais conhecimento, mas decisões melhores, times mais preparados e uma cultura que aprende na mesma velocidade em que executa.</p>
<p><b>Confira o episódio completo no vídeo em destaque nesta página.</b></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Transformação e cultura: como o RH assume papel estratégico no negócio</title>
		<link>https://alice.com.br/blog/empresas/transformacao-e-cultura-como-o-rh-assume-papel-estrategico-no-negocio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Time Alice]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Oct 2024 12:34:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[liderança]]></category>
		<category><![CDATA[mercado de trabalho]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://alice.com.br/blog/?p=18367</guid>

					<description><![CDATA[<p>Érica Vasconcelos, People Director da Merama, comenta os desafios de estruturação da área e oportunidades para o RH do futuro.</p>
<p>O post <a href="https://alice.com.br/blog/empresas/transformacao-e-cultura-como-o-rh-assume-papel-estrategico-no-negocio/">Transformação e cultura: como o RH assume papel estratégico no negócio</a> apareceu primeiro em <a href="https://alice.com.br/blog">Blog da Alice</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<html><body><p>Para quem v&ecirc; de fora uma empresa com cultura forte e crescimento acelerado, pode parecer que o trabalho para chegar at&eacute; ali foi simples e natural. Mas sabemos que geralmente n&atilde;o &eacute; assim. &Eacute;rica Vasconcelos, People Director da Merama, empresa integradora de marcas digitais da Am&eacute;rica Latina, conhece bem os desafios de estruturar a &aacute;rea de RH de uma companhia que, em um ano de exist&ecirc;ncia, j&aacute; era considerada unic&oacute;rnio.</p>
<p>A palavra-chave aqui &eacute; transforma&ccedil;&atilde;o. Isso porque a opera&ccedil;&atilde;o da Merama trouxe um desafio a mais para a mesa: al&eacute;m de desenvolver a &aacute;rea de People, &Eacute;rica precisou planejar a integra&ccedil;&atilde;o de diferentes marcas, com culturas singulares. Para assumir essa miss&atilde;o, ela juntou habilidades e estrat&eacute;gias complementares.</p><html><body><div class="cta cta--post--slim_withlogo">
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								</div></body></html>
<p>&ldquo;Essa &eacute; uma caracter&iacute;stica muito forte da empresa, at&eacute; hoje. Estamos passando por uma revis&atilde;o de cultura, por conta dessa fase de integra&ccedil;&atilde;o, mas esse continua sendo o pilar mais marcante da Merama: o de fazer as coisas acontecerem&rdquo;, afirma &Eacute;rica.</p>
<p>Entre rodadas de investimentos e crescimento acelerado, a &aacute;rea de People da Merama mostra que o tradicional setor de Recursos Humanos n&atilde;o se resume ao gerenciamento de processos, recrutamento ou pol&iacute;ticas de benef&iacute;cios. &Eacute; poss&iacute;vel ser muito mais estrat&eacute;gico, de forma a impactar diretamente o neg&oacute;cio.</p>
<p>&ldquo;O valor da &aacute;rea [de RH] tem sido percebido cada vez mais porque, no fim das contas, envolve processos e mudan&ccedil;as que geram valor&rdquo;, defende &Eacute;rica.</p>
<p>Em entrevista ao Blog da Alice, &Eacute;rica Vasconcelos compartilha os detalhes dessa jornada e quais s&atilde;o as estrat&eacute;gias para transformar a &aacute;rea de People em um agente ativo de mudan&ccedil;as e integra&ccedil;&atilde;o dentro de ambientes din&acirc;micos.</p>
<h2><b>Voc&ecirc; est&aacute; na &aacute;rea de </b><b>People</b><b> desde 2017. Antes disso, voc&ecirc; trabalhava na &aacute;rea de projetos e eventos. Como foi essa transi&ccedil;&atilde;o de carreira?</b></h2>
<p>Essa &eacute; uma hist&oacute;ria engra&ccedil;ada. Na faculdade, eu tinha certeza de que nunca trabalharia com RH e afins, porque eu n&atilde;o gostava muito dessa coisa de &ldquo;lidar com gente&rdquo;. Eu era mais para o lado das ci&ecirc;ncias exatas, sou formada em Administra&ccedil;&atilde;o, ent&atilde;o trabalhei com consultoria para empresas e eventos. Depois de voltar de uma temporada fora do pa&iacute;s, comecei a pensar em como eu gostaria de construir minha carreira, em que tipo de empresa trabalharia.</p>
<p>Resolvi participar de alguns processos seletivos e eu n&atilde;o me achava muito boa em entrevistas, achava que n&atilde;o me sa&iacute;a bem. Ent&atilde;o, comecei a fazer algumas para testar. Na &eacute;poca, eu morava em Salvador, tinha uma startup come&ccedil;ando por l&aacute; e eu me candidatei para uma vaga de log&iacute;stica.</p>
<p>Na minha primeira entrevista, falei com o CEO, ele me disse, de cara, que tinha duas not&iacute;cias para me dar: a primeira era que eu n&atilde;o iria passar para a vaga de log&iacute;stica, pois n&atilde;o tinha nada a ver com o que ele precisava; mas havia uma outra vaga aberta que tinha exatamente o meu perfil.</p>
<p>Era uma vaga de RH em uma empresa que, na &eacute;poca, tinha 20 pessoas e n&atilde;o tinha nenhum processo estruturado. Ent&atilde;o, ele me perguntou: &lsquo;Voc&ecirc; topa avan&ccedil;ar no processo?&rsquo;.</p>
<p>Eu topei porque eu queria treinar para entrevistas e fui passando, avan&ccedil;ando nas etapas e no fim passei para a vaga. N&atilde;o sabia o que era uma startup, n&atilde;o sabia onde eu estava me metendo. Mas nunca mais sa&iacute; [dessa &aacute;rea].</p>
<h2><b>Sendo uma pessoa de exatas, como voc&ecirc; disse, como sentiu que foi seu desenvolvimento pessoal e profissional em uma &aacute;rea t&atilde;o diferente?</b></h2>
<p>Ent&atilde;o, existe uma parte minha, de ser comunicativa e de gostar de estar perto das pessoas, que complementa um pouco esse meu lado mais pragm&aacute;tica. Eu sempre tive isso na vida pessoal, e consegui trazer mais para o profissional. Acho que a parte de gostar um pouco mais dos n&uacute;meros e dos processos me ajudou a complementar bem um perfil que faz sentido nessa &aacute;rea.</p>
<p>Eu, hoje, me considero uma <i>pessoa de pessoas</i>, mas trago mais do que isso. Apesar de ter esse lado da empatia e do cuidado desde pequena, na minha vida pessoal, consegui misturar essas vis&otilde;es, e fui descobrindo isso ao longo do caminho.</p>
<h2><b>Voc&ecirc; est&aacute; vendo uma evolu&ccedil;&atilde;o dentro da &aacute;rea de RH tamb&eacute;m? Que mudan&ccedil;as voc&ecirc; tem visto ao longo do seu desenvolvimento?</b></h2>
<p>Acho que o RH vem passando por essa transforma&ccedil;&atilde;o, sim &ndash; inclusive de n&atilde;o querer mais ser chamado de RH, porque parece que remete a um termo retr&oacute;grado. Parece que estou em um epis&oacute;dio de <i>The Office</i> quando falo em RH. Mas eu acho que a &aacute;rea de Pessoas, no geral, tem evolu&iacute;do muito e ocupado um espa&ccedil;o mais importante e estrat&eacute;gico.</p>
<p>No final das contas, as pessoas s&atilde;o o bem mais importante da empresa. Os clientes s&atilde;o pessoas, os funcion&aacute;rios s&atilde;o pessoas, os stakeholders, fornecedores, todos s&atilde;o pessoas. Se a gente n&atilde;o olhar para isso com um car&aacute;ter mais estrat&eacute;gico, a empresa pode sair perdendo.</p>
<h2><b>Acredita que a &aacute;rea se tornou mais reconhecida na empresa?</b></h2>
<p>O valor da &aacute;rea tem sido percebido cada vez mais porque envolve processos e mudan&ccedil;as que geram valor. Se as pessoas est&atilde;o bem, elas geram um valor maior para o neg&oacute;cio. Ent&atilde;o, &eacute; superestrat&eacute;gico falar de pessoas e olhar para essa estrat&eacute;gia dentro da empresa, do neg&oacute;cio, de uma forma estruturada e planejada.</p>
<p>Mas eu acho que ainda h&aacute; um espa&ccedil;o a ser conquistado e ser percebido como estrat&eacute;gico, como o pilar da maioria dos neg&oacute;cios. Olhando para tr&aacute;s, acho que tenho o privil&eacute;gio de ter passado por empresas que valorizam isso e de ter sabido escolher onde entrar na &aacute;rea.</p>
<blockquote><p><strong>As pessoas s&atilde;o o bem mais importante da empresa. Os clientes s&atilde;o pessoas, os funcion&aacute;rios s&atilde;o pessoas, os stakeholders, fornecedores, todos s&atilde;o pessoas. Se a gente n&atilde;o olhar para isso com um car&aacute;ter mais estrat&eacute;gico, a empresa pode sair perdendo</strong></p></blockquote>
<h2><b>Como foi, para voc&ecirc;, estruturar a &aacute;rea de RH de uma empresa como a Merama, uma companhia Latam com tantas particularidades? Como o RH deve ver a &aacute;rea nesse tipo de empresa?</b></h2>
<p>Eu acho que o RH precisa entender do neg&oacute;cio em que est&aacute; inserido. Acho que esse &eacute; o primeiro ponto de partida. &Eacute; preciso entender qual &eacute; a necessidade do neg&oacute;cio e, consequentemente, quais s&atilde;o as necessidades dos colaboradores, para a&iacute; construir a estrat&eacute;gia da &aacute;rea que vai impactar diretamente a estrat&eacute;gia daquele neg&oacute;cio.</p>
<p>Ter nascido Latam, em dois pa&iacute;ses diferentes [M&eacute;xico e Brasil], no meio da pandemia, trouxe uma complexidade maior para o que est&aacute;vamos construindo na &eacute;poca. Est&aacute;vamos todos trancados em casa, sem saber exatamente o que ia acontecer com o mundo e alinhando culturas muito diferentes.</p>
<p>O primeiro ponto foi entender o que era esse neg&oacute;cio que est&aacute;vamos construindo. Qual era a necessidade naquele momento e quais eram as nossas expectativas? A partir disso, desenhamos os pilares e come&ccedil;amos a elaborar a estrat&eacute;gia da &aacute;rea e cultura da empresa.</p>
<p>Desde o come&ccedil;o, fomos bem proativos e mais intencionais nessa constru&ccedil;&atilde;o da cultura, porque n&atilde;o quer&iacute;amos que a empresa nascesse naturalmente com silos entre os pa&iacute;ses. Portanto, j&aacute; come&ccedil;amos de forma mais intencional nesse sentido.</p>
<h2><b>Isso afetou a constru&ccedil;&atilde;o da cultura da empresa? Foi um desafio ter CEOs de diferentes nacionalidades?</b></h2>
<p>A nossa estrutura &eacute; complexa. Temos um CEO que &eacute; americano e, abaixo dele, temos&nbsp; dois CEOs regionais, no Brasil e no M&eacute;xico. Na &eacute;poca que a gente come&ccedil;ou, n&atilde;o existia tanta clareza da estrutura ainda e era tudo uma descoberta, porque a tese da Merama tamb&eacute;m era in&eacute;dita na Am&eacute;rica Latina.</p>
<p>Ent&atilde;o, sim, estar em pa&iacute;ses diferentes foi desafiador. N&oacute;s fal&aacute;vamos ingl&ecirc;s, que n&atilde;o era a l&iacute;ngua nativa de ningu&eacute;m. Isso trouxe um n&iacute;vel de complexidade ainda maior em um momento em que precis&aacute;vamos sair do &ldquo;0 para 1&rdquo; ali e mudar alguns processos que estavam no meio do caminho.</p>
<p>Na &eacute;poca, a gente tinha muita clareza de que as primeiras pessoas que viessem seriam as pessoas para construir essa tese e tirar isso do papel, entendendo exatamente quais eram as necessidades. A gente n&atilde;o tinha ainda o modelo que ia funcionar, a estrutura final. Ent&atilde;o as primeiras pessoas que vieram foram escolhidas com base nos pilares para os quais n&oacute;s precisar&iacute;amos de colabora&ccedil;&atilde;o, com um perfil mais generalista e vi&eacute;s de execu&ccedil;&atilde;o, para a gente tirar juntos as coisas do papel.</p>
<h2><b>Voc&ecirc;s criaram uma estrutura de modo a n&atilde;o ter silos entre M&eacute;xico e Brasil. Hoje, passados mais de 3 anos, voc&ecirc; acha que conseguiram isso?</b></h2>
<p>No meio do caminho, teve [silos]. At&eacute; porque o nosso modelo de neg&oacute;cio tem opera&ccedil;&otilde;es locais nos pa&iacute;ses e, em cada um deles, mudam as leis, as regras trabalhistas, o jeito que as empresas operavam&hellip; Ent&atilde;o, isso, por si s&oacute;, j&aacute; cria diferen&ccedil;as e motiva discuss&otilde;es. Mas n&oacute;s conseguimos minimizar bastante no come&ccedil;o.</p>
<p>S&oacute; que a estrat&eacute;gia do neg&oacute;cio &eacute; a que estamos vivendo hoje, no momento atual da Merama. Fomos caminhando para um ponto de ter uma estrutura mais regional, com o cascateamento da estrat&eacute;gia global.</p>

<p><figure class="wp-attachment-18368" ><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18368 size-large" src="https://alice.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/10/erica-vasconcelos-1024x683.jpg" alt="Uma mulher est&aacute; sentada em uma cadeira, com as m&atilde;os na perna, olhando para frente" width="1024" height="683" srcset="https://alice.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/10/erica-vasconcelos-1024x683.jpg 1024w, https://alice.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/10/erica-vasconcelos-300x200.jpg 300w, https://alice.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/10/erica-vasconcelos-768x512.jpg 768w, https://alice.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/10/erica-vasconcelos-150x100.jpg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"></figure></p>

<h2><b>Voc&ecirc; falou bastante desse processo de constru&ccedil;&atilde;o. Voc&ecirc; entrou e, logo depois, j&aacute; teve </b><b>Series B</b><b>. Como foi isso para o RH?</b></h2>
<p>No primeiro ano de vida da Merama, fizemos o Series A em abril; a&iacute;, em setembro, fizemos o Series B. Foram quatro meses entre as duas rodadas, superintensos. Logo depois, viramos unic&oacute;rnio. T&iacute;nhamos apenas 11 meses de opera&ccedil;&atilde;o na &eacute;poca. Ent&atilde;o, esse foi um ano superintenso de constru&ccedil;&otilde;es, porque passar por essas fases t&atilde;o rapidamente, entre um ciclo e outro, exigia uma maturidade de processo, de governan&ccedil;a e de comunica&ccedil;&atilde;o, que ainda n&atilde;o t&iacute;nhamos.</p>
<blockquote><p><strong>A principal m&eacute;trica que uma pessoa da &aacute;rea de People deve analisar s&atilde;o as m&eacute;tricas do neg&oacute;cio, porque o que as pessoas querem &eacute; estar em um neg&oacute;cio saud&aacute;vel, at&eacute; para elas terem seguran&ccedil;a de crescimento</strong></p></blockquote>
<p>A opera&ccedil;&atilde;o era muito pequena tamb&eacute;m. Entrei para construir as coisas, ent&atilde;o, aconteceu no meio de tudo isso. Acho que essa &eacute; uma caracter&iacute;stica muito forte at&eacute; hoje da empresa. Estamos passando agora por uma revis&atilde;o de cultura, porque estamos numa fase de integra&ccedil;&atilde;o, e isso continua sendo o pilar mais marcante da Merama: de fazer as coisas acontecerem.</p>
<p>Esse &eacute; um valor que mantemos desde o come&ccedil;o, e j&aacute; era uma caracter&iacute;stica minha tamb&eacute;m. Acho que eles enxergaram isso nas minhas entrevistas, porque n&atilde;o funcionaria bem com algu&eacute;m que n&atilde;o tivesse essa caracter&iacute;stica. &Eacute; um tra&ccedil;o muito forte nos fundadores, nas primeiras pessoas e at&eacute; hoje, nas novas contrata&ccedil;&otilde;es e no jeito que operamos.</p>
<p><a href="https://alice.com.br/blog/empresas/talent-acquisition-os-desafios-de-contratar-em-empresas-tech/" target="_blank" rel="noopener">Talent Acquisition: Os desafios de contratar em empresas&nbsp;tech</a></p>
<h2><b>Sobre essa fase de integra&ccedil;&atilde;o atual, como a &aacute;rea de Pessoas est&aacute; se preparando para isso?</b></h2>
<p>N&oacute;s estamos integrando nossas marcas em unidades de neg&oacute;cio. Nosso modelo de neg&oacute;cio envolve aquisi&ccedil;&otilde;es, inspirado nos modelos de agregadores que j&aacute; existiam em outros pa&iacute;ses, como nos Estados Unidos. L&aacute;, basicamente, o modelo de aquisi&ccedil;&atilde;o consiste em comprar a empresa, tirar o empreendedor e integrar a opera&ccedil;&atilde;o o mais enxuto poss&iacute;vel.</p>
<p>Este ano, estamos trabalhando para integrar 14 marcas em um &uacute;nico ecossistema. Trabalhamos com seis unidades [de neg&oacute;cio], estamos realizando 14 integra&ccedil;&otilde;es simult&acirc;neas.</p>
<p>Desde o ano passado, come&ccedil;amos a desenhar a estrat&eacute;gia de integra&ccedil;&atilde;o. Pensamos bastante em como seria a estrutura final, o modelo que quer&iacute;amos implementar. Realizamos v&aacute;rios treinamentos com a equipe de lideran&ccedil;a e planejamos as ondas de integra&ccedil;&atilde;o para essas 14 marcas.</p>
<p><a href="https://alice.com.br/blog/empresas/como-crescer-sem-perder-cultura-da-empresa/" target="_blank" rel="noopener">Cultura da empresa: 5 dicas de como crescer sem&nbsp;perd&ecirc;-la</a></p>
<p>Criamos, dentro da Merama, um escrit&oacute;rio de gerenciamento de integra&ccedil;&atilde;o, basicamente um time dedicado que tinha um representante das &aacute;reas principais. E dentro de People, t&iacute;nhamos uma pessoa focada exclusivamente nas integra&ccedil;&otilde;es. Isso nos ajudou a pensar bem na comunica&ccedil;&atilde;o para cada p&uacute;blico, nas mudan&ccedil;as de cada uma das unidades que precisar&iacute;amos implementar, e no que mudaria para cada pessoa. Fomos at&eacute; o n&iacute;vel individual, analisando os impactos em cada colaborador dentro das unidades de neg&oacute;cio, para garantir que est&aacute;vamos transmitindo a mensagem certa.</p>
<p>Esse cuidado com as pessoas tamb&eacute;m foi essencial. Por isso, olhamos para cada mudan&ccedil;a no n&iacute;vel individual, analisando qualquer impacto.</p>
<h2><b>Quais os principais desafios de engajamento de colaboradores nesse setor? Como isso funciona dentro desse contexto que voc&ecirc; trouxe, de muitas empresas e marcas diferentes que est&atilde;o se adaptando a essa cultura da Merama?</b></h2>
<p>Os principais desafios de engajamento s&atilde;o sobre clareza de expectativas. Acho que, se as pessoas entendem qual &eacute; o papel esperado, o que est&aacute; mudando e o que n&atilde;o est&aacute; tamb&eacute;m, isso j&aacute; facilita muito. Essa clareza tira um pouco da inseguran&ccedil;a que vem com a percep&ccedil;&atilde;o da mudan&ccedil;a.</p>
<p>E, al&eacute;m disso, a comunica&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m &eacute; importante. Qual &eacute; a linguagem e o meio que devemos utilizar para falar com cada uma dessas pessoas? Como elas est&atilde;o recebendo isso? Como disponibilizamos a mensagem? Algumas empresas que n&oacute;s integramos ainda fazem uso de uma comunica&ccedil;&atilde;o impressa, algo que n&atilde;o acontece na Merama.</p>
<p>Naturalmente, nesse processo de integra&ccedil;&atilde;o, a gente teve uma mudan&ccedil;a de cultura, de jeito de operar. Ent&atilde;o, tamb&eacute;m tem a quest&atilde;o do colaborador avaliar se est&aacute; disposto ou n&atilde;o a aceitar essa mudan&ccedil;a, e tudo bem. Tem pessoas nesse processo que v&atilde;o entender que gostariam de estar em um outro tipo de ambiente. Foi importante, para a gente, entender isso e manter esse canal aberto com o time.</p>
<h2><b>Falando um pouco de m&eacute;tricas de neg&oacute;cios, quais s&atilde;o os dados que voc&ecirc; considera relevantes para impulsionar o desenvolvimento dos seus times? Voc&ecirc; olha algum tipo de m&eacute;trica nesse sentido?</b></h2>
<p>A principal <a href="https://alice.com.br/blog/empresas/people-analytics/" target="_blank" rel="noopener">m&eacute;trica</a> que uma pessoa da &aacute;rea de People deve analisar s&atilde;o as m&eacute;tricas do neg&oacute;cio, porque o que as pessoas querem &eacute; estar em um neg&oacute;cio saud&aacute;vel, at&eacute; para elas terem seguran&ccedil;a de crescimento.</p>
<p>Inclusive, n&oacute;s convivemos, no meio de tudo isso, com as ondas de layoffs, a bolha das startups estourando e not&iacute;cias megaloman&iacute;acas aparecendo. N&oacute;s passamos bem por isso, mas porque sempre fomos mais seguros nesse aspecto. Mesmo com as capta&ccedil;&otilde;es, olhamos como o neg&oacute;cio estava performando e como conectamos o que o neg&oacute;cio precisa com a estrat&eacute;gia de pessoas.</p>
<p>E n&atilde;o &eacute; natural falarmos, na &aacute;rea de Pessoas, sobre olhar para os indicadores do neg&oacute;cio. Acho que esse &eacute; o primeiro ponto. Depois, temos os indicadores que normalmente analisamos. Olhamos para o crescimento de headcount, para o custo desse headcount tamb&eacute;m. Como estamos trazendo isso para os l&iacute;deres?</p>
<p>Temos na Merama, hoje, um processo de lideran&ccedil;a em amadurecimento. Temos muita lideran&ccedil;a nova, ent&atilde;o analisamos o span e o cumprimento dos processos que temos internamente. Tamb&eacute;m olhamos para o turnover, mas acho que essa &eacute; uma m&eacute;trica que deve ser analisada com cuidado, porque &agrave;s vezes falamos que o turnover est&aacute; alto ou baixo, mas isso n&atilde;o significa necessariamente que as causas s&atilde;o ruins ou que as consequ&ecirc;ncias s&atilde;o muito ruins para a empresa.</p>
<h2><b>H&aacute; a&ccedil;&otilde;es voltadas para a sa&uacute;de e o bem-estar dos colaboradores, tanto os novos como os antigos? Qual o papel do RH nesse sentido?</b></h2>
<p>Fazemos a&ccedil;&otilde;es no escrit&oacute;rio, algumas ativa&ccedil;&otilde;es e criamos alguns programas internos tamb&eacute;m. Todas essas iniciativas s&atilde;o puxadas pela &aacute;rea de People, que tem um papel superprotagonista nesse sentido, oferecendo um ambiente que proporciona o acesso para as pessoas.</p>
<p>Temos um programa que j&aacute; realizamos em tr&ecirc;s anos, o <i>Meramathletes</i>, que &eacute; uma competi&ccedil;&atilde;o de atividade f&iacute;sica. &Eacute; como se fosse uma &ldquo;mini Olimp&iacute;ada&rdquo; dentro da empresa, com pr&ecirc;mios e uma din&acirc;mica em que a galera compete, incentivando um colaborador a puxar o outro.</p>
<p>No m&ecirc;s passado, tivemos uma a&ccedil;&atilde;o no escrit&oacute;rio com uma nutricionista, que falou sobre alimenta&ccedil;&atilde;o, ensinando algumas receitas pr&aacute;ticas e r&aacute;pidas para fazer em casa. Outro exemplo s&atilde;o as conversas com psic&oacute;logos que n&oacute;s promovemos. No ano passado, durante o m&ecirc;s dos pais, tivemos um bate-papo sobre como gerenciar responsabilidades em casa e no trabalho.</p>
<p>Sempre comemoramos o Dia das Crian&ccedil;as tamb&eacute;m, permitindo que os colaboradores tragam seus filhos para o trabalho. J&aacute; fizemos essa a&ccedil;&atilde;o tr&ecirc;s vezes, o time adora. &Eacute; um jeito de fortalecer o esp&iacute;rito de equipe.</p>
<p>Para finalizar, um ponto importante &eacute; a clareza nas comunica&ccedil;&otilde;es, pois isso ajuda a manter a sa&uacute;de mental em dia. Este ano, com tantas mudan&ccedil;as e inseguran&ccedil;as que surgiram para o time, tentamos trazer calma nas conversas e nos f&oacute;runs que promovemos, mantendo o canal aberto para di&aacute;logo.</p>
<h2><b>Como voc&ecirc;s t&ecirc;m usado Intelig&ecirc;ncia Artificial na &aacute;rea de </b><b>People</b><b>? Voc&ecirc;s t&ecirc;m feito algum tipo de teste?</b></h2>
<p>N&oacute;s usamos, mas acredito que ainda tem espa&ccedil;o para us&aacute;-la melhor. No time de People, usamos o ChatGPT para criar personas durante a integra&ccedil;&atilde;o, at&eacute; para definir o tom de voz e a cultura com que queremos nos comunicar, e tamb&eacute;m o tipo de mensagem que vamos passar. Isso nos ajuda a criar a comunica&ccedil;&atilde;o de um jeito muito mais f&aacute;cil e at&eacute; din&acirc;mico para o time.</p>
<p>Em junho, realizamos um hackathon para os times, aberto, com foco em IA para criar solu&ccedil;&otilde;es para os neg&oacute;cios. N&oacute;s financiamos as ferramentas escolhidas pelo time e disponibilizamos alguns facilitadores do time de tecnologia, o que resultou em solu&ccedil;&otilde;es muito legais, como a automa&ccedil;&atilde;o do SAC e melhorias no <i>supply chain</i> em outras unidades.</p>
<blockquote><p><strong>Existe um espa&ccedil;o para o RH se sentar &agrave; mesa das decis&otilde;es de neg&oacute;cio, que n&atilde;o &eacute; natural. E acredito que esse espa&ccedil;o ainda precisa ser ocupado</strong></p></blockquote>
<p>O hackathon foi um marco para incentivar as pessoas a enxergarem a IA como uma parte do dia a dia, gerando solu&ccedil;&otilde;es que, antes, nem imagin&aacute;vamos. Ainda n&atilde;o &eacute; algo institucional, ou seja, n&atilde;o existe uma obrigatoriedade para todos usarem para uma coisa ou outra, mas tem facilitado muito diversas tarefas do dia a dia.</p>
<p>Tamb&eacute;m estamos usando essas ferramentas para an&aacute;lise, constru&ccedil;&atilde;o e para nos comunicarmos com o time de forma integrada. Isso nos ajuda a ser mais estrat&eacute;gicos como profissionais e, com certeza, libera tempo que antes gast&aacute;vamos preparando tarefas mais manuais, como tratar dados, fazer gr&aacute;ficos e construir relat&oacute;rios. Agora, tudo &eacute; mais r&aacute;pido e eficiente.</p>
<h2><b>Pensando em toda essa evolu&ccedil;&atilde;o da &aacute;rea e pontos ainda a desenvolver, que espa&ccedil;o voc&ecirc; v&ecirc; o RH do futuro ocupando?&nbsp;</b></h2>
<p>Existe um espa&ccedil;o para o RH se sentar &agrave; mesa das decis&otilde;es de neg&oacute;cio, que n&atilde;o &eacute; natural. E acredito que esse espa&ccedil;o ainda precisa ser ocupado. Eu sempre fui meio cara de pau para pedir algumas coisas, em experi&ecirc;ncias passadas. Certa vez, pedi para o meu chefe da &eacute;poca para participar de um f&oacute;rum que ele tinha organizado, que era para falar de resultados de neg&oacute;cio. Ele n&atilde;o me incluiu porque achou que seria apenas mais uma reuni&atilde;o para mim e queria me liberar, pensando que estava fazendo algo bom.</p>
<p>Ent&atilde;o, eu expliquei que eu precisava saber o que estava acontecendo no neg&oacute;cio para desenhar uma estrat&eacute;gia que fizesse sentido no final das contas. A &aacute;rea de RH ainda &eacute; vista como um <i>back office</i>, apenas executora de processos, sem tanto reconhecimento de sua contribui&ccedil;&atilde;o para os resultados.</p>
<p>Mas tenho certeza de que o RH tem muito a contribuir, e precisamos conectar mais os resultados de neg&oacute;cios com os insights que a &aacute;rea traz. Isso &eacute; uma evolu&ccedil;&atilde;o natural. Alguns anos atr&aacute;s, essa associa&ccedil;&atilde;o era muito distante, mas agora est&aacute; cada vez mais pr&oacute;xima. Ainda assim, precisamos continuar lutando para que essa presen&ccedil;a seja natural.</p>
<p>Estar pr&oacute;ximo ao neg&oacute;cio, entender os resultados, usar bem as ferramentas e a intelig&ecirc;ncia artificial s&atilde;o atitudes que facilitam e ajudam a aproximar o RH do n&uacute;cleo estrat&eacute;gico da empresa. A pessoa de People deve ser o bra&ccedil;o direito do CEO.</p>
<p>Se o CEO conta com esse apoio estrat&eacute;gico do RH, os resultados do neg&oacute;cio mudam para melhor. Ainda n&atilde;o ocupamos 100% esse lugar, mas estamos chegando.</p>
<html><body><h2>Alice tem o plano de sa&uacute;de certo para a sua empresa!</h2>
<p>Alice &eacute; uma empresa de tecnologia que oferece planos de sa&uacute;de empresarial e tem a miss&atilde;o de tornar o mundo mais saud&aacute;vel. Nossa plataforma de cuidado cont&iacute;nuo garante que os nossos membros recebam o cuidado certo, na hora certa e no lugar certo, proporcionando uma experi&ecirc;ncia excepcional para eles.</p>
<p>Nossos planos t&ecirc;m cobertura nacional completa, assim como o atendimento e a experi&ecirc;ncia &uacute;nica do Alice Agora, parceiro de sa&uacute;de confi&aacute;vel para todas as horas, direto no app. Fale com o Time de Sa&uacute;de 24/7, receba resposta em at&eacute; 60 segundos e, se precisar, j&aacute; fa&ccedil;a uma consulta virtual com nossa equipe m&eacute;dica.</p>
<p>Alice tamb&eacute;m tem suporte completo ao seu RH, com dados estrat&eacute;gicos para sua gest&atilde;o &ndash; desde reports de sa&uacute;de populacional at&eacute; de custo de cuidado &ndash;, onboarding exclusivo e account manager dedicado.</p>
<p>Veja como Alice cuida do seu time e do seu or&ccedil;amento.</p>
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		<title>Talent Acquisition: Os desafios de contratar em empresas tech</title>
		<link>https://alice.com.br/blog/empresas/talent-acquisition-os-desafios-de-contratar-em-empresas-tech/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Time Alice]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Sep 2024 12:54:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[liderança]]></category>
		<category><![CDATA[mercado de trabalho]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://alice.com.br/blog/?p=18186</guid>

					<description><![CDATA[<p>Diretora de RH da CRMBonus, Marcia Denes reflete sobre formas assertivas de atração e retenção de top-talents.</p>
<p>O post <a href="https://alice.com.br/blog/empresas/talent-acquisition-os-desafios-de-contratar-em-empresas-tech/">Talent Acquisition: Os desafios de contratar em empresas tech</a> apareceu primeiro em <a href="https://alice.com.br/blog">Blog da Alice</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<html><body><p>A era do banco de curr&iacute;culos, recebidos de centenas de candidatos para uma vaga, ficou para tr&aacute;s. Ao menos, nas empresas de tecnologia. Para garimpar talentos de engenharia, produto e dados, profissionais de Recursos Humanos t&ecirc;m apostado em t&aacute;ticas proativas e mais assertivas de <a href="https://alice.com.br/blog/empresas/qual-a-diferenca-entre-talent-acquisition-e-recrutamento/" target="_blank" rel="noopener">Talent Acquisition</a>. Busca ativa de candidatos, funil de aquisi&ccedil;&atilde;o e Intelig&ecirc;ncia Artificial s&atilde;o algumas das armas para contratar em um mercado t&atilde;o disputado.</p>
<p>&ldquo;Um candidato de tech &eacute; abordado por dez, 15 recrutadores por dia no LinkedIn, dependendo da senioridade e especificidade do que ele faz&rdquo;, conta a diretora de Recursos Humanos da CRMBonus, Marcia Denes. Ela est&aacute; &agrave; frente da estrat&eacute;gia de pessoas da empresa de giftback que captou sua rodada Series B em maio passado.</p><html><body><div class="cta cta--post--slim_withlogo">
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									<span class="title">Conhe&ccedil;a a Alice</span><span class="icon icon--arrow_right"></span></a>
								</div></body></html>
<p>Com mais de 7 anos de experi&ecirc;ncia no mercado de tecnologia, Denes explica que empresas de crescimento acelerado precisam n&atilde;o apenas de um forte <a href="https://alice.com.br/blog/empresas/employer-branding-beneficios/" target="_blank" rel="noopener">Employer Branding</a>, mas tamb&eacute;m de uma proposta de valor bem estruturada para os colaboradores &ndash; um verdadeiro &ldquo;playbook&rdquo; de engajamento e <a href="https://alice.com.br/blog/empresas/retencao-talentos-empresas/">reten&ccedil;&atilde;o</a>. &ldquo;A gente tem que deixar a pessoa feliz tamb&eacute;m, ela precisa entender se est&aacute; no lugar certo, se o trabalho faz sentido para ela.&rdquo;</p>
<p>Em entrevista ao Blog da Alice, a profissional compartilha os desafios do RH estrat&eacute;gico na constru&ccedil;&atilde;o de Talent Acquisition, enumera os KPIs da &aacute;rea e tamb&eacute;m reflete sobre as dificuldades de atrair e reter top-talents.</p>
<h2>Quais s&atilde;o os maiores desafios para recrutar e contratar quadros qualificados no mercado de tecnologia, na sua vis&atilde;o de profissional com mais de dez anos no universo de Talent Acquisition?</h2>
<p>Hoje tem dois principais desafios: um &eacute; Employer Branding, que &eacute; como voc&ecirc; constr&oacute;i a sua imagem como empresa para fora e como voc&ecirc; usa isso para atrair os colaboradores. Outro &eacute; o Employee Value Proposition: uma vez que o colaborador est&aacute; l&aacute; dentro da empresa, como voc&ecirc; consegue trabalhar essa proposta de valor, e isso inclui o pacote total de rewards, recompensa, bem-estar dele, tudo.</p>
<p>O Brasil teve um boom de IPOs e de empresas <i>digital </i>e acho que muitas startups come&ccedil;aram muito pequenas, no mercado tech, e sem se importar com o Employee Value Proposition. Ent&atilde;o, era aquela coisa de dar [ao colaborador] apenas um computador para a pessoa ir trabalhando e s&oacute;. Acho que isso deu certo durante alguns anos. Mas, depois, isso n&atilde;o funcionava mais porque a galera de tech estava sendo muito assediada &ndash; e ainda &eacute; &ndash; por empresas de fora que pagam em d&oacute;lar, em euro e que d&atilde;o v&aacute;rios outros benef&iacute;cios.</p>
<p>Ent&atilde;o, o RH no Brasil teve que se reinventar para deixar o trabalho aqui mais atrativo, n&atilde;o s&oacute; pela remunera&ccedil;&atilde;o. Acho que a gente est&aacute; nesse momento agora. Na pandemia, houve um &ecirc;xodo absoluto de pessoas saindo de empresas, trabalhando de casa, mas sendo pagas em d&oacute;lar, em euro.</p>
<p>Agora que muita gente est&aacute; voltando para o escrit&oacute;rio, estamos em um momento de revisitar tudo isso. Todos os RH de empresas est&atilde;o pensando em como transformar as empresas em atrativas, n&atilde;o s&oacute; para que as pessoas queiram vir trabalhar, mas queiram algumas vezes vir no presencial. E, para isso, voc&ecirc; tem que construir uma cultura super s&oacute;lida, pacote de benef&iacute;cios etc.</p>
<h2>Voc&ecirc; falou sobre a reinven&ccedil;&atilde;o dos RHs; qual voc&ecirc; acha que deve ser o papel do RH para construir uma &aacute;rea de Talent Acquisition? A que ele deve estar atento para construir essa &aacute;rea?</h2>
<p>Na realidade, hoje muita gente ainda v&ecirc; Talent Acquisition como s&oacute; recrutamento, e eu acho que o recrutamento &eacute; apenas uma parte. Talent Acquisition &eacute; respons&aacute;vel por todo o processo e toda a experi&ecirc;ncia do candidato at&eacute; o momento que ele entra na empresa e, mais do que isso, a gente entende que ele tamb&eacute;m &eacute; respons&aacute;vel por acompanhar os primeiros momentos do funcion&aacute;rio. Ou seja, aquele momento de transi&ccedil;&atilde;o, quando o candidato est&aacute; virando um colaborador, todo o onboarding.</p>

<h2>Como voc&ecirc; promove uma jornada em que a pessoa candidata se sinta efetivamente uma pessoa e n&atilde;o s&oacute; um n&uacute;mero numa sele&ccedil;&atilde;o?</h2>
<p>Acredito muito na experi&ecirc;ncia n&atilde;o rob&oacute;tica do candidato. E eu acho que isso faz muita diferen&ccedil;a, principalmente para a galera tech. Um candidato de tech (de &aacute;reas como Engenharia, Dados e Produto) &eacute; abordado, dependendo da senioridade e especificidade do que ele faz, por dez, 15 recrutadores por dia no LinkedIn. Ent&atilde;o a gente tem que pensar desde a forma como faz uma offer para a pessoa. Porque antes a gente mandava um e-mail e hoje a gente liga pra pessoa, fala com ela, passa uma apresenta&ccedil;&atilde;o, explica nossa cultura, explicamos que, se a pessoa topar trabalhar com a gente, vamos ajudar durante todo o processo de admiss&atilde;o, passamos a remunera&ccedil;&atilde;o e perguntamos se ela est&aacute; confort&aacute;vel com a proposta e se tem alguma coisa pra dizer.</p>
<p>E a&iacute; a gente manda tudo por e-mail. Isso muda muito [a percep&ccedil;&atilde;o do candidato]. &Eacute; uma coisa pequena que todo RH deveria fazer. Voc&ecirc; d&aacute; uma seguran&ccedil;a para a pessoa de que &eacute; uma empresa s&eacute;ria, de que n&atilde;o &eacute; uma startup que vai te dar s&oacute; um computador ou nem isso, voc&ecirc; vai ter que come&ccedil;ar a trabalhar sem ter um onboarding.</p>
<p>E outra coisa &eacute; o pr&oacute;prio onboarding. Entre os projetos que est&atilde;o em curso na CRMBonus, temos o Buddy, que &eacute; bem conhecido em empresas tech: uma agenda pr&eacute;-feita de onboarding muito mais robusta e estruturada em que algu&eacute;m da &aacute;rea vai acompanhar o novo colaborador, vai trazer um pouco de profundidade da &aacute;rea. Ent&atilde;o tem alguns projetos que fazem n&atilde;o s&oacute; o processo seletivo mas o p&oacute;s-processo ser mais humano.</p>
<h2>Na CRMBonus, voc&ecirc;s sempre d&atilde;o feedback para os candidatos que participam da sele&ccedil;&atilde;o?</h2>
<p>O recrutador costuma ser muito demandado. &Agrave;s vezes as minhas recrutadoras t&ecirc;m abertas de 12 a 20 vagas ao mesmo tempo. N&atilde;o consigo exigir que elas liguem para absolutamente todos os candidatos para dar um feedback. Mas o b&aacute;sico &eacute;: faz mais de uma semana que voc&ecirc; entrevistou a pessoa? Ent&atilde;o, voc&ecirc; manda um e-mail contando: &ldquo;Olha, o processo continua. A gente n&atilde;o avan&ccedil;ou por causa de X, Y, Z&rdquo;. Dessa forma, a gente mant&eacute;m o candidato aquecido quando &eacute; o caso.</p>
<blockquote><p><strong>&Eacute; importante pensar no funil [de aquisi&ccedil;&atilde;o] e em quais indicadores a gente precisa olhar. Mais do que isso, dentro desses indicadores, quais s&atilde;o os principais detratores? Em qual etapa do funil a gente est&aacute; perdendo mais candidatos e por qu&ecirc;?</strong></p></blockquote>
<p>Ou, em caso de o candidato n&atilde;o ter passado, minimamente damos um feedback com os porqu&ecirc;s [de recusa] um pouco mais explicados, agradecendo a participa&ccedil;&atilde;o. E a gente tem uma resposta autom&aacute;tica para cada CV recebido, em que falamos que vamos visualizar e daremos um retorno se fizer sentido. Ent&atilde;o, acho que tudo isso &eacute; um pacote que faz a pessoa se sentir acolhida; a pessoa vai ter feedback, independentemente se ela passou ou n&atilde;o no processo.</p>
<h2>Houve uma mudan&ccedil;a em Talent Acquisition daquele tradicional Banco de CV para algo que hoje &eacute; mais como um funil, um portf&oacute;lio de candidatos?</h2>
<p>Quando fui headhunter, aprendi como &eacute; importante pensar no funil [de aquisi&ccedil;&atilde;o] e em quais indicadores a gente precisa olhar. Mais do que isso, dentro desses indicadores, quais s&atilde;o os principais detratores? Em qual etapa do funil a gente est&aacute; perdendo mais candidatos e por qu&ecirc;? E a gente sempre tenta trabalhar nessa etapa do funil e em cima desses indicadores. Isso ajuda demais.</p>
<p>O RH deixou de ser uma &aacute;rea de achismos, uma &aacute;rea mais administrativa para ser um RH mega data-driven. Hoje tudo o que a gente faz precisa ter uma explica&ccedil;&atilde;o, principalmente em empresas tech. Voc&ecirc; n&atilde;o convence essas equipes a trabalharem de forma colaborativa com voc&ecirc;, a menos que voc&ecirc; explique o porqu&ecirc; de voc&ecirc; estar fazendo aquilo, com base em dados.</p>
<p>Sobre a mudan&ccedil;a de estrat&eacute;gia de aquisi&ccedil;&atilde;o, realmente hoje trabalhamos mais com o portf&oacute;lio de candidatos. A gente faz entrevistas proativas, conhece as pessoas do mercado. Eu incentivo a equipe a fazer benchmarks, ver o que outras empresas est&atilde;o fazendo para a gente construir um roadmap mais robusto para os nossos pr&oacute;ximos projetos. E acho que o portf&oacute;lio para a &aacute;rea tech tende a funcionar bem para candidatos mais seniores.</p>
<h2>E, nessa perspectiva de portf&oacute;lio de candidatos na CRMBonus, &eacute; comum a empresa gostar de um candidato, mas aquela vaga para a qual ele est&aacute; aplicando n&atilde;o ser a certa para ele?</h2>
<p>Numa startup, a gente quer ter as melhores pessoas nas melhores cadeiras para elas. Ent&atilde;o, &eacute; muito menos sobre construir um portf&oacute;lio de candidatos e muito mais sobre quando voc&ecirc; encontra uma pessoa legal, que quer dentro da sua opera&ccedil;&atilde;o, voc&ecirc; achar um espa&ccedil;o para ela. Da&iacute; precisa construir o or&ccedil;amento e levar com dados a motiva&ccedil;&atilde;o para contratar; onde essa pessoa vai se encaixar e por que a gente deveria trazer ela agora? Temos de fazer um papel muito de business partner ali. Ent&atilde;o, existe uma constru&ccedil;&atilde;o de portf&oacute;lio de candidatos, mas hoje, pela din&acirc;mica do mercado tech, que &eacute; muito r&aacute;pido, eu acredito muito mais em:</p>
<ol>
<li>Conhe&ccedil;a as pessoas;</li>
<li>Entreviste-as, &agrave;s vezes sem ter a vaga aberta;</li>
<li>Se voc&ecirc; entender que aquela pessoa &eacute; interessante para a empresa e vai agregar valor, independentemente da posi&ccedil;&atilde;o que voc&ecirc; tem aberta, converse internamente;</li>
<li>Entenda o que &eacute; poss&iacute;vel fazer em termos de oportunidade e de compensation para ela vir trabalhar na empresa.</li>
</ol>
<p>&Eacute; assim que fazemos hoje dentro da CRMBonus.</p>
<h2>Voc&ecirc; falou de como o RH agora &eacute; uma &aacute;rea muito mais data-driven e processual. Quais as m&eacute;tricas de Talent Acquisition que voc&ecirc; considera que os RHs devem olhar com maior aten&ccedil;&atilde;o?</h2>
<p>Para mim existe o indicador de SLA (acordo de n&iacute;vel de servi&ccedil;o), que se divide em dois: Time to Fill e Time to Hire. Ent&atilde;o, voc&ecirc; primeiro vai fazer todo o processo de recrutamento e sele&ccedil;&atilde;o e medir o tempo, que &eacute; o Time do Fill. E depois tem o tempo decorrido de quando a pessoa aceitou a oferta at&eacute; o momento que a pessoa come&ccedil;a na empresa, que &eacute; o Time to Hire. Eu gosto de medir com dois SLAs diferentes, mas no fim do dia &eacute; uma coisa s&oacute;. Para mim, esse &eacute; o indicador central e inclusive a minha promessa para a lideran&ccedil;a, que &eacute;: vamos diminuir o SLA para estar mais de acordo com o benchmark de empresas de tecnologia.</p>
<blockquote><p><strong>A gente quer ter as melhores pessoas nas melhores cadeiras para elas. Ent&atilde;o, &eacute; muito menos sobre construir um portf&oacute;lio de candidatos e muito mais sobre quando voc&ecirc; encontra uma pessoa legal, que quer dentro da sua opera&ccedil;&atilde;o, voc&ecirc; achar um espa&ccedil;o para ela.</strong></p></blockquote>
<p>Hoje, a CRMBonus tem um SLA muito curto para vagas operacionais e de suporte, enquanto que para &aacute;rea de Tech a gente tem um SLA mais longo. Estamos sempre pensando em como deixar o SLA mais curto, em como a gente consegue mais agendas dos gestores e entrevistadores para o processo ser mais r&aacute;pido. Como a gente otimiza esse processo? Faz sentido duas pessoas entrevistarem juntas? Existe algum formato em que ela pode fazer um teste t&eacute;cnico em casa?</p>
<p>A gente mede no funil todas as convers&otilde;es desde o momento de in&iacute;cio. Ent&atilde;o, com quantas pessoas a gente falou e quantas pessoas de fato retornaram para a gente at&eacute; o grau de assertividade na escolha do perfil. Porque n&atilde;o adianta tamb&eacute;m o recrutador mandar milh&otilde;es de mensagens para potenciais candidatos e a&iacute;, desses milh&otilde;es, 50% n&atilde;o fazem sentido para a posi&ccedil;&atilde;o. Ent&atilde;o, a gente vai medindo literalmente passo a passo e olhando como otimizar.</p>
<p>Al&eacute;m de SLA, tamb&eacute;m acompanhamos a quantidade de offers que foram recusadas, volume de mensagens enviadas no LinkedIn, o percentual dessas mensagens que se transformaram em entrevista, quantas pessoas foram entrevistadas na etapa final e, dessas, quantas foram contratadas efetivamente.</p>
<h2>Na CRMBonus voc&ecirc; chegou no per&iacute;odo ap&oacute;s as aquisi&ccedil;&otilde;es da empresa, mas acompanhou a rodada de capta&ccedil;&atilde;o, certo?</h2>
<p>A minha hist&oacute;ria na CRMBonus era para come&ccedil;ar com meu ingresso em janeiro deste ano, mas a head de RH, Camila Porto, ia sair de licen&ccedil;a-maternidade no fim de novembro de 2023. Ent&atilde;o, antecipei a entrada, e ela ficou comigo por 15, 20 dias antes da licen&ccedil;a. A Camila foi meu presente; ela &eacute; muito parceira, a gente n&atilde;o estaria onde est&aacute; sem a m&atilde;o dela e todas as coisas que ela faz. E logo que eu entrei, o assunto era capta&ccedil;&atilde;o [do Series B], e come&ccedil;aram as viagens [para encontrar investidores]. E esse foi um momento que eu participei muito como RH.</p>
<blockquote><p><strong>Al&eacute;m de SLA, tamb&eacute;m acompanhamos a quantidade de offers que foram recusadas, volume de mensagens enviadas no LinkedIn, o percentual dessas mensagens que se transformaram em entrevista, quantas pessoas foram entrevistadas na etapa final e, dessas, quantas foram contratadas efetivamente.</strong></p></blockquote>
<p>Entrei na empresa depois das quatro aquisi&ccedil;&otilde;es que aconteceram, mas eu n&atilde;o s&oacute; peguei o Series B, como a gente passou por duas due diligence para fazer o Series B sair. No fim, a Bond Capital investiu R$ 400 milh&otilde;es na gente, eles nunca tinham investido em nenhuma empresa no Brasil. Foi uma surpresa incr&iacute;vel para a gente &ndash; e muito trabalho!</p>
<p>A gente fez reuni&atilde;o com fundo, ent&atilde;o eles queriam saber qual era a estrat&eacute;gia de pessoas, quem eram as principais contrata&ccedil;&otilde;es. Ali eu tive uma participa&ccedil;&atilde;o muito grande e foi um desafio, j&aacute; que meu bra&ccedil;o-direito [Camila], que tinha o hist&oacute;rico, estava de licen&ccedil;a maternidade.</p>
<h2><figure class="wp-attachment-18207" ><img decoding="async" class="alignnone wp-image-18207 size-large" src="https://alice.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/entrevista-marcia-denes-3-1024x683.jpg" alt="Marcia Denes est&aacute; sentada com os bra&ccedil;os em cima de uma mesa de madeira. Ela tem cabelos loiros, usa &oacute;culos e est&aacute; com uma roupa branca" width="1024" height="683" srcset="https://alice.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/entrevista-marcia-denes-3-1024x683.jpg 1024w, https://alice.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/entrevista-marcia-denes-3-300x200.jpg 300w, https://alice.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/entrevista-marcia-denes-3-768x512.jpg 768w, https://alice.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/entrevista-marcia-denes-3-150x100.jpg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"></figure>Como engajar e reter colaboradores numa empresa t&atilde;o acelerada, que passou por aquisi&ccedil;&otilde;es e agora com essa rodada milion&aacute;ria?</h2>
<p>Acho que todo mundo que est&aacute; em empresas assim est&aacute; se adaptando. N&atilde;o adianta a gente falar que &eacute; tudo lindo e tudo s&atilde;o flores&hellip; N&atilde;o. Ent&atilde;o, como a gente garante o outro lado, o lado humano?</p>
<p>Porque em todas as empresas tech, startups mais maduras, ap&oacute;s aquisi&ccedil;&otilde;es, h&aacute; o desafio de reter e engajar colaboradores. Acho que tem um trabalho profundo aqui do RH e da lideran&ccedil;a do que a empresa quer como cultura, de como a gente vai passar isso para os colaboradores. Porque o trabalho pode ser cansativo, mas, se for legal e se eu estiver aprendendo e vendo valor naquilo, se tenho um plano de carreira, se as pessoas est&atilde;o vendo meu trabalho e estou me sentindo valorizado, se existe uma preocupa&ccedil;&atilde;o com equil&iacute;brio entre trabalho e bem-estar do colaborador, qualidade de vida, a gente consegue cobrar o outro lado [diante de tantas mudan&ccedil;as].</p>
<p>Empresas de hyper growth t&ecirc;m uma cobran&ccedil;a alta porque s&atilde;o empresas com top talents e que querem que as pessoas estejam todas produtivas, felizes e a fim de fazer. E voc&ecirc; s&oacute; vai ter o retorno disso se voc&ecirc; estiver oferecendo para seus colaboradores esse &ldquo;playbook&rdquo; de qualidade de vida, bem-estar, de melhor uso do tempo deles, al&eacute;m da melhor proposta de carreira e remunera&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>A gente, como lideran&ccedil;a, tem que ter na nossa cabe&ccedil;a que top talent &eacute; assediado todos os dias. Ent&atilde;o a gente tem que deixar a pessoa feliz tamb&eacute;m, ela precisa entender se est&aacute; no lugar certo, se o trabalho faz sentido para ela. Quando eu vou ter uma conversa dif&iacute;cil com um colaborador, sempre questiono se a pessoa est&aacute; feliz na empresa.</p>
<h2>Ent&atilde;o, nesse contexto tem sido mais desafiador manter os top talents do que encontr&aacute;-los e contrat&aacute;-los?</h2>
<p>Pensando em indicadores assim, de forma crua, &eacute; mais dif&iacute;cil encontr&aacute;-los, encontrar a pessoa certa para a posi&ccedil;&atilde;o certa, porque voc&ecirc; tem que encaixar o momento da empresa com o momento da pessoa, o timing.</p>
<blockquote><p><strong>Enquanto a empresa tem o mote de clientes sempre felizes e satisfeitos, dentro do RH queremos que nossos colaboradores estejam felizes, engajados, entregando o melhor deles. Por isso preciso entender como engajar as pessoas e fazer que elas tenham equil&iacute;brio.</strong></p></blockquote>
<p>Agora, pensando no aspecto granular, cada ser humano &eacute; um ser humano, cada pessoa &eacute; &uacute;nica. Ent&atilde;o, independentemente de ser top talent ou n&atilde;o, eu acho mais dif&iacute;cil reter. O top talent &eacute; olhado e assediado todo dia. &Agrave;s vezes oferecem ao profissional uma remunera&ccedil;&atilde;o duas vezes maior e n&atilde;o tem que fazer. E, dependendo do momento de vida da pessoa, &eacute; isso. A pessoa est&aacute; focada em remunera&ccedil;&atilde;o ou em um cargo que voc&ecirc; n&atilde;o consegue dar agora.</p>
<h2>Olhando para o dinamismo das empresas de alta performance, h&aacute; a&ccedil;&otilde;es espec&iacute;ficas voltadas para a sa&uacute;de e bem-estar do seu time? Qual &eacute; o papel do RH nesse tipo de iniciativa?</h2>
<p>Enquanto a empresa tem o mote de clientes sempre felizes e satisfeitos, dentro do RH queremos que nossos colaboradores estejam felizes, engajados, entregando o melhor deles. Por isso preciso entender como engajar as pessoas e fazer que elas tenham equil&iacute;brio. Elas v&atilde;o trabalhar melhor, ser mais produtivas, se estiverem indo &agrave; academia, se movimentando, se fumarem menos, se tiverem tempo para hobbies, como ler um livro, escutar um podcast ou algo que n&atilde;o tenha nada a ver com o trabalho. Recentemente, promovemos na empresa uma Semana da Sa&uacute;de, com palestras sobre temas como esses.</p>
<p>E, culturalmente, sempre garantimos que a gente n&atilde;o est&aacute; s&oacute; falando sobre equil&iacute;brio e sa&uacute;de, mas que a gente est&aacute; fazendo tamb&eacute;m. Ent&atilde;o, RH, gestores, a gente fala muito de <i>lead by example</i> (liderar pelo exemplo).</p>
<p>Todos os nossos C-levels s&atilde;o muito fam&iacute;lia, eles t&ecirc;m filhos e v&atilde;o pra casa logo depois das 18h. Ent&atilde;o, eles est&atilde;o dispon&iacute;veis, mas n&atilde;o marcam reuni&atilde;o ap&oacute;s esse hor&aacute;rio. Salvo se for muito urgente. Acho que isso d&aacute; uma seguran&ccedil;a para quem &eacute; m&atilde;e tamb&eacute;m. Por exemplo, eu posso buscar meu filho na escola, eu posso ir e voltar, eu posso fazer minhas coisas.</p>
<h2>Para encerrar, como o RH da CRMBonus tem usado intelig&ecirc;ncia artificial?</h2>
<p>A gente implementou o FAQ (Frequently Asked Question, se&ccedil;&atilde;o de perguntas e respostas) de RH para toda a empresa, com o apoio dos times de Data. As pessoas t&ecirc;m muito aquelas perguntas b&aacute;sicas: &ldquo;como eu fa&ccedil;o para agendar f&eacute;rias da minha equipe?&rdquo;. &ldquo;Como eu fa&ccedil;o p&oacute;s admiss&atilde;o?&rdquo; &ldquo;Como &eacute; o programa de Buddy?&rdquo; Ent&atilde;o, a gente colocou 1 milh&atilde;o de conhecimentos na plataforma de IA, e existe uma FAQ em que a pessoa vai e pergunta. Claro que estamos iterando a partir das perguntas que est&atilde;o sendo feitas. Isso &eacute; uma coisa que pro DP (Departamento Pessoal) agrega muito valor, porque 50% do dia deles eu diria que &eacute; atendimento ao cliente interno, tirando suas d&uacute;vidas.</p>
<p>E, para Talent Acquisition, a gente tem usado muito em conjunto com extens&otilde;es do LinkedIn para garantir mais assertividade nos perfis que buscamos. Ent&atilde;o a gente consegue linkar o job description com as palavras-chaves e as buscas ali no LinkedIn, e nossa ferramenta de IA puxa alguns perfis do LinkedIn direto.</p>
<p>Para capacita&ccedil;&atilde;o, estamos utilizando muito para entender o que as pessoas querem, onde elas querem se capacitar e como&nbsp; isso conversa com os cursos que a gente est&aacute; colocando &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o dos colaboradores.</p>
<html><body><div class="cta cta--post--slim_withlogo">
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<p>O post <a href="https://alice.com.br/blog/empresas/talent-acquisition-os-desafios-de-contratar-em-empresas-tech/">Talent Acquisition: Os desafios de contratar em empresas tech</a> apareceu primeiro em <a href="https://alice.com.br/blog">Blog da Alice</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Escuta ativa: o que é e como utilizar no trabalho?</title>
		<link>https://alice.com.br/blog/empresas/escuta-ativa-como-utilizar-trabalho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Time Alice]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Dec 2022 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[bem-estar]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[liderança]]></category>
		<category><![CDATA[mercado de trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://blog.alice.com.br/?p=10327</guid>

					<description><![CDATA[<p>Técnicas de escuta ativa podem tornar equipes mais afinadas e produtivas. Conheça algumas estratégias de como aplicá-la no trabalho. </p>
<p>O post <a href="https://alice.com.br/blog/empresas/escuta-ativa-como-utilizar-trabalho/">Escuta ativa: o que é e como utilizar no trabalho?</a> apareceu primeiro em <a href="https://alice.com.br/blog">Blog da Alice</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<html><body><p class="wp-block-paragraph">A comunica&ccedil;&atilde;o entre duas pessoas &eacute; um momento de intera&ccedil;&atilde;o, certo? Um fala, o outro ouve, depois os pap&eacute;is se invertem&hellip; Mas, nas duas pontas, nem sempre h&aacute; uma verdadeira compreens&atilde;o do que est&aacute; sendo dito. Para que isso ocorra, vale a pena entender o que &eacute; escuta ativa {e coloc&aacute;-la em pr&aacute;tica!}.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que &eacute; escuta ativa?&nbsp;</h2>



<p class="wp-block-paragraph">&Eacute; a habilidade de se concentrar plenamente no que a outra pessoa est&aacute; dizendo. Envolve ainda a assimila&ccedil;&atilde;o, a compreens&atilde;o e a interpreta&ccedil;&atilde;o da mensagem transmitida.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&Eacute; bem diferente da escuta passiva, em que a informa&ccedil;&atilde;o &eacute; ouvida, mas n&atilde;o retida. Sabe quando uma pessoa est&aacute; contando algo e voc&ecirc; perde o fio da meada porque lembrou de outra coisa relacionada?&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na escuta ativa, &eacute; justamente o contr&aacute;rio. Para absorver e memorizar o que est&aacute; sendo dito, o ouvinte se empenha em manter o foco na mensagem, sem ceder a distra&ccedil;&otilde;es ou outros pensamentos.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Tamb&eacute;m se busca proporcionar um espa&ccedil;o de acolhimento, demonstrando interesse genu&iacute;no pela perspectiva do interlocutor {&eacute; mostrar que voc&ecirc; se importa!}.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&ldquo;A escuta ativa &eacute; parte de um encontro inter-humano. Para ela se desenvolver, precisamos ter abertura para o di&aacute;logo, no qual os dois crescem e saem transformados de alguma forma&rdquo;, avalia a psic&oacute;loga Danielle Fanni, da comunidade de sa&uacute;de da <a href="https://alice.com.br/para-sua-empresa" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Alice</a>.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A profissional acrescenta que, quando n&atilde;o h&aacute; conex&atilde;o e troca, a conversa pode virar quase um mon&oacute;logo ou momento de desabafo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&ldquo;A falta de abertura para o di&aacute;logo trava as rela&ccedil;&otilde;es, deixa as intera&ccedil;&otilde;es mais hostis. Quando voc&ecirc; n&atilde;o tem abertura para compreender o outro, n&atilde;o h&aacute; um encontro de fato. E n&atilde;o &eacute; s&oacute; prestar aten&ccedil;&atilde;o no que a outra pessoa est&aacute; falando. &Eacute; ampliar o pr&oacute;prio horizonte com o que est&aacute; sendo dito&rdquo;, destaca a psic&oacute;loga.&nbsp;</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large is-resized"><a href="https://alice.com.br/blog/conteudos-especiais/ebook-gestao-de-pessoas-e-lideranca/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><figure class="wp-attachment-8776" ><img decoding="async" class="wp-image-8776" src="https://alice.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/image-2-1024x731.png" alt="" width="512" height="366" srcset="https://alice.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/image-2-1024x731.png 1024w, https://alice.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/image-2-300x214.png 300w, https://alice.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/image-2-768x548.png 768w, https://alice.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/image-2-100x71.png 100w, https://alice.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/image-2-150x107.png 150w, https://alice.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/image-2.png 1080w" sizes="(max-width: 512px) 100vw, 512px"></figure></a></figure>
</div>


<h2 class="wp-block-heading">Escuta ativa no trabalho&nbsp;</h2>



<p class="wp-block-paragraph">J&aacute; deu para perceber a import&acirc;ncia da escuta ativa para os relacionamentos humanos, n&eacute;?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando pensamos no ambiente de trabalho, esse tema tamb&eacute;m ganha relev&acirc;ncia, pois pode tornar as equipes mais afinadas e produtivas.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para quem &eacute; l&iacute;der, ela &eacute; uma excelente forma de se conectar com as pessoas do time.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os di&aacute;logos ajudam a identificar problemas, preocupa&ccedil;&otilde;es e necessidades. Al&eacute;m disso, fortalecem a confian&ccedil;a e a <a href="https://alice.com.br/blog/empresas/saude-mental-empresas-ideias/">seguran&ccedil;a psicol&oacute;gica</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outra vantagem &eacute; que a <a href="https://alice.com.br/blog/empresas/o-que-e-lideranca-humanizada-e-suas-caracteristicas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">lideran&ccedil;a</a> pode ver as quest&otilde;es de trabalho por outras perspectivas, o que traz mais contexto para a tomada de decis&atilde;o.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dos pontos de vista individual e coletivo, a escuta ativa favorece ainda a <a href="https://alice.com.br/blog/empresas/conflitos-ambiente-trabalho-como-lidar/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">resolu&ccedil;&atilde;o de conflitos</a> e estimula a atua&ccedil;&atilde;o integrada e colaborativa.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">At&eacute; as reuni&otilde;es podem render mais! Com pessoas buscando manter o foco no que est&aacute; sendo exposto, detalhes n&atilde;o passam batido e fica mais f&aacute;cil captar nuances por tr&aacute;s de determinadas situa&ccedil;&otilde;es.&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela tamb&eacute;m &eacute; bastante &uacute;til no processo de <a href="https://alice.com.br/blog/empresas/modelo-feedback-tendencias-pos-pandemia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">feedback</a> {principalmente para quem vai receb&ecirc;-lo!}.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Benef&iacute;cios da escuta ativa no trabalho&nbsp;</h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>aproxima as pessoas;</li>



<li>melhora relacionamentos;</li>



<li>cria conex&atilde;o e identifica&ccedil;&atilde;o;</li>



<li>estimula a coopera&ccedil;&atilde;o;</li>



<li>fortalece a confian&ccedil;a;</li>



<li>facilita a compreens&atilde;o;&nbsp;</li>



<li>identifica problemas;</li>



<li>diminui ru&iacute;dos e mal entendidos;</li>



<li>reduz conflitos;</li>



<li>aumenta a seguran&ccedil;a psicol&oacute;gica;</li>



<li>ajuda a assimilar feedbacks;</li>



<li>favorece a <a href="https://alice.com.br/blog/empresas/saude-mental-empresas-ideias/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">sa&uacute;de mental</a>;</li>



<li>desenvolve a <a href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/como-desenvolver-a-inteligencia-emocional/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">intelig&ecirc;ncia emocional</a>;</li>



<li>melhora o clima organizacional.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">T&eacute;cnicas de escuta ativa&nbsp;</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Para desenvolver a escuta ativa, algumas t&eacute;cnicas podem ser colocadas em pr&aacute;tica.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ideia &eacute; estabelecer um caminho linear de m&atilde;o dupla, envolvendo passos como:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>ouvir com aten&ccedil;&atilde;o &gt; interpretar &gt; compreender &gt; dar um feedback</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Veja algumas dicas de como treinar a escuta ativa:</p>



<h3 class="wp-block-heading">1. Elimine distra&ccedil;&otilde;es</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Para conseguir se concentrar no que a outra pessoa est&aacute; dizendo, busque eliminar distra&ccedil;&otilde;es.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desligue o celular e fique longe do computador durante a conversa. Sempre que poss&iacute;vel, procure um ambiente calmo e pe&ccedil;a para n&atilde;o ser interrompido.</p>



<h3 class="wp-block-heading">2. Torne o clima da conversa agrad&aacute;vel</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A escuta ativa &eacute;, sobretudo, uma a&ccedil;&atilde;o de empatia. Isso porque o ouvinte ativo busca analisar o que est&aacute; sendo dito levando em conta a perspectiva da outra pessoa.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa troca pode ficar mais leve com uma afirma&ccedil;&atilde;o inicial que demonstre a disposi&ccedil;&atilde;o e o interesse no di&aacute;logo {tipo uma forma refinada do &ldquo;sou todo ouvidos&rdquo;, sabe?}.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O papo pode come&ccedil;ar com uma pergunta aberta, que fa&ccedil;a com que o interlocutor elabore melhor o racioc&iacute;nio. Saber t&eacute;cnicas de <a href="https://alice.com.br/blog/empresas/comunicacao-nao-violenta-no-trabalho/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">comunica&ccedil;&atilde;o n&atilde;o-violenta</a> pode ajudar.</p>



<h3 class="wp-block-heading">3. Ajuste a linguagem corporal</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Para que a conversa flua melhor, a linguagem n&atilde;o-verbal &eacute; tamb&eacute;m bastante &uacute;til.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sorria ao receber a outra pessoa! Descruze pernas ou bra&ccedil;os, se posicione de frente para ela e olhe sempre nos olhos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Tente n&atilde;o deixar que detalhes da apar&ecirc;ncia de quem est&aacute; falando atrapalhem a aten&ccedil;&atilde;o e evite desviar o rosto para coisas no ambiente externo.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assentir com a cabe&ccedil;a em alguns momentos pode ser uma boa maneira de demonstrar que voc&ecirc; est&aacute; seguindo o racioc&iacute;nio do outro, sem precisar interromper.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading">4. Seja paciente e observe seus pr&eacute;-julgamentos</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Para conseguir escutar ativamente, &eacute; importante ter paci&ecirc;ncia e deixar a outra pessoa falar at&eacute; concluir.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse processo, v&aacute;rios pensamentos podem surgir. O desafio &eacute; n&atilde;o deixar que eles redirecionem a aten&ccedil;&atilde;o.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&ldquo;N&atilde;o tem como n&atilde;o ter pr&eacute;-julgamentos. Mas voc&ecirc; pode reconhecer que eles est&atilde;o presentes e colocar isso em movimento para que n&atilde;o se sobreponham &agrave; coisa em quest&atilde;o&rdquo;, afirma a psic&oacute;loga Danielle Fanni.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading">5. Confirme se compreendeu</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Ap&oacute;s ouvir atentamente, uma t&eacute;cnica interessante &eacute; repetir o que foi dito com as pr&oacute;prias palavras para confirmar se compreendeu.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por exemplo: &ldquo;Ent&atilde;o voc&ecirc; est&aacute; me dizendo que esse processo de trabalho n&atilde;o atende mais &agrave;s necessidades do time, por tais e tais raz&otilde;es?&rdquo;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ouvinte ativo pode ir mais a fundo para ampliar o entendimento, com perguntas como: &ldquo;Para resolver essa quest&atilde;o, quais a&ccedil;&otilde;es voc&ecirc; considera essenciais?&rdquo; ou &ldquo;O que posso fazer para ajudar?&rdquo;.</p>



<h3 class="wp-block-heading">6. D&ecirc; um feedback</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Os momentos em que a escuta ativa est&aacute; presente podem ser finalizados com um feedback.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso porque compartilhar experi&ecirc;ncias semelhantes e oferecer a vis&atilde;o que se tem do assunto amplia a compreens&atilde;o m&uacute;tua.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&ldquo;Tamb&eacute;m tive bastante dificuldade com isso, mas tomei a atitude tal&hellip;&rdquo; ou &ldquo;Lamento que voc&ecirc; esteja passando por isso. Vamos pensar em algumas alternativas que possam te ajudar?&rdquo; s&atilde;o alguns exemplos de frases que caem bem nessa hora.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Mindfulness pode ajudar a desenvolver a aten&ccedil;&atilde;o</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A escuta ativa &eacute; uma habilidade que se adquire com o tempo e exige empenho, principalmente no que diz respeito a aten&ccedil;&atilde;o.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pr&aacute;tica de <a href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/tudo-que-a-ciencia-ja-sabe-sobre-a-pratica-do-mindfulness/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">mindfulness</a> pode ajudar a treinar a mente para isso.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outra maneira &eacute; come&ccedil;ar a exercitar a aten&ccedil;&atilde;o plena em situa&ccedil;&otilde;es do dia a dia ou em ocasi&otilde;es de maior troca e conex&atilde;o emocional, como em conversas com parentes e amigos.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-rich is-provider-incorporar-manipulador wp-block-embed-incorporar-manipulador wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio">
<div class="wp-block-embed__wrapper">https://www.youtube.com/embed/NPfZjLGDZeE</div>
</figure>



<h2 class="wp-block-heading">E se o outro n&atilde;o estiver disposto a ouvir?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Vale lembrar que sempre ser&aacute; necess&aacute;rio paci&ecirc;ncia, porque nem sempre o outro est&aacute; preparado para um di&aacute;logo construtivo.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&ldquo;Se voc&ecirc; tem o desejo do encontro inter-humano, n&atilde;o deve desistir. &Eacute; como uma sementinha, em que voc&ecirc; busca se doar. Se o outro n&atilde;o est&aacute; aberto, uma alternativa &eacute; deixar um ponto inicial de reflex&atilde;o e esperar um momento mais favor&aacute;vel para o di&aacute;logo&rdquo;, explica a psic&oacute;loga Danielle Fanni.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><b>J&aacute; conhece a Alice para Empresas?</b></h2>
<p>Uma boa<a href="https://alice.com.br/blog/empresas/gestao-pessoas/" target="_blank" rel="noopener"> gest&atilde;o de pessoas</a> passa sempre pelo cuidado com a sa&uacute;de e com o bem-estar dos colaboradores.&nbsp;</p>
<p>Isso faz toda a diferen&ccedil;a no<a href="https://alice.com.br/blog/empresas/engajamento-colaboradores/" target="_blank" rel="noopener"> engajamento do time</a>, na felicidade no trabalho e na atra&ccedil;&atilde;o e reten&ccedil;&atilde;o de talentos.</p>
<p>A Alice &eacute; mais que um plano de sa&uacute;de.&nbsp;</p>
<p>Um plano de sa&uacute;de oferece hospitais, laborat&oacute;rios e uma<a href="https://alice.com.br/rede-credenciada" target="_blank" rel="noopener"> rede credenciada</a> de m&eacute;dicos. A Alice tem tudo isso {com cobertura nacional de alt&iacute;ssima qualidade, por sinal} e vai al&eacute;m: tem um<a href="https://alice.com.br/blog/gestora-de-saude/time-de-saude/" target="_blank" rel="noopener"> Time de Sa&uacute;de</a> que acompanha os membros de pertinho, de forma personalizada, coordenada e humana, sempre de olho na preven&ccedil;&atilde;o e na promo&ccedil;&atilde;o de h&aacute;bitos saud&aacute;veis.</p>
<p>Estamos preparados para ajudar nos objetivos de sa&uacute;de dos seus colaboradores (<a href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/dicas-para-dormir-melhor/" target="_blank" rel="noopener">como dormir melhor</a> ou<a href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/planilha-de-corrida-para-iniciantes/" target="_blank" rel="noopener"> come&ccedil;ar a correr</a>), nas queixas do dia-a-dia (como uma dor de barriga) ou mesmo em uma<a href="https://alice.com.br/blog/gestora-de-saude/alice-agora-atendimento-online/" target="_blank" rel="noopener"> emerg&ecirc;ncia</a>.</p>
<p>O resultado disso s&atilde;o<a href="https://alice.com.br/blog/empresas/webserie-rh/" target="_blank" rel="noopener"> colaboradores mais saud&aacute;veis</a> e que amam de verdade o benef&iacute;cio de sa&uacute;de. E mais: tudo isso com uma experi&ecirc;ncia incr&iacute;vel para o RH. Uma contrata&ccedil;&atilde;o r&aacute;pida, sem burocracia, sem perman&ecirc;ncia m&iacute;nima e sem surpresas na hora do<a href="https://alice.com.br/blog/empresas/reajuste-plano-de-saude-empresarial/" target="_blank" rel="noopener"> reajuste</a>.</p><html><body><div class="cta cta--post--slim_withlogo">
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			</item>
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		<title>Fit cultural: o que é e como identificar nas entrevistas</title>
		<link>https://alice.com.br/blog/empresas/fit-cultural-entrevistas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Time Alice]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Nov 2022 16:42:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[felicidade no trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[liderança]]></category>
		<category><![CDATA[mercado de trabalho]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://blog.alice.com.br/?p=8742</guid>

					<description><![CDATA[<p>Saiba a importância do fit cultural para empresa e para os funcionários e descubra como recrutá-lo já no processo seletivo.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<html><body><p class="wp-block-paragraph">&ldquo;Contrate o car&aacute;ter, treine as habilidades&rdquo;. Este foi o conselho do alem&atilde;o Peter Schutz, CEO da Porsche, l&aacute; nos anos 80. E se desde aquela &eacute;poca o alinhamento de valores entre funcion&aacute;rio e empresa era importante, &eacute; de se imaginar que hoje o fit cultural seja t&atilde;o essencial quanto um bom curr&iacute;culo.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas como atrair talentos com prop&oacute;sitos semelhantes aos das companhias? Quais s&atilde;o as melhores estrat&eacute;gias para identificar essas caracter&iacute;sticas j&aacute; no processo seletivo?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segue com a gente, pois vamos explicar mais sobre isso {j&aacute; vamos avisando que ele &eacute; megaimportante para uma contrata&ccedil;&atilde;o assertiva}.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que &eacute; fit cultural?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O conceito de fit cultural &eacute; usado quando h&aacute; um alinhamento entre a miss&atilde;o e as virtudes da empresa e os prop&oacute;sitos e os valores dos colaboradores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sabe aquela hist&oacute;ria de que &ldquo;os opostos se atraem&rdquo;? Apesar desse ditado ser o combust&iacute;vel para muitos romances, no mundo corporativo, a din&acirc;mica pode n&atilde;o funcionar muito bem {vamos dizer que provavelmente a hist&oacute;ria vai ser mais parecida com um filme de terror}.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo uma <a href="https://hbr.org/2015/07/recruiting-for-cultural-fit" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">pesquisa</a> feita por pesquisadores da Universidade Iowa, nos EUA, e publicada pela Harvard Business Review, os funcion&aacute;rios que se identificam com a organiza&ccedil;&atilde;o, com os colegas de trabalho e com o gestor t&ecirc;m maior satisfa&ccedil;&atilde;o no trabalho, s&atilde;o mais propensos a permanecer na organiza&ccedil;&atilde;o e apresentam desempenho superior nas demandas.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading">Como funciona esse alinhamento no dia a dia</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Ou seja, h&aacute; muitos benef&iacute;cios quando h&aacute; um fit cultural entre o colaborador e a empresa. Por&eacute;m, isso deixa claro tamb&eacute;m que escolher as pessoas certas vai al&eacute;m de um bom curr&iacute;culo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&ldquo;As nossas <a href="https://alice.com.br/blog/nossa-voz/virtudes-da-alice/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">virtudes</a>, pilares principais da nossa <a href="https://alice.com.br/blog/empresas/como-crescer-sem-perder-cultura-da-empresa/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">cultura</a> aqui na Alice, s&atilde;o o conjunto de comportamentos e atitudes que todos os <a href="https://alice.com.br/blog/nossa-voz/quem-trabalha-na-alice-e-pitaya/">Pit</a><a href="https://alice.com.br/blog/nossa-voz/quem-trabalha-na-alice-e-pitaya/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">a</a><a href="https://alice.com.br/blog/nossa-voz/quem-trabalha-na-alice-e-pitaya/">yas </a>{como chamamos nossos colaboradores} devem vivenciar no dia a dia. Ter o melhor menor time, n&atilde;o significa apenas ter pessoas muito boas tecnicamente, com as <a href="https://alice.com.br/blog/empresas/competencias-profissionais-mais-exigidas-pelo-mercado/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">compet&ecirc;ncias</a> e experi&ecirc;ncias profissionais para subir a barra naquela &aacute;rea ou disciplina. Para n&oacute;s, significa tamb&eacute;m ter um time com brilho no olho, garra e vontade de fazer acontecer, cora&ccedil;&atilde;o no lugar certo, e, sobretudo, trabalhando com paix&atilde;o pelo nosso prop&oacute;sito&rdquo;, explica Sarita Vollnhofer, respons&aacute;vel pela &aacute;rea de People da <a href="https://alice.com.br/para-sua-empresa-2" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Alice</a>.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando a cultura d&aacute; match com as cren&ccedil;as e comportamentos da pessoa recrutada {as famosas <a href="https://alice.com.br/blog/empresas/hard-skills-soft-skills/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">soft skills</a>}, h&aacute; uma conex&atilde;o e sinergia entre a empresa e o colaborador. E estes fatores s&atilde;o capazes de ajudar na produtividade e no crescimento de ambos, sobretudo se os talentos forem designados para as fun&ccedil;&otilde;es corretas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando existe fit cultural, os problemas geralmente s&atilde;o mais f&aacute;ceis de resolver, assim como as diferen&ccedil;as se tornam complementares, em prol de algo maior. A diversidade de ideias e pensamentos tende a ser algo agregador, em vez de segregar as equipes {&eacute; basicamente a vers&atilde;o corporativa de um filme de romance com final feliz}.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Portanto, &eacute; preciso avaliar com cuidado o perfil dos candidatos durante os processos seletivos na tentativa de saber como eles se comportam em determinadas situa&ccedil;&otilde;es. Isso ajuda a identificar as atitudes das pessoas frente aos problemas da rotina e se essas condutas se alinham com as da empresa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&gt;&gt;&nbsp; <a href="https://alice.com.br/blog/empresas/como-crescer-sem-perder-cultura-da-empresa/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Cultura da empresa: 5 dicas de como crescer sem perd&ecirc;-la</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Fit cultural impacta no sucesso do neg&oacute;cio e na felicidade das pessoas</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A cultura vem se tornando cada vez mais importante para o desenvolvimento das organiza&ccedil;&otilde;es, contribuindo para a sustentabilidade dos neg&oacute;cios a longo prazo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&ldquo;Para n&oacute;s, trazer profissionais que estejam alinhados com as virtudes da Alice &eacute; fundamental. Criar e manter uma cultura forte, verdadeira e coesa &eacute; crucial para o crescimento sustent&aacute;vel de qualquer organiza&ccedil;&atilde;o. Qualquer pessoa que entra numa empresa &eacute; uma pe&ccedil;a adicional para somar a esta cultura.&rdquo; Sarita Vollnhofer, l&iacute;der da &aacute;rea de People da Alice.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ah, e como j&aacute; falamos, n&atilde;o s&atilde;o s&oacute; as empresas que se importam com os valores, mas os candidatos tamb&eacute;m. Um estudo feito pelo <a href="https://www.glassdoor.com/research/what-matters-more-to-your-workforce-than-money/#" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">departamento de pesquisa econ&ocirc;mica da Glassdor</a> revelou que o principal indicador de satisfa&ccedil;&atilde;o no local de trabalho n&atilde;o &eacute; o <a href="https://alice.com.br/blog/empresas/salario-emocional-bem-estar-trabalho/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">sal&aacute;rio</a>, mas a cultura e os valores da organiza&ccedil;&atilde;o, seguidos de perto pela qualidade da <a href="https://alice.com.br/blog/conteudos-especiais/ebook-gestao-de-pessoas-e-lideranca/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">lideran&ccedil;a</a> e pelas oportunidades de carreira.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pesquisa comprovou que, embora uma boa compensa&ccedil;&atilde;o financeira ajude a atrair novos talentos, ela n&atilde;o &eacute; suficiente para mant&ecirc;-los na empresa {e isso &eacute; um prato cheio para um <a href="https://alice.com.br/blog/empresas/turnover-o-que-e-e-como-evitar/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">turnover</a> alto}.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para garantir a <a href="https://alice.com.br/blog/empresas/retencao-talentos-empresas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">reten&ccedil;&atilde;o de talentos</a>, &eacute; necess&aacute;rio realizar investimentos reais na cultura do local de trabalho.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large is-resized"><a href="https://alice.com.br/blog/conteudos-especiais/ebook-gestao-de-pessoas-e-lideranca/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><figure class="wp-attachment-8384" ><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-8384" src="https://alice.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/GESTAO-DE-PESSOAS-E-LIDERANCA-banner-1024x731.png" alt="GEST&Atilde;O DE PESSOAS E LIDERAN&Ccedil;A banner" width="512" height="366" srcset="https://alice.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/GESTAO-DE-PESSOAS-E-LIDERANCA-banner-1024x731.png 1024w, https://alice.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/GESTAO-DE-PESSOAS-E-LIDERANCA-banner-300x214.png 300w, https://alice.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/GESTAO-DE-PESSOAS-E-LIDERANCA-banner-768x548.png 768w, https://alice.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/GESTAO-DE-PESSOAS-E-LIDERANCA-banner-100x71.png 100w, https://alice.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/GESTAO-DE-PESSOAS-E-LIDERANCA-banner-150x107.png 150w, https://alice.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/GESTAO-DE-PESSOAS-E-LIDERANCA-banner.png 1080w" sizes="auto, (max-width: 512px) 100vw, 512px"></figure></a></figure>
</div>


<h2 class="wp-block-heading">Como analisar o fit cultural de candidatos nas entrevistas?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos fatores mais importantes para conseguir um match entre a sua cultura corporativa e os candidatos &eacute; justamente garantir que o processo seletivo ir&aacute; espelhar os valores da organiza&ccedil;&atilde;o de forma genu&iacute;na e concreta.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&ldquo;Todos os aspectos do processo seletivo precisam refletir as nossas virtudes. A forma como nos comunicamos, como conduzimos as nossas entrevistas, como abordamos as experi&ecirc;ncias da pessoa candidata, como ouvimos, tudo isso deve refletir a nossa cultura.&rdquo; Alair Freitas, l&iacute;der de Talent Acquisition Strategy &amp; Talent Attraction da Alice.</p>



<p class="wp-block-paragraph">T&aacute;, mas como fazer isso na pr&aacute;tica? &Eacute; poss&iacute;vel usar alguns m&eacute;todos que possibilitam observar caracter&iacute;sticas e comportamentos dos candidatos para comparar com o que, culturalmente, a empresa pratica. Vem ver algumas dicas:&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading">1. Seja transparente no recrutamento e sele&ccedil;&atilde;o</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A empresa deve sempre priorizar a transpar&ecirc;ncia durante os processos. Logo nas primeiras conversas, tenha um papo sobre a cultura do neg&oacute;cio e esclare&ccedil;a as principais d&uacute;vidas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&ldquo;Encorajamos autenticidade e transpar&ecirc;ncia, ent&atilde;o queremos estabelecer uma rela&ccedil;&atilde;o de confian&ccedil;a ao longo das conversas. Por isso, &eacute; importante alinhar expectativas sobre a fun&ccedil;&atilde;o, n&iacute;vel de entrega, <a href="https://alice.com.br/blog/empresas/modelos-de-trabalho-adotados-nas-empresas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">modelo de trabalho</a>, estrat&eacute;gia de compensation de forma transparente.&rdquo;, conta a l&iacute;der de people da Alice.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Al&eacute;m disso, sempre ofere&ccedil;a <a href="https://alice.com.br/blog/empresas/modelo-feedback-tendencias-pos-pandemia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">feedbacks</a> sobre a participa&ccedil;&atilde;o das pessoas, mesmo nos resultados negativos. Se no final voc&ecirc; chegar &agrave; conclus&atilde;o que a pessoa n&atilde;o tem o perfil da empresa, explique os motivos e esteja aberto para uma conversa mais detalhada.</p>



<h3 class="wp-block-heading">2. Entenda quem s&atilde;o seus candidatos</h3>



<p class="wp-block-paragraph">O ideal &eacute; que voc&ecirc; identifique quais s&atilde;o as expectativas das pessoas que est&atilde;o participando do processo seletivo, o que elas buscam e tente descobrir se h&aacute; um alinhamento entre esses objetivos e os valores e a cultura da organiza&ccedil;&atilde;o.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&ldquo;Acreditamos que um processo seletivo &eacute; uma via de m&atilde;o dupla, que s&oacute; ser&aacute; bem sucedido se a escolha for m&uacute;tua. O tom informal das conversas permite que tanto as pessoas entrevistadoras como as pessoas candidatas sejam aut&ecirc;nticas. N&atilde;o entrevistamos para eliminar, entrevistamos para reconhecer na pessoa a Pitaya que j&aacute; existe&rdquo;, diz Alair.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&ldquo;Claro que os conhecimentos t&eacute;cnicos e a experi&ecirc;ncia pr&eacute;via s&atilde;o importantes, mas, acima de tudo, valorizamos a atitude. A vontade de fazer a diferen&ccedil;a, de evoluir, subir a barra todos os dias. Buscamos pessoas propositivas, que queiram somar na busca por solu&ccedil;&otilde;es&rdquo;, complementa.</p>



<h3 class="wp-block-heading">3. Aproveite ao m&aacute;ximo a entrevista com o candidato</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Primeiro, &eacute; preciso que os funcion&aacute;rios envolvidos nos processos seletivos tenham um amplo conhecimento sobre o que &eacute; importante para a empresa. Assim, h&aacute; a possibilidade de orientar a conversa com base nas caracter&iacute;sticas que melhor se encaixam na realidade do neg&oacute;cio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por exemplo, se a organiza&ccedil;&atilde;o considera essencial que a pessoa tenha <a href="https://alice.com.br/blog/empresas/autonomia-cultura-bem-estar/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">autonomia</a>, direcione o di&aacute;logo para verificar em quais situa&ccedil;&otilde;es ela p&ocirc;de exercer esse requisito, como ela lida em um ambiente como esse, quais s&atilde;o as dificuldades encontradas, entre outros pontos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse sentido, n&atilde;o h&aacute; perguntas certas ou erradas. Vai depender do que voc&ecirc; busca para a empresa e das caracter&iacute;sticas daquele time em espec&iacute;fico.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Al&eacute;m disso, n&atilde;o se esque&ccedil;a de que um processo seletivo &eacute; sempre um momento que desperta ansiedade nos participantes. Portanto, invista sempre em uma <a href="https://alice.com.br/blog/empresas/comunicacao-nao-violenta-no-trabalho/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">comunica&ccedil;&atilde;o n&atilde;o violenta</a>, emp&aacute;tica e assertiva.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&ldquo;Seja transparente, pratique empatia, mostre-se vulner&aacute;vel e permita que seja uma troca. As melhores entrevistas s&atilde;o aquelas que possibilitam que as pessoas envolvidas sejam elas mesmas. Durante o processo, compartilhe os desafios mais dif&iacute;ceis da posi&ccedil;&atilde;o, do time e/ou da empresa {e, claro, os mais gostosos tamb&eacute;m!}. Para que os aspectos de cultura sejam identificados, desafios reais ajudam. Atente-se para a forma como a pessoa candidata encara cada um deles&rdquo;, orienta o l&iacute;der de Talent Acquisition Strategy &amp; Talent Attraction da Alice.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading">4. Fa&ccedil;a testes com perguntas situacionais</h3>



<p class="wp-block-paragraph">As perguntas situacionais s&atilde;o aquelas em que a pessoa entrevistadora questiona o candidato sobre desafios que ele pode encontrar no dia a dia, caso seja contratado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&Eacute; importante direcionar as quest&otilde;es para a realidade do seu neg&oacute;cio e verificar se a pessoa tem as caracter&iacute;sticas necess&aacute;rias para que a fa&ccedil;a parte de uma <a href="https://alice.com.br/blog/empresas/como-formar-equipe-alta-performance/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">equipe de alta performance</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aten&ccedil;&atilde;o: ao fazer perguntas situacionais ao candidato, a resposta precisar&aacute; ser elaborada. Ou seja, deseja-se muito mais do que apenas um &ldquo;sim&rdquo; ou um &ldquo;n&atilde;o&rdquo;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&ldquo;Al&eacute;m de mostrar pelas suas atitudes os valores da empresa, pergunte tamb&eacute;m o que &eacute; importante para cada pessoa candidata com rela&ccedil;&atilde;o &agrave; cultura. Quais s&atilde;o ambientes onde ela consegue ser a sua melhor vers&atilde;o? O que n&atilde;o funciona bem para ela, o que deixa ela desmotivada a dar o seu melhor? O que &eacute; inegoci&aacute;vel? Pe&ccedil;a exemplos concretos, situa&ccedil;&otilde;es que a pessoa vivenciou para sentir se t&ecirc;m um match com a cultura corporativa vivenciada na sua empresa&rdquo;, conta Sarita.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading">5. Nunca se esque&ccedil;a da empatia</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Independente se a resposta for negativa ou positiva, receber a devolutiva de um processo seletivo pode despertar uma s&eacute;rie de emo&ccedil;&otilde;es nas pessoas. Por isso, &eacute; muito importante que os recrutadores tenham <a href="https://alice.com.br/blog/empresas/rh-humanizado/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">empatia</a> e simpatia por todos os que participaram do processo de recrutamento.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">At&eacute; porque garantir uma boa experi&ecirc;ncia durante o recrutamento e sele&ccedil;&atilde;o ajuda muito na constru&ccedil;&atilde;o do <a href="https://alice.com.br/blog/empresas/employer-branding-beneficios/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">employer branding</a> da empresa, que tamb&eacute;m &eacute; um fator crucial para atrair e reter talentos.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&ldquo;Nos importamos com as pessoas genuinamente e isso inclui tamb&eacute;m qualquer pessoa candidata que participa do nosso processo. Queremos garantir uma &oacute;tima experi&ecirc;ncia, independente se a gente vai ou n&atilde;o seguir para uma offer. Ou seja, tratamos todo mundo com gentileza, respeito, transpar&ecirc;ncia e cordialidade. O hiring manager &eacute; respons&aacute;vel por deixar o processo personalizado para que o candidato n&atilde;o se sinta como apenas um n&uacute;mero&rdquo; Sarita Vollnhofer, l&iacute;der da &aacute;rea de People da Alice.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O fit cultural &eacute;, portanto, um alinhamento que reduz os riscos da contrata&ccedil;&atilde;o equivocada e que fortalece a ideia de sucesso pessoal e corporativo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ah, e n&atilde;o se esque&ccedil;a que, quando se trata de cultura corporativa, o movimento sempre come&ccedil;a de dentro pra fora. &ldquo;Trabalhamos com paix&atilde;o pelo nosso prop&oacute;sito, ent&atilde;o, a pessoa candidata precisa ver o brilho no olho dos <a href="https://alice.com.br/blog/nossa-voz/espirito-pitaya-busca-melhor-versao-todos-nos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Pitayas</a> que ela vai conhecer ao longo do processo. Nosso objetivo &eacute; que a pessoa candidata se engaje e se apaixone pela Alice e pela nossa miss&atilde;o de tornar o mundo mais saud&aacute;vel conforme for avan&ccedil;ando nas conversas&rdquo;, explica Sarita.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><b>J&aacute; conhece a Alice para Empresas?</b></h2>
<p>Uma boa<a href="https://alice.com.br/blog/empresas/gestao-pessoas/" target="_blank" rel="noopener"> gest&atilde;o de pessoas</a> passa sempre pelo cuidado com a sa&uacute;de e com o bem-estar dos colaboradores.&nbsp;</p>
<p>Isso faz toda a diferen&ccedil;a no<a href="https://alice.com.br/blog/empresas/engajamento-colaboradores/" target="_blank" rel="noopener"> engajamento do time</a>, na felicidade no trabalho e na atra&ccedil;&atilde;o e reten&ccedil;&atilde;o de talentos.</p>
<p>A Alice &eacute; mais que um plano de sa&uacute;de.&nbsp;</p>
<p>Um plano de sa&uacute;de oferece hospitais, laborat&oacute;rios e uma<a href="https://alice.com.br/rede-credenciada" target="_blank" rel="noopener"> rede credenciada</a> de m&eacute;dicos. A Alice tem tudo isso {com cobertura nacional de alt&iacute;ssima qualidade, por sinal} e vai al&eacute;m: tem um<a href="https://alice.com.br/blog/gestora-de-saude/time-de-saude/" target="_blank" rel="noopener"> Time de Sa&uacute;de</a> que acompanha os membros de pertinho, de forma personalizada, coordenada e humana, sempre de olho na preven&ccedil;&atilde;o e na promo&ccedil;&atilde;o de h&aacute;bitos saud&aacute;veis.</p>
<p>Estamos preparados para ajudar nos objetivos de sa&uacute;de dos seus colaboradores (<a href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/dicas-para-dormir-melhor/" target="_blank" rel="noopener">como dormir melhor</a> ou<a href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/planilha-de-corrida-para-iniciantes/" target="_blank" rel="noopener"> come&ccedil;ar a correr</a>), nas queixas do dia-a-dia (como uma dor de barriga) ou mesmo em uma<a href="https://alice.com.br/blog/gestora-de-saude/alice-agora-atendimento-online/" target="_blank" rel="noopener"> emerg&ecirc;ncia</a>.</p>
<p>O resultado disso s&atilde;o<a href="https://alice.com.br/blog/empresas/webserie-rh/" target="_blank" rel="noopener"> colaboradores mais saud&aacute;veis</a> e que amam de verdade o benef&iacute;cio de sa&uacute;de. E mais: tudo isso com uma experi&ecirc;ncia incr&iacute;vel para o RH. Uma contrata&ccedil;&atilde;o r&aacute;pida, sem burocracia, sem perman&ecirc;ncia m&iacute;nima e sem surpresas na hora do<a href="https://alice.com.br/blog/empresas/reajuste-plano-de-saude-empresarial/" target="_blank" rel="noopener"> reajuste</a>.</p><html><body><div class="cta cta--post--slim_withlogo">
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Plano de Desenvolvimento Individual (PDI): como fazer e como aplicar na sua empresa?</title>
		<link>https://alice.com.br/blog/empresas/pdi-plano-de-desenvolvimento-individual-como-fazer/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Time Alice]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Nov 2022 17:10:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[felicidade no trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[liderança]]></category>
		<category><![CDATA[mercado de trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[performance]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://blog.alice.com.br/?p=8515</guid>

					<description><![CDATA[<p>Neste artigo você vai aprender o que é PDI, como montar um plano de desenvolvimento individual e os modelos práticos para desenvolver sua equipe.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<html><body><p><span>Um Plano de Desenvolvimento Individual (PDI) &eacute; como um mapa que orienta o </span><b>crescimento profissional dentro da empresa.</b><span>&nbsp;</span></p>
<p><span>Ele conecta as metas individuais de cada colaborador aos objetivos estrat&eacute;gicos do neg&oacute;cio, garantindo </span><b>aprendizado cont&iacute;nuo, engajamento e </b><a href="https://alice.com.br/blog/empresas/retencao-talentos-empresas/" target="_blank" rel="noopener"><b>reten&ccedil;&atilde;o de talentos</b></a><b>.</b></p>
<p><span>Mas o que faz um plano de desenvolvimento individual realmente funcionar? A resposta est&aacute; na forma como ele &eacute; constru&iacute;do: com </span><b>clareza, prop&oacute;sito e parceria entre colaborador e gestor.</b></p>
<p><span>Neste artigo, voc&ecirc; vai entender o que &eacute; PDI, como criar um modelo eficaz e como aplicar de</span><b> forma pr&aacute;tica na rotina do RH.</b></p><html><body><div class="cta cta--post--book cta--post--book--banner_7">
								
								<div class="meta">
									<div class="label">Guia do RH: como usar o plano de sa&uacute;de empresarial</div>
									<a href="https://alice.com.br/blog/conteudos-especiais/guia-como-usar-plano-de-saude-empresarial/" class="btn btn--bg-magenda">Baixar agora</a>
								</div>
							</div></body></html>
<h2><b>O que &eacute; PDI?</b></h2>
<p><span>O PDI (Plano de Desenvolvimento Individual) &eacute; uma ferramenta de </span><a href="https://alice.com.br/blog/empresas/gestao-pessoas/" target="_blank" rel="noopener"><span>gest&atilde;o de pessoas</span></a><span> que </span><b>orienta o crescimento profissional</b><span> por meio de metas e a&ccedil;&otilde;es estruturadas.</span></p>
<p><span>O plano consiste em identificar </span><a href="https://alice.com.br/blog/empresas/competencias-profissionais-mais-exigidas-pelo-mercado/?utm_blog=blog" target="_blank" rel="noopener"><b>compet&ecirc;ncias t&eacute;cnicas e comportamentais</b></a><span> a serem desenvolvidas, com prazos e objetivos claros.</span></p>
<p><span>Em geral, o PDI parte de uma </span><a href="https://alice.com.br/blog/empresas/rituais-avaliacao-desempenho" target="_blank" rel="noopener"><b>avalia&ccedil;&atilde;o de desempenho</b></a><span>, identificando lacunas e oportunidades e serve tanto para </span><b>promo&ccedil;&otilde;es internas</b><span> quanto para </span><b>planejamento sucess&oacute;rio</b><span> em cargos-chave.</span></p>
<p><span>&ldquo;</span><i><span>O PDI deve ser claro e espec&iacute;fico quanto a metas, estrat&eacute;gias e prazos. Como essas quest&otilde;es s&atilde;o individuais e dependem de contexto, cada plano &eacute; &uacute;nico</span></i><span>&rdquo;, explica Elza Veloso, professora da FIA Business School.</span></p>
<h2><b>Como montar um plano de desenvolvimento individual?</b></h2>
<p><span>Criar um </span><b>PDI eficaz</b><span> come&ccedil;a com um bom diagn&oacute;stico.</span></p>
<p><span>Antes de </span><b>definir metas e a&ccedil;&otilde;es</b><span>, &eacute; importante entender:</span></p>
<ul>
<li><span>Quais s&atilde;o os </span><b>pontos fortes e fracos</b><span> do colaborador?</span></li>
<li><span>H&aacute; lacunas de </span><b>forma&ccedil;&atilde;o ou comportamento</b><span>?</span></li>
<li><span>Quais habilidades precisam ser desenvolvidas para atingir os objetivos da &aacute;rea ou da empresa?</span></li>
</ul>
<p><span>Com base nessas respostas, o RH e o colaborador podem montar um </span><b>plano estruturado de evolu&ccedil;&atilde;o</b><span>, considerando motiva&ccedil;&atilde;o, tempo, investimento e relev&acirc;ncia das a&ccedil;&otilde;es.</span></p>
<p><span>Uma forma pr&aacute;tica de organizar o plano &eacute; usar o </span><a href="https://alice.com.br/blog/empresas/como-gerenciar-tempo-ser-mais-produtivo/" target="_blank" rel="noopener"><b>m&eacute;todo 5W2H</b></a><span>, que ajuda a tornar o PDI mais tang&iacute;vel e mensur&aacute;vel:</span></p>
<ul>
<li><b>What</b><span> &ndash; O que deve ser feito?</span></li>
<li><b>When</b><span> &ndash; Quando ser&aacute; feito?</span></li>
<li><b>Where</b><span> &ndash; Onde?</span></li>
<li><b>Who</b><span> &ndash; Quem ser&aacute; respons&aacute;vel?</span></li>
<li><b>Why</b><span> &ndash; Por que fazer?</span></li>
<li><b>How</b><span> &ndash; Como ser&aacute; feito?</span></li>
<li><b>How much</b><span> &ndash; Quanto vai custar?</span></li>
</ul>
<p><span>&ldquo;</span><i><span>&Eacute; essencial alinhar o que depende da empresa e o que depende do colaborador. Se ele vai cursar um MBA, por exemplo, quem custeia? H&aacute; libera&ccedil;&atilde;o para as aulas? Esse alinhamento evita frustra&ccedil;&otilde;es</span></i><span>&rdquo;, refor&ccedil;a Veloso.</span></p>
<h2><b>Exemplos e modelos de PDI</b></h2>
<p><span>Veja abaixo um exemplo simples de </span><b>modelo de PDI</b><span> aplic&aacute;vel a diferentes cargos e &aacute;reas:</span></p>
<ul>
<li><b>O que:</b><span> aprimorar o uso de um software de gest&atilde;o;</span></li>
<li><b>Objetivo:</b><span> utilizar a ferramenta em n&iacute;vel avan&ccedil;ado;</span></li>
<li><b>Por qu&ecirc;:</b><span> aumentar a produtividade e reduzir erros;</span></li>
<li><b>Onde:</b><span> curso em centro de forma&ccedil;&atilde;o;</span></li>
<li><b>Quando:</b><span> durante seis meses;</span></li>
<li><b>Quem:</b><span> colaborador;</span></li>
<li><b>Como:</b><span> aulas duas vezes por semana + aplica&ccedil;&atilde;o pr&aacute;tica;</span></li>
<li><b>Quanto:</b><span> custo com mensalidade e transporte.</span></li>
</ul>
<p><span>O plano de desenvolvimento individual consiste em mais do que uma lista de metas, ele deve considerar tamb&eacute;m </span><b>aspectos pessoais</b><span>.</span></p>
<p><span>&ldquo;</span><i><span>&Eacute; importante avaliar poss&iacute;veis entraves ou facilidades. Por exemplo, caso uma pessoa precise de uma experi&ecirc;ncia internacional para se desenvolver, &eacute; importante pensar no momento de vida em que ela est&aacute;: isso afetaria a fam&iacute;lia? Se for necess&aacute;ria uma p&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o, o custo estaria dentro da capacidade financeira dela?</span></i><span>&rdquo;, questiona a professora.&nbsp;</span></p>
<h2><b>Como o PDI pode se tornar estrat&eacute;gico para o RH?</b></h2>
<p><span>O PDI </span><b>n&atilde;o deve ser usado apenas de forma reativa</b><span>, ap&oacute;s avalia&ccedil;&otilde;es negativas.&nbsp;</span></p>
<p><span>Ele pode (e deve) ser aplicado desde o onboarding, como parte de uma estrat&eacute;gia de </span><b>desenvolvimento cont&iacute;nuo e </b><a href="https://alice.com.br/blog/empresas/retencao-talentos-empresas/" target="_blank" rel="noopener"><b>reten&ccedil;&atilde;o de talentos</b></a><b>.</b></p>
<p><span>&ldquo;</span><i><span>O desenvolvimento precisa ser cultural. Se a empresa valoriza o aprendizado, ela deve abrir espa&ccedil;o para que todos construam seu plano individual, independentemente do cargo ou tempo de casa</span></i><span>&rdquo;, destaca Veloso.</span></p>
<p><span>Essa abordagem fortalece tamb&eacute;m o </span><a href="https://alice.com.br/blog/empresas/employer-branding-beneficios/" target="_blank" rel="noopener"><span>employer branding</span></a><span>, mostrando que a empresa </span><b>investe genuinamente no crescimento de seus profissionais.</b></p>
<p><span>Al&eacute;m disso, modelos de PDI ajudam o RH a </span><b>identificar l&iacute;deres em potencial, apoiar planos de sucess&atilde;o e refor&ccedil;ar o v&iacute;nculo </b><span>entre equipes e prop&oacute;sito organizacional.</span></p>
<h2><b>Qual o papel do gestor e da cultura organizacional no PDI?</b></h2>
<p><span>Gestores comprometidos com o desenvolvimento podem transformar o PDI em um </span><b>instrumento de aprendizado di&aacute;rio.</b></p>
<p><span>Desafios pr&aacute;ticos, feedbacks constantes e</span><b> oportunidades reais de crescimento </b><span>fortalecem o v&iacute;nculo entre colaborador e empresa.</span></p>
<p><span>&ldquo;</span><i><span>O gestor comprometido com um plano de desenvolvimento individual pode proporcionar experi&ecirc;ncias inesperadas e desafios que fazem o colaborador crescer</span></i><span>&rdquo;, refor&ccedil;a Veloso.</span></p>
<p><span>Aqui, entra tamb&eacute;m o papel da </span><b>cultura organizacional</b><span>, que precisa incentivar a troca, a autonomia e o aprendizado cont&iacute;nuo.</span></p>
<h2><b>Cuide do desenvolvimento e da sa&uacute;de do seu time com a Alice&nbsp;</b></h2>
<p><span>Implementar um plano de desenvolvimento individual eficaz &eacute; apenas uma das formas de </span><b>promover o crescimento dos colaboradores.</b></p>
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<p><b>Conte com a Alice para impulsionar o desenvolvimento e o bem-estar do seu time dentro e fora do trabalho.</b></p>
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<p>Alice &eacute; uma empresa de tecnologia que oferece planos de sa&uacute;de empresarial e tem a miss&atilde;o de tornar o mundo mais saud&aacute;vel. Nossa plataforma de cuidado cont&iacute;nuo garante que os nossos membros recebam o cuidado certo, na hora certa e no lugar certo, proporcionando uma experi&ecirc;ncia excepcional para eles.</p>
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<p>Veja como Alice cuida do seu time e do seu or&ccedil;amento.</p>
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<p>O post <a href="https://alice.com.br/blog/empresas/pdi-plano-de-desenvolvimento-individual-como-fazer/">Plano de Desenvolvimento Individual (PDI): como fazer e como aplicar na sua empresa?</a> apareceu primeiro em <a href="https://alice.com.br/blog">Blog da Alice</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Expectativas profissionais: como lidar com frustrações do time</title>
		<link>https://alice.com.br/blog/empresas/expectativas-profissionais-como-lidar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Time Alice]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Nov 2022 19:35:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[felicidade no trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[liderança]]></category>
		<category><![CDATA[mercado de trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[performance]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://blog.alice.com.br/?p=7837</guid>

					<description><![CDATA[<p>Saber lidar com as expectativas profissionais de cada um da equipe é essencial para alcançar as metas coletivas e manter a equipe motivada.</p>
<p>O post <a href="https://alice.com.br/blog/empresas/expectativas-profissionais-como-lidar/">Expectativas profissionais: como lidar com frustrações do time</a> apareceu primeiro em <a href="https://alice.com.br/blog">Blog da Alice</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<html><body><p class="wp-block-paragraph">Quando se trata de trabalho, todos t&ecirc;m suas expectativas profissionais e todo mundo tem de aprender a lidar com elas {seja voc&ecirc; um jogador da sele&ccedil;&atilde;o brasileira ou funcion&aacute;rio de uma empresa}.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Afinal, n&atilde;o &eacute; sempre que a gente &eacute; escalado para aquele jogo dos sonhos. Ou, mesmo em campo, &agrave;s vezes a bola bate na trave.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E, nesses casos, como motivar o time para seguir em frente para brilhar na pr&oacute;xima partida? Passa a bola pra c&aacute; que a gente te explica!</p>



<p class="wp-block-paragraph">&gt;&gt; <a href="https://alice.com.br/blog/empresas/como-organizar-escritorio-copa-do-mundo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Copa do Mundo no escrit&oacute;rio: como planejar e organizar</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">A frustra&ccedil;&atilde;o no trabalho tamb&eacute;m faz parte do jogo&nbsp;</h2>



<p class="wp-block-paragraph">J&aacute; ouviu falar que a expectativa &eacute; a m&atilde;e da frustra&ccedil;&atilde;o? Pois &eacute;. Quando deixamos de alcan&ccedil;ar nossos objetivos, pode rolar um sentimento de frustra&ccedil;&atilde;o e at&eacute; de incapacidade.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">E apesar de ser uma emo&ccedil;&atilde;o comum, a frustra&ccedil;&atilde;o {quando &eacute; muito frequente} pode atrapalhar v&aacute;rios aspectos da vida dos colaboradores, afetando a <a href="https://alice.com.br/blog/empresas/habitos-aumentar-motivacao-trabalho-e-vida/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">motiva&ccedil;&atilde;o</a>, a produtividade e levando os n&iacute;veis de <a href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/crise-de-ansiedade-sinais-e-como-lidar/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ansiedade</a> l&aacute; pro alto.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, a frustra&ccedil;&atilde;o profissional precisa ser entendida e trabalhada, j&aacute; que &eacute; no ambiente profissional onde passamos boa parte do dia. E a lideran&ccedil;a tem um papel muito importante nisso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim como o t&eacute;cnico tem que redesenhar as t&aacute;ticas de jogo quando o time n&atilde;o ganha a partida, o gestor tamb&eacute;m precisa se mexer quando os objetivos {individuais ou coletivos} n&atilde;o s&atilde;o alcan&ccedil;ados.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&gt;&gt;&nbsp; <a href="https://alice.com.br/blog/empresas/como-lidar-pressao-trabalho/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Como lidar com press&atilde;o no trabalho sem prejudicar a sa&uacute;de</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais s&atilde;o as expectativas profissionais do seu time?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Mas por onde come&ccedil;ar? Bem, voc&ecirc; como l&iacute;der deve saber bem quais s&atilde;o os objetivos de neg&oacute;cio. Mas voc&ecirc; t&aacute; ligado nos desejos de cada um do seu time? Afinal, &eacute; s&oacute; sabendo as metas de todos que voc&ecirc; vai poder sacar se elas foram atingidas ou frustradas {e aqui estamos falando de coisas que v&atilde;o al&eacute;m do business plan}.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Portanto, n&atilde;o tenha medo de sentar com seus liderados e perguntar: quais s&atilde;o as suas expectativas profissionais? Ter um cargo de lideran&ccedil;a? Virar especialista? Mudar de &aacute;rea na empresa?&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&gt;&gt; <a href="https://alice.com.br/blog/empresas/plano-carreira-em-y/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Plano de carreira em Y: quando investir em especialista</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas as reuni&otilde;es 1:1 s&atilde;o apenas o primeiro passo. Como dissemos, toda equipe &eacute; formada por profissionais diferentes e com objetivos individuais. Por&eacute;m, caso eles n&atilde;o estejam alinhados aos goals coletivos, pode rolar problemas de relacionamento, disputas de ego, falhas na execu&ccedil;&atilde;o do trabalho e frustra&ccedil;&otilde;es.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ou seja, al&eacute;m de mapear os objetivos individuais, &eacute; papel do l&iacute;der tamb&eacute;m alinh&aacute;-los &agrave;s metas coletivas. S&oacute; a partir da&iacute; &eacute; poss&iacute;vel tra&ccedil;ar um plano de carreira para que cada colaborador tenha clareza do que &eacute; preciso fazer para alcan&ccedil;ar o que desejam e o que a empresa precisa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&Eacute; proporcionar ao colaborador uma forma de alcan&ccedil;ar suas expectativas individuais, atuando com o m&aacute;ximo de suas potencialidades, sem perder o foco nos resultados coletivos. Como num time de futebol, &eacute; descobrir quem gosta de jogar como goleiro, atacante e lateral e colocar cada um nas posi&ccedil;&otilde;es certas para que o conjunto funcione em harmonia.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Escale as metas de trabalho e deixe a frustra&ccedil;&atilde;o profissional no banco de reservas</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Mas at&eacute; o melhor time do mundo tem vit&oacute;rias e derrotas. Parte da fun&ccedil;&atilde;o do t&eacute;cnico &eacute; saber contornar as decep&ccedil;&otilde;es da equipe ap&oacute;s uma decep&ccedil;&atilde;o e entender como motiv&aacute;-los para os pr&oacute;ximos jogos. Ent&atilde;o, bora ver algumas dicas de como evitar a quebra das expectativas profissionais dos seus colaboradores?&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading">Dedique tempo &agrave;s pessoas</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Um l&iacute;der que pretende aproveitar o melhor do potencial de cada um da equipe precisa estar disposto a entender suas particularidades {a <a href="https://alice.com.br/blog/empresas/o-que-e-lideranca-humanizada-e-suas-caracteristicas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">lideran&ccedil;a humanizada</a> nunca errou e se errou foi tentando acertar}.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso s&oacute; &eacute; poss&iacute;vel quando se dedica tempo para ouvir {de verdade} e compreender o que o colaborador espera do trabalho, quais s&atilde;o seus objetivos e ambi&ccedil;&otilde;es, seus sonhos e o que o motiva a realizar suas tarefas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&gt;&gt; <a href="https://alice.com.br/blog/empresas/comunicacao-nao-violenta-no-trabalho/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Como utilizar a comunica&ccedil;&atilde;o n&atilde;o violenta no trabalho</a></p>



<h3 class="wp-block-heading">Ofere&ccedil;a feedbacks</h3>



<p class="wp-block-paragraph">O <a href="https://alice.com.br/blog/empresas/modelo-feedback-tendencias-pos-pandemia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">feedback </a>&eacute; uma importante ferramenta para o desenvolvimento do time. Assim como gostam de ser ouvidos, os profissionais precisam receber, do gestor, um retorno sobre o desenvolvimento do seu trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O que a empresa espera desse colaborador? Como ele deve agir para corresponder a essa expectativa? Ele est&aacute; no caminho certo? A resposta para essas perguntas auxilia no alinhamento das expectativas profissionais entre a empresa e o funcion&aacute;rio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Afinal, todo mundo erra e o gestor tem o papel de apontar, por meio de feedbacks constantes, para onde seus liderados est&atilde;o caminhando. Quando os objetivos est&atilde;o alinhados e estamos cientes do cen&aacute;rio macro, temos condi&ccedil;&otilde;es de lidar com as situa&ccedil;&otilde;es de forma mais branda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ah, e n&atilde;o esque&ccedil;a que um trabalho bem feito sempre merece reconhecimento!&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&gt;&gt; <a href="https://alice.com.br/blog/empresas/como-formar-equipe-alta-performance/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Como formar uma equipe de alta performance? Passo a passo</a></p>



<h3 class="wp-block-heading">Explore os potenciais individuais</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Cada membro da equipe tem suas particularidades, que envolvem diferentes personalidades, compet&ecirc;ncias e habilidades {as famosas <a href="https://alice.com.br/blog/empresas/hard-skills-soft-skills/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">hard skills e soft skills</a>}.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">E &eacute; papel do l&iacute;der fazer bom uso dessas potencialidades e particularidades para determinar pap&eacute;is e fun&ccedil;&otilde;es que explorem os pontos fortes de cada um dentro do time.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao inovar no jeito de realizar as atividades e propor novos projetos a eles, voc&ecirc; estimula a motiva&ccedil;&atilde;o e o engajamento da equipe como um todo.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Tenha metas de trabalho bem definidas&nbsp;</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Desenvolver compet&ecirc;ncias e satisfazer as expectativas profissionais e individuais para formar um grupo coeso e dedicado a atingir os objetivos coletivos: essa &eacute; a principal fun&ccedil;&atilde;o do l&iacute;der enquanto gestor de expectativas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para que os colaboradores atuem com sinergia &eacute; muito importante trabalhar com metas bem definidas e que estejam claras para todos os funcion&aacute;rios. Uma vez que seu time sabe aonde precisa chegar e qual &eacute; o papel de cada um, &eacute; mais f&aacute;cil tra&ccedil;ar planos de a&ccedil;&atilde;o para gerar melhores resultados.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><b>J&aacute; conhece a Alice para Empresas?</b></h2>
<p>Uma boa<a href="https://alice.com.br/blog/empresas/gestao-pessoas/" target="_blank" rel="noopener"> gest&atilde;o de pessoas</a> passa sempre pelo cuidado com a sa&uacute;de e com o bem-estar dos colaboradores.&nbsp;</p>
<p>Isso faz toda a diferen&ccedil;a no<a href="https://alice.com.br/blog/empresas/engajamento-colaboradores/" target="_blank" rel="noopener"> engajamento do time</a>, na felicidade no trabalho e na atra&ccedil;&atilde;o e reten&ccedil;&atilde;o de talentos.</p>
<p>A Alice &eacute; mais que um plano de sa&uacute;de.&nbsp;</p>
<p>Um plano de sa&uacute;de oferece hospitais, laborat&oacute;rios e uma<a href="https://alice.com.br/rede-credenciada" target="_blank" rel="noopener"> rede credenciada</a> de m&eacute;dicos. A Alice tem tudo isso {com cobertura nacional de alt&iacute;ssima qualidade, por sinal} e vai al&eacute;m: tem um<a href="https://alice.com.br/blog/gestora-de-saude/time-de-saude/" target="_blank" rel="noopener"> Time de Sa&uacute;de</a> que acompanha os membros de pertinho, de forma personalizada, coordenada e humana, sempre de olho na preven&ccedil;&atilde;o e na promo&ccedil;&atilde;o de h&aacute;bitos saud&aacute;veis.</p>
<p>Estamos preparados para ajudar nos objetivos de sa&uacute;de dos seus colaboradores (<a href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/dicas-para-dormir-melhor/" target="_blank" rel="noopener">como dormir melhor</a> ou<a href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/planilha-de-corrida-para-iniciantes/" target="_blank" rel="noopener"> come&ccedil;ar a correr</a>), nas queixas do dia-a-dia (como uma dor de barriga) ou mesmo em uma<a href="https://alice.com.br/blog/gestora-de-saude/alice-agora-atendimento-online/" target="_blank" rel="noopener"> emerg&ecirc;ncia</a>.</p>
<p>O resultado disso s&atilde;o<a href="https://alice.com.br/blog/empresas/webserie-rh/" target="_blank" rel="noopener"> colaboradores mais saud&aacute;veis</a> e que amam de verdade o benef&iacute;cio de sa&uacute;de. E mais: tudo isso com uma experi&ecirc;ncia incr&iacute;vel para o RH. Uma contrata&ccedil;&atilde;o r&aacute;pida, sem burocracia, sem perman&ecirc;ncia m&iacute;nima e sem surpresas na hora do<a href="https://alice.com.br/blog/empresas/reajuste-plano-de-saude-empresarial/" target="_blank" rel="noopener"> reajuste</a>.</p><html><body><div class="cta cta--post--slim_withlogo">
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<p>O post <a href="https://alice.com.br/blog/empresas/expectativas-profissionais-como-lidar/">Expectativas profissionais: como lidar com frustrações do time</a> apareceu primeiro em <a href="https://alice.com.br/blog">Blog da Alice</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Como ajudar pessoas com TDAH na empresa</title>
		<link>https://alice.com.br/blog/empresas/como-ajudar-pessoas-com-tdah-empresa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Time Alice]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Nov 2022 20:39:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[felicidade no trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[liderança]]></category>
		<category><![CDATA[mercado de trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[performance]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://blog.alice.com.br/?p=7916</guid>

					<description><![CDATA[<p>Planejamento diário de atividades e adequações no ambiente de trabalho favorecem o desempenho profissional de pessoas com TDAH. </p>
<p>O post <a href="https://alice.com.br/blog/empresas/como-ajudar-pessoas-com-tdah-empresa/">Como ajudar pessoas com TDAH na empresa</a> apareceu primeiro em <a href="https://alice.com.br/blog">Blog da Alice</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<html><body><p class="wp-block-paragraph">O nome Transtorno do D&eacute;ficit de Aten&ccedil;&atilde;o e Hiperatividade j&aacute; sinaliza quais s&atilde;o as principais dificuldades enfrentadas por pessoas com TDAH.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quem tem essa condi&ccedil;&atilde;o precisa se esfor&ccedil;ar bastante para manter a aten&ccedil;&atilde;o em uma atividade, sem se distrair.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://alice.com.br/blog/empresas/pros-contras-metodos-gerenciamento-tempo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Gerenciar o tempo</a> e seguir instru&ccedil;&otilde;es tamb&eacute;m s&atilde;o desafios di&aacute;rios, j&aacute; que h&aacute; uma tend&ecirc;ncia natural em esquecer comandos ou tarefas.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas nada disso &eacute; necessariamente um bloqueio ou impedimento para que pessoas com TDAH sejam bem sucedidas no trabalho {h&aacute; muitos exemplos positivos que mencionaremos logo abaixo!}.&nbsp;</p><html><body><div class="cta cta--post--slim_withlogo">
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								</div></body></html>



<p class="wp-block-paragraph">Com organiza&ccedil;&atilde;o e planejamento, as dificuldades podem ser administradas para que o profissional que tem TDAH tenha um bom desempenho.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um olhar individualizado e adequa&ccedil;&otilde;es no ambiente de trabalho tamb&eacute;m podem favorecer essa jornada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se voc&ecirc; tem um funcion&aacute;rio ou funcion&aacute;ria na empresa com diagn&oacute;stico desse transtorno, saiba como ajudar!&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&gt;&gt; <a href="https://alice.com.br/blog/empresas/saude-mental-empresas-ideias/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Sa&uacute;de mental nas empresas: ideias para colocar em pr&aacute;tica</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">TDAH: o que &eacute;?&nbsp;&nbsp;</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial de Sa&uacute;de (OMS) estima que entre 4% e 5% da popula&ccedil;&atilde;o adulta t&ecirc;m TDAH, sendo que, no Brasil, a estimativa &eacute; de dois milh&otilde;es de pessoas vivendo com essa condi&ccedil;&atilde;o.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O TDAH &eacute; considerado um transtorno neurobiol&oacute;gico, de causas gen&eacute;ticas, que aparece na inf&acirc;ncia. Em 60% dos casos, acompanha o indiv&iacute;duo por toda a vida, segundo <a href="https://opas.org.br/o-que-e-tdah-tratamento-sintomas-tdah-em-adultos-e-na-escola/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">a Organiza&ccedil;&atilde;o Pan Americana de Sa&uacute;de</a>.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a <a href="https://tdah.org.br/sobre-tdah/o-que-e-tdah/?_ga=2.198000495.1790613177.1667994591-1654580798.1667994591&amp;_gl=1*htwxa0*_ga*MTY1NDU4MDc5OC4xNjY3OTk0NTkx*_ga_DEQB19N48Z*MTY2Nzk5NDU5My4xLjAuMTY2Nzk5NDU5My4wLjAuMA.." target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de D&eacute;ficit de Aten&ccedil;&atilde;o (ABDA)</a>, as capacidades de aten&ccedil;&atilde;o, mem&oacute;ria e autogest&atilde;o s&atilde;o afetadas por poss&iacute;veis altera&ccedil;&otilde;es na regi&atilde;o frontal do c&eacute;rebro, que &eacute; respons&aacute;vel por controlar o comportamento.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A dificuldade de organiza&ccedil;&atilde;o pode trazer muita ansiedade e frustra&ccedil;&atilde;o para a pessoa que tem o transtorno.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Tarefas mon&oacute;tonas tamb&eacute;m costumam despertar as sensa&ccedil;&otilde;es de t&eacute;dio e de inquietude.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por outro lado, quando a atividade &eacute; estimulante, a pessoa com TDAH pode ter como vantagem o hiperfoco {concentra&ccedil;&atilde;o total!}.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Al&eacute;m disso, com uma mente que &ldquo;voa mais&rdquo;, ela pode ficar mais propensa a pensar fora da caixa e a trazer solu&ccedil;&otilde;es inovadoras.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-pullquote">
<blockquote>
<p><strong>&ldquo;N&atilde;o &eacute; regra, mas pessoas com TDAH podem ter um n&iacute;vel de dinamismo e de criatividade muito interessante. Se essa pessoa est&aacute; junto, construindo uma proposta de trabalho, ela n&atilde;o s&oacute; vai se engajar mais, como pode trazer mais ideias.&rdquo;</strong></p>
<cite>Loraine Martins, m&eacute;dica psiquiatra da comunidade de Sa&uacute;de da <a href="https://alice.com.br/para-sua-empresa" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Alice</a>.&nbsp;</cite></blockquote>
</figure>



<p class="wp-block-paragraph">&gt;&gt;<a href="https://alice.com.br/blog/empresas/como-melhorar-saude-mental/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> Ideias para melhorar a sa&uacute;de mental do RH</a></p>



<h3 class="wp-block-heading">Caracter&iacute;sticas de pessoas com TDAH&nbsp;</h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>Desaten&ccedil;&atilde;o;</li>



<li>Hiperatividade;</li>



<li>Impulsividade;</li>



<li>Inquietude;</li>



<li>Facilidade em se distrair;</li>



<li>Dificuldade de seguir rotina;</li>



<li>Dificuldade de gerenciamento do tempo;</li>



<li>T&eacute;dio;</li>



<li>Procrastina&ccedil;&atilde;o;</li>



<li>Hiperfoco em atividades de interesse;</li>



<li>Criatividade.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Como lidar com pessoas com TDAH no trabalho</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Para se relacionar bem com uma pessoa com TDAH, a primeira sugest&atilde;o &eacute; entender como o transtorno se manifesta.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com um olhar emp&aacute;tico, fica mais f&aacute;cil compreender que uma atividade profissional pode n&atilde;o ter sido conclu&iacute;da, por exemplo, pelas constantes distra&ccedil;&otilde;es no local de trabalho ou por esquecimentos {e n&atilde;o por incompet&ecirc;ncia ou desleixo!}.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-pullquote">
<blockquote>
<p><strong>&ldquo;A pessoa com TDAH tem um aumento da distraibilidade. Ela vai se distraindo com est&iacute;mulos do ambiente e demora tempo a se reengajar na tarefa que estava fazendo. Ent&atilde;o, vale a pena, por exemplo, organizar o ambiente de trabalho para ter o menor n&uacute;mero de distra&ccedil;&otilde;es poss&iacute;vel.&rdquo;</strong></p>
<cite>Loraine Martins, m&eacute;dica psiquiatra da comunidade de Sa&uacute;de da <a href="https://alice.com.br/para-sua-empresa" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Alice</a>.&nbsp;</cite></blockquote>
</figure>



<p class="wp-block-paragraph">&gt;&gt; <a href="https://alice.com.br/blog/empresas/o-que-e-lideranca-humanizada-e-suas-caracteristicas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">O que &eacute; Lideran&ccedil;a Humanizada? Veja 10 caracter&iacute;sticas dela</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Menos distra&ccedil;&otilde;es e menos interrup&ccedil;&otilde;es! J&aacute; deu para perceber que o melhor &eacute; n&atilde;o ficar puxando assunto toda hora com um colega de trabalho ou liderado que tem TDAH, n&eacute;?</p>



<p class="wp-block-paragraph">H&aacute; ainda outras maneiras de favorecer o desempenho profissional dessa pessoa. Um caminho &eacute; definir bem as tarefas que ela vai desenvolver e dividi-las em etapas.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&ldquo;&Eacute; muito &uacute;til no ambiente de trabalho ter algu&eacute;m para definir as atividades do dia, dentro de prazos, ajudando a pessoa a sequenciar as tarefas em per&iacute;odos pr&eacute;-determinados.&rdquo;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se na empresa houver <a href="https://alice.com.br/blog/empresas/flexwork-modelo-de-trabalho/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">flexibilidade de hor&aacute;rio</a>, uma alternativa para potencializar a produtividade da pessoa com TDAH &eacute; permitir que ela desempenhe suas tarefas no per&iacute;odo do dia em que tem mais disposi&ccedil;&atilde;o.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para evitar esquecimentos, h&aacute; v&aacute;rios recursos que podem ser utilizados. Escrever ou gravar as orienta&ccedil;&otilde;es para a realiza&ccedil;&atilde;o das tarefas, ativar lembretes e registrar tudo em agenda s&atilde;o algumas op&ccedil;&otilde;es.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os treinamentos e as reuni&otilde;es tamb&eacute;m podem ser adaptados para ficarem mais curtos e objetivos.&nbsp;</p><html><body><div class="cta cta--post--slim_withlogo">
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								</div></body></html>



<figure class="wp-block-pullquote">
<blockquote>
<p><strong>&ldquo;Quanto mais din&acirc;mica for a proposta da reuni&atilde;o, quanto mais participativa, mais ativa, maior a chance de engajamento. Se for uma atividade meramente expositiva, em que vai ter algu&eacute;m falando mais de 40 minutos, de forma mon&oacute;tona, a chance da pessoa com TDAH se engajar &eacute; baixa.&rdquo;</strong></p>
<cite>Loraine Martins, m&eacute;dica psiquiatra da comunidade de Sa&uacute;de da <a href="https://alice.com.br/para-sua-empresa" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Alice</a>.&nbsp;</cite></blockquote>
</figure>



<p class="wp-block-paragraph">Outra maneira de favorecer o desempenho do colaborador com TDAH &eacute; incentivar o <a href="https://alice.com.br/blog/empresas/autocuidado/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">autocuidado</a>.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Al&eacute;m de contar com acompanhamento de sa&uacute;de, deve-se manter um estilo de vida saud&aacute;vel, com boas noites de <a href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/sono-bom-para-aumentar-imunidade/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">sono</a>, alimenta&ccedil;&atilde;o equilibrada e <a href="https://alice.com.br/blog/empresas/atividades-fisicas-nas-empresas-como-incentivar/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">exerc&iacute;cio f&iacute;sico regular</a>.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&gt;&gt; <a href="https://alice.com.br/blog/empresas/como-alimentacao-influencia-saude-mental/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Como a alimenta&ccedil;&atilde;o pode influenciar a sa&uacute;de mental do time</a></p>



<h3 class="wp-block-heading">Como ajudar pessoas com TDAH no ambiente de trabalho</h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>Diminua o n&uacute;mero de distra&ccedil;&otilde;es no ambiente de trabalho;&nbsp;</li>



<li>Ofere&ccedil;a uma esta&ccedil;&atilde;o de trabalho organizada e em local com menos ru&iacute;dos;</li>



<li>D&ecirc; flexibilidade para que a pessoa trabalhe no hor&aacute;rio em que for mais produtiva;&nbsp;</li>



<li>Defina bem as tarefas a serem desenvolvidas dentro de um planejamento di&aacute;rio;</li>



<li>Sequencie as atividades em etapas, por ordem de prioridade e seguindo per&iacute;odos de tempo pr&eacute;-determinados;</li>



<li>Registre as orienta&ccedil;&otilde;es por texto ou grava&ccedil;&atilde;o de voz;</li>



<li>Utilize recursos de apoio para evitar esquecimentos (agendas, lembretes, listas);</li>



<li>Evite interromper a pessoa quando ela estiver concentrada;</li>



<li>Tenha paci&ecirc;ncia caso seja necess&aacute;rio repetir como fazer determinada tarefa;</li>



<li>Encurte reuni&otilde;es para que sejam mais objetivas;</li>



<li>Ofere&ccedil;a treinamentos menos mon&oacute;tonos e mais ativos {gamifica&ccedil;&atilde;o &eacute; uma boa};</li>



<li>Incentive o autocuidado e a ado&ccedil;&atilde;o de um estilo de vida saud&aacute;vel!</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Pessoas bem-sucedidas com TDAH&nbsp;</h2>



<p class="wp-block-paragraph">H&aacute; v&aacute;rios exemplos de profissionais de sucesso que t&ecirc;m TDAH.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">No esporte, por exemplo, o nadador Michael Phelps e a ginasta Simone Biles j&aacute; revelaram publicamente conviver com o transtorno.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">No mundo dos neg&oacute;cios, tamb&eacute;m h&aacute; muitas pessoas bem-sucedidas que t&ecirc;m TDAH.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O empres&aacute;rio David Neeleman, fundador da Companhia A&eacute;rea Azul e de outras empresas no ramo da avia&ccedil;&atilde;o, &eacute; uma delas.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele declarou em entrevistas recorrer a v&aacute;rias ferramentas como listas, lembretes e agendas para organizar prioridades e conseguir finalizar o que precisa ser conclu&iacute;do.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outra pessoa admirada por suas habilidades de gest&atilde;o e que tem TDAH &eacute; o empres&aacute;rio Richard Branson, dono da Virgin Group.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em seu <a href="https://www.virgin.com/branson-family/richard-branson-blog/opening-the-door-to-bigger-thinking-on-neurodiversity" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">blog</a>, ele frequentemente faz postagens sobre quest&otilde;es de sa&uacute;de mental.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&ldquo;Todo mundo tem algo valioso para trazer para a mesa, e os exames geralmente n&atilde;o medem muitas habilidades que o mundo precisa, como racioc&iacute;nio, lideran&ccedil;a, gentileza, curiosidade, influ&ecirc;ncia e comunica&ccedil;&atilde;o&rdquo;, escreve o empres&aacute;rio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&gt;&gt; <a href="https://alice.com.br/blog/empresas/hard-skills-soft-skills/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Hard skills e soft skills: o que s&atilde;o e as principais diferen&ccedil;as</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele cita uma declara&ccedil;&atilde;o atribu&iacute;da ao cientista Albert Einstein para refor&ccedil;ar essa ideia.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&ldquo;Todo mundo &eacute; um g&ecirc;nio. Mas se voc&ecirc; julgar um peixe por sua capacidade de subir em uma &aacute;rvore, ele viver&aacute; toda a sua vida acreditando que &eacute; um idiota.&rdquo;</p>
<h2><b>J&aacute; conhece a Alice para Empresas?</b></h2>
<p>Uma boa<a href="https://alice.com.br/blog/empresas/gestao-pessoas/" target="_blank" rel="noopener"> gest&atilde;o de pessoas</a> passa sempre pelo cuidado com a sa&uacute;de e com o bem-estar dos colaboradores.&nbsp;</p>
<p>Isso faz toda a diferen&ccedil;a no<a href="https://alice.com.br/blog/empresas/engajamento-colaboradores/" target="_blank" rel="noopener"> engajamento do time</a>, na felicidade no trabalho e na atra&ccedil;&atilde;o e reten&ccedil;&atilde;o de talentos.</p>
<p>A Alice &eacute; mais que um plano de sa&uacute;de.&nbsp;</p>
<p>Um plano de sa&uacute;de oferece hospitais, laborat&oacute;rios e uma<a href="https://alice.com.br/rede-credenciada" target="_blank" rel="noopener"> rede credenciada</a> de m&eacute;dicos. A Alice tem tudo isso {com cobertura nacional de alt&iacute;ssima qualidade, por sinal} e vai al&eacute;m: tem um<a href="https://alice.com.br/blog/gestora-de-saude/time-de-saude/" target="_blank" rel="noopener"> Time de Sa&uacute;de</a> que acompanha os membros de pertinho, de forma personalizada, coordenada e humana, sempre de olho na preven&ccedil;&atilde;o e na promo&ccedil;&atilde;o de h&aacute;bitos saud&aacute;veis.</p>
<p>Estamos preparados para ajudar nos objetivos de sa&uacute;de dos seus colaboradores (<a href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/dicas-para-dormir-melhor/" target="_blank" rel="noopener">como dormir melhor</a> ou<a href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/planilha-de-corrida-para-iniciantes/" target="_blank" rel="noopener"> come&ccedil;ar a correr</a>), nas queixas do dia-a-dia (como uma dor de barriga) ou mesmo em uma<a href="https://alice.com.br/blog/gestora-de-saude/alice-agora-atendimento-online/" target="_blank" rel="noopener"> emerg&ecirc;ncia</a>.</p>
<p>O resultado disso s&atilde;o<a href="https://alice.com.br/blog/empresas/webserie-rh/" target="_blank" rel="noopener"> colaboradores mais saud&aacute;veis</a> e que amam de verdade o benef&iacute;cio de sa&uacute;de. E mais: tudo isso com uma experi&ecirc;ncia incr&iacute;vel para o RH. Uma contrata&ccedil;&atilde;o r&aacute;pida, sem burocracia, sem perman&ecirc;ncia m&iacute;nima e sem surpresas na hora do<a href="https://alice.com.br/blog/empresas/reajuste-plano-de-saude-empresarial/" target="_blank" rel="noopener"> reajuste</a>.</p><html><body><div class="cta cta--post--slim_withlogo">
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<p>O post <a href="https://alice.com.br/blog/empresas/como-ajudar-pessoas-com-tdah-empresa/">Como ajudar pessoas com TDAH na empresa</a> apareceu primeiro em <a href="https://alice.com.br/blog">Blog da Alice</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Diversidade e inclusão: é sobre contratar e também reter</title>
		<link>https://alice.com.br/blog/empresas/diversidade-inclusao-contratar-reter/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Time Alice]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Nov 2022 12:57:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[felicidade no trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[liderança]]></category>
		<category><![CDATA[mercado de trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[performance]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://blog.alice.com.br/?p=7821</guid>

					<description><![CDATA[<p>O desenvolvimento das pessoas também é parte fundamental de uma estratégia para melhorar os índices de diversidade e inclusão nas empresas.</p>
<p>O post <a href="https://alice.com.br/blog/empresas/diversidade-inclusao-contratar-reter/">Diversidade e inclusão: é sobre contratar e também reter</a> apareceu primeiro em <a href="https://alice.com.br/blog">Blog da Alice</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<html><body><p class="wp-block-paragraph">Promover diversidade e inclus&atilde;o no ambiente de trabalho est&aacute; na pauta de muitas empresas. Tanto &eacute; que cada vez mais s&atilde;o abertas vagas espec&iacute;ficas para pessoas de grupos com menos representatividade social.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas contratar &eacute; apenas uma parte dessa hist&oacute;ria. Depois do recrutamento, &eacute; recomend&aacute;vel dar a esses colaboradores o apoio necess&aacute;rio para que se desenvolvam e contribuam efetivamente com os objetivos organizacionais.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ou seja, uma proposta genu&iacute;na de diversidade e inclus&atilde;o demanda maior envolvimento e precisa contar com o empenho de todos que fazem parte da empresa.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quanto mais conscientiza&ccedil;&atilde;o, flexibilidade e responsabilidade, maior a chance de perman&ecirc;ncia dos talentos considerados diversos no time.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Tipos de inclus&atilde;o social</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A inclus&atilde;o social pressup&otilde;e a participa&ccedil;&atilde;o igualit&aacute;ria de pessoas de todos os grupos, o que compreende diferentes ra&ccedil;as, classes sociais, condi&ccedil;&otilde;es f&iacute;sicas, n&iacute;veis de educa&ccedil;&atilde;o, g&ecirc;neros, orienta&ccedil;&otilde;es sexuais e faixas et&aacute;rias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O alcance desse objetivo passa pelo conceito de diversidade. &ldquo;&Eacute; quando conseguimos trazer pessoas de hist&oacute;ricos e backgrounds diferentes para o mesmo lugar&rdquo;, explica Laura Elisa, profissional de Diversidade e Inclus&atilde;o da <a href="https://alice.com.br/para-sua-empresa" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Alice</a>.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A diversidade tamb&eacute;m compreende os v&aacute;rios n&iacute;veis hier&aacute;rquicos da empresa.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-pullquote">
<blockquote>
<p><strong>&ldquo;Quando pessoas que n&atilde;o tiveram oportunidades s&atilde;o colocadas apenas em posi&ccedil;&otilde;es de pouca autonomia, n&atilde;o h&aacute; uma verdadeira inclus&atilde;o, mas uma manuten&ccedil;&atilde;o do poder. Porque ficam basicamente as mesmas pessoas definindo as estrat&eacute;gias e as mesmas pessoas servindo &agrave;s pessoas que definem.&rdquo;&nbsp;</strong></p>
<cite>Laura Elisa, profissional de Diversidade e Inclus&atilde;o da <a href="https://alice.com.br/para-sua-empresa" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Alice</a></cite></blockquote>
</figure>



<p class="wp-block-paragraph">Ou seja, uma das principais vantagens de tornar os times mais diversos &eacute; justamente a amplia&ccedil;&atilde;o dos pontos de vista em torno de processos e produtos. As m&uacute;ltiplas perspectivas favorecem a inova&ccedil;&atilde;o, a resolu&ccedil;&atilde;o de problemas e a tomada de decis&otilde;es.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&gt;&gt; <a href="https://alice.com.br/blog/empresas/lideranca-feminina-como-atrair-reter-talentos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Lideran&ccedil;a feminina e diversidade: como atrair mulheres para a empresa (e ret&ecirc;-las!)</a></p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large is-resized"><a href="https://alice.com.br/blog/conteudos-especiais/como-montar-um-rh-checklist/?utm_source=referral&amp;utm_medium=blog&amp;utm_campaign=diversidade-inclusao" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><figure class="wp-attachment-4944" ><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-4944" src="https://alice.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/Checklist-8-passos-para-montar-um-RH-1-1024x731.png" alt="Checklist 8 passos para montar um RH" width="512" height="366" srcset="https://alice.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/Checklist-8-passos-para-montar-um-RH-1-1024x731.png 1024w, https://alice.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/Checklist-8-passos-para-montar-um-RH-1-300x214.png 300w, https://alice.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/Checklist-8-passos-para-montar-um-RH-1-768x548.png 768w, https://alice.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/Checklist-8-passos-para-montar-um-RH-1-100x71.png 100w, https://alice.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/Checklist-8-passos-para-montar-um-RH-1-150x107.png 150w, https://alice.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/Checklist-8-passos-para-montar-um-RH-1.png 1080w" sizes="auto, (max-width: 512px) 100vw, 512px"></figure></a></figure>
</div>


<h2 class="wp-block-heading">Diversidade e inclus&atilde;o nas empresas: por onde come&ccedil;ar</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Para serem efetivas, as a&ccedil;&otilde;es voltadas para a diversidade e inclus&atilde;o precisam ser compreendidas pelas lideran&ccedil;as.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&ldquo;&Eacute; importante equalizar minimamente as informa&ccedil;&otilde;es que os l&iacute;deres t&ecirc;m sobre o tema, dialogar sobre os vieses inconscientes que podem atrapalhar a lideran&ccedil;a, e prepar&aacute;-los para receber e desenvolver pessoas de grupos minorizados, conforme as especificidades dela&rdquo;, destaca Laura.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&gt;&gt; <a href="https://alice.com.br/blog/empresas/como-formar-jovens-liderancas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Como formar jovens lideran&ccedil;as</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesta prepara&ccedil;&atilde;o, vale tamb&eacute;m tra&ccedil;ar o que pode ser adaptado e flexibilizado para que essas pessoas possam evoluir na empresa da melhor maneira. Ou seja, pode ser necess&aacute;rio adequar o <a href="https://alice.com.br/blog/empresas/modelos-de-trabalho-adotados-nas-empresas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">modelo de trabalho</a>, as entregas, o prazo de rampagem e outras expectativas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&Eacute; preparar o terreno para que o pouso {e a futura decolagem} sejam tranquilos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com tudo planejado, a&iacute; sim chega a hora de recrutar pessoas com o intuito de promover a diversidade e a inclus&atilde;o.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao abrir uma vaga, a dica &eacute; identificar o cargo de maneira simples e n&atilde;o exagerar nos requisitos que os candidatos devem atender. A divulga&ccedil;&atilde;o pode conter, por exemplo, pontos essenciais e outros flex&iacute;veis.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-pullquote">
<blockquote>
<p><strong>&ldquo;Muitas pessoas competentes deixam de se candidatar, porque n&atilde;o cumprem todas as exig&ecirc;ncias. Tem gente, por exemplo, que n&atilde;o fala ingl&ecirc;s, porque n&atilde;o teve oportunidade de estudar o idioma, mas n&atilde;o porque n&atilde;o tenha capacidade. E a l&iacute;ngua &eacute; muitas vezes exigida, sem que fa&ccedil;a diferen&ccedil;a no dia a dia de trabalho.&rdquo;</strong></p>
<cite>Laura Elisa, profissional de Diversidade e Inclus&atilde;o da <a href="https://alice.com.br/para-sua-empresa" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Alice</a></cite></blockquote>
</figure>



<p class="wp-block-paragraph">A profissional acrescenta que isso tamb&eacute;m ocorre quando se exige uma especializa&ccedil;&atilde;o ou certifica&ccedil;&atilde;o de uso de determinada ferramenta, cuja forma&ccedil;&atilde;o demanda grande investimento financeiro.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Diversidade no ambiente de trabalho: do onboarding aos treinamentos</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Com gente nova chegando, uma &oacute;tima maneira de dar as boas-vindas &eacute; mostrar que elas podem ser quem s&atilde;o.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">N&atilde;o impor condutas de comportamento e deixar claro desde o in&iacute;cio que vulnerabilidades podem ser reveladas ajudam as pessoas a se sentirem confort&aacute;veis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&gt;&gt; <a href="https://alice.com.br/blog/empresas/brene-brown-coragem-ser-imperfeito-para-liderar/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">A coragem de ser imperfeito para liderar: li&ccedil;&otilde;es de Bren&eacute; Brown</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">&ldquo;No onboarding, nesse momento de introdu&ccedil;&atilde;o da pessoa no trabalho, &eacute; tamb&eacute;m importante ter um tempo para que ela aprenda n&atilde;o s&oacute; sobre a <a href="https://alice.com.br/blog/empresas/como-crescer-sem-perder-cultura-da-empresa/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">cultura da empresa</a>, mas sobre eventuais habilidades t&eacute;cnicas que ser&atilde;o necess&aacute;rias para a &aacute;rea de atua&ccedil;&atilde;o&rdquo;, avalia Laura.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A prop&oacute;sito, capacitar &eacute; palavra-chave ao longo de toda a trajet&oacute;ria. Com as orienta&ccedil;&otilde;es certas e os treinamentos adequados, &eacute; poss&iacute;vel suprir eventuais gaps e propiciar o desenvolvimento.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse processo, vale refor&ccedil;ar, as lideran&ccedil;as t&ecirc;m papel fundamental. Para conseguir oferecer apoio se necess&aacute;rio, os gestores podem sempre refor&ccedil;ar que h&aacute; um canal aberto para conversas de alinhamento e um espa&ccedil;o seguro para falar sobre dificuldades e solu&ccedil;&otilde;es.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Inclus&atilde;o nas empresas: a import&acirc;ncia dos grupos de afinidade</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Um local de trabalho inclusivo &eacute; tamb&eacute;m um ambiente colaborativo, em que todos ganham com as diferentes perspectivas.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para criar esse clima de trabalho, espa&ccedil;os de troca de ideias e de opini&otilde;es s&atilde;o bastante &uacute;teis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Temas como racismo, homofobia, capacitismo e outras formas de discrimina&ccedil;&atilde;o podem estar sempre em discuss&atilde;o em rodas de conversa e palestras promovidas pela empresa.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os grupos de afinidade tamb&eacute;m s&atilde;o iniciativas valiosas. &ldquo;S&atilde;o espa&ccedil;os de sensibiliza&ccedil;&atilde;o, empoderamento e informa&ccedil;&atilde;o. As pessoas podem falar de quest&otilde;es culturais e pessoais. Com isso, se sentem mais confiantes e fortalecidas para abordar os assuntos tamb&eacute;m em outros ambientes&rdquo;, lembra Laura.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em alguns casos, o acolhimento da pessoa pode ser ainda mais efetivo com apoio profissional. Um profissional em transi&ccedil;&atilde;o de g&ecirc;nero, por exemplo, pode precisar de um cuidado maior com a <a href="https://alice.com.br/blog/empresas/saude-mental-empresas-ideias/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">sa&uacute;de mental</a>.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em resumo, para que o que fique enraizado seja a inclus&atilde;o, a dica &eacute; sempre criar oportunidades de colocar o tema em discuss&atilde;o. &ldquo;O melhor &eacute; falar sempre, estimular o di&aacute;logo e a transpar&ecirc;ncia&rdquo;, explica Laura.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&gt;&gt; <a href="https://alice.com.br/blog/empresas/como-alimentacao-influencia-saude-mental/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Como a alimenta&ccedil;&atilde;o pode influenciar a sa&uacute;de mental do time</a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><b>J&aacute; conhece a Alice para Empresas?</b></h2>
<p>Uma boa<a href="https://alice.com.br/blog/empresas/gestao-pessoas/" target="_blank" rel="noopener"> gest&atilde;o de pessoas</a> passa sempre pelo cuidado com a sa&uacute;de e com o bem-estar dos colaboradores.&nbsp;</p>
<p>Isso faz toda a diferen&ccedil;a no<a href="https://alice.com.br/blog/empresas/engajamento-colaboradores/" target="_blank" rel="noopener"> engajamento do time</a>, na felicidade no trabalho e na atra&ccedil;&atilde;o e reten&ccedil;&atilde;o de talentos.</p>
<p>A Alice &eacute; mais que um plano de sa&uacute;de.&nbsp;</p>
<p>Um plano de sa&uacute;de oferece hospitais, laborat&oacute;rios e uma<a href="https://alice.com.br/rede-credenciada" target="_blank" rel="noopener"> rede credenciada</a> de m&eacute;dicos. A Alice tem tudo isso {com cobertura nacional de alt&iacute;ssima qualidade, por sinal} e vai al&eacute;m: tem um<a href="https://alice.com.br/blog/gestora-de-saude/time-de-saude/" target="_blank" rel="noopener"> Time de Sa&uacute;de</a> que acompanha os membros de pertinho, de forma personalizada, coordenada e humana, sempre de olho na preven&ccedil;&atilde;o e na promo&ccedil;&atilde;o de h&aacute;bitos saud&aacute;veis.</p>
<p>Estamos preparados para ajudar nos objetivos de sa&uacute;de dos seus colaboradores (<a href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/dicas-para-dormir-melhor/" target="_blank" rel="noopener">como dormir melhor</a> ou<a href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/planilha-de-corrida-para-iniciantes/" target="_blank" rel="noopener"> come&ccedil;ar a correr</a>), nas queixas do dia-a-dia (como uma dor de barriga) ou mesmo em uma<a href="https://alice.com.br/blog/gestora-de-saude/alice-agora-atendimento-online/" target="_blank" rel="noopener"> emerg&ecirc;ncia</a>.</p>
<p>O resultado disso s&atilde;o<a href="https://alice.com.br/blog/empresas/webserie-rh/" target="_blank" rel="noopener"> colaboradores mais saud&aacute;veis</a> e que amam de verdade o benef&iacute;cio de sa&uacute;de. E mais: tudo isso com uma experi&ecirc;ncia incr&iacute;vel para o RH. Uma contrata&ccedil;&atilde;o r&aacute;pida, sem burocracia, sem perman&ecirc;ncia m&iacute;nima e sem surpresas na hora do<a href="https://alice.com.br/blog/empresas/reajuste-plano-de-saude-empresarial/" target="_blank" rel="noopener"> reajuste</a>.</p><html><body><div class="cta cta--post--slim_withlogo">
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Estratégias de employer branding de 3 empresas inovadoras</title>
		<link>https://alice.com.br/blog/empresas/estrategias-employer-branding-empresas-inovadoras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Time Alice]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Nov 2022 19:01:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[liderança]]></category>
		<category><![CDATA[mercado de trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[saúde dos funcionários]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://blog.alice.com.br/?p=6953</guid>

					<description><![CDATA[<p>Peça fundamental para a retenção de talentos, o employer branding é construído por diversos fatores. Conheça os principais.  </p>
<p>O post <a href="https://alice.com.br/blog/empresas/estrategias-employer-branding-empresas-inovadoras/">Estratégias de employer branding de 3 empresas inovadoras</a> apareceu primeiro em <a href="https://alice.com.br/blog">Blog da Alice</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<html><body><p class="wp-block-paragraph">O <a href="https://alice.com.br/blog/empresas/employer-branding-beneficios/">employer branding</a> &eacute; uma pe&ccedil;a fundamental do processo de atra&ccedil;&atilde;o e reten&ccedil;&atilde;o de talentos. Al&eacute;m disso, a pr&aacute;tica &eacute; uma importante aliada da <a href="https://alice.com.br/blog/empresas/felicidade-trabalho-ciencia-dados/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">felicidade do trabalho</a>.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas cada empresa tem a sua estrat&eacute;gia. Por isso, convidamos tr&ecirc;s l&iacute;deres de People e RH de empresas inovadoras para compartilhar a sua vis&atilde;o sobre o assunto.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para eles, a mensagem que a empresa passa &eacute; t&atilde;o importante quanto a quantidade de pessoas que ela alcan&ccedil;a.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Afinal, imagina subir em um palco com uma plateia enorme e n&atilde;o ter a menor ideia do que voc&ecirc; vai apresentar {chega dar um arrepio s&oacute; de pensar, socorro}?&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pois bem, uma empresa sem employer branding &eacute; exatamente isso: uma banda que sobe no palco sem saber a pr&oacute;pria m&uacute;sica {e que ainda quer ter f&atilde;s}.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">E se a cultura da sua empresa tivesse um pedacinho de todo mundo que trabalha nela?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Essa &eacute; uma das estrat&eacute;gias que a fintech <a href="https://tino.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Tino</a> usa para se consolidar como uma marca empregadora.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como uma startup em seus primeiros anos de vida, a atra&ccedil;&atilde;o e reten&ccedil;&atilde;o de talentos &eacute; um pilar important&iacute;ssimo para o crescimento da empresa.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&ldquo;O fato de que nossos colaboradores fazem parte da Tino desde o in&iacute;cio &eacute; um trunfo que utilizamos para firmar nosso employer branding. Isso porque fazer parte do time em um momento inicial, de constru&ccedil;&atilde;o de cultura, produto e din&acirc;micas, possibilita que todos, independente do n&iacute;vel gerencial, opinem e criem a partir do que elas acreditam ser o melhor&rdquo;, explica Mel Diniz, HR Manager da Tino.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&gt;&gt; <a href="https://alice.com.br/blog/empresas/como-crescer-sem-perder-cultura-da-empresa/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Cultura da empresa: 5 dicas de como crescer sem perd&ecirc;-la</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">E &eacute; justamente essa possibilidade de poder participar ativamente da constru&ccedil;&atilde;o dos pilares da empresa que faz os olhos dos colaboradores brilharem.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-pullquote">
<blockquote>
<p><strong>&ldquo;Poder deixar a sua marca na constru&ccedil;&atilde;o da empresa tende a ser uma grande vantagem na hora de conquistar jovens talentos que s&atilde;o ambiciosos e t&ecirc;m vontade de fazer parte da cria&ccedil;&atilde;o e vis&atilde;o de algo maior do que geralmente encontram no mercado.&rdquo;</strong></p>
<cite>Mel Diniz, HR Manager da Tino.&nbsp;</cite></blockquote>
</figure>



<p class="wp-block-paragraph">Al&eacute;m disso, essa troca entre os colaboradores e a empresa &eacute; muito ben&eacute;fica para a constru&ccedil;&atilde;o de um clima organizacional assertivo.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&ldquo;Nossos valores foram definidos e fundamentados depois de muita experimenta&ccedil;&atilde;o do que funcionava ou n&atilde;o dentro do nosso contexto de din&acirc;mica de trabalho. S&oacute; assim conseguimos chegar em uma cultura alinhada &agrave; realidade das nossas Trutas (como chamamos nossos colaboradores aqui na Tino)&rdquo;, completa Mel.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&gt;&gt; <a href="https://alice.com.br/blog/empresas/employer-branding-beneficios/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Saiba o que &eacute; employer branding e seus principais benef&iacute;cios</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Sua empresa trabalha sem querer ou de prop&oacute;sito?&nbsp;</h2>



<p class="wp-block-paragraph">De um ponto de vista mais filos&oacute;fico, chamamos de prop&oacute;sito tudo aquilo que faz parte da nossa identidade, com base em cren&ccedil;as e valores que orientam nossa vida. Ele est&aacute; diretamente ligado aos nossos talentos, atitudes, desejos e sonhos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E empresas tamb&eacute;m t&ecirc;m {ou deveriam ter} prop&oacute;sitos. S&atilde;o seus objetivos, valores e &ndash; principalmente &ndash; como ela impacta positivamente a vida e o bem-estar das pessoas e da sociedade.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&gt;&gt; <a href="https://alice.com.br/blog/empresas/felicidade-trabalho-ciencia-dados/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Felicidade no trabalho: h&aacute; ci&ecirc;ncia e dados, explica Vinicius Kitahara</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Estudos apontam uma rela&ccedil;&atilde;o entre os dois prop&oacute;sitos. Quanto mais pr&oacute;xima a miss&atilde;o de vida do colaborador estiver da miss&atilde;o da empresa, maiores s&atilde;o as chances de ele se sentir feliz, realizado e engajado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quem est&aacute; alinhada com essa vis&atilde;o &eacute; a Genial Care, cl&iacute;nica multidisciplinar focada em potencializar o desenvolvimento de crian&ccedil;as autistas, que tem sua miss&atilde;o como a principal estrat&eacute;gia para atra&ccedil;&atilde;o e reten&ccedil;&atilde;o de talentos.</p>



<figure class="wp-block-pullquote">
<blockquote>
<p><strong>&ldquo;Nos pr&oacute;ximos 10 anos, 1 milh&atilde;o de crian&ccedil;as com autismo v&atilde;o nascer no Brasil e temos o sonho de potencializar o desenvolvimento de cada uma delas. Essa miss&atilde;o &eacute; o centro e a ess&ecirc;ncia de tudo o que fazemos. E o nosso employer branding &eacute; a materializa&ccedil;&atilde;o desta nossa cultura, &eacute; onde atra&iacute;mos pessoas que acreditam nessa miss&atilde;o tanto quanto a gente.&rdquo; </strong></p>
<cite>Gabriel de Barros Barreto, respons&aacute;vel pela &aacute;rea de People &amp; Culture da <a href="https://genialcare.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Genial Care</a>.&nbsp;</cite></blockquote>
</figure>



<p class="wp-block-paragraph">A HR Manager da Tino concorda com a estrat&eacute;gia: &ldquo;O prop&oacute;sito &eacute; o que costuma ser a fa&iacute;sca para a cria&ccedil;&atilde;o da maior parte das startups e tamb&eacute;m &eacute; ele que mobiliza a atra&ccedil;&atilde;o e reten&ccedil;&atilde;o de funcion&aacute;rios para al&eacute;m de aspectos pr&aacute;ticos {como sal&aacute;rios e benef&iacute;cios}&rdquo;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">. Aqui na Alice n&atilde;o &eacute; diferente. &ldquo;Al&eacute;m de profissionais incr&iacute;veis que sobem a barra e fazem entregas de qualidade, nossos <a href="https://alice.com.br/blog/nossa-voz/quem-trabalha-na-alice-e-pitaya/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Pitayas</a> s&atilde;o pessoas com o cora&ccedil;&atilde;o no lugar certo. Eles poderiam trabalhar em qualquer lugar, mas escolheram a Alice, porque acreditam em nosso prop&oacute;sito de tornar o mundo mais saud&aacute;vel, v&atilde;o pra Arena e querem fazer parte da nossa equipe&rdquo;, conta Sarita Vollnhofer, respons&aacute;vel pela &aacute;rea de People aqui da <a href="https://alice.com.br/para-sua-empresa-2" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Alice</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&gt;&gt; <a href="https://alice.com.br/blog/empresas/como-formar-equipe-alta-performance/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Como formar uma equipe de alta performance? Passo a passo</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Engajando atrav&eacute;s do exemplo&nbsp;</h2>



<p class="wp-block-paragraph">&ldquo;Fa&ccedil;a o que digo, mas n&atilde;o fa&ccedil;a o que fa&ccedil;o.&rdquo;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa express&atilde;o poderia ser a inimiga n&ordm; 1 do employer branding e da<a href="https://alice.com.br/blog/empresas/cultura-de-bem-estar-na-empresa/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> cultura do bem-estar</a> e a melhor amiga do <a href="https://alice.com.br/blog/empresas/turnover-o-que-e-e-como-evitar/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">turnover</a>, porque nada faz mais um colaborador correr para as colinas {ou para o LinkedIn} como chegar em uma empresa e descobrir que os valores vendidos no processo seletivo n&atilde;o passavam de falat&oacute;rio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Portanto, &eacute; fundamental que as a&ccedil;&otilde;es e estrat&eacute;gias adotadas pela empresa reflitam os valores e a cultura que s&atilde;o divulgadas nas redes sociais e campanhas da marca, visto que isso aumenta a confian&ccedil;a e o senso de pertencimento dos funcion&aacute;rios.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&gt;&gt; <a href="https://alice.com.br/blog/empresas/como-criar-estrategia-comunicacao-interna/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Como criar uma boa estrat&eacute;gia de comunica&ccedil;&atilde;o interna</a></p>



<figure class="wp-block-pullquote">
<blockquote>
<p><strong>&ldquo;Eu diria que a nossa principal estrat&eacute;gia para ser uma marca empregadora &eacute; ter uma cultura forte, coerente e intencionada. Todas as nossas a&ccedil;&otilde;es, iniciativas e comunicados precisam estar alinhados com as nossas <a href="https://alice.com.br/blog/nossa-voz/virtudes-da-alice/">virtu</a><a href="https://alice.com.br/blog/nossa-voz/virtudes-da-alice/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">des</a>. Nos questionamos constantemente se as decis&otilde;es que passamos para os Pitayas refor&ccedil;am ou n&atilde;o a nossa cultura e tomamos medidas r&aacute;pidas quando percebemos que alguma defini&ccedil;&atilde;o est&aacute; desalinhada com nossos valores.&rdquo; </strong></p>
<cite>Sarita Vollnhofer, respons&aacute;vel pela &aacute;rea de People aqui da Alice.</cite><html><body><h2>Alice tem o plano de sa&uacute;de certo para a sua empresa!</h2>
<p>Alice &eacute; uma empresa de tecnologia que oferece planos de sa&uacute;de empresarial e tem a miss&atilde;o de tornar o mundo mais saud&aacute;vel. Nossa plataforma de cuidado cont&iacute;nuo garante que os nossos membros recebam o cuidado certo, na hora certa e no lugar certo, proporcionando uma experi&ecirc;ncia excepcional para eles.</p>
<p>Nossos planos t&ecirc;m cobertura nacional completa, assim como o atendimento e a experi&ecirc;ncia &uacute;nica do Alice Agora, parceiro de sa&uacute;de confi&aacute;vel para todas as horas, direto no app. Fale com o Time de Sa&uacute;de 24/7, receba resposta em at&eacute; 60 segundos e, se precisar, j&aacute; fa&ccedil;a uma consulta virtual com nossa equipe m&eacute;dica.</p>
<p>Alice tamb&eacute;m tem suporte completo ao seu RH, com dados estrat&eacute;gicos para sua gest&atilde;o &ndash; desde reports de sa&uacute;de populacional at&eacute; de custo de cuidado &ndash;, onboarding exclusivo e account manager dedicado.</p>
<p>Veja como Alice cuida do seu time e do seu or&ccedil;amento.</p>
<html><body><div class="cta cta--post--slim_withlogo">
									<a href="https://alice.com.br/simulador">
									<div class="logo">
										<img src="https://alice.com.br/blog/wp-content/themes/arada/dist/images/alice.svg" width="288" height="150" aria-label="hidden">
									</div>
									<span class="title">Fa&ccedil;a uma Cota&ccedil;&atilde;o</span><span class="icon icon--arrow_right"></span></a>
								</div></body></html></body></html></blockquote>
</figure>



</body></html>
<p>O post <a href="https://alice.com.br/blog/empresas/estrategias-employer-branding-empresas-inovadoras/">Estratégias de employer branding de 3 empresas inovadoras</a> apareceu primeiro em <a href="https://alice.com.br/blog">Blog da Alice</a>.</p>
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