{"id":17362,"date":"2024-03-12T20:22:14","date_gmt":"2024-03-12T23:22:14","guid":{"rendered":"https:\/\/alice.com.br\/blog\/?p=17362"},"modified":"2024-03-14T12:47:46","modified_gmt":"2024-03-14T15:47:46","slug":"pais-de-primeira-viagem-o-que-importante-saber","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/alice.com.br\/blog\/sua-saude\/pais-de-primeira-viagem-o-que-importante-saber\/","title":{"rendered":"Pais de primeira viagem: o que \u00e9 importante saber?"},"content":{"rendered":"<html><body><p>Sono, amamenta&ccedil;&atilde;o, parto, gesta&ccedil;&atilde;o&hellip; Os temas que tratam da maternidade e da paternidade s&atilde;o infinitos, e cada assunto rende in&uacute;meros t&oacute;picos de respostas. Quem &eacute; m&atilde;e\/pai sabe bem disso.<\/p>\n<p>Neste texto, vamos selecionar apenas um pedacinho desse grande universo: o que &eacute; important&iacute;ssimo saber logo ap&oacute;s o nascimento do beb&ecirc;?<\/p>\n<h2>Beb&ecirc; nasceu, e agora?<\/h2>\n<p>Quando o parto acontece sem grandes problemas, seja qual for a via escolhida (parto normal, ces&aacute;rea, etc), o beb&ecirc; tende a ir direto ao colo dos cuidadores. Esse contato pele a pele com o peito ou abdome &eacute; ben&eacute;fico tanto para processos fisiol&oacute;gicos quanto emocionais &ndash; e por isso &eacute; chamado de Golden Hour, ou Hora Dourada.<\/p>\n<h2>O que &eacute; a Golden Hour?<\/h2>\n<p>Golden Hour, ou Hora Dourada, se refere &agrave; primeira hora ap&oacute;s o nascimento do beb&ecirc;. Nela, uma s&eacute;rie de a&ccedil;&otilde;es podem ser adotadas, pensando na sa&uacute;de e no bem-estar da nova fam&iacute;lia.<\/p>\n<p>Uma delas &eacute; manter o contato pele a pele. Al&eacute;m de manter o beb&ecirc; aquecido, esse contato faz com que aumentem os n&iacute;veis de ocitocina (conhecido como horm&ocirc;nio do bem-estar) e de prolactina (horm&ocirc;nio que estimula a produ&ccedil;&atilde;o do leite materno) &ndash; favorecendo o aleitamento. Mas, vale lembrar, nem sempre a amamenta&ccedil;&atilde;o vai ocorrer neste momento, e est&aacute; tudo bem.<\/p>\n<p>&ldquo;Algumas a&ccedil;&otilde;es importantes acontecem nessa primeira hora de vida do beb&ecirc;, como o clampeamento oportuno do cord&atilde;o umbilical, o contato pele a pele e a amamenta&ccedil;&atilde;o. Mas isso deve ser feito sem press&atilde;o j&aacute; que 50% dos beb&ecirc;s mamam logo quando nascem, mas 50% v&atilde;o dormir. Os beb&ecirc;s nascem &lsquo;cansadinhos&rsquo; e muitos n&atilde;o entenderam ainda a transi&ccedil;&atilde;o do nascimento, e sentem est&iacute;mulos diferentes, como mais sono&rdquo;, explica Paloma Ortolani, obstetriz da Alice e consultora de aleitamento materno.<\/p>\n<p>Assim, se o beb&ecirc; que nasceu saud&aacute;vel quiser mamar nessa primeira hora, &oacute;timo. Se n&atilde;o quiser, est&aacute; tudo bem tamb&eacute;m, porque ele nasce com uma reserva de gordura.<\/p>\n<h2>Beb&ecirc; mama 5 minutos e dorme: qual &eacute; o tempo e a frequ&ecirc;ncia ideais?<\/h2>\n<p>Passada a Golden Hour, caso o beb&ecirc; que nasceu saud&aacute;vel ainda n&atilde;o tenha mamado nas primeiras 24 horas, &eacute; importante que, a partir de ent&atilde;o, ele mame.<\/p>\n<p>&ldquo;Nesses primeiros dias ap&oacute;s o nascimento, o tamanho do est&ocirc;mago do beb&ecirc; se assemelha a uma cereja. Ou seja, &eacute; muito pequeno e &eacute; normal que mame v&aacute;rias vezes, a cada uma hora, por exemplo, porque &eacute; um espa&ccedil;o que enche e esvazia muito rapidamente&rdquo;, explica Ortolani.<\/p>\n<p>Isso n&atilde;o significa que ele n&atilde;o possa ficar um temp&atilde;o ali na mamada: cerca de 40 minutos. &ldquo;Tem beb&ecirc;s que mamam por menos tempo, mas uma m&eacute;dia &eacute; de 40 minutos&rdquo;, calcula a obstetriz.<\/p>\n<p>E, conforme a mamada vai se tornando mais efetiva, a frequ&ecirc;ncia tamb&eacute;m se espa&ccedil;a: ao inv&eacute;s de amamentar a cada uma hora, a cada tr&ecirc;s.<\/p>\n<h3>Gotas ou leite escorrendo: o que &eacute; normal?<\/h3>\n<p>&Eacute; normal tamb&eacute;m que, no come&ccedil;o, enquanto a fam&iacute;lia ainda estiver no hospital, o leite que sa&iacute;a seja apenas em forma de gotinhas &ndash; o chamado colostro. Depois de tr&ecirc;s a cinco dias, em casa, vem a descida mais significativa, ou a apojadura.<\/p>\n<p>&ldquo;No come&ccedil;o pode at&eacute; gerar a d&uacute;vida de que se est&aacute; produzindo o leite. Mas, passado o tempo, come&ccedil;a a descer mais e as mamas ficam mais inchadas, pesadas e vermelhas. &Eacute; normal ter alguns sintomas, como febres e calafrios e, embora sejam comuns, &eacute; importante compartilhar qualquer sinal com um profissional de sa&uacute;de&rdquo;, completa a obstetriz.<\/p>\n<p>Um cuidado para esses momentos &eacute; que se fa&ccedil;a uma massagem na mama antes de amamentar. Isso porque, se oferecer a mama muito carregada ao beb&ecirc; rec&eacute;m-nascido, ele pode n&atilde;o conseguir extrair tudo, o que gera mais inc&ocirc;modo e at&eacute; dor. &ldquo;&Eacute; poss&iacute;vel fazer um ciclo de massagem para deixar a mama mole e, s&oacute; depois, oferecer ao beb&ecirc;. Ter cuidado com a pega da mama e o posicionamento do beb&ecirc; tamb&eacute;m s&atilde;o medidas importantes. E se mesmo assim a mama estiver ingurgitada pode fazer uma compressa gelada, depois da mamada&rdquo;, sugere Ortolani.<\/p>\n<h2>Peito murcho depois da amamenta&ccedil;&atilde;o, e agora?<\/h2>\n<p>Acontece! Por volta dos 40 dias ap&oacute;s o nascimento, &eacute; comum que a mama esvazie e tenha uma sensa&ccedil;&atilde;o maior de flacidez. Isso acontece porque o corpo passou a regular a produ&ccedil;&atilde;o do leite.<\/p>\n<h3>Deixe os palpiteiros de lado<\/h3>\n<p>Se o aleitamento materno for um desejo dos cuidadores, &eacute; importante que eles saibam disso e que consigam afastar os palpiteiros de plant&atilde;o {que surgem aos montes nesses momentos}.<\/p>\n<p>&ldquo;Muitas pessoas deixam o sonho da amamenta&ccedil;&atilde;o de lado porque escutam muitos palpites como &lsquo;o leite &eacute; fraco&rsquo; ou &lsquo;beb&ecirc; mama toda hora porque o peito n&atilde;o produz o suficiente&rsquo;, e nada disso &eacute; verdadeiro. O peito n&atilde;o &eacute; s&oacute; o alimento do beb&ecirc;, mas aconchego, carinho e &eacute; o lugar que mais se assemelha ao que ele tinha dentro do &uacute;tero&rdquo;, explica a obstetriz.<\/p>\n<h2>Como saber se o beb&ecirc; est&aacute; mamando bem?<\/h2>\n<p>Pelo xixi e coc&ocirc; do beb&ecirc;! A regra &eacute;: se algo est&aacute; entrando, algo est&aacute; saindo.<\/p>\n<p>No primeiro dia de vida, o coc&ocirc; tende a ser de uma cor verde escuro quase preto, e &eacute; chamado de mec&ocirc;nio. J&aacute; o xixi vem uma a duas vezes nesse primeiro dia.<\/p>\n<p>No segundo dia, dois xixis. Terceiro, tr&ecirc;s. A partir do quarto, mais de seis xixis por dia. No caso dos coc&ocirc;s: uma vez por dia.<\/p>\n<p>&ldquo;O objetivo n&atilde;o &eacute; ficar anotando exatamente quanto de xixi e de coc&ocirc; o beb&ecirc; fez, mas vale ficar de olho na produ&ccedil;&atilde;o. E se tem algo saindo &eacute; porque algo est&aacute; entrando, ent&atilde;o podem ficar tranquilos&rdquo;, explica a obstetriz.<\/p>\n<p>Outros sinais s&atilde;o:<\/p>\n<ul>\n<li>Seios est&atilde;o mais macios ap&oacute;s as mamadas;<\/li>\n<li>Beb&ecirc; est&aacute; relaxado e tranquilo;<\/li>\n<li>Suc&ccedil;&atilde;o foi nutritiva, ou o beb&ecirc; engoliu o leite;<\/li>\n<li>H&aacute; uma quantidade ideal de trocas de fraldas;<\/li>\n<li>Beb&ecirc; est&aacute; ganhando peso.<\/li>\n<\/ul>\n<h2>Mamou, e agora?<\/h2>\n<p>Alguns cuidados s&atilde;o important&iacute;ssimos ap&oacute;s as mamadas. S&atilde;o eles:<\/p>\n<ul>\n<li>N&atilde;o deite o beb&ecirc; imediatamente depois da mamada;<\/li>\n<li>Deixe o beb&ecirc; na vertical, apoiado no ombro do cuidador e aguarde a eructa&ccedil;&atilde;o, ou o arroto;<\/li>\n<li>Beb&ecirc; n&atilde;o arrotou, mesmo depois de 15 a 20 minutos da mamada? Fique tranquilo, nem todas as mamadas ser&atilde;o seguidas da eructa&ccedil;&atilde;o. Passado o per&iacute;odo, j&aacute; pode deitar o beb&ecirc;.<\/li>\n<\/ul>\n<h2>Cor do coc&ocirc; do beb&ecirc;: o que &eacute; normal?<\/h2>\n<p>Depois do mec&ocirc;nio (o primeiro coc&ocirc;, que &eacute; num tom de verde escuro, quase preto), a colora&ccedil;&atilde;o tende a ir clareando para tons mais claros de verde e at&eacute; de amarelo.<\/p>\n<p>&ldquo;Um coc&ocirc; tranquilo &eacute; aquele que traz as cores da bandeira do Brasil: de verde a amarelo, e podem ter alguns grumos brancos tamb&eacute;m&rdquo;, explica Ortolani.<\/p>\n<p>Sinais de alerta: coc&ocirc; com sangue. &ldquo;Em alguns casos &eacute; o sangue do mamilo que pode estar machucado, mas &eacute; sempre importante avaliar quando aparecer nas fezes. Outro sinal de alerta &eacute; quando o coc&ocirc;, que j&aacute; estava mais claro, volta a ficar bem escuro.&rdquo;<\/p>\n<h2>Fralda de beb&ecirc;: como trocar?<\/h2>\n<h3>Primeiro passo: higienizar as m&atilde;os<\/h3>\n<p>Por mais que a ideia seja justamente sujar as m&atilde;os durante o processo, &eacute; importante que, antes da troca da fralda, o cuidador fa&ccedil;a uma higiene adequada para evitar levar mais sujeira &agrave; &aacute;rea do beb&ecirc;.<\/p>\n<h3>Segundo passo: limpar a regi&atilde;o de dentro para fora<\/h3>\n<p>Com a ajuda de um algod&atilde;o umedecido em &aacute;gua morna, o movimento &eacute; claro: de dentro para fora, tirando de perto da regi&atilde;o perineal a sujeira.<\/p>\n<p>E o len&ccedil;o umedecido? &Eacute; melhor evitar nos primeiros tr&ecirc;s meses de vida.<\/p>\n<h3>Terceiro passo: vire de lado o beb&ecirc;<\/h3>\n<p>Na hora de higienizar as n&aacute;degas e a regi&atilde;o perineal, vire o beb&ecirc; delicadamente de lado. Nunca eleve os quadris pelas pernas, ok?<\/p>\n<h3>Quarto passo: seque o beb&ecirc;<\/h3>\n<p>Depois de passar o algod&atilde;o umedecido em &aacute;gua morna e retirar toda a sujeira, &eacute; hora de sec&aacute;-lo. Para isso, use tecidos macios ou outro algod&atilde;o, dessa vez seco.<\/p>\n<h3>Quinto passo: precisa de pomada?<\/h3>\n<p>Se houver indica&ccedil;&atilde;o do profissional de sa&uacute;de que atende o beb&ecirc;, sim, podem ser usadas pomadas ou cremes. Do contr&aacute;rio, confira com o profissional antes de aplicar esses produtos, ok?<\/p>\n<h3>Sexto passo: colocando a fralda limpa<\/h3>\n<p>Al&eacute;m de limpa, &eacute; preciso se atentar ao posicionamento da fralda, para evitar vazamentos e ao tamanho apropriado.<\/p>\n<p>Outro cuidado: a troca deve ser feita de forma r&aacute;pida, especialmente se for em uma esta&ccedil;&atilde;o do ano mais fria. &ldquo;Antes de trocar, &eacute; importante deixar tudo preparado: fralda nova, roupa, pomada, algod&atilde;o, &aacute;lcool 70%, &aacute;gua, etc&rdquo;, explica Ortolani.<\/p>\n<h2>Coto umbilical: como cuidar?<\/h2>\n<p>A recomenda&ccedil;&atilde;o dos profissionais de sa&uacute;de com rela&ccedil;&atilde;o ao coto umbilical s&atilde;o claras: em toda troca de fralda e ap&oacute;s o banho, deve-se passar, com a ajuda de um cotonete, o &aacute;lcool 70% na forma l&iacute;quida. E isso vai al&eacute;m da limpeza!<\/p>\n<p>&ldquo;O &aacute;lcool, al&eacute;m de higienizar a regi&atilde;o, vai mumificar esse coto umbilical. E esse ressecamento faz com que haja o desprendimento do coto&rdquo;, explica Fernanda Mendes, enfermeira especialista em Sa&uacute;de P&uacute;blica e Amamenta&ccedil;&atilde;o, e que tamb&eacute;m faz parte do N&uacute;cleo de Promo&ccedil;&atilde;o &agrave; Sa&uacute;de do hospital SEPACO, que &eacute; parceiro da Alice.<\/p>\n<p>Entre 7 e 15 dias, o coto tende a desprender e cair.<\/p>\n<h3>Coto umbilical inflamado: sinais<\/h3>\n<ul>\n<li>Vermelhid&atilde;o em volta do coto;<\/li>\n<li>Incha&ccedil;o;<\/li>\n<li>Dor;<\/li>\n<li>Secre&ccedil;&atilde;o no umbigo.<\/li>\n<\/ul>\n<p>&ldquo;Pode ser que sangre, mas em pouqu&iacute;ssima quantidade e pontualmente, logo que cair. Mas, se sangrar mais do que isso, &eacute; preciso avalia&ccedil;&atilde;o de um profissional de sa&uacute;de&rdquo;, refor&ccedil;a a obstetriz.<\/p>\n<h3>O que n&atilde;o fazer com o coto umbilical?<\/h3>\n<p>N&atilde;o &eacute; recomendado o uso de fralda em cima do coto e nem moedas. Afinal, conforme explica Mendes, n&atilde;o &eacute; isso que vai garantir se o umbigo ficar&aacute; para &ldquo;dentro&rdquo; ou para &ldquo;fora&rdquo; no beb&ecirc;.<\/p>\n<p>&ldquo;O coto &eacute; uma liga&ccedil;&atilde;o direta do beb&ecirc; com a placenta. Por isso, a musculatura dele se separa para a sa&iacute;da desse cord&atilde;o e, quando cai, a pr&oacute;pria anatomia do nosso corpo faz com que a musculatura se una novamente. Se houver uma jun&ccedil;&atilde;o por completo, o umbigo fica para dentro. Se n&atilde;o fechar totalmente, o umbigo fica para fora. N&atilde;o adianta colocar moeda, porque &eacute; uma jun&ccedil;&atilde;o feita de dentro para fora&rdquo;, explica a enfermeira.<\/p>\n<h2>Hora do banho do beb&ecirc;: quantas vezes por dia?<\/h2>\n<p>Beb&ecirc;s rec&eacute;m-nascidos n&atilde;o precisam de muitos banhos ao longo do dia. Um &eacute; mais do que o suficiente, segundo Mendes, e pode ocorrer depois das 24 horas ap&oacute;s o parto.<\/p>\n<p>Isso porque o beb&ecirc; nasce com uma esp&eacute;cie de &ldquo;pasta branca&rdquo; ao redor do corpo, chamada de v&eacute;rnix. Esta serve como um hidratante natural e &eacute; importante que o beb&ecirc; tenha a chance de absorver essa subst&acirc;ncia.<\/p>\n<h3>Temperatura ideal e quantidade certa de &aacute;gua para o banho do beb&ecirc;<\/h3>\n<p>Um passo importante para tornar o momento mais f&aacute;cil e confort&aacute;vel &eacute; deixar todos os itens que forem necess&aacute;rios separados e preparados para o momento, como o shampoo, fralda, roupa, toalha, etc.<\/p>\n<p>&ldquo;N&atilde;o h&aacute; necessidade de usar nenhum outro produto al&eacute;m do shampoo que pode ser usado da cabe&ccedil;a aos p&eacute;s&rdquo;, explica Mendes, que tamb&eacute;m explica com rela&ccedil;&atilde;o &agrave; quantidade de &aacute;gua e temperatura ideias:<\/p>\n<p>&ldquo;A quantidade de &aacute;gua na banheira, caso essa seja a op&ccedil;&atilde;o da fam&iacute;lia, &eacute; de cinco dedos. J&aacute; a temperatura, 36,5&ordm;C a 37&ordm;C. Quem n&atilde;o tem acesso a um term&ocirc;metro, a medida ideal &eacute; colocar a regi&atilde;o do punho no fundo da banheira e ter a sensa&ccedil;&atilde;o gostosa de uma &aacute;gua morna para quente, com a vontade de deixar as m&atilde;os l&aacute;.&rdquo;<\/p>\n<h3>Banho do beb&ecirc;: ordem certa<\/h3>\n<p>E a ordem de limpeza?<\/p>\n<ol>\n<li>Primeiro, o rosto do beb&ecirc;, aproveitando que a &aacute;gua ainda est&aacute; bem limpa.<\/li>\n<li>Cabelos e cabe&ccedil;a. Depois de limpos, &eacute; importante fazer a secagem dessas &aacute;reas antes de seguir para o restante do corpo, ok?<\/li>\n<li>Tronco, abdome, bra&ccedil;os e m&atilde;os, &aacute;rea &iacute;ntima, pernas e p&eacute;s.<\/li>\n<\/ol>\n<h2>Banheira, chuveiro ou ofur&ocirc;: qual &eacute; a melhor forma de dar banho no beb&ecirc;?<\/h2>\n<p>A escolha depende da fam&iacute;lia, mas h&aacute; diferentes op&ccedil;&otilde;es para a hora do banho.<\/p>\n<p>A banheira &eacute; a mais tradicional e, dentre os cuidados, vale deixar todos os itens que ser&atilde;o usados no banho pr&oacute;ximos, bem como usar um apoio na banheira para o beb&ecirc;.<\/p>\n<p>J&aacute; o chuveiro pode ser uma oportunidade de contato pele a pele. Enquanto um cuidador segura o beb&ecirc; sob a &aacute;gua &ndash; n&atilde;o precisa cair diretamente na pele do beb&ecirc;, mas n&atilde;o h&aacute; problemas se cair &ndash; o outro faz a higieniza&ccedil;&atilde;o das partes &iacute;ntimas.<\/p>\n<p>No caso do ofur&ocirc;, a &aacute;gua lembra o ambiente do &uacute;tero, e pode ser um bom ritual noturno para acalmar antes de dormir.<\/p>\n<h2>Sono: quais as principais recomenda&ccedil;&otilde;es?<\/h2>\n<p>N&atilde;o h&aacute; regra &uacute;nica, j&aacute; que o sono varia muito de beb&ecirc; para beb&ecirc;, e de fam&iacute;lia para fam&iacute;lia.<\/p>\n<p>Mas algumas orienta&ccedil;&otilde;es gerais valem a todos:<\/p>\n<ul>\n<li>Beb&ecirc;s devem dormir de barriga para cima, sempre, at&eacute; os seis meses. Ou, se n&atilde;o for poss&iacute;vel, levemente lateralizados.<\/li>\n<li>Ber&ccedil;os devem estar vazios, sem protetores, muitos cobertores, travesseiros ou bichinhos de pel&uacute;cia no in&iacute;cio. H&aacute; um risco maior de sufocamento.<\/li>\n<li>Toucas tamb&eacute;m devem ser evitadas, para evitar risco de acidentes.<\/li>\n<li>Se o beb&ecirc; n&atilde;o estiver em um ninho ou em um saco de dormir, o cobertor s&oacute; pode ir at&eacute; a linha do mamilo, e com os bra&ccedil;os para fora.<\/li>\n<\/ul>\n<p>E a cama compartilhada? Pode ser feita, mas alguns cuidados precisam ser tomados, como deixar o ninho com o beb&ecirc; na mesma altura da cabe&ccedil;a\/travesseiro dos pais. &ldquo;Isso &eacute; cientificamente explicado: quando um adulto rola pela cama e se depara com algo na altura da face, ele se assusta e para. Se est&aacute; na altura do corpo, &eacute; mais f&aacute;cil confundir com uma coberta ou travesseiro&rdquo;, explica Mendes.<\/p>\n<h2>O que significa o choro do beb&ecirc;? Cabe a cada fam&iacute;lia descobrir<\/h2>\n<p>&Eacute; isso! Beb&ecirc;s se comunicam pelo choro, e n&atilde;o h&aacute; manual de instru&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p>&ldquo;Com o tempo, a fam&iacute;lia se adapta ao choro do beb&ecirc; e vai percebendo o que cada um pode significar, se &eacute; sono, c&oacute;lica ou fome. O importante &eacute; manter a calma e entender que o choro &eacute; a forma que o beb&ecirc; tem de se comunicar&rdquo;, explica a obstetriz.<\/p>\n<h2>Rede de apoio: para que serve?<\/h2>\n<p>&Eacute; f&aacute;cil confundir e achar que a rede de apoio servir&aacute; para os cuidados com o beb&ecirc; apenas, mas Mendes explica que n&atilde;o &eacute; bem assim.<\/p>\n<p>&ldquo;A fam&iacute;lia, o n&uacute;cleo familiar, por mais inseguro que estejam, v&atilde;o dar conta dos cuidados com o beb&ecirc;. &Eacute; o trabalho extra que acaba pesando para a fam&iacute;lia, como o cuidado com a casa, a ida ao mercado, o levar o animal de estima&ccedil;&atilde;o para passear, etc. E &eacute; a&iacute; que entra a rede de apoio&rdquo;, explica.<\/p>\n<p>Segundo a enfermeira, a rede de apoio precisa ser aquela pessoa (ou grupo de pessoas) que a fam&iacute;lia tenha confian&ccedil;a suficiente para pedir que fa&ccedil;a uma compra no mercado por eles, limpe o banheiro, auxilie de alguma forma nas tarefas da casa que a fam&iacute;lia n&atilde;o dar&aacute; conta de fazer ap&oacute;s o nascimento. &ldquo;&Eacute; algu&eacute;m que possa manter a rotina que a fam&iacute;lia j&aacute; tinha, com algumas adapta&ccedil;&otilde;es&rdquo;, refor&ccedil;a.<\/p>\n<h2>D&uacute;vidas sobre o beb&ecirc;: onde recorrer?<\/h2>\n<p>Buscar informa&ccedil;&otilde;es de fontes confi&aacute;veis &eacute; o primeiro passo para tirar todas as d&uacute;vidas com rela&ccedil;&atilde;o &agrave; gesta&ccedil;&atilde;o, parto e ap&oacute;s o nascimento &ndash; e h&aacute; v&aacute;rios caminhos poss&iacute;veis!<\/p>\n<p>Um deles &eacute; o blog da Alice, que sempre traz informa&ccedil;&otilde;es baseadas nas evid&ecirc;ncias cient&iacute;ficas, com entrevistas de profissionais de sa&uacute;de qualificados.<\/p>\n<p>Outro s&atilde;o os cursos para gestantes, ofertados por diferentes hospitais e maternidades, como a <a href=\"https:\/\/www.sepaco.org.br\/maternidade\/\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow noopener\">SEPACO<\/a>, que &eacute; parceira da Alice.<\/p>\n<html><body><h2>Alice tem o plano de sa&uacute;de certo para a sua empresa!<\/h2>\n<p>Alice &eacute; uma empresa de tecnologia que oferece planos de sa&uacute;de empresarial e tem a miss&atilde;o de tornar o mundo mais saud&aacute;vel. 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