{"id":2044,"date":"2021-02-10T08:05:26","date_gmt":"2021-02-10T08:05:26","guid":{"rendered":"http:\/\/blog.alice.com.br\/uncategorized\/saude-tecnologia-planos-gestora-saude\/"},"modified":"2022-11-11T13:07:23","modified_gmt":"2022-11-11T16:07:23","slug":"saude-tecnologia-planos-gestora-saude","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/alice.com.br\/blog\/sua-saude\/saude-tecnologia-planos-gestora-saude\/","title":{"rendered":"Sa\u00fade e tecnologia: dos tradicionais planos \u00e0 gestora de sa\u00fade"},"content":{"rendered":"<html><body><p>Quando a gente pensa em sa&uacute;de no Brasil hoje, rapidamente a dividimos em duas categorias: p&uacute;blica e privada. Claro, essa ideia n&atilde;o est&aacute; de todo errada, mas, ao longo dos anos, o setor se expandiu muito, trazendo diversas outras subcategorias.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>De um lado est&aacute; o Sistema &Uacute;nico de Sa&uacute;de (SUS), que atende mais de 70% da popula&ccedil;&atilde;o &mdash; isso significa que mais de 150 milh&otilde;es de brasileiros dependem da sa&uacute;de p&uacute;blica. Do outro, est&aacute; a sa&uacute;de privada. E &eacute; aqui que a coisa come&ccedil;a a se desdobrar.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Atualmente, pouco mais de 47 milh&otilde;es de brasileiros fazem uso de planos de sa&uacute;de &mdash; isso d&aacute; cerca de 22,7% da popula&ccedil;&atilde;o. Os dados, atualizados em 2019, s&atilde;o da <a href=\"https:\/\/alice.com.br\/blog\/empresas\/qual-a-funcao-da-ans\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Ag&ecirc;ncia Nacional de Sa&uacute;de Suplementar (ANS)<\/a>, &oacute;rg&atilde;o que regula as operadoras de sa&uacute;de suplementar (que &eacute; a mesma coisa que plano de sa&uacute;de privado).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Ainda de acordo com a ANS, s&atilde;o 754 operadoras em todo o pa&iacute;s que oferecem planos individuais, familiares e coletivos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Se formos pensar que a sa&uacute;de suplementar nasceu na d&eacute;cada de 1950, conclu&iacute;mos que esse foi um mercado que andou a passos lentos &mdash; principalmente comparado a outros setores &mdash;, resistente a mudan&ccedil;as e, principalmente, &agrave; integra&ccedil;&atilde;o com a tecnologia.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Mas esse cen&aacute;rio vem se transformando. O avan&ccedil;o tecnol&oacute;gico que dominou diversos mercados chegou &agrave; sa&uacute;de, digamos, tardiamente. Mas chegou:<\/p>\n\n\n\n<p>As chamadas healthtechs, mais do que uma evolu&ccedil;&atilde;o da forma como lidamos com a sa&uacute;de hoje, representam uma ruptura na cultura do setor, que ainda sofre com quest&otilde;es burocr&aacute;ticas {haja papel!}, falta de automatiza&ccedil;&atilde;o e descentraliza&ccedil;&atilde;o de dados.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Quem j&aacute; teve que repetir diversas vezes os sintomas de um problema de sa&uacute;de ou o hist&oacute;rico pessoal em diferentes atendimentos sabe do que a gente est&aacute; falando.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>&ldquo;As healthtechs prop&otilde;em a solu&ccedil;&atilde;o de problemas da &aacute;rea da sa&uacute;de por meio da tecnologia&rdquo;, diz Guilherme Azevedo, cofundador da Alice. &ldquo;A tecnologia permite que informa&ccedil;&otilde;es que antes n&atilde;o eram integradas passem a ser e, assim, a gente consiga agir de forma mais eficiente e precisa. Dessa forma, somos capazes de usar os dados a favor da sa&uacute;de, garantindo que as informa&ccedil;&otilde;es fluam e que a gente possa entregar o cuidado com agilidade e seguran&ccedil;a.&rdquo;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>&zwj;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"https:\/\/alice.com.br\/Simulador?utm_source=portal&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=saude-e-tecnologia-banner\" target=\"_blank\" rel=\"https:\/\/alice.com.br\/simulador noopener\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/uploads-ssl.webflow.com\/600043ae09b8181b1c1438af\/613b66ab1043767a405224ed_Alice%20Sa%C3%BAde%20Simular%20Plano%20B1.jpg\" alt=\"Descubra tudo que a Alice pode fazer por voc&ecirc;\"><\/a><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Um pouco de hist&oacute;ria<\/h2>\n\n\n\n<p>Para entender como chegamos at&eacute; aqui, vale voltar um pouco no tempo e entender como tudo come&ccedil;ou&hellip;<\/p>\n\n\n\n<p>L&aacute; na d&eacute;cada de 1950, no governo do Juscelino Kubitschek, com cada vez mais ind&uacute;strias automobil&iacute;sticas chegando ao Brasil, cresceu a demanda por m&atilde;o-de-obra especializada e, principalmente, forte e saud&aacute;vel.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A&iacute;, em 1956, um m&eacute;dico chamado Juljan Czapski fundou em S&atilde;o Paulo a Policl&iacute;nica Central, que foi considerada a primeira empresa de planos de sa&uacute;de do pa&iacute;s &mdash; e assim nasceram os primeiros planos de sa&uacute;de coletivos.<\/p>\n\n\n\n<p>Dali em diante, a sa&uacute;de suplementar passou a se expandir em alta velocidade. No in&iacute;cio da d&eacute;cada de 1960, surgiram as cooperativas de sa&uacute;de. Muita gente come&ccedil;ou a se interessar por planos individuais e, em 1980, o setor passou por uma regulamenta&ccedil;&atilde;o, o que ajudou a evoluir bastante o mercado das operadoras.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O setor seguiu expandindo, mas teve um momento de desacelera&ccedil;&atilde;o em 1994 com a implementa&ccedil;&atilde;o do Plano Real e a consequente baixa da infla&ccedil;&atilde;o, j&aacute; que as operadoras faturavam muito com as aplica&ccedil;&otilde;es financeiras.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O mercado viveu dias dif&iacute;ceis at&eacute; 1998, quando foi criada a Lei n&deg; 9.656, marcando uma nova regulamenta&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de suplementar.<\/p>\n\n\n\n<p>Essa medida disciplinou o mercado de planos de sa&uacute;de, deixando-o mais pr&oacute;ximo ao que conhecemos hoje, com financiamento dos conv&ecirc;nios, per&iacute;odos de car&ecirc;ncia e defini&ccedil;&otilde;es claras dos servi&ccedil;os a serem prestados pelos profissionais de sa&uacute;de.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>E, claro, como acontece com a maior parte dos mercados, o setor da sa&uacute;de tamb&eacute;m fica &agrave; merc&ecirc; da economia do pa&iacute;s, retraindo quando ela retrai &ndash; como aconteceu em 2014, quando enfrentamos uma crise brava &ndash; e crescendo quando ela volta a esquentar.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Mas, de forma geral, em termos de evolu&ccedil;&atilde;o enquanto produtos e servi&ccedil;os, o mercado de planos de sa&uacute;de passou muitas d&eacute;cadas sem mudan&ccedil;as significativas.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Enfim, as healthtechs<\/h2>\n\n\n\n<p>&Eacute; dif&iacute;cil precisar quando as healthtechs nasceram, j&aacute; que seu conceito &eacute; bastante amplo: em sua ess&ecirc;ncia, healthtech &eacute; um servi&ccedil;o de sa&uacute;de baseado em tecnologia.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Ou seja, empresas {como a Alice} utilizam inova&ccedil;&otilde;es tecnol&oacute;gicas, como Big Data e intelig&ecirc;ncia artificial, para garantir um atendimento em sa&uacute;de integrado, mais &aacute;gil, preciso e seguro.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>&ldquo;Quando comparamos uma healthtech a empresas tradicionais de sa&uacute;de, a principal diferen&ccedil;a &eacute; que a primeira &eacute; um neg&oacute;cio que nasceu com a cultura de trabalho baseada em tecnologia. Ent&atilde;o, quando falamos em healthtechs, &eacute; importante entender que, nesse modelo, a tecnologia anda lado a lado com a sa&uacute;de. <\/strong>&zwj;<strong>Essa &eacute; uma diferen&ccedil;a fundamental. A tecnologia n&atilde;o est&aacute; a servi&ccedil;o do sistema, ela n&atilde;o &eacute; apenas uma &aacute;rea de suporte, ela &eacute; o produto&rdquo;, diz Guilherme.&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Sem d&uacute;vida, as healthtechs nasceram como uma resposta eficiente &agrave;s defici&ecirc;ncias do setor &ndash; ou, como a gente costuma chamar no universo da inova&ccedil;&atilde;o, a dor &ndash;, oferecendo solu&ccedil;&otilde;es para velhos problemas.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Automatiza&ccedil;&atilde;o dos processos, centraliza&ccedil;&atilde;o e o compartilhamento dos dados de pacientes de forma sigilosa e segura, an&aacute;lises preditivas de evolu&ccedil;&atilde;o de tratamentos, atendimento on-line e at&eacute; diagn&oacute;sticos simples a dist&acirc;ncia s&atilde;o algumas das vantagens que esse modelo oferece sobre os sistemas tradicionais.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>N&atilde;o &agrave; toa, segundo um levantamento do Sistema de Intelig&ecirc;ncia Setorial do Sebrae-SC no in&iacute;cio de 2019, houve no mundo todo um crescimento de 90% no volume de investimentos em healthtechs entre 2010 e 2017.<\/p>\n\n\n\n<p>No Brasil, esse setor ganhou asas em 2018, crescendo rapidamente &ndash; nesse cen&aacute;rio nasceu a Alice, em 2020.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com um relat&oacute;rio da KPMG, em 2019 o pa&iacute;s contabilizava 288 startups de sa&uacute;de. N&atilde;o &eacute; pouca coisa, considerando que os polos de inova&ccedil;&atilde;o brasileiros s&atilde;o relativamente recentes.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">E&nbsp;a Alice tamb&eacute;m &eacute; uma healthtech?<\/h3>\n\n\n\n<p>Sim, n&oacute;s somos uma healthtech, mas tamb&eacute;m somos uma <strong>gestora de sa&uacute;de.&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">O que isso significa na pr&aacute;tica?<\/h3>\n\n\n\n<p>Somos uma healthtech porque criamos uma tecnologia do zero que faz com que a gente consiga disseminar essa cultura de inova&ccedil;&atilde;o na sa&uacute;de.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Hoje, nosso sistema permite que a gente ofere&ccedil;a a todos os nossos membros, com a mesma qualidade, acompanhamento personalizado, integra&ccedil;&atilde;o de cuidados baseada na Aten&ccedil;&atilde;o Prim&aacute;ria &agrave; Sa&uacute;de e atendimento eficiente &ndash; isso tudo funciona com a mesma efic&aacute;cia em m&eacute;dia e larga escalas.<\/p>\n\n\n\n<p>E somos uma gestora de sa&uacute;de porque temos uma proposta diferenciada: queremos que nossos membros sejam saud&aacute;veis.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Parece &oacute;bvio? Pera&iacute;:<\/h3>\n\n\n\n<p><strong>&ldquo;Quando as pessoas pensam em plano de sa&uacute;de, associam a hospitais, cl&iacute;nicas, laborat&oacute;rios&hellip; Enfim, v&atilde;o lembrar do plano quando ficam doentes. Na Alice, criamos um plano de sa&uacute;de como ele deve ser: para cuidar da sua sa&uacute;de, n&atilde;o da sua doen&ccedil;a&rdquo;, explica Guilherme.&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Por isso somos uma gestora de sa&uacute;de: oferecemos, desde o primeiro momento, um Time de Sa&uacute;de para te acompanhar na sua rotina, garantindo que voc&ecirc; esteja sempre saud&aacute;vel. Esse &eacute; nosso principal objetivo.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>E se voc&ecirc; ficar doente? Tudo bem, a gente pensou nisso tamb&eacute;m: seu plano oferece conv&ecirc;nio em hospitais e laborat&oacute;rios de ponta. Mas a ideia &eacute; que voc&ecirc; precise deles o m&iacute;nimo poss&iacute;vel.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Por isso, al&eacute;m do Time de Sa&uacute;de, voc&ecirc; ainda conta com o Alice Agora no app, nosso atendimento sempre a postos para o que voc&ecirc; precisar, e a Casa Alice, onde voc&ecirc; pode realizar consultas presenciais e alguns procedimentos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Ah, se quiser vir tomar um caf&eacute; com a gente e saber mais sobre como a Alice funciona, nossas portas est&atilde;o sempre abertas. &#128521;<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Linha do tempo da sa&uacute;de<\/h2>\n\n\n\n<p>Abaixo, a gente te explica a partir de uma linha do tempo, um pouco da hist&oacute;ria da sa&uacute;de suplementar no Brasil. Confira:<\/p>\n\n\n\n<p>&zwj;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/uploads-ssl.webflow.com\/600043ae09b8181b1c1438af\/6144d8a16c3ecb5ff3b245bc_hist%C3%B3ria%20da%20sa%C3%BAde%20suplementar%20no%20Brasil.png\" alt=\"\"><\/figure>\n\n\n\n<p>&zwj;<\/p>\n\n\n\n<p><em>Fonte: Ag&ecirc;ncia Nacional de Sa&uacute;de Suplementar (ANS)<\/em>&zwj;<\/p>\n<html><body><div class=\"cta cta--post--slim_withlogo\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<a href=\"https:\/\/alice.com.br\/\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"logo\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<img src=\"https:\/\/alice.com.br\/blog\/wp-content\/themes\/arada\/dist\/images\/alice.svg\" width=\"288\" height=\"150\" aria-label=\"hidden\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<span class=\"title\">Conhe&ccedil;a a Alice<\/span><span class=\"icon icon--arrow_right\"><\/span><\/a>\n\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div><\/body><\/html><\/body><\/html>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"","protected":false},"author":5,"featured_media":7441,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[5],"tags":[139],"class_list":["post-2044","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-sua-saude","tag-institucional"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/alice.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2044","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/alice.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/alice.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/alice.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/5"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/alice.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2044"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/alice.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2044\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":7442,"href":"https:\/\/alice.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2044\/revisions\/7442"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/alice.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/7441"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/alice.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2044"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/alice.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2044"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/alice.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2044"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}