{"id":21006,"date":"2026-04-24T16:29:28","date_gmt":"2026-04-24T19:29:28","guid":{"rendered":"https:\/\/alice.com.br\/blog\/?p=21006"},"modified":"2026-04-24T16:29:28","modified_gmt":"2026-04-24T19:29:28","slug":"riscos-psicossociais-josiane-lima-swile","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/alice.com.br\/blog\/empresas\/riscos-psicossociais-josiane-lima-swile\/","title":{"rendered":"&#8220;Empresas t\u00eam o dever social de ser um local de sa\u00fade, n\u00e3o de adoecimento&#8221;: Josiane Lima, Diretora de Pessoas da Swile Brasil"},"content":{"rendered":"<html><body><p><span>Ler pessoas nas entrelinhas &ndash; se preocupando tanto com o que &eacute; falado quanto com o que n&atilde;o &eacute; falado &ndash; &eacute; uma habilidade que Josiane Lima aprendeu no jornalismo, levou para a &aacute;rea de Recursos Humanos e nunca mais abandonou.<\/span><\/p>\n<blockquote>\n<h3><span>&ldquo;Na comunica&ccedil;&atilde;o e na fala das pessoas, tem o que &eacute; realmente dito, tem o que n&atilde;o &eacute; dito e tem o que fica nas entrelinhas. Muitas dores ou problemas que a gente tem dentro dos times est&atilde;o nesse lugar&rdquo;, reflete a Diretora de Pessoas da Swile Brasil.<\/span><\/h3>\n<\/blockquote>\n<p><span>N&atilde;o &eacute; coincid&ecirc;ncia que essa mesma habilidade seja hoje um dos pilares do trabalho que ela desenvolve na gest&atilde;o de pessoas, e especialmente no tema que pauta o debate nas empresas brasileiras nos &uacute;ltimos anos: os riscos psicossociais no trabalho.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><span>A atualiza&ccedil;&atilde;o da NR-1 traz ao debate fatores como estresse cr&ocirc;nico, burnout, sobrecarga e ass&eacute;dio no ambiente de trabalho, e Josiane refor&ccedil;a a urg&ecirc;ncia do tema. Segundo ela, as empresas n&atilde;o podem depender de uma data de fiscaliza&ccedil;&atilde;o para come&ccedil;ar a tratar a sa&uacute;de mental com mais seriedade.<\/span><\/p>\n<p><span>Nesta conversa ao <\/span><b>Blog da Alice<\/b><span>, a entrevistada aborda como a comunica&ccedil;&atilde;o molda l&iacute;deres mais humanos, o que a Swile fez para chegar &agrave; nota de 9,3 no NPS dos colaboradores e por onde os RHs devem come&ccedil;ar quando o assunto &eacute; sa&uacute;de mental no trabalho.<\/span><\/p>\n<h2><b>Voc&ecirc; vem do jornalismo e chegou &agrave; diretoria de pessoas de uma das startups mais relevantes do mercado de benef&iacute;cios. Como essa trajet&oacute;ria moldou a forma como voc&ecirc; enxerga a gest&atilde;o de pessoas hoje?<\/b><\/h2>\n<p><span>Sem d&uacute;vida, a comunica&ccedil;&atilde;o foi a skill que me trouxe at&eacute; aqui. Quando eu cheguei na &aacute;rea de RH e entendi o poder da comunica&ccedil;&atilde;o, pensei: todas as pessoas deveriam fazer minimamente um curso de comunica&ccedil;&atilde;o ou um primeiro semestre em Rela&ccedil;&otilde;es P&uacute;blicas ou Jornalismo. Se comunicar com clareza e transpar&ecirc;ncia te faz um profissional melhor, te faz ter rela&ccedil;&otilde;es melhores. Voc&ecirc; consegue modular essa comunica&ccedil;&atilde;o de acordo com o seu p&uacute;blico.<\/span><\/p>\n<p><span>A outra conex&atilde;o &eacute; que o RH &eacute; estruturante, e eu entendi que, pelo meu background de jornalismo, a gente desenvolve muito a capacidade de influ&ecirc;ncia. Numa nova &eacute;poca em que as coisas n&atilde;o acontecem mais de forma top-down, mas muito mais por alinhamento, por costura e por influ&ecirc;ncia, eu percebi que eu j&aacute; tinha isso bastante desenvolvido.<\/span><\/p>\n<h2><b>Teve algum momento espec&iacute;fico que marcou essa virada de carreira?<\/b><\/h2>\n<p><span>Eu trabalhava numa grande varejista americana que estava no Brasil e eles tinham acabado de rodar uma pesquisa onde perguntaram para a lideran&ccedil;a o que achavam da &aacute;rea de comunica&ccedil;&atilde;o interna. A resposta estava mais para regular do que bom. Eu tinha acabado de vir de um media training e pensei &ldquo;a gente devia fazer um treinamento interno&rdquo;. Do mesmo jeito que a gente prepara as pessoas para falar com jornalistas, vamos preparar os l&iacute;deres para falar com seus times.<\/span><\/p>\n<p><span>O gestor adorou, a gente fez um piloto, e deu muito certo. Conseguimos observar que as pessoas que se comunicavam melhor, que absorviam o treinamento, usavam mais as ferramentas que a gente disponibilizava. Ao usar essas ferramentas, aumentavam o &iacute;ndice de engajamento das lojas. E, ao aumentar o engajamento, diminu&iacute;am o turnover e melhoravam as vendas. Uma espiral positiva, tudo pela comunica&ccedil;&atilde;o. Isso me deu uma visibilidade enorme e me aproximou da &aacute;rea de RH de uma forma diferente.<\/span><\/p>\n<h2><b>Como voc&ecirc; v&ecirc; a rela&ccedil;&atilde;o entre comunica&ccedil;&atilde;o e seguran&ccedil;a psicol&oacute;gica, especialmente quando falamos em riscos psicossociais?<\/b><\/h2>\n<p><span>Na comunica&ccedil;&atilde;o e na fala das pessoas tem o que &eacute; realmente dito, tem o que n&atilde;o &eacute; dito e tem o que fica nas entrelinhas. Muitas dores ou problemas que a gente tem dentro dos times est&atilde;o nesse lugar. Eu sempre soube ler essas entrelinhas, e &eacute; uma habilidade que o meu time diz aprender muito ao me observar.<\/span><\/p>\n<p><span>As doen&ccedil;as psicossociais est&atilde;o nesse lugar. As pessoas, muitas vezes, n&atilde;o conseguem dizer com todas as letras que est&atilde;o adoecidas mentalmente, mas elas d&atilde;o ind&iacute;cios. &Agrave;s vezes &eacute; a empresa que tem esse dever social de alertar, de ajudar, de estender a m&atilde;o. E a pessoa tamb&eacute;m precisa ter coragem de falar. Por isso, falo com recorr&ecirc;ncia para o time que a gente precisa ver o que n&atilde;o est&aacute; sendo dito, o que est&aacute; nas entrelinhas. A&iacute; tem muita coisa.<\/span><\/p>\n<h2><b>Como voc&ecirc; avalia a maturidade das empresas brasileiras no tema de sa&uacute;de mental e riscos psicossociais hoje?<\/b><\/h2>\n<p><span>&Eacute; uma agenda urgente. Ela n&atilde;o &eacute; inovadora, pois a NR-1 veio para acelerar uma causa que j&aacute; existe h&aacute; muito tempo. De 2024 para 2025, houve um aumento de 15% nos afastamentos por transtornos mentais; em 2025, mais de 500 mil colaboradores de organiza&ccedil;&otilde;es foram afastados. Isso &eacute; grave.<\/span><\/p>\n<p><span>Algumas empresas j&aacute; est&atilde;o mais avan&ccedil;adas, especialmente as grandes, que j&aacute; t&ecirc;m selos de sustentabilidade e precisaram se destacar por outros caminhos. As menores tamb&eacute;m est&atilde;o nesse caminho, mas tem empresas mais tradicionais que precisam de um RH como protagonista para liderar essa pauta e mostrar valor nesse lugar. Porque criar um ambiente seguro n&atilde;o &eacute; s&oacute; para que as pessoas deixem de adoecer. &Eacute; porque voc&ecirc; cria confian&ccedil;a, desenvolve l&iacute;deres, melhora o ambiente. E a&iacute; as pessoas desejam trabalhar na sua organiza&ccedil;&atilde;o, querem ficar, querem crescer, e o neg&oacute;cio cresce junto.<\/span><\/p>\n<h2><b>Quando voc&ecirc; chegou &agrave; Swile, voc&ecirc; falou sobre uma &ldquo;cultura de espelhamento&rdquo;: a ideia de que, como a Swile vende para RHs, o time de Pessoas precisa ser o primeiro a viver o que a empresa prega. Como o cuidado com sa&uacute;de mental e riscos psicossociais dentro do time de Pessoas se reflete em toda a Swile?<\/b><\/h2>\n<p><span>&Eacute; o cuidar de quem cuida. Colocar a m&aacute;scara primeiro em voc&ecirc; e depois na pessoa ao lado. Eu costumo dizer para o meu time que a gente vende um produto premium, e essa cultura de espelhamento &eacute;, na pr&aacute;tica, falar e fazer. O famoso <\/span><i><span>walk the talk<\/span><\/i><span>. N&atilde;o posso vender um lugar legal para se trabalhar, onde tem sa&uacute;de mental e seguran&ccedil;a psicol&oacute;gica, e as pr&aacute;ticas serem completamente opostas a isso.<\/span><\/p>\n<p><span>A gente tamb&eacute;m precisa ser um laborat&oacute;rio de coisas legais, fazer muitos testes. E antes de qualquer lan&ccedil;amento de programa, a gente tamb&eacute;m olha para dentro. No final do ano, por exemplo, levamos um psic&oacute;logo para uma roda de conversa, para que o time conseguisse trazer as pr&oacute;prias dores. Porque n&oacute;s tamb&eacute;m somos humanos, tamb&eacute;m passamos por problemas, tamb&eacute;m podemos adoecer. Preciso de um time saud&aacute;vel para trabalhar a sa&uacute;de com o restante da empresa.<\/span><\/p>\n<blockquote>\n<h3><span>Eu costumo dizer para o meu time que a gente vende um produto premium, e essa cultura de espelhamento &eacute;, na pr&aacute;tica, falar e fazer. O famoso <\/span><i><span>walk the talk<\/span><\/i><span>. N&atilde;o posso vender um lugar legal para se trabalhar, onde tem sa&uacute;de mental e seguran&ccedil;a psicol&oacute;gica, e as pr&aacute;ticas serem completamente opostas a isso.<\/span><\/h3>\n<\/blockquote>\n<h2><b>E o papel da lideran&ccedil;a nesse contexto?<\/b><\/h2>\n<p><span>A lideran&ccedil;a &eacute; estruturante para a sa&uacute;de ocupacional. A m&aacute;xima de que 90% das pessoas n&atilde;o se desligam das organiza&ccedil;&otilde;es, elas se desligam dos seus gestores, &eacute; uma verdade. E a gente sabe que o RH muitas vezes s&oacute; pega isso quando a rela&ccedil;&atilde;o j&aacute; est&aacute; desgastada ou em um pedido de desligamento.<\/span><\/p>\n<p><span>Por isso, investimos tanto no desenvolvimento de l&iacute;deres. Lideran&ccedil;a n&atilde;o &eacute; algo s&oacute; intuitivo. A gente precisa colocar inten&ccedil;&atilde;o, tempo, investimento e pr&aacute;tica. Um l&iacute;der bem preparado tem comunica&ccedil;&atilde;o mais efetiva, d&aacute; transpar&ecirc;ncia no que precisa ser dado, deixa as metas claras, passa estabilidade para o time. E o time, por sua vez, tem mais seguran&ccedil;a, mais conex&atilde;o, mais confian&ccedil;a. Estamos falando de camadas profundas e essenciais para a sa&uacute;de mental.<\/span><\/p>\n<h2><b>Voc&ecirc;s t&ecirc;m um programa de upskilling para l&iacute;deres na Swile. Como ele funciona, na pr&aacute;tica?<\/b><\/h2>\n<p><span>&Eacute; um treinamento onde a gente coloca todos os l&iacute;deres de todos os n&iacute;veis na mesma sala, e isso &eacute; intencional. O l&iacute;der que est&aacute; no primeiro cargo de lideran&ccedil;a aprende muito quando troca com um diretor. Ele v&ecirc; o diretor falando &ldquo;olha, eu errei&rdquo; e isso mostra uma vulnerabilidade que &eacute; importante para que ele tamb&eacute;m tenha com seu time.<\/span><\/p>\n<p><span>S&atilde;o de cinco a seis encontros por ano, e j&aacute; tem tr&ecirc;s anos acontecendo na Swile. Cada ano a gente olha o momento da empresa. No ano passado, o foco foi na agenda de breakeven. Agora, estamos num momento de consolida&ccedil;&atilde;o e diversifica&ccedil;&atilde;o de produto, ent&atilde;o os temas t&ecirc;m a ver com isso. Mas come&ccedil;amos sempre com a NR-1 e o papel fundamental que os l&iacute;deres t&ecirc;m nessa pauta, porque um l&iacute;der mal preparado pode ampliar uma agenda negativa que a organiza&ccedil;&atilde;o n&atilde;o quer.<\/span><\/p>\n<h2><b>A Swile registrou uma nota m&eacute;dia de satisfa&ccedil;&atilde;o de 9,3 entre os funcion&aacute;rios. Voc&ecirc;s atribuem esse resultado a algo em espec&iacute;fico?<\/b><\/h2>\n<p><span>A gente tem pulsos mensais e semestrais, e esse resultado surgiu de um trabalho muito constante. N&atilde;o aconteceu da noite para o dia; foi mais de um ano de escuta ativa e a&ccedil;&atilde;o consistente em cima das trocas com os times, em entender o que eles realmente precisavam.<\/span><\/p>\n<p><span>Quando a gente mapeou que uma das notas mais baixas era em treinamentos, focamos em melhorar isso, oferecemos uma plataforma onde as pessoas pudessem trabalhar o pr&oacute;prio autodesenvolvimento. E os Dias de Conex&atilde;o vieram porque a gente queria que as pessoas estivessem nos mesmos dias no escrit&oacute;rio e com intencionalidade, e a&iacute; fizemos uma s&eacute;rie de coisas legais acontecerem l&aacute;.<\/span><\/p>\n<h2><b>Como funciona a iniciativa de Dias de Conex&atilde;o?<\/b><\/h2>\n<p><span>Segundas e quartas s&atilde;o os dias de conex&atilde;o no escrit&oacute;rio. Mas fomos al&eacute;m do espa&ccedil;o f&iacute;sico. A gente mapeou a&ccedil;&otilde;es e servi&ccedil;os que muitas pessoas precisavam e n&atilde;o estavam conseguindo resolver, como manicure, consulta com oftalmologista, etc. Em maio, por exemplo, vamos levar empresas que tenham produtos voltados para o Dia das M&atilde;es, para ajudar as pessoas a j&aacute; resolverem esse ponto.<\/span><\/p>\n<h2><b>Voc&ecirc;s tamb&eacute;m t&ecirc;m dois programas que ajudaram bastante na melhoria do clima &mdash; a Festa do Bombom e o Sisterhood. Pode explicar o que s&atilde;o?<\/b><\/h2>\n<p><span>A Festa do Bombom &eacute; o nosso ciclo de meritocracia, onde a gente trata de forma muito transparente quem est&aacute; sendo promovido e por qu&ecirc;. Ali a gente consegue mostrar o comportamento que fortalece a cultura. Transpar&ecirc;ncia na meritocracia gera confian&ccedil;a, que &eacute; a base para sa&uacute;de psicol&oacute;gica.<\/span><\/p>\n<p><span>O Sisterhood surgiu de uma escuta. H&aacute; dois anos, mulheres da &aacute;rea comercial falavam que os homens tinham uma rede mais forte, sa&iacute;am para o happy hour, e elas n&atilde;o conseguiam por outras quest&otilde;es. A gente ouviu e criou o programa. O primeiro encontro foi, justamente, sobre networking e ele foi crescendo de um jeito que eu n&atilde;o imaginava. Virou uma rede de apoio muito forte, um ambiente de seguran&ccedil;a psicol&oacute;gica onde as mulheres falam o que est&atilde;o passando. E n&atilde;o s&oacute; na empresa, mas tamb&eacute;m em casa. A gente come&ccedil;a a chegar no que est&aacute; realmente impactando a sa&uacute;de mental daquela pessoa.<\/span><\/p>\n<p><span>No in&iacute;cio deste ano, a gente convidou os homens para participar tamb&eacute;m, para ouvirem os receios que as mulheres t&ecirc;m ao sair de casa, que s&atilde;o muito diferentes dos deles. Trouxe uma empatia enorme.&nbsp;<\/span><\/p>\n<h2><b>Para terminar, qual &eacute; o principal conselho para os RHs que ainda est&atilde;o tentando come&ccedil;ar nessa agenda?<\/b><\/h2>\n<p><span>Sair da in&eacute;rcia. O maior erro &eacute; querer fazer coisas perfeitas. Comece. Mesmo que n&atilde;o seja perfeito, aprenda com os erros, v&aacute; melhorando no caminho, mas comece. A gente precisa mapear, diagnosticar o que o time precisa, onde est&atilde;o os fatores que geram mais adoecimento. Come&ccedil;ar pela causa raiz, mas come&ccedil;ar. Se todo RH tiver uma pauta para trabalhar a sa&uacute;de, a gente automaticamente est&aacute; mudando o mercado de trabalho brasileiro.<\/span><\/p>\n<blockquote>\n<h3><span>O maior erro &eacute; querer fazer coisas perfeitas. Comece. Mesmo que n&atilde;o seja perfeito, aprenda com os erros, v&aacute; melhorando no caminho, mas comece.<\/span><\/h3>\n<\/blockquote>\n<html><body><div class=\"cta cta--post--slim_withlogo\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<a href=\"https:\/\/alice.com.br\/\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"logo\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<img src=\"https:\/\/alice.com.br\/blog\/wp-content\/themes\/arada\/dist\/images\/alice.svg\" width=\"288\" height=\"150\" aria-label=\"hidden\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<span class=\"title\">Conhe&ccedil;a a Alice<\/span><span class=\"icon icon--arrow_right\"><\/span><\/a>\n\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div><\/body><\/html><\/body><\/html>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Em entrevista, Josiane destaca a comunica\u00e7\u00e3o como a base de qualquer lideran\u00e7a para criar seguran\u00e7a psicol\u00f3gica e por que a NR-1 n\u00e3o pode depender de obrigatoriedade para avan\u00e7ar.","protected":false},"author":5,"featured_media":21007,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[86,95,96,79],"class_list":["post-21006","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-empresas","tag-plano-de-saude","tag-plano-de-saude-empresarial","tag-saude-dos-funcionarios","tag-saude-mental"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/alice.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/21006","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/alice.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/alice.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/alice.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/5"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/alice.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=21006"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/alice.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/21006\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":21008,"href":"https:\/\/alice.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/21006\/revisions\/21008"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/alice.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/21007"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/alice.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=21006"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/alice.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=21006"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/alice.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=21006"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}