{"id":5328,"date":"2022-10-21T10:43:17","date_gmt":"2022-10-21T13:43:17","guid":{"rendered":"https:\/\/blog.alice.com.br\/?p=5328"},"modified":"2023-09-18T19:11:35","modified_gmt":"2023-09-18T22:11:35","slug":"luto-amor-dor-da-partida","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/alice.com.br\/blog\/sua-saude\/luto-amor-dor-da-partida\/","title":{"rendered":"Como lidar com o luto? Falando sobre a dor da perda"},"content":{"rendered":"<html><body><p><em>S&oacute; h&aacute; luto onde existiu amor. <\/em>Fechar os olhos e fazer essa reflex&atilde;o pode ser um caminho para entender que o <strong>luto<\/strong> n&atilde;o &eacute; uma doen&ccedil;a e, sim, um processo t&atilde;o humano e genu&iacute;no como outros sentimentos que nutrimos ao longo da vida.<\/p>\n\n\n\n<p>Desde o in&iacute;cio da pandemia da <a href=\"https:\/\/alice.com.br\/blog\/sua-saude\/sintomas-gripe-covid-o-que-fazer\/\">covid-19<\/a>, o enfrentamento da morte se intensificou em todo o mundo. Rituais que h&aacute; s&eacute;culos foram adaptados pela sociedade de acordo com a religi&atilde;o e cultura e que t&ecirc;m o objetivo de aproximar as pessoas do entendimento da partida foram interrompidos pelos protocolos sanit&aacute;rios essenciais para conter o coronav&iacute;rus.<\/p>\n\n\n\n<p>N&atilde;o pudemos apertar a m&atilde;o na &uacute;ltima despedida, receber o abra&ccedil;o de um familiar ou se apoiar no ombro de um amigo para chorar. E, sem esse processo, &eacute; natural que o enfrentamento da morte seja mais doloroso e solit&aacute;rio.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>&ldquo;O processo do luto &eacute; normal. &Eacute; saud&aacute;vel quando conseguimos oscilar o sentimento de perda com os momentos de reconstru&ccedil;&atilde;o das nossas vidas. Inicialmente, ficamos mais focados na situa&ccedil;&atilde;o. A falta de rituais dificulta fazer os fechamentos que s&atilde;o importantes para encerrar ciclos e o distanciamento social diminui a constru&ccedil;&atilde;o da rede de apoio&rdquo;, explica Cesar Ferreira, <a href=\"https:\/\/alice.com.br\/rede-credenciada\/especialista\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">m&eacute;dico da Alice<\/a> e especialista em Cuidados Paliativos.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Por que sofremos tanto com a perda de um ente querido?<\/h2>\n\n\n\n<p>Essa &eacute; uma das perguntas mais buscadas quando o assunto &eacute; &ldquo;luto&rdquo; e, embora seja um questionamento ret&oacute;rico {afinal, cada um sabe por que sofre pela morte de algu&eacute;m}, vale entender o que est&aacute; por tr&aacute;s da perda.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O ser humano &eacute; programado neurobiologicamente a se conectar com outras pessoas. A partir do momento que essa conex&atilde;o se rompe, &eacute; normal se sentir desamparado, inseguro e desprotegido. &ldquo;Sofremos porque isso faz sentido, psicologicamente. Se algu&eacute;m n&atilde;o sofre, muito provavelmente nunca se conectou com a pessoa que partiu&rdquo;, explica Stephanie Witzel, <a href=\"https:\/\/alice.com.br\/time-de-saude?page=1\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">psic&oacute;loga da Alice<\/a> com especializa&ccedil;&atilde;o em oncologia.<\/p>\n\n\n\n<p>E n&atilde;o h&aacute; apenas uma perda f&iacute;sica, segundo destaca Jess Huang, <a href=\"https:\/\/alice.com.br\/time-de-saude?page=1\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">psic&oacute;loga da Alice<\/a>. &ldquo;Quando uma pessoa querida morre, temos a sensa&ccedil;&atilde;o de que perdemos todas as mem&oacute;rias que constru&iacute;mos com ela, os momentos que vivemos juntas e o que a gente ainda imaginava viver. A gente perde a vers&atilde;o de n&oacute;s mesmos que aquela pessoa conhecia&rdquo;, afirma.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O luto tamb&eacute;m &eacute; o momento em que questionamos a pr&oacute;pria vida. &ldquo;A gente se pergunta qual &eacute; o sentido da vida, ficamos mais conscientes da pr&oacute;pria mortalidade e, &agrave;s vezes, causa muito estranhamento o fato de o resto do mundo continuar seguindo, apesar da morte. Mas cada pessoa constr&oacute;i ou encontra a pr&oacute;pria resposta&rdquo;, detalha Huang.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como encontramos o luto no decorrer da vida<\/h2>\n\n\n\n<p>H&aacute; diferentes formas de manifestar o luto. Algumas delas s&atilde;o:<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Luto antecipado<\/h3>\n\n\n\n<p>Quando a rea&ccedil;&atilde;o &agrave; morte come&ccedil;a antes mesmo de um ente querido partir, de acordo com as condi&ccedil;&otilde;es de sa&uacute;de e progn&oacute;stico.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Luto<\/h3>\n\n\n\n<p>O processo natural em dire&ccedil;&atilde;o &agrave; aceita&ccedil;&atilde;o da perda com diferentes sintomas e oscila&ccedil;&otilde;es, bem como a capacidade de continuar as atividades di&aacute;rias b&aacute;sicas durante o processo.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Luto tardio<\/h3>\n\n\n\n<p>Quando o luto se manifesta meses depois de alguma perda.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">O que esperamos do luto no fim do processo?<\/h3>\n\n\n\n<p>Criar uma nova rela&ccedil;&atilde;o afetiva com a pessoa que partiu baseada em saudades e lembran&ccedil;as e novos rituais para inclu&iacute;-la em sua jornada de vida.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Fases do luto: quais s&atilde;o e como identific&aacute;-las?<\/h2>\n\n\n\n<p>H&aacute; v&aacute;rias emo&ccedil;&otilde;es que oscilam durante o per&iacute;odo do luto, e todas s&atilde;o importantes para compreender e reconstruir o v&iacute;nculo afetivo com a pessoa que morreu, segundo Huang.<\/p>\n\n\n\n<p>&ldquo;Uma forma adequada de vivenciar o luto &eacute; permitir que todos os sentimentos sejam vividos. Muitas vezes as pessoas acham que n&atilde;o podem sentir raiva de quem se foi, mas esse &eacute; um sentimento que faz parte. &Eacute; importante que sejam legitimados e validados&rdquo;, explica.<\/p>\n\n\n\n<p>O luto tem sido estudado h&aacute; s&eacute;culos por in&uacute;meras &aacute;reas: psiquiatria, psican&aacute;lise, psicologia, sociologia, antropologia e etnologia. Uma teoria comum no debate &eacute; a de Elisabeth K&uuml;bler-Ross, psiquiatra su&iacute;&ccedil;o-americana que dedicou a vida ao assunto.<\/p>\n\n\n\n<p>No final dos anos 1960, K&uuml;bler-Ross tentou definir diferentes momentos conhecidos como <em>Os Cinco Est&aacute;gios do Luto: <\/em><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-group is-vertical is-layout-flex wp-container-core-group-is-layout-8cf370e7 wp-block-group-is-layout-flex\">\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Nega&ccedil;&atilde;o;<\/strong><\/li>\n\n\n\n<li><strong>Raiva;<\/strong><\/li>\n\n\n\n<li><strong>Negocia&ccedil;&atilde;o\/barganha;<\/strong><\/li>\n\n\n\n<li><strong>Depress&atilde;o;<\/strong><\/li>\n\n\n\n<li><strong>Aceita&ccedil;&atilde;o. <\/strong><\/li>\n<\/ul>\n<\/div>\n\n\n\n<p>Essas etapas podem ser utilizadas em uma situa&ccedil;&atilde;o de morte de uma pessoa pr&oacute;xima ou em outros momentos, como uma demiss&atilde;o ou o fim de um casamento.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Nega&ccedil;&atilde;o&nbsp;<\/h3>\n\n\n\n<p>Em um primeiro momento, a pessoa pode evitar pensar sobre a morte de um ente querido, se isolar para n&atilde;o falar sobre o assunto e ignorar o impacto da perda. Esse per&iacute;odo de nega&ccedil;&atilde;o pode se transformar em inconformismo em rela&ccedil;&atilde;o ao que aconteceu.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Raiva<\/h3>\n\n\n\n<p>A raiva costuma surgir para tentar resolver essa situa&ccedil;&atilde;o, que pode chegar at&eacute; a cria&ccedil;&atilde;o de fantasias para lidar com a dor.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Negocia&ccedil;&atilde;o ou barganha<\/h3>\n\n\n\n<p>Outra etapa &eacute; a negocia&ccedil;&atilde;o, em que a pessoa pode tentar reverter o processo com base nas suas cren&ccedil;as.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Depress&atilde;o<\/h3>\n\n\n\n<p>Ao entender que a morte n&atilde;o &eacute; revers&iacute;vel, a pessoa se volta para o momento da perda, sentindo todas as emo&ccedil;&otilde;es reprimidas e a tristeza profunda pela partida.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Aceita&ccedil;&atilde;o<\/h3>\n\n\n\n<p>Por fim, ao percorrer todo esse processo, a pessoa tende a entender e aceitar a morte.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Essas fases, no entanto, n&atilde;o s&atilde;o lineares. N&atilde;o &eacute; como se a pessoa partisse da nega&ccedil;&atilde;o &agrave; aceita&ccedil;&atilde;o e, ao chegar l&aacute;, permaneceria. Tamb&eacute;m n&atilde;o &eacute; regra que cada um passe por todas as etapas &ndash; elas podem ser puladas.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>&ldquo;S&atilde;o cinco fases e as pessoas passeiam entre elas. Vamos para uma, voltamos por algumas horas em outra e partimos para uma terceira. N&atilde;o &eacute; algo ordenado. N&oacute;s transitamos entre elas de forma bem fluida&rdquo;, explica Huang.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">&Eacute; poss&iacute;vel superar ou lidar com a morte?<\/h2>\n\n\n\n<p>Quando falamos em luto, &eacute; comum associarmos a verbos como &ldquo;lidar&rdquo; ou &ldquo;superar&rdquo;, mas essas n&atilde;o s&atilde;o as melhores express&otilde;es.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>&ldquo;N&atilde;o existe essa l&oacute;gica de superar e nem de ficar lidando com o luto porque s&atilde;o fases que v&atilde;o se mesclando. N&atilde;o &eacute; algo que voc&ecirc; simplesmente supera, enfrenta ou deixa para tr&aacute;s. Voc&ecirc; sempre vai poder acessar aqueles sentimentos e, com a experi&ecirc;ncia, eles ocupam menos espa&ccedil;o na sua consci&ecirc;ncia&rdquo;, explica Witzel.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com Huang, o verbo &ldquo;superar&rdquo; est&aacute; muito associado &agrave; ideia de deixar para tr&aacute;s &ndash; o que n&atilde;o acontece com o luto. Mas, se for usado no sentido de conseguir elaborar a perda e se reorganizar para continuar a viver, a express&atilde;o se encaixa melhor.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>&ldquo;&Eacute; dif&iacute;cil entender, mas normalmente n&atilde;o queremos apagar as nossas lembran&ccedil;as, mesmo as dolorosas, porque elas s&atilde;o importantes, elas nos fazem ser quem somos, e podemos aprender e crescer com elas. &lsquo;Superar&rsquo; pode ser um termo complicado e &eacute; prefer&iacute;vel substituir por &lsquo;elaborar&rsquo;. &Eacute; como se a pessoa fechasse esse cap&iacute;tulo, mas pode voltar a ele &agrave;s vezes&rdquo;, explica a psic&oacute;loga. {Quem viu o filme Brilho Eterno de uma Mente sem Lembran&ccedil;as pode reconhecer melhor esse sentimento}.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Tempo de luto: existe um per&iacute;odo certo?<\/h2>\n\n\n\n<p>Nos livros de diagn&oacute;stico para a sa&uacute;de mental, h&aacute; um limite de tempo para que o luto passe a ser considerado nocivo, complicado ou patol&oacute;gico. Esse per&iacute;odo, no entanto, varia conforme os autores, e pode ser de dois, seis meses a at&eacute; dois anos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Por essa varia&ccedil;&atilde;o, os profissionais de sa&uacute;de n&atilde;o levam em considera&ccedil;&atilde;o s&oacute; o tempo de sofrimento, mas tamb&eacute;m a gravidade dele. &ldquo;Tem pessoas que v&atilde;o ficar em luto n&atilde;o complicado para sempre, e isso n&atilde;o quer dizer que elas tenham algum problema maior&rdquo;, lembra Witzel.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Para ser considerado um luto nocivo ou complicado, o profissional de sa&uacute;de avalia os sintomas e o n&iacute;vel de gravidade, al&eacute;m do tempo. &ldquo;O luto n&atilde;o &eacute; considerado uma doen&ccedil;a, mas pode ser um fator de risco para desenvolver um quadro depressivo, por exemplo, nos casos de luto patol&oacute;gico. Uma pessoa que perde algu&eacute;m e entra em um quadro patol&oacute;gico, se depois de 10 meses n&atilde;o houver melhora, pode desencadear uma depress&atilde;o, por exemplo&rdquo;, explica a psic&oacute;loga.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Outro sinal importante &eacute; a dificuldade da pessoa em reorganizar a pr&oacute;pria vida. &ldquo;Isso n&atilde;o significa voltar a fazer tudo igual fazia antes, mas voltar a ter rela&ccedil;&otilde;es sociais e trabalhar, ter projetos e interesses. O luto continua doendo, mas a pessoa aprende a viver sem aquela pessoa&rdquo;, afirma Huang.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como acolher algu&eacute;m em luto?<\/h2>\n\n\n\n<p>Existem diferentes maneiras de elaborar o luto &ndash; e nem todas s&atilde;o as ideais. Se a pessoa se machuca ou prejudica quem est&aacute; pr&oacute;ximo, o luto n&atilde;o est&aacute; sendo abordado da forma mais saud&aacute;vel.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>&ldquo;O fato de a pessoa se sentir triste, sentir falta, querer falar sobre ou pensar frequentemente ou at&eacute; guardar objetos ou querer ver itens da pessoa que partiu, nada disso significa um luto complicado. Entrar em contato com quem partiu &eacute; um tanto quanto necess&aacute;rio para que a pessoa elabore aquele luto&rdquo;, explica Witzel.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>E quem estiver perto, o que pode fazer? O primeiro passo &eacute; lembrar que &ldquo;dor dividida &eacute; dor diminu&iacute;da&rdquo;, segundo Huang.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>&ldquo;A gente n&atilde;o precisa falar algo ou tentar fazer a dor da pessoa ir embora, porque ela precisa elaborar aquilo. N&oacute;s n&atilde;o lidamos muito bem com a dor do outro, mas &eacute; importante dar espa&ccedil;o e ser emp&aacute;tico. Falar coisas como &lsquo;n&atilde;o consigo imaginar o que voc&ecirc; est&aacute; passando&rsquo; pode ser mais valioso do que &lsquo;bola para frente, a vida n&atilde;o pode parar&rsquo;&rdquo;, explica Huang.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Vale tamb&eacute;m lembrar que, embora os meses passem, aquela pessoa pode precisar de um ouvido amigo mesmo tempos depois. &ldquo;&Eacute; legal checar com a pessoa, especialmente depois de um tempo, porque em geral a gente para de ver se a pessoa est&aacute; bem&rdquo;, completa.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/alice.com.br\/blog\/sua-saude\/ruido-branco-como-ajuda-sono\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">&gt;&gt;&gt; Ru&iacute;do branco: o que &eacute; e como ele ajuda o sono?<\/a><\/p>\n\n\n\n<html><body><h2>Alice tem o plano de sa&uacute;de certo para a sua empresa!<\/h2>\n<p>Alice &eacute; uma empresa de tecnologia que oferece planos de sa&uacute;de empresarial e tem a miss&atilde;o de tornar o mundo mais saud&aacute;vel. Nossa plataforma de cuidado cont&iacute;nuo garante que os nossos membros recebam o cuidado certo, na hora certa e no lugar certo, proporcionando uma experi&ecirc;ncia excepcional para eles.<\/p>\n<p>Nossos planos t&ecirc;m cobertura nacional completa, assim como o atendimento e a experi&ecirc;ncia &uacute;nica do Alice Agora, parceiro de sa&uacute;de confi&aacute;vel para todas as horas, direto no app. Fale com o Time de Sa&uacute;de 24\/7, receba resposta em at&eacute; 60 segundos e, se precisar, j&aacute; fa&ccedil;a uma consulta virtual com nossa equipe m&eacute;dica.<\/p>\n<p>Alice tamb&eacute;m tem suporte completo ao seu RH, com dados estrat&eacute;gicos para sua gest&atilde;o &ndash; desde reports de sa&uacute;de populacional at&eacute; de custo de cuidado &ndash;, onboarding exclusivo e account manager dedicado.<\/p>\n<p>Veja como Alice cuida do seu time e do seu or&ccedil;amento.<\/p>\n<html><body><div class=\"cta cta--post--slim_withlogo\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<a href=\"https:\/\/alice.com.br\/simulador\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"logo\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<img src=\"https:\/\/alice.com.br\/blog\/wp-content\/themes\/arada\/dist\/images\/alice.svg\" width=\"288\" height=\"150\" aria-label=\"hidden\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<span class=\"title\">Fa&ccedil;a uma Cota&ccedil;&atilde;o<\/span><span class=\"icon icon--arrow_right\"><\/span><\/a>\n\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div><\/body><\/html><\/body><\/html><\/body><\/html>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"N\u00e3o precisamos \u201csuperar\u201d o luto, mas entender suas fases e saber como elabor\u00e1-las.\n","protected":false},"author":21,"featured_media":5330,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[5],"tags":[92],"class_list":["post-5328","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-sua-saude","tag-bem-estar"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/alice.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5328","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/alice.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/alice.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/alice.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/21"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/alice.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=5328"}],"version-history":[{"count":6,"href":"https:\/\/alice.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5328\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":16202,"href":"https:\/\/alice.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5328\/revisions\/16202"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/alice.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/5330"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/alice.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=5328"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/alice.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=5328"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/alice.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=5328"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}