{"id":5807,"date":"2021-12-27T18:14:00","date_gmt":"2021-12-27T21:14:00","guid":{"rendered":"https:\/\/blog.alice.com.br\/?p=5807"},"modified":"2026-02-12T14:25:31","modified_gmt":"2026-02-12T17:25:31","slug":"como-ajudar-meu-filho-a-falar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/alice.com.br\/blog\/sua-saude\/como-ajudar-meu-filho-a-falar\/","title":{"rendered":"Como ajudar meu filho a falar? Conhe\u00e7a 10 dicas"},"content":{"rendered":"<html><body><html><body><div class=\"cta cta--post--slim_withlogo\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<a href=\"https:\/\/alice.com.br\/\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"logo\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<img src=\"https:\/\/alice.com.br\/blog\/wp-content\/themes\/arada\/dist\/images\/alice.svg\" width=\"288\" height=\"150\" aria-label=\"hidden\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<span class=\"title\">Conhe&ccedil;a a Alice<\/span><span class=\"icon icon--arrow_right\"><\/span><\/a>\n\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div><\/body><\/html><p>Para o bom desenvolvimento na primeira inf&acirc;ncia (0 a 6 anos), as crian&ccedil;as devem ser estimuladas desde o nascimento. Assim, v&atilde;o progressivamente aprendendo a se movimentar e a se comunicar.&nbsp;<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Por volta de um ano de idade, o beb&ecirc; come&ccedil;a a dizer as primeiras palavras. Mas, antes disso, j&aacute; &eacute; poss&iacute;vel observar o desenvolvimento da vocaliza&ccedil;&atilde;o e do balbucio.&nbsp;<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>&ldquo;Os beb&ecirc;s est&atilde;o prontos para a linguagem. Eles possuem um poderoso sistema de regras que &eacute; engajado por todos os est&iacute;mulos lingu&iacute;sticos, fala ou signo&rdquo;, afirmam pesquisadores em artigo cient&iacute;fico publicado na revista <a href=\"https:\/\/www.nature.com\/articles\/s41598-021-99539-8\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">Nature<\/a>.&nbsp;<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>O in&iacute;cio da comunica&ccedil;&atilde;o oral dos pequenos est&aacute; diretamente relacionado &agrave; intera&ccedil;&atilde;o com o ambiente externo.&nbsp;<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>&ldquo;&Eacute; necess&aacute;rio um ambiente favor&aacute;vel, em que a crian&ccedil;a n&atilde;o s&oacute; tenha outras pessoas falando com ela, mas de fato interagindo. A crian&ccedil;a observa o meio e, gradativamente, passa a responder de diferentes formas: com sorriso, olhar, gestos, vocaliza&ccedil;&otilde;es, balbucio, at&eacute; chegar na emiss&atilde;o de palavras&rdquo;, destaca a <a href=\"https:\/\/alice.com.br\/rede-credenciada\/prestadores\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">fonoaudi&oacute;loga Beatriz Verzolla<\/a>, da comunidade de sa&uacute;de da <a href=\"https:\/\/alice.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Alice<\/a>.&nbsp;<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Aqui est&atilde;o algumas dicas para que voc&ecirc; possa interagir com o seu beb&ecirc; desde cedo, incentivando-o a se expressar oralmente.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<h2 class=\"wp-block-heading\">10 dicas para ajudar o beb&ecirc; a falar<\/h2>\r\n\r\n\r\n\r\n<h3 class=\"wp-block-heading\">1) Troque as telas pelos brinquedos para incentivar a fala<\/h3>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Com o grande n&uacute;mero de smartphones, tablets, jogos eletr&ocirc;nicos e outras telas no nosso dia a dia, algumas crian&ccedil;as come&ccedil;am a usar esses dispositivos antes de come&ccedil;ar a falar.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>H&aacute; <a href=\"https:\/\/www.sciencedaily.com\/releases\/2017\/05\/170504083141.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">estudos<\/a>, entretanto, que apontam que quanto mais tempo as crian&ccedil;as menores de dois anos passam em frente &agrave;s telas, maior a probabilidade de come&ccedil;arem a falar mais tarde.&nbsp;<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Por isso, a <a href=\"https:\/\/www.who.int\/news\/item\/24-04-2019-to-grow-up-healthy-children-need-to-sit-less-and-play-more\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial da Sa&uacute;de<\/a> recomenda que os beb&ecirc;s n&atilde;o tenham acesso &agrave;s telas at&eacute; os dois anos e que n&atilde;o passem mais do que uma hora por dia em telas dos dois aos quatro anos.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Quanto mais a crian&ccedil;a brincar, melhor. Ao ser envolvida em situa&ccedil;&otilde;es de faz de conta, a crian&ccedil;a compreende a representa&ccedil;&atilde;o e expande a imagina&ccedil;&atilde;o.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Entre os brinquedos que podem ser usados para incentivar a fala, est&atilde;o aqueles que emitem sons e os que encantam pelas cores, bot&otilde;es e texturas.&nbsp;&nbsp;<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Bonecos, carrinhos e outros objetos tamb&eacute;m podem ser inclu&iacute;dos nas brincadeiras de &ldquo;mentirinha&rdquo;.&nbsp;<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Em jogos compartilhados, a crian&ccedil;a &eacute; incentivada a assumir uma postura ativa na comunica&ccedil;&atilde;o. Mas isso n&atilde;o quer dizer que &eacute; preciso adquirir brinquedos caros ou cheios de recursos.&nbsp;<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>&ldquo;Vale investir em brinquedos que permitam diferentes brincadeiras e intera&ccedil;&atilde;o, como blocos de montar e pe&ccedil;as de encaixe, ou mesmo utilizar objetos variados, como caixas, potes e tampas. Mais importante do que o brinquedo, &eacute; o ato de brincar e interagir&rdquo;, lembra Beatriz.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<h3 class=\"wp-block-heading\">2) Leia hist&oacute;rias infantis para a crian&ccedil;a<\/h3>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Algumas m&atilde;es come&ccedil;am a ler para o beb&ecirc; quando ele ainda est&aacute; na barriga.&nbsp;<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Esse h&aacute;bito propicia a cria&ccedil;&atilde;o de v&iacute;nculos afetivos com a crian&ccedil;a, conforme comprovam <a href=\"https:\/\/www.researchgate.net\/publication\/5373247_Reading_aloud_to_children_The_evidence\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">estudos cient&iacute;ficos<\/a>.&nbsp;<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Os benef&iacute;cios tamb&eacute;m se estendem &agrave;s habilidades cognitivas, incluindo a capacidade de resolver problemas, e a amplia&ccedil;&atilde;o do vocabul&aacute;rio.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p><a href=\"https:\/\/pubmed.ncbi.nlm.nih.gov\/30908424\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">Um estudo feito nos Estados Unidos<\/a> estimou que crian&ccedil;as para quem os pais leem regularmente nos primeiros cinco anos s&atilde;o expostas a 1,4 milh&atilde;o de palavras a mais do que crian&ccedil;as nessa faixa et&aacute;ria que n&atilde;o participam de leituras.&nbsp;<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>&ldquo;As hist&oacute;rias podem ser exploradas de diferentes formas, n&atilde;o apenas lendo o texto, mas inventando novas hist&oacute;rias a partir das figuras, usando diferentes vozes e entona&ccedil;&otilde;es dos personagens, fazendo perguntas para a crian&ccedil;a, apontando ou recontando a hist&oacute;ria&rdquo;, ensina a fonoaudi&oacute;loga Beatriz Verzolla.&nbsp;<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<h3 class=\"wp-block-heading\">3) Associe sons a objetos, animais e personagens<\/h3>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Com um ano, a crian&ccedil;a j&aacute; consegue falar palavras como &lsquo;mama&rsquo; e &lsquo;papa&rsquo;.&nbsp;<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Termos simples como esses, com poucas s&iacute;labas, devem ser associados a objetos para facilitar o aprendizado e estimular a pron&uacute;ncia.&nbsp;<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Relacionar sons a animais e personagens, por exemplo, &eacute; uma estrat&eacute;gia para conquistar a aten&ccedil;&atilde;o da crian&ccedil;a.&nbsp;<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Quando acompanhadas de imagens ou repetidas com frequ&ecirc;ncia, as imita&ccedil;&otilde;es dos sons podem ser assimiladas com mais facilidade, e ela pode querer reproduzir o que ouve.&nbsp;<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Quando a crian&ccedil;a j&aacute; tenta pronunciar algumas palavras, &eacute; recomendado repeti-las para encorajar uma conversa bidirecional.&nbsp;<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Por exemplo, se o beb&ecirc; disser &ldquo;au au&rdquo;, a m&atilde;e, o pai ou outro cuidador podem dizer &ldquo;au au&rdquo; de volta.&nbsp;<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>E para aumentar o vocabul&aacute;rio do pequeno, pode ser acrescentada uma explica&ccedil;&atilde;o: &ldquo;Sim, o cachorro faz au au&rdquo;.&nbsp;<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<h3 class=\"wp-block-heading\">4) Ensine can&ccedil;&otilde;es e rimas simples<\/h3>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>As m&uacute;sicas s&atilde;o bastante atrativas para a crian&ccedil;a e devem ser muito exploradas pelos pais, pois desenvolvem tanto a audi&ccedil;&atilde;o quanto a comunica&ccedil;&atilde;o oral.&nbsp;<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Algumas <a href=\"https:\/\/www.ncbi.nlm.nih.gov\/pmc\/articles\/PMC6558368\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">pesquisas<\/a> indicam que as habilidades auditivas e motoras relacionadas &agrave; m&uacute;sica tendem a apoiar diferentes aspectos do desenvolvimento da linguagem e, inclusive, a correta aplica&ccedil;&atilde;o de regras gramaticais.&nbsp;&nbsp;<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>&ldquo;Brincadeiras e hist&oacute;rias com rimas, parlendas e cantigas s&atilde;o importantes para desenvolver habilidades mais complexas de linguagem e podem ajudar no processo de alfabetiza&ccedil;&atilde;o, pois a crian&ccedil;a vai adquirindo consci&ecirc;ncia dos sons da fala, para depois relacion&aacute;-los na escrita&rdquo;, explica a fonoaudi&oacute;loga Beatriz Verzolla.&nbsp;<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<h3 class=\"wp-block-heading\">5) Descreva nomes de objetos e a&ccedil;&otilde;es<\/h3>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Para ampliar o vocabul&aacute;rio da crian&ccedil;a, outra dica &eacute; nomear objetos e a&ccedil;&otilde;es, principalmente em situa&ccedil;&otilde;es da rotina, como a hora do banho ou durante as refei&ccedil;&otilde;es.&nbsp;&nbsp;<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Nos passeios di&aacute;rios, por exemplo, a palavra &ldquo;sapato&rdquo; pode ser repetida em v&aacute;rias frases, perguntas ou comandos, para fixa&ccedil;&atilde;o do termo e do conceito.&nbsp;<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>&ldquo;Para passear temos que ir de sapato. Onde est&aacute; o seu sapato? Vamos cal&ccedil;ar o sapato?&rdquo; s&atilde;o algumas formas de inserir a palavra na rotina.&nbsp;<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Apontar e nomear coisas ajuda a direcionar a aten&ccedil;&atilde;o do beb&ecirc;, favorecendo a assimila&ccedil;&atilde;o das palavras.&nbsp;<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Durante o passeio, os pais podem apontar para um gato que passa na rua e dizer: &ldquo;Olhe, um gato!&rdquo;.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Conforme a crian&ccedil;a vai crescendo, outros detalhes podem ser mencionados: &ldquo;Olhe, um gato branco!&rdquo;.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Outra dica &eacute; falar com mais frequ&ecirc;ncia palavras que ser&atilde;o &uacute;teis para a crian&ccedil;a, como &ldquo;quer&rdquo;, &ldquo;mais&rdquo;, &ldquo;d&aacute;&rdquo;, &ldquo;ajuda&rdquo;.&nbsp;<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Os pais tamb&eacute;m podem estimular os filhos oferecendo escolhas, como &ldquo;Voc&ecirc; quer uma ma&ccedil;&atilde; ou uma banana?&rdquo;.&nbsp;<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Pode ser que inicialmente a crian&ccedil;a s&oacute; aponte a fruta preferida, mas com o tempo tentar&aacute; pronunciar o nome escolhido.&nbsp;<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<h3 class=\"wp-block-heading\">6) Busque sempre se abaixar para falar com a crian&ccedil;a&nbsp;<\/h3>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Estabelecer contato visual com a crian&ccedil;a &eacute; importante para que ela entenda as solicita&ccedil;&otilde;es e tamb&eacute;m se sinta compreendida e acolhida.&nbsp;<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Abaixar-se para ficar na altura dela &eacute; uma das melhores formas de criar essa conex&atilde;o.&nbsp;<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Ao permanecer no mesmo n&iacute;vel dos olhos da crian&ccedil;a, o adulto demonstra estar dando total aten&ccedil;&atilde;o a ela.&nbsp;<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Outra forma de despertar o interesse do beb&ecirc; para o que vai ser dito, &eacute; chamando-o pelo nome, ao iniciar a conversa.&nbsp;&nbsp;<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Esse envolvimento tem efeitos positivos na autoestima da crian&ccedil;a. Ela se sente amada, cuidada e protegida.&nbsp;<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<h3 class=\"wp-block-heading\">7) Articule bem a boca e fa&ccedil;a express&otilde;es faciais&nbsp;<\/h3>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>No conv&iacute;vio di&aacute;rio com as crian&ccedil;as que est&atilde;o aprendendo a falar, os pais podem caprichar na articula&ccedil;&atilde;o da boca e nas express&otilde;es faciais para ajud&aacute;-las na assimila&ccedil;&atilde;o das palavras e futura pron&uacute;ncia.&nbsp;<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Um <a href=\"https:\/\/www.ncbi.nlm.nih.gov\/pmc\/articles\/PMC3277111\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">estudo<\/a> com beb&ecirc;s de 12 meses de idade mostrou que eles t&ecirc;m aten&ccedil;&atilde;o seletiva e alternam o olhar entre a boca e os olhos de quem est&aacute; interagindo.&nbsp;<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>H&aacute; tamb&eacute;m <a href=\"https:\/\/www.researchgate.net\/publication\/236090329_Lip_Movements_Affect_Infants'_Audiovisual_Speech_Perception\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">evid&ecirc;ncias<\/a> de que os movimentos labiais afetam a compreens&atilde;o audiovisual das crian&ccedil;as.&nbsp;<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>A percep&ccedil;&atilde;o dos sentimentos que as express&otilde;es faciais podem refletir &eacute; considerada vital para o desenvolvimento de habilidades sociais.&nbsp;<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Durante os primeiros anos de vida, os beb&ecirc;s aprendem rapidamente que o comportamento de outras pessoas transmite informa&ccedil;&otilde;es significativas.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>&ldquo;&Eacute; importante explorar as diferentes nuances da comunica&ccedil;&atilde;o, mas de uma forma espont&acirc;nea, em contextos naturais de comunica&ccedil;&atilde;o&rdquo;, observa Beatriz.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<h3 class=\"wp-block-heading\">8) Relacione gestos a situa&ccedil;&otilde;es do dia a dia&nbsp;<\/h3>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Fazer gestos &eacute; uma das maneiras que a crian&ccedil;a utiliza para se comunicar.&nbsp;<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Como os beb&ecirc;s entendem a linguagem antes de falar, podem recorrer &agrave; gesticula&ccedil;&atilde;o para sinalizar o que ainda n&atilde;o s&atilde;o capazes de expressar verbalmente.&nbsp;<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p><a href=\"https:\/\/www.ncbi.nlm.nih.gov\/pmc\/articles\/PMC4564136\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">Estudos<\/a> sugerem que encorajar as crian&ccedil;as a gesticular desde cedo tem o potencial de aumentar o vocabul&aacute;rio e de facilitar o in&iacute;cio de uma variedade de constru&ccedil;&otilde;es lingu&iacute;sticas.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Associar os gestos da crian&ccedil;a a palavras pode ajud&aacute;-las na futura defini&ccedil;&atilde;o oral de coisas, sentimentos e necessidades.&nbsp;<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Acenar ao dizer &ldquo;tchau&rdquo;, bater palmas ao cantar &ldquo;parab&eacute;ns&rdquo; ou emitir som de beijinho com os l&aacute;bios ao falar &ldquo;beijo&rdquo; s&atilde;o algumas maneiras de ajudar a crian&ccedil;a a conectar as palavras com as a&ccedil;&otilde;es.&nbsp;<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<h3 class=\"wp-block-heading\">9) Pe&ccedil;a a seu filho para ajud&aacute;-lo e use palavras de cortesia<\/h3>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Instru&ccedil;&otilde;es simples podem ser usadas no cotidiano para que a crian&ccedil;a interaja e aprenda novas palavras.&nbsp;<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Pedir que ela pegue um objeto ou que participe de alguma atividade dom&eacute;stica, por exemplo, &eacute; uma forma de tamb&eacute;m estimular a independ&ecirc;ncia.&nbsp;<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>&ldquo;Al&eacute;m de favorecer o desenvolvimento global, a crian&ccedil;a tem est&iacute;mulos de linguagem muito ricos nesse contexto, al&eacute;m de se colocar na posi&ccedil;&atilde;o de um sujeito mais aut&ocirc;nomo e participativo, inclusive nas rela&ccedil;&otilde;es de comunica&ccedil;&atilde;o&rdquo;, avalia a fonoaudi&oacute;loga Beatriz Verzolla.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Para tamb&eacute;m desenvolver habilidades de conviv&ecirc;ncia social, as instru&ccedil;&otilde;es e pedidos podem vir acompanhadas de palavras de cortesia, como &ldquo;por favor&rdquo; e &ldquo;obrigado&rdquo;.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>&ldquo;Pegue seu casaco, por favor&rdquo; ou &ldquo;Feche a porta, por favor&rdquo; s&atilde;o alguns exemplos de frases curtas que ao serem repetidas ajudam a crian&ccedil;a a lembrar das palavras.&nbsp;<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<h3 class=\"wp-block-heading\">10) Ensine a pron&uacute;ncia correta de palavras dentro de um contexto<\/h3>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Para que a crian&ccedil;a n&atilde;o perca a espontaneidade e a vontade de falar, &eacute; recomendado n&atilde;o corrigi-la quando disser alguma palavra errada.&nbsp;<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Para que ela aprenda a forma correta, a dica &eacute; usar o termo dentro de um contexto.&nbsp;<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>&ldquo;Se a crian&ccedil;a falar errado, n&atilde;o &eacute; indicado corrigir diretamente ou insistir para ela repetir at&eacute; falar certo. Isso pode inibir as tentativas de comunica&ccedil;&atilde;o. O adulto deve repetir o modelo e ampliar o contexto para que a crian&ccedil;a tenha diferentes pistas para a produ&ccedil;&atilde;o correta&rdquo;, ensina Beatriz.&nbsp;<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Se a crian&ccedil;a, por exemplo, falar errado a palavra &ldquo;suco&rdquo;, o adulto pode dizer:&nbsp; &ldquo;Voc&ecirc; quer suco, filho? Vou pegar o suco pra voc&ecirc;. O suco est&aacute; uma del&iacute;cia!&rdquo;.&nbsp;<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>E quando o beb&ecirc; tentar dizer algo, o esfor&ccedil;o deve ser reconhecido de maneira positiva.&nbsp;<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Por exemplo, se ele perceber que o pai est&aacute; saindo de casa e disser &ldquo;Tchau, papai&rdquo;, o adulto pode dizer &ldquo;Sim, papai est&aacute; indo para o trabalho&rdquo;.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Crian&ccedil;a com atraso na fala<\/h3>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Para acompanhar se a crian&ccedil;a est&aacute; desenvolvendo a habilidade de falar, os pais devem observar os <a href=\"https:\/\/bvsms.saude.gov.br\/bvs\/publicacoes\/caderneta_crianca_menina_2ed.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">marcos do desenvolvimento<\/a>: balbuciar (com 10 meses); falar pelo menos uma palavra (a partir de 1 ano), falar 3 palavras (a partir de 1 ano e 3 meses); formar frases com duas palavras (a partir de 2 anos).<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Caso notem que os beb&ecirc;s n&atilde;o se expressam como esperado, o m&eacute;dico pediatra deve ser informado.&nbsp;&nbsp;<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>&ldquo;N&atilde;o &eacute; indicado esperar at&eacute; os dois anos para procurar ajuda caso a crian&ccedil;a n&atilde;o fale. A famosa frase &lsquo;cada crian&ccedil;a tem seu tempo&rsquo; faz com que muitas crian&ccedil;as percam oportunidades de interven&ccedil;&atilde;o precoce muito importantes para o processo de desenvolvimento. Cada crian&ccedil;a se desenvolve de uma forma particular, mas dentro do que &eacute; estabelecido nos marcos do desenvolvimento&rdquo;, finaliza a fonoaudi&oacute;loga Beatriz Verzolla.<\/p>\r\n<p>Acompanhar os marcos de crescimento vai al&eacute;m das primeiras palavras. &Eacute; fundamental observar tamb&eacute;m o desenvolvimento f&iacute;sico para identificar precocemente condi&ccedil;&otilde;es como a <b><a class=\"ng-star-inserted\" href=\"https:\/\/alice.com.br\/blog\/sua-saude\/puberdade-precoce-saiba-o-que-e-e-como-ajudar\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">puberdade precoce<\/a><\/b>, garantindo suporte m&eacute;dico no momento certo.<\/p>\r\n<p>Lembre-se de que cada crian&ccedil;a tem seu tempo, mas o olhar atento de especialistas &eacute; fundamental para identificar precocemente qualquer necessidade de interven&ccedil;&atilde;o. Na Alice, o desenvolvimento infantil &eacute; monitorado de perto por um Time de Sa&uacute;de dedicado. Entenda melhor como funciona o nosso modelo de <a class=\"ng-star-inserted\" href=\"https:\/\/alice.com.br\/blog\/plano-de-saude\/crianca-alice\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">pediatria e cuidado infantil<\/a>.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p><strong>Veja tamb&eacute;m<\/strong>: <a href=\"https:\/\/alice.com.br\/blog\/sua-saude\/bebes-high-need-como-identificar-e-cuidados\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Beb&ecirc;s high-need: como identific&aacute;-los?<\/a><\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<html><body><h2>Alice tem o plano de sa&uacute;de certo para a sua empresa!<\/h2>\n<p>Alice &eacute; uma empresa de tecnologia que oferece planos de sa&uacute;de empresarial e tem a miss&atilde;o de tornar o mundo mais saud&aacute;vel. 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