{"id":6915,"date":"2022-11-08T14:59:39","date_gmt":"2022-11-08T17:59:39","guid":{"rendered":"https:\/\/blog.alice.com.br\/?p=6915"},"modified":"2026-02-24T15:55:39","modified_gmt":"2026-02-24T18:55:39","slug":"saude-masculina","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/alice.com.br\/blog\/sua-saude\/saude-masculina\/","title":{"rendered":"Sa\u00fade masculina: entenda por que os homens vivem menos"},"content":{"rendered":"<html><body><p>No geral, as mulheres vivem mais do que os homens. S&oacute; no Brasil, a expectativa de vida m&eacute;dia do sexo feminino &eacute; de 80 anos, enquanto a do sexo masculino &eacute; de 73, segundo os &uacute;ltimos dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica).<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Tanta diferen&ccedil;a intriga os pesquisadores h&aacute; d&eacute;cadas. Ser&aacute; que &eacute; s&oacute; uma quest&atilde;o biol&oacute;gica?&nbsp;<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Nos anos 1990, pesquisadores apontaram que algumas diferen&ccedil;as hormonais e nos cromossomos poderiam ter a ver com isso. Uma das teses &eacute; que uma a&ccedil;&atilde;o dos horm&ocirc;nios levaria os homens a acumularem mais gordura visceral (que fica ao redor dos &oacute;rg&atilde;os) do que as mulheres, o que poderia predisp&ocirc;-los mais a doen&ccedil;as do cora&ccedil;&atilde;o, diabetes, entre outras.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Mas s&oacute; esses fatores biol&oacute;gicos ainda n&atilde;o contavam a hist&oacute;ria toda. Conforme os estudos foram avan&ccedil;ando e abra&ccedil;ando mais campos da ci&ecirc;ncia, foi ficando mais claro que as diferen&ccedil;as iam muito al&eacute;m.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>S&oacute; a biologia n&atilde;o explicaria por que, s&oacute; no Brasil, homens t&ecirc;m 3,8 vezes mais risco de morte por suic&iacute;dio do que as mulheres, segundo o <a href=\"https:\/\/www.gov.br\/saude\/pt-br\/centrais-de-conteudo\/publicacoes\/boletins\/epidemiologicos\/edicoes\/2021\/boletim_epidemiologico_svs_33_final.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de<\/a>. Eles tamb&eacute;m morrem mais de 10 vezes mais do que as mulheres por causas violentas, de acordo com o <a href=\"https:\/\/www.ipea.gov.br\/atlasviolencia\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">Atlas da Viol&ecirc;ncia, do Ipea<\/a>.&nbsp;<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Se incluirmos o fator racial na conta, a situa&ccedil;&atilde;o piora: homens negros t&ecirc;m 10 vezes mais chances de morrer por viol&ecirc;ncia armada do que homens brancos, aponta o &oacute;rg&atilde;o estadunidense CDC (<a href=\"https:\/\/stacks.cdc.gov\/view\/cdc\/91049\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">Centers for Disease Control and Prevention)<\/a>.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Percebe que, seja de morte morrida ou matada, a longevidade dos homens acaba sendo mais afetada? Essa quest&atilde;o virou at&eacute; tema de p&aacute;ginas de humor na internet, que postam v&iacute;deos de homens se arriscando em situa&ccedil;&otilde;es nitidamente perigosas {apesar de n&atilde;o ter gra&ccedil;a nenhuma}.&nbsp;<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Juntando todas essas evid&ecirc;ncias, os pesquisadores come&ccedil;aram a entender que fatores socioculturais e comportamentais tamb&eacute;m entravam nessa equa&ccedil;&atilde;o.&nbsp;<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>&ldquo;Tantas mortes t&ecirc;m a ver com comportamentos mais encorajados ou aceitos em homens do que em mulheres na nossa sociedade. Por exemplo, uso de armas, ser aventureiro e agir sem medo, trabalhar em empregos perigosos, tabagismo ou uso abusivo de &aacute;lcool&rdquo;, diz F&aacute;bio Roberto Munhoz dos Santos, psic&oacute;logo da Comunidade de Sa&uacute;de da Alice.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<h2 class=\"wp-block-heading\">S&iacute;ndrome do Super Homem = menos cuidados com a sa&uacute;de do homem<\/h2>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Ser homem na nossa sociedade tem muito a ver com a forma que se lida com a pr&oacute;pria sa&uacute;de e os sentimentos.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Os meninos s&atilde;o criados ouvindo que n&atilde;o podem chorar. Conforme crescem, pede-se que eles provem sua masculinidade. N&atilde;o basta ser humano: &eacute; preciso ser um &ldquo;Super Homem&rdquo;, explica Santos.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Rafael Pereira, m&eacute;dico de fam&iacute;lia e comunidade e membro do time de HealthEx da Alice, que pesquisou a rela&ccedil;&atilde;o entre masculinidades e sa&uacute;de em seu <a href=\"https:\/\/www.arca.fiocruz.br\/bitstream\/handle\/icict\/52647\/rafael_pereira_silva_ensp_mest_2022.pdf?sequence=2&amp;isAllowed=y\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">mestrado<\/a>, conta que a nossa sociedade enxerga o homem como um ser viril, destemido, racional e orientado para o trabalho, especialmente pela condi&ccedil;&atilde;o de &ldquo;provedor da fam&iacute;lia&rdquo;.&nbsp;<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>&ldquo;Ent&atilde;o, para ser &lsquo;homem&rsquo;, n&atilde;o basta ter que demonstrar for&ccedil;a, tomar riscos exagerados e trabalhar extenuantemente. A eles tamb&eacute;m est&aacute; interditado falar sobre emo&ccedil;&otilde;es, <a href=\"https:\/\/alice.com.br\/blog\/empresas\/autocuidado\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">cuidar de si<\/a> ou mesmo buscar ajuda quando preciso.&rdquo;<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>&Eacute; uma via dupla para l&aacute; de nociva: do mesmo jeito que essa no&ccedil;&atilde;o de masculinidade favorece comportamentos prejudiciais, tamb&eacute;m bloqueia a busca por ajuda e cuidado.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>N&atilde;o &agrave; toa &eacute; comum encontrar homens que nem sequer marcam suas pr&oacute;prias consultas &mdash; deixam isso para suas m&atilde;es, esposas, secret&aacute;rias, filhas e outras mulheres do seu conv&iacute;vio. &ldquo;Socialmente, o cuidar &eacute; visto como tarefa feminina&rdquo;, pontua Santos.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Esse conjunto de comportamentos e expectativas &eacute; t&atilde;o danoso para a sociedade que at&eacute; ganhou nome: masculinidade t&oacute;xica.&nbsp;<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>A OMS (Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial da Sa&uacute;de) j&aacute; jogou luz sobre o termo {e suas consequ&ecirc;ncias} em um <a href=\"https:\/\/brasil.un.org\/pt-br\/84625-oms-masculinidade-toxica-influencia-saude-e-expectativa-de-vida-dos-homens-nas-americas\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">relat&oacute;rio<\/a>, afirmando com todas as letras que &ldquo;a masculinidade t&oacute;xica influencia a sa&uacute;de e a expectativa de vida dos homens nas Am&eacute;ricas&rdquo;.&nbsp;<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Ela seria respons&aacute;vel pelas maiores taxas de suic&iacute;dio, de homic&iacute;dio, v&iacute;cios e acidentes de tr&acirc;nsito, assim como pelo surgimento de doen&ccedil;as cr&ocirc;nicas n&atilde;o transmiss&iacute;veis, como hipertens&atilde;o e diabetes.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>&ldquo;Isso [a masculinidade t&oacute;xica] n&atilde;o apenas afeta a sa&uacute;de dos pr&oacute;prios homens mas tamb&eacute;m leva a resultados negativos para mulheres e crian&ccedil;as em termos de viol&ecirc;ncia interpessoal, infec&ccedil;&otilde;es sexualmente transmiss&iacute;veis, <a href=\"https:\/\/alice.com.br\/blog\/sua-saude\/cade-a-pilula-anticoncepcional-masculina\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">gravidez imposta e paternidade ausente<\/a>&ldquo;, escreveu a OMS.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Desafios da sa&uacute;de mental masculina<\/h2>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Os ideais de masculinidade impostos v&ecirc;m prejudicando n&atilde;o apenas o corpo mas tamb&eacute;m a mente dos homens. O estigma em torno da sa&uacute;de mental &eacute; ainda pior entre os homens, segundo <a href=\"https:\/\/www.who.int\/publications\/i\/item\/national-suicide-prevention-strategies-progress-examples-and-indicators\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">relat&oacute;rio<\/a> da OMS.&nbsp;<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>&ldquo;Apesar das altas taxas de transtornos ansiosos e depressivos, eles s&atilde;o menos propensos a buscar e receber apoio formal de sa&uacute;de mental&rdquo;, comenta o psic&oacute;logo da Comunidade de Sa&uacute;de da Alice.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Essa rela&ccedil;&atilde;o j&aacute; foi explorada por um <a href=\"https:\/\/pubmed.ncbi.nlm.nih.gov\/26733336\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">estudo canadense publicado no jornal cient&iacute;fico Community Mental Health Journal<\/a>. Os pesquisadores afirmaram que &ldquo;o estigma sobre a depress&atilde;o e suic&iacute;dio entre homens pode restringir a busca por ajuda, reduzir a ades&atilde;o ao tratamento e impedir que os indiv&iacute;duos confiem em amigos e familiares.&rdquo;<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Dicas de sa&uacute;de masculina para virar o jogo<\/h2>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Desatar tantos {e antigos} n&oacute;s &eacute; tarefa da sociedade como um todo, mas pode come&ccedil;ar individualmente.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Para o <a href=\"https:\/\/alice.com.br\/blog\/sua-saude\/medico-de-familia-clinico-geral-diferencas\/\">m&eacute;dico de fam&iacute;lia<\/a> Rafael Pereira, n&atilde;o existe s&oacute; uma forma de ser homem. Reconhecer isso &eacute; o primeiro passo para entender como as imposi&ccedil;&otilde;es sobre o que &eacute; &ldquo;ser macho de verdade&rdquo; est&atilde;o afastando a pessoa de se cuidar para ter uma vida plena e saud&aacute;vel.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>&ldquo;Alguns chamam esse processo de &lsquo;desconstru&ccedil;&atilde;o&rsquo;, mas prefiro chamar de &lsquo;reconstru&ccedil;&atilde;o&rsquo;&rdquo;, pondera.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Na pr&aacute;tica, isso pode se traduzir em pegar o celular e marcar uma consulta ou exame &mdash; e n&atilde;o mais depender de uma mulher para fazer isso.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>&ldquo;Ter um papel ativo na sua sa&uacute;de e no seu cuidado aumenta as chances de engajamento em comportamentos saud&aacute;veis&rdquo;, justifica Pereira.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Tamb&eacute;m &eacute; preciso aceitar sua pr&oacute;pria vulnerabilidade. &ldquo;Enquanto n&atilde;o aceitamos que somos imperfeitos, n&atilde;o estamos prontos para agir de forma madura e buscar o suporte necess&aacute;rio diante de alguma situa&ccedil;&atilde;o perturbadora ou de um desafio de sa&uacute;de&rdquo;, defende o psic&oacute;logo F&aacute;bio Roberto Munhoz dos Santos.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Pereira aconselha tomar um tempo para observar seus pr&oacute;prios padr&otilde;es de comportamento &mdash; e falar abertamente sobre eles com amigos e familiares.&nbsp;<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Um papo sobre come&ccedil;ar uma nova atividade f&iacute;sica cabe perfeitamente na roda sobre futebol, por exemplo. Seus cuidados para evitar o diabetes podem entrar na conversa sobre o chope do fim de semana.&nbsp;<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>O pr&oacute;prio Novembro Azul pode ser um gancho bacana para essas conversas &mdash; at&eacute; porque essa data vem extrapolando a quest&atilde;o do <a href=\"https:\/\/alice.com.br\/blog\/sua-saude\/consumo-soja-homens\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">c&acirc;ncer de pr&oacute;stata<\/a> para se tornar uma forma incentivar os homens a cuidarem mais da pr&oacute;pria sa&uacute;de. Inclusive, entender <a href=\"https:\/\/alice.com.br\/blog\/sua-saude\/como-identificar-cancer-de-prostata\/\">como identificar o c&acirc;ncer de pr&oacute;stata<\/a>&nbsp;e conhecer seus sinais de alerta &eacute; um dos primeiros passos para romper a barreira do preconceito e assumir o protagonismo do pr&oacute;prio cuidado.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>E, se algu&eacute;m te chamar de &ldquo;mala&rdquo;, bem&hellip; Antes um &ldquo;mala&rdquo; saud&aacute;vel do que um pentelho que cuida mais da vida dos outros do que da pr&oacute;pria, certo?&nbsp;<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>No final das contas, tanto faz o g&ecirc;nero: quando o calo aperta, &eacute; preciso parar e cuidar dessa dor. Homens que aprendem essa li&ccedil;&atilde;o podem viver mais {e melhor}.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<html><body><h2>Alice tem o plano de sa&uacute;de certo para a sua empresa!<\/h2>\n<p>Alice &eacute; uma empresa de tecnologia que oferece planos de sa&uacute;de empresarial e tem a miss&atilde;o de tornar o mundo mais saud&aacute;vel. 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Como melhorar este quadro? Entenda.\r\n","protected":false},"author":5,"featured_media":6919,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[5],"tags":[92],"class_list":["post-6915","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-sua-saude","tag-bem-estar"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/alice.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6915","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/alice.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/alice.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/alice.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/5"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/alice.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=6915"}],"version-history":[{"count":12,"href":"https:\/\/alice.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6915\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":20709,"href":"https:\/\/alice.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6915\/revisions\/20709"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/alice.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/6919"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/alice.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=6915"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/alice.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=6915"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/alice.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=6915"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}