{"id":7178,"date":"2021-10-08T23:58:20","date_gmt":"2021-10-08T23:58:20","guid":{"rendered":"http:\/\/blog.alice.com.br\/uncategorized\/como-lidar-depressao\/"},"modified":"2025-08-21T11:18:54","modified_gmt":"2025-08-21T14:18:54","slug":"como-lidar-depressao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/alice.com.br\/blog\/sua-saude\/como-lidar-depressao\/","title":{"rendered":"Voc\u00ea n\u00e3o precisa lidar com a depress\u00e3o sozinho. Entenda"},"content":{"rendered":"<html><body><p>A pandemia de covid-19 transformou a vida de todo mundo. Para al&eacute;m da necessidade de nos adequarmos a uma nova rotina, cada um precisou encontrar as suas pr&oacute;prias ferramentas emocionais para lidar com a nova realidade.&nbsp;<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Para alguns, esse processo deixou aprendizados, mas tamb&eacute;m pode ter provocado algumas emo&ccedil;&otilde;es pouco confort&aacute;veis: da ansiedade ao n&atilde;o saber o que esperar do futuro pr&oacute;ximo ao medo por temer a sa&uacute;de de seus entes queridos.&nbsp;<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Momentos dif&iacute;ceis s&atilde;o parte de nossa vida e, talvez, a pandemia de covid-19 tenha sido o primeiro grande luto vivido por muitas pessoas.&nbsp;<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>&Eacute; por isso que em contextos como esse &eacute; preciso exercitar a nossa <a href=\"https:\/\/alice.com.br\/blog\/sua-saude\/resiliencia-estresse\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">resili&ecirc;ncia<\/a>, ou seja, ter em mente que n&oacute;s somos capazes de navegar por contextos de estresse.&nbsp;<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Mas at&eacute; que ponto a tristeza &eacute; um sentimento natural da nossa vida?<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Faz parte de um exerc&iacute;cio de autoobserva&ccedil;&atilde;o entender como podemos lidar com determinadas emo&ccedil;&otilde;es complexas. Ou, ainda, reconhecer quais os tipos de pensamento que n&atilde;o conseguimos controlar.&nbsp;<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>O mais importante nesse processo, por&eacute;m, &eacute; saber que voc&ecirc; n&atilde;o precisa lidar com tudo isso sozinho.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Quando a tristeza se torna depress&atilde;o&nbsp;<\/h2>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Como qualquer outra doen&ccedil;a, a depress&atilde;o &eacute; diagnosticada a partir de um conjunto de sintomas e do hist&oacute;rico da pessoa, de poss&iacute;veis gatilhos que possam ter desencadeado o epis&oacute;dio depressivo e at&eacute; da <a href=\"https:\/\/alice.com.br\/blog\/sua-saude\/historico-familiar-aliado-saude\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">gen&eacute;tica familiar<\/a>.&nbsp;<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>O sinal mais associado &agrave; doen&ccedil;a &eacute; a tristeza profunda, mas n&atilde;o d&aacute; para classificar a doen&ccedil;a a partir apenas desse sentimento.&nbsp;<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>&ldquo;A gente n&atilde;o pode tornar patol&oacute;gica uma emo&ccedil;&atilde;o da vida que todo mundo tem, em v&aacute;rias situa&ccedil;&otilde;es. A diferen&ccedil;a &eacute; que, na depress&atilde;o, ela vem acompanhada de outros sintomas&rdquo;, explica a m&eacute;dica da fam&iacute;lia Lilian Hupfeld Moreno, do Time de Sa&uacute;de da <a href=\"https:\/\/alice.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><strong>Alice<\/strong><\/a>.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Entre esses sintomas, est&atilde;o: altera&ccedil;&otilde;es do sono, do apetite, falta de energia, dores no corpo, dificuldade de concentra&ccedil;&atilde;o e perda de libido.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Seja por um contexto de pandemia ou n&atilde;o, o fato &eacute; que a depress&atilde;o &eacute; um dos transtornos de sa&uacute;de mental que mais cresceram nos &uacute;ltimos meses.&nbsp;<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Uma pesquisa da <a href=\"https:\/\/www2.ufjf.br\/noticias\/2021\/04\/07\/indice-de-pacientes-com-sintoma-de-depressao-ultrapassa-90-na-pandemia\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF)<\/a>, feita em 2020 com 2.624 pessoas, identificou sintomas da depress&atilde;o em mais de 90% delas.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Outro estudo, da Faculdade de Medicina da Universidade de S&atilde;o Paulo (FMUSP), alerta para o impacto entre jovens: um em cada quatro adolescentes apresentou sintomas de depress&atilde;o e ansiedade a partir de junho de 2020, quando a pandemia se intensificou.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>O isolamento refor&ccedil;ou ainda algumas condi&ccedil;&otilde;es de sa&uacute;de mental. &ldquo;O ser humano &eacute; social por natureza, ent&atilde;o muita gente sofreu por ficar absolutamente sozinha, ou por n&atilde;o ter a op&ccedil;&atilde;o de sair de casa para evitar situa&ccedil;&otilde;es ruins com a fam&iacute;lia&rdquo;, explica a psiquiatra Isabela Paix&atilde;o, da comunidade de sa&uacute;de da Alice.&nbsp;<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\">\r\n<div class=\"wp-block-embed__wrapper\">https:\/\/youtu.be\/36tXsuzQMH4<\/div>\r\n<\/figure>\r\n\r\n\r\n\r\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como reconhecer os sinais da depress&atilde;o<\/h2>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Engana-se quem pensa que a tristeza &eacute; o &uacute;nico sintoma da depress&atilde;o. Pelo contr&aacute;rio, para muitas pessoas o que a doen&ccedil;a causa &eacute; um extremo estado de apatia.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>&ldquo;&Eacute; como se a pessoa passasse a ver o mundo com um filtro cinza. Ela se sente anestesiada&rdquo;, ressalta Isabela Paix&atilde;o.&nbsp;<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Esses sinais s&atilde;o causados por um desequil&iacute;brio qu&iacute;mico no c&eacute;rebro, que afeta o funcionamento de alguns neurotransmissores, como a <a href=\"https:\/\/alice.com.br\/blog\/sua-saude\/o-que-e-serotonina-como-ela-age-no-corpo\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">serotonina <\/a>e noradrenalina.&nbsp;<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Ou seja, &eacute; uma condi&ccedil;&atilde;o do nosso organismo que n&atilde;o est&aacute; normal, muito diferente de uma &ldquo;frescura&rdquo; ou &ldquo;falta de vontade&rdquo;, r&oacute;tulos que quem convive com depress&atilde;o j&aacute; ouviu.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>&ldquo;O problema &eacute; que a gente n&atilde;o enxerga a causa. Quando voc&ecirc; est&aacute; em depress&atilde;o, &eacute; como se estivesse com uma perna quebrada, com a qual ningu&eacute;m te pediria para correr uma maratona. N&atilde;o d&aacute; para exigir e esperar alguns comportamentos que a pessoa n&atilde;o vai conseguir ter&rdquo;, aponta Lilian Hupfeld.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Esse desequil&iacute;brio qu&iacute;mico pode acontecer com ou sem a presen&ccedil;a de um gatilho ou evento traum&aacute;tico que d&aacute; in&iacute;cio ao epis&oacute;dio.&nbsp;<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>O problema tamb&eacute;m n&atilde;o depende exclusivamente de uma predisposi&ccedil;&atilde;o gen&eacute;tica &ndash; embora o hist&oacute;rico familiar aumente o risco.&nbsp;<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>&ldquo;O mais comum &eacute; a pessoa perceber que se sentiu diferente a partir de um certo momento da vida; &eacute; o que chamamos de momento de ruptura&rdquo;, diz Isabela Paix&atilde;o.&nbsp;<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\">\r\n<div class=\"wp-block-embed__wrapper\">https:\/\/youtu.be\/ojdgtbOlOMI<\/div>\r\n<\/figure>\r\n\r\n\r\n\r\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como lidar com a depress&atilde;o<\/h2>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>&ldquo;Voc&ecirc; precisa de uma <a href=\"https:\/\/alice.com.br\/blog\/sua-saude\/rede-de-apoio-como-ajudar-alguem\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">rede de apoio<\/a> na qual voc&ecirc; confie, que esteja do seu lado, te ponha para cima, mas que, al&eacute;m de tudo, seja compreensiva. Nessas horas, a empatia e o acolhimento s&atilde;o essenciais&rdquo;, explica Lilian Hupfeld.&nbsp;<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Conversar com pessoas pr&oacute;ximas, mesmo que por meio de aplicativos ou videoconfer&ecirc;ncias, pode te ajudar a ter um referencial externo de como voc&ecirc; est&aacute;.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Quando estiver s&oacute;, preste aten&ccedil;&atilde;o a como voc&ecirc; desempenha atividades simples do dia a dia, como levantar da cama, arrumar-se para o trabalho e tomar banho.&nbsp;<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Se algo simples est&aacute; pesado demais para voc&ecirc;, &eacute; importante fazer essa observa&ccedil;&atilde;o e acionar sua rede de apoio.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Acima de tudo, &eacute; preciso ser gentil consigo mesmo e lembrar que o epis&oacute;dio depressivo tem um limite de dura&ccedil;&atilde;o &ndash; ele n&atilde;o vai durar para sempre. O seu c&eacute;rebro requer um tempo para que se restabele&ccedil;am os n&iacute;veis de neurotransmissores.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p><strong>Aqui, algumas sugest&otilde;es de pequenas gentilezas que voc&ecirc; pode se ofertar quando todo o resto parece pesado demais<\/strong><\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<h3 class=\"wp-block-heading\">1) Retome a higiene pessoal<\/h3>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Quem est&aacute; em depress&atilde;o pode ter dificuldade at&eacute; para as tarefas b&aacute;sicas do dia a dia. Comece com um pequeno objetivo por dia, para n&atilde;o se pressionar al&eacute;m do que consegue fazer. S&atilde;o medidas que, al&eacute;m de promover mais sa&uacute;de e bem-estar, j&aacute; faziam parte da rotina antes dos sintomas e podem melhorar a sua percep&ccedil;&atilde;o de normalidade.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<h3 class=\"wp-block-heading\">2) Tente respeitar hor&aacute;rios de sono<\/h3>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>D&aacute; para quebrar em pequenas metas, como ir para a cama meia hora antes do habitual, assim como programar o despertador para tocar um pouco mais cedo todos os dias. &ldquo;A quest&atilde;o do sono &eacute; muito importante para <a href=\"https:\/\/alice.com.br\/blog\/sua-saude\/relacao-entre-sonhos-e-humor\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">regularizar o humor<\/a>, e a depress&atilde;o &eacute; um tipo de transtorno de humor, portanto tem rela&ccedil;&atilde;o direta com o ciclo sono-vig&iacute;lia&rdquo;, diz Lilian Hupfeld.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<h3 class=\"wp-block-heading\">3) Mantenha contato com sua rede de apoio<\/h3>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Use a tecnologia para se comunicar com amigos e familiares, compartilhe o que est&aacute; sentindo e evite se isolar completamente neste momento. Contar com o aux&iacute;lio de pessoas pr&oacute;ximas, al&eacute;m de ser terap&ecirc;utico, pode te ajudar a superar as dificuldades que a depress&atilde;o imp&otilde;e na rotina e facilitar o processo de cura &ndash; desde que essa rede seja emp&aacute;tica com voc&ecirc;.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<h3 class=\"wp-block-heading\">4) Procure sair de casa<\/h3>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Tomar um pouco de sol e estar em contato com a natureza s&atilde;o formas de movimentar a rotina e aumentar o bem-estar. Uma r&aacute;pida caminhada no bairro j&aacute; resolve, lembrando de estabelecer objetivos mais curtos. &ldquo;Pensa que voc&ecirc; vai andar a dist&acirc;ncia de um quarteir&atilde;o. Se chegar no final do primeiro quarteir&atilde;o e voc&ecirc; se sentir bem para andar dois, voc&ecirc; chegar&aacute; em casa feliz, o que n&atilde;o aconteceria se a meta fosse maior e dif&iacute;cil de atingir&rdquo;, sugere Isabela Paix&atilde;o.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<h3 class=\"wp-block-heading\">5) Coloque-se em movimento<\/h3>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Qualquer tipo de atividade f&iacute;sica traz muitos benef&iacute;cios para a melhora da depress&atilde;o, pois aumenta no organismo os n&iacute;veis de serotonina e outros neurotransmissores relacionados ao prazer. Tamb&eacute;m estimula novas conex&otilde;es neurais capazes de reduzir os sintomas da doen&ccedil;a, apontou um estudo recente publicado na plataforma cient&iacute;fica <a href=\"https:\/\/www.frontiersin.org\/articles\/10.3389\/fpsyt.2021.660642\/full\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">Frontiers in Psychiatry<\/a>. Isso n&atilde;o significa necessariamente fazer um programa de exerc&iacute;cios, com sequ&ecirc;ncias e repeti&ccedil;&otilde;es. Vale se mexer em atividades n&atilde;o programadas, como cuidar do jardim ou levar o cachorro para passear. Quando estiver pronto e com mais disposi&ccedil;&atilde;o, procure alguma modalidade que seja moderada, mas tamb&eacute;m recreativa e da qual voc&ecirc; goste. &ldquo;O importante &eacute; manter uma regularidade, &eacute; voc&ecirc; sentir que est&aacute; se movimentando&rdquo;, orienta Lilian Hupfeld.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\">\r\n<div class=\"wp-block-embed__wrapper\">https:\/\/youtu.be\/x1kQRgO5t98<\/div>\r\n<\/figure>\r\n\r\n\r\n\r\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como ajudar um amigo ou familiar com sinais de depress&atilde;o?<\/h2>\r\n\r\n\r\n\r\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Identifique os sinais que a pessoa apresenta<\/h3>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Se est&aacute; com pouca energia, se n&atilde;o consegue mais cumprir tarefas, se est&aacute; deixando de cuidar de si.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Converse com a pessoa<\/h3>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Com cuidado, explique o que voc&ecirc; est&aacute; enxergando nela e se disponha a ouvir o que ela tem a dizer.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Demonstre apoio e empatia<\/h3>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>N&atilde;o exija mais do que a pessoa consegue fazer e respeite o tempo e os limites dela.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Recomende acionar o Time de Sa&uacute;de<\/h3>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Ter profissionais de sa&uacute;de que podem orientar e avaliar a sa&uacute;de mental da pessoa &eacute; o primeiro passo para investigar o que est&aacute; acontecendo. S&oacute; um profissional da sa&uacute;de &eacute; capaz de fazer o diagn&oacute;stico e indicar o melhor tratamento.&nbsp;<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<html><body><h2>Alice tem o plano de sa&uacute;de certo para a sua empresa!<\/h2>\n<p>Alice &eacute; uma empresa de tecnologia que oferece planos de sa&uacute;de empresarial e tem a miss&atilde;o de tornar o mundo mais saud&aacute;vel. 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Saiba reconhecer os sinais e como lidar com eles.","protected":false},"author":5,"featured_media":7209,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[5],"tags":[79],"class_list":["post-7178","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-sua-saude","tag-saude-mental"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/alice.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7178","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/alice.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/alice.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/alice.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/5"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/alice.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=7178"}],"version-history":[{"count":9,"href":"https:\/\/alice.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7178\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":19518,"href":"https:\/\/alice.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7178\/revisions\/19518"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/alice.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/7209"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/alice.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=7178"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/alice.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=7178"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/alice.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=7178"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}