{"id":721,"date":"2021-03-08T01:28:00","date_gmt":"2021-03-08T04:28:00","guid":{"rendered":"https:\/\/blog.alice.com.br\/mulheres-no-mercado-de-saude\/"},"modified":"2022-09-01T14:50:33","modified_gmt":"2022-09-01T17:50:33","slug":"mulheres-no-mercado-de-saude","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/alice.com.br\/blog\/conheca-a-alice\/mulheres-no-mercado-de-saude\/","title":{"rendered":"Mulheres no mercado de sa\u00fade: onde estamos e o que precisamos melhorar"},"content":{"rendered":"<html><body><p><em><span>Atualizado em 01 de setembro de 2022.<\/span><\/em><\/p>\n<p><span>A chance de voc&ecirc; ser atendido por uma profissional de sa&uacute;de mulher &ndash; seja qual for a &aacute;rea &ndash; &eacute; grande! Afinal, elas representam 65% de todos os profissionais do setor, seja p&uacute;blico ou privado, em hospitais e na aten&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica, segundo dados do <\/span><a style=\"font-size: revert;\" href=\"https:\/\/www.conasems.org.br\/o-protagonismo-feminino-na-saude-mulheres-sao-a-maioria-nos-servicos-e-na-gestao-do-sus\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">IBGE<\/a><span> (Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica).<\/span><\/p>\n<p><span>Em algumas profiss&otilde;es, a parcela feminina &eacute; ainda maior. Na psicologia, 80% das profissionais s&atilde;o mulheres, enquanto que na fonoaudiologia, nutri&ccedil;&atilde;o e servi&ccedil;o social a participa&ccedil;&atilde;o &eacute; acima de 90%, conforme destaca o Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Sa&uacute;de (<\/span><a style=\"font-size: revert;\" href=\"https:\/\/www.conasems.org.br\/o-protagonismo-feminino-na-saude-mulheres-sao-a-maioria-nos-servicos-e-na-gestao-do-sus\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Conasems<\/a><span>). <\/span><\/p>\n<p><span>Na enfermagem, categoria tida como feminina {<\/span><a style=\"font-size: revert;\" href=\"https:\/\/revistas.face.ufmg.br\/index.php\/rahis\/article\/view\/140-149\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">afinal, os homens s&oacute; ingressaram na profiss&atilde;o a partir de 1949 no Brasil<\/a><span>}, elas representam 85,1% dos profissionais, de acordo com a <\/span><a style=\"font-size: revert;\" href=\"http:\/\/biblioteca.cofen.gov.br\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/relatoriofinal.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">pesquisa <\/a><span>Perfil da Enfermagem no Brasil, divulgada em 2017.<\/span><\/p>\n<p><span>E, por outro lado, na medicina {ainda tida como mais masculina}, as mulheres est&atilde;o ocupando mais espa&ccedil;o ano a ano. A s&eacute;rie hist&oacute;rica compartilhada no<\/span><a style=\"font-size: revert;\" href=\"https:\/\/www.fm.usp.br\/fmusp\/conteudo\/DemografiaMedica2020_9DEZ.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"> documento<\/a><span> Demografia M&eacute;dica 2020 mostra esse avan&ccedil;o.<\/span><\/p>\n<p><span>Em 1910, as mulheres representavam 22,3% das profissionais de medicina no Brasil, mas esse n&uacute;mero foi caindo at&eacute; 1960, quando chegou ao menor patamar: 13%.<\/span><\/p>\n<p><span>De 1970 em diante, com a abertura de mais escolas de medicina pelo pa&iacute;s, elas passaram a representar 15,8% e, de l&aacute; para c&aacute;, n&atilde;o pararam de crescer:<\/span><\/p>\n<p><span>1980: 23,5%;<\/span><\/p>\n<p><span>1990: 30,8%;<\/span><\/p>\n<p><span>2000: 35,8%;<\/span><\/p>\n<p><span>2010: 39,9%;<\/span><\/p>\n<p><span>2020: 46,6% {quase metade!}.<\/span><\/p>\n<h2><span>Protagonismo &eacute; feminino, mas os sal&aacute;rios {ainda} s&atilde;o menores<\/span><\/h2>\n<p>Apesar de as mulheres estarem cada vez mais ocupando os espa&ccedil;os da sa&uacute;de, ainda falta um longo caminho para que recebam os mesmos sal&aacute;rios que os homens.<\/p>\n<p><span>Uma pesquisa do Departamento de Medicina Preventiva da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP), publicada na revista cient&iacute;fica <\/span><a style=\"font-size: revert;\" href=\"https:\/\/www.ncbi.nlm.nih.gov\/pmc\/articles\/PMC6502025\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">British Medical Journal<\/a><span> em 2019, mostra que quase 80% das mulheres m&eacute;dicas est&atilde;o concentradas nas categorias salariais mais baixas e, 51% dos homens m&eacute;dicos, nas mais altas. <\/span><\/p>\n<p><span>Ainda, a probabilidade de um homem receber o mais alto n&iacute;vel salarial &eacute; de 17,1%. Entre as mulheres, essa chance &eacute; de apenas 4,1% {olha esse pay gap, como se diz em ingl&ecirc;s para o desfiladeiro entre os g&ecirc;neros!}.<\/span><\/p>\n<p><span>O estudo tamb&eacute;m refor&ccedil;a que, no meio m&eacute;dico, os especialistas homens tendem a ocupar posi&ccedil;&otilde;es de lideran&ccedil;a com mais frequ&ecirc;ncia do que profissionais mulheres. &Eacute; um paradoxo que reflete a desigualdade de g&ecirc;nero, se considerarmos que, al&eacute;m do alto n&uacute;mero de mulheres j&aacute; atuando na &aacute;rea da sa&uacute;de, elas tamb&eacute;m s&atilde;o maioria nos cursos de medicina e de enfermagem.<\/span><\/p>\n<h2><span>Lideran&ccedil;a feminina: s&oacute; benef&iacute;cios!<\/span><\/h2>\n<p><span>Empresas com mulheres em cargos executivos e em conselhos s&atilde;o mais eficientes e melhores de se trabalhar. Isso est&aacute; documentado em um estudo realizado pela <\/span><a style=\"font-size: revert; font-weight: revert;\" href=\"https:\/\/www.mckinsey.com\/business-functions\/people-and-organizational-performance\/our-insights\/delivering-through-diversity\/pt-BR\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">consultoria McKinsey<\/a><span>, divulgado em 2018. <\/span><\/p>\n<p><span>A pesquisa destaca que as companhias com tr&ecirc;s ou mais mulheres em cargos altos de gest&atilde;o apresentaram melhor desempenho em todos os pontos respons&aacute;veis pela efici&ecirc;ncia da corpora&ccedil;&atilde;o, como clima, motiva&ccedil;&atilde;o, inova&ccedil;&atilde;o, capacita&ccedil;&atilde;o, presta&ccedil;&atilde;o de contas, entre outros.<\/span><\/p>\n<p><span>Isso significa que mulheres s&atilde;o melhores que homens? N&atilde;o, mas que a diversidade de g&ecirc;nero &eacute; melhor pra todo mundo.&nbsp; Mulheres e homens t&ecirc;m, naturalmente, vis&otilde;es complementares, o que enriquece a busca por solu&ccedil;&otilde;es e permite que as empresas ofere&ccedil;am produtos e servi&ccedil;os que atendam &agrave;s necessidades espec&iacute;ficas de diferentes grupos.<\/span><\/p>\n<h2><span>&Eacute; por isso que a Alice tem nome de mulher?<\/span><\/h2>\n<p><span>O porqu&ecirc; do nome Alice &eacute; uma pergunta recorrente por aqui, mas a resposta &eacute; bem simples. Os tr&ecirc;s fundadores, Andr&eacute; Florence, Matheus Moraes e Guilherme Azevedo, queriam um nome que remetesse a uma pessoa.<\/span><\/p>\n<p><span>O&nbsp; motivo? Alice nasceu com o objetivo de entregar sa&uacute;de de uma forma mais personalizada e pr&oacute;xima. Sendo assim, no fundo, poderia se chamar Marina, Rodolfo, Clara, Cau&ecirc;, Dani, Vitor, por a&iacute; vai&hellip; Acontece que os tr&ecirc;s gostavam do nome Alice.<\/span><\/p>\n<p><span>&ldquo;Ah, pensei que fosse uma marca para mulheres&rdquo;.<\/span> <span>Tamb&eacute;m n&atilde;o &eacute; incomum ouvirmos isso. Vamos repetir: somos uma marca para pessoas {todas!}.<\/span><\/p>\n<p><span>Quer saber mais como atuamos? Confira o papel da <\/span><a href=\"https:\/\/alice.com.br\/blog\/gestora-de-saude\/enfermagem-na-alice\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><span>equipe de enfermagem<\/span><\/a><span>; as a&ccedil;&otilde;es das profissionais de <\/span><a href=\"https:\/\/alice.com.br\/blog\/sua-saude\/como-montar-plano-alimentar\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><span>nutri&ccedil;&atilde;o<\/span><\/a> <span>{voc&ecirc; j&aacute; conhece o nosso <\/span><a href=\"https:\/\/alice.com.br\/ebook-alice-na-cozinha\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><b>ebook de receitas saud&aacute;veis Alice na Cozinha?<\/b><\/a><span>}<\/span><span>; al&eacute;m dos trabalhos das equipes de m&eacute;dicas e enfermeiras no <\/span><a href=\"https:\/\/alice.com.br\/blog\/gestora-de-saude\/alice-agora-atendimento-online\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><span>Alice Agora<\/span><\/a><span>!<\/span><\/p>\n<html><body><div class=\"cta cta--post--slim_withlogo\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<a href=\"https:\/\/alice.com.br\/\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"logo\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<img src=\"https:\/\/alice.com.br\/blog\/wp-content\/themes\/arada\/dist\/images\/alice.svg\" width=\"288\" height=\"150\" aria-label=\"hidden\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<span class=\"title\">Conhe&ccedil;a a Alice<\/span><span class=\"icon icon--arrow_right\"><\/span><\/a>\n\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div><\/body><\/html><\/body><\/html>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"A \u00e1rea da sa\u00fade \u00e9 majoritariamente das mulheres, mas isso n\u00e3o significa que n\u00e3o existe muito para melhorar.\n","protected":false},"author":5,"featured_media":3975,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[11],"tags":[92,97],"class_list":["post-721","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-conheca-a-alice","tag-bem-estar","tag-mercado-de-trabalho"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/alice.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/721","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/alice.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/alice.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/alice.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/5"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/alice.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=721"}],"version-history":[{"count":12,"href":"https:\/\/alice.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/721\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":3982,"href":"https:\/\/alice.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/721\/revisions\/3982"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/alice.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/3975"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/alice.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=721"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/alice.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=721"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/alice.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=721"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}