{"id":7335,"date":"2021-04-28T21:08:52","date_gmt":"2021-04-28T21:08:52","guid":{"rendered":"http:\/\/blog.alice.com.br\/uncategorized\/pl-504-homossexualidade-ciencia\/"},"modified":"2022-11-30T15:01:12","modified_gmt":"2022-11-30T18:01:12","slug":"pl-504-homossexualidade-ciencia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/alice.com.br\/blog\/sua-saude\/pl-504-homossexualidade-ciencia\/","title":{"rendered":"PL 504\/2020 e a vis\u00e3o obsoleta de homossexualidade. Entenda"},"content":{"rendered":"<html><body><p>De S&oacute;crates a Alexandre, o Grande; da Mesopot&acirc;mia &agrave; Antiguidade dos gregos e romanos. Desde que o mundo &eacute; mundo, muito se tem discutido sobre o comportamento sexual dos seres humanos.<\/p>\n\n\n\n<p>Seja por meio de rituais de guerra, na Gr&eacute;cia dos s&eacute;culos XII a IX a.C, ou at&eacute; mesmo entendido como um rito de adora&ccedil;&atilde;o por meio da mitologia, o conceito de homossexualidade n&atilde;o existia para os povos antigos; era apenas um dos comportamentos que refletiam as suas cren&ccedil;as e h&aacute;bitos em comunidade.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>De l&aacute; para c&aacute;, muita coisa mudou. Seja do ponto de vista hist&oacute;rico, sociol&oacute;gico e at&eacute; mesmo biol&oacute;gico, a rela&ccedil;&atilde;o entre pessoas do mesmo sexo &eacute; objeto de diversas teorias que s&atilde;o revisitadas com o passar dos anos, em consequ&ecirc;ncia da evolu&ccedil;&atilde;o da sociedade e tamb&eacute;m do amadurecimento das conquistas dos direitos civis por minorias historicamente sub-representadas.<\/p>\n\n\n\n<p>Em abril de 2021, esse debate voltou &agrave; tona ap&oacute;s a deputada estadual Marta Costa (PSD) colocar em pauta na Assembleia Legislativa de S&atilde;o Paulo (Alesp) o Projeto de Lei 504\/2020, que quer proibir a presen&ccedil;a de pessoas LGBTQIA+ ou de fam&iacute;lias homoafetivas em publicidades para crian&ccedil;as.<\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com a autora do PL, o conte&uacute;do das propagandas traria &ldquo;desconforto emocional&rdquo; a in&uacute;meras fam&iacute;lias, e o objetivo do projeto de lei seria limitar a circula&ccedil;&atilde;o de publicidades que incentivem as tais &ldquo;pr&aacute;ticas danosas&rdquo;.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Alguns juristas classificam de inconstitucional o PL 504\/2020 porque cabe apenas &agrave; Uni&atilde;o legislar sobre propaganda comercial e n&atilde;o aos Estados. O texto, apoiado por grupos evang&eacute;licos, &eacute; visto como preconceituoso por movimentos sociais, marcas e ag&ecirc;ncias de publicidade.<\/p>\n\n\n\n<p>A seguir, a gente explica melhor <strong>por que proibir a diversidade sexual na publicidade &eacute; algo obsoleto, inclusive para o entendimento atual da Ci&ecirc;ncia<\/strong>.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O PL 504\/2020 estimula a LGBTfobia ao usar express&otilde;es obsoletas<\/h2>\n\n\n\n<p>Segundo os estudos sobre sexualidade, a orienta&ccedil;&atilde;o sexual &eacute; entendida como a identidade atribu&iacute;da a um indiv&iacute;duo de acordo com os seus desejos e condutas sexuais.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>As express&otilde;es &ldquo;op&ccedil;&atilde;o sexual&rdquo; e &ldquo;prefer&ecirc;ncia sexual&rdquo; s&atilde;o incorretas, afinal, ningu&eacute;m &ldquo;opta&rdquo; ou &ldquo;escolhe&rdquo;, conscientemente, a sua orienta&ccedil;&atilde;o sexual.&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O que acontece, na realidade, &eacute; que um conjunto de fatores biol&oacute;gicos, psicol&oacute;gicos, sociais e culturais influencia para uma ou outra orienta&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n\n\n\n<p>Assim como a heterossexualidade, a homossexualidade &eacute; uma orienta&ccedil;&atilde;o que &eacute; movida por nossa atra&ccedil;&atilde;o a um determinado sexo, e n&atilde;o uma &ldquo;op&ccedil;&atilde;o&rdquo;.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O uso de express&otilde;es incorretas e preconceituosas do PL refor&ccedil;a a discrimina&ccedil;&atilde;o contra pessoas LGBTQIA+.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O&nbsp; PL 504\/2020 induz &agrave; mentalidade de patologizar a sexualidade, algo que j&aacute; foi superado h&aacute; d&eacute;cadas<\/h2>\n\n\n\n<p>O texto do projeto de lei associa a representa&ccedil;&atilde;o da homossexualidade em propagandas a uma &ldquo;pr&aacute;tica danosa&rdquo; e &ldquo;n&atilde;o adequada&rdquo; que causa &ldquo;desconforto emocional&rdquo;.<\/p>\n\n\n\n<p>Tal interpreta&ccedil;&atilde;o remete &agrave; ideia de que uma orienta&ccedil;&atilde;o sexual diferente da heterossexual deveria ser combatida. E para entender a origem desse pensamento, &eacute; preciso fazer uma breve an&aacute;lise hist&oacute;rica.<\/p>\n\n\n\n<p>Na d&eacute;cada de 1940, a atra&ccedil;&atilde;o sexual por pessoas do mesmo sexo foi considerada como um <a href=\"https:\/\/www.scielo.br\/pdf\/rsp\/v18n5\/02.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">&ldquo;desvio&rdquo; ou &ldquo;transtorno patol&oacute;gico&rdquo;<\/a> pelo CID (Classifica&ccedil;&atilde;o Estat&iacute;stica Internacional de Doen&ccedil;as), sendo um comportamento comparado a transtornos como a pedofilia, por exemplo.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Ao longo dos anos, os movimentos civis constru&iacute;ram mudan&ccedil;as essenciais para que a sociedade superasse a discrimina&ccedil;&atilde;o de gays, l&eacute;sbicas e bissexuais. Assim, a orienta&ccedil;&atilde;o sexual come&ccedil;ou a ser entendida como a identidade sexual de uma pessoa, e n&atilde;o uma doen&ccedil;a.<\/p>\n\n\n\n<p>O primeiro movimento nesse sentido aconteceu em 1973, quando a Associa&ccedil;&atilde;o Psiqui&aacute;trica Americana <a href=\"https:\/\/www.nytimes.com\/1973\/12\/23\/archives\/the-issue-is-subtle-the-debate-still-on-the-apa-ruling-on.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">mudou o seu manual de desordens psiqui&aacute;tricas para retirar homossexualidade<\/a>, que passou a ser entendida como uma &ldquo;perturba&ccedil;&atilde;o de orienta&ccedil;&atilde;o sexual&rdquo;.<\/p>\n\n\n\n<p>Alguns anos depois, em 1985, o comportamento deixou de ser considerado como &ldquo;desvio sexual&rdquo; no Brasil, e o Conselho Federal de Medicina (CFM) comunicou aos m&eacute;dicos, sobretudo psiquiatras, que a homossexualidade n&atilde;o poderia ser considerada um diagn&oacute;stico.<\/p>\n\n\n\n<p>A grande virada da compreens&atilde;o, e aceita&ccedil;&atilde;o, da atra&ccedil;&atilde;o entre pessoas do mesmo sexo ocorreu em maio de 1990, quando a Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial de Sa&uacute;de (OMS) retirou &ldquo;homossexualismo&rdquo; da lista oficial de dist&uacute;rbios mentais do CID.<\/p>\n\n\n\n<p>A partir dessa data, tr&ecirc;s anos depois, o sufixo &ldquo;ismo&rdquo;, que remete &agrave; doen&ccedil;as, foi completamente substitu&iacute;do pelo sufixo &ldquo;dade&rdquo;, cujo significado &eacute; viv&ecirc;ncia ou pr&aacute;tica, trazendo todo um novo significado para o entendimento do tema.&zwj;<\/p>\n\n\n\n<p>&zwj;<span>No Brasil, os LGBTQIA+ representam apenas 1,3% das personagens e protagonistas de publicidades. O dado de 2020 &eacute; da <\/span><a href=\"https:\/\/iabbrasil.com.br\/\/var\/www\/html\/portalalice\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/TODXS9.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">9&ordm; Pesquisa Todxs<\/a><span>, que tem como objetivo acompanhar a representatividade desses grupos nos conte&uacute;dos de comerciais que s&atilde;o veiculados no Pa&iacute;s. O estudo &eacute; desenvolvido desde 2015 pela ONU Mulheres e pela Heads Propaganda.<\/span><\/p>\n\n\n\n<p>Ao propor a proibi&ccedil;&atilde;o da representa&ccedil;&atilde;o dos LGBTQIA+, o PL n&atilde;o s&oacute; colabora para o apagamento dessa parcela da popula&ccedil;&atilde;o nas m&iacute;dias, como tamb&eacute;m ignora os efeitos nocivos dessa marginaliza&ccedil;&atilde;o na sa&uacute;de mental das pessoas.&zwj;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Leia mais: <\/strong><a href=\"https:\/\/alice.com.br\/blog\/sua-saude\/homofobia-familiar-saude-mental-lgbt\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Como a homofobia na fam&iacute;lia afeta sa&uacute;de mental de LGBTs?<\/a><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O&nbsp; PL 504\/2020 ignora que a homossexualidade &eacute; t&atilde;o complexa quanto a heterossexualidade do ponto de vista gen&eacute;tico<\/h2>\n\n\n\n<p>O<a href=\"https:\/\/science.sciencemag.org\/content\/365\/6456\/eaat7693\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\"> maior estudo j&aacute; publicado sobre a gen&eacute;tica do comportamento sexual <\/a>demonstrou que a homossexualidade n&atilde;o &eacute; determinada por um gene espec&iacute;fico. Ao contr&aacute;rio: existem cinco variantes gen&eacute;ticas que est&atilde;o relacionadas ao comportamento homossexual.<\/p>\n\n\n\n<p>Por&eacute;m, ao somarmos os seus efeitos individuais, essas variantes gen&eacute;ticas explicam menos de 1% do comportamento sexual de quem &eacute; atra&iacute;do por pessoas do mesmo sexo. Ou seja: o caldo &eacute; bem mais complexo do que apenas identificar uma &uacute;nica &ldquo;causa raiz&rdquo;.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A pesquisa, considerada uma das mais importantes sobre o tema, avaliou o genoma de cerca de 500.000 pessoas e foi publicada pela revista Science em agosto de 2019.<\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com o estudo, assim como a maioria dos tra&ccedil;os da personalidade de um indiv&iacute;duo, o comportamento sexual &eacute; algo complexo de prever, uma vez que &eacute; resultado de uma mistura de fatores gen&eacute;ticos e ambientais.<\/p>\n\n\n\n<p>Do ponto de vista do DNA, por exemplo, n&atilde;o existe um &ldquo;gene gay&rdquo; capaz de definir se uma pessoa ser&aacute; homossexual, heterossexual ou bissexual.<\/p>\n\n\n\n<p>Outras pesquisas anteriores j&aacute; haviam demonstrado que a heran&ccedil;a gen&eacute;tica influencia no comportamento sexual dos seres humanos h&eacute;tero ou homossexuais, e os geneticistas estimam que essa influ&ecirc;ncia seja de 8% at&eacute; 25%.<\/p>\n\n\n\n<p>H&aacute; outros fatores, como a exposi&ccedil;&atilde;o hormonal incomum de beb&ecirc;s ainda no &uacute;tero, que tamb&eacute;m s&atilde;o capazes de afetar a sexualidade.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Mas a realidade &eacute; que cada vez mais a compreens&atilde;o cient&iacute;fica afasta a vis&atilde;o bin&aacute;ria do comportamento sexual, uma vez que existe uma diversidade de orienta&ccedil;&otilde;es sexuais entre os seres humanos, e, biologicamente falando, a homossexualidade &eacute; um comportamento t&atilde;o natural quanto a heterossexualidade.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O&nbsp; PL 504\/2020 esquece que mais representatividade significa mais toler&acirc;ncia, sa&uacute;de mental e acolhimento &ndash; inclusive para as crian&ccedil;as<\/h2>\n\n\n\n<p>Pesquisas indicam que h&aacute; uma rela&ccedil;&atilde;o clara entre as representa&ccedil;&otilde;es positivas de LGBTQIA+ na m&iacute;dia e o fortalecimento do amor pr&oacute;prio e da autoestima desses indiv&iacute;duos.<\/p>\n\n\n\n<p>Um estudo publicado no<a href=\"https:\/\/www.tandfonline.com\/doi\/full\/10.1080\/00918369.2011.546729\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\"> Journal of Homosexuality<\/a> demonstra que a maior representa&ccedil;&atilde;o positiva de LGBTQIA+ &eacute; um primeiro passo no sentido de reduzir o preconceito social contra essas pessoas.<\/p>\n\n\n\n<p>Outro artigo, publicado no <a href=\"https:\/\/deepblue.lib.umich.edu\/bitstream\/handle\/2027.42\/45292\/10964_2004_Article_364602.pdf;jsessionid=FFE1E5B09A6D5DB13829E8272534E354?sequence=1\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">Journal of Youth and Adolescence<\/a>, argumenta que representa&ccedil;&otilde;es limitadas na televis&atilde;o tendem a fortalecer os vieses em rela&ccedil;&atilde;o aos pap&eacute;is de g&ecirc;nero que devem ser desempenhados por homens e mulheres.<\/p>\n\n\n\n<p>Essa constata&ccedil;&atilde;o indica a responsabilidade que a m&iacute;dia tem em construir representa&ccedil;&otilde;es que v&atilde;o al&eacute;m dos estere&oacute;tipos preconceituosos da homossexualidade, por exemplo.<\/p>\n\n\n\n<p>Na dire&ccedil;&atilde;o oposta, pesquisadores americanos investigaram a preval&ecirc;ncia de transtornos como a ansiedade e a depress&atilde;o na popula&ccedil;&atilde;o LGBTQIA+, que em casos mais graves pode ocasionar ao su&iacute;cidio.<\/p>\n\n\n\n<p>O termo &ldquo;minority stress&rdquo; (ou estresse das minorias, em tradu&ccedil;&atilde;o livre), &eacute; utilizado para analisar os efeitos da heteronormatividade e da homofobia na sa&uacute;de de pessoas LGBTQIA+.<\/p>\n\n\n\n<p>No Brasil, os LGBTQIA+ representam apenas 1,3% das personagens e protagonistas de publicidades. O dado de 2020 &eacute; da <a href=\"https:\/\/iabbrasil.com.br\/\/var\/www\/html\/portalalice\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/TODXS9.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">9&ordm; Pesquisa Todxs<\/a>, que tem como objetivo acompanhar a representatividade desses grupos nos conte&uacute;dos de comerciais que s&atilde;o veiculados no Pa&iacute;s.<\/p>\n\n\n\n<p>O estudo &eacute; desenvolvido desde 2015 pela ONU Mulheres e pela Heads Propaganda.<\/p>\n\n\n\n<p>Ao propor a proibi&ccedil;&atilde;o da representa&ccedil;&atilde;o dos LGBTQIA+, o PL n&atilde;o s&oacute; colabora para o apagamento dessa parcela da popula&ccedil;&atilde;o nas m&iacute;dias, como tamb&eacute;m ignora os efeitos nocivos dessa marginaliza&ccedil;&atilde;o na sa&uacute;de mental das pessoas.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Leia mais: <\/strong><a href=\"https:\/\/alice.com.br\/blog\/sua-saude\/livros-e-filmes-orgulho-lgbtqia\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">20 livros e filmes para celebrar o Orgulho LGBTQIA+<\/a><\/p>\n<html><body><div class=\"cta cta--post--slim_withlogo\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<a href=\"https:\/\/alice.com.br\/\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"logo\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<img src=\"https:\/\/alice.com.br\/blog\/wp-content\/themes\/arada\/dist\/images\/alice.svg\" width=\"288\" height=\"150\" aria-label=\"hidden\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<span class=\"title\">Conhe&ccedil;a a Alice<\/span><span class=\"icon icon--arrow_right\"><\/span><\/a>\n\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div><\/body><\/html><\/body><\/html>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"","protected":false},"author":5,"featured_media":7434,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[5],"tags":[128],"class_list":["post-7335","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-sua-saude","tag-comportamento"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/alice.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7335","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/alice.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/alice.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/alice.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/5"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/alice.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=7335"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/alice.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7335\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":9122,"href":"https:\/\/alice.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7335\/revisions\/9122"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/alice.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/7434"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/alice.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=7335"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/alice.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=7335"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/alice.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=7335"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}