{"id":7345,"date":"2022-08-01T12:53:22","date_gmt":"2022-08-01T15:53:22","guid":{"rendered":"http:\/\/blog.alice.com.br\/?p=3545"},"modified":"2023-09-15T13:49:51","modified_gmt":"2023-09-15T16:49:51","slug":"urinar-muitas-vezes-ao-dia-pode-ser-infeccao-urinaria","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/alice.com.br\/blog\/sua-saude\/urinar-muitas-vezes-ao-dia-pode-ser-infeccao-urinaria\/","title":{"rendered":"Vontade de urinar toda hora? Pode ser infec\u00e7\u00e3o urin\u00e1ria"},"content":{"rendered":"<html><body><p>A frequ&ecirc;ncia ideal para fazer xixi &eacute; de cinco a oito vezes por dia. Menos que isso &eacute; considerado muito pouco, e pode ser reflexo da falta de l&iacute;quidos ou do <a href=\"https:\/\/epipi.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">h&aacute;bito de segurar a urina<\/a> por muito tempo na bexiga. Se as idas ao banheiro para fazer xixi acontecerem toda hora e forem associadas a outros sintomas, vale o alerta para a <strong>infec&ccedil;&atilde;o urin&aacute;ria<\/strong>.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Causada, geralmente, por bact&eacute;rias que sobem da regi&atilde;o genital para a bexiga, a infec&ccedil;&atilde;o urin&aacute;ria &eacute; uma condi&ccedil;&atilde;o mais comum entre mulheres cisg&ecirc;nero (que se identificam com o g&ecirc;nero de nascimento) do que entre homens cisg&ecirc;nero. A raz&atilde;o para isso &eacute; anat&ocirc;mica.&nbsp;<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>&ldquo;As bact&eacute;rias que normalmente provocam essa infec&ccedil;&atilde;o s&atilde;o da pr&oacute;pria pessoa, e o reservat&oacute;rio mais comum delas &eacute; no reto e no intestino. A mulher tem uma uretra mais curta que o homem, de 3 cm a 6 cm, e uma proximidade maior com o orif&iacute;cio do &acirc;nus, o que facilita a passagem das bact&eacute;rias&rdquo;, explica Karin Anzolch, m&eacute;dica urologista, diretora de comunica&ccedil;&atilde;o e professora do departamento de doen&ccedil;as infecciosas da Sociedade Brasileira de Urologia.&nbsp;<\/p><html><body><div class=\"cta cta--post--slim_withlogo\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<a href=\"https:\/\/alice.com.br\/\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"logo\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<img src=\"https:\/\/alice.com.br\/blog\/wp-content\/themes\/arada\/dist\/images\/alice.svg\" width=\"288\" height=\"150\" aria-label=\"hidden\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<span class=\"title\">Conhe&ccedil;a a Alice<\/span><span class=\"icon icon--arrow_right\"><\/span><\/a>\n\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div><\/body><\/html>\r\n\r\n\r\n\r\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Mulheres e momentos de maior risco de infec&ccedil;&atilde;o urin&aacute;ria<\/h2>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Entre as mulheres, o risco da infec&ccedil;&atilde;o aumenta em tr&ecirc;s momentos:&nbsp;<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<ul class=\"wp-block-list\">\r\n<li>Dos 18 aos 35 anos, devido &agrave; vida sexual mais ativa;<\/li>\r\n\r\n\r\n\r\n<li>Durante a gesta&ccedil;&atilde;o, pelo aumento do &uacute;tero, que dificulta o esvaziamento da bexiga;<\/li>\r\n\r\n\r\n\r\n<li>Ap&oacute;s a menopausa, com a queda hormonal.&nbsp;<\/li>\r\n<\/ul>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>&ldquo;Durante o ato sexual, o atrito sobre a uretra empurra as bact&eacute;rias de fora para dentro. Por isso &eacute; importante sempre esvaziar a bexiga ap&oacute;s a rela&ccedil;&atilde;o sexual, para eliminar qualquer bact&eacute;ria que possa ter entrado&rdquo;, explica a urologista.&nbsp;<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>A redu&ccedil;&atilde;o dos horm&ocirc;nios femininos durante a menopausa modifica a flora intestinal e bact&eacute;rias que poderiam ser ben&eacute;ficas &ndash; como os lactobacilos &ndash; acabam diminuindo em quantidade. &ldquo;A pele em torno da uretra tamb&eacute;m sofre uma atrofia, e os vasos sangu&iacute;neos que levariam os anticorpos para proteger contra a infec&ccedil;&atilde;o chegam atrasados ou em menor quantidade&rdquo;, lembra Anzolch.&nbsp;<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Uma solu&ccedil;&atilde;o, segundo a m&eacute;dica, pode ser o uso de cremes com horm&ocirc;nios na regi&atilde;o genital, caso a pessoa n&atilde;o tenha contraindica&ccedil;&atilde;o. &ldquo;Isso resolve o problema da pele fina e da redu&ccedil;&atilde;o da defesa nas mulheres em menopausa.&rdquo;<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Homens: risco maior com o aumento da idade<\/h2>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>A incid&ecirc;ncia da infec&ccedil;&atilde;o urin&aacute;ria varia conforme o g&ecirc;nero e a idade. Embora na juventude as mulheres tendam a ter mais casos que os homens &ndash; e, quando eles desenvolvem uma infec&ccedil;&atilde;o, est&aacute; mais associada a doen&ccedil;as sexualmente transmiss&iacute;veis &ndash;, os n&uacute;meros se igualam a partir dos 50 ou 60 anos.&nbsp;<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Isso porque, ap&oacute;s essa idade, os homens podem apresentar um crescimento benigno da pr&oacute;stata (condi&ccedil;&atilde;o chamada de hiperplasia benigna da pr&oacute;stata), que prejudica a mic&ccedil;&atilde;o e, por consequ&ecirc;ncia, o esvaziamento da bexiga. Com a urina acumulada, aumenta-se o risco de que as bact&eacute;rias se reproduzam, gerando a infec&ccedil;&atilde;o.&nbsp;<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>O curioso &eacute; que a pr&oacute;stata &ndash; no tamanho normal &ndash; &eacute; um elemento que protege o homem contra a infec&ccedil;&atilde;o urin&aacute;ria, porque serve de barreira &agrave; subida direta das bact&eacute;rias para a bexiga, segundo explica Karin Anzolch, m&eacute;dica urologista.&nbsp;&nbsp;<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>&gt;&gt; <a href=\"https:\/\/alice.com.br\/blog\/sua-saude\/saude-masculina\/\">Entenda por que homens vivem menos {e como virar o jogo}<\/a><\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Mulheres trans e homens trans: risco igual?<\/h2>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Nem todas pessoas trans escolhem passar pela cirurgia de redesigna&ccedil;&atilde;o sexual, mas quem opta pela mudan&ccedil;a teria um risco diferente na infec&ccedil;&atilde;o urin&aacute;ria?&nbsp;<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>De acordo com <a href=\"https:\/\/alice.com.br\/rede-credenciada\/especialista\/urologia\/willy-baccaglini\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Willy Baccaglini, m&eacute;dico urologista e integrante da Comunidade de Sa&uacute;de da Alice<\/a>, no caso das mulheres trans, a retirada da barreira peniana facilitaria a infec&ccedil;&atilde;o urin&aacute;ria, mas h&aacute; um fator protetor j&aacute; citado: a pr&oacute;stata.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>&ldquo;N&atilde;o temos estudo fazendo essa avalia&ccedil;&atilde;o, comparando a mulher trans em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; mulher cis, mas vale lembrar que a mulher trans ainda ter&aacute; a pr&oacute;stata, que &eacute; um m&eacute;todo de barreira e isso, comparado &agrave; mulher cis, faz com que tenha uma prote&ccedil;&atilde;o a mais&rdquo;, explica Baccaglini, que tamb&eacute;m &eacute; m&eacute;dico urologista da Faculdade de Medicina do ABC e do Hospital Israelita Albert Einstein, al&eacute;m de membro das Sociedades Brasileira, Norte-americana e Europeia de Urologia.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Embora tenha um fator protetor, a redu&ccedil;&atilde;o da produ&ccedil;&atilde;o de testosterona pode influenciar no risco, j&aacute; que o horm&ocirc;nio pode servir de mecanismo de defesa aos homens cis, de acordo com o urologista. &ldquo;N&atilde;o sabemos qual &eacute; o impacto real da restri&ccedil;&atilde;o de testosterona na mulher trans com rela&ccedil;&atilde;o &agrave; infec&ccedil;&atilde;o urin&aacute;ria, mas poderia ser um fator adicional. N&atilde;o h&aacute; estudos que comparem e confirmem isso&rdquo;, destaca.&nbsp;<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>No caso dos homens trans, como as cirurgias de neofaloplastia (nome dado ao p&ecirc;nis constru&iacute;do) s&atilde;o mais incomuns, h&aacute; menos dados, de acordo com Baccaglini. &ldquo;Mas o impacto [da infec&ccedil;&atilde;o urin&aacute;ria] seria menor, porque o m&eacute;dico est&aacute; gerando um novo tecido, uma nova uretra. Por outro lado, esse paciente n&atilde;o tem pr&oacute;stata, ent&atilde;o n&atilde;o teria um m&eacute;todo de barreira que a mulher trans e o homem cis t&ecirc;m&rdquo;, afirma.<\/p><html><body><div class=\"cta cta--post--slim_withlogo\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<a href=\"https:\/\/alice.com.br\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"logo\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<img src=\"https:\/\/alice.com.br\/blog\/wp-content\/themes\/arada\/dist\/images\/alice.svg\" width=\"288\" height=\"150\" aria-label=\"hidden\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<span class=\"title\">Conhe&ccedil;a o plano empresarial da Alice<\/span><span class=\"icon icon--arrow_right\"><\/span><\/a>\n\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div><\/body><\/html>\r\n\r\n\r\n\r\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Sintomas comuns e incomuns da infec&ccedil;&atilde;o urin&aacute;ria<\/h2>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Em mulheres, os sintomas mais comuns s&atilde;o, de acordo com Karin Anzolch, m&eacute;dica urologista, e Willy Baccaglini, m&eacute;dico urologista:<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<ul class=\"wp-block-list\">\r\n<li>Desconforto na base (ou &ldquo;p&eacute;&rdquo;) da barriga;&nbsp;<\/li>\r\n\r\n\r\n\r\n<li>Dor na regi&atilde;o lombar;&nbsp;<\/li>\r\n\r\n\r\n\r\n<li>Ard&ecirc;ncia ou dor na hora de urinar;&nbsp;<\/li>\r\n\r\n\r\n\r\n<li>Idas frequentes ao banheiro, mas com pouco volume e sensa&ccedil;&atilde;o de esvaziamento incompleto da bexiga.&nbsp;<\/li>\r\n<\/ul>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Em homens, o sintoma mais comum &eacute; ardor no canal da urina, e nem sempre h&aacute; o desconforto no p&eacute; da barriga, segundo Baccaglini.&nbsp;<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Se h&aacute; febre ou mal estar, a recomenda&ccedil;&atilde;o &eacute; buscar um profissional de sa&uacute;de com urg&ecirc;ncia.&nbsp;<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>&ldquo;Quadro infeccioso com febre e queda do estado geral do paciente s&atilde;o sinais de alarme e de gravidade. &Agrave;s vezes &eacute; necess&aacute;rio receber um medicamento antibi&oacute;tico intravenoso ou ficar internado, pelo risco de infec&ccedil;&atilde;o sist&ecirc;mica&rdquo;, destaca o urologista.&nbsp;&nbsp;<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Crian&ccedil;as e idosos com infec&ccedil;&atilde;o urin&aacute;ria: quais s&atilde;o os sintomas?<\/h3>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Os indicativos de uma infec&ccedil;&atilde;o de urina em crian&ccedil;as e idosos n&atilde;o s&atilde;o os mesmos que nos adultos. Os mais comuns s&atilde;o dores abdominais e altera&ccedil;&atilde;o do estado de consci&ecirc;ncia, e a ard&ecirc;ncia ao urinar &eacute; menos frequente.&nbsp;<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>&Eacute; preciso ficar atento se o idoso ou a crian&ccedil;a apresentarem:<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<ul class=\"wp-block-list\">\r\n<li>Mudan&ccedil;a cognitiva ou perda do estado de consci&ecirc;ncia;&nbsp;<\/li>\r\n\r\n\r\n\r\n<li>Altera&ccedil;&atilde;o do comportamento, como n&atilde;o aceitar mais a comida;&nbsp;<\/li>\r\n\r\n\r\n\r\n<li>Ao inv&eacute;s de febre, ter temperatura corporal baixa;&nbsp;<\/li>\r\n\r\n\r\n\r\n<li>Presen&ccedil;a de sangue na urina, com dor ao final da mic&ccedil;&atilde;o.&nbsp;<\/li>\r\n<\/ul>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>&ldquo;A infec&ccedil;&atilde;o urin&aacute;ria deve ser cogitada em casos de beb&ecirc;s que n&atilde;o ganham peso. Sempre que houver a suspeita de infec&ccedil;&atilde;o urin&aacute;ria em crian&ccedil;as menores de dez anos, o que &eacute; raro, deve-se considerar e analisar outros problemas, como mal forma&ccedil;&otilde;es dos rins, dos canais da urina ou da bexiga&rdquo;, orienta <a href=\"https:\/\/alice.com.br\/rede-credenciada\/especialista\/urologia\/vinicius-meneguette\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Vinicius Meneguette, m&eacute;dico urologista, parte da Comunidade de Sa&uacute;de da Alice<\/a>, e respons&aacute;vel pela oncologia urol&oacute;gica do Hospital Militar de S&atilde;o Paulo.&nbsp;<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como diagnosticar a infec&ccedil;&atilde;o de urina?<\/h2>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Na maior parte dos casos, o diagn&oacute;stico da infec&ccedil;&atilde;o urin&aacute;ria &eacute; cl&iacute;nico, com base nos sintomas do paciente. Mas o exame de urina pode ser indicado, em alguns casos.&nbsp;<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Meneguette cita o exemplo da bexiga hiperativa, condi&ccedil;&atilde;o em que os mesmos sintomas se manifestam &ndash; como a vontade de urinar com maior frequ&ecirc;ncia e a sensa&ccedil;&atilde;o de esvaziamento incompleto da bexiga &ndash; e que acomete pessoas com o mesmo perfil da infec&ccedil;&atilde;o urin&aacute;ria.&nbsp;<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>&ldquo;Essa confus&atilde;o de diagn&oacute;sticos s&oacute; pode ser afastada com um exame de cultura de urina, que demonstra se h&aacute; ou n&atilde;o a infec&ccedil;&atilde;o&rdquo;, afirma.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>&gt;&gt; <a href=\"https:\/\/alice.com.br\/blog\/sua-saude\/consulta-com-ginecologista-perguntas\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">O que perguntar na consulta com ginecologista<\/a><\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<h2 class=\"wp-block-heading\">H&aacute; rem&eacute;dios naturais para infec&ccedil;&atilde;o urin&aacute;ria?<\/h2>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Uma vez identificada a infec&ccedil;&atilde;o, o tratamento mais indicado &eacute; o antibi&oacute;tico. Para evitar um impacto na resist&ecirc;ncia bacteriana, os profissionais de sa&uacute;de t&ecirc;m optado por grupos de antibi&oacute;ticos mais associados &agrave; bact&eacute;ria <em>Escherichia coli<\/em> (ou <em>E. coli<\/em>) &ndash; principal culpada das infec&ccedil;&otilde;es urin&aacute;rias.&nbsp;<\/p><html><body><div class=\"cta cta--post--slim_withlogo\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<a href=\"https:\/\/alice.com.br\/simulador\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"logo\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<img src=\"https:\/\/alice.com.br\/blog\/wp-content\/themes\/arada\/dist\/images\/alice.svg\" width=\"288\" height=\"150\" aria-label=\"hidden\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<span class=\"title\">Fa&ccedil;a uma Cota&ccedil;&atilde;o<\/span><span class=\"icon icon--arrow_right\"><\/span><\/a>\n\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div><\/body><\/html>\r\n\r\n\r\n\r\n<h3 class=\"wp-block-heading\">E o suco de cranberry para infec&ccedil;&atilde;o urin&aacute;ria?<\/h3>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>De acordo com os profissionais ouvidos pela <strong>Alice<\/strong>, h&aacute; evid&ecirc;ncias cient&iacute;ficas de que a fruta cranberry (ou oxicoco, como &eacute; tamb&eacute;m conhecido) reduz o risco de infec&ccedil;&atilde;o urin&aacute;ria &ndash; mas n&atilde;o &eacute; t&atilde;o simples.&nbsp;<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Karin Anzolch, m&eacute;dica urologista, explica que nos estudos <em>in vitro<\/em> (ou em laborat&oacute;rio), os pesquisadores perceberam que o princ&iacute;pio ativo da fruta inativa o mecanismo que permite a ader&ecirc;ncia da bact&eacute;ria &agrave; parede da bexiga humana. &ldquo;A bact&eacute;ria tem flagelos que aderem &agrave; mucosa da bexiga, e o cranberry torna essas partes antiaderentes, facilitando a elimina&ccedil;&atilde;o do microrganismo antes que ele consiga grudar&rdquo;, detalha.&nbsp;<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Nos estudos em seres humanos, a discuss&atilde;o &eacute; outra: qual &eacute; a dose do princ&iacute;pio ativo da fruta que seria suficiente para essa a&ccedil;&atilde;o preventiva? &ldquo;N&atilde;o basta ingerir o cranberry, mas &eacute; preciso ingerir em uma quantidade adequada, e os sucos podem ter componentes muito variados, assim como a fruta&rdquo;, explica Anzolch.&nbsp;<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Ainda que seja poss&iacute;vel consumir o cranberry em outros formatos, como c&aacute;psulas e extratos, &eacute; preciso orienta&ccedil;&atilde;o de um profissional da sa&uacute;de. &ldquo;Medidas que n&atilde;o envolvam antibi&oacute;ticos precisam ser estimuladas, ainda que o efeito n&atilde;o seja 100%. Tomar sucos aumenta a produ&ccedil;&atilde;o de urina, e esse &eacute; um efeito positivo&rdquo;, destaca a m&eacute;dica.&nbsp;<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como prevenir a infec&ccedil;&atilde;o urin&aacute;ria<\/h2>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>H&aacute; medidas preventivas &ndash; e naturais &ndash; que devem ser adotadas para evitar a infec&ccedil;&atilde;o. S&atilde;o elas:&nbsp;<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<ul class=\"wp-block-list\">\r\n<li>N&atilde;o segurar por muito tempo a urina na bexiga {e, para isso, mulheres cis e homens trans podem contar com a ajuda de dispositivos que se posicionam entre as pernas e servem de condutor urin&aacute;rio, como o <a href=\"https:\/\/epipi.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">e.pipi<\/a>};<\/li>\r\n\r\n\r\n\r\n<li>Ter certeza de que a bexiga foi completamente esvaziada;<\/li>\r\n\r\n\r\n\r\n<li>Tomar l&iacute;quidos e n&atilde;o esperar ficar com sede para se hidratar;&nbsp;<\/li>\r\n\r\n\r\n\r\n<li>Urinar sempre ap&oacute;s as rela&ccedil;&otilde;es sexuais, uma dica especialmente para as mulheres;&nbsp;<\/li>\r\n\r\n\r\n\r\n<li>Manter a sa&uacute;de e a higiene genital adequadas.<\/li>\r\n<\/ul>\r\n\r\n\r\n\r\n<h2 class=\"wp-block-heading\">A maneira ideal de urinar<\/h2>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Muitas vezes as mulheres s&atilde;o obrigadas a usar banheiros nem sempre em boas condi&ccedil;&otilde;es de higiene e, se elas n&atilde;o se sentam adequadamente ao vaso sanit&aacute;rio, o risco de sobrar urina na bexiga &eacute; grande. Mas h&aacute; como melhorar, segundo a orienta&ccedil;&atilde;o da m&eacute;dica urologista.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>&ldquo;O ideal &eacute; urinar com os dois p&eacute;s no ch&atilde;o, com as pernas abertas, para poder relaxar bem o assoalho p&eacute;lvico. Se a mulher faz xixi quase de p&eacute;, frequentemente ficam res&iacute;duos urin&aacute;rios na bexiga. Por isso &eacute; importante higienizar o vaso sanit&aacute;rio e sentar-se para urinar completamente, embora nem sempre os banheiros sejam favor&aacute;veis a isso&rdquo;, explica Anzolch.<\/p><html><body><div class=\"cta cta--post--slim_withlogo\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<a href=\"https:\/\/alice.com.br\/\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"logo\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<img src=\"https:\/\/alice.com.br\/blog\/wp-content\/themes\/arada\/dist\/images\/alice.svg\" width=\"288\" height=\"150\" aria-label=\"hidden\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<span class=\"title\">Conhe&ccedil;a a Alice<\/span><span class=\"icon icon--arrow_right\"><\/span><\/a>\n\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div><\/body><\/html>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Outros culpados pelas infec&ccedil;&otilde;es urin&aacute;rias s&atilde;o:&nbsp;<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<ul class=\"wp-block-list\">\r\n<li>Infec&ccedil;&otilde;es sexualmente transmiss&iacute;veis, que aumentam a suscetibilidade &agrave;s bact&eacute;rias;&nbsp;<\/li>\r\n\r\n\r\n\r\n<li>Fatores gen&eacute;ticos, como fam&iacute;lias com casos recorrentes de infec&ccedil;&atilde;o;&nbsp;<\/li>\r\n\r\n\r\n\r\n<li>Problemas imunol&oacute;gicos, que prejudicam o combate &agrave;s bact&eacute;rias;&nbsp;<\/li>\r\n\r\n\r\n\r\n<li>Pouca ingesta de l&iacute;quidos, o que aumenta a concentra&ccedil;&atilde;o de urina na bexiga e&nbsp; favorece a multiplica&ccedil;&atilde;o dos microrganismos.&nbsp;<\/li>\r\n<\/ul>\r\n\r\n\r\n\r\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Bexiga ca&iacute;da (prolapso)<\/h2>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Em mulheres ap&oacute;s o parto e idosas, vale tamb&eacute;m o alerta para o prolapso &ndash; ou a queda dos &oacute;rg&atilde;os p&eacute;lvicos, como a bexiga, uretra, &uacute;tero, reto, intestino, entre outros &ndash; tamb&eacute;m chamado de &ldquo;bexiga ca&iacute;da&rdquo;.&nbsp;<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>&ldquo;Esses prolapsos podem levar &agrave; incontin&ecirc;ncia urin&aacute;ria, e a umidade que se forma a partir disso favorece o surgimento das bact&eacute;rias no local. A bexiga que cai, por exemplo, pode formar um reservat&oacute;rio que &eacute; mais dif&iacute;cil de esvaziar&rdquo;, explica a m&eacute;dica urologista.&nbsp;<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Para fortalecer a musculatura do assoalho p&eacute;lvico, uma sugest&atilde;o s&atilde;o os exerc&iacute;cios de Kegel. De acordo com informa&ccedil;&otilde;es da<a href=\"https:\/\/www.mayoclinic.org\/healthy-lifestyle\/womens-health\/in-depth\/kegel-exercises\/art-20045283\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\"> Mayo Clinic<\/a>, organiza&ccedil;&atilde;o de sa&uacute;de sem fins lucrativos, a pr&aacute;tica exige treinos di&aacute;rios, pelo menos tr&ecirc;s vezes, de 10 a 15 repeti&ccedil;&otilde;es para cada movimento. Confira o passo a passo:<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<ol class=\"wp-block-list\">\r\n<li><strong>Encontre os m&uacute;sculos certos<\/strong>: na pr&oacute;xima ida ao banheiro, pare o fluxo de urina de repente. Isso ajudar&aacute; a identificar corretamente quais s&atilde;o os m&uacute;sculos que devem ser fortalecidos.<\/li>\r\n\r\n\r\n\r\n<li><strong>Aperfei&ccedil;oe a t&eacute;cnica<\/strong>: imagine que voc&ecirc; est&aacute; sob uma mesa de m&aacute;rmore e precisa tensionar os m&uacute;sculos da p&eacute;lvis para se levantar. Fa&ccedil;a esse movimento por tr&ecirc;s segundos e relaxe por outros tr&ecirc;s;&nbsp;<\/li>\r\n\r\n\r\n\r\n<li><strong>Mantenha o foco<\/strong>: procure manter apenas os m&uacute;sculos do assoalho p&eacute;lvico tensionados, e n&atilde;o os do abdome, coxas ou das n&aacute;degas;<\/li>\r\n\r\n\r\n\r\n<li><strong>Respire<\/strong>: evite segurar a respira&ccedil;&atilde;o. Inspire e expire durante os exerc&iacute;cios;<\/li>\r\n\r\n\r\n\r\n<li><strong>Repita<\/strong>: o objetivo &eacute; que o exerc&iacute;cio seja repetido em tr&ecirc;s momentos do dia, de 10 a 15 repeti&ccedil;&otilde;es de cada vez.&nbsp;<\/li>\r\n<\/ol>\r\n\r\n\r\n\r\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Quando a infec&ccedil;&atilde;o de urina se torna de repeti&ccedil;&atilde;o?<\/h2>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>A infec&ccedil;&atilde;o urin&aacute;ria &eacute; considerada de repeti&ccedil;&atilde;o quando h&aacute; pelo menos dois casos em seis meses ou tr&ecirc;s ao longo de um ano.&nbsp;<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>As causas para a repeti&ccedil;&atilde;o podem incluir&nbsp; h&aacute;bitos n&atilde;o saud&aacute;veis, como segurar por tempo demais a urina, e tamb&eacute;m fatores imunol&oacute;gicos. Mas, de acordo com Baccaglini, a preven&ccedil;&atilde;o desses casos envolve muito mais mudan&ccedil;as comportamentais do que farmacol&oacute;gicas.&nbsp;<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>&ldquo;O h&aacute;bito de segurar a urina por muito tempo, n&atilde;o ingerir &aacute;gua suficiente e n&atilde;o urinar ap&oacute;s o sexo s&atilde;o algumas causas para a repeti&ccedil;&atilde;o. Outro detalhe, que muitas vezes &eacute; ignorado, s&atilde;o os h&aacute;bitos intestinais. A bexiga &eacute; a &lsquo;irm&atilde;&rsquo; do reto. Se a pessoa &eacute; muito constipada e tem o h&aacute;bito intestinal desregulado, as fezes ficam ressecadas no intestino, que, como a bexiga, &eacute; um reservat&oacute;rio para bact&eacute;rias. Isso aumenta o risco de uma transloca&ccedil;&atilde;o bacteriana, do intestino para a bexiga&rdquo;, explica o m&eacute;dico.&nbsp;<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<h2 class=\"wp-block-heading\">E se n&atilde;o tratar a infec&ccedil;&atilde;o urin&aacute;ria, qual &eacute; o risco?<\/h2>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Toda vez que h&aacute; uma infec&ccedil;&atilde;o causada por bact&eacute;rias &ndash; seja na bexiga, no ouvido, pele ou garganta &ndash; h&aacute; o risco de que os microrganismos se espalhem pelo corpo, gerando uma infec&ccedil;&atilde;o sist&ecirc;mica ou, no termo m&eacute;dico, a sepse.&nbsp;<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>&ldquo;Quando o paciente tem um quadro que n&atilde;o &eacute; tratado na forma inicial, pode progredir para a infec&ccedil;&atilde;o sist&ecirc;mica, quando surge a febre, queda do estado geral. A pessoa pode, ent&atilde;o, ser internada em UTI para o controle da press&atilde;o e tem risco de um choque s&eacute;ptico. Essa &eacute; uma gravidade m&eacute;dica&rdquo;, explica Baccaglini.&nbsp;<\/p>\r\n<html><body><div class=\"cta cta--post--slim_withlogo\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<a href=\"https:\/\/alice.com.br\/simulador\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"logo\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<img src=\"https:\/\/alice.com.br\/blog\/wp-content\/themes\/arada\/dist\/images\/alice.svg\" width=\"288\" height=\"150\" aria-label=\"hidden\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<span class=\"title\">Fa&ccedil;a uma Cota&ccedil;&atilde;o<\/span><span class=\"icon icon--arrow_right\"><\/span><\/a>\n\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div><\/body><\/html><\/body><\/html>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Vontade de urinar toda hora, ard\u00eancia ao urinar e dor na barriga podem ser sinais de infec\u00e7\u00e3o urin\u00e1ria. 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