{"id":7351,"date":"2022-08-31T11:02:26","date_gmt":"2022-08-31T14:02:26","guid":{"rendered":"http:\/\/blog.alice.com.br\/?p=3826"},"modified":"2023-09-18T19:11:42","modified_gmt":"2023-09-18T22:11:42","slug":"qual-idade-ideal-fazer-mamografia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/alice.com.br\/blog\/sua-saude\/qual-idade-ideal-fazer-mamografia\/","title":{"rendered":"Qual \u00e9 a idade ideal para fazer a mamografia?"},"content":{"rendered":"<html><body><p>Falar em c&acirc;ncer de mama pode soar o alarme de muitas mulheres, mas come&ccedil;ar a rastrear a doen&ccedil;a muito cedo n&atilde;o &eacute; a melhor solu&ccedil;&atilde;o para todo mundo, sabia?<\/p>\n\n\n\n<p>Quem tem menos de 40 anos tende a ter mais tecido mam&aacute;rio, o que dificulta a avalia&ccedil;&atilde;o de poss&iacute;veis n&oacute;dulos e prejudica os resultados da mamografia (exame mais usado para o rastreio do c&acirc;ncer de mama).<\/p>\n\n\n\n<p>Como o risco da doen&ccedil;a aumenta com o avan&ccedil;o da idade, as entidades de refer&ecirc;ncia partem dos 40 anos (e, em alguns casos, 50 anos) para que as mulheres iniciem o rastreamento do c&acirc;ncer.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A <a href=\"https:\/\/sbmastologia.com.br\/outubrorosa\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">Sociedade Brasileira de Mastologia<\/a>, por exemplo, indica o exame aos 40 anos, enquanto que a <a href=\"https:\/\/www.uspreventiveservicestaskforce.org\/uspstf\/recommendation\/breast-cancer-screening\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">US Preventive Task Force<\/a> (grupo de especialistas da aten&ccedil;&atilde;o prim&aacute;ria de sa&uacute;de dos Estados Unidos) recomenda a partir dos 50 &ndash; ou aos 40, desde que seja uma decis&atilde;o compartilhada com os profissionais de sa&uacute;de e que se discutam os benef&iacute;cios e riscos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Vale lembrar que essas orienta&ccedil;&otilde;es s&atilde;o voltadas &agrave;s mulheres de forma geral. Caso exista um risco maior da doen&ccedil;a (hist&oacute;rico familiar ou risco gen&eacute;tico, por exemplo), &eacute; indicado antecipar o in&iacute;cio do exame. &ldquo;Mas, em geral, n&atilde;o antes dos 30 anos&rdquo;, explica <a href=\"https:\/\/alice.com.br\/rede-credenciada\/especialista\/ginecologia-e-obstetricia\/natalia-cordeiro\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Nat&aacute;lia Monteiro Cordeiro<\/a>, m&eacute;dica mastologista da Comunidade de Sa&uacute;de da <a href=\"https:\/\/alice.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Alice<\/a>.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Ter um familiar de primeiro grau com c&acirc;ncer de mama aumenta em cerca de duas vezes o risco de desenvolver a doen&ccedil;a, segundo dados da entidade norte-americana. Outros fatores levados em considera&ccedil;&atilde;o pelos profissionais de sa&uacute;de na hora de calcular a melhor idade para iniciar o rastreio s&atilde;o:&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Mamas mais densas {mulheres jovens tendem a ter mais tecido mam&aacute;rio e, assim, mais densidade nas mamas. O mesmo vale para quem tem um &Iacute;ndice de Massa Corporal (IMC) baixo ou faz uso de terapia hormonal para menopausa, segundo <a href=\"https:\/\/www.mayoclinic.org\/tests-procedures\/mammogram\/in-depth\/dense-breast-tissue\/art-20123968#:~:text=What%20is%20dense%20breast%20tissue,tissue%20(nondense%20breast%20tissue).\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">Mayo Clinic<\/a>};&nbsp;<\/li>\n\n\n\n<li>Ter passado por radioterapia antes;<\/li>\n\n\n\n<li>Muta&ccedil;&otilde;es dos genes BRCA 1 e 2 {que s&atilde;o descobertas em exames espec&iacute;ficos, indicados &agrave;s mulheres com hist&oacute;rico familiar da doen&ccedil;a};<\/li>\n\n\n\n<li>Ter come&ccedil;ado<a href=\"https:\/\/alice.com.br\/blog\/sua-saude\/puberdade-precoce-saiba-o-que-e-e-como-ajudar\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"> a idade f&eacute;rtil precocemente<\/a> {antes dos oito anos};&nbsp;<\/li>\n\n\n\n<li>Ter come&ccedil;ado a menopausa tardiamente {ap&oacute;s os 55 anos};<\/li>\n\n\n\n<li>N&atilde;o ter passado por gesta&ccedil;&atilde;o e parto;<\/li>\n\n\n\n<li>Obesidade;<\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/alice.com.br\/blog\/sua-saude\/como-parar-de-fumar-dicas\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Tabagismo<\/a>;<\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/alice.com.br\/blog\/sua-saude\/como-o-alcool-atrapalha-o-sono\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Consumo de bebidas alco&oacute;licas.<\/a><\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>&ldquo;A princ&iacute;pio, todas as mulheres cis {que se identificam com o sexo biol&oacute;gico de nascimento} v&atilde;o ter que fazer a mamografia, porque sabemos que o risco da doen&ccedil;a neste grupo &eacute; de 12%. Est&aacute; sendo discutido tamb&eacute;m o caso das mulheres trans que fazem uso de terapia hormonal. O uso dos horm&ocirc;nios por mais de cinco anos leva ao desenvolvimento do tecido mam&aacute;rio, que aumenta o risco de c&acirc;ncer de mama. N&atilde;o &eacute; o mesmo risco das mulheres cis, mas &eacute; algo para ser avaliado e talvez seja o caso de indicar a mamografia tamb&eacute;m&rdquo;, explica Cordeiro.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que &eacute; mamografia e como &eacute; feito o exame de mama?<\/h2>\n\n\n\n<p>H&aacute; v&aacute;rios exames que podem ser feitos nas mamas, como ultrassom e resson&acirc;ncia, mas a mamografia &eacute; a mais comum e com mais evid&ecirc;ncias cient&iacute;ficas para o diagn&oacute;stico do c&acirc;ncer de mama, segundo Cordeiro.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Na pr&aacute;tica, &eacute; como um raio-x das mamas, que procura por n&oacute;dulos ou tumores que possam estar se desenvolvendo. Para isso, a mama &eacute; &ldquo;comprimida&rdquo; entre duas superf&iacute;cies, que a pressionam em cima e embaixo, o que permite que o tecido mam&aacute;rio se &ldquo;espalhe&rdquo;, facilitando a visualiza&ccedil;&atilde;o.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>&ldquo;Um n&oacute;dulo tem caracter&iacute;sticas diferentes do tecido da mama. Quando o raio passa por ele, fica mais f&aacute;cil visualizar. Algumas pacientes ficam com a mama mais sens&iacute;vel perto do per&iacute;odo menstrual, ent&atilde;o &eacute; recomend&aacute;vel evitar esses momentos para fazer o exame&rdquo;, detalha a m&eacute;dica.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Al&eacute;m do rastreamento do c&acirc;ncer, a mamografia pode ser solicitada quando j&aacute; houver uma suspeita da doen&ccedil;a &ndash; seja por uma altera&ccedil;&atilde;o nas mamas, secre&ccedil;&atilde;o ou um n&oacute;dulo identificado pela pessoa durante o autoexame ou nas consultas. Neste caso, o objetivo &eacute; de diagn&oacute;stico &ndash; e n&atilde;o de rastreio &ndash;&nbsp; e pode valer para qualquer idade.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Frequ&ecirc;ncia da mamografia<\/h2>\n\n\n\n<p>Quando feita para o rastreamento do c&acirc;ncer, a mamografia pode ser indicada anualmente ou a cada dois anos &ndash; variando conforme a entidade de sa&uacute;de. A Sociedade Brasileira de Mastologia, por exemplo, indica que o exame seja feito todos os anos, enquanto que a US Task Force recomenda a cada dois anos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>&ldquo;Os especialistas t&ecirc;m uma tend&ecirc;ncia a pecar pelo excesso, enquanto que as estrat&eacute;gias governamentais, como a dos Estados Unidos, tendem a ser um pouco mais conservadoras&rdquo;, explica Cordeiro.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A frequ&ecirc;ncia com que uma mulher precisa fazer a mamografia com o objetivo de rastrear o c&acirc;ncer {ou seja, procurar a doen&ccedil;a mesmo sem sinal dela} s&oacute; depende das pol&iacute;ticas de sa&uacute;de e n&atilde;o muda de acordo com o resultado do exame anterior, como ocorre com o Papanicolaou.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>No caso desse exame, que &eacute; usado para o rastreamento do c&acirc;ncer de colo de &uacute;tero, os resultados determinam se o pr&oacute;ximo ser&aacute; feito dali um ou tr&ecirc;s anos {ou at&eacute; menos!}.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas, se a mamografia for solicitada depois de uma suspeita da doen&ccedil;a, a frequ&ecirc;ncia muda. &ldquo;O exame pode ser repetido a cada seis meses, ou menos do que isso, quando j&aacute; temos a suspeita da doen&ccedil;a e precisamos acompanhar a evolu&ccedil;&atilde;o.&rdquo;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Veja tamb&eacute;m:<\/strong> <a href=\"https:\/\/alice.com.br\/blog\/sua-saude\/check-up-da-saude-preciso-fazer\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Check up geral: &eacute; preciso fazer? O que dizem os especialistas<\/a><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Ultrassom da mama: quando fazer?<\/h2>\n\n\n\n<p>De forma geral, a mamografia &eacute; o melhor exame para rastrear e diagnosticar o c&acirc;ncer de mama. Em alguns casos, por&eacute;m, podem ser necess&aacute;rias outras ferramentas, segundo Cordeiro.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>&ldquo;A resson&acirc;ncia e o ultrassom podem ser solicitados de rotina, para o rastreamento do c&acirc;ncer de mama, mas apenas em casos espec&iacute;ficos, como quando as mamas s&atilde;o muito densas e h&aacute; um <a href=\"https:\/\/alice.com.br\/blog\/sua-saude\/historico-familiar-aliado-saude\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">alto risco familiar<\/a>. Mas essas s&atilde;o exce&ccedil;&otilde;es&rdquo;, explica.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Riscos da mamografia?<\/h2>\n\n\n\n<p>Nenhum exame &eacute; isento de riscos, e os da mamografia foram detalhados pela Mayo Clinic, organiza&ccedil;&atilde;o de sa&uacute;de sem fins lucrativos:<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Exposi&ccedil;&atilde;o &agrave; radia&ccedil;&atilde;o<\/strong>: embora haja, sim, uma exposi&ccedil;&atilde;o &agrave; radia&ccedil;&atilde;o durante o exame, &eacute; uma dose muito baixa, e n&atilde;o &eacute; considerada importante para a sa&uacute;de. Al&eacute;m disso, os benef&iacute;cios do exame se sobrep&otilde;em a esse risco.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Mais testes<\/strong>: caso o resultado da mamografia indique alguma suspeita, ainda que n&atilde;o seja o c&acirc;ncer, isso levar&aacute; a outros exames, inclusive a bi&oacute;psia &ndash; que remove uma parte do tecido da mama para an&aacute;lise.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>&ldquo;Sabemos que o risco de falso positivo &eacute; maior quanto mais nova for a pessoa. Por isso que algumas pol&iacute;ticas governamentais entendem que o exame n&atilde;o deve ser feito entre os 40 e at&eacute; os 50 anos. J&aacute; as sociedades m&eacute;dicas acreditam que o custo benef&iacute;cio vale, mesmo que aumente um pouco o n&uacute;mero de bi&oacute;psias&rdquo;, explica Cordeiro sobre outro risco.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Resultados da mamografia: qual &eacute; o pr&oacute;ximo passo?<\/h2>\n\n\n\n<p>Feito o exame, os resultados v&atilde;o indicar os pr&oacute;ximos passos. Para isso, os profissionais de sa&uacute;de se baseiam na classifica&ccedil;&atilde;o chamada de BI-RADS (breast imaging reporting and data system, ou a classifica&ccedil;&atilde;o das imagens das mamas), desenvolvida pelo Col&eacute;gio norte-americano de Radiologia.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo a classifica&ccedil;&atilde;o:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Resultado inconclusivo (ou BI-RADS 0): &eacute; indicado solicitar outros exames ou comparar com a mamografia anterior, caso tenha;<\/li>\n\n\n\n<li>Resultado negativo (BI-RADS 1): manter a rotina de rastreio do c&acirc;ncer;<\/li>\n\n\n\n<li>Achados benignos (BI-RADS 2): manter a rotina de rastreio do c&acirc;ncer;<\/li>\n\n\n\n<li>Achados provavelmente benignos (BI-RADS 3): vale repetir o exame dali seis meses;<\/li>\n\n\n\n<li>Achados suspeitos (BI-RADS 4): encaminhar para a bi&oacute;psia;<\/li>\n\n\n\n<li>Achados altamente sugestivos de malignidade (BI-RADS 5): encaminhar para a bi&oacute;psia;<\/li>\n\n\n\n<li>Se a bi&oacute;psia confirmar o c&acirc;ncer de mama (BI-RADS 6): segue para o tratamento oncol&oacute;gico.&nbsp;<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Limite de idade para o rastreio do c&acirc;ncer de mama<\/h2>\n\n\n\n<p>Assim como &eacute; feito para o <a href=\"https:\/\/alice.com.br\/blog\/sua-saude\/como-identificar-cancer-de-prostata\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">c&acirc;ncer de pr&oacute;stata<\/a>, a expectativa de vida &eacute; um par&acirc;metro importante para determinar at&eacute; quando o rastreamento do c&acirc;ncer de mama deve continuar.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>&ldquo;H&aacute; entidades que recomendam parar com 65 anos, outras com 70. Mas as sociedades m&eacute;dicas costumam usar a expectativa de vida. Uma paciente com 70 anos, mas com uma expectativa maior que seis anos, pode continuar fazendo o rastreio&rdquo;, exemplifica Cordeiro.<\/p>\n\n\n\n<html><body><h2>Alice tem o plano de sa&uacute;de certo para a sua empresa!<\/h2>\n<p>Alice &eacute; uma empresa de tecnologia que oferece planos de sa&uacute;de empresarial e tem a miss&atilde;o de tornar o mundo mais saud&aacute;vel. 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