{"id":8300,"date":"2022-11-18T20:46:47","date_gmt":"2022-11-18T23:46:47","guid":{"rendered":"https:\/\/blog.alice.com.br\/?p=8300"},"modified":"2023-09-18T19:11:29","modified_gmt":"2023-09-18T22:11:29","slug":"vicio-redes-sociais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/alice.com.br\/blog\/sua-saude\/vicio-redes-sociais\/","title":{"rendered":"V\u00edcio em redes sociais: veja dicas para se livrar dele"},"content":{"rendered":"<html><body><p>Um bug no Instagram fez com que muita gente acordasse com centenas, milhares (e at&eacute; milh&otilde;es, em alguns casos) de seguidores a menos. A falha atingiu de famosos a an&ocirc;nimos em pelo menos sete pa&iacute;ses, mostrando o alcance, a import&acirc;ncia e a depend&ecirc;ncia das redes sociais. <\/p>\n\n\n\n<p>A repercuss&atilde;o foi tamanha que at&eacute; o Procon de S&atilde;o Paulo foi acionado para notificar a Meta, empresa dona da rede social, para que o problema fosse solucionado o quanto antes.<\/p>\n\n\n\n<p>Apesar de n&atilde;o ter nada mais atual do que a onipresen&ccedil;a das redes sociais na nossa vida, a import&acirc;ncia que damos &agrave;s redes sociais pode ter ra&iacute;zes nos nossos ancestrais, explica o psic&oacute;logo Cristiano Nabuco, coordenador do <a href=\"https:\/\/dependenciadeinternet.com.br\/index.php?panel=#home\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">N&uacute;cleo de Depend&ecirc;ncias Tecnol&oacute;gicas no Instituto de Psiquiatria<\/a> da USP (Universidade de S&atilde;o Paulo).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo lembra Nabuco, os primeiros seres humanos andavam em grupos de cerca de cem pessoas, em que cada uma delas representava um papel diferente naquela sociedade. Um exemplo era o &ldquo;macho alfa&rdquo;, aquele que tinha mais destreza f&iacute;sica para ca&ccedil;ar, pular e correr. Outro poderia ser mais dotado de conhecimentos para entender as estrelas e outros sinais da natureza. Haveria, portanto, um equil&iacute;brio nessa din&acirc;mica.<\/p>\n\n\n\n<p>&ldquo;Hoje, na rede social, tenha voc&ecirc; 500 ou mil amigos, voc&ecirc; s&oacute; vai ver machos e f&ecirc;meas alfa. A&iacute;, quando voc&ecirc; olha aquilo tudo, seu c&eacute;rebro automaticamente vai pensar: &ldquo;meu Deus, eu n&atilde;o tenho nada! Nenhuma habilidade&rdquo;, explica.<\/p>\n\n\n\n<p>Do ponto de vista social, portanto, essa percep&ccedil;&atilde;o faz com que as pessoas acabem postando nas redes como uma maneira de se sentirem aceitas e pertencentes &agrave;quela legi&atilde;o de pessoas bem-sucedidas.<\/p>\n\n\n\n<p>&ldquo;&Eacute; gerada uma sensa&ccedil;&atilde;o que foi cunhada pelos ingleses como FOMO (&ldquo;fear of missing out&rdquo;), ou seja, o medo de ficar de fora dos acontecimentos. Esses princ&iacute;pios entram no circuito fazendo com que eu poste o tempo todo, que eu exagere, que eu sinta falta quando eu n&atilde;o acompanho e o medo de estar perdendo alguma coisa&rdquo;, explica Nabuco.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como perder o v&iacute;cio das redes sociais<\/h2>\n\n\n\n<p>Segundo os especialistas, o uso de telas opera no c&eacute;rebro liberando dopamina, um dos horm&ocirc;nios do prazer que &eacute; altamente viciante. &Eacute; por isso que podemos gastar horas &ldquo;scrollando&rdquo; fotos no Instagram ou videozinhos no TikTok sem nem percebermos o tempo passar.<\/p>\n\n\n\n<p>Assim, o segredo para contornar o v&iacute;cio &eacute; controlar o tempo gasto nesses aplicativos &ndash; quanto menos, melhor.<\/p>\n\n\n\n<p>E isso pode ser um desafio para quem mora no Brasil, o segundo pa&iacute;s mais conectado &agrave; internet, segundo<a href=\"https:\/\/wearesocial.com\/uk\/blog\/2021\/01\/digital-2021-uk\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\"> uma pesquisa de 2021 feita pelas ag&ecirc;ncias Hootsuite e We Are Social<\/a>, ficando atr&aacute;s apenas das Filipinas. Em m&eacute;dia, o brasileiro gasta por dia mais de 10 horas on-line (s&atilde;o 152 dias inteiros a cada ano em frente a uma tela!)<\/p>\n\n\n\n<p>&ldquo;Sei que &eacute; muito dif&iacute;cil, porque a gente quase que respira isso. Mas &eacute; importante entender que, para ter uma redu&ccedil;&atilde;o na depend&ecirc;ncia, &eacute; preciso saber se desconectar &agrave;s vezes&rdquo;, diz&nbsp; Bruna Caroline Diniz, psic&oacute;loga da Alice.<\/p>\n\n\n\n<p>Outra reflex&atilde;o importante que ajuda no controle do v&iacute;cio &eacute; ter em mente qual sua inten&ccedil;&atilde;o, o que voc&ecirc; quer com cada post e com sua presen&ccedil;a em cada rede social &ndash; se &eacute; para estabelecer contatos afetivos, divulgar o trabalho, conectar-se com familiares etc.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Ter isso bem claro na mente ajuda a controlar as emo&ccedil;&otilde;es e a perceber o que voc&ecirc; est&aacute; sentindo em cada intera&ccedil;&atilde;o na rede, diz Diniz.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>&ldquo;Quando for postar uma foto porque se achou bonita nela, por exemplo, &eacute; bom ter em mente isso, de querer o &lsquo;biscoito&rsquo; e a aten&ccedil;&atilde;o, mas precisa saber que as pessoas t&ecirc;m livre arb&iacute;trio para curtir ou n&atilde;o a sua postagem ou mesmo deixar um coment&aacute;rio maldoso&rdquo;, afirma ela.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Se a pessoa perceber que est&aacute; botando energia demais nos likes, talvez seja o momento de buscar ajuda para lidar com essa depend&ecirc;ncia.<\/p>\n\n\n\n<p>Tanto ela quanto o psic&oacute;logo Cristiano Nabuco elencam estrat&eacute;gias pr&aacute;ticas:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Use as redes em intervalos pr&eacute;-determinados: <\/strong>evite abrir os aplicativos o tempo todo, porque isso vai criando um senso de urg&ecirc;ncia no c&eacute;rebro, que vai ficando dependente da verifica&ccedil;&atilde;o, de saber o que est&aacute; acontecendo. &ldquo;Se voc&ecirc; for ficar atualizando de 5 em 5 minutos, isso vai ocupar um espa&ccedil;o grande na sua vida que voc&ecirc; poderia usar para fazer outras atividades offline&rdquo;, diz Cristiano Nabuco;<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Reflita sobre a inten&ccedil;&atilde;o do uso do celular<\/strong>: pense o que voc&ecirc; quer com cada post e com a sua presen&ccedil;a em cada rede social;<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Re-organize os apps no celular:<\/strong> na primeira tela do aparelho, retire os &iacute;cones dos aplicativos que tenham alertas com a bolinha vermelha mostrando que algo est&aacute; pendente. &ldquo;Nosso c&eacute;rebro &eacute; um &oacute;rg&atilde;o que visa resolver problemas. Ent&atilde;o tudo que voc&ecirc; sabe que pode dar esse senso de urg&ecirc;ncia &eacute; melhor jogar pra segunda tela&rdquo;, sugere Nabuco;<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Reduza as compara&ccedil;&otilde;es:<\/strong> lembre-se que cada pessoa &eacute; &uacute;nica e tem suas habilidades. &ldquo;A gente se esquece disso, olha muito para o que o outro tem e ignora o que a gente tem. E acabamos indo por uma via muito superficial validar a nossa vida sobre isso&rdquo;, lembra Bruna Caroline Diniz;<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Privilegie o contato da vida real: <\/strong>&ldquo;A rede &eacute; social de que jeito? Muitas vezes deixamos de estar com as pessoas pr&oacute;ximas para nos relacionarmos muitas vezes com pessoas que a gente nunca nem viu&rdquo;, questiona ela.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Boas pr&aacute;ticas para o uso do Instagram<\/h3>\n\n\n\n<p>Sobre o uso espec&iacute;fico do Instagram, o ambulat&oacute;rio da USP do qual faz parte o psic&oacute;logo Cristiano Nabuco <a href=\"https:\/\/dependenciadeinternet.com.br\/toolkit-jovem.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">elaborou uma cartilha<\/a> com as melhores pr&aacute;ticas e orienta&ccedil;&otilde;es t&eacute;cnicas para o uso da plataforma.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Algumas delas voc&ecirc; pode implementar j&aacute;:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Fa&ccedil;a uma &ldquo;faxina&rdquo; peri&oacute;dica:<\/strong> de tempos em tempos, analise a lista de contas que voc&ecirc; segue e edite-a. Considere deixar de seguir conte&uacute;dos que voc&ecirc; n&atilde;o julgue interessantes ou que te deixam para baixo de alguma forma;&nbsp;<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Silencie pessoas que voc&ecirc; n&atilde;o quer deixar de seguir: <\/strong>se voc&ecirc; quer se afastar um pouco de algu&eacute;m, mas n&atilde;o quer ferir os sentimentos da pessoa deixando de segui-la, basta silenci&aacute;-la. Ela nunca saber&aacute;, e voc&ecirc; pode ficar tranquilo;<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Use o recurso &ldquo;restringir&rdquo; para se proteger de intera&ccedil;&otilde;es indesejadas: <\/strong>se algu&eacute;m estiver sendo agressivo ou negativo na sua se&ccedil;&atilde;o de coment&aacute;rios, coloque a pessoa na lista de &ldquo;restritos&rdquo;. Os coment&aacute;rios de pessoas restritas ficar&atilde;o vis&iacute;veis apenas para elas, a menos que voc&ecirc; os aprove. As pessoas restritas tamb&eacute;m n&atilde;o poder&atilde;o ver quando voc&ecirc; estiver online ou quando tiver lido as mensagens delas;<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Quando necess&aacute;rio, bloqueie: <\/strong>se o comportamento de algu&eacute;m estiver afetando voc&ecirc; negativamente e o silenciamento n&atilde;o for suficiente, bloqueie a pessoa. Elas n&atilde;o conseguir&atilde;o ver suas publica&ccedil;&otilde;es nem encontrar voc&ecirc; na pesquisa. E tamb&eacute;m n&atilde;o ser&atilde;o notificadas de que voc&ecirc; as bloqueou. Se for algum conte&uacute;do que considere ofensivo e viole as regras do Instagram, voc&ecirc; tamb&eacute;m pode denunciar a publica&ccedil;&atilde;o e\/ou a conta;<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Denuncie bullying:<\/strong> se algu&eacute;m estiver sendo agressivo online, considere se voc&ecirc; quer reagir e como vai fazer isso. Voc&ecirc; pode silenciar, deixar de seguir ou bloquear a pessoa ou definir sua conta como privada. Voc&ecirc; tamb&eacute;m pode denunciar publica&ccedil;&otilde;es e perfis que est&atilde;o tendo comportamentos abusivos ou de ass&eacute;dio. Se o bullying estiver afetando seu bem-estar, tente conversar com algu&eacute;m sobre essa situa&ccedil;&atilde;o. N&atilde;o sofra em sil&ecirc;ncio, busque ajuda;<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Acalme os &acirc;nimos:<\/strong> &agrave;s vezes os coment&aacute;rios em uma publica&ccedil;&atilde;o podem sair do controle e chegar a assuntos que nada t&ecirc;m a ver com o t&oacute;pico original. Se alguns coment&aacute;rios estiverem deixando voc&ecirc; desconfort&aacute;vel, experimente dizer algo como: &ldquo;opa, acho que est&aacute; na hora de encerrar essa conversa.&rdquo; Se n&atilde;o funcionar, voc&ecirc; tamb&eacute;m pode excluir coment&aacute;rios ou mudar as configura&ccedil;&otilde;es deles. Se forem agress&otilde;es e ataques violentos, voc&ecirc; tamb&eacute;m pode denunciar.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O impacto das redes sociais na sa&uacute;de mental<\/h2>\n\n\n\n<p>Juntando o FOMO, a libera&ccedil;&atilde;o da dopamina e a necessidade de valida&ccedil;&atilde;o que as redes trazem, a&nbsp; perda de seguidores e a falta de likes podem causar um pavor instant&acirc;neo em alguns.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>&ldquo;&Eacute; como se o maior medo dela estivesse acontecendo, que &eacute; o de ficar invis&iacute;vel digitalmente&rdquo;, explica Diniz.<\/p>\n\n\n\n<p>Com isso v&ecirc;m a exacerba&ccedil;&atilde;o de transtornos de personalidade, a vulnerabilidade afetiva (pessoas que ficam &agrave; merc&ecirc; de golpes e estelionatos, por exemplo), <a href=\"https:\/\/alice.com.br\/blog\/sua-saude\/crise-de-ansiedade-sinais-e-como-lidar\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ansiedade<\/a>, <a href=\"https:\/\/alice.com.br\/blog\/sua-saude\/o-que-atrapalha-qualidade-do-sono\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">problemas com sono<\/a> e at&eacute; alguns tipos de fobia, diz ela.<\/p>\n\n\n\n<p>&ldquo;H&aacute; pessoas que chegam com quest&otilde;es de <a href=\"https:\/\/alice.com.br\/blog\/empresas\/como-ser-mais-confiante\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">autoestima<\/a>, falando que fulano &eacute; mais feliz, que fulano s&oacute; viaja&hellip; Lembro a elas que as pessoas costumam postar apenas um recorte da vida delas, ent&atilde;o n&atilde;o tem como termos evid&ecirc;ncias de que a vida de determinada pessoa &eacute; perfeita, que ela n&atilde;o tem problemas&rdquo;, lembra Bruna Diniz.<\/p>\n\n\n\n<p>Al&eacute;m disso, estudiosos j&aacute; detectaram um novo transtorno chamado nomofobia, que s&atilde;o uma depend&ecirc;ncia de tecnologia mesmo e o medo de ficar incomunic&aacute;vel virtualmente: &ldquo;Isso pode virar uma fobia mesmo, uma exacerba&ccedil;&atilde;o da ansiedade&rdquo;, explica a psic&oacute;loga.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Se o problema for muito grave, a ponto de impactar a qualidade de vida, &eacute; necess&aacute;rio procurar ajuda profissional.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<p class=\"embed embed--16by9\"><iframe loading=\"lazy\" title=\"Sa&uacute;de mental: quando pedir ajuda?\" width=\"500\" height=\"281\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/x1kQRgO5t98?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">E fora dos stories, voc&ecirc; est&aacute; bem?<\/h2>\n\n\n\n<p>Em agosto deste ano, o ator brit&acirc;nico Tom Holland, que vive o Homem-Aranha no cinema, <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/p\/ChN-Phkqiyw\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">anunciou que daria uma pausa<\/a> nas redes sociais para cuidar da sua sa&uacute;de mental. Esse &eacute; um movimento com cada vez mais adeptos.<\/p>\n\n\n\n<p>&ldquo;As pessoas come&ccedil;aram a perceber que (o uso das redes) est&aacute; tendo um custo muito alto de atividade cerebral. Algumas pesquisas, inclusive, j&aacute; mostram que, quanto maior o uso de telas digitais, mais rebaixada fica a capacidade criativa e a memoriza&ccedil;&atilde;o a longo prazo, por exemplo&rdquo;, explica Cristiano Nabuco, que conclui:<\/p>\n\n\n\n<p>&ldquo;Existe um falso encantamento de que quanto mais tecnologia eu tiver &agrave; minha disposi&ccedil;&atilde;o, melhor eu me tornarei, quando sabemos que &eacute; exatamente o oposto, sobretudo no caso de crian&ccedil;as na primeira inf&acirc;ncia.&rdquo;<\/p>\n\n\n\n<p>Mas, apesar de uma pausa nas redes sociais contribuir para a redu&ccedil;&atilde;o do uso de tela, ficar 100% fora tamb&eacute;m n&atilde;o &eacute; exatamente uma t&aacute;tica saud&aacute;vel.<\/p>\n\n\n\n<p>&ldquo;A gente precisa avaliar o qu&atilde;o saud&aacute;vel seria isso, porque n&atilde;o d&aacute; para negar que as redes s&atilde;o espa&ccedil;os sociais hoje em dia. A aus&ecirc;ncia total nesses espa&ccedil;os pode ser algum sintoma tamb&eacute;m, e a gente n&atilde;o pode deixar passar despercebido. Precisamos entender quais foram os motivos que levaram uma pessoa saud&aacute;vel a escolher sair da rede social&rdquo;, diz Bruna Caroline Diniz.<\/p>\n\n\n\n<html><body><h2>Alice tem o plano de sa&uacute;de certo para a sua empresa!<\/h2>\n<p>Alice &eacute; uma empresa de tecnologia que oferece planos de sa&uacute;de empresarial e tem a miss&atilde;o de tornar o mundo mais saud&aacute;vel. Nossa plataforma de cuidado cont&iacute;nuo garante que os nossos membros recebam o cuidado certo, na hora certa e no lugar certo, proporcionando uma experi&ecirc;ncia excepcional para eles.<\/p>\n<p>Nossos planos t&ecirc;m cobertura nacional completa, assim como o atendimento e a experi&ecirc;ncia &uacute;nica do Alice Agora, parceiro de sa&uacute;de confi&aacute;vel para todas as horas, direto no app. Fale com o Time de Sa&uacute;de 24\/7, receba resposta em at&eacute; 60 segundos e, se precisar, j&aacute; fa&ccedil;a uma consulta virtual com nossa equipe m&eacute;dica.<\/p>\n<p>Alice tamb&eacute;m tem suporte completo ao seu RH, com dados estrat&eacute;gicos para sua gest&atilde;o &ndash; desde reports de sa&uacute;de populacional at&eacute; de custo de cuidado &ndash;, onboarding exclusivo e account manager dedicado.<\/p>\n<p>Veja como Alice cuida do seu time e do seu or&ccedil;amento.<\/p>\n<html><body><div class=\"cta cta--post--slim_withlogo\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<a href=\"https:\/\/alice.com.br\/simulador\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"logo\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<img src=\"https:\/\/alice.com.br\/blog\/wp-content\/themes\/arada\/dist\/images\/alice.svg\" width=\"288\" height=\"150\" aria-label=\"hidden\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<span class=\"title\">Fa&ccedil;a uma Cota&ccedil;&atilde;o<\/span><span class=\"icon icon--arrow_right\"><\/span><\/a>\n\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div><\/body><\/html><\/body><\/html><\/body><\/html>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Por que os likes e o n\u00famero de seguidores importam tanto? O que \u00e9 FOMO? Psic\u00f3logos explicam como o v\u00edcio nas redes sociais funciona e t\u00e1ticas para reduzi-lo.\n","protected":false},"author":5,"featured_media":8306,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[5],"tags":[92,131,79],"class_list":["post-8300","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-sua-saude","tag-bem-estar","tag-qualidade-de-vida","tag-saude-mental"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/alice.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8300","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/alice.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/alice.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/alice.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/5"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/alice.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=8300"}],"version-history":[{"count":14,"href":"https:\/\/alice.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8300\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":16182,"href":"https:\/\/alice.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8300\/revisions\/16182"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/alice.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/8306"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/alice.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=8300"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/alice.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=8300"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/alice.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=8300"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}