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	<title>Daniel Knupp, Autor em Blog da Alice</title>
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	<description>Tenha acesso a conteúdos baseados em evidências científicas produzidos e revisados pelos profissionais que fazem parte do plano de saúde da Alice</description>
	<lastBuildDate>Mon, 20 Jul 2026 20:53:51 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Daniel Knupp, Autor em Blog da Alice</title>
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	<item>
		<title>O papel do médico de família no acompanhamento longitudinal da obesidade na era dos análogos de GLP-1</title>
		<link>https://alice.com.br/blog/ala-medica/medico-familia-glp1-obesidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Daniel Knupp]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 20:52:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ala Médica]]></category>
		<category><![CDATA[plano de saúde]]></category>
		<category><![CDATA[plano de saúde empresarial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Líder médico da Alice explica por que a coordenação entre atenção primária, endocrinologia e nutrição sustenta o tratamento da obesidade com GLP-1.</p>
<p>O post <a href="https://alice.com.br/blog/ala-medica/medico-familia-glp1-obesidade/">O papel do médico de família no acompanhamento longitudinal da obesidade na era dos análogos de GLP-1</a> apareceu primeiro em <a href="https://alice.com.br/blog">Blog da Alice</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="index"><div class="title">Índice</div><ol><li><a href="#o-que-muda-na-relacao-medico-membro-quando-um-analogo-de-glp-1-entra-em-cena">O que muda na relação médico-membro quando um análogo de GLP-1 entra em cena?</a></li><li><a href="#como-funciona-o-fluxo-de-cuidado-de-um-membro-alice-que-tem-indicacao-de-analogo-de-glp-1">Como funciona o fluxo de cuidado de um membro Alice que tem indicação de análogo de GLP-1?</a></li><li><a href="#o-que-a-integracao-entre-medico-de-familia-e-comunidade-endocrinologia-e-nutricao-muda-na-pratica">O que a integração entre Médico de Família e Comunidade, endocrinologia e nutrição muda na prática?</a></li><li><a href="#o-que-um-modelo-de-cuidado-coordenado-permite-que-a-medicina-de-familia-faca-e-que-um-plano-tradicional-nao-permite">O que um modelo de cuidado coordenado permite que a medicina de família faça — e que um plano tradicional não permite?</a></li><li><a href="#para-um-medico-de-familia-avaliando-trabalhar-num-modelo-como-o-da-alice-o-que-muda-na-pratica">Para um médico de família avaliando trabalhar num modelo como o da Alice, o que muda na prática?</a></li><li><a href="#perguntas-frequentes-sobre-medicina-de-familia-obesidade-e-analogos-de-glp-1">Perguntas frequentes sobre medicina de família, obesidade e análogos de GLP-1</a><ol><li><a href="#qual-e-o-papel-do-medico-de-familia-no-tratamento-da-obesidade-com-analogos-de-glp-1">Qual é o papel do médico de família no tratamento da obesidade com análogos de GLP-1</a></li><li><a href="#como-funciona-a-coordenacao-de-cuidado-para-obesidade-dentro-de-um-plano-de-saude-corporativo">Como funciona a coordenação de cuidado para obesidade dentro de um plano de saúde corporativo?</a></li><li><a href="#o-medico-de-familia-pode-prescrever-analogos-de-glp-1-ou-so-o-endocrinologista-faz-isso">O médico de família pode prescrever análogos de GLP-1, ou só o endocrinologista faz isso</a></li><li><a href="#o-que-muda-no-acompanhamento-longitudinal-quando-o-membro-suspende-o-analogo-de-glp-1">O que muda no acompanhamento longitudinal quando o membro suspende o análogo de GLP-1?</a></li><li><a href="#como-a-atencao-primaria-evita-o-cuidado-fragmentado-na-obesidade">Como a atenção primária evita o cuidado fragmentado na obesidade?</a></li></ol></li><li><a href="#o-que-a-coordenacao-de-cuidado-realmente-resolve-na-obesidade">O que a coordenação de cuidado realmente resolve na obesidade</a></li></ol></div><html><body><p>A obesidade n&atilde;o &eacute; uma doen&ccedil;a isolada, mas uma condi&ccedil;&atilde;o multifatorial, ligada a mudan&ccedil;as sociais no acesso e no consumo de alimento, que exige olhar amplo antes de qualquer manejo farmacol&oacute;gico. Esse &eacute; o ponto de partida para entender o papel da medicina de fam&iacute;lia e comunidade no cuidado de membros com obesidade, especialmente agora que os an&aacute;logos de GLP-1 mudaram o que a medica&ccedil;&atilde;o consegue entregar.</p>
<p>O papel do M&eacute;dico de Fam&iacute;lia e Comunidade cobre dois extremos: vai do olhar mais amplo poss&iacute;vel sobre o contexto de vida da pessoa at&eacute; o manejo farmacol&oacute;gico direto, incluindo a indica&ccedil;&atilde;o de an&aacute;logos de GLP-1 quando pertinente. Na Alice, esse m&eacute;dico n&atilde;o &eacute; uma etapa intermedi&aacute;ria no caminho at&eacute; o especialista &mdash; &eacute; quem acompanha o membro do in&iacute;cio ao fim da jornada de tratamento da obesidade.</p>
<p>Isso importa porque o in&iacute;cio de um tratamento com an&aacute;logo de GLP-1 muda a rela&ccedil;&atilde;o entre o membro e a pr&oacute;pria alimenta&ccedil;&atilde;o &mdash; e essa mudan&ccedil;a tem dimens&atilde;o social, n&atilde;o apenas cl&iacute;nica. O alimento organiza rotinas familiares, rela&ccedil;&otilde;es afetivas e momentos de conv&iacute;vio. Reconhecer esse impacto, e conversar sobre ele antes que vire frustra&ccedil;&atilde;o, &eacute; parte do que diferencia um acompanhamento longitudinal de uma simples prescri&ccedil;&atilde;o.</p>
<h2 id="o-que-muda-na-relacao-medico-membro-quando-um-analogo-de-glp-1-entra-em-cena">O que muda na rela&ccedil;&atilde;o m&eacute;dico-membro quando um an&aacute;logo de GLP-1 entra em cena?</h2>
<p>A medica&ccedil;&atilde;o tem custo financeiro e tamb&eacute;m custo relacional: muda a forma como a pessoa se relaciona com a comida, com a fam&iacute;lia, com momentos sociais constru&iacute;dos em torno de refei&ccedil;&otilde;es. Por isso, o M&eacute;dico de Fam&iacute;lia e Comunidade monitora algo que o especialista, focado no desfecho metab&oacute;lico, pode n&atilde;o acompanhar de perto: como essa mudan&ccedil;a est&aacute; afetando a rotina do membro, sua rela&ccedil;&atilde;o com quem convive e sua ades&atilde;o ao tratamento no m&eacute;dio prazo.</p>
<p>Existe tamb&eacute;m um risco relacional pontual: o de o an&aacute;logo de GLP-1 virar um atalho que afasta a pessoa do restante do cuidado &mdash; como se, ao alcan&ccedil;ar a saciedade, o membro deixasse de buscar acompanhamento sobre os outros fatores que sustentam mudan&ccedil;a de peso duradoura. Reconhecer esse risco cedo, no encontro cl&iacute;nico, &eacute; parte do papel do m&eacute;dico de fam&iacute;lia.</p>
<h2 id="como-funciona-o-fluxo-de-cuidado-de-um-membro-alice-que-tem-indicacao-de-analogo-de-glp-1">Como funciona o fluxo de cuidado de um membro Alice que tem indica&ccedil;&atilde;o de an&aacute;logo de GLP-1?</h2>
<p>Do ponto de vista regulat&oacute;rio, os an&aacute;logos de GLP-1 e GIP s&atilde;o medicamentos controlados, mas qualquer m&eacute;dico do Time de Sa&uacute;de da Alice est&aacute; habilitado a prescrev&ecirc;-los. N&atilde;o existe um fluxo obrigat&oacute;rio em que o membro precise passar primeiro pela aten&ccedil;&atilde;o prim&aacute;ria para depois ser encaminhado ao endocrinologista. O acesso pode acontecer por qualquer uma das duas portas &mdash; diretamente com o M&eacute;dico de Fam&iacute;lia e Comunidade ou com o endocrinologista &mdash;, sempre que houver indica&ccedil;&atilde;o cl&iacute;nica e decis&atilde;o compartilhada com o membro sobre o tratamento.</p>
<p>Essa aus&ecirc;ncia de fluxo r&iacute;gido n&atilde;o significa aus&ecirc;ncia de coordena&ccedil;&atilde;o: significa que a coordena&ccedil;&atilde;o acontece depois do primeiro contato, por meio do prontu&aacute;rio compartilhado entre as especialidades &mdash; n&atilde;o por uma etapa de aprova&ccedil;&atilde;o pr&eacute;via.</p>
<h2 id="o-que-a-integracao-entre-medico-de-familia-e-comunidade-endocrinologia-e-nutricao-muda-na-pratica">O que a integra&ccedil;&atilde;o entre M&eacute;dico de Fam&iacute;lia e Comunidade, endocrinologia e nutri&ccedil;&atilde;o muda na pr&aacute;tica?</h2>
<p>Em modelos fragmentados, &eacute; comum que o m&eacute;dico de fam&iacute;lia nunca veja o que o endocrinologista prescreveu, e vice-versa &mdash; cada consulta acontece em uma bolha de informa&ccedil;&atilde;o. Na Alice, essa integra&ccedil;&atilde;o acontece via prontu&aacute;rio eletr&ocirc;nico compartilhado: &eacute; poss&iacute;vel acompanhar o encaminhamento, ler a conduta registrada por outro profissional e entender a dosagem e a evolu&ccedil;&atilde;o do tratamento sem depender de o pr&oacute;prio membro repetir a hist&oacute;ria a cada consulta. Isso reduz a chance de orienta&ccedil;&otilde;es contradit&oacute;rias e permite que o m&eacute;dico de fam&iacute;lia intervenha cedo quando percebe, por exemplo, sinais de mudan&ccedil;a extrema no padr&atilde;o alimentar do membro.</p>
<h2 id="o-que-um-modelo-de-cuidado-coordenado-permite-que-a-medicina-de-familia-faca-e-que-um-plano-tradicional-nao-permite">O que um modelo de cuidado coordenado permite que a medicina de fam&iacute;lia fa&ccedil;a &mdash; e que um plano tradicional n&atilde;o permite?</h2>
<p>Permite acompanhar a pessoa antes, durante e depois do in&iacute;cio do tratamento farmacol&oacute;gico, com acesso ao que os demais profissionais est&atilde;o registrando sobre o caso. Em vez de um encontro pontual, focado apenas na prescri&ccedil;&atilde;o, o m&eacute;dico de fam&iacute;lia consegue sustentar a rela&ccedil;&atilde;o de cuidado ao longo de toda a jornada &mdash; inclusive nos momentos em que o an&aacute;logo de GLP-1 &eacute; reduzido ou suspenso, quando o risco de reganho de peso e de frustra&ccedil;&atilde;o &eacute; maior. Esse acompanhamento cont&iacute;nuo, documentado no <a href="https://alice.com.br/health-report">Health Report Alice 2025</a>, est&aacute; associado a indicadores de ader&ecirc;ncia mais altos entre membros com obesidade que mant&ecirc;m consultas regulares &mdash; dado detalhado no artigo <a href="https://alice.com.br/blog/ala-medica/obesidade-dados-saude-alice-2025/">Obesidade e coordena&ccedil;&atilde;o de cuidado: dados cl&iacute;nicos dos membros Alice em 2025</a>.</p>
<h2 id="para-um-medico-de-familia-avaliando-trabalhar-num-modelo-como-o-da-alice-o-que-muda-na-pratica">Para um m&eacute;dico de fam&iacute;lia avaliando trabalhar num modelo como o da Alice, o que muda na pr&aacute;tica?</h2>
<p>A principal diferen&ccedil;a &eacute; o acesso &agrave; informa&ccedil;&atilde;o do time completo em tempo real &mdash; algo raro na aten&ccedil;&atilde;o prim&aacute;ria tradicional, em que o m&eacute;dico de fam&iacute;lia frequentemente atua isolado das demais especialidades que cuidam do mesmo paciente. Isso muda o tipo de decis&atilde;o cl&iacute;nica que &eacute; poss&iacute;vel tomar: em vez de decidir com informa&ccedil;&atilde;o parcial, o m&eacute;dico de fam&iacute;lia decide com o quadro mais completo dispon&iacute;vel sobre o membro.</p>
<h2 id="perguntas-frequentes-sobre-medicina-de-familia-obesidade-e-analogos-de-glp-1">Perguntas frequentes sobre medicina de fam&iacute;lia, obesidade e an&aacute;logos de GLP-1</h2>
<h3 id="qual-e-o-papel-do-medico-de-familia-no-tratamento-da-obesidade-com-analogos-de-glp-1"><b>Qual &eacute; o papel do m&eacute;dico de fam&iacute;lia no tratamento da obesidade com an&aacute;logos de GLP-1</b></h3>
<p>Acompanhar o membro de forma longitudinal &mdash; antes, durante e depois do tratamento farmacol&oacute;gico &mdash;, monitorando o impacto social e comportamental da medica&ccedil;&atilde;o, al&eacute;m dos desfechos cl&iacute;nicos que o especialista acompanha. Pode inclusive prescrever a medica&ccedil;&atilde;o diretamente, quando houver indica&ccedil;&atilde;o.</p>
<h3 id="como-funciona-a-coordenacao-de-cuidado-para-obesidade-dentro-de-um-plano-de-saude-corporativo"><b>Como funciona a coordena&ccedil;&atilde;o de cuidado para obesidade dentro de um plano de sa&uacute;de corporativo?</b></h3>
<p>Na Alice, acontece via prontu&aacute;rio eletr&ocirc;nico compartilhado entre M&eacute;dico de Fam&iacute;lia e Comunidade, endocrinologia e nutri&ccedil;&atilde;o, sem exigir um fluxo obrigat&oacute;rio de encaminhamento. O membro pode acessar o tratamento por qualquer uma dessas portas, sempre com decis&atilde;o cl&iacute;nica compartilhada.</p>
<h3 id="o-medico-de-familia-pode-prescrever-analogos-de-glp-1-ou-so-o-endocrinologista-faz-isso"><b>O m&eacute;dico de fam&iacute;lia pode prescrever an&aacute;logos de GLP-1, ou s&oacute; o endocrinologista faz isso</b></h3>
<p>Ambos podem. Do ponto de vista regulat&oacute;rio, &eacute; um medicamento controlado que qualquer m&eacute;dico habilitado pode prescrever mediante avalia&ccedil;&atilde;o cl&iacute;nica. N&atilde;o existe exig&ecirc;ncia de que o membro passe primeiro pelo endocrinologista.</p>
<h3 id="o-que-muda-no-acompanhamento-longitudinal-quando-o-membro-suspende-o-analogo-de-glp-1"><b>O que muda no acompanhamento longitudinal quando o membro suspende o an&aacute;logo de GLP-1?</b></h3>
<p>&Eacute; um momento de maior aten&ccedil;&atilde;o: estudos mostram reganho de peso ap&oacute;s a suspens&atilde;o, mesmo em quem manteve mudan&ccedil;a de estilo de vida. O m&eacute;dico de fam&iacute;lia acompanha esse per&iacute;odo de perto, j&aacute; que o risco de frustra&ccedil;&atilde;o e de abandono do cuidado costuma ser maior nessa fase.</p>
<h3 id="como-a-atencao-primaria-evita-o-cuidado-fragmentado-na-obesidade"><b>Como a aten&ccedil;&atilde;o prim&aacute;ria evita o cuidado fragmentado na obesidade?</b></h3>
<p>Com acesso ao prontu&aacute;rio compartilhado entre as especialidades envolvidas no caso. Isso permite que o m&eacute;dico de fam&iacute;lia acompanhe o que o endocrinologista e a nutri&ccedil;&atilde;o registraram sobre o membro, sem depender de o paciente repetir a pr&oacute;pria hist&oacute;ria a cada consulta.</p>
<h2 id="o-que-a-coordenacao-de-cuidado-realmente-resolve-na-obesidade">O que a coordena&ccedil;&atilde;o de cuidado realmente resolve na obesidade</h2>
<p>Os an&aacute;logos de GLP-1 elevaram a efic&aacute;cia do tratamento farmacol&oacute;gico da obesidade, mas a condi&ccedil;&atilde;o continua exigindo o que sempre exigiu: acompanhamento cont&iacute;nuo, olhar sobre o contexto de vida da pessoa e comunica&ccedil;&atilde;o real entre quem cuida dela. Esse &eacute; o papel que a medicina de fam&iacute;lia ocupa dentro do modelo de cuidado coordenado da Alice &mdash; n&atilde;o como porta de entrada obrigat&oacute;ria, mas como fio condutor da jornada do membro com obesidade, do in&iacute;cio ao acompanhamento de longo prazo.</p>
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<p>O post <a href="https://alice.com.br/blog/ala-medica/medico-familia-glp1-obesidade/">O papel do médico de família no acompanhamento longitudinal da obesidade na era dos análogos de GLP-1</a> apareceu primeiro em <a href="https://alice.com.br/blog">Blog da Alice</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>O alerta na saúde suplementar do Brasil</title>
		<link>https://alice.com.br/blog/empresas/o-alerta-na-saude-suplementar-do-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Daniel Knupp]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Oct 2024 15:17:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[plano de saúde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://alice.com.br/blog/?p=18453</guid>

					<description><![CDATA[<p>Relatório publicado pela ANS aponta aceleração dos custos assistenciais, o que também impacta na qualidade dos planos de saúde.</p>
<p>O post <a href="https://alice.com.br/blog/empresas/o-alerta-na-saude-suplementar-do-brasil/">O alerta na saúde suplementar do Brasil</a> apareceu primeiro em <a href="https://alice.com.br/blog">Blog da Alice</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<html><body><p>Recentemente a <a href="https://www.gov.br/ans/pt-br" target="_blank" rel="nofollow noopener">ANS</a> (Ag&ecirc;ncia Nacional de Sa&uacute;de Suplementar) publicou relat&oacute;rio que traz o panorama do setor no segundo trimestre de 2024. Como j&aacute; esperado, o cen&aacute;rio mostrado &eacute; um panorama nada positivo em compara&ccedil;&atilde;o com os n&uacute;meros que vinham sendo vistos ao longo do ano passado.</p>
<p>O relat&oacute;rio mostra uma tend&ecirc;ncia de aumento nos custos assistenciais, que alcan&ccedil;aram o patamar de R$ 233 bilh&otilde;es ao ano. Para se ter uma refer&ecirc;ncia do que esse n&uacute;mero representa, h&aacute; exatos 5 anos, os custos estavam em R$ 134 bilh&otilde;es de reais ao ano. Isso significa um aumento de custos na ordem de 73,8%, que &eacute; o dobro do IPCA no mesmo per&iacute;odo (36,09%, segundo o IBGE).</p><html><body><div class="cta cta--post--slim_withlogo">
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<p>A infla&ccedil;&atilde;o de pre&ccedil;os em sa&uacute;de tem de fato uma tend&ecirc;ncia de superar a infla&ccedil;&atilde;o na economia em geral. Historicamente no Brasil a eleva&ccedil;&atilde;o nos custos assistenciais das operadoras tem superado o IPCA e vem sendo acompanhada de uma eleva&ccedil;&atilde;o bastante proporcional no custo dos planos de sa&uacute;de.</p>
<p>Nos &uacute;ltimos anos, houve uma exce&ccedil;&atilde;o durante a pandemia de <a href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/fim-da-pandemia-o-que-esperar-da-covid-19/">covid-19</a>, particularmente no ano de 2020, quando ocorreu uma desacelera&ccedil;&atilde;o no aumento dos custos assistenciais. Entretanto, passando-se esse momento, os custos assistenciais voltaram a dar fortes sinais de eleva&ccedil;&atilde;o.</p>
<h2><b>Tend&ecirc;ncia de piora na qualidade da assist&ecirc;ncia</b></h2>
<p>O cen&aacute;rio resultante desse fen&ocirc;meno &eacute; bastante desfavor&aacute;vel n&atilde;o s&oacute; para as operadoras de sa&uacute;de, mas tamb&eacute;m para as pessoas e empresas que buscam contratar um plano de sa&uacute;de. Especialmente para as empresas, para as quais, pelas regras da ANS, n&atilde;o se estabelecem limites para o <a href="https://alice.com.br/blog/plano-de-saude/reajuste-dos-planos-de-saude-como-funciona/" target="_blank" rel="noopener">reajuste</a> no valor dos planos.</p>
<p>No final das contas, o modelo vigente termina por levar a uma piora na qualidade dos servi&ccedil;os. As operadoras, por um lado, muitas vezes recorrem a estrat&eacute;gias de controle de custo que s&atilde;o perniciosas para os cuidados em sa&uacute;de, como deixar de oferecer servi&ccedil;os que s&atilde;o de cobertura obrigat&oacute;ria, glosar procedimentos que s&atilde;o pertinentes ou optar por insumos de menor custo, mas tecnicamente inferiores.</p>
<p>Por sua vez, diante de reajustes elevados, muitas empresas acabam n&atilde;o tendo outra op&ccedil;&atilde;o a n&atilde;o ser abrir m&atilde;o de seus planos de sa&uacute;de ou substituir por planos mais baratos, que adotam pr&aacute;ticas prejudiciais &agrave; qualidade assistencial.</p>
<p>Persistindo-se essa tend&ecirc;ncia, existe a possibilidade de que, em alguns anos, os custos com planos de sa&uacute;de estar&atilde;o proibitivos para as empresas. O que levaria a uma retra&ccedil;&atilde;o no mercado, com perspectivas negativas para as operadoras de planos de sa&uacute;de, que precisar&atilde;o competir cada vez mais por menor pre&ccedil;o em detrimento da qualidade dos servi&ccedil;os oferecidos.</p>
<p>Infelizmente n&atilde;o &eacute; muito dif&iacute;cil se imaginar esse cen&aacute;rio. Atualmente, estimativas apontam que os gastos com planos de sa&uacute;de representam em m&eacute;dia 14% do faturamento das empresas, podendo chegar at&eacute; 20% em alguns casos.</p>
<p>Numa perspectiva de eleva&ccedil;&atilde;o dos valores, somente as empresas que t&ecirc;m uma necessidade de maior utiliza&ccedil;&atilde;o dos planos de sa&uacute;de permanecer&atilde;o no mercado, levando a um vi&eacute;s de aumento de sinistros, que certamente agrava ainda mais a situa&ccedil;&atilde;o das operadoras.</p>
<h2><b>Aten&ccedil;&atilde;o prim&aacute;ria como alternativa ao modelo vigente</b></h2>
<p>A sa&iacute;da para esse cen&aacute;rio pessimista est&aacute; numa revis&atilde;o do modelo de aten&ccedil;&atilde;o no qual se estruturam os servi&ccedil;os de sa&uacute;de das operadoras. &Eacute; fundamental que se desenvolvam modelos baseados na <a href="https://alice.com.br/blog/plano-de-saude/atencao-primaria-a-saude-e-modelo-no-reino-unido-canada-e-alice/" target="_blank" rel="noopener">Aten&ccedil;&atilde;o Prim&aacute;ria &agrave; Sa&uacute;de (APS)</a>, que possam garantir ganho de efici&ecirc;ncia a partir da continuidade e coordena&ccedil;&atilde;o de cuidado, caracter&iacute;sticas desses servi&ccedil;os. N&atilde;o &eacute; por acaso que na Alice &eacute; esse o modelo que utilizamos.</p>
<p>J&aacute; h&aacute; alguns anos sabe-se que os sistemas de sa&uacute;de que t&ecirc;m como base uma Aten&ccedil;&atilde;o Prim&aacute;ria &agrave; Sa&uacute;de forte de qualidade conseguem garantir n&atilde;o apenas desacelerar a eleva&ccedil;&atilde;o dos custos em sa&uacute;de (controlar a infla&ccedil;&atilde;o no setor) como tamb&eacute;m melhorar a qualidade assistencial.</p>
<p><a href="https://alice.com.br/blog/empresas/atencao-primaria-empresa/" target="_blank" rel="noopener">Aten&ccedil;&atilde;o prim&aacute;ria para&nbsp;empresas</a></p>
<p>Essa garantia da qualidade no atendimento se d&aacute; a partir de um melhor cuidado &agrave;s pessoas com doen&ccedil;as cr&ocirc;nicas e com multimorbidade, de mais a&ccedil;&otilde;es de preven&ccedil;&atilde;o e promo&ccedil;&atilde;o de sa&uacute;de, mas principalmente de uma abordagem integral e centrada nas pessoas, baseada na continuidade e <a href="https://alice.com.br/blog/plano-de-saude/coordenacao-de-cuidado-na-alice/" target="_blank" rel="noopener">coordena&ccedil;&atilde;o do cuidado</a>.</p>
<p>&Eacute; a partir desse modelo que a Alice &eacute; capaz de estruturar todo um sistema de sa&uacute;de mais eficiente, que adota pr&aacute;ticas baseadas nas melhores evid&ecirc;ncias cient&iacute;ficas e visa &agrave; entrega de valor (ou seja, sa&uacute;de) para nossos membros. E, para as empresas, isso tem um significado muito claro e direto, que consiste em:</p>
<p>1) Pessoas mais saud&aacute;veis, aut&ocirc;nomas e plenas em suas potencialidades;<br>
2) Maior previsibilidade e menores reajustes nos valores contratados.</p>
<p><a href="https://alice.com.br/blog/plano-de-saude/importancia-atencao-primaria-a-saude/" target="_blank" rel="noopener">Aten&ccedil;&atilde;o Prim&aacute;ria &agrave; Sa&uacute;de: o que &eacute; e por que ela &eacute; importante</a></p>
<p>Finalmente, &eacute; importante lembrar que n&atilde;o basta afirmar que h&aacute; um modelo baseado na Aten&ccedil;&atilde;o Prim&aacute;ria &agrave; Sa&uacute;de. &Eacute; preciso se perguntar do que exatamente se est&aacute; falando. Ou seja, como a operadora define o papel da APS na sua rede e como estrutura esse time. N&atilde;o se pode relativizar o que se entende por APS; h&aacute; limites que precisam ser vistos. Mas isso &eacute; assunto para nossa pr&oacute;xima coluna.</p>

<html><body><h2>Alice tem o plano de sa&uacute;de certo para a sua empresa!</h2>
<p>Alice &eacute; uma empresa de tecnologia que oferece planos de sa&uacute;de empresarial e tem a miss&atilde;o de tornar o mundo mais saud&aacute;vel. Nossa plataforma de cuidado cont&iacute;nuo garante que os nossos membros recebam o cuidado certo, na hora certa e no lugar certo, proporcionando uma experi&ecirc;ncia excepcional para eles.</p>
<p>Nossos planos t&ecirc;m cobertura nacional completa, assim como o atendimento e a experi&ecirc;ncia &uacute;nica do Alice Agora, parceiro de sa&uacute;de confi&aacute;vel para todas as horas, direto no app. Fale com o Time de Sa&uacute;de 24/7, receba resposta em at&eacute; 60 segundos e, se precisar, j&aacute; fa&ccedil;a uma consulta virtual com nossa equipe m&eacute;dica.</p>
<p>Alice tamb&eacute;m tem suporte completo ao seu RH, com dados estrat&eacute;gicos para sua gest&atilde;o &ndash; desde reports de sa&uacute;de populacional at&eacute; de custo de cuidado &ndash;, onboarding exclusivo e account manager dedicado.</p>
<p>Veja como Alice cuida do seu time e do seu or&ccedil;amento.</p>
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