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	<title>Arquivo de bebes - Blog da Alice</title>
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	<description>Tenha acesso a conteúdos baseados em evidências científicas produzidos e revisados pelos profissionais que fazem parte do plano de saúde da Alice</description>
	<lastBuildDate>Thu, 21 Aug 2025 14:00:57 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Arquivo de bebes - Blog da Alice</title>
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	<item>
		<title>Pais de primeira viagem: o que é importante saber?</title>
		<link>https://alice.com.br/blog/sua-saude/pais-de-primeira-viagem-o-que-importante-saber/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Amanda Milléo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Mar 2024 23:22:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sua saúde]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[bebes]]></category>
		<category><![CDATA[bem-estar]]></category>
		<category><![CDATA[saude-da-mulher]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De sono à amamentação, confira os principais cuidados que devem ser tomados logo após o nascimento do bebê.</p>
<p>O post <a href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/pais-de-primeira-viagem-o-que-importante-saber/">Pais de primeira viagem: o que é importante saber?</a> apareceu primeiro em <a href="https://alice.com.br/blog">Blog da Alice</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<html><body><p>Sono, amamenta&ccedil;&atilde;o, parto, gesta&ccedil;&atilde;o&hellip; Os temas que tratam da maternidade e da paternidade s&atilde;o infinitos, e cada assunto rende in&uacute;meros t&oacute;picos de respostas. Quem &eacute; m&atilde;e/pai sabe bem disso.</p>
<p>Neste texto, vamos selecionar apenas um pedacinho desse grande universo: o que &eacute; important&iacute;ssimo saber logo ap&oacute;s o nascimento do beb&ecirc;?</p>
<h2>Beb&ecirc; nasceu, e agora?</h2>
<p>Quando o parto acontece sem grandes problemas, seja qual for a via escolhida (parto normal, ces&aacute;rea, etc), o beb&ecirc; tende a ir direto ao colo dos cuidadores. Esse contato pele a pele com o peito ou abdome &eacute; ben&eacute;fico tanto para processos fisiol&oacute;gicos quanto emocionais &ndash; e por isso &eacute; chamado de Golden Hour, ou Hora Dourada.</p>
<h2>O que &eacute; a Golden Hour?</h2>
<p>Golden Hour, ou Hora Dourada, se refere &agrave; primeira hora ap&oacute;s o nascimento do beb&ecirc;. Nela, uma s&eacute;rie de a&ccedil;&otilde;es podem ser adotadas, pensando na sa&uacute;de e no bem-estar da nova fam&iacute;lia.</p>
<p>Uma delas &eacute; manter o contato pele a pele. Al&eacute;m de manter o beb&ecirc; aquecido, esse contato faz com que aumentem os n&iacute;veis de ocitocina (conhecido como horm&ocirc;nio do bem-estar) e de prolactina (horm&ocirc;nio que estimula a produ&ccedil;&atilde;o do leite materno) &ndash; favorecendo o aleitamento. Mas, vale lembrar, nem sempre a amamenta&ccedil;&atilde;o vai ocorrer neste momento, e est&aacute; tudo bem.</p>
<p>&ldquo;Algumas a&ccedil;&otilde;es importantes acontecem nessa primeira hora de vida do beb&ecirc;, como o clampeamento oportuno do cord&atilde;o umbilical, o contato pele a pele e a amamenta&ccedil;&atilde;o. Mas isso deve ser feito sem press&atilde;o j&aacute; que 50% dos beb&ecirc;s mamam logo quando nascem, mas 50% v&atilde;o dormir. Os beb&ecirc;s nascem &lsquo;cansadinhos&rsquo; e muitos n&atilde;o entenderam ainda a transi&ccedil;&atilde;o do nascimento, e sentem est&iacute;mulos diferentes, como mais sono&rdquo;, explica Paloma Ortolani, obstetriz da Alice e consultora de aleitamento materno.</p>
<p>Assim, se o beb&ecirc; que nasceu saud&aacute;vel quiser mamar nessa primeira hora, &oacute;timo. Se n&atilde;o quiser, est&aacute; tudo bem tamb&eacute;m, porque ele nasce com uma reserva de gordura.</p>
<h2>Beb&ecirc; mama 5 minutos e dorme: qual &eacute; o tempo e a frequ&ecirc;ncia ideais?</h2>
<p>Passada a Golden Hour, caso o beb&ecirc; que nasceu saud&aacute;vel ainda n&atilde;o tenha mamado nas primeiras 24 horas, &eacute; importante que, a partir de ent&atilde;o, ele mame.</p>
<p>&ldquo;Nesses primeiros dias ap&oacute;s o nascimento, o tamanho do est&ocirc;mago do beb&ecirc; se assemelha a uma cereja. Ou seja, &eacute; muito pequeno e &eacute; normal que mame v&aacute;rias vezes, a cada uma hora, por exemplo, porque &eacute; um espa&ccedil;o que enche e esvazia muito rapidamente&rdquo;, explica Ortolani.</p>
<p>Isso n&atilde;o significa que ele n&atilde;o possa ficar um temp&atilde;o ali na mamada: cerca de 40 minutos. &ldquo;Tem beb&ecirc;s que mamam por menos tempo, mas uma m&eacute;dia &eacute; de 40 minutos&rdquo;, calcula a obstetriz.</p>
<p>E, conforme a mamada vai se tornando mais efetiva, a frequ&ecirc;ncia tamb&eacute;m se espa&ccedil;a: ao inv&eacute;s de amamentar a cada uma hora, a cada tr&ecirc;s.</p>
<h3>Gotas ou leite escorrendo: o que &eacute; normal?</h3>
<p>&Eacute; normal tamb&eacute;m que, no come&ccedil;o, enquanto a fam&iacute;lia ainda estiver no hospital, o leite que sa&iacute;a seja apenas em forma de gotinhas &ndash; o chamado colostro. Depois de tr&ecirc;s a cinco dias, em casa, vem a descida mais significativa, ou a apojadura.</p>
<p>&ldquo;No come&ccedil;o pode at&eacute; gerar a d&uacute;vida de que se est&aacute; produzindo o leite. Mas, passado o tempo, come&ccedil;a a descer mais e as mamas ficam mais inchadas, pesadas e vermelhas. &Eacute; normal ter alguns sintomas, como febres e calafrios e, embora sejam comuns, &eacute; importante compartilhar qualquer sinal com um profissional de sa&uacute;de&rdquo;, completa a obstetriz.</p>
<p>Um cuidado para esses momentos &eacute; que se fa&ccedil;a uma massagem na mama antes de amamentar. Isso porque, se oferecer a mama muito carregada ao beb&ecirc; rec&eacute;m-nascido, ele pode n&atilde;o conseguir extrair tudo, o que gera mais inc&ocirc;modo e at&eacute; dor. &ldquo;&Eacute; poss&iacute;vel fazer um ciclo de massagem para deixar a mama mole e, s&oacute; depois, oferecer ao beb&ecirc;. Ter cuidado com a pega da mama e o posicionamento do beb&ecirc; tamb&eacute;m s&atilde;o medidas importantes. E se mesmo assim a mama estiver ingurgitada pode fazer uma compressa gelada, depois da mamada&rdquo;, sugere Ortolani.</p>
<h2>Peito murcho depois da amamenta&ccedil;&atilde;o, e agora?</h2>
<p>Acontece! Por volta dos 40 dias ap&oacute;s o nascimento, &eacute; comum que a mama esvazie e tenha uma sensa&ccedil;&atilde;o maior de flacidez. Isso acontece porque o corpo passou a regular a produ&ccedil;&atilde;o do leite.</p>
<h3>Deixe os palpiteiros de lado</h3>
<p>Se o aleitamento materno for um desejo dos cuidadores, &eacute; importante que eles saibam disso e que consigam afastar os palpiteiros de plant&atilde;o {que surgem aos montes nesses momentos}.</p>
<p>&ldquo;Muitas pessoas deixam o sonho da amamenta&ccedil;&atilde;o de lado porque escutam muitos palpites como &lsquo;o leite &eacute; fraco&rsquo; ou &lsquo;beb&ecirc; mama toda hora porque o peito n&atilde;o produz o suficiente&rsquo;, e nada disso &eacute; verdadeiro. O peito n&atilde;o &eacute; s&oacute; o alimento do beb&ecirc;, mas aconchego, carinho e &eacute; o lugar que mais se assemelha ao que ele tinha dentro do &uacute;tero&rdquo;, explica a obstetriz.</p>
<h2>Como saber se o beb&ecirc; est&aacute; mamando bem?</h2>
<p>Pelo xixi e coc&ocirc; do beb&ecirc;! A regra &eacute;: se algo est&aacute; entrando, algo est&aacute; saindo.</p>
<p>No primeiro dia de vida, o coc&ocirc; tende a ser de uma cor verde escuro quase preto, e &eacute; chamado de mec&ocirc;nio. J&aacute; o xixi vem uma a duas vezes nesse primeiro dia.</p>
<p>No segundo dia, dois xixis. Terceiro, tr&ecirc;s. A partir do quarto, mais de seis xixis por dia. No caso dos coc&ocirc;s: uma vez por dia.</p>
<p>&ldquo;O objetivo n&atilde;o &eacute; ficar anotando exatamente quanto de xixi e de coc&ocirc; o beb&ecirc; fez, mas vale ficar de olho na produ&ccedil;&atilde;o. E se tem algo saindo &eacute; porque algo est&aacute; entrando, ent&atilde;o podem ficar tranquilos&rdquo;, explica a obstetriz.</p>
<p>Outros sinais s&atilde;o:</p>
<ul>
<li>Seios est&atilde;o mais macios ap&oacute;s as mamadas;</li>
<li>Beb&ecirc; est&aacute; relaxado e tranquilo;</li>
<li>Suc&ccedil;&atilde;o foi nutritiva, ou o beb&ecirc; engoliu o leite;</li>
<li>H&aacute; uma quantidade ideal de trocas de fraldas;</li>
<li>Beb&ecirc; est&aacute; ganhando peso.</li>
</ul>
<h2>Mamou, e agora?</h2>
<p>Alguns cuidados s&atilde;o important&iacute;ssimos ap&oacute;s as mamadas. S&atilde;o eles:</p>
<ul>
<li>N&atilde;o deite o beb&ecirc; imediatamente depois da mamada;</li>
<li>Deixe o beb&ecirc; na vertical, apoiado no ombro do cuidador e aguarde a eructa&ccedil;&atilde;o, ou o arroto;</li>
<li>Beb&ecirc; n&atilde;o arrotou, mesmo depois de 15 a 20 minutos da mamada? Fique tranquilo, nem todas as mamadas ser&atilde;o seguidas da eructa&ccedil;&atilde;o. Passado o per&iacute;odo, j&aacute; pode deitar o beb&ecirc;.</li>
</ul>
<h2>Cor do coc&ocirc; do beb&ecirc;: o que &eacute; normal?</h2>
<p>Depois do mec&ocirc;nio (o primeiro coc&ocirc;, que &eacute; num tom de verde escuro, quase preto), a colora&ccedil;&atilde;o tende a ir clareando para tons mais claros de verde e at&eacute; de amarelo.</p>
<p>&ldquo;Um coc&ocirc; tranquilo &eacute; aquele que traz as cores da bandeira do Brasil: de verde a amarelo, e podem ter alguns grumos brancos tamb&eacute;m&rdquo;, explica Ortolani.</p>
<p>Sinais de alerta: coc&ocirc; com sangue. &ldquo;Em alguns casos &eacute; o sangue do mamilo que pode estar machucado, mas &eacute; sempre importante avaliar quando aparecer nas fezes. Outro sinal de alerta &eacute; quando o coc&ocirc;, que j&aacute; estava mais claro, volta a ficar bem escuro.&rdquo;</p>
<h2>Fralda de beb&ecirc;: como trocar?</h2>
<h3>Primeiro passo: higienizar as m&atilde;os</h3>
<p>Por mais que a ideia seja justamente sujar as m&atilde;os durante o processo, &eacute; importante que, antes da troca da fralda, o cuidador fa&ccedil;a uma higiene adequada para evitar levar mais sujeira &agrave; &aacute;rea do beb&ecirc;.</p>
<h3>Segundo passo: limpar a regi&atilde;o de dentro para fora</h3>
<p>Com a ajuda de um algod&atilde;o umedecido em &aacute;gua morna, o movimento &eacute; claro: de dentro para fora, tirando de perto da regi&atilde;o perineal a sujeira.</p>
<p>E o len&ccedil;o umedecido? &Eacute; melhor evitar nos primeiros tr&ecirc;s meses de vida.</p>
<h3>Terceiro passo: vire de lado o beb&ecirc;</h3>
<p>Na hora de higienizar as n&aacute;degas e a regi&atilde;o perineal, vire o beb&ecirc; delicadamente de lado. Nunca eleve os quadris pelas pernas, ok?</p>
<h3>Quarto passo: seque o beb&ecirc;</h3>
<p>Depois de passar o algod&atilde;o umedecido em &aacute;gua morna e retirar toda a sujeira, &eacute; hora de sec&aacute;-lo. Para isso, use tecidos macios ou outro algod&atilde;o, dessa vez seco.</p>
<h3>Quinto passo: precisa de pomada?</h3>
<p>Se houver indica&ccedil;&atilde;o do profissional de sa&uacute;de que atende o beb&ecirc;, sim, podem ser usadas pomadas ou cremes. Do contr&aacute;rio, confira com o profissional antes de aplicar esses produtos, ok?</p>
<h3>Sexto passo: colocando a fralda limpa</h3>
<p>Al&eacute;m de limpa, &eacute; preciso se atentar ao posicionamento da fralda, para evitar vazamentos e ao tamanho apropriado.</p>
<p>Outro cuidado: a troca deve ser feita de forma r&aacute;pida, especialmente se for em uma esta&ccedil;&atilde;o do ano mais fria. &ldquo;Antes de trocar, &eacute; importante deixar tudo preparado: fralda nova, roupa, pomada, algod&atilde;o, &aacute;lcool 70%, &aacute;gua, etc&rdquo;, explica Ortolani.</p>
<h2>Coto umbilical: como cuidar?</h2>
<p>A recomenda&ccedil;&atilde;o dos profissionais de sa&uacute;de com rela&ccedil;&atilde;o ao coto umbilical s&atilde;o claras: em toda troca de fralda e ap&oacute;s o banho, deve-se passar, com a ajuda de um cotonete, o &aacute;lcool 70% na forma l&iacute;quida. E isso vai al&eacute;m da limpeza!</p>
<p>&ldquo;O &aacute;lcool, al&eacute;m de higienizar a regi&atilde;o, vai mumificar esse coto umbilical. E esse ressecamento faz com que haja o desprendimento do coto&rdquo;, explica Fernanda Mendes, enfermeira especialista em Sa&uacute;de P&uacute;blica e Amamenta&ccedil;&atilde;o, e que tamb&eacute;m faz parte do N&uacute;cleo de Promo&ccedil;&atilde;o &agrave; Sa&uacute;de do hospital SEPACO, que &eacute; parceiro da Alice.</p>
<p>Entre 7 e 15 dias, o coto tende a desprender e cair.</p>
<h3>Coto umbilical inflamado: sinais</h3>
<ul>
<li>Vermelhid&atilde;o em volta do coto;</li>
<li>Incha&ccedil;o;</li>
<li>Dor;</li>
<li>Secre&ccedil;&atilde;o no umbigo.</li>
</ul>
<p>&ldquo;Pode ser que sangre, mas em pouqu&iacute;ssima quantidade e pontualmente, logo que cair. Mas, se sangrar mais do que isso, &eacute; preciso avalia&ccedil;&atilde;o de um profissional de sa&uacute;de&rdquo;, refor&ccedil;a a obstetriz.</p>
<h3>O que n&atilde;o fazer com o coto umbilical?</h3>
<p>N&atilde;o &eacute; recomendado o uso de fralda em cima do coto e nem moedas. Afinal, conforme explica Mendes, n&atilde;o &eacute; isso que vai garantir se o umbigo ficar&aacute; para &ldquo;dentro&rdquo; ou para &ldquo;fora&rdquo; no beb&ecirc;.</p>
<p>&ldquo;O coto &eacute; uma liga&ccedil;&atilde;o direta do beb&ecirc; com a placenta. Por isso, a musculatura dele se separa para a sa&iacute;da desse cord&atilde;o e, quando cai, a pr&oacute;pria anatomia do nosso corpo faz com que a musculatura se una novamente. Se houver uma jun&ccedil;&atilde;o por completo, o umbigo fica para dentro. Se n&atilde;o fechar totalmente, o umbigo fica para fora. N&atilde;o adianta colocar moeda, porque &eacute; uma jun&ccedil;&atilde;o feita de dentro para fora&rdquo;, explica a enfermeira.</p>
<h2>Hora do banho do beb&ecirc;: quantas vezes por dia?</h2>
<p>Beb&ecirc;s rec&eacute;m-nascidos n&atilde;o precisam de muitos banhos ao longo do dia. Um &eacute; mais do que o suficiente, segundo Mendes, e pode ocorrer depois das 24 horas ap&oacute;s o parto.</p>
<p>Isso porque o beb&ecirc; nasce com uma esp&eacute;cie de &ldquo;pasta branca&rdquo; ao redor do corpo, chamada de v&eacute;rnix. Esta serve como um hidratante natural e &eacute; importante que o beb&ecirc; tenha a chance de absorver essa subst&acirc;ncia.</p>
<h3>Temperatura ideal e quantidade certa de &aacute;gua para o banho do beb&ecirc;</h3>
<p>Um passo importante para tornar o momento mais f&aacute;cil e confort&aacute;vel &eacute; deixar todos os itens que forem necess&aacute;rios separados e preparados para o momento, como o shampoo, fralda, roupa, toalha, etc.</p>
<p>&ldquo;N&atilde;o h&aacute; necessidade de usar nenhum outro produto al&eacute;m do shampoo que pode ser usado da cabe&ccedil;a aos p&eacute;s&rdquo;, explica Mendes, que tamb&eacute;m explica com rela&ccedil;&atilde;o &agrave; quantidade de &aacute;gua e temperatura ideias:</p>
<p>&ldquo;A quantidade de &aacute;gua na banheira, caso essa seja a op&ccedil;&atilde;o da fam&iacute;lia, &eacute; de cinco dedos. J&aacute; a temperatura, 36,5&ordm;C a 37&ordm;C. Quem n&atilde;o tem acesso a um term&ocirc;metro, a medida ideal &eacute; colocar a regi&atilde;o do punho no fundo da banheira e ter a sensa&ccedil;&atilde;o gostosa de uma &aacute;gua morna para quente, com a vontade de deixar as m&atilde;os l&aacute;.&rdquo;</p>
<h3>Banho do beb&ecirc;: ordem certa</h3>
<p>E a ordem de limpeza?</p>
<ol>
<li>Primeiro, o rosto do beb&ecirc;, aproveitando que a &aacute;gua ainda est&aacute; bem limpa.</li>
<li>Cabelos e cabe&ccedil;a. Depois de limpos, &eacute; importante fazer a secagem dessas &aacute;reas antes de seguir para o restante do corpo, ok?</li>
<li>Tronco, abdome, bra&ccedil;os e m&atilde;os, &aacute;rea &iacute;ntima, pernas e p&eacute;s.</li>
</ol>
<h2>Banheira, chuveiro ou ofur&ocirc;: qual &eacute; a melhor forma de dar banho no beb&ecirc;?</h2>
<p>A escolha depende da fam&iacute;lia, mas h&aacute; diferentes op&ccedil;&otilde;es para a hora do banho.</p>
<p>A banheira &eacute; a mais tradicional e, dentre os cuidados, vale deixar todos os itens que ser&atilde;o usados no banho pr&oacute;ximos, bem como usar um apoio na banheira para o beb&ecirc;.</p>
<p>J&aacute; o chuveiro pode ser uma oportunidade de contato pele a pele. Enquanto um cuidador segura o beb&ecirc; sob a &aacute;gua &ndash; n&atilde;o precisa cair diretamente na pele do beb&ecirc;, mas n&atilde;o h&aacute; problemas se cair &ndash; o outro faz a higieniza&ccedil;&atilde;o das partes &iacute;ntimas.</p>
<p>No caso do ofur&ocirc;, a &aacute;gua lembra o ambiente do &uacute;tero, e pode ser um bom ritual noturno para acalmar antes de dormir.</p>
<h2>Sono: quais as principais recomenda&ccedil;&otilde;es?</h2>
<p>N&atilde;o h&aacute; regra &uacute;nica, j&aacute; que o sono varia muito de beb&ecirc; para beb&ecirc;, e de fam&iacute;lia para fam&iacute;lia.</p>
<p>Mas algumas orienta&ccedil;&otilde;es gerais valem a todos:</p>
<ul>
<li>Beb&ecirc;s devem dormir de barriga para cima, sempre, at&eacute; os seis meses. Ou, se n&atilde;o for poss&iacute;vel, levemente lateralizados.</li>
<li>Ber&ccedil;os devem estar vazios, sem protetores, muitos cobertores, travesseiros ou bichinhos de pel&uacute;cia no in&iacute;cio. H&aacute; um risco maior de sufocamento.</li>
<li>Toucas tamb&eacute;m devem ser evitadas, para evitar risco de acidentes.</li>
<li>Se o beb&ecirc; n&atilde;o estiver em um ninho ou em um saco de dormir, o cobertor s&oacute; pode ir at&eacute; a linha do mamilo, e com os bra&ccedil;os para fora.</li>
</ul>
<p>E a cama compartilhada? Pode ser feita, mas alguns cuidados precisam ser tomados, como deixar o ninho com o beb&ecirc; na mesma altura da cabe&ccedil;a/travesseiro dos pais. &ldquo;Isso &eacute; cientificamente explicado: quando um adulto rola pela cama e se depara com algo na altura da face, ele se assusta e para. Se est&aacute; na altura do corpo, &eacute; mais f&aacute;cil confundir com uma coberta ou travesseiro&rdquo;, explica Mendes.</p>
<h2>O que significa o choro do beb&ecirc;? Cabe a cada fam&iacute;lia descobrir</h2>
<p>&Eacute; isso! Beb&ecirc;s se comunicam pelo choro, e n&atilde;o h&aacute; manual de instru&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>&ldquo;Com o tempo, a fam&iacute;lia se adapta ao choro do beb&ecirc; e vai percebendo o que cada um pode significar, se &eacute; sono, c&oacute;lica ou fome. O importante &eacute; manter a calma e entender que o choro &eacute; a forma que o beb&ecirc; tem de se comunicar&rdquo;, explica a obstetriz.</p>
<h2>Rede de apoio: para que serve?</h2>
<p>&Eacute; f&aacute;cil confundir e achar que a rede de apoio servir&aacute; para os cuidados com o beb&ecirc; apenas, mas Mendes explica que n&atilde;o &eacute; bem assim.</p>
<p>&ldquo;A fam&iacute;lia, o n&uacute;cleo familiar, por mais inseguro que estejam, v&atilde;o dar conta dos cuidados com o beb&ecirc;. &Eacute; o trabalho extra que acaba pesando para a fam&iacute;lia, como o cuidado com a casa, a ida ao mercado, o levar o animal de estima&ccedil;&atilde;o para passear, etc. E &eacute; a&iacute; que entra a rede de apoio&rdquo;, explica.</p>
<p>Segundo a enfermeira, a rede de apoio precisa ser aquela pessoa (ou grupo de pessoas) que a fam&iacute;lia tenha confian&ccedil;a suficiente para pedir que fa&ccedil;a uma compra no mercado por eles, limpe o banheiro, auxilie de alguma forma nas tarefas da casa que a fam&iacute;lia n&atilde;o dar&aacute; conta de fazer ap&oacute;s o nascimento. &ldquo;&Eacute; algu&eacute;m que possa manter a rotina que a fam&iacute;lia j&aacute; tinha, com algumas adapta&ccedil;&otilde;es&rdquo;, refor&ccedil;a.</p>
<h2>D&uacute;vidas sobre o beb&ecirc;: onde recorrer?</h2>
<p>Buscar informa&ccedil;&otilde;es de fontes confi&aacute;veis &eacute; o primeiro passo para tirar todas as d&uacute;vidas com rela&ccedil;&atilde;o &agrave; gesta&ccedil;&atilde;o, parto e ap&oacute;s o nascimento &ndash; e h&aacute; v&aacute;rios caminhos poss&iacute;veis!</p>
<p>Um deles &eacute; o blog da Alice, que sempre traz informa&ccedil;&otilde;es baseadas nas evid&ecirc;ncias cient&iacute;ficas, com entrevistas de profissionais de sa&uacute;de qualificados.</p>
<p>Outro s&atilde;o os cursos para gestantes, ofertados por diferentes hospitais e maternidades, como a <a href="https://www.sepaco.org.br/maternidade/" target="_blank" rel="nofollow noopener">SEPACO</a>, que &eacute; parceira da Alice.</p>
<html><body><h2>Alice tem o plano de sa&uacute;de certo para a sua empresa!</h2>
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<p>Alice tamb&eacute;m tem suporte completo ao seu RH, com dados estrat&eacute;gicos para sua gest&atilde;o &ndash; desde reports de sa&uacute;de populacional at&eacute; de custo de cuidado &ndash;, onboarding exclusivo e account manager dedicado.</p>
<p>Veja como Alice cuida do seu time e do seu or&ccedil;amento.</p>
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								</div></body></html></body></html></body></html>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Introdução alimentar BLW: quais as vantagens e os riscos?</title>
		<link>https://alice.com.br/blog/sua-saude/introducao-alimentar-blw/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Time Alice]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 May 2022 16:38:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sua saúde]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[bebes]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.alice.com.br/?p=3027</guid>

					<description><![CDATA[<p>O método BLW incentiva o bebê a comer sozinho desde os 6 meses. Saiba como funciona, seus benefícios, cuidados e o que diz a ciência sobre a prática.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<html><body><p>Para alimentar o beb&ecirc;, depois do leite (materno ou f&oacute;rmula infantil) e depois, aos seis meses, v&ecirc;m as papinhas, certo? Nem sempre!</p>



<p>O m&eacute;todo tradicional de amassar legumes e frutas, deixando os alimentos na forma s&oacute;lida de fora da introdu&ccedil;&atilde;o alimentar da crian&ccedil;a, vem abrindo espa&ccedil;o para outras abordagens, como a t&eacute;cnica conhecida como BLW.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">M&eacute;todo BLW: o que &eacute;?</h2>



<p>A sigla BLW se refere &agrave; express&atilde;o &lsquo;&rsquo;baby led-weaning&rsquo;&rsquo;, que traduzida significa &lsquo;&rsquo;desmame guiado pelo beb&ecirc;&rsquo;.&nbsp;</p>



<p>O m&eacute;todo foi idealizado pela enfermeira brit&acirc;nica Gill Rapley em 2008 e permite que o beb&ecirc; conduza o processo de introdu&ccedil;&atilde;o alimentar.&nbsp;</p>



<p>O BLW &eacute; centrado na autonomia da crian&ccedil;a e na capacidade inata de autoalimenta&ccedil;&atilde;o. Os alimentos s&atilde;o oferecidos em consist&ecirc;ncia e tamanho que permitam ao pequeno comer com as pr&oacute;prias m&atilde;os.&nbsp;</p>



<p>Num constante processo de experimenta&ccedil;&atilde;o, busca-se explorar diferentes texturas, cores, sabores e cheiros para agu&ccedil;ar todos os sentidos. Gradualmente e de forma instintiva, o beb&ecirc; estabelece quando, quanto e em que ritmo comer.</p>



<p>&ldquo;O beb&ecirc; precisa estar apto para iniciar o BLW. Para isso, &eacute; necess&aacute;rio atingir os seis meses, apresentar desenvolvimento e crescimento adequado, al&eacute;m de sinais de prontid&atilde;o para o in&iacute;cio da alimenta&ccedil;&atilde;o complementar&rdquo;, afirma a nutricionista materno-infantil Sara Vaz, da <a href="https://alice.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">comunidade de sa&uacute;de da Alice</a>.&nbsp;</p>



<p>Por esse m&eacute;todo, m&atilde;es, pais e cuidadores devem deixar as colheres de lado e sair do papel de &lsquo;alimentadores&rsquo; para assumir a fun&ccedil;&atilde;o de &lsquo;mediadores&rsquo;.&nbsp;</p>



<p>&ldquo;O papel de mediador exige aten&ccedil;&atilde;o aos sinais do beb&ecirc; e &agrave; oferta de <a href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/como-montar-plano-alimentar/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">alimentos saud&aacute;veis</a>, variados e seguros, al&eacute;m de um ambiente adequado para este momento, que deve ser de prazer e descoberta&rdquo;, destaca a nutri.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como iniciar a introdu&ccedil;&atilde;o alimentar pelo BLW</h2>



<p>Para que o m&eacute;todo BLW possa ser aplicado, &eacute; necess&aacute;rio que a crian&ccedil;a j&aacute; seja capaz de ficar sentada no cadeir&atilde;o, com as costas e a cabe&ccedil;a bem sustentadas. Assim, poder&aacute; tocar os alimentos, agarr&aacute;-los e lev&aacute;-los &agrave; boca.&nbsp;</p>



<p>A proposta &eacute; que o beb&ecirc; fique posicionado junto &agrave; mesa onde ser&aacute; feita a refei&ccedil;&atilde;o em fam&iacute;lia. Os alimentos que podem ser oferecidos, incluem:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Vegetais cozidos, como br&oacute;colis, cenoura, ab&oacute;bora, abobrinha, chuchu, beterraba, couve-flor, entre outros;</li>



<li>Frutas cortadas em tiras, como manga, mel&atilde;o, ameixa e p&ecirc;ra, entre outras;</li>



<li>Tub&eacute;rculos cozidos, como inhame, batata, batata doce, car&aacute; ou aipim;</li>



<li>Cereais cozidos, como macarr&atilde;o ou arroz;</li>



<li><a href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/alimentos-ricos-proteina/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Prote&iacute;nas</a>, como peito de frango em tiras grandes, peixe sem espinhas ou ovo cozido cortado ao meio.</li>
</ul>



<p>A consist&ecirc;ncia n&atilde;o pode ser nem muito dura nem muito mole. A nutricionista Sara Vaz lembra que o tamanho seguro para os cortes &eacute; outro ponto de aten&ccedil;&atilde;o.&nbsp;</p>



<p>&ldquo;Os peda&ccedil;os devem ser suficientemente grandes para que o beb&ecirc; segure com a m&atilde;o e consiga levar &agrave; boca. Uma dica para isso &eacute; se guiar pelo tamanho do dedo indicador do cuidador&rdquo;, ensina.</p>



<p>A profissional enfatiza que os engasgos est&atilde;o mais relacionados a peda&ccedil;os pequenos e l&iacute;quidos ralos. &ldquo;Peda&ccedil;os grandes costumam ser facilmente colocados para fora com a tosse ou reflexo de GAG pela crian&ccedil;a, que n&atilde;o &eacute; engasgo e sim um reflexo de prote&ccedil;&atilde;o&rdquo;.</p>



<p>Uma preocupa&ccedil;&atilde;o frequente relacionada ao m&eacute;todo &eacute; a ingest&atilde;o insuficiente de ferro, pelo fato dos alimentos ricos nesse mineral serem teoricamente menos ingeridos (carnes, feij&otilde;es e folhas verdes escuras, por exemplo).&nbsp;</p>



<p>&ldquo;Apesar dos estudos serem inconclusivos quanto a essa afirma&ccedil;&atilde;o, algumas adapta&ccedil;&otilde;es costumam ser feitas para facilitar. S&atilde;o conhecidas como m&eacute;todo BLISS (<em>Baby-Led Introduction to Solids</em>) e incluem bolinhos de feij&atilde;o e omelete com folhosos, por exemplo&rdquo;, destaca a nutricionista.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Benef&iacute;cios da introdu&ccedil;&atilde;o alimentar BLW</h2>



<p>Quando bem assimilada pela crian&ccedil;a, a introdu&ccedil;&atilde;o BLW pode oferecer benef&iacute;cios como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>compartilhamento de refei&ccedil;&otilde;es em fam&iacute;lia, sem necessidade de uma alimenta&ccedil;&atilde;o totalmente diferenciada para o beb&ecirc;;</li>



<li>maior <a href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/comer-frutas-vegetais-reduz-risco-morte/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">consumo de frutas, legumes e verduras</a>;</li>



<li>estimula&ccedil;&atilde;o do desenvolvimento oral atrav&eacute;s da mastiga&ccedil;&atilde;o;</li>



<li>maior repert&oacute;rio alimentar.</li>
</ul>



<p>Acredita-se que quanto maior a exposi&ccedil;&atilde;o a diferentes texturas na introdu&ccedil;&atilde;o alimentar, menor ser&aacute; a seletividade em rela&ccedil;&atilde;o aos alimentos durante a vida.&nbsp;</p>



<p>Estudos mostraram que crian&ccedil;as que passaram pelo m&eacute;todo demonstraram maior capacidade de reconhecer o <a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/24347496/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">sentimento de saciedade</a> e menor propens&atilde;o <a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/22315302/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">a escolher doces</a>, o que seriam fatores de redu&ccedil;&atilde;o do risco de obesidade.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Por&eacute;m, uma <a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/29724233/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">meta-an&aacute;lise</a> sobre o BLW apontou que s&atilde;o necess&aacute;rios mais estudos para comprovar a efic&aacute;cia do m&eacute;todo.&nbsp;</p>



<p><strong>Leia tamb&eacute;m</strong>: <a href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/febre-em-criancas-o-que-fazer/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Febre em crian&ccedil;as: quando &eacute; hora de se preocupar e o que fazer</a></p>



<h3 class="wp-block-heading">H&aacute; riscos no m&eacute;todo BLW?</h3>



<p>Alguns pa&iacute;ses, como o <a href="https://www.nhs.uk/conditions/baby/weaning-and-feeding/babys-first-solid-foods/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Reino Unido</a>, recomendam o BLW como m&eacute;todo de introdu&ccedil;&atilde;o alimentar desde os seis meses.&nbsp;</p>



<p>No Brasil, pela necessidade de mais evid&ecirc;ncias cient&iacute;ficas, o <a href="https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/guia_alimentar_crianca_brasileira_versao_resumida.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de</a> segue a recomenda&ccedil;&atilde;o da <a href="https://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/infant-and-young-child-feeding" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial da Sa&uacute;de (OMS)</a> de evolu&ccedil;&atilde;o de texturas, incentivando tamb&eacute;m que a crian&ccedil;a interaja com os alimentos usando as m&atilde;os.&nbsp;</p>



<p>A <a href="https://www.sbp.com.br/fileadmin/user_upload/19491c-GP_-_AlimCompl_-_Metodo_BLW.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP)</a> enfatiza que n&atilde;o h&aacute; comprova&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica sobre o BLW, mas que toda forma de a crian&ccedil;a se relacionar com a comida &eacute; v&aacute;lida, sendo o BLW uma op&ccedil;&atilde;o.</p>



<p>A SBP frisa que os pais devem supervisionar o beb&ecirc; na hora da refei&ccedil;&atilde;o e alerta sobre a import&acirc;ncia de observar se a ingest&atilde;o de nutrientes &eacute; suficiente. Tamb&eacute;m &eacute; preciso avaliar se existe impacto sobre o crescimento e o desenvolvimento da crian&ccedil;a.&nbsp;</p>



<p>Para a nutricionista Sara Vaz, o melhor m&eacute;todo &eacute; aquele que se encaixa na realidade e rotina da fam&iacute;lia, com a media&ccedil;&atilde;o direta dos pais e cuidadores.</p>



<p>&ldquo;Independentemente da escolha, deve-se promover autonomia e desenvolvimento, visando a constru&ccedil;&atilde;o de uma alimenta&ccedil;&atilde;o segura, respeitosa, prazerosa e feita com muito amor!&rdquo;, finaliza a nutricionista.&nbsp;</p>


<div class="wp-block-image">
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</div>


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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Mão-pé-boca: quais são os sintomas e como prevenir?</title>
		<link>https://alice.com.br/blog/sua-saude/mao-pe-boca-sintomas-doenca-como-prevenir/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Time Alice]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Apr 2022 14:55:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sua saúde]]></category>
		<category><![CDATA[bebes]]></category>
		<category><![CDATA[prevencao]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.alice.com.br/?p=2269</guid>

					<description><![CDATA[<p>Outono traz clima seco e mais vírus em circulação. Saiba como identificar, tratar e prevenir a síndrome mão-pé-boca nas crianças.</p>
<p>O post <a href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/mao-pe-boca-sintomas-doenca-como-prevenir/">Mão-pé-boca: quais são os sintomas e como prevenir?</a> apareceu primeiro em <a href="https://alice.com.br/blog">Blog da Alice</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<html><body><p>Outono &eacute; sin&ocirc;nimo de queda das folhas das &aacute;rvores, dias cada vez mais curtos e de redu&ccedil;&atilde;o gradual das temperaturas e da umidade do ar.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>&Eacute; tamb&eacute;m um per&iacute;odo de alta circula&ccedil;&atilde;o de alguns tipos de v&iacute;rus, que podem afetar especialmente a sa&uacute;de das crian&ccedil;as, cujo sistema imune ainda est&aacute; em constru&ccedil;&atilde;o e que costumam ficar em contato bem pr&oacute;ximo umas com as outras, compartilhando objetos (muitas vezes embebidos de saliva).</p>



<p>&ldquo;O ar mais seco e frio aumenta a concentra&ccedil;&atilde;o de poluentes na atmosfera, piorando a qualidade do ar, o que por si s&oacute; j&aacute; seria um fator de risco para irrita&ccedil;&atilde;o das vias a&eacute;reas. O frio tamb&eacute;m aumenta a aglomera&ccedil;&atilde;o de pessoas em locais fechados. Todos esses fatores somados aumentam a circula&ccedil;&atilde;o dos principais vil&otilde;es da &eacute;poca, que s&atilde;o os v&iacute;rus respirat&oacute;rios&rdquo;, explica a m&eacute;dica pediatra Amanda Monteiro, da <a href="https://alice.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Alice</a>.&nbsp;</p>



<p>Os v&iacute;rus mais comuns, como influenza, rinov&iacute;rus e v&iacute;rus sincicial respirat&oacute;rio, s&atilde;o transmitidos por via respirat&oacute;ria por contato direto ou indireto com got&iacute;culas de saliva. Eles s&atilde;o respons&aacute;veis por resfriados, gripes, bronquiolites e crises de asma.</p>



<p>No outono tamb&eacute;m h&aacute; maior incid&ecirc;ncia da doen&ccedil;a m&atilde;o-p&eacute;-boca, que pode ser causada por v&aacute;rios v&iacute;rus. M&atilde;es, pais e cuidadores podem adotar medidas preventivas para tentar evitar a propaga&ccedil;&atilde;o desses agentes.&nbsp;&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Afta em crian&ccedil;a &eacute; sintoma da s&iacute;ndrome m&atilde;o-p&eacute;-boca?&nbsp;</h2>



<p>A virose m&atilde;o-p&eacute;-boca &eacute; marcada principalmente por manchinhas vermelhas na pele da crian&ccedil;a, que afetam principalmente essas tr&ecirc;s partes do corpo. Da&iacute; a origem do nome. A s&iacute;ndrome tamb&eacute;m pode provocar estomatites (esp&eacute;cie de afta que afeta a mucosa da boca e tamb&eacute;m aparece no formato de bolinhas na garganta).&nbsp;</p>



<p>&Eacute; chamada de s&iacute;ndrome ou de doen&ccedil;a porque agrega um conjunto de sinais e sintomas que podem ser causados por v&iacute;rus diferentes, sendo os mais comuns os do grupo dos Enterov&iacute;rus (a esp&eacute;cie principal &eacute; a do v&iacute;rus Coxsackie), que normalmente habitam o nosso intestino.&nbsp;</p>



<p>A transmiss&atilde;o se d&aacute; pela via fecal/oral, atrav&eacute;s do contato com as fezes, saliva e outras secre&ccedil;&otilde;es respirat&oacute;rias e pelo contato direto com as les&otilde;es.</p>



<p>A m&atilde;o-p&eacute;-boca &eacute; uma doen&ccedil;a comum no outono, por conta da maior aglomera&ccedil;&atilde;o de pessoas em ambientes fechados, por conta da queda de temperatura, mas n&atilde;o &eacute; exclusiva dessa &eacute;poca do ano. &Eacute; mais frequente em crian&ccedil;as abaixo dos cinco anos, mas <a href="https://www.cdc.gov/hand-foot-mouth/index.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">qualquer pessoa pode pegar</a>.&nbsp;O per&iacute;odo de incuba&ccedil;&atilde;o pode ser de at&eacute; sete dias.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Os sintomas da doen&ccedil;a m&atilde;o-p&eacute;-boca incluem:&nbsp;</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li><a href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/febre-em-criancas-o-que-fazer/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">febre alta</a> nos dias que antecedem o surgimento das les&otilde;es;</li>



<li>aparecimento de ferida na boca da crian&ccedil;a, al&eacute;m das am&iacute;dalas e faringe, na forma de manchas vermelhas com ves&iacute;culas branco-acinzentadas no centro, que podem evoluir para ulcera&ccedil;&otilde;es dolorosas;</li>



<li>erup&ccedil;&atilde;o de pequenas bolhas nas palmas das m&atilde;os e nas plantas dos p&eacute;s, mas que podem ocorrer tamb&eacute;m no bumbum e na regi&atilde;o genital;</li>



<li>mal-estar, falta de apetite, v&ocirc;mitos e diarreia;</li>



<li>dificuldade para engolir e muita saliva&ccedil;&atilde;o.&zwj;</li>
</ul>



<p>A m&atilde;o-p&eacute;-boca &eacute; uma doen&ccedil;a autolimitada, com dura&ccedil;&atilde;o m&eacute;dia de sete dias. Os sintomas s&atilde;o leves na maioria dos casos, sendo que nem sempre a crian&ccedil;a vai apresentar todos eles.&nbsp;</p>



<p>&ldquo;O diagn&oacute;stico &eacute; cl&iacute;nico, sem necessidade de exames complementares e o principal ponto de aten&ccedil;&atilde;o &eacute; a dor nas les&otilde;es orais e o risco de desidrata&ccedil;&atilde;o pela dificuldade de ingest&atilde;o de l&iacute;quidos&rdquo;, enfatiza a pediatra Amanda Monteiro.&nbsp;</p>



<p>N&atilde;o h&aacute; um tratamento espec&iacute;fico, j&aacute; que os sintomas regridem ao longo do tempo.</p>



<h3 class="wp-block-heading">&zwj;Para o al&iacute;vio dos sintomas, podem ser adotadas medidas como</h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>uso de analg&eacute;sicos e antit&eacute;rmicos para controle da dor e da febre;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><a href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/dicas-beber-mais-agua/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">hidrata&ccedil;&atilde;o abundante com l&iacute;quidos</a> (&aacute;gua, leite, sucos, ch&aacute;s, vitaminas), de prefer&ecirc;ncia em temperatura mais fria;</li>



<li>Prepara&ccedil;&atilde;o de alimentos pastosos, como pur&ecirc;, mingau e gelatina, porque costumam ser mais f&aacute;ceis de engolir.</li>
</ul>



<p>&Eacute; sempre recomendado conversar com o pediatra sobre os sintomas e sobre a evolu&ccedil;&atilde;o do estado de sa&uacute;de da crian&ccedil;a.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">M&atilde;o-p&eacute;-boca: sinais de alerta</h2>



<p>O atendimento m&eacute;dico se torna extremamente importante se houver d&uacute;vida sobre o diagn&oacute;stico, se a crian&ccedil;a n&atilde;o conseguir se hidratar via oral ou ficar per&iacute;odos longos sem urinar (cerca de seis horas); se a febre se prolongar por mais de tr&ecirc;s dias (72 horas) ou se a crian&ccedil;a estiver prostrada na aus&ecirc;ncia de febre.</p>



<p>O afastamento da escola, segundo a pediatra Amanda Monteiro, deve ocorrer durante o per&iacute;odo de febre e quando houver dificuldade em se alimentar para que a crian&ccedil;a possa ser supervisionada principalmente quanto &agrave; hidrata&ccedil;&atilde;o.&nbsp;</p>



<p>&ldquo;Vale ressaltar que mesmo depois de recuperada, a crian&ccedil;a ainda pode transmitir o v&iacute;rus pelas fezes durante aproximadamente quatro semanas, o que refor&ccedil;a os cuidados de preven&ccedil;&atilde;o do cont&aacute;gio&rdquo;, frisa a m&eacute;dica.&nbsp;</p>



<p><strong>&gt;&gt;</strong> <a href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/crianca-medo-de-medico/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Crian&ccedil;a com medo de m&eacute;dico ou de exames? Saiba o que fazer</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Como prevenir a propaga&ccedil;&atilde;o da doen&ccedil;a m&atilde;o-p&eacute;-boca</h2>



<p>Por ser bastante contagiosa, os cuidados para evitar a propaga&ccedil;&atilde;o da s&iacute;ndrome m&atilde;o-p&eacute;-boca devem ser observados com aten&ccedil;&atilde;o, tanto em casa quanto em creches e escolas.&nbsp;</p>



<p>Quem estiver cuidando de uma crian&ccedil;a diagnosticada com a s&iacute;ndrome deve sempre lavar as m&atilde;os antes e depois de toc&aacute;-la ou de lev&aacute;-la ao banheiro. O contato muito pr&oacute;ximo, por meio de abra&ccedil;os e beijos, deve ser evitado, na medida do poss&iacute;vel.&nbsp;</p>



<p>As fraldas e os len&ccedil;os de limpeza devem ser descartados em latas de lixo fechadas. Copos e talheres n&atilde;o devem ser compartilhados e a crian&ccedil;a deve ser orientada a cobrir a boca ou o nariz ao tossir ou espirrar.&nbsp;</p>



<p>Superf&iacute;cies, objetos e brinquedos que possam entrar em contato com secre&ccedil;&otilde;es e fezes contaminadas devem ser lavados com &aacute;gua e sab&atilde;o, seguidos de desinfec&ccedil;&atilde;o com solu&ccedil;&atilde;o de &aacute;gua sanit&aacute;ria (um copo) dilu&iacute;da em &aacute;gua limpa (quatro copos).&nbsp;&nbsp;</p>



<p>As crian&ccedil;as devem ser incentivadas a frequentemente lavar as m&atilde;os e a evitar tocar os olhos, nariz ou boca com as m&atilde;os sujas.&nbsp;</p>



<p>Vale lembrar que ainda n&atilde;o h&aacute; vacina para a s&iacute;ndrome m&atilde;o-p&eacute;-boca, embora pesquisadores se dediquem ao desenvolvimento de f&oacute;rmula para futura imuniza&ccedil;&atilde;o.</p>



<p><strong>Leia tamb&eacute;m</strong>: <a href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/coriza-criancas-como-aliviar-congestao-nasal/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Coriza em crian&ccedil;as: saiba como aliviar a congest&atilde;o nasal</a></p>



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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Como amamentar corretamente? Confira nossas dicas</title>
		<link>https://alice.com.br/blog/sua-saude/guia-de-aleitamento-materno/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Beatriz Rosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Aug 2021 21:38:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sua saúde]]></category>
		<category><![CDATA[bebes]]></category>
		<category><![CDATA[saude-da-mulher]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.alice.com.br/uncategorized/guia-de-aleitamento-materno/</guid>

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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<html><body><h2 class="wp-block-heading">A import&acirc;ncia do aleitamento materno</h2>



<p>Muito se discute sobre como a amamenta&ccedil;&atilde;o &eacute; uma jornada desafiadora e cheia de aprendizados, n&atilde;o s&oacute; para a m&atilde;e, mas tamb&eacute;m para o beb&ecirc;.</p>



<p>Mas engana-se quem pensa que falar de amamenta&ccedil;&atilde;o &eacute; uma prioridade s&oacute; da mulher. &Eacute; preciso muito amparo e acolhimento por parte da <a href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/rede-de-apoio-como-ajudar-alguem/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">rede de apoio</a> para manter uma m&atilde;e amamentando.</p>



<p>Para al&eacute;m de ser um momento de constru&ccedil;&atilde;o de v&iacute;nculos com o rec&eacute;m-nascido, e de muita dedica&ccedil;&atilde;o e afeto por parte da m&atilde;e lactante, o universo da amamenta&ccedil;&atilde;o ainda &eacute; acompanhado de muitas d&uacute;vidas e alguns mitos. Confira abaixo alguns exemplos:</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais os benef&iacute;cios da amamenta&ccedil;&atilde;o?</h2>



<p>O aleitamento materno contribui para a sa&uacute;de, a nutri&ccedil;&atilde;o e a seguran&ccedil;a alimentar, seja a curto ou a longo prazo, em situa&ccedil;&otilde;es cotidianas ou em emerg&ecirc;ncias. Al&eacute;m de nutrir, tamb&eacute;m colabora na constru&ccedil;&atilde;o dos la&ccedil;os afetivos e dos v&iacute;nculos entre m&atilde;e e beb&ecirc;.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Benef&iacute;cios para a m&atilde;e&nbsp;</h3>



<p>Para a m&atilde;e, amamentar ajuda o &uacute;tero a voltar ao tamanho normal ap&oacute;s o per&iacute;odo de gesta&ccedil;&atilde;o, bem como reduz o risco de hemorragia p&oacute;s-parto e de c&acirc;nceres de mama e no ov&aacute;rio. Tamb&eacute;m controla &iacute;ndices de sa&uacute;de e reduz o risco de press&atilde;o alta, colesterol e diabetes.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Benef&iacute;cios para o beb&ecirc;</h3>



<p>Para o beb&ecirc;, o leite materno &eacute; o alimento mais completo, pois previne todos os tipos de infec&ccedil;&atilde;o, protege contra alergias, melhora a adapta&ccedil;&atilde;o &agrave; introdu&ccedil;&atilde;o alimentar e previne complica&ccedil;&otilde;es, como diabetes, colesterol e press&atilde;o alta.&nbsp;</p>



<p>Tamb&eacute;m favorece o desenvolvimento da musculatura orofacial (ou seja, da face e do pesco&ccedil;o, que s&atilde;o respons&aacute;veis por todo o movimento da fala, mastiga&ccedil;&atilde;o e da degluti&ccedil;&atilde;o), assim como o desenvolvimento e o ganho de peso adequado do beb&ecirc;.</p>


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<figure class="aligncenter size-large is-resized"><a href="https://alice.com.br/ebook-alice-na-cozinha" target="_blank" rel="https://alice.com.br/ebook-alice-na-cozinha noreferrer noopener"><figure class="wp-attachment-1938" ><img decoding="async" src="https://alice.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/banner_blog-ebook-1-1024x731.jpg" alt="Ebook de receitas saud&aacute;veis Alice na cozinha" class="wp-image-1938" width="512" height="366" srcset="https://alice.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/banner_blog-ebook-1-1024x731.jpg 1024w, https://alice.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/banner_blog-ebook-1-300x214.jpg 300w, https://alice.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/banner_blog-ebook-1-768x548.jpg 768w, https://alice.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/banner_blog-ebook-1-100x71.jpg 100w, https://alice.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/banner_blog-ebook-1-150x107.jpg 150w, https://alice.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/banner_blog-ebook-1.jpg 1080w" sizes="(max-width: 512px) 100vw, 512px"></figure></a></figure>
</div>


<h2 class="wp-block-heading">Qual &eacute; a melhor posi&ccedil;&atilde;o para amamentar?</h2>



<p>A melhor posi&ccedil;&atilde;o para amamentar &eacute; aquela em que a m&atilde;e se sente mais confort&aacute;vel. Seja ela:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Postura tradicional, encostando barriga com barriga;&nbsp;</li>



<li>Deitada, com o beb&ecirc; colocado ao lado da m&atilde;e;&nbsp;</li>



<li>Cavalinho, com o beb&ecirc; apoiado nas pernas da m&atilde;e;&nbsp;</li>



<li>Invertida, com as costas do beb&ecirc; apoiadas no antebra&ccedil;o da m&atilde;e.&nbsp;</li>
</ul>



<p>Seja qual for a posi&ccedil;&atilde;o escolhida, o mais importante &eacute; que o beb&ecirc; esteja com a cabe&ccedil;a alinhada ao seu corpo, e com o queixo tocando a mama.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Dor ao amamentar &eacute; normal?</h2>



<p>&Eacute; poss&iacute;vel sentir dor nas primeiras semanas de amamenta&ccedil;&atilde;o. Afinal, &eacute; a fase de reconhecimento entre a m&atilde;e e o beb&ecirc;, e a descoberta das melhores posturas para a amamenta&ccedil;&atilde;o.&nbsp;</p>



<p>A dor fisiol&oacute;gica, nesse momento, tende a ser passageira e leve. Mas, at&eacute; que o aprendizado da amamenta&ccedil;&atilde;o ocorra para a m&atilde;e e para o beb&ecirc;, pode ser necess&aacute;rio corrigir a pega v&aacute;rias vezes.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Qual &eacute; o melhor hor&aacute;rio para amamentar?</h2>



<p>O melhor hor&aacute;rio para amamentar &eacute; quando o beb&ecirc; manifestar sinais de fome e pedir. Al&eacute;m de ajudar o corpo da m&atilde;e, n&atilde;o impor hor&aacute;rios r&iacute;gidos e deixar em livre demanda &eacute; essencial para estabelecer um equil&iacute;brio na produ&ccedil;&atilde;o do leite materno.&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading">Sinais de que o beb&ecirc; quer mamar</h3>



<p>Preste aten&ccedil;&atilde;o a esses sinais que indicam que o beb&ecirc; est&aacute; com fome:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Quando o beb&ecirc; come&ccedil;ar a se movimentar;</li>



<li>Se ele estiver acordado e em estado de alerta;&nbsp;</li>



<li>Quando ele come&ccedil;ar a buscar, levando a m&atilde;o at&eacute; a boca ou procurando objetos ao redor para sugar;</li>



<li>Se ele fizer barulhos de estalo ou movimentos com a l&iacute;ngua;&nbsp;</li>



<li>Quando ele chorar &ndash; e esse &eacute; o &uacute;ltimo sinal que ele oferece para avisar que est&aacute; com fome.&nbsp;</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Como deve ser a pega correta?</h2>



<p>A pega est&aacute; correta quando o queixo do beb&ecirc; est&aacute; tocando a mama, o l&aacute;bio inferior dele est&aacute; para fora e ele abocanha a maior parte da ar&eacute;ola inferior. Se as bochechas do beb&ecirc; estiverem cheias, esse &eacute; outro sinal de uma pega correta.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading">Sinais de que a pega n&atilde;o est&aacute; correta</h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>O beb&ecirc; pega s&oacute; o mamilo</li>



<li>A bochecha faz covinhas e h&aacute; muito barulho de estalos&nbsp;</li>



<li>A parte superior da ar&eacute;ola &eacute; abocanhada</li>



<li>Dor durante a amamenta&ccedil;&atilde;o</li>
</ul>



<p><strong>Leia tamb&eacute;m</strong>: <a href="https://alice.com.br/blog/gestora-de-saude/jornada-gestante-alice/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Como funciona a jornada da gestante na healthtech Alice</a></p>



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