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	<title>Arquivo de empresas - Blog da Alice</title>
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	<description>Tenha acesso a conteúdos baseados em evidências científicas produzidos e revisados pelos profissionais que fazem parte do plano de saúde da Alice</description>
	<lastBuildDate>Wed, 25 Feb 2026 15:09:36 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Arquivo de empresas - Blog da Alice</title>
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		<title>Construindo um RH estratégico: por onde começar?</title>
		<link>https://alice.com.br/blog/webinar/construindo-um-rh-estrategico-por-onde-comecar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Time Alice]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Feb 2026 19:40:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Webinar]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[plano de saúde]]></category>
		<category><![CDATA[plano de saúde empresarial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como estruturar People do zero, criar bases sólidas e apoiar o crescimento do negócio sem copiar modelos prontos, segundo a Tako. </p>
<p>O post <a href="https://alice.com.br/blog/webinar/construindo-um-rh-estrategico-por-onde-comecar/">Construindo um RH estratégico: por onde começar?</a> apareceu primeiro em <a href="https://alice.com.br/blog">Blog da Alice</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Ser a primeira pessoa de People em uma empresa em estágio inicial é um desafio que mistura liberdade e responsabilidade. Não existem processos, rituais ou estruturas consolidadas, mas todas as decisões tomadas agora vão influenciar diretamente a cultura, a forma de crescer e a sustentabilidade do negócio no futuro.</p>
<p>No décimo terceiro episódio do <b>Webinar Open Arena</b>,<strong> <a href="https://www.linkedin.com/in/saritavollnhofer/" target="_blank" rel="nofollow noopener">Sarita Vollnhofer</a>, CHRO da Alice</strong>, conversa com <a href="https://www.linkedin.com/in/juliana-jordao-machado/" target="_blank" rel="nofollow noopener"><b>Juliana Jordão Machado</b></a>, <b>Head of People da Tako</b>, sobre como construir um RH estratégico desde o início. A conversa percorre desde o diagnóstico do momento da empresa até as prioridades certas para cada fase, passando por cultura, estrutura de time, processos essenciais e o papel do RH como parceiro real do negócio.</p>
<h2>Quem participou?</h2>
<p><b>Juliana Jordão Machado</b> <b>é Head of People da Tako</b>. Com uma trajetória não linear, Juliana construiu carreira no negócio, passando por consultoria, varejo, produto e operações, antes de migrar para People. Atuou na construção e escala do Quinto Andar e, mais recentemente, assumiu o desafio de estruturar People em uma startup early stage, conectando RH, produto e estratégia desde o primeiro dia.</p>
<h2>O que você vai aprender no episódio?</h2>
<h3><b>1) Começar por People é uma decisão estratégica dos founders</b></h3>
<p>A conversa começa com um ponto-chave: RH só consegue ser estratégico quando a liderança acredita nisso desde o início. Na Tako, os fundadores priorizaram cultura, princípios e pessoas muito cedo — ainda com um time pequeno. Isso cria espaço para que People não seja apenas “execução de processos”, mas parte da construção do negócio.</p>
<h3><b>2) O primeiro passo não é processo, é diagnóstico</b></h3>
<p>Antes de desenhar estruturas complexas, Juliana reforça a importância do “zoom out”: entender o momento da empresa, os objetivos de negócio, os desafios imediatos e as dores reais do time. O RH inicial precisa responder à pergunta certa: <i>o que é essencial agora para o negócio crescer?</i></p>
<h3><b>3) RH não nasce completo — ele evolui junto com a empresa</b></h3>
<p>Em vez de replicar modelos de empresas maiores, o episódio reforça que People precisa ser construído por fases. Recrutamento, performance, remuneração e cultura entram no radar conforme a maturidade da organização e sempre conectados ao que o negócio precisa naquele momento.</p>
<h3><b>4) Mão na massa faz parte do jogo </b></h3>
<p>A primeira pessoa de People escreve job descriptions, conduz entrevistas, estrutura processos e participa das decisões estratégicas com founders. Essa vivência é fundamental para entender o negócio de ponta a ponta antes de estruturar times e especializações.</p>
<h3><b>5) Construir time é sobre confiança, não só skill set</b></h3>
<p>Ao falar da formação do time de People, Juliana destaca a importância de escolher pessoas versáteis, curiosas e confortáveis com ambiguidade. Mais do que funções rígidas, o começo exige profissionais que consigam transitar entre execução e estratégia e que topem construir junto.</p>
<h3><b>6) Cultura se consolida no uso</b></h3>
<p>Valores e princípios só ganham força quando aparecem nos rituais do dia a dia: recrutamento, performance, all-hands e decisões difíceis. O episódio mostra como a Tako revisitou seus Operating Principles e passou a usá-los ativamente como ferramenta de gestão, não apenas como manifesto.</p>
<h3><b>7) RH não precisa (e não deve) caminhar sozinho</b></h3>
<p>Um aprendizado forte da trajetória de Juliana é o valor da comunidade. Trocar com outros RHs, buscar benchmarks e aprender com erros e acertos de quem já passou por desafios parecidos acelera decisões e evita reinventar a roda, especialmente em empresas em construção.</p>
<h3><b>8) Tecnologia muda o tamanho e o perfil dos times</b></h3>
<p>O episódio também aborda como ferramentas e IA permitem times de People mais enxutos e produtivos. O foco deixa de ser volume de pessoas e passa a ser o perfil: curiosidade, fluidez digital e capacidade de aprender rápido se tornam diferenciais centrais.</p>
<h2><b>Para levar com você</b></h2>
<p>Quando People nasce conectado ao negócio, à cultura e à realidade da empresa, ele deixa de ser suporte e passa a ser infraestrutura de crescimento. Começar simples, com intenção clara e escuta ativa, é o que cria bases sólidas para escalar depois.</p>
<p><b>Confira o episódio completo no vídeo em destaque nesta página.</b></p>
<p>O post <a href="https://alice.com.br/blog/webinar/construindo-um-rh-estrategico-por-onde-comecar/">Construindo um RH estratégico: por onde começar?</a> apareceu primeiro em <a href="https://alice.com.br/blog">Blog da Alice</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Por que não negociamos job offers na Alice?</title>
		<link>https://alice.com.br/blog/webinar/por-que-nao-negociamos-job-offers-na-alice/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Time Alice]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Feb 2026 19:37:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Webinar]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[plano de saúde]]></category>
		<category><![CDATA[plano de saúde empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[saúde dos funcionários]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://alice.com.br/blog/?p=20593</guid>

					<description><![CDATA[<p>Como transparência, leveling e intencionalidade ajudam a construir relações mais justas desde o primeiro contato na Alice.</p>
<p>O post <a href="https://alice.com.br/blog/webinar/por-que-nao-negociamos-job-offers-na-alice/">Por que não negociamos job offers na Alice?</a> apareceu primeiro em <a href="https://alice.com.br/blog">Blog da Alice</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Negociar salário é uma prática comum e quase automática no mercado. Mas, na Alice, escolhemos outro caminho: não negociar job offers, nem fazer contrapropostas. Pode parecer contraintuitivo à primeira vista, mas essa decisão nasceu de uma observação sobre justiça, confiança e geração de valor ao longo do tempo.</p>
<p>No 12º episódio do Webinar Open Arena, <b><a href="https://www.linkedin.com/in/saritavollnhofer/" target="_blank" rel="nofollow noopener">Sarita Vollnhofer</a>, CHRO da Alice,</b> e<b><a href="https://www.linkedin.com/in/francinearida/" target="_blank" rel="nofollow noopener">Francine Arida</a>, do time de People</b>, abriram os bastidores dessa estratégia: os princípios que sustentam a decisão, como funciona o processo na prática e como o Alice Development Stages (ADS) ajuda a transformar essa escolha em um sistema coerente, transparente e sustentável.</p>
<p><a href="https://alice.com.br/blog/conteudos-especiais/carta-proposta-emprego-estrategia-rh-checklist/" target="_blank" rel="noopener">&gt;&gt;&gt; <strong>Ebook gratuito:</strong> <strong>como transformar a proposta de emprego em uma ferramenta de cultura organizacional</strong></a></p>
<h2><b>Quem participou?</b></h2>
<p><b>Sarita Vollnhofer é CHRO da Alice</b> e lidera o time de People desde os primeiros anos da empresa, ajudando a construir uma cultura baseada em intencionalidade, coerência e impacto real.</p>
<p><b>Francine Arida faz parte do time de People da Alice</b> e compartilha tanto a visão de quem opera o processo quanto a experiência pessoal de ter recebido uma oferta sem negociação ao entrar na empresa.</p>
<p>Juntas, elas mostram como essa prática não é isolada, mas parte de um ecossistema maior de decisões conectadas à cultura e à estratégia de longo prazo.</p>
<h2><b>O que você vai aprender no episódio?</b></h2>
<h3><b>1) Não negociar é compromisso com a justiça</b></h3>
<p>A decisão de não negociar ofertas parte de um princípio simples e poderoso: toda pessoa que entra na Alice recebe a melhor e mais justa proposta possível, independentemente de quem ela é, de onde vem ou do quanto sabe negociar.</p>
<p>Isso protege dois tipos de justiça:</p>
<ul>
<li><b>Justiça interna</b>, evitando distorções salariais entre pessoas que exercem funções e níveis semelhantes.</li>
<li><b>Justiça externa</b>, reduzindo vieses que historicamente favorecem quem negocia melhor e penalizam, por exemplo, grupos minorizados.</li>
</ul>
<p>O objetivo não é nivelar por baixo, mas eliminar desigualdades artificiais criadas pela negociação.</p>
<h3><b>2) Confiança começa no primeiro contato</b></h3>
<p>A Alice entende que a relação de confiança com uma pessoa candidata começa antes da contratação. Se a empresa diz valorizar a transparência, esse valor precisa aparecer já na oferta, sem margem “escondida” para negociação ou jogos de expectativa.</p>
<p>Ao deixar claro que aquela é, de fato, a melhor proposta possível, a empresa cria um ponto de partida mais honesto: a pessoa avalia se aquela oportunidade faz sentido para sua vida e carreira, sem blefes ou disputas.</p>
<h3><b>3) Senioridade, entrega e remuneração precisam estar conectadas</b></h3>
<p>Na Alice, remuneração não é um acordo individual, mas consequência de senioridade e geração de valor.<br />
Essa lógica é sustentada pelo <b>Alice Development Stages (ADS)</b>, a metodologia proprietária de leveling da empresa.</p>
<p>O ADS define:</p>
<ul>
<li>Níveis claros de senioridade por área;</li>
<li>Expectativas de entrega em cada nível;</li>
<li>Faixas salariais associadas a esses estágios.</li>
</ul>
<p>A equação é direta: <b>senioridade → nível de entrega esperado → remuneração</b>.</p>
<p>Negociar salário fora desse sistema quebraria a coerência entre essas três dimensões.</p>
<h3><b>4) Leveling como ferramenta de equidade</b></h3>
<p>O ADS não serve apenas para desenvolvimento e carreira. Ele é uma ferramenta central para garantir equidade salarial.</p>
<p>Antes de definir uma oferta, o time de People cruza múltiplas referências:</p>
<ul>
<li>Nível esperado para a vaga;</li>
<li>Evidências coletadas ao longo do processo seletivo;</li>
<li>Comparações internas com pessoas que já ocupam níveis semelhantes.</li>
</ul>
<p>Isso evita situações comuns (e corrosivas) no mercado: alguém entrar ganhando mais do que pares que já entregam no mesmo patamar.</p>
<h3><b>5) Um processo seletivo que constrói alinhamento, sem surpresas</b></h3>
<p>Como a Alice não negocia ofertas, o processo seletivo é desenhado para reduzir incertezas.<br />
Ao longo das conversas, a pessoa candidata entende:</p>
<ul>
<li>Como funciona o leveling;</li>
<li>Quais são as expectativas de entrega;</li>
<li>Lógica de remuneração e benefícios;</li>
<li>O que a empresa valoriza culturalmente.</li>
</ul>
<p>O resultado é um dado que chama atenção: <b>mais de 90% das ofertas são aceitas</b>, muitas vezes no próprio momento da proposta.</p>
<p><b>6) Não negociar também vale para quem já está dentro</b></p>
<p>A coerência não termina na contratação. Na Alice, também não existem contrapropostas para reter alguém que recebeu uma oferta externa. A lógica é a mesma: corrigir salários apenas sob pressão externa gera distorções internas e quebra a relação de confiança construída.</p>
<p>Performance, desenvolvimento e evolução de remuneração acontecem dentro dos rituais e ciclos previstos e não em negociações pontuais.</p>
<h2><b>Para levar com você</b></h2>
<p>Mais do que fechar contratações, uma oferta de trabalho comunica quem a empresa é – com os seus valores, sua coerência e o tipo de relação que ela quer construir com os seus colaboradores.</p>
<p>Cada oferta é o primeiro capítulo de uma jornada de engajamento. Empresas que tratam a job offer como estratégia (e não como espaço para negociação e barganha) constroem vínculos mais sólidos, reduzem turnover e fortalecem sua cultura no longo prazo.</p>
<p><b>Confira o episódio completo no vídeo em destaque nesta página.</b></p>
<p>O post <a href="https://alice.com.br/blog/webinar/por-que-nao-negociamos-job-offers-na-alice/">Por que não negociamos job offers na Alice?</a> apareceu primeiro em <a href="https://alice.com.br/blog">Blog da Alice</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Saúde como estratégia: Cases da Alice e TotalPass</title>
		<link>https://alice.com.br/blog/webinar/saude-como-estrategia-cases-da-alice-e-totalpass/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Time Alice]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Feb 2026 19:28:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Webinar]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[plano de saúde empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[saúde dos funcionários]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como liderança, cultura e rituais de bem-estar influenciam engajamento, produtividade e performance de forma consistente.</p>
<p>O post <a href="https://alice.com.br/blog/webinar/saude-como-estrategia-cases-da-alice-e-totalpass/">Saúde como estratégia: Cases da Alice e TotalPass</a> apareceu primeiro em <a href="https://alice.com.br/blog">Blog da Alice</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Saúde e bem-estar ganharam um papel central na forma como as empresas pensam performance. Em um contexto de crescimento acelerado e pressão por resultados, sustentar energia, foco e presença ao longo do tempo passou a ser tão estratégico quanto executar bem no curto prazo.</p>
<p>No 10º episódio do <b>Webinar Open Arena</b>, <strong><a href="https://www.linkedin.com/in/saritavollnhofer/" target="_blank" rel="nofollow noopener">Sarita Vollnhofer</a>, CHRO da Alice</strong>, recebeu dois convidados para uma conversa especial sobre o impacto da liderança na saúde dos times e como isso se traduz em resultados concretos. O encontro reuniu reflexões práticas sobre hábitos, cultura e rituais, além de dois cases complementares: <b>Alice</b> e <b>TotalPass</b>, que mostram caminhos distintos para integrar saúde à estratégia do negócio.</p>
<h2>Quem participou?</h2>
<p><a href="https://www.linkedin.com/in/guilherme-gui-azevedo-14807730/" target="_blank" rel="nofollow noopener"><b>Guilherme Azevedo</b></a> é cofundador da <strong>Alice</strong> e empreendedor com longa atuação em saúde. No episódio, compartilha como a empresa incorpora o cuidado como parte do seu modelo de gestão, conectando liderança, métricas e cultura no dia a dia.</p>
<p><a href="https://www.linkedin.com/in/felipecalbucci/" target="_blank" rel="nofollow noopener"><b>Felipe Calbucci</b></a> é CEO da TotalPass para a América Latina, com trajetória próxima do universo de RH e negócios B2B. Na conversa, traz aprendizados sobre o papel da comunidade na construção de bem-estar dentro das organizações.</p>
<h2>O que você vai aprender no episódio?</h2>
<h3><b>1) Saúde como alavanca de performance sustentada</b></h3>
<p>A conversa parte da ideia de que pessoas mais saudáveis tendem a ter maior presença, clareza e capacidade de manter o ritmo ao longo do tempo. Isso se traduz em engajamento mais estável, menos desgaste e maior previsibilidade de performance, especialmente em ambientes que exigem alta entrega contínua.</p>
<h3><b>2) O papel da liderança na criação de contexto</b></h3>
<p>O episódio destaca como comportamentos de liderança moldam expectativas culturais. Quando líderes organizam a agenda, falam abertamente sobre autocuidado e demonstram disciplina com hábitos possíveis, esses sinais se espalham pelo time e ajudam a legitimar escolhas mais saudáveis no cotidiano de trabalho.</p>
<h3><b>3) Consistência como fator-chave de bem-estar</b></h3>
<p>Em vez de rotinas ideais, a conversa reforça a importância de práticas sustentáveis. Pequenos rituais, como pausas conscientes, atividade física regular, atenção ao sono e espaços de escuta, contribuem para que as pessoas consigam se reequilibrar ao longo da semana e manter energia ao longo do tempo.</p>
<h3><b>4) Dados como ponte entre saúde e resultados</b></h3>
<p>O episódio traz evidências de que a percepção de cuidado influencia diretamente indicadores como engajamento, motivação, orgulho e produtividade. Quando o tema é tratado com seriedade e acompanhado por métricas, a saúde deixa de ser subjetiva e passa a orientar decisões de gestão.</p>
<h3><b>5) Case Alice: saúde integrada à cultura e à gestão</b></h3>
<p>No case da <b>Alice</b>, saúde aparece como parte explícita da cultura organizacional. O uso de indicadores internos permite acompanhar diferentes dimensões do bem-estar do time e transformar desvios em prioridade de gestão. A partir dessas leituras, ações coletivas e rituais são desenhados para fortalecer hábitos saudáveis e ampliar senso de pertencimento.</p>
<h3><b>6) Case TotalPass: saúde como experiência e comunidade</b></h3>
<p>No case da <b>TotalPass</b>, o episódio mostra como o cuidado ganha escala quando se conecta à experiência do dia a dia. Rituais de integração, práticas coletivas e incentivo ao uso ativo da plataforma ajudam a transformar saúde em hábito compartilhado, fortalecendo vínculos e adesão de forma orgânica.</p>
<h3><b>7) RH como articulador da estratégia de saúde</b></h3>
<p>A conversa reforça o papel do RH na leitura do contexto, na geração de dados relevantes e no empoderamento das lideranças. Ao estruturar rituais, métricas e acordos claros, o RH contribui para ambientes mais seguros, relações mais saudáveis e times mais preparados para sustentar alta performance.</p>
<h2><b>Para levar com você</b></h2>
<p>Quando saúde é tratada com intencionalidade, ela se traduz em cultura, rituais e decisões cotidianas. Lideranças que dão exemplo, métricas que orientam prioridades e práticas que cabem na rotina criam ambientes onde as pessoas conseguem performar com mais energia, clareza e continuidade. E isso se reflete diretamente nos resultados do negócio.</p>
<p><b>Confira o episódio completo no vídeo em destaque nesta página.</b></p>
<p>O post <a href="https://alice.com.br/blog/webinar/saude-como-estrategia-cases-da-alice-e-totalpass/">Saúde como estratégia: Cases da Alice e TotalPass</a> apareceu primeiro em <a href="https://alice.com.br/blog">Blog da Alice</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Como a cultura de aprendizagem pode ajudar a alavancar o negócio</title>
		<link>https://alice.com.br/blog/webinar/como-a-cultura-de-aprendizagem-pode-ajudar-a-alavancar-o-negocio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Time Alice]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Feb 2026 19:26:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Webinar]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[liderança]]></category>
		<category><![CDATA[plano de saúde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://alice.com.br/blog/?p=20584</guid>

					<description><![CDATA[<p>Como dados, inteligência coletiva e aprendizado contínuo viram vantagem competitiva: os ensinamentos do TikTok Way of Learning.</p>
<p>O post <a href="https://alice.com.br/blog/webinar/como-a-cultura-de-aprendizagem-pode-ajudar-a-alavancar-o-negocio/">Como a cultura de aprendizagem pode ajudar a alavancar o negócio</a> apareceu primeiro em <a href="https://alice.com.br/blog">Blog da Alice</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em empresas que crescem em alta velocidade, aprender não pode ser uma iniciativa paralela. Quando a aprendizagem não nasce das dores reais do negócio, ela vira consumo de conteúdo e não alavanca de performance.</p>
<p>Foi a partir dessa provocação que, no nono episódio do Webinar Open Arena, <strong><a href="https://www.linkedin.com/in/saritavollnhofer/" target="_blank" rel="nofollow noopener">Sarita Vollnhofer</a>, CHRO da Alice</strong>, recebeu<b> <a href="https://www.linkedin.com/in/natonicabrandao/" target="_blank" rel="nofollow noopener">Nathália Brandão</a>, Head de People Development do TikTok na América Latina</b>, para uma conversa sobre como colocar a aprendizagem no centro da estratégia e usá-la como motor de crescimento organizacional.</p>
<p>Ao longo do episódio, Nath compartilha os bastidores do <b>TikTok Way of Learning</b>, uma metodologia autoral construída para uma realidade de alta velocidade: times crescendo rápido, produtos mudando o tempo todo e demandas de negócio que não esperam “o próximo ciclo”.</p>
<h3>Quem participou?</h3>
<p><b>Nathália Brandão é Head de People Development do TikTok na América Latina</b> e lidera iniciativas de desenvolvimento do negócio através da aprendizagem. Com trajetória não linear (Direito, diplomacia, projetos, risco, marketing, inovação, produto e vendas), ela compartilha como construiu uma tese que coloca o learning no centro da estratégia e não como “um produto do RH”.</p>
<h2>O que você vai aprender no episódio?</h2>
<h3><b>1) Aprendizagem começa na dor real, não na solução pronta</b></h3>
<p>Antes de falar de metodologia, Nath deixa um princípio claro: <b>apaixone-se pelo problema</b>. Para ela, learning só gera tração quando respeita o tempo das pessoas (o “Corporate Love Language”) e devolve retorno: <b>ROI do investimento e retorno do tempo investido</b>. Isso muda a ordem das coisas: em vez de comprar um programa pronto e tentar encaixar, o time parte de diagnóstico, contexto e necessidade do negócio.</p>
<h3><b>2) Learning como Core Business: quando a estrutura “mostra” a estratégia</b></h3>
<p>Um ponto que chama atenção no TikTok é a forma como a aprendizagem é posicionada: <b>learning reporta para o negócio</b> (e caminha lado a lado com People). Isso influencia diretamente:</p>
<ul>
<li><b>Métricas</b> (não apenas “métricas padrão de L&amp;D”, mas impacto no negócio)</li>
<li><b>Prioridades</b> (o que entra na agenda vem da mesa executiva e dos desafios estratégicos)</li>
<li><b>Conteúdo</b> (menos “catálogo”, mais solução desenhada para o que está acontecendo agora)</li>
</ul>
<p>A lógica é: se o negócio muda rápido, <b>a aprendizagem precisa mudar mais rápido ainda</b>.</p>
<h3><b>3) For You Learning: personalização com mentalidade de algoritmo</b></h3>
<p>O segundo pilar do TikTok Way of Learning é inspirado na For You Page: <b>entregar o que faz sentido para aquele público, naquele momento</b>. Em vez de “one size fits all”, a ideia é ser intencional sobre:</p>
<ul>
<li><b>O que</b> precisa ser aprendido (prioridades reais)</li>
<li><b>Como</b> entregar (imersão? vídeo curto? prática? comunicação?)</li>
<li><b>Como melhorar continuamente</b> (feedback loop: aprender com o feedback e refinar a próxima experiência)</li>
</ul>
<p>O resultado esperado é menos mobilização em massa e mais <b>gestão de conhecimento com foco e precisão</b>.</p>
<h3><b>4) Conhecimento coletivo como escala</b></h3>
<p>O terceiro pilar parte de uma crença forte: <b>não existe um “detentor do conhecimento”</b>. No TikTok, todo mundo pode ensinar e aprender, independentemente de nível hierárquico. A prática que materializa isso são os <b>TikTok Champions</b>: pessoas mapeadas como referências em temas específicos, responsáveis por <b>escalar conhecimento</b> e ativar inteligência coletiva.</p>
<p>Aqui, aprendizagem deixa de ser “aula” e vira comunidade: menos transmissão, mais <b>troca, prática e peer learning</b>.</p>
<h3><b>5) Case real: TikTok Way of Selling e o salto de engajamento</b></h3>
<p>Para tangibilizar a metodologia, Nath compartilha o primeiro grande teste do modelo: o <b>TikTok Way of Selling</b>, um programa criado a partir de dados (pesquisa de satisfação do cliente) e de entrevistas internas com vendas e áreas parceiras. O objetivo era ajudar o time a subir de patamar: <b>de vendedor para consultor de negócio</b>.</p>
<p>O design do programa seguiu três camadas:</p>
<ul>
<li><b>Sócio-emocional</b>: vendas como “emoção pura” (neurociência e autorregulação)</li>
<li><b>Cognitiva</b>: técnicas de venda, negociação, problem solving e conversa com stakeholders</li>
<li><b>Psicomotora</b>: prática ativa em problemas reais, com coaching no momento</li>
</ul>
<p>Um detalhe que surpreende: apesar de ser uma empresa de tecnologia, o programa foi <b>100% offline</b> com presença, prática e troca intensa. E o resultado de engajamento foi marcante: o time saiu de <b>22% para 100% de participação</b>.</p>
<p>Mais do que aprender “hard e soft skills”, o programa virou um catalisador cultural: ambiente seguro, aprendizado entre pares e autorregulação. É aí que o pilar <b>Culture via Learning</b> aparece na prática.</p>
<h2><b>Para levar com você</b></h2>
<p>O TikTok Way of Learning mostra que aprender não é uma etapa do processo: é o próprio processo. Quando a aprendizagem parte das dores reais do negócio, respeita o tempo das pessoas e ativa a inteligência coletiva, ela deixa de ser suporte e passa a ser estratégia.</p>
<p>O resultado não é só mais conhecimento, mas decisões melhores, times mais preparados e uma cultura que aprende na mesma velocidade em que executa.</p>
<p><b>Confira o episódio completo no vídeo em destaque nesta página.</b></p>
<p>O post <a href="https://alice.com.br/blog/webinar/como-a-cultura-de-aprendizagem-pode-ajudar-a-alavancar-o-negocio/">Como a cultura de aprendizagem pode ajudar a alavancar o negócio</a> apareceu primeiro em <a href="https://alice.com.br/blog">Blog da Alice</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Bots, dados e cultura: o novo modelo de RH orientado por IA</title>
		<link>https://alice.com.br/blog/webinar/rh-orientado-por-ia-novo-modelo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Time Alice]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Feb 2026 19:18:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Webinar]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[plano de saúde]]></category>
		<category><![CDATA[saúde dos funcionários]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://alice.com.br/blog/?p=20576</guid>

					<description><![CDATA[<p>Dos bots internos ao uso de IA no recrutamento, o iFood compartilha os bastidores de um RH que escala com tech sem abrir mão do cuidado.</p>
<p>O post <a href="https://alice.com.br/blog/webinar/rh-orientado-por-ia-novo-modelo/">Bots, dados e cultura: o novo modelo de RH orientado por IA</a> apareceu primeiro em <a href="https://alice.com.br/blog">Blog da Alice</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Inteligência Artificial deixou de ser um assunto “depois a gente vê” e virou parte do agora, inclusive no RH. No sétimo episódio do <b>Webinar Open Arena</b>, <strong><a href="https://www.linkedin.com/in/saritavollnhofer/" target="_blank" rel="nofollow noopener">Sarita Vollnhofer</a>, CHRO da Alice,</strong> recebeu <a href="https://www.linkedin.com/in/raphaelbozza/" target="_blank" rel="nofollow noopener"><b>Raphael Bozza</b></a>, <strong>CHRO do</strong> <b>iFood</b>, para uma conversa aberta sobre o que está funcionando de verdade: como criar uma cultura que experimenta, erra rápido, aprende e transforma o dia a dia do time de People com tecnologia.</p>
<p>Ao longo do episódio, Bosa mostrou que o ponto de partida não é “vamos usar IA porque todo mundo está falando”, mas sim: <b>qual problema real estamos resolvendo?</b> É daí que nascem produtos internos com adoção alta, impacto operacional e espaço para o RH ser mais estratégico, especialmente em empresas que crescem em complexidade.</p>
<h2>Quem participou?</h2>
<p><b>Raphael Bozza</b> é CHRO do <b>iFood</b>, lidera um time de People com cerca de <b>200 pessoas</b> e apoia uma organização com <b>6.500 colaboradores (foodlovers)</b>. No webinar, ele compartilhou como o iFood vem estruturando produtos internos, rituais e mentalidade de inovação para escalar o RH sem virar refém de processos manuais.</p>
<p>O que você vai aprender no episódio?</p>
<h3><b>1) IA não é modismo: é resposta à complexidade do negócio</b></h3>
<p>Um dos pontos centrais da conversa é que a tecnologia não entra “por hype”. Ela entra porque o negócio muda: o iFood deixou de ser “só delivery” e virou um ecossistema com múltiplas frentes, produtos e operações. Nesse cenário, <b>sem tecnologia dentro do RH, o time não escala e perde lugar na mesa de decisão</b>. Quando a empresa acelera, o RH precisa acelerar também e IA pode ser o motor desse salto.</p>
<h3><b>2) Cultura de inovação é pré-requisito para adoção</b></h3>
<p>Bosa conecta IA a um fundamento cultural: <b>aprender rápido, testar e não punir quem experimenta</b>. Sem esse ambiente, a pessoa evita usar IA, tem medo de errar, ou até sente receio de admitir que automatizou parte do trabalho.</p>
<p>A mensagem que atravessa o episódio é: para a IA virar rotina, a liderança precisa reforçar que usar tecnologia <b>é incentivo e não risco</b>.</p>
<h3><b>3) Alie: o bot que virou “membro do time”</b></h3>
<p>O primeiro grande case do iFood é a <b>Alli</b>, um bot interno que começou respondendo dúvidas e foi ganhando novas camadas até virar um hub operacional do RH. Hoje, ela:</p>
<ul>
<li>atende <b>mais de 30 mil chamados por mês</b><b><br />
</b></li>
<li>resolve <b>82%</b> das solicitações já na primeira resposta</li>
<li>é acessada por cerca de <b>80%</b> dos foodlovers ao menos uma vez por mês</li>
<li>suporta fluxos como <b>férias, atestados e rotinas</b> que antes consumiam muito tempo de BPs e operações</li>
</ul>
<p>O aprendizado importante aqui é menos “ter um bot” e mais <b>ter um produto confiável</b>: base de dados bem feita, atualização constante e governança. Bosa lembrou que quando a ferramenta perde credibilidade, a adoção cai. E recuperar confiança é difícil.</p>
<h3><b>4) IA aplicada ao recrutamento</b></h3>
<p>O segundo case é a <b>Aira (AI Recruiter &amp; Assist)</b>, uma solução recente que nasceu de uma dor simples e grande: <b>baixa visibilidade e fricção no fluxo de contratação</b> (sistemas desconectados, aprovações espalhadas, falta de status em tempo real).</p>
<p>A Aira foi construída onde a vida acontece: <b>no Slack</b>. E aí mora um segredo de adoção: não obrigar a liderança a “ir para mais uma ferramenta”, mas trazer o processo para o canal que já está aberto o dia inteiro.</p>
<p>Entre as aplicações citadas:</p>
<ul>
<li>geração de <b>job description</b> com poucos inputs</li>
<li>consolidação de dados do funil para dar visibilidade</li>
<li>automação de passos como aprovações e interações com o processo</li>
</ul>
<p>E um detalhe que diz muito sobre cultura: com a Aira, o CEO e o CHRO recebem semanalmente, via Slack, uma lista de novas contratações, com informações para mandar uma mensagem personalizada de boas-vindas, combinando eficiência com cuidado.</p>
<h3><b>5) “Jet skis”: testar pequeno para escalar o que funciona</b></h3>
<p>Bosa compartilha um modelo mental do iFood, que é: em vez de apostar todas as fichas em um “projetão”, a empresa roda dezenas de experimentos pequenos (“jet skis”). A lógica é:</p>
<ul>
<li>criar um funil de ideias</li>
<li>testar rápido</li>
<li>medir resultado</li>
<li>escalar só o que realmente gera impacto</li>
</ul>
<p>No RH, isso se traduz em inovação com ritmo, sem paralisar por perfeccionismo e sem virar “tecnologia por tecnologia”.</p>
<h3><b>6) IA não substitui o RH </b></h3>
<p>Um ponto que aparece o tempo todo no episódio é a ideia de <b>ganhar tempo</b>: tirar tarefas repetitivas e burocráticas do caminho para o RH fazer melhor o que sempre foi diferencial: leitura de contexto, decisões com nuance, cultura, performance, desenvolvimento e o fator humano. A IA não precisa “tirar o humano” do RH. Ela pode <b>proteger o humano</b>, ao reduzir atrito operacional e abrir espaço para conexões de verdade.</p>
<h2><b>Para levar com você</b></h2>
<p>O case do iFood mostra que a pergunta certa não é “qual ferramenta de IA eu devo comprar?”, mas:</p>
<ul>
<li>Qual dor real quero resolver?</li>
<li>Onde as pessoas já trabalham (Slack, WhatsApp, etc.)?</li>
<li>Meus dados e processos estão confiáveis?</li>
<li>Tenho cultura e rituais para sustentar adoção?</li>
</ul>
<p>Quando a IA entra com intencionalidade e com mentalidade de produto, ela vira alavanca de escala, de experiência e de posicionamento estratégico do RH.</p>
<p><b>Confira o episódio completo no vídeo em destaque nesta página.</b></p>
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		<item>
		<title>Saúde mental no ambiente de trabalho: o que diz a nova lei?</title>
		<link>https://alice.com.br/blog/webinar/saude-mental-no-ambiente-de-trabalho-o-que-diz-a-nova-lei/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Time Alice]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Feb 2026 19:09:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Webinar]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[plano de saúde empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[saúde dos funcionários]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://alice.com.br/blog/?p=20569</guid>

					<description><![CDATA[<p>O que muda com a NR-1 e o Certificado Empresa Promotora da Saúde Mental e como transformar exigência em estratégia.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Saúde mental deixou de ser um tema “de campanha” e passou a ocupar um lugar mais concreto na agenda das empresas. Em meio ao aumento dos afastamentos e ao debate público sobre bem-estar no trabalho, o Brasil avançou com novas diretrizes que reforçam um ponto essencial: <b>o ambiente profissional também influencia (e muito) a saúde mental das pessoas</b> — e as organizações têm responsabilidade nessa construção.</p>
<p>No quinto episódio do <b>Webinar Open Arena</b>, a Alice recebeu <a href="https://www.linkedin.com/in/tatianapimenta/" target="_blank" rel="nofollow noopener"><b>Tatiana Pimenta</b></a>, <strong>CEO e fundadora da</strong> <b>Vittude</b>, para uma conversa prática sobre o que muda com a atualização da <b>NR-1</b> e sobre a criação do <b>Certificado Empresa Promotora da Saúde Mental</b>.</p>
<p>Conduzido por <a href="https://www.linkedin.com/in/saritavollnhofer/" target="_blank" rel="nofollow noopener"><b>Sarita Vollnhofer</b></a>, <strong>CHRO da Alice</strong>, o encontro trouxe um panorama técnico, mas com foco no que interessa para o dia a dia do RH: <b>o que a empresa precisa fazer, por onde começar e o que priorizar para gerar impacto real.</b></p>
<h2>Quem participou?</h2>
<p><b></b><b>Tatiana Pimenta</b> é CEO e fundadora da <b>Vittude</b>, especializada no desenvolvimento de programas de saúde mental para companhias. No episódio, Tatiana também compartilha aprendizados de quem acompanha de perto o debate regulatório e a construção de critérios mais objetivos para incentivar boas práticas nas organizações.</p>
<h2>O que você vai aprender no episódio?</h2>

<h3><b>1) NR-1: saúde mental entra definitivamente na pauta de risco ocupacional</b></h3>
<p>A NR-1 faz parte do conjunto de normas que estruturam saúde e segurança no trabalho. E a grande virada dos últimos anos é que, além de riscos físicos, químicos e ergonômicos, ela passa a <b>tratar também de riscos psicossociais</b>, como estresse laboral, assédio, sobrecarga e jornadas excessivas.</p>
<p>O que muda na prática? O que antes era opcional ou difuso vira um dever mais explícito: <b>mapear, mensurar e mitigar riscos psicossociais</b> dentro do Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR).</p>
<h3><b>2) Prazo e responsabilidade: o tema sobe para a alta liderança</b></h3>
<p>A atualização da NR-1 entra em vigor <b>270 dias após a publicação</b>. Ou seja, as empresas precisam se preparar com antecedência para não correrem atrás no último momento. E essa obrigação não fica restrita ao RH. Em casos de não conformidade, podem existir desdobramentos que envolvem fiscalização e responsabilização mais ampla, inclusive com impacto para instâncias de liderança e governança.</p>
<h3><b>3) Não é “autodeclaração”: medir exige instrumentos e método</b></h3>
<p>Um dos alertas importantes deste episódio é que o mapeamento não deve ser feito de forma intuitiva. A lógica da norma exige <b>mensuração estruturada</b>, com instrumentos validados para avaliar riscos como estresse ocupacional, ergonomia cognitiva, relação demanda–recompensa e outros fatores ligados à organização do trabalho. <b>Sem diagnóstico, não existe gestão</b>. E quando a empresa mede, ela enxerga riscos que antes estavam invisíveis.</p>
<h3><b>4) O Certificado Empresa Promotora da Saúde Mental: oportunidade (com responsabilidade)</b></h3>
<p>Além da NR-1, o episódio aborda a lei que institui o <b>Certificado Empresa Promotora da Saúde Mental</b>, criado para estimular boas práticas em segurança psicológica, saúde mental e bem-estar.</p>
<p>Mas existe um ponto central: o certificado depende de critérios que ainda passam por regulamentação. A conversa ajuda a organizar o tema em <b>três grandes pilares</b> que devem orientar os requisitos:</p>
<ul>
<li><b>Promoção de saúde mental:</b> letramento, capacitação, acesso ao cuidado e práticas consistentes (não pontuais).</li>
<li><b>Bem-estar e equilíbrio vida–trabalho:</b> condições reais para uma rotina sustentável com atenção especial à jornada e à sobrecarga.</li>
<li><b>Transparência e prestação de contas:</b> evidências, investimento e consistência, evitando iniciativas superficiais.</li>
</ul>
<h3><b>5) O risco do “mental health washing” e por que consistência vai importar</b></h3>
<p>A conversa também abordou a preocupação com o “selo sem substância”. Isso porque existe um risco real de empresas buscarem reconhecimento sem investir de fato em programas estruturados, reduzindo saúde mental a palestras pontuais ou iniciativas concentradas em datas como Setembro Amarelo.</p>
<p><b>Programa de saúde mental não é ação isolada</b>. É estratégia contínua: com investimento recorrente, integração com cultura, preparo de lideranças e cuidado com a organização do trabalho.</p>
<h3><b>6) O papel do RH: transformar obrigação em estratégia de negócio</b></h3>
<p>O episódio conecta a pauta regulatória a um raciocínio essencial para o RH estratégico: saúde mental não é só “cuidado”, mas também <b>produtividade, engajamento e sustentabilidade de performance</b>.</p>
<p>Em outras palavras: cumprir a norma é o mínimo. O diferencial está em usar esse movimento para estruturar uma atuação mais madura, com diagnóstico, prioridades claras e ações integradas ao dia a dia da empresa.</p>
<h2><b>Para levar com você</b></h2>
<p>A nova legislação acelera uma transição importante: saúde mental no trabalho deixa de ser apenas um tema de conscientização e passa a exigir <b>governança, mensuração e plano de mitigação</b>. Para o RH, isso é desafio, mas também oportunidade.</p>
<p>Empresas que tratam saúde mental como estratégia (e não como campanha) saem na frente: reduzem riscos, fortalecem segurança psicológica, sustentam performance e constroem ambientes onde as pessoas conseguem trabalhar melhor, por mais tempo e com mais saúde.</p>
<p><b>Confira o episódio completo no vídeo em destaque nesta página.</b></p>
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		<item>
		<title>People Analytics além do turnover como medir o bem-estar do time?</title>
		<link>https://alice.com.br/blog/webinar/people-analytics-alem-do-turnover-como-medir-o-bem-estar-do-time/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Time Alice]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Feb 2026 12:18:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Webinar]]></category>
		<category><![CDATA[bem-estar]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[plano de saúde]]></category>
		<category><![CDATA[plano de saúde empresarial]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://alice.com.br/blog/?p=20295</guid>

					<description><![CDATA[<p>Como usar dados para medir bem-estar, performance e segurança psicológica e apoiar decisões reais do negócio, sem reduzir a indicadores superficiais.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O papel dos dados na construção de times mais saudáveis, produtivos e sustentáveis foi o tema do terceiro episódio do <b>Webinar Open Arena</b>. A convidada foi <b><a href="https://www.linkedin.com/in/karen-sandhof/" target="_blank" rel="nofollow noopener">Karen Sandhof</a>, VP de People da Creditas,</b> referência no uso de tecnologia, dados e modelos analíticos aplicados à gestão de pessoas.</p>
<p>Conduzido por <a href="https://www.linkedin.com/in/saritavollnhofer/" target="_blank" rel="nofollow noopener"><b>Sarita Vollnhofer</b></a>, <strong>CHRO da Alice</strong>, o encontro partiu de uma provocação central: <b>por que o RH do presente — e não apenas do futuro — precisa ser orientado por dados?</b> A conversa trouxe exemplos práticos, caminhos possíveis para quem está começando e reflexões maduras sobre como medir bem-estar sem reduzi-lo a indicadores superficiais.</p>
<p>Ao longo do webinar, Sarita e Karen falaram sobre como People Analytics está conectada à estratégia do negócio, mostrando como dados de RH ajudam a construir <b>times de alta performance</b>, orientar lideranças e transformar bem-estar em uma alavanca real de resultados, e não apenas em discurso.</p>
<h2>Quem participou?</h2>
<p><b>Karen Sandhof, é VP de People da Creditas</b> e lidera uma agenda que integra pessoas, performance, tecnologia e dados. Especialista em condução da transformação digital, expansão de organizações e integração de soluções tecnológicas inovadoras com estratégias de pessoal para alcançar alto desempenho.</p>
<h2>O que você vai aprender no episódio?</h2>
<h3><b>1) People Analytics é agenda do presente, não do futuro</b></h3>
<p>Dados de pessoas são essenciais porque conectam o RH às prioridades do negócio: produtividade, eficiência e times de alta performance. People Analytics não serve apenas para decisões internas de RH, mas para apoiar lideranças na tomada de decisões estratégicas.</p>
<h3><b>2) Performance vai muito além da avaliação de desempenho</b></h3>
<p>Avaliação é apenas uma das dimensões. Performance envolve metas, clima, engajamento, liderança, segurança psicológica e bem-estar. Para enxergar esse todo, é preciso estruturar dados e olhar para múltiplas perspectivas e não para um único indicador isolado.</p>
<h3><b>3) Tudo começa pelo básico: ter dados confiáveis</b></h3>
<p>Antes de análises sofisticadas, o primeiro desafio é <b>ter dados,</b> ainda que em planilhas. Depois, garantir qualidade, atualização constante e confiabilidade. Sem isso, qualquer leitura se torna frágil e difícil de sustentar.</p>
<h3><b>4) Dados isolados não geram inteligência</b></h3>
<p>Um dos pontos centrais do episódio é a importância de <b>integrar dados</b>. Informações de clima, performance, metas, horas extras, movimentações e liderança precisam conversar entre si. É nessa correlação que surgem insights relevantes para o negócio.</p>
<h3><b>5) Cruzar dados muda o tipo de conversa com a liderança</b></h3>
<p>Karen compartilhou exemplos práticos de como a análise integrada ajuda a desafiar percepções comuns, como associar horas extras a alta performance. Ao cruzar dados de clima, liderança e resultados, é possível mostrar o que realmente impulsiona (ou limita) o desempenho dos times.</p>
<h3><b>6) Bem-estar também é dado e pode ser medido</b></h3>
<p>O episódio trouxe uma abordagem relevante sobre bem-estar e a importância de ele ser analisado. Segurança psicológica, saúde física e hábitos podem (e devem) ser medidos com metodologia, permitindo ações direcionadas e acompanhamento ao longo do tempo.</p>
<h3><b>7) Indicadores de diversidade revelam riscos invisíveis</b></h3>
<p>Além de olhar para contratações, Karen reforça a importância de analisar <b>progressão de carreira e evolução salarial</b> por recortes de diversidade. Esses dados têm impacto direto na segurança psicológica e na capacidade de formar times realmente diversos e de alta performance.</p>
<h3><b>8) Dados só geram valor quando empoderam lideranças</b></h3>
<p>Não basta produzir dashboards. É preciso que líderes entendam, se apropriem e ajam a partir dos dados. O papel do RH é traduzir números em provocações acionáveis, conectando indicadores à gestão real dos times.</p>
<h3><b>9) People Analytics é construção contínua</b></h3>
<p>Criar uma agenda orientada a dados exige mentalidade, rotina e aprendizado constante. Mais do que ferramentas, é sobre criar cadência, desenvolver competências analíticas no time de People e manter o diálogo vivo com as lideranças.</p>
<h2><b>Para levar com você</b></h2>
<p>People Analytics não é sobre medir mais: é sobre <b>medir melhor</b>. Quando dados de pessoas são bem estruturados, integrados e conectados à estratégia, o RH deixa de operar no campo da intuição e passa a atuar como parceiro real do negócio.</p>
<p>Medir bem-estar, segurança psicológica e performance de forma integrada permite construir times mais saudáveis, sustentáveis e de alta performance hoje, não apenas no futuro.</p>
<p><b>Confira o episódio completo no vídeo em destaque nesta página.</b></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Benefícios: estratégia, implementação e medição de impacto</title>
		<link>https://alice.com.br/blog/webinar/beneficios-estrategia-implementacao-e-medicao-de-impacto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Time Alice]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Feb 2026 12:10:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Webinar]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[plano de saúde]]></category>
		<category><![CDATA[plano de saúde empresarial]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://alice.com.br/blog/?p=20290</guid>

					<description><![CDATA[<p>Como construir - e revisar - um pacote de benefícios que esteja alinhado à cultura e baseado em dados e governança, sem cair no “copia e cola”.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No <b>segundo episódio do Webinar Open Arena</b>, a conversa foi com <b><a href="https://www.linkedin.com/in/liliankazama/" target="_blank" rel="nofollow noopener">Lilian Kazama</a>, People Director, Remuneração total e Operações de RH no iFood</b>, sobre como construir (e revisar) um pacote de benefícios que realmente funcione: alinhado ao momento do negócio, às necessidades das pessoas e com métricas que sustentem decisões ao longo do tempo.</p>
<p>Conduzido por <b><a href="https://www.linkedin.com/in/saritavollnhofer/" target="_blank" rel="nofollow noopener">Sarita Vollnhofer</a>, CHRO da Alice</b>, o encontro passou por temas que todo RH vive na prática: por onde começar a construção desse pacote, como justificar escolhas, como aumentar utilização, como medir impacto e como lidar com mudanças — inclusive quando é preciso reduzir ou descontinuar algo.</p>
<p>Durante o webinar, as participantes conectaram o tema à realidade de empresas em crescimento e às escolhas difíceis que surgem quando orçamento, maturidade e expectativas mudam. Também compartilharam aprendizados de implementação e evolução de benefícios em diferentes fases do negócio.</p>
<h2>Quem participou?</h2>
<p><b>Lilian Kazama</b> lidera a área de Operações de RH, Remuneração e Benefícios no iFood. Ao longo da carreira, dedica-se à criação de soluções estratégicas de gestão de pessoas que fortalecem culturas, impulsionam o crescimento e posicionam as empresas para o futuro.</p>
<h2>O que você vai aprender no episódio?</h2>
<h3><b>1) Benefícios não são uma lista. São uma estratégia</b></h3>
<p>Benefícios fazem parte de um pacote maior de remuneração e valorização do colaborador. Antes de decidir o que oferecer, é preciso entender missão, valores e estratégia do negócio, e como isso se traduz em remuneração fixa, variável, benefícios e componentes não monetários (como desenvolvimento, flexibilidade e cultura). Benefício bom é benefício coerente com a empresa e com as pessoas.</p>
<h3><b>2) Evite o “copia e cola”: o que funciona em outra empresa pode não funcionar na sua</b></h3>
<p>Um erro comum é olhar para uma empresa admirada, copiar a lista de benefícios e implementar. Segundo Lilian, isso tende a falhar porque ignora contexto: setor, objetivos do negócio, orçamento, perfil de time e necessidades reais.</p>
<h3><b>3) Personas importam e benefícios flexíveis ganham força</b></h3>
<p>Nem todo mundo valoriza as mesmas coisas e isso fica ainda mais evidente conforme a empresa amadurece. As necessidades mudam com o tempo, e a estratégia precisa acompanhar.  Por isso, modelos como benefícios flexíveis aparecem como forma de dar poder de escolha, adaptando o pacote aos diferentes momentos de vida e perfis dentro da companhia.</p>
<h3><b>4) “Brilliant Basics”: faça o básico muito bem feito antes de adicionar mais coisas</b></h3>
<p>Em vez de criar uma lista interminável, foque no essencial com excelência. Plano de saúde, VR/VA e itens altamente valorizados precisam funcionar muito bem e só depois faz sentido adicionar camadas extras. Além de gerar mais valor, isso evita custo e complexidade operacional desnecessários.</p>
<h3><b>5) Medir é parte do desenho (não uma etapa posterior)</b></h3>
<p>O RH precisa ser cada vez mais data-driven, mas isso só acontece se a medição for pensada desde o início. Sem baseline (o “antes”), sem dados organizados e sem clareza do que se quer acompanhar, medir impacto vira um improviso e as decisões ficam frágeis.</p>
<h3><b>6) Baixa utilização: é falta de interesse ou falta de conhecimento?</b></h3>
<p>Quando um benefício tem adesão baixa, a pergunta não é só “por que não usam?”, mas o que essa utilização está dizendo. Pode ser que o benefício não faça sentido para a maioria ou, ainda, que as pessoas nem saibam que existe ou não entendam como usar. O episódio aborda a importância de comunicação, transparência e leitura crítica de dados de uso.</p>
<h3><b>7) Pesquisas sem gerar expectativa: pergunte melhor</b></h3>
<p>Perguntar “você está satisfeito?” pode gerar respostas enviesadas (muitas pessoas respondem “não” para tentar melhorar o pacote). Uma alternativa prática sugerida: perguntar quais benefícios são mais valorizados. Isso dá insumos para priorizar e, principalmente, para saber o que não mexer.</p>
<h3><b>8) Foque nos indicadores certos</b></h3>
<p>Benefícios têm valor indireto e medir ROI direto é, muitas vezes, irreal. Em vez disso, vale acompanhar indicadores como engajamento, custos diretos/indiretos, tendências de afastamentos e problemas de saúde relevantes (por exemplo, burnout) e como o pacote de benefícios contribui para a estratégia de cuidado.</p>
<h3><b>9) Quando é preciso mudar (ou retirar) benefícios: gestão de mudança e narrativa importam</b></h3>
<p>Toda mudança gera percepção de perda. Por isso, retirar ou reduzir benefícios exige planejamento, transparência e alinhamento com liderança. Mais do que “economia”, a comunicação precisa estar conectada a uma narrativa mais ampla, com contexto, dados e responsabilidade para reduzir ruído e aumentar compreensão.</p>
<h2>Para levar com você</h2>
<p>Benefícios são uma alavanca poderosa quando deixam de ser uma lista e viram uma <b>estratégia: alinhada à cultura e ao negócio,</b> <b>desenhada para as personas reais</b> da empresa e<b> sustentada por dados </b>de utilização e impacto.</p>
<p>Fazer o básico muito bem feito, medir desde o início e conduzir mudanças com governança e narrativa clara é o caminho para construir um pacote que realmente gera valor — para as pessoas e para a empresa.</p>
<p><b>Confira o episódio completo no vídeo em destaque nesta página.</b></p>
<p>O post <a href="https://alice.com.br/blog/webinar/beneficios-estrategia-implementacao-e-medicao-de-impacto/">Benefícios: estratégia, implementação e medição de impacto</a> apareceu primeiro em <a href="https://alice.com.br/blog">Blog da Alice</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Bem-estar e saúde do colaborador: qual é o papel do RH?</title>
		<link>https://alice.com.br/blog/webinar/bem-estar-e-saude-do-colaborador-qual-e-o-papel-do-rh/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Time Alice]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Feb 2026 12:06:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Webinar]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[plano de saúde empresarial]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://alice.com.br/blog/?p=20207</guid>

					<description><![CDATA[<p>Flexibilidade, liderança pelo exemplo e visão de longo prazo: os aprendizados práticos de quem está construindo uma cultura de saúde e bem-estar de dentro para fora.</p>
<p>O post <a href="https://alice.com.br/blog/webinar/bem-estar-e-saude-do-colaborador-qual-e-o-papel-do-rh/">Bem-estar e saúde do colaborador: qual é o papel do RH?</a> apareceu primeiro em <a href="https://alice.com.br/blog">Blog da Alice</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O primeiro episódio do <b>Webinar Open Arena</b> marcou a estreia do espaço de troca aberta da Alice sobre temas centrais para o futuro do trabalho.</p>
<p>Conduzido por <a href="https://www.linkedin.com/in/saritavollnhofer/" target="_blank" rel="nofollow noopener"><b>Sarita Vollnhofer</b></a>, <strong>CHRO da Alice</strong>, o encontro recebeu <a href="https://www.linkedin.com/in/renato-basso-426b8415/" target="_blank" rel="nofollow noopener"><b>Renato Basso</b></a>, <strong>VP de People do Wellhub</strong>, para uma conversa profunda, e muito prática, sobre o papel do RH na construção de ambientes de trabalho mais saudáveis.</p>
<p>Ao longo da entrevista, Sarita e Renato compartilharam aprendizados reais, decisões difíceis, erros e acertos de quem vive, no dia a dia, o desafio de transformar saúde e bem-estar em pilares concretos da cultura organizacional.</p>
<h2>Quem participou?</h2>
<p><b>Renato Basso</b> é VP de People do Wellhub e está na empresa desde 2017, tendo acompanhado de perto a evolução da empresa – passando de Gympass para Wellhub — hoje uma plataforma de saúde e bem-estar com visão holística, que integra saúde física, mental, sono, nutrição e mindfulness.</p>
<h2>O que você vai aprender no episódio?</h2>
<h3><b>1. Cultura de bem-estar não se constrói com “bala de prata”</b></h3>
<p>Mudanças culturais profundas não acontecem do dia para a noite nas empresas. Segundo Renato, criar uma cultura de saúde e bem-estar exige um trabalho consistente, de médio e longo prazo, feito de pequenas decisões que são reforçadas todos os dias.</p>
<ol>
<li><b> Antes do benefício, a filosofia</b></li>
</ol>
<p>Um erro comum das empresas é achar que os benefícios oferecidos pelas empresas fazem todo o trabalho de saúde e bem-estar. No Wellhub, o caminho foi o oposto: primeiro, definir quais atitudes e valores a empresa queria reforçar. A partir disso, os benefícios passam a ser consequência, e não o ponto de partida.</p>
<blockquote><p>“Quando você começa pelo benefício, você não necessariamente vai estar reforçando as atitudes, os conceitos pelos quais você quer ser reconhecido. No fim do dia, a cultura nada mais é do que a vivência dos valores e as atitudes que acontecem no dia a dia.”</p></blockquote>
<h3><b>3. Flexibilidade é a espinha dorsal do bem-estar</b></h3>
<p>Para o Wellhub, flexibilidade não é um “extra”, mas a base da cultura. E isso significa não ser generalista. Afinal, não existe uma regra única que funcione para todos.</p>
<p>Uma tarde de sexta-feira mais curta pode fazer sentido para uma pessoa. Para outra, faz mais sentido ter uma flexibilidade maior nas manhãs para cuidar dos filhos.</p>
<p>O foco deixa de ser o input (horas trabalhadas) e passa a ser o output (resultado entregue).</p>
<h3><b>4. Liderança precisa dar o exemplo. De verdade</b></h3>
<p>Cultura se constrói pelo exemplo. Quando lideranças usam os benefícios e falam abertamente sobre isso, criam permissão psicológica para que todo mundo faça o mesmo.</p>
<p>Renato compartilhou casos concretos, como:</p>
<ul>
<li>Lideranças saindo no meio do dia para fazer terapia ou atividade física, sem constrangimento;</li>
<li>O CEO do Wellhub tirando integralmente sua licença-paternidade e ficando completamente offline – e compartilhando publicamente o impacto positivo dessa decisão.</li>
</ul>
<h3><b>5. Bem-estar não é privilégio de cargo</b></h3>
<p>Uma cultura saudável só existe quando os benefícios são, de fato, para todos, do estagiário à alta liderança.</p>
<p>Quando apenas cargos sêniores conseguem usufruir da flexibilidade, o discurso se esvazia.</p>
<p>Se todos se sentem autorizados a usar, o impacto é real.</p>
<h3><b>6. Pequenas escolhas de linguagem também constroem cultura</b></h3>
<p>Um insight que marcou o episódio foi a forma como a Alice se refere à licença:</p>
<ul>
<li>Presença-maternidade</li>
<li>Presença-paternidade</li>
</ul>
<p>Mais do que um detalhe semântico, a escolha reforça a ideia de estar presente naquele momento tão único, e não apenas “afastado do trabalho”. Para Renato, palavras importam e ajudam a materializar valores.</p>
<h3><b>7. Confiança é uma via de mão dupla</b></h3>
<p>Flexibilidade só funciona quando existe confiança mútua:</p>
<ul>
<li>A empresa confia que as pessoas vão usar os benefícios com responsabilidade;</li>
<li>As pessoas confiam que não serão penalizadas por priorizar sua saúde.</li>
</ul>
<p>Esse equilíbrio cria ambientes mais seguros, engajados e sustentáveis no longo prazo.</p>
<h3><b>8. Bem-estar é integral e inseparável da vida real</b></h3>
<p>Não existe mais a divisão clara entre vida pessoal e profissional. Sono, saúde mental, alimentação, relações pessoais e trabalho se influenciam o tempo todo.</p>
<p>Por isso, iniciativas de bem-estar precisam considerar o todo — e não apenas um pilar isolado.</p>
<h2>Para levar com você</h2>
<p>O papel do RH não é assumir a responsabilidade pela saúde individual de cada pessoa, mas <b>criar um ambiente que permita, incentive e legitime o cuidado</b>.</p>
<p>Quando saúde e bem-estar deixam de ser discurso e passam a orientar decisões, lideranças e práticas do dia a dia, o impacto aparece: mais engajamento, mais sustentabilidade e melhores resultados para as pessoas e para o negócio.</p>
<p><b>Confira o episódio completo no vídeo em destaque nesta página!</b></p>
<p>O post <a href="https://alice.com.br/blog/webinar/bem-estar-e-saude-do-colaborador-qual-e-o-papel-do-rh/">Bem-estar e saúde do colaborador: qual é o papel do RH?</a> apareceu primeiro em <a href="https://alice.com.br/blog">Blog da Alice</a>.</p>
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		<title>Como funciona um plano de saúde corporativo focado em Atenção Primária (e por que esse modelo cresce)</title>
		<link>https://alice.com.br/blog/conheca-a-alice/plano-de-saude-corporativo-atencao-primaria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Time Alice]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Feb 2026 15:40:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conheça a Alice]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[plano de saúde]]></category>
		<category><![CDATA[plano de saúde empresarial]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://alice.com.br/blog/?p=20204</guid>

					<description><![CDATA[<p>Entenda como funciona um plano de saúde corporativo baseado em Atenção Primária, por que esse modelo cresce e como ele reorganiza cuidado, custos e experiência nas empresas.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span>Um plano de saúde corporativo focado em Atenção Primária à Saúde é aquele que organiza o cuidado das pessoas a partir da prevenção, do acompanhamento contínuo e da coordenação entre os diferentes níveis de atenção, e não apenas do financiamento de consultas, exames e internações.</span></p>
<p><span>Nesse modelo, a Atenção Primária atua como eixo central da jornada de saúde, funcionando como porta de entrada do sistema e como responsável pela continuidade do cuidado ao longo do tempo. A lógica deixa de ser focada em episódios de saúde e passa a se preocupar com o cuidado longitudinal, integrado e orientado pelos desfechos de saúde.</span></p>
<p><span>Esse tipo de plano tem ganhado espaço entre empresas que buscam mais previsibilidade de custos, melhor experiência para os colaboradores e uma gestão mais ativa da saúde da população atendida. No Brasil, a Alice é um exemplo de operadora de planos de saúde para empresas que estruturam seus planos corporativos a partir desses princípios, aplicando a Atenção Primária como a base organizadora do cuidado.</span></p>
<h2><b>O que é Atenção Primária à Saúde</b></h2>
<p><span>A Atenção Primária à Saúde (APS) é um modelo de cuidado que atua como o primeiro ponto de contato das pessoas com o sistema de saúde. Seu foco está na prevenção, no acompanhamento contínuo e na coordenação do cuidado ao longo do tempo, e não apenas no tratamento pontual de doenças ou sintomas.</span></p>
<p><span>Para ficar clara a diferença, o modelo mais comum de cuidado dos planos de saúde tradicionais foca no uso da rede credenciada e no volume de consultas, exames e procedimentos feitos pelas pessoas. Já o modelo focado na Atenção Primária estrutura a jornada da pessoa a partir da prevenção, do acompanhamento contínuo e da coordenação do cuidado ao longo do tempo. </span></p>
<p><span>Na APS, um profissional ou time de referência acompanha a pessoa de forma longitudinal, conhecendo seu histórico clínico, seu contexto de vida e suas necessidades de saúde. Esse vínculo permite identificar riscos precocemente, como doenças crônicas ou condições graves em estágios iniciais; evitar agravamentos de condições que a pessoa possa já ter desenvolvido, reduzir intervenções desnecessárias e orientar as decisões clínicas de forma mais integrada.</span></p>
<p><span>Mais do que um nível de atendimento, a Atenção Primária funciona como um </span><b>organizador do sistema de saúde</b><span>, conectando diferentes serviços e garantindo continuidade no cuidado.</span></p>
<h2><b>Como a Atenção Primária se aplica à saúde corporativa</b></h2>
<p><span>No contexto da saúde corporativa, a Atenção Primária deixa de ser apenas um conceito assistencial e passa a estruturar o funcionamento do plano de saúde oferecido pelas empresas.</span></p>
<p><span>Em vez de atuar predominantemente como financiador de consultas, exames e internações, o plano passa a organizar o cuidado a partir da prevenção, do acompanhamento contínuo e da coordenação entre diferentes níveis de atenção. Isso permite uma gestão mais ativa da saúde dos colaboradores, com foco em saúde integral, bem-estar e desfechos de longo prazo.</span></p>
<p><span>Na prática, a saúde deixa de ser tratada de forma reativa, ou apenas quando surgem problemas, e passa a ser acompanhada de maneira contínua, ao longo da jornada de vida e de trabalho das pessoas.</span></p>
<h2><b>Por que esse modelo existe</b></h2>
<p><span>Modelos de planos de saúde baseados em Atenção Primária surgem como resposta a limitações estruturais do sistema tradicional, marcado por cuidado fragmentado, pouca integração entre profissionais especialistas e baixo incentivo à prevenção.</span></p>
<p><span>No ambiente corporativo, essas limitações se traduzem em desafios conhecidos: uso descoordenado da rede credenciada que levam a altos reajustes e baixa previsibilidade financeira, além da dificuldade de acompanhar a saúde dos colaboradores e os impactos diretos na produtividade das equipes.</span></p>
<p><span>A Atenção Primária oferece uma alternativa mais organizada para lidar com esse cenário, ao priorizar coordenação, continuidade e responsabilização pelo cuidado, equilibrando qualidade assistencial, sustentabilidade do sistema e melhor experiência para quem utiliza o plano.</span></p>
<h2><b>Por que empresas estão migrando para esse modelo</b></h2>
<h3><b>Aumento dos custos dos planos tradicionais</b></h3>
<p><span>Reajustes elevados e pouca previsibilidade financeira tornam o modelo tradicional cada vez mais desafiador para as empresas, sem que isso se traduza, necessariamente, em melhor cuidado da saúde dos colaboradores. </span></p>
<h3><b>Falta de prevenção e cuidado contínuo</b></h3>
<p><span>A ausência de acompanhamento longitudinal dificulta a identificação precoce de riscos e reduz a capacidade de atuação preventiva das empresas.</span></p>
<h3><b>Impactos em absenteísmo e afastamentos</b></h3>
<p><span>Problemas de saúde mal acompanhados tendem a gerar mais faltas, afastamentos prolongados e perda de produtividade ao longo do tempo. De acordo com dados da segunda edição da pesquisa Pulso RH, estudo proprietário da Alice, nas empresas que se preocupam com a saúde dos seus times, 84,4% dos colaboradores afirmam terem mais dias produtivos. Nas empresas sem essa preocupação, apenas 67,4% têm a mesma produtividade. </span></p>
<h3><b>Experiência fragmentada para o colaborador</b></h3>
<p><span>Múltiplos profissionais, pouca integração de informações e jornadas confusas são comuns em modelos pouco coordenados, gerando insegurança e desgaste para quem utiliza o plano.</span></p>
<h3><b>Valorização da saúde como estratégia</b></h3>
<p><span>Cada vez mais, empresas passam a enxergar a saúde como parte da estratégia de negócio e da experiência das pessoas — e não apenas como um benefício obrigatório.</span></p>
<h2><b>Como funciona um plano de saúde corporativo focado em Atenção Primária na prática</b></h2>
<h3><b>Atenção Primária como porta de entrada</b></h3>
<p><span>A APS organiza o cuidado desde o primeiro contato, sem limitar acesso, mas tornando a jornada mais eficiente, resolutiva e bem direcionada.</span></p>
<h3><b>Time de saúde dedicado</b></h3>
<p><span>Profissionais de referência acompanham os colaboradores ao longo do tempo, criando vínculo, contexto clínico e conhecimento acumulado sobre cada pessoa.</span></p>
<h3><b>Acompanhamento contínuo e longitudinal</b></h3>
<p><span>O cuidado não se limita a episódios isolados, mas acompanha diferentes fases da vida, condições de saúde e necessidades ao longo do tempo.</span></p>
<h3><b>Encaminhamentos coordenados</b></h3>
<p><span>Quando há necessidade de especialistas, exames ou internações, os encaminhamentos são feitos de forma coordenada, com troca de informações e acompanhamento dos desfechos.</span></p>
<h3><b>Uso de dados para gestão do cuidado</b></h3>
<p><span>Informações de saúde são organizadas para apoiar decisões clínicas e permitir uma visão mais ampla da saúde da população atendida, sempre com foco em cuidado — e não apenas em utilização.</span></p>
<h2><b>Onde a Alice se encaixa nesse modelo</b></h2>
<p><span>A Alice é uma operadora brasileira de planos de saúde para empresas, regulada pela Agência Nacional de Saúde Suplementar, a ANS, com atuação nacional e rede credenciada em todo o Brasil. Há seis anos, a empresa opera oferecendo o cuidado completo esperado de um plano de saúde corporativo, com acesso a consultas, exames, especialistas, hospitais e serviços de urgência e emergência, cumprindo todos os requisitos de uma operadora de saúde suplementar no Brasil.</span></p>
<p><span>Além da operação assistencial, a Alice investe em tecnologia proprietária para organizar informações de saúde dos membros, apoiar decisões clínicas e garantir continuidade no cuidado. Essa estrutura permite acompanhar a jornada de saúde dos membros ao longo do tempo e integrar diferentes pontos da rede credenciada.</span></p>
<p><span>A Alice estrutura seu modelo de cuidado a partir da Atenção Primária à Saúde com foco na coordenação e no acompanhamento contínuo, organizando a jornada de saúde desde a prevenção até o tratamento de condições mais complexas. Ou seja, a Atenção Primária à Saúde atua como eixo central desse modelo, garantindo que cada membro receba o cuidado certo, no lugar certo e na hora certa, com foco nos desfechos de saúde.</span></p>
<p><span>Na Alice, saúde não é apenas ausência de doença, nem se resume ao uso da rede ou ao reembolso de procedimentos. É um cuidado proativo, integrado e contínuo, pensado para acompanhar as pessoas ao longo da vida.</span></p>
<h2><b>Comparação entre diferentes modelos de cuidado em saúde corporativa</b></h2>
<p><b>Plano de saúde tradicional</b><b><br />
</b><span>Foco no financiamento do acesso à rede credenciada, com cuidado fragmentado e majoritariamente reativo.</span></p>
<p><b>Seguro saúde</b><b><br />
</b><span>Modelo baseado em reembolso, com menor coordenação do cuidado clínico.</span></p>
<p><b>Healthtech isolada</b><b><br />
</b><span>Soluções pontuais focadas em serviços específicos, sem responsabilidade pelo cuidado integral.</span></p>
<p><b>Plano corporativo focado em Atenção Primária</b><b><br />
</b><span>Modelo que organiza o cuidado a partir da prevenção, do acompanhamento contínuo e da coordenação entre diferentes níveis de atenção, com foco em desfechos de saúde e experiência das pessoas.</span></p>
<h2><b>Dúvidas comuns sobre planos de saúde corporativos com Atenção Primária</b></h2>
<p><b>Esse modelo substitui um plano de saúde tradicional?</b><b><br />
</b><span>Na prática, trata-se de uma forma diferente de estruturar o plano, com a Atenção Primária como base organizadora do cuidado.</span></p>
<p><b>Funciona para empresas pequenas?</b><b><br />
</b><span>Sim. Pode ser especialmente relevante para empresas que buscam previsibilidade de custos e cuidado mais próximo das pessoas.</span></p>
<p><b>Funciona fora de São Paulo?</b><b><br />
</b><span>O modelo não é restrito a uma região específica e pode operar nacionalmente com apoio de rede credenciada e cuidado coordenado.</span></p>
<p><b>Esse modelo funciona de fato?</b><b><br />
</b><span>Sistemas organizados a partir da Atenção Primária tendem a gerar melhor coordenação do cuidado, mais prevenção e melhor experiência para quem utiliza o sistema.</span></p>
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