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Construindo um RH estratégico: por onde começar?

Como estruturar People do zero, criar bases sólidas e apoiar o crescimento do negócio sem copiar modelos prontos, segundo a Tako.

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Ser a primeira pessoa de People em uma empresa em estágio inicial é um desafio que mistura liberdade e responsabilidade. Não existem processos, rituais ou estruturas consolidadas, mas todas as decisões tomadas agora vão influenciar diretamente a cultura, a forma de crescer e a sustentabilidade do negócio no futuro.

No décimo terceiro episódio do Webinar Open Arena, Sarita Vollnhofer, CHRO da Alice, conversa com Juliana Jordão Machado, Head of People da Tako, sobre como construir um RH estratégico desde o início. A conversa percorre desde o diagnóstico do momento da empresa até as prioridades certas para cada fase, passando por cultura, estrutura de time, processos essenciais e o papel do RH como parceiro real do negócio.

Quem participou?

Juliana Jordão Machado é Head of People da Tako. Com uma trajetória não linear, Juliana construiu carreira no negócio, passando por consultoria, varejo, produto e operações, antes de migrar para People. Atuou na construção e escala do Quinto Andar e, mais recentemente, assumiu o desafio de estruturar People em uma startup early stage, conectando RH, produto e estratégia desde o primeiro dia.

O que você vai aprender no episódio?

1) Começar por People é uma decisão estratégica dos founders

A conversa começa com um ponto-chave: RH só consegue ser estratégico quando a liderança acredita nisso desde o início. Na Tako, os fundadores priorizaram cultura, princípios e pessoas muito cedo — ainda com um time pequeno. Isso cria espaço para que People não seja apenas “execução de processos”, mas parte da construção do negócio.

2) O primeiro passo não é processo, é diagnóstico

Antes de desenhar estruturas complexas, Juliana reforça a importância do “zoom out”: entender o momento da empresa, os objetivos de negócio, os desafios imediatos e as dores reais do time. O RH inicial precisa responder à pergunta certa: o que é essencial agora para o negócio crescer?

3) RH não nasce completo — ele evolui junto com a empresa

Em vez de replicar modelos de empresas maiores, o episódio reforça que People precisa ser construído por fases. Recrutamento, performance, remuneração e cultura entram no radar conforme a maturidade da organização e sempre conectados ao que o negócio precisa naquele momento.

4) Mão na massa faz parte do jogo 

A primeira pessoa de People escreve job descriptions, conduz entrevistas, estrutura processos e participa das decisões estratégicas com founders. Essa vivência é fundamental para entender o negócio de ponta a ponta antes de estruturar times e especializações.

5) Construir time é sobre confiança, não só skill set

Ao falar da formação do time de People, Juliana destaca a importância de escolher pessoas versáteis, curiosas e confortáveis com ambiguidade. Mais do que funções rígidas, o começo exige profissionais que consigam transitar entre execução e estratégia e que topem construir junto.

6) Cultura se consolida no uso

Valores e princípios só ganham força quando aparecem nos rituais do dia a dia: recrutamento, performance, all-hands e decisões difíceis. O episódio mostra como a Tako revisitou seus Operating Principles e passou a usá-los ativamente como ferramenta de gestão, não apenas como manifesto.

7) RH não precisa (e não deve) caminhar sozinho

Um aprendizado forte da trajetória de Juliana é o valor da comunidade. Trocar com outros RHs, buscar benchmarks e aprender com erros e acertos de quem já passou por desafios parecidos acelera decisões e evita reinventar a roda, especialmente em empresas em construção.

8) Tecnologia muda o tamanho e o perfil dos times

O episódio também aborda como ferramentas e IA permitem times de People mais enxutos e produtivos. O foco deixa de ser volume de pessoas e passa a ser o perfil: curiosidade, fluidez digital e capacidade de aprender rápido se tornam diferenciais centrais.

Para levar com você

Quando People nasce conectado ao negócio, à cultura e à realidade da empresa, ele deixa de ser suporte e passa a ser infraestrutura de crescimento. Começar simples, com intenção clara e escuta ativa, é o que cria bases sólidas para escalar depois.

Confira o episódio completo no vídeo em destaque nesta página.

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