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	<title>Arquivo de Webinar - Blog da Alice</title>
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	<link>https://alice.com.br/blog/webinar/</link>
	<description>Tenha acesso a conteúdos baseados em evidências científicas produzidos e revisados pelos profissionais que fazem parte do plano de saúde da Alice</description>
	<lastBuildDate>Tue, 07 Apr 2026 17:49:22 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
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	<title>Arquivo de Webinar - Blog da Alice</title>
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	<item>
		<title>OLX Flow: saúde, engajamento e resultado antes da NR-1</title>
		<link>https://alice.com.br/blog/webinar/olx-flow-saude-engajamento-e-resultado-antes-da-nr-1/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Hugo Bombarda Pinheiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 20:27:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Webinar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Além da NR-1: o que o case do OLX Flow ensina sobre saúde, engajamento e resultado quando a empresa decide agir primeiro</p>
<p>O post <a href="https://alice.com.br/blog/webinar/olx-flow-saude-engajamento-e-resultado-antes-da-nr-1/">OLX Flow: saúde, engajamento e resultado antes da NR-1</a> apareceu primeiro em <a href="https://alice.com.br/blog">Blog da Alice</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Já imaginou estipular uma meta de uma tonelada de alimentos em uma campanha interna e ver o time arrecadar cinco?</p>
<p>Foi exatamente isso que aconteceu no Grupo OLX quando o time de People apostou em saúde social como parte de uma estratégia mais ampla, muito antes de qualquer obrigação legal.</p>
<p>No 15º episódio do nosso Webinar Open Arena by Alice, <a href="https://www.linkedin.com/in/saritavollnhofer/" target="_blank" rel="noopener">Sarita Vollnhofer</a>, CHRO da <a href="https://www.linkedin.com/company/alice/posts/?feedView=all" target="_blank" rel="noopener">Alice</a>, conversa com <a href="https://www.linkedin.com/in/catia-senssulini-alonso/" target="_blank" rel="noopener">Catia Alonso</a>, Diretora de Transformação de RH do <a href="https://www.linkedin.com/company/grupoolx/" target="_blank" rel="noopener">Grupo OLX</a>, sobre como transformar o mapeamento de riscos psicossociais em um programa de saúde com impacto real. Catia compartilhou o case do OLX Flow, criado dois anos antes da atualização da NR-1 se tornar obrigatória.</p>
<h2>Quem participou?</h2>
<p><strong>Catia Alonso</strong>, Diretora de Transformação de RH do <a href="https://www.linkedin.com/company/grupoolx/" target="_blank" rel="noopener">Grupo OLX</a>, uma área que une transformação digital, análise de dados de pessoas e o desenvolvimento do OLX Flow. O Grupo OLX reúne três plataformas (Viva Real, ZAP Móveis e OLX), atende mais de 50 milhões de usuários únicos por mês.</p>
<h2>O que você vai aprender no episódio?</h2>
<h3>1) Saúde holística não é opcional, ela sustenta a performance</h3>
<p>O Grupo OLX já oferecia benefícios de saúde, mas percebeu que cuidar apenas da saúde física era insuficiente. O programa OLX Flow foi estruturado em torno de 4 pilares — <strong>saúde física, saúde mental, saúde social e saúde financeira</strong> — porque esses eixos são profundamente interconectados. A saúde financeira afeta a saúde mental; a saúde social impacta o bem-estar físico e psicológico. Uma empresa que deixa algum desses pilares sem atenção cria buracos que aparecem no engajamento, no absenteísmo e na sinistralidade.</p>
<h3>2) O diagnóstico bem feito é o que separa programa de ação genérica</h3>
<p>O OLX Flow foi estruturado dois anos antes de a NR-1 tornar obrigatório o mapeamento de riscos psicossociais. Isso muda o ponto de partida de tudo. Uma empresa que mapeia por obrigação formula perguntas para cumprir requisito; mas uma que mapeia por escolha cria perguntas para entender o que está impedindo seus times de estarem bem e, por consequência, de performar. As perguntas são diferentes e os dados que saem também.</p>
<p>No caso da OLX, o questionário foi desenhado ao contrário: primeiro definiu-se o que seria &#8220;dado útil&#8221; e o que seria &#8220;dado inútil&#8221;.</p>
<ul>
<li>Útil: cruzamentos por área, por nível hierárquico, por tipo de risco — capazes de gerar ações para grupos específicos.</li>
<li>Inútil: porcentagens agregadas que dizem &#8220;X% do time está estressado&#8221; sem revelar onde, por quê ou o que fazer a respeito.</li>
</ul>
<p>Isso é especialmente crítico num modelo de trabalho flexível, onde o isolamento pode ser invisível nos números globais, mas concentrado em times específicos.</p>
<p>Com esse design, a OLX chegou a mais de <strong>80% de adesão</strong> e a um mapeamento que cobriu os 4 pilares — de hábitos físicos e comorbidades a estresse financeiro, saúde mental e sensação de pertencimento.</p>
<p>Quando os dados chegaram, o time sabia exatamente o que fazer com eles: a corrida e caminhada Flow surgiu diretamente de uma demanda identificada nesse diagnóstico.</p>
<h3>3) Alta adesão exige transparência, não apenas comunicação</h3>
<p>A maioria das empresas faz campanhas internas sobre o formulário e não entende por que a adesão fica baixa. O diferencial do Grupo OLX foi combinar três elementos:</p>
<ul>
<li>Engajamento intencional de <strong>lideranças sêniores</strong>, que entenderam o plano antes do lançamento e explicaram o porquê para os times;</li>
<li>Comunicação contínua nos canais nativos da empresa;</li>
<li>Mostrar que os dados geravam benefícios reais.</li>
</ul>
<p>A corrida e caminhada Flow — uma das ações de maior adesão — surgiu diretamente de um pedido identificado no mapeamento. Quando as pessoas veem o dado virando ação, elas passam a confiar no processo e a participar da próxima rodada.</p>
<h3>4) Saúde social é risco de negócio, não um benefício extra</h3>
<p>A solidão tem o mesmo impacto na saúde do que <a href="https://www.bbc.com/portuguese/articles/cd1r238nen8o" target="_blank" rel="noopener">fumar 15 cigarros por dia,</a> e o modelo de trabalho flexível, sem contrapartidas intencionais, acelera esse problema.</p>
<p>O Grupo OLX enfrentou isso criando iniciativas que geravam conexão real, com corridas em equipe com colaboradores que nunca tinham feito uma prova de rua; uma campanha de doação de alimentos que arrecadou <strong>5 toneladas quando a meta era 1</strong>, e feiras de benefícios presenciais que viravam dias de encontro e conexão.</p>
<p>Nenhuma dessas ações exigiu alto investimento, mas todas tiveram intencionalidade. O insight que passa despercebido na maioria das empresas é que, em um modelo flexível, a saúde social não se constrói por osmose. Ela precisa ser desenhada como programa, não deixada como consequência eventual da presença no escritório.</p>
<h3>5) Resultados tangíveis transformam saúde em pauta executiva</h3>
<p>O OLX Flow gerou resultados mensuráveis:</p>
<ul>
<li><strong>15% de redução de sinistralidade;</strong></li>
<li>Mais de <strong>20% de queda no absenteísmo;</strong></li>
<li>Aumento de engajamento correlacionado com a implementação do programa;</li>
<li>Reconhecimento externo pelo Vittude Awards como melhor programa de saúde mental do ano.</li>
</ul>
<p>A OLX mede NPS e participação a cada iniciativa, monitora utilização de benefícios mensalmente e correlaciona esses indicadores com a pesquisa de clima a cada trimestre. Tudo é rastreado, e é isso que sustenta a conversa executiva e garante continuidade orçamentária para o programa.</p>
<h3>6) RH estratégico informa com dados</h3>
<p>No Grupo OLX, o RH senta na mesa executiva e traz, para além das tendências de mercado, os dados que sustentam decisões.</p>
<p>Quando a pauta de saúde foi colocada na agenda, não houve necessidade de convencimento emocional, pois havia apresentação de hipóteses, diagnóstico estruturado e correlação com performance do negócio.</p>
<p>Muitos RHs enfrentam resistência da liderança porque chegam com o &#8220;por que devemos fazer&#8221; sem o &#8220;o que os dados mostram que está acontecendo&#8221;. A virada de chave acontece quando saúde deixa de ser uma causa e passa a ser uma variável rastreável de performance — e o RH passa a falar a língua do negócio.</p>
<h2>Para levar com você</h2>
<p>O case OLX Flow, do Grupo OLX, mostra que saúde holística no trabalho não é questão de cultura espontânea, mas sim de método. Diagnóstico estruturado, ações conectadas ao dado e métricas claras são o que transformam um programa de bem-estar em argumento de performance sustentável. O mapeamento é só o começo de tudo.</p>
<p><em>Confira o episódio completo no vídeo em destaque nesta página.</em></p>
<p><!-- notionvc: 40754a9d-298f-440b-8db8-473670430bd5 --></p>
<p>O post <a href="https://alice.com.br/blog/webinar/olx-flow-saude-engajamento-e-resultado-antes-da-nr-1/">OLX Flow: saúde, engajamento e resultado antes da NR-1</a> apareceu primeiro em <a href="https://alice.com.br/blog">Blog da Alice</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Saúde social na prática: o que o case do Magalu ensina sobre cultura, conexão e resultado</title>
		<link>https://alice.com.br/blog/webinar/saude-social-na-pratica-o-que-o-case-do-magalu-ensina-sobre-cultura-conexao-e-resultado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Time Alice]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Feb 2026 13:36:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Webinar]]></category>
		<category><![CDATA[plano de saúde empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[saúde dos funcionários]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://alice.com.br/blog/?p=20603</guid>

					<description><![CDATA[<p>Empresas que desejam performance sustentável precisam olhar para a saúde de forma integral, tanto a física quanto a mental e a social.</p>
<p>O post <a href="https://alice.com.br/blog/webinar/saude-social-na-pratica-o-que-o-case-do-magalu-ensina-sobre-cultura-conexao-e-resultado/">Saúde social na prática: o que o case do Magalu ensina sobre cultura, conexão e resultado</a> apareceu primeiro em <a href="https://alice.com.br/blog">Blog da Alice</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nunca estivemos tão conectados e, ao mesmo tempo, tão solitários. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), uma em cada seis pessoas relata impactos da solidão na própria saúde. E a Harvard Business Review já listou a solidão como um dos maiores riscos empresariais recentes.</p>
<p>Foi a partir desse paradoxo que <a href="https://www.linkedin.com/in/saritavollnhofer/" target="_blank" rel="nofollow noopener"><strong>Sarita Vollnhofer</strong>, <strong>CHRO da Alice</strong></a>, abriu o 14º episódio do Open Arena, recebendo <a href="https://www.linkedin.com/in/patriciapugas/" target="_blank" rel="nofollow noopener"><strong>Patrícia Pugas</strong></a>, <strong>Diretora Executiva de Gestão de Pessoas do Magazine Luiza</strong>, para uma conversa sobre <b>saúde social na prática</b>, e como transformá-la em estratégia de negócio.</p>
<p>Mais do que um conceito, a saúde social apareceu como aquilo que sustenta pertencimento, engajamento e performance sustentável.</p>
<h2>Quem participou?</h2>
<p><b>Patrícia Pugas</b> é diretora executiva de Gestão de Pessoas do Magazine Luiza, onde atua há 10 anos e acompanhou de perto a transformação e a expansão da companhia. Mãe de três meninas, Pugas compartilhou como cultura, vínculos e disciplina na execução são pilares que atravessam gerações dentro da empresa.</p>
<h2>O que você vai aprender no episódio?</h2>
<h2>1) Saúde social começa na cultura — não no projeto</h2>
<p>Antes mesmo de o termo ganhar espaço nas discussões corporativas, o Magazine Luiza já cultivava práticas que fortalecem conexão e pertencimento. Para Pugas, saúde social é inseparável da cultura.</p>
<p>Ela resume em um “ciclo virtuoso” com três pilares:</p>
<ul>
<li>Práticas e rituais claros;</li>
<li>Comunicação que sensibiliza, e não apenas informa;</li>
<li>Disciplina consistente na execução.</li>
</ul>
<p>Não se trata, apenas, de ações pontuais, mas de uma repetição que seja intencional.</p>
<h2>2) Rituais constroem vínculo e escalam cultura</h2>
<p>Um dos exemplos mais emblemáticos é a reunião de segunda-feira, realizada simultaneamente em todas as unidades da companhia. O encontro inclui celebrações, compartilhamento de informações estratégicas, reconhecimento e um momento de conexão coletiva.</p>
<p>Além disso, a empresa mantém:</p>
<ul>
<li>TV corporativa semanal, assistida em grupo nas lojas;</li>
<li>Grandes encontros anuais de liderança;</li>
<li>Avaliações baseadas em valores e comportamentos observáveis.</li>
</ul>
<p>O ponto central: cultura forte aparece nos rituais e nos comportamentos que eles reforçam.</p>
<h2>3) Conexão com a família também é estratégia</h2>
<p>Se passamos grande parte da vida no trabalho, faz sentido integrar — e não separar radicalmente — as dimensões da vida.</p>
<p>O Magalu promove ações com pais, mães e filhos nas unidades e criou uma colônia de férias dentro do escritório, permitindo que crianças passem o dia no ambiente de trabalho dos responsáveis.</p>
<p>Pode parecer simples, mas o impacto é profundo, pois:</p>
<ul>
<li>Reforça orgulho;</li>
<li>Fortalece marca empregadora;</li>
<li>Humaniza o ambiente de trabalho;</li>
<li>Cria pertencimento que atravessa gerações.</li>
</ul>
<p>Saúde social também é ampliar o círculo de conexão.</p>
<h2>4) O papel da liderança é decisivo</h2>
<p>“Pessoas não pedem demissão da empresa. Pedem demissão do líder.”</p>
<p>A frase, já conhecida no RH, ganha ainda mais peso quando falamos de saúde social. O líder é quem traduz cultura em prática diária, especialmente em contextos híbridos e descentralizados.</p>
<p>Mas há um ponto sensível: liderança também pode ser solitária.</p>
<p>Por isso, a empresa precisa garantir que líderes tenham suporte, ferramentas e cuidado com a própria saúde social.</p>
<h2>5) Dá para medir saúde social? Sim, e isso é essencial</h2>
<p>Embora parte do impacto seja subjetivo, os efeitos são tangíveis. Patrícia destacou indicadores como:</p>
<ul>
<li>Força da marca empregadora;</li>
<li>Volume e qualidade de candidatos;</li>
<li>Turnover e tempo médio de permanência;</li>
<li>Pesquisas de clima e engajamento;</li>
<li>Produtividade e entrega de resultados.</li>
</ul>
<p>No Magalu, avaliações comportamentais baseadas em valores são cruzadas com metas objetivas. E, segundo Pugas, na maioria dos casos há convergência: pessoas mais alinhadas culturalmente também entregam melhores resultados.</p>
<p>Saúde social não é “soft”. Ela impacta diretamente na performance e na sustentabilidade do negócio.</p>
<h2>6) Onboarding é experiência</h2>
<p>Outro ponto provocador foi a discussão sobre onboarding. Em vez de usar esse momento para despejar informações que poderiam estar em um vídeo ou documento, o convite é transformá-lo em experiência de conexão:</p>
<ul>
<li>Com pessoas;</li>
<li>Com rituais;</li>
<li>Com propósito;</li>
<li>Com a cultura real da empresa.</li>
</ul>
<p>Encantamento começa antes da contratação e se consolida no primeiro dia.</p>
<h2>7) Tecnologia é meio, não fim</h2>
<p>Em um cenário de trabalho híbrido e uso crescente de IA, o desafio não é escolher entre tecnologia ou conexão, mas equilibrar.</p>
<p>Ferramentas digitais ampliam alcance e integração, especialmente em empresas com milhares de colaboradores espalhados pelo país. Mas a conexão genuína exige intencionalidade humana.</p>
<p>Tecnologia é meio. Cultura e liderança são o que dão sentido.</p>
<h2>Para levar com você</h2>
<p>Saúde social é estratégia. Ela nasce na cultura, se materializa em rituais, se fortalece na liderança e aparece nos indicadores de negócio.</p>
<p>Empresas que desejam performance sustentável precisam olhar para a saúde de forma integral, tanto a física quanto a mental e a social. Afinal, pertencimento, confiança e vínculo não são acessórios, mas são infraestrutura invisível da performance.</p>
<p><b>Confira o episódio completo no vídeo em destaque nesta página.</b></p>
<p>O post <a href="https://alice.com.br/blog/webinar/saude-social-na-pratica-o-que-o-case-do-magalu-ensina-sobre-cultura-conexao-e-resultado/">Saúde social na prática: o que o case do Magalu ensina sobre cultura, conexão e resultado</a> apareceu primeiro em <a href="https://alice.com.br/blog">Blog da Alice</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Construindo um RH estratégico: por onde começar?</title>
		<link>https://alice.com.br/blog/webinar/construindo-um-rh-estrategico-por-onde-comecar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Time Alice]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Feb 2026 19:40:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Webinar]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[plano de saúde]]></category>
		<category><![CDATA[plano de saúde empresarial]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://alice.com.br/blog/?p=20599</guid>

					<description><![CDATA[<p>Como estruturar People do zero, criar bases sólidas e apoiar o crescimento do negócio sem copiar modelos prontos, segundo a Tako. </p>
<p>O post <a href="https://alice.com.br/blog/webinar/construindo-um-rh-estrategico-por-onde-comecar/">Construindo um RH estratégico: por onde começar?</a> apareceu primeiro em <a href="https://alice.com.br/blog">Blog da Alice</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Ser a primeira pessoa de People em uma empresa em estágio inicial é um desafio que mistura liberdade e responsabilidade. Não existem processos, rituais ou estruturas consolidadas, mas todas as decisões tomadas agora vão influenciar diretamente a cultura, a forma de crescer e a sustentabilidade do negócio no futuro.</p>
<p>No décimo terceiro episódio do <b>Webinar Open Arena</b>,<strong> <a href="https://www.linkedin.com/in/saritavollnhofer/" target="_blank" rel="nofollow noopener">Sarita Vollnhofer</a>, CHRO da Alice</strong>, conversa com <a href="https://www.linkedin.com/in/juliana-jordao-machado/" target="_blank" rel="nofollow noopener"><b>Juliana Jordão Machado</b></a>, <b>Head of People da Tako</b>, sobre como construir um RH estratégico desde o início. A conversa percorre desde o diagnóstico do momento da empresa até as prioridades certas para cada fase, passando por cultura, estrutura de time, processos essenciais e o papel do RH como parceiro real do negócio.</p>
<h2>Quem participou?</h2>
<p><b>Juliana Jordão Machado</b> <b>é Head of People da Tako</b>. Com uma trajetória não linear, Juliana construiu carreira no negócio, passando por consultoria, varejo, produto e operações, antes de migrar para People. Atuou na construção e escala do Quinto Andar e, mais recentemente, assumiu o desafio de estruturar People em uma startup early stage, conectando RH, produto e estratégia desde o primeiro dia.</p>
<h2>O que você vai aprender no episódio?</h2>
<h3><b>1) Começar por People é uma decisão estratégica dos founders</b></h3>
<p>A conversa começa com um ponto-chave: RH só consegue ser estratégico quando a liderança acredita nisso desde o início. Na Tako, os fundadores priorizaram cultura, princípios e pessoas muito cedo — ainda com um time pequeno. Isso cria espaço para que People não seja apenas “execução de processos”, mas parte da construção do negócio.</p>
<h3><b>2) O primeiro passo não é processo, é diagnóstico</b></h3>
<p>Antes de desenhar estruturas complexas, Juliana reforça a importância do “zoom out”: entender o momento da empresa, os objetivos de negócio, os desafios imediatos e as dores reais do time. O RH inicial precisa responder à pergunta certa: <i>o que é essencial agora para o negócio crescer?</i></p>
<h3><b>3) RH não nasce completo — ele evolui junto com a empresa</b></h3>
<p>Em vez de replicar modelos de empresas maiores, o episódio reforça que People precisa ser construído por fases. Recrutamento, performance, remuneração e cultura entram no radar conforme a maturidade da organização e sempre conectados ao que o negócio precisa naquele momento.</p>
<h3><b>4) Mão na massa faz parte do jogo </b></h3>
<p>A primeira pessoa de People escreve job descriptions, conduz entrevistas, estrutura processos e participa das decisões estratégicas com founders. Essa vivência é fundamental para entender o negócio de ponta a ponta antes de estruturar times e especializações.</p>
<h3><b>5) Construir time é sobre confiança, não só skill set</b></h3>
<p>Ao falar da formação do time de People, Juliana destaca a importância de escolher pessoas versáteis, curiosas e confortáveis com ambiguidade. Mais do que funções rígidas, o começo exige profissionais que consigam transitar entre execução e estratégia e que topem construir junto.</p>
<h3><b>6) Cultura se consolida no uso</b></h3>
<p>Valores e princípios só ganham força quando aparecem nos rituais do dia a dia: recrutamento, performance, all-hands e decisões difíceis. O episódio mostra como a Tako revisitou seus Operating Principles e passou a usá-los ativamente como ferramenta de gestão, não apenas como manifesto.</p>
<h3><b>7) RH não precisa (e não deve) caminhar sozinho</b></h3>
<p>Um aprendizado forte da trajetória de Juliana é o valor da comunidade. Trocar com outros RHs, buscar benchmarks e aprender com erros e acertos de quem já passou por desafios parecidos acelera decisões e evita reinventar a roda, especialmente em empresas em construção.</p>
<h3><b>8) Tecnologia muda o tamanho e o perfil dos times</b></h3>
<p>O episódio também aborda como ferramentas e IA permitem times de People mais enxutos e produtivos. O foco deixa de ser volume de pessoas e passa a ser o perfil: curiosidade, fluidez digital e capacidade de aprender rápido se tornam diferenciais centrais.</p>
<h2><b>Para levar com você</b></h2>
<p>Quando People nasce conectado ao negócio, à cultura e à realidade da empresa, ele deixa de ser suporte e passa a ser infraestrutura de crescimento. Começar simples, com intenção clara e escuta ativa, é o que cria bases sólidas para escalar depois.</p>
<p><b>Confira o episódio completo no vídeo em destaque nesta página.</b></p>
<p>O post <a href="https://alice.com.br/blog/webinar/construindo-um-rh-estrategico-por-onde-comecar/">Construindo um RH estratégico: por onde começar?</a> apareceu primeiro em <a href="https://alice.com.br/blog">Blog da Alice</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Por que não negociamos job offers na Alice?</title>
		<link>https://alice.com.br/blog/webinar/por-que-nao-negociamos-job-offers-na-alice/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Time Alice]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Feb 2026 19:37:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Webinar]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[plano de saúde]]></category>
		<category><![CDATA[plano de saúde empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[saúde dos funcionários]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://alice.com.br/blog/?p=20593</guid>

					<description><![CDATA[<p>Como transparência, leveling e intencionalidade ajudam a construir relações mais justas desde o primeiro contato na Alice.</p>
<p>O post <a href="https://alice.com.br/blog/webinar/por-que-nao-negociamos-job-offers-na-alice/">Por que não negociamos job offers na Alice?</a> apareceu primeiro em <a href="https://alice.com.br/blog">Blog da Alice</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Negociar salário é uma prática comum e quase automática no mercado. Mas, na Alice, escolhemos outro caminho: não negociar job offers, nem fazer contrapropostas. Pode parecer contraintuitivo à primeira vista, mas essa decisão nasceu de uma observação sobre justiça, confiança e geração de valor ao longo do tempo.</p>
<p>No 12º episódio do Webinar Open Arena, <b><a href="https://www.linkedin.com/in/saritavollnhofer/" target="_blank" rel="nofollow noopener">Sarita Vollnhofer</a>, CHRO da Alice,</b> e<b><a href="https://www.linkedin.com/in/francinearida/" target="_blank" rel="nofollow noopener">Francine Arida</a>, do time de People</b>, abriram os bastidores dessa estratégia: os princípios que sustentam a decisão, como funciona o processo na prática e como o Alice Development Stages (ADS) ajuda a transformar essa escolha em um sistema coerente, transparente e sustentável.</p>
<p><a href="https://alice.com.br/blog/conteudos-especiais/carta-proposta-emprego-estrategia-rh-checklist/" target="_blank" rel="noopener">&gt;&gt;&gt; <strong>Ebook gratuito:</strong> <strong>como transformar a proposta de emprego em uma ferramenta de cultura organizacional</strong></a></p>
<h2><b>Quem participou?</b></h2>
<p><b>Sarita Vollnhofer é CHRO da Alice</b> e lidera o time de People desde os primeiros anos da empresa, ajudando a construir uma cultura baseada em intencionalidade, coerência e impacto real.</p>
<p><b>Francine Arida faz parte do time de People da Alice</b> e compartilha tanto a visão de quem opera o processo quanto a experiência pessoal de ter recebido uma oferta sem negociação ao entrar na empresa.</p>
<p>Juntas, elas mostram como essa prática não é isolada, mas parte de um ecossistema maior de decisões conectadas à cultura e à estratégia de longo prazo.</p>
<h2><b>O que você vai aprender no episódio?</b></h2>
<h3><b>1) Não negociar é compromisso com a justiça</b></h3>
<p>A decisão de não negociar ofertas parte de um princípio simples e poderoso: toda pessoa que entra na Alice recebe a melhor e mais justa proposta possível, independentemente de quem ela é, de onde vem ou do quanto sabe negociar.</p>
<p>Isso protege dois tipos de justiça:</p>
<ul>
<li><b>Justiça interna</b>, evitando distorções salariais entre pessoas que exercem funções e níveis semelhantes.</li>
<li><b>Justiça externa</b>, reduzindo vieses que historicamente favorecem quem negocia melhor e penalizam, por exemplo, grupos minorizados.</li>
</ul>
<p>O objetivo não é nivelar por baixo, mas eliminar desigualdades artificiais criadas pela negociação.</p>
<h3><b>2) Confiança começa no primeiro contato</b></h3>
<p>A Alice entende que a relação de confiança com uma pessoa candidata começa antes da contratação. Se a empresa diz valorizar a transparência, esse valor precisa aparecer já na oferta, sem margem “escondida” para negociação ou jogos de expectativa.</p>
<p>Ao deixar claro que aquela é, de fato, a melhor proposta possível, a empresa cria um ponto de partida mais honesto: a pessoa avalia se aquela oportunidade faz sentido para sua vida e carreira, sem blefes ou disputas.</p>
<h3><b>3) Senioridade, entrega e remuneração precisam estar conectadas</b></h3>
<p>Na Alice, remuneração não é um acordo individual, mas consequência de senioridade e geração de valor.<br />
Essa lógica é sustentada pelo <b>Alice Development Stages (ADS)</b>, a metodologia proprietária de leveling da empresa.</p>
<p>O ADS define:</p>
<ul>
<li>Níveis claros de senioridade por área;</li>
<li>Expectativas de entrega em cada nível;</li>
<li>Faixas salariais associadas a esses estágios.</li>
</ul>
<p>A equação é direta: <b>senioridade → nível de entrega esperado → remuneração</b>.</p>
<p>Negociar salário fora desse sistema quebraria a coerência entre essas três dimensões.</p>
<h3><b>4) Leveling como ferramenta de equidade</b></h3>
<p>O ADS não serve apenas para desenvolvimento e carreira. Ele é uma ferramenta central para garantir equidade salarial.</p>
<p>Antes de definir uma oferta, o time de People cruza múltiplas referências:</p>
<ul>
<li>Nível esperado para a vaga;</li>
<li>Evidências coletadas ao longo do processo seletivo;</li>
<li>Comparações internas com pessoas que já ocupam níveis semelhantes.</li>
</ul>
<p>Isso evita situações comuns (e corrosivas) no mercado: alguém entrar ganhando mais do que pares que já entregam no mesmo patamar.</p>
<h3><b>5) Um processo seletivo que constrói alinhamento, sem surpresas</b></h3>
<p>Como a Alice não negocia ofertas, o processo seletivo é desenhado para reduzir incertezas.<br />
Ao longo das conversas, a pessoa candidata entende:</p>
<ul>
<li>Como funciona o leveling;</li>
<li>Quais são as expectativas de entrega;</li>
<li>Lógica de remuneração e benefícios;</li>
<li>O que a empresa valoriza culturalmente.</li>
</ul>
<p>O resultado é um dado que chama atenção: <b>mais de 90% das ofertas são aceitas</b>, muitas vezes no próprio momento da proposta.</p>
<p><b>6) Não negociar também vale para quem já está dentro</b></p>
<p>A coerência não termina na contratação. Na Alice, também não existem contrapropostas para reter alguém que recebeu uma oferta externa. A lógica é a mesma: corrigir salários apenas sob pressão externa gera distorções internas e quebra a relação de confiança construída.</p>
<p>Performance, desenvolvimento e evolução de remuneração acontecem dentro dos rituais e ciclos previstos e não em negociações pontuais.</p>
<h2><b>Para levar com você</b></h2>
<p>Mais do que fechar contratações, uma oferta de trabalho comunica quem a empresa é – com os seus valores, sua coerência e o tipo de relação que ela quer construir com os seus colaboradores.</p>
<p>Cada oferta é o primeiro capítulo de uma jornada de engajamento. Empresas que tratam a job offer como estratégia (e não como espaço para negociação e barganha) constroem vínculos mais sólidos, reduzem turnover e fortalecem sua cultura no longo prazo.</p>
<p><b>Confira o episódio completo no vídeo em destaque nesta página.</b></p>
<p>O post <a href="https://alice.com.br/blog/webinar/por-que-nao-negociamos-job-offers-na-alice/">Por que não negociamos job offers na Alice?</a> apareceu primeiro em <a href="https://alice.com.br/blog">Blog da Alice</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Cultura AI-driven e o impacto na saúde e performance</title>
		<link>https://alice.com.br/blog/webinar/cultura-ai-driven-e-o-impacto-na-saude-e-performance/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Time Alice]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Feb 2026 19:31:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Webinar]]></category>
		<category><![CDATA[plano de saúde]]></category>
		<category><![CDATA[plano de saúde empresarial]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://alice.com.br/blog/?p=20590</guid>

					<description><![CDATA[<p>Como a inteligência artificial está redesenhando a forma de trabalhar e o papel da liderança na construção dessa transformação.</p>
<p>O post <a href="https://alice.com.br/blog/webinar/cultura-ai-driven-e-o-impacto-na-saude-e-performance/">Cultura AI-driven e o impacto na saúde e performance</a> apareceu primeiro em <a href="https://alice.com.br/blog">Blog da Alice</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A inteligência artificial já deixou de ser uma tendência distante. Para muitas empresas, ela já está presente no dia a dia, automatizando tarefas, ampliando capacidade analítica e mudando a forma como as pessoas trabalham. O desafio agora não é mais <b>se</b> a IA será usada, mas <b>como</b> criar uma cultura que permita que ela gere impacto real em produtividade, saúde e performance.</p>
<p>No 11º do <b>Webinar Open Arena</b>, <a href="https://www.linkedin.com/in/saritavollnhofer/" target="_blank" rel="nofollow noopener"><b>Sarita Vollnhofer</b></a>, <strong>CHRO da Alice</strong> recebeu <a href="https://www.linkedin.com/in/kleberpiedade/" target="_blank" rel="nofollow noopener"><b>Kleber Piedade</b></a>, <strong>CEO da</strong> <b>Bondy</b>, e <a href="https://www.linkedin.com/in/frelacerda/" target="_blank" rel="nofollow noopener"><b>Fred Lacerda</b></a>, <strong>Cofundador da</strong> <b>Pin People</b>, para discutir o que significa, na prática, construir uma <b>cultura AI-driven</b> e quais são os riscos, dilemas e oportunidades desse processo.</p>
<p>O episódio também trouxe dados inéditos da <b>4ª edição do Pulso RH</b>,  estudo idealizado pela Alice e parceiros, que investiga a relação entre tecnologia, saúde e performance no trabalho.</p>
<h2>Quem participou?</h2>
<p><b>Kleber Piedade</b> é CEO da Bondy, empresa que utiliza inteligência artificial e automações para tornar a comunicação com colaboradores mais eficiente e acessível.</p>
<p><b>Fred Lacerda</b> é Co-founder da Pin People, plataforma de gestão de Employee Experience (EX) que combina psicologia organizacional, tecnologia e inteligência artificial para ajudar organizações a medir, entender e agir sobre os dados de experiência dos colaboradores.</p>
<h2>O que você vai aprender no episódio?</h2>
<h3><b>1) A IA já impacta a produtividade, mas a cultura ainda é o gargalo</b></h3>
<p>Dados da pesquisa Pulso RH mostram que <b>63% das pessoas já usam IA no trabalho</b>, e <b>58% sentem impacto direto na própria produtividade</b>. O ganho aparece principalmente na automação de tarefas repetitivas, no aumento de eficiência e na melhor gestão do tempo. Ainda assim, uma parcela significativa das pessoas segue sem usar a tecnologia, muitas vezes por falta de acesso, capacitação ou clareza de aplicação.</p>
<h3><b>2) Cultura AI-driven começa com direção clara da liderança</b></h3>
<p>Uma transformação desse porte não acontece de forma espontânea. A liderança precisa dar <b>direção explícita</b>, mostrar pelo exemplo e deixar claro que o uso da IA é incentivado, não punido. Quando CEOs e líderes usam, estudam e falam abertamente sobre IA, o receio diminui e a adoção se acelera.</p>
<h3><b>3) Não é sobre ferramenta, é sobre comportamento</b></h3>
<p>Um ponto central da conversa foi a armadilha de começar pela tecnologia. Assinar ferramentas sem mudar comportamentos tende a gerar pouco impacto. Cultura AI-driven se constrói quando a empresa parte dos <b>problemas reais</b>, entende onde a IA pode ajudar e só então disponibiliza as soluções certas.</p>
<h3><b>4) Capacitação precisa ser intencional e contínua</b></h3>
<p>Entre as pessoas que ainda não usam IA, a principal razão apontada é a falta de treinamento. Os convidados destacam a importância de inserir IA de forma estruturada nos planos de desenvolvimento, criando espaço para aprendizado prático, experimentação e troca constante, não como evento pontual, mas como rotina.</p>
<h3><b>5) Rituais aceleram a adoção</b></h3>
<p>Casos apresentados mostram como rituais simples — encontros periódicos, momentos de troca, espaços “mão na massa” — ajudam a transformar curiosidade em uso real. Quando as pessoas veem seus próprios processos sendo redesenhados com apoio da IA, a adoção deixa de ser abstrata e passa a fazer sentido no dia a dia.</p>
<h3><b>6) Saúde e performance caminham juntas</b></h3>
<p>A IA aparece como uma aliada importante na redução da carga operacional, liberando tempo para atividades mais estratégicas, criativas e interessantes. Isso pode melhorar a experiência do colaborador, desde que o ganho de eficiência não seja automaticamente convertido em mais cobrança.</p>
<h3><b>7) Segurança psicológica é condição para inovação</b></h3>
<p>Para que as pessoas experimentem, errem e aprendam, é preciso um ambiente de <b>segurança psicológica</b>. Os convidados reforçam que culturas que incentivam curiosidade, aprendizagem contínua e autonomia tendem a extrair mais valor da IA do que aquelas baseadas em controle e medo.</p>
<h3><b>8) Segurança de dados exige orientação</b></h3>
<p>Outro ponto crítico é o uso responsável da IA. Em vez de proibir, as empresas precisam <b>educar</b>, oferecer ferramentas seguras e orientar sobre limites, proteção de dados e boas práticas. O equilíbrio entre segurança e acesso é essencial para não travar a inovação.</p>
<h2><b>Para levar com você</b></h2>
<p>Construir uma cultura AI-driven não é um projeto de tecnologia, é uma <b>transformação cultural</b>. Ela exige direção clara, liderança pelo exemplo, capacitação contínua e segurança psicológica.</p>
<p>Quando bem conduzida, a IA pode ampliar a performance, melhorar a experiência de trabalho e apoiar uma relação mais saudável com a produtividade.</p>
<p><b>Confira o episódio completo no vídeo em destaque nesta página.</b></p>
<p>O post <a href="https://alice.com.br/blog/webinar/cultura-ai-driven-e-o-impacto-na-saude-e-performance/">Cultura AI-driven e o impacto na saúde e performance</a> apareceu primeiro em <a href="https://alice.com.br/blog">Blog da Alice</a>.</p>
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		<title>Saúde como estratégia: Cases da Alice e TotalPass</title>
		<link>https://alice.com.br/blog/webinar/saude-como-estrategia-cases-da-alice-e-totalpass/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Time Alice]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Feb 2026 19:28:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Webinar]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[plano de saúde empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[saúde dos funcionários]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://alice.com.br/blog/?p=20587</guid>

					<description><![CDATA[<p>Como liderança, cultura e rituais de bem-estar influenciam engajamento, produtividade e performance de forma consistente.</p>
<p>O post <a href="https://alice.com.br/blog/webinar/saude-como-estrategia-cases-da-alice-e-totalpass/">Saúde como estratégia: Cases da Alice e TotalPass</a> apareceu primeiro em <a href="https://alice.com.br/blog">Blog da Alice</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Saúde e bem-estar ganharam um papel central na forma como as empresas pensam performance. Em um contexto de crescimento acelerado e pressão por resultados, sustentar energia, foco e presença ao longo do tempo passou a ser tão estratégico quanto executar bem no curto prazo.</p>
<p>No 10º episódio do <b>Webinar Open Arena</b>, <strong><a href="https://www.linkedin.com/in/saritavollnhofer/" target="_blank" rel="nofollow noopener">Sarita Vollnhofer</a>, CHRO da Alice</strong>, recebeu dois convidados para uma conversa especial sobre o impacto da liderança na saúde dos times e como isso se traduz em resultados concretos. O encontro reuniu reflexões práticas sobre hábitos, cultura e rituais, além de dois cases complementares: <b>Alice</b> e <b>TotalPass</b>, que mostram caminhos distintos para integrar saúde à estratégia do negócio.</p>
<h2>Quem participou?</h2>
<p><a href="https://www.linkedin.com/in/guilherme-gui-azevedo-14807730/" target="_blank" rel="nofollow noopener"><b>Guilherme Azevedo</b></a> é cofundador da <strong>Alice</strong> e empreendedor com longa atuação em saúde. No episódio, compartilha como a empresa incorpora o cuidado como parte do seu modelo de gestão, conectando liderança, métricas e cultura no dia a dia.</p>
<p><a href="https://www.linkedin.com/in/felipecalbucci/" target="_blank" rel="nofollow noopener"><b>Felipe Calbucci</b></a> é CEO da TotalPass para a América Latina, com trajetória próxima do universo de RH e negócios B2B. Na conversa, traz aprendizados sobre o papel da comunidade na construção de bem-estar dentro das organizações.</p>
<h2>O que você vai aprender no episódio?</h2>
<h3><b>1) Saúde como alavanca de performance sustentada</b></h3>
<p>A conversa parte da ideia de que pessoas mais saudáveis tendem a ter maior presença, clareza e capacidade de manter o ritmo ao longo do tempo. Isso se traduz em engajamento mais estável, menos desgaste e maior previsibilidade de performance, especialmente em ambientes que exigem alta entrega contínua.</p>
<h3><b>2) O papel da liderança na criação de contexto</b></h3>
<p>O episódio destaca como comportamentos de liderança moldam expectativas culturais. Quando líderes organizam a agenda, falam abertamente sobre autocuidado e demonstram disciplina com hábitos possíveis, esses sinais se espalham pelo time e ajudam a legitimar escolhas mais saudáveis no cotidiano de trabalho.</p>
<h3><b>3) Consistência como fator-chave de bem-estar</b></h3>
<p>Em vez de rotinas ideais, a conversa reforça a importância de práticas sustentáveis. Pequenos rituais, como pausas conscientes, atividade física regular, atenção ao sono e espaços de escuta, contribuem para que as pessoas consigam se reequilibrar ao longo da semana e manter energia ao longo do tempo.</p>
<h3><b>4) Dados como ponte entre saúde e resultados</b></h3>
<p>O episódio traz evidências de que a percepção de cuidado influencia diretamente indicadores como engajamento, motivação, orgulho e produtividade. Quando o tema é tratado com seriedade e acompanhado por métricas, a saúde deixa de ser subjetiva e passa a orientar decisões de gestão.</p>
<h3><b>5) Case Alice: saúde integrada à cultura e à gestão</b></h3>
<p>No case da <b>Alice</b>, saúde aparece como parte explícita da cultura organizacional. O uso de indicadores internos permite acompanhar diferentes dimensões do bem-estar do time e transformar desvios em prioridade de gestão. A partir dessas leituras, ações coletivas e rituais são desenhados para fortalecer hábitos saudáveis e ampliar senso de pertencimento.</p>
<h3><b>6) Case TotalPass: saúde como experiência e comunidade</b></h3>
<p>No case da <b>TotalPass</b>, o episódio mostra como o cuidado ganha escala quando se conecta à experiência do dia a dia. Rituais de integração, práticas coletivas e incentivo ao uso ativo da plataforma ajudam a transformar saúde em hábito compartilhado, fortalecendo vínculos e adesão de forma orgânica.</p>
<h3><b>7) RH como articulador da estratégia de saúde</b></h3>
<p>A conversa reforça o papel do RH na leitura do contexto, na geração de dados relevantes e no empoderamento das lideranças. Ao estruturar rituais, métricas e acordos claros, o RH contribui para ambientes mais seguros, relações mais saudáveis e times mais preparados para sustentar alta performance.</p>
<h2><b>Para levar com você</b></h2>
<p>Quando saúde é tratada com intencionalidade, ela se traduz em cultura, rituais e decisões cotidianas. Lideranças que dão exemplo, métricas que orientam prioridades e práticas que cabem na rotina criam ambientes onde as pessoas conseguem performar com mais energia, clareza e continuidade. E isso se reflete diretamente nos resultados do negócio.</p>
<p><b>Confira o episódio completo no vídeo em destaque nesta página.</b></p>
<p>O post <a href="https://alice.com.br/blog/webinar/saude-como-estrategia-cases-da-alice-e-totalpass/">Saúde como estratégia: Cases da Alice e TotalPass</a> apareceu primeiro em <a href="https://alice.com.br/blog">Blog da Alice</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
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		<title>Como a cultura de aprendizagem pode ajudar a alavancar o negócio</title>
		<link>https://alice.com.br/blog/webinar/como-a-cultura-de-aprendizagem-pode-ajudar-a-alavancar-o-negocio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Time Alice]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Feb 2026 19:26:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Webinar]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[liderança]]></category>
		<category><![CDATA[plano de saúde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://alice.com.br/blog/?p=20584</guid>

					<description><![CDATA[<p>Como dados, inteligência coletiva e aprendizado contínuo viram vantagem competitiva: os ensinamentos do TikTok Way of Learning.</p>
<p>O post <a href="https://alice.com.br/blog/webinar/como-a-cultura-de-aprendizagem-pode-ajudar-a-alavancar-o-negocio/">Como a cultura de aprendizagem pode ajudar a alavancar o negócio</a> apareceu primeiro em <a href="https://alice.com.br/blog">Blog da Alice</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em empresas que crescem em alta velocidade, aprender não pode ser uma iniciativa paralela. Quando a aprendizagem não nasce das dores reais do negócio, ela vira consumo de conteúdo e não alavanca de performance.</p>
<p>Foi a partir dessa provocação que, no nono episódio do Webinar Open Arena, <strong><a href="https://www.linkedin.com/in/saritavollnhofer/" target="_blank" rel="nofollow noopener">Sarita Vollnhofer</a>, CHRO da Alice</strong>, recebeu<b> <a href="https://www.linkedin.com/in/natonicabrandao/" target="_blank" rel="nofollow noopener">Nathália Brandão</a>, Head de People Development do TikTok na América Latina</b>, para uma conversa sobre como colocar a aprendizagem no centro da estratégia e usá-la como motor de crescimento organizacional.</p>
<p>Ao longo do episódio, Nath compartilha os bastidores do <b>TikTok Way of Learning</b>, uma metodologia autoral construída para uma realidade de alta velocidade: times crescendo rápido, produtos mudando o tempo todo e demandas de negócio que não esperam “o próximo ciclo”.</p>
<h3>Quem participou?</h3>
<p><b>Nathália Brandão é Head de People Development do TikTok na América Latina</b> e lidera iniciativas de desenvolvimento do negócio através da aprendizagem. Com trajetória não linear (Direito, diplomacia, projetos, risco, marketing, inovação, produto e vendas), ela compartilha como construiu uma tese que coloca o learning no centro da estratégia e não como “um produto do RH”.</p>
<h2>O que você vai aprender no episódio?</h2>
<h3><b>1) Aprendizagem começa na dor real, não na solução pronta</b></h3>
<p>Antes de falar de metodologia, Nath deixa um princípio claro: <b>apaixone-se pelo problema</b>. Para ela, learning só gera tração quando respeita o tempo das pessoas (o “Corporate Love Language”) e devolve retorno: <b>ROI do investimento e retorno do tempo investido</b>. Isso muda a ordem das coisas: em vez de comprar um programa pronto e tentar encaixar, o time parte de diagnóstico, contexto e necessidade do negócio.</p>
<h3><b>2) Learning como Core Business: quando a estrutura “mostra” a estratégia</b></h3>
<p>Um ponto que chama atenção no TikTok é a forma como a aprendizagem é posicionada: <b>learning reporta para o negócio</b> (e caminha lado a lado com People). Isso influencia diretamente:</p>
<ul>
<li><b>Métricas</b> (não apenas “métricas padrão de L&amp;D”, mas impacto no negócio)</li>
<li><b>Prioridades</b> (o que entra na agenda vem da mesa executiva e dos desafios estratégicos)</li>
<li><b>Conteúdo</b> (menos “catálogo”, mais solução desenhada para o que está acontecendo agora)</li>
</ul>
<p>A lógica é: se o negócio muda rápido, <b>a aprendizagem precisa mudar mais rápido ainda</b>.</p>
<h3><b>3) For You Learning: personalização com mentalidade de algoritmo</b></h3>
<p>O segundo pilar do TikTok Way of Learning é inspirado na For You Page: <b>entregar o que faz sentido para aquele público, naquele momento</b>. Em vez de “one size fits all”, a ideia é ser intencional sobre:</p>
<ul>
<li><b>O que</b> precisa ser aprendido (prioridades reais)</li>
<li><b>Como</b> entregar (imersão? vídeo curto? prática? comunicação?)</li>
<li><b>Como melhorar continuamente</b> (feedback loop: aprender com o feedback e refinar a próxima experiência)</li>
</ul>
<p>O resultado esperado é menos mobilização em massa e mais <b>gestão de conhecimento com foco e precisão</b>.</p>
<h3><b>4) Conhecimento coletivo como escala</b></h3>
<p>O terceiro pilar parte de uma crença forte: <b>não existe um “detentor do conhecimento”</b>. No TikTok, todo mundo pode ensinar e aprender, independentemente de nível hierárquico. A prática que materializa isso são os <b>TikTok Champions</b>: pessoas mapeadas como referências em temas específicos, responsáveis por <b>escalar conhecimento</b> e ativar inteligência coletiva.</p>
<p>Aqui, aprendizagem deixa de ser “aula” e vira comunidade: menos transmissão, mais <b>troca, prática e peer learning</b>.</p>
<h3><b>5) Case real: TikTok Way of Selling e o salto de engajamento</b></h3>
<p>Para tangibilizar a metodologia, Nath compartilha o primeiro grande teste do modelo: o <b>TikTok Way of Selling</b>, um programa criado a partir de dados (pesquisa de satisfação do cliente) e de entrevistas internas com vendas e áreas parceiras. O objetivo era ajudar o time a subir de patamar: <b>de vendedor para consultor de negócio</b>.</p>
<p>O design do programa seguiu três camadas:</p>
<ul>
<li><b>Sócio-emocional</b>: vendas como “emoção pura” (neurociência e autorregulação)</li>
<li><b>Cognitiva</b>: técnicas de venda, negociação, problem solving e conversa com stakeholders</li>
<li><b>Psicomotora</b>: prática ativa em problemas reais, com coaching no momento</li>
</ul>
<p>Um detalhe que surpreende: apesar de ser uma empresa de tecnologia, o programa foi <b>100% offline</b> com presença, prática e troca intensa. E o resultado de engajamento foi marcante: o time saiu de <b>22% para 100% de participação</b>.</p>
<p>Mais do que aprender “hard e soft skills”, o programa virou um catalisador cultural: ambiente seguro, aprendizado entre pares e autorregulação. É aí que o pilar <b>Culture via Learning</b> aparece na prática.</p>
<h2><b>Para levar com você</b></h2>
<p>O TikTok Way of Learning mostra que aprender não é uma etapa do processo: é o próprio processo. Quando a aprendizagem parte das dores reais do negócio, respeita o tempo das pessoas e ativa a inteligência coletiva, ela deixa de ser suporte e passa a ser estratégia.</p>
<p>O resultado não é só mais conhecimento, mas decisões melhores, times mais preparados e uma cultura que aprende na mesma velocidade em que executa.</p>
<p><b>Confira o episódio completo no vídeo em destaque nesta página.</b></p>
<p>O post <a href="https://alice.com.br/blog/webinar/como-a-cultura-de-aprendizagem-pode-ajudar-a-alavancar-o-negocio/">Como a cultura de aprendizagem pode ajudar a alavancar o negócio</a> apareceu primeiro em <a href="https://alice.com.br/blog">Blog da Alice</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Densidade de talentos como estratégia para alta performance</title>
		<link>https://alice.com.br/blog/webinar/densidade-de-talentos-como-estrategia-para-alta-performance/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Time Alice]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Feb 2026 19:22:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Webinar]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://alice.com.br/blog/?p=20581</guid>

					<description><![CDATA[<p>Como a Neon transformou “talento” em critério claro e usou isso para acelerar performance coletiva.</p>
<p>O post <a href="https://alice.com.br/blog/webinar/densidade-de-talentos-como-estrategia-para-alta-performance/">Densidade de talentos como estratégia para alta performance</a> apareceu primeiro em <a href="https://alice.com.br/blog">Blog da Alice</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Densidade de talentos é um conceito que ficou mais conhecido no mundo tech, mas a pergunta por trás dele é universal: a empresa está conseguindo atrair, desenvolver e reter pessoas altamente capazes nas cadeiras que mais movem (ou protegem) o negócio?</p>
<p>No episódio 8 do Webinar Open Arena, <strong><a href="https://www.linkedin.com/in/saritavollnhofer/" target="_blank" rel="nofollow noopener">Sarita Vollnhofer</a></strong>, <strong>CHRO da Alice</strong>, recebeu <b><a href="https://www.linkedin.com/in/roberta-valezio/" target="_blank" rel="nofollow noopener">Roberta Valezio</a>, CHRO da Neon</b>, para contar como essa estratégia ganhou forma na prática com processos, linguagem comum e decisões mais consistentes sobre performance, desenvolvimento, reconhecimento e contratação.</p>
<p>Durante o episódio Roberta e Sarita lembraram que densidade de talentos não é um “programa de RH”, é uma forma de reduzir subjetividade e melhorar decisões em momentos críticos (contratar, promover, reconhecer, desligar), principalmente quando a organização amadurece e precisa ser mais orientada a resultado.</p>
<h2>Quem participou?</h2>
<p><b>Roberta Valésio</b> <b>é CHRO da</b> <b>Neon</b> e neste webinar compartilha a jornada de amadurecimento da Neon, de uma cultura muito inspiradora e “legal” para uma cultura orientada a resultado e um modelo de gestão de talentos que evolui a cada ciclo.</p>
<h2>O que você vai aprender no episódio?</h2>
<h3><b>1) Densidade de talentos começa quando “talento” deixa de ser opinião</b></h3>
<p>Roberta compartilhou que o tema ganhou força na Neon quando duas coisas aconteceram ao mesmo tempo: o<b> tema entrou na agenda do negócio</b> e a <b>Neon estava vivendo um projeto grande de cultura</b>. Na prática, havia um problema clássico: em decisões de mérito, promoção e performance, a conversa tendia para o “eu sinto que fulano é…”. Sem definição comum do que é um talento naquele contexto.</p>
<p>A virada veio ao simplificar o conceito: <b>talento-chave é quem tem competência/potencial para transformar o negócio ou proteger algo crítico &#8211; e está sentado numa cadeira de impacto equivalente</b>. Menos “teoria”, mais utilidade.</p>
<h3><b>2) Um modelo simples, com rituais consistentes </b></h3>
<p>A estratégia ganhou força por repetição: foram diversos ciclos para mapear talentos-chave e cadeiras críticas, olhando:</p>
<ul>
<li>Performance recente</li>
<li>Impacto da função nas métricas e estratégia</li>
<li>Cultura, influência e comportamento</li>
<li>Senioridade (pela capacidade de impacto)</li>
</ul>
<p>Um ponto importante: o processo amadureceu com aprendizados. Roberta contou que em um momento, a Neon percebeu que estava “hiper focada” em alguns grupos  e acabou deixando outras frentes relevantes sem a atenção necessária. A revisão serviu como ajuste de rota: <b>densidade de talentos só funciona quando é uma estratégia para elevar a performance do todo</b>, e não um “clube” restrito que concentra investimento e visibilidade em poucos.</p>
<h3><b>3) Transparência com responsabilidade</b></h3>
<p>Um trecho rico do episódio é quando Roberta aborda um tabu: <b>a Neon comunica para as pessoas quando elas estão no grupo de talentos-chave,</b> entendendo que o conceito é fluido e muda com o tempo (porque talento também depende do que o negócio precisa naquele momento).</p>
<p>Além disso, a lista vira ferramenta prática de liderança: por exemplo, em um marco importante (como meses de lucro), a empresa usou o grupo como ponto de partida para uma premiação, com flexibilidade para líderes indicarem outros nomes por retenção e potencial.</p>
<h3><b>4) Qual é o “número saudável” de talentos-chave? </b></h3>
<p>O ponto não é a matemática em si — é o que ela representa: <b>clareza sobre quem sustenta a maior parte do impacto do negócio</b> e, principalmente, como a empresa protege, desenvolve e reposiciona essas pessoas ao longo do tempo. Falar de talentos-chave é falar de escolhas estratégicas, não de percentuais isolados.</p>
<p>Como referência prática, Roberta compartilhou o case da Neon: cerca de <b>12,2% do time é considerado talento-chave</b> (número que já chegou a ultrapassar 20% em ciclos anteriores). Nos benchmarks que ela acompanha, o intervalo mais comum gira em torno de <b>15%</b>, com variações de aproximadamente <b>5% para mais ou para menos</b>, a depender do momento do negócio e da maturidade da organização.</p>
<h3><b>5) Cultura que sustenta performance</b></h3>
<p>Um dos aprendizados trazidos no episódio é como cultura e performance se retroalimentam. Roberta conta que a Neon tinha uma arquitetura cultural inspiradora (valores como “divertido e responsável”, “talentoso e colaborativo”), mas que, na prática, faltava definição do que era “talentoso”, do que era “colaborativo” e como isso se conectava com performance técnica.</p>
<p>A resposta foi trabalhar <b>cultura e trilhas de carreira em paralelo</b>: menos perguntas genéricas, mais clareza do que se espera por nível e por função. O resultado foi uma nova arquitetura cultural com <b>12 princípios</b>, mais específicos e operáveis, explicando como talento, colaboração e performance devem funcionar “de verdade” no dia a dia.</p>
<h3><b>6) Hiring como motor da densidade: mais qualidade, menos “máquina de salsicha”</b></h3>
<p>Quando a densidade vira prioridade, o recrutamento precisa mudar de natureza. A Neon fez uma transição importante: saiu do foco em volume/velocidade e passou a perseguir <b>qualidade de contratação</b> com mais rigor técnico e decisões menos unilaterais.</p>
<p>O ponto central: <b>tirar o peso da decisão só do gestor direto</b>. Talentos se movem, geram fricção positiva, desafiam status quo e nem todo líder está pronto para lidar com isso sozinho.</p>
<p>O mecanismo que consolidou a barra foi um <b>comitê semanal de contratação</b>: toda pessoa que vai receber oferta é revisada pela liderança sênior (incluindo CEO/fundador e liderança de People), olhando entrevistadores, pareceres e coerência do processo. É um ritual que “evangeliza” a liderança e eleva a consistência, especialmente enquanto a organização está aprendendo a contratar melhor.</p>
<h2><b>Para levar com você</b></h2>
<p>Densidade de talentos não se constrói com slogans. Ela nasce quando você consegue responder, com método:</p>
<ul>
<li>O que é “talento” aqui?</li>
<li>Quais cadeiras transformam ou protegem valor crítico?</li>
<li>Quais rituais garantem consistência (ciclo após ciclo)?</li>
<li>Minha cultura explica performance com clareza?</li>
<li>Meu hiring está otimizando para qualidade ou só para velocidade?</li>
</ul>
<p>Quando esses elementos se conectam, densidade de talentos deixa de ser conceito e vira <b>um sistema de performance coletiva</b>, com mais previsibilidade, mais foco e melhores decisões.</p>
<p><b>Confira o episódio completo no vídeo em destaque nesta página.</b></p>
<p>O post <a href="https://alice.com.br/blog/webinar/densidade-de-talentos-como-estrategia-para-alta-performance/">Densidade de talentos como estratégia para alta performance</a> apareceu primeiro em <a href="https://alice.com.br/blog">Blog da Alice</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Bots, dados e cultura: o novo modelo de RH orientado por IA</title>
		<link>https://alice.com.br/blog/webinar/rh-orientado-por-ia-novo-modelo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Time Alice]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Feb 2026 19:18:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Webinar]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[plano de saúde]]></category>
		<category><![CDATA[saúde dos funcionários]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dos bots internos ao uso de IA no recrutamento, o iFood compartilha os bastidores de um RH que escala com tech sem abrir mão do cuidado.</p>
<p>O post <a href="https://alice.com.br/blog/webinar/rh-orientado-por-ia-novo-modelo/">Bots, dados e cultura: o novo modelo de RH orientado por IA</a> apareceu primeiro em <a href="https://alice.com.br/blog">Blog da Alice</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Inteligência Artificial deixou de ser um assunto “depois a gente vê” e virou parte do agora, inclusive no RH. No sétimo episódio do <b>Webinar Open Arena</b>, <strong><a href="https://www.linkedin.com/in/saritavollnhofer/" target="_blank" rel="nofollow noopener">Sarita Vollnhofer</a>, CHRO da Alice,</strong> recebeu <a href="https://www.linkedin.com/in/raphaelbozza/" target="_blank" rel="nofollow noopener"><b>Raphael Bozza</b></a>, <strong>CHRO do</strong> <b>iFood</b>, para uma conversa aberta sobre o que está funcionando de verdade: como criar uma cultura que experimenta, erra rápido, aprende e transforma o dia a dia do time de People com tecnologia.</p>
<p>Ao longo do episódio, Bosa mostrou que o ponto de partida não é “vamos usar IA porque todo mundo está falando”, mas sim: <b>qual problema real estamos resolvendo?</b> É daí que nascem produtos internos com adoção alta, impacto operacional e espaço para o RH ser mais estratégico, especialmente em empresas que crescem em complexidade.</p>
<h2>Quem participou?</h2>
<p><b>Raphael Bozza</b> é CHRO do <b>iFood</b>, lidera um time de People com cerca de <b>200 pessoas</b> e apoia uma organização com <b>6.500 colaboradores (foodlovers)</b>. No webinar, ele compartilhou como o iFood vem estruturando produtos internos, rituais e mentalidade de inovação para escalar o RH sem virar refém de processos manuais.</p>
<p>O que você vai aprender no episódio?</p>
<h3><b>1) IA não é modismo: é resposta à complexidade do negócio</b></h3>
<p>Um dos pontos centrais da conversa é que a tecnologia não entra “por hype”. Ela entra porque o negócio muda: o iFood deixou de ser “só delivery” e virou um ecossistema com múltiplas frentes, produtos e operações. Nesse cenário, <b>sem tecnologia dentro do RH, o time não escala e perde lugar na mesa de decisão</b>. Quando a empresa acelera, o RH precisa acelerar também e IA pode ser o motor desse salto.</p>
<h3><b>2) Cultura de inovação é pré-requisito para adoção</b></h3>
<p>Bosa conecta IA a um fundamento cultural: <b>aprender rápido, testar e não punir quem experimenta</b>. Sem esse ambiente, a pessoa evita usar IA, tem medo de errar, ou até sente receio de admitir que automatizou parte do trabalho.</p>
<p>A mensagem que atravessa o episódio é: para a IA virar rotina, a liderança precisa reforçar que usar tecnologia <b>é incentivo e não risco</b>.</p>
<h3><b>3) Alie: o bot que virou “membro do time”</b></h3>
<p>O primeiro grande case do iFood é a <b>Alli</b>, um bot interno que começou respondendo dúvidas e foi ganhando novas camadas até virar um hub operacional do RH. Hoje, ela:</p>
<ul>
<li>atende <b>mais de 30 mil chamados por mês</b><b><br />
</b></li>
<li>resolve <b>82%</b> das solicitações já na primeira resposta</li>
<li>é acessada por cerca de <b>80%</b> dos foodlovers ao menos uma vez por mês</li>
<li>suporta fluxos como <b>férias, atestados e rotinas</b> que antes consumiam muito tempo de BPs e operações</li>
</ul>
<p>O aprendizado importante aqui é menos “ter um bot” e mais <b>ter um produto confiável</b>: base de dados bem feita, atualização constante e governança. Bosa lembrou que quando a ferramenta perde credibilidade, a adoção cai. E recuperar confiança é difícil.</p>
<h3><b>4) IA aplicada ao recrutamento</b></h3>
<p>O segundo case é a <b>Aira (AI Recruiter &amp; Assist)</b>, uma solução recente que nasceu de uma dor simples e grande: <b>baixa visibilidade e fricção no fluxo de contratação</b> (sistemas desconectados, aprovações espalhadas, falta de status em tempo real).</p>
<p>A Aira foi construída onde a vida acontece: <b>no Slack</b>. E aí mora um segredo de adoção: não obrigar a liderança a “ir para mais uma ferramenta”, mas trazer o processo para o canal que já está aberto o dia inteiro.</p>
<p>Entre as aplicações citadas:</p>
<ul>
<li>geração de <b>job description</b> com poucos inputs</li>
<li>consolidação de dados do funil para dar visibilidade</li>
<li>automação de passos como aprovações e interações com o processo</li>
</ul>
<p>E um detalhe que diz muito sobre cultura: com a Aira, o CEO e o CHRO recebem semanalmente, via Slack, uma lista de novas contratações, com informações para mandar uma mensagem personalizada de boas-vindas, combinando eficiência com cuidado.</p>
<h3><b>5) “Jet skis”: testar pequeno para escalar o que funciona</b></h3>
<p>Bosa compartilha um modelo mental do iFood, que é: em vez de apostar todas as fichas em um “projetão”, a empresa roda dezenas de experimentos pequenos (“jet skis”). A lógica é:</p>
<ul>
<li>criar um funil de ideias</li>
<li>testar rápido</li>
<li>medir resultado</li>
<li>escalar só o que realmente gera impacto</li>
</ul>
<p>No RH, isso se traduz em inovação com ritmo, sem paralisar por perfeccionismo e sem virar “tecnologia por tecnologia”.</p>
<h3><b>6) IA não substitui o RH </b></h3>
<p>Um ponto que aparece o tempo todo no episódio é a ideia de <b>ganhar tempo</b>: tirar tarefas repetitivas e burocráticas do caminho para o RH fazer melhor o que sempre foi diferencial: leitura de contexto, decisões com nuance, cultura, performance, desenvolvimento e o fator humano. A IA não precisa “tirar o humano” do RH. Ela pode <b>proteger o humano</b>, ao reduzir atrito operacional e abrir espaço para conexões de verdade.</p>
<h2><b>Para levar com você</b></h2>
<p>O case do iFood mostra que a pergunta certa não é “qual ferramenta de IA eu devo comprar?”, mas:</p>
<ul>
<li>Qual dor real quero resolver?</li>
<li>Onde as pessoas já trabalham (Slack, WhatsApp, etc.)?</li>
<li>Meus dados e processos estão confiáveis?</li>
<li>Tenho cultura e rituais para sustentar adoção?</li>
</ul>
<p>Quando a IA entra com intencionalidade e com mentalidade de produto, ela vira alavanca de escala, de experiência e de posicionamento estratégico do RH.</p>
<p><b>Confira o episódio completo no vídeo em destaque nesta página.</b></p>
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			</item>
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		<title>Você não é o seu crachá: o que pensa a Gen Z sobre saúde e trabalho?</title>
		<link>https://alice.com.br/blog/webinar/voce-nao-e-o-seu-cracha-o-que-pensa-a-gen-z-sobre-saude-e-trabalho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Time Alice]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Feb 2026 19:13:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Webinar]]></category>
		<category><![CDATA[plano de saúde]]></category>
		<category><![CDATA[plano de saúde empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[saúde dos funcionários]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://alice.com.br/blog/?p=20573</guid>

					<description><![CDATA[<p>O que a Gen Z está nos dizendo sobre saúde, valores e trabalho e como o RH pode responder com mais coerência, autonomia e cuidado.</p>
<p>O post <a href="https://alice.com.br/blog/webinar/voce-nao-e-o-seu-cracha-o-que-pensa-a-gen-z-sobre-saude-e-trabalho/">Você não é o seu crachá: o que pensa a Gen Z sobre saúde e trabalho?</a> apareceu primeiro em <a href="https://alice.com.br/blog">Blog da Alice</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Geração Z já está ocupando espaço central nas empresas e, junto com ela, chegam novas expectativas sobre autonomia, flexibilidade, saúde mental e alinhamento de valores. No sexto episódio do <b>Webinar Open Arena</b>, a Alice recebeu <a href="https://www.linkedin.com/in/isadora-gabriel/" target="_blank" rel="nofollow noopener"><b>Isadora Gabriel</b></a>, <strong>CHRO da</strong> <b>Flash</b>, para aprofundar os dados do estudo idealizado pela Alice e parceiros, <b>Pulso RH,</b> sobre Gen Z, saúde e trabalho e traduzir esses insights em caminhos práticos para o RH.</p>
<p>Conduzido por <a href="https://www.linkedin.com/in/saritavollnhofer/" target="_blank" rel="nofollow noopener"><b>Sarita Vollnhofer</b></a>, <strong>CHRO da Alice</strong>, o encontro mostrou que a pergunta não é “como lidar com a Gen Z”, mas <b>como criar ambientes de trabalho mais coerentes com a vida real</b>, onde saúde e performance caminhem juntas.</p>
<h2>Quem participou?</h2>
<p><b>Isadora Gabriel</b> é CHRO da <b>Flash</b>, plataforma de gestão da jornada do colaborador (benefícios, despesas, admissão, controle de jornada, desligamento e mais). No episódio, Isa conecta o que os dados mostram com a prática: como desenhar experiências mais simples, flexíveis e alinhadas ao que essa nova geração valoriza, sem perder performance e sustentabilidade.</p>
<h2>O que você vai aprender no episódio?</h2>
<h3><b>1) A Gen Z não é “descomprometida”, mas comprometida com ela mesma</b></h3>
<p>A conversa trouxe uma provação importante que é quebrar o mito de “ geração descompromissada”. A Gen Z tende a enxergar o trabalho como parte da identidade, mas não como o centro dela. Nos dados apresentados, isso aparece com clareza: em comparação com millennials, mais jovens veem o trabalho como “um pouco do que eu sou” e, com maior frequência, como um “mal necessário para pagar as contas”.</p>
<p>O convite é mudar a perspectiva do olhar: não é falta de ambição, é mais consciência de escolha, mais criticidade e menos disposição para engolir incoerências.</p>
<h3><b>2) Saúde é prioridade, mas os indicadores estão piores</b></h3>
<p>A conversa traz um contraste que chama atenção: a Gen Z coloca saúde e bem-estar como tema central, mas os dados mostram <b>pior condição populacional</b>, especialmente em saúde mental. Com base em análises da Alice (incluindo o <b>Score Magenta</b>, indicador holístico de saúde), surgem sinais como:</p>
<ul>
<li>pior score geral da Gen Z vs. millennials;&nbsp;</li>
<li>pior recorte no pilar de saúde mental;&nbsp;</li>
<li><b>maior prevalência de ansiedade</b> entre os mais jovens.&nbsp;</li>
</ul>
<p>O episódio reforça que não basta “falar de saúde mental”. É preciso entender o que, no ambiente e no modo de trabalho, está contribuindo para esse cenário.</p>
<h3><b>3) Valores e cultura impactam saúde de forma concreta</b></h3>
<p>Um insight bem forte do estudo é: quando existe <b>alinhamento entre valores pessoais e valores da empresa</b>, a percepção de saúde melhora muito. A Gen Z reporta saúde “boa/excelente” com muito mais frequência quando sente coerência entre o que acredita e o que a empresa pratica.</p>
<p>Na prática, isso coloca uma responsabilidade extra no RH: <b>ser transparente e consistente</b>, especialmente no recrutamento e na experiência real depois da contratação.</p>
<h3><b>4) Transparência e coerência: o “EVP real” ganha mais peso que o “EVP bonito”</b></h3>
<p>No episódio, Sarita e Isa reforçam um ponto-chave: a Gen Z cobra que a empresa seja a mesma no discurso e na rotina. Não adianta dizer que tem equilíbrio se a liderança manda mensagem no fim de semana. Não adianta prometer autonomia se o dia a dia é microgestão. É <b>melhor ser honesto sobre trade-offs do que vender um cenário perfeito e frustrar na prática</b>. Porque isso vira ansiedade, frustração, queda de engajamento e (frequentemente) turnover.</p>
<h3><b>5) Benefícios flexíveis: a Gen Z usa diferente</b></h3>
<p>Um dado prático que apareceu na conversa é que quando existe flexibilidade real, a Gen Z tende a direcionar mais escolhas para <b>saúde física e mental,</b> usando melhor a lógica de personalização do pacote. Isso mostra duas coisas importantes para o RH:</p>
<ul>
<li>flexibilidade não é só “bônus”, é ferramenta de aderência;&nbsp;</li>
<li>benefícios ganham potência quando permitem escolhas por momento de vida e necessidade.&nbsp;</li>
</ul>
<h3><b>6) O desafio do “digital demais” e a cultura de foco</b></h3>
<p>Isa também aponta que a Gen Z nasceu no digital e vive sob <b>excesso de estímulo, múltiplas telas, notificações e pressão por atualização constante</b>. E isso pode amplificar ansiedade e dificultar concentração e produtividade.</p>
<p>O episódio traz uma provocação importante: se o ambiente de trabalho não ajuda as pessoas a criarem foco, limites e ritmo sustentável, <b>a saúde mental vira um custo invisível</b>, especialmente para quem está começando a carreira.</p>
<h2><b>Para levar com você</b></h2>
<p>A Gen Z está colocando um espelho na frente das empresas: <b>autonomia sem suporte não funciona, cultura sem prática não se sustenta e “saúde no discurso” não segura ansiedade na rotina.</b></p>
<p>Para o RH, o caminho passa por coerência (o que prometemos x o que entregamos), por experiências mais transparentes desde o hiring, por flexibilidade que respeita diferentes vidas e por lideranças capazes de orientar sem controlar.</p>
<p><b>Confira o episódio completo no vídeo em destaque nesta página!</b></p>
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