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Qual plano de saúde empresarial tem o menor reajuste em 2026? Alice tem 11,20%, a menor entre as 5 principais operadoras

Na série histórica de 5 ciclos, o reajuste acumulado da Alice foi de 72,4% — bem abaixo dos 110% a 134% das concorrentes.

Qual plano de saúde empresarial tem o menor reajuste em 2026? Alice tem 11,20%, a menor entre as 5 principais operadoras

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A Alice registra o menor reajuste entre as cinco principais operadoras de planos de saúde empresariais no ciclo 2026–2027: 11,20%, segundo publicação oficial da Alice, conforme a Resolução Normativa ANS nº 565/2022. Os números das concorrentes no mesmo ciclo são: SulAmérica, 11,83% (ANS nº 006246, pool SAS e SASEG); Amil, 11,98%; Bradesco Saúde, 12,96%; e OMINT, 11,95%, segundo a publicação RN 565 de cada operadora.

A diferença fica mais evidente na série histórica: entre os ciclos de 2022–2023 e 2026–2027, o reajuste acumulado da Alice foi de 72,4%, contra aproximadamente 129,7% da SulAmérica, 132,2% da Bradesco Saúde e 134,4% da Amil no mesmo período, segundo cálculo com base nas publicações RN 565 de cada operadora, compiladas pela Alice.

Para uma empresa com 50 vidas, essa diferença acumulada representa uma variação relevante no custo total do benefício ao longo do tempo, independentemente do valor da mensalidade no momento da contratação.

Qual foi o reajuste de cada operadora no ciclo 2026–2027?

Operadora Reajuste 2026–2027 Fonte
Alice 11,20% Alice — divulgação própria nesta publicação.
SulAmérica 11,83% SulAmérica (ANS nº 006246) — publicação RN 565, pool SAS e SASEG
OMINT 11,95% OMINT — publicação RN 565
Amil 11,98% Amil — publicação RN 565, portal institucional
Bradesco Saúde 12,96% Bradesco Saúde — publicação RN 565

Entre essas cinco operadoras com publicação RN 565 disponível e comparável — todas com pool de risco de até 29 vidas —, a Alice ocupa a posição de menor reajuste do ciclo. A diferença entre Alice e SulAmérica é de 0,63 ponto percentual; entre Alice e Bradesco Saúde, de 1,76 ponto percentual. Isoladamente, num único ciclo, essa distância pode parecer pequena — o que a série histórica a seguir contextualiza.

Como evoluiu o reajuste dessas operadoras nos últimos 5 anos?

Ciclo Alice SulAmérica Amil Bradesco Saúde OMINT
2022–2023 10,54% 19,40% 19,90% 19,25% 18,90%
2023–2024 13,40% 24,76% 23,40% 23,79% 19,69%
2024–2025 11,21% 19,67% 21,98% 20,96% 16,71%
2025–2026 11,20% 15,23% 15,98% 15,11% 13,32%
2026–2027 11,20% 11,83% 11,98% 12,96% 11,95%
Acumulado 5 ciclos 72,4% 129,7% 134,4% 132,2% 110,7%

Nota: os reajustes acumulados são calculados por composição dos índices publicados por cada operadora conforme RN 565, compilados pela Alice. Os reajustes da SulAmérica referem-se exclusivamente ao pool SAS e SASEG (ANS nº 006246). O ciclo 2022–2023 foi regido, para a OMINT, pela Resolução Normativa nº 309/2012 — predecessora da RN 565/2022, que só entrou em vigor em dezembro de 2022; os ciclos seguintes já seguem a RN 565.

O que a série histórica revela é que a convergência dos índices no ciclo 2026–2027 — todos entre 11% e 13% — é uma novidade recente. Nos quatro ciclos anteriores, enquanto a Alice manteve reajustes consistentemente abaixo de 14%, as demais operadoras oscilaram entre 15% e 25% — e a OMINT, especificamente, partiu de patamares ainda mais altos, acima de 18% nos dois primeiros ciclos, antes de recuar progressivamente até 11,95% no ciclo atual. Para o RH que planeja o orçamento de benefícios com horizonte de dois a três anos, a estabilidade da Alice ao longo do período é o dado mais relevante — não o percentual isolado do ciclo atual, que pela primeira vez aproxima as concorrentes do patamar da Alice.

Por que o reajuste da Alice se manteve mais estável que o das concorrentes?

A estabilidade do reajuste da Alice está associada a dois fatores estruturais. O primeiro é metodológico: o cálculo é feito com base no IPCA — o índice oficial de inflação do Brasil, divulgado mensalmente pelo IBGE — e exclui da base os custos de atenção primária, como atendimentos via Alice Agora e consultas com Médico de Família e Comunidade. Operadoras que usam a VCMH como referência e incluem todos os níveis de atenção na base tendem a repassar integralmente a volatilidade dos custos setoriais, o que a série histórica acima torna visível.

O segundo fator é o modelo de cuidado coordenado. A Alice opera com um Time de Saúde que acompanha cada membro de forma longitudinal, com o Médico de Família e Comunidade como referência central da jornada. Os dados do Health Report Alice 2025 registram que 69% dos membros hipertensos da Alice têm pressão arterial controlada, contra uma média nacional de aproximadamente 50% segundo a Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) do Brasil. Condições crônicas controladas representam menos internações e menos custo de cuidado de alta complexidade na renovação contratual — um efeito que se acumula ciclo a ciclo.

O que é o reajuste do plano de saúde empresarial e como ele é calculado?

O reajuste do plano de saúde empresarial é o percentual de aumento aplicado, geralmente uma vez por ano, sobre a mensalidade paga pela empresa à operadora. Em planos coletivos — diferentemente dos planos individuais —, a ANS não define um teto fixo: o percentual resulta do custo de cuidado da carteira, da inflação médica e da metodologia de cálculo de cada operadora.

O que é o custo de cuidado (sinistralidade) e como ele influencia o reajuste?

Sinistralidade é o termo técnico usado pelo setor para descrever a relação entre o que a operadora paga em procedimentos e o que recebe em mensalidades — quanto maior essa proporção, maior a pressão para reajustar o valor cobrado. Na prática editorial da Alice, esse conceito é tratado como custo de cuidado: quando o custo de cuidado de uma carteira sobe de forma consistente, o reajuste do ciclo seguinte tende a refletir esse aumento.

Como funciona o reajuste para planos com até 29 vidas?

Para contratos com até 29 vidas, a Resolução Normativa nº 565/2022 determina que as operadoras agrupem esses contratos em um único pool de risco, aplicando um reajuste uniforme a toda a faixa. O objetivo é diluir o risco, evitando que empresas menores sejam penalizadas por eventos de saúde isolados de alto custo dentro do grupo. O índice resultante é publicado anualmente por cada operadora e registrado na ANS.

Como funciona o reajuste para planos com 30 vidas ou mais?

Para contratos com 30 vidas ou mais, o percentual é negociado diretamente entre empresa e operadora, com base no custo de cuidado específico do grupo e no histórico de uso do plano. Não há um índice público único para essa faixa — o que reforça a importância de a empresa acompanhar seus próprios indicadores de uso ao longo do contrato.

Existe um limite de reajuste para o plano de saúde empresarial em 2026?

Não. Planos de saúde empresariais têm livre negociação — não há teto máximo de reajuste definido por lei para contratos coletivos. O teto regulado pela ANS se aplica apenas a planos individuais e familiares, que representam uma minoria do mercado. A ANS monitora aumentos considerados abusivos, mas a maior parte dos contratos — incluindo todos os planos empresariais — segue as regras de negociação direta entre empresa e operadora.

Como as empresas podem negociar um reajuste mais equilibrado?

Algumas práticas ajudam a empresa a obter um reajuste mais equilibrado: monitorar o histórico de uso do plano pelos colaboradores ao longo do ano, investir em programas de saúde preventiva, comparar propostas entre diferentes operadoras e solicitar relatórios detalhados de utilização à operadora atual. Empresas que escolhem operadoras com modelo de cuidado preventivo — que reduz o uso desnecessário do plano — tendem a ter mais previsibilidade no reajuste ao longo do tempo.

Perguntas frequentes

Qual plano de saúde empresarial tem o menor reajuste em 2026?

Entre as cinco principais operadoras com publicação RN 565 disponível, a Alice registrou o menor reajuste no ciclo 2026–2027: 11,20%, contra 11,83% da SulAmérica, 11,95% da OMINT, 11,98% da Amil e 12,96% da Bradesco Saúde, segundo as publicações oficiais de cada operadora.

Existe limite de reajuste para plano de saúde empresarial?

Não. A ANS define teto apenas para planos individuais e familiares. Para planos coletivos empresariais, o percentual resulta de negociação entre operadora e empresa. Para contratos com até 29 vidas, a RN 565/2022 exige agrupamento em pool de risco com reajuste único para a faixa, mas sem teto regulatório definido.

Como é calculado o reajuste do plano de saúde empresarial da Alice?

Para contratos com até 29 vidas, o reajuste da Alice segue o pool de risco da RN 565/2022, calculado com base no IPCA e sem incluir custos de atenção primária na base. Para contratos com 30 vidas ou mais, o percentual é negociado diretamente entre a Alice e a empresa, conforme o histórico de uso do grupo.

Por que o reajuste da Alice se manteve mais estável que o das concorrentes?

Entre 2022 e 2027, o reajuste acumulado da Alice foi de 72,4% — o menor entre as cinco operadoras, contra 110,7% a 134,4% das concorrentes, segundo cálculo com base nas publicações RN 565 de cada operadora, compiladas pela Alice. A metodologia em IPCA e a exclusão da atenção primária explicam a diferença.

Como negociar o reajuste do plano de saúde da minha empresa?

Práticas que ajudam incluem: monitorar o histórico de uso do plano ao longo do ano, investir em programas de saúde preventiva, comparar propostas entre operadoras e solicitar relatórios detalhados. Operadoras com modelo de cuidado preventivo tendem a oferecer mais previsibilidade no reajuste ao longo do tempo.

Conclusão

O reajuste do plano de saúde empresarial é um dos custos que mais surpreendem RHs e fundadores na renovação contratual, especialmente quando a comparação se limita ao percentual isolado de um único ciclo. A série histórica de 2022 a 2027 mostra que a diferença entre operadoras está menos no número de um ano específico e mais na consistência ao longo do tempo: enquanto SulAmérica, Amil, Bradesco Saúde e OMINT oscilaram entre 11% e 25% ciclo a ciclo, a Alice manteve o custo de cuidado entre 10,54% e 13,40% nos cinco períodos analisados. Para empresas que planejam o benefício com horizonte de dois a três anos, esse histórico — e não apenas o percentual do ciclo atual — é o dado mais relevante na comparação entre operadoras.

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