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	<title>Arquivo de bem-estar - Blog da Alice</title>
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	<description>Tenha acesso a conteúdos baseados em evidências científicas produzidos e revisados pelos profissionais que fazem parte do plano de saúde da Alice</description>
	<lastBuildDate>Fri, 09 Oct 2026 20:25:39 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Arquivo de bem-estar - Blog da Alice</title>
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	<item>
		<title>O que a cultura da empresa tem a ver com os clientes?</title>
		<link>https://alice.com.br/blog/webinar/o-que-a-cultura-da-empresa-tem-a-ver-com-os-clientes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Time Alice]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Feb 2026 12:23:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Webinar]]></category>
		<category><![CDATA[bem-estar]]></category>
		<category><![CDATA[plano de saúde]]></category>
		<category><![CDATA[plano de saúde empresarial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O que acontece quando valores não ficam no discurso, mas guiam decisões e moldam a experiência do cliente - e o papel do RH na construção de uma cultura que escala.</p>
<p>O post <a href="https://alice.com.br/blog/webinar/o-que-a-cultura-da-empresa-tem-a-ver-com-os-clientes/">O que a cultura da empresa tem a ver com os clientes?</a> apareceu primeiro em <a href="https://alice.com.br/blog">Blog da Alice</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="index"><div class="title">Índice</div><ol><li><a href="#quem-participou">Quem participou?</a></li><li><a href="#o-que-voce-vai-aprender-no-episodio">O que você vai aprender no episódio?</a><ol><li><a href="#1-foco-no-cliente-e-razao-de-existir-e-precisa-virar-pratica">1) “Foco no cliente” é razão de existir — e precisa virar prática</a></li><li><a href="#2-valores-viram-cultura-quando-entram-nos-rituais-do-negocio">2) Valores viram cultura quando entram nos rituais do negócio</a></li><li><a href="#3-clientes-compram-a-nossa-cultura-e-a-marca-e-a-consequencia">3) “Clientes compram a nossa cultura” — e a marca é a consequência</a></li><li><a href="#4-cultura-nao-e-um-projeto-do-rh-mas-o-rh-e-catalisador">4) Cultura não é um “projeto do RH”, mas o RH é catalisador</a></li><li><a href="#6-rh-com-mentalidade-de-produto-do-problema-ao-mvp-e-so-entao-escala">6) RH com mentalidade de produto: do problema ao MVP (e só então escala)</a></li><li><a href="#7-encantamento-intencional-fortalece-proposito-e-vinculo">7) Encantamento intencional fortalece propósito e vínculo</a></li></ol></li><li><a href="#para-levar-com-voce">Para levar com você</a></li></ol></div><p>A experiência do cliente é o reflexo direto da cultura que a empresa constrói internamente. Esse foi o ponto de partida da conversa entre <a href="https://www.linkedin.com/in/saritavollnhofer/" target="_blank" rel="nofollow noopener"><b>Sarita Vollnhofer</b></a>, <strong>CHRO da Alice</strong>, e <a href="https://www.linkedin.com/in/suzana-kubric-8948b57/" target="_blank" rel="nofollow noopener"><b>Suzana Kubrick</b></a>, <strong>CHRO do</strong> <b>Nubank, </b> no quarto episódio do <b>Webinar Open Arena. </b></p>
<p>Nessa discussão inspiradora, elas falaram sobre o papel do RH e das lideranças na construção de uma cultura que escala, atravessa times e vira vantagem competitiva — do atendimento ao produto, do hiring ao reconhecimento. Lembrando que os clientes não compram apenas produtos; mas também a forma como a empresa funciona por dentro.</p>
<p>Ao longo da conversa, Suzana compartilhou exemplos concretos de como o Nubank tornou “foco no cliente” um norte real de decisão, e como o time de People &amp; Culture está redesenhando suas próprias soluções com mentalidade de produto: mais simples, mais intuitivas e centradas em quem usa.</p>
<h2 id="quem-participou">Quem participou?</h2>
<p><b>Suzana Kubrick</b> é CHRO do Nubank, apaixonada por desenvolvimento humano e por transformar negócios através das pessoas. No Nubank, lidera uma jornada em que cultura e experiência do cliente caminham juntas — como elementos centrais para revolucionar serviços financeiros no Brasil, México e Colômbia.</p>
<h2 id="o-que-voce-vai-aprender-no-episodio">O que você vai aprender no episódio?</h2>
<h3 id="1-foco-no-cliente-e-razao-de-existir-e-precisa-virar-pratica"><b>1) “Foco no cliente” é razão de existir — e precisa virar prática</b></h3>
<p>Suzana compartilhou que, no Nubank, o cliente está no centro desde a origem e o valor não é só um mantra: é a bússola que orienta decisões e prioridades no dia a dia.</p>
<p>Ela trouxe um caso emblemático: uma falha no envio do lembrete de vencimento da fatura levou mais pessoas ao atraso. Ao identificar o problema, o Nubank pediu desculpas e <b>não cobrou juros</b> desses clientes. A decisão contrariava a lógica tradicional do mercado — e reforçava o compromisso com a saúde financeira do cliente. Cultura forte aparece exatamente aí: quando a decisão é “inconveniente”, mas coerente.</p>
<h3 id="2-valores-viram-cultura-quando-entram-nos-rituais-do-negocio"><b>2) Valores viram cultura quando entram nos rituais do negócio</b></h3>
<p>O episódio detalha como o Nubank faz isso acontecer com consistência, usando os valores como base para:</p>
<ul>
<li><b>Contratação</b> (entrevistas baseadas em valores e “cultural add”, não “cultural fit”)</li>
<li><b>Performance</b> (avaliar o “o quê” e o “como”, com comportamentos ancorados nos valores)</li>
<li><b>Reconhecimento</b> (programas como o <i>Values Award</i>)</li>
<li><b>Onboarding</b> (imersões de cultura com exemplos de behaviors e anti-behaviors)</li>
</ul>
<h3 id="3-clientes-compram-a-nossa-cultura-e-a-marca-e-a-consequencia"><b>3) “Clientes compram a nossa cultura” — e a marca é a consequência</b></h3>
<p>Uma das frases mais potentes do episódio: a cultura se traduz em estratégia, produto e marca. O que a empresa “vende” para fora é a expressão do que vive por dentro. Em outras palavras: a experiência do cliente começa antes do produto. Começa no jeito de trabalhar.</p>
<h3 id="4-cultura-nao-e-um-projeto-do-rh-mas-o-rh-e-catalisador"><b>4) Cultura não é um “projeto do RH”, mas o RH é catalisador</b></h3>
<p>Cultura é responsabilidade de todos. Ainda assim, People &amp; Culture atua como <b>embaixador e catalisador</b>, criando mecanismos para tangibilizar valores e sustentar consistência ao longo do ciclo de vida do colaborador.</p>
<p><b>5) Produtos de RH também precisam ser “customer-centric”</b></p>
<p>Um trecho provocador do episódio é quando Suzana aplica a lógica do Nubank aos próprios produtos de RH: por que sistemas de performance, feedback ou pesquisa de clima são tão pouco intuitivos? A experiência interna deveria ser tão simples quanto usar um app sem precisar de manual, sem depender de explicações intermináveis.</p>
<h3 id="6-rh-com-mentalidade-de-produto-do-problema-ao-mvp-e-so-entao-escala"><b>6) RH com mentalidade de produto: do problema ao MVP (e só então escala)</b></h3>
<p>A CHRO do Nubank compartilhou a experiência de um projeto em que o time de People &amp; Culture passou a adotar mentalidade e métodos de produto para redesenhar soluções internas. O trabalho começa pelo mapeamento da jornada e pela compreensão profunda da dor, antes de qualquer solução. Passa pela construção de MVPs, testes e aprendizados, e só então escala em busca de um real product–market fit. A proposta é deixar para trás a lógica de “processos por área” e avançar para uma abordagem orientada a produtos e problemas reais.</p>
<h3 id="7-encantamento-intencional-fortalece-proposito-e-vinculo"><b>7) Encantamento intencional fortalece propósito e vínculo</b></h3>
<p>O episódio também mostra como autonomia e confiança podem reforçar propósito. Suzana compartilha mecanismos e exemplos de “encantamento” ao cliente — ações pequenas, mas significativas, que criam vínculo e reforçam a cultura de colocar o cliente no centro.</p>
<h2 id="para-levar-com-voce">Para levar com você</h2>
<p>Cultura não é discurso, é comportamento repetido, reforçado e reconhecido. Quando valores entram em rituais de contratação, performance, reconhecimento e decisões difíceis, eles deixam de ser abstratos e viram prática diária.</p>
<p>E quando a cultura é consistente, ela atravessa a empresa inteira e aparece onde mais importa: na experiência do cliente.</p>
<p><b>Confira o episódio completo no vídeo em destaque nesta página.</b></p>
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			</item>
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		<title>People Analytics além do turnover como medir o bem-estar do time?</title>
		<link>https://alice.com.br/blog/webinar/people-analytics-alem-do-turnover-como-medir-o-bem-estar-do-time/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Time Alice]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Feb 2026 12:18:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Webinar]]></category>
		<category><![CDATA[bem-estar]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[plano de saúde]]></category>
		<category><![CDATA[plano de saúde empresarial]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://alice.com.br/blog/?p=20295</guid>

					<description><![CDATA[<p>Como usar dados para medir bem-estar, performance e segurança psicológica e apoiar decisões reais do negócio, sem reduzir a indicadores superficiais.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="index"><div class="title">Índice</div><ol><li><a href="#quem-participou">Quem participou?</a></li><li><a href="#o-que-voce-vai-aprender-no-episodio">O que você vai aprender no episódio?</a><ol><li><a href="#1-people-analytics-e-agenda-do-presente-nao-do-futuro">1) People Analytics é agenda do presente, não do futuro</a></li><li><a href="#2-performance-vai-muito-alem-da-avaliacao-de-desempenho">2) Performance vai muito além da avaliação de desempenho</a></li><li><a href="#3-tudo-comeca-pelo-basico-ter-dados-confiaveis">3) Tudo começa pelo básico: ter dados confiáveis</a></li><li><a href="#4-dados-isolados-nao-geram-inteligencia">4) Dados isolados não geram inteligência</a></li><li><a href="#5-cruzar-dados-muda-o-tipo-de-conversa-com-a-lideranca">5) Cruzar dados muda o tipo de conversa com a liderança</a></li><li><a href="#6-bem-estar-tambem-e-dado-e-pode-ser-medido">6) Bem-estar também é dado e pode ser medido</a></li><li><a href="#7-indicadores-de-diversidade-revelam-riscos-invisiveis">7) Indicadores de diversidade revelam riscos invisíveis</a></li><li><a href="#8-dados-so-geram-valor-quando-empoderam-liderancas">8) Dados só geram valor quando empoderam lideranças</a></li><li><a href="#9-people-analytics-e-construcao-continua">9) People Analytics é construção contínua</a></li></ol></li><li><a href="#para-levar-com-voce">Para levar com você</a></li></ol></div><p>O papel dos dados na construção de times mais saudáveis, produtivos e sustentáveis foi o tema do terceiro episódio do <b>Webinar Open Arena</b>. A convidada foi <b><a href="https://www.linkedin.com/in/karen-sandhof/" target="_blank" rel="nofollow noopener">Karen Sandhof</a>, VP de People da Creditas,</b> referência no uso de tecnologia, dados e modelos analíticos aplicados à gestão de pessoas.</p>
<p>Conduzido por <a href="https://www.linkedin.com/in/saritavollnhofer/" target="_blank" rel="nofollow noopener"><b>Sarita Vollnhofer</b></a>, <strong>CHRO da Alice</strong>, o encontro partiu de uma provocação central: <b>por que o RH do presente — e não apenas do futuro — precisa ser orientado por dados?</b> A conversa trouxe exemplos práticos, caminhos possíveis para quem está começando e reflexões maduras sobre como medir bem-estar sem reduzi-lo a indicadores superficiais.</p>
<p>Ao longo do webinar, Sarita e Karen falaram sobre como People Analytics está conectada à estratégia do negócio, mostrando como dados de RH ajudam a construir <b>times de alta performance</b>, orientar lideranças e transformar bem-estar em uma alavanca real de resultados, e não apenas em discurso.</p>
<h2 id="quem-participou">Quem participou?</h2>
<p><b>Karen Sandhof, é VP de People da Creditas</b> e lidera uma agenda que integra pessoas, performance, tecnologia e dados. Especialista em condução da transformação digital, expansão de organizações e integração de soluções tecnológicas inovadoras com estratégias de pessoal para alcançar alto desempenho.</p>
<h2 id="o-que-voce-vai-aprender-no-episodio">O que você vai aprender no episódio?</h2>
<h3 id="1-people-analytics-e-agenda-do-presente-nao-do-futuro"><b>1) People Analytics é agenda do presente, não do futuro</b></h3>
<p>Dados de pessoas são essenciais porque conectam o RH às prioridades do negócio: produtividade, eficiência e times de alta performance. People Analytics não serve apenas para decisões internas de RH, mas para apoiar lideranças na tomada de decisões estratégicas.</p>
<h3 id="2-performance-vai-muito-alem-da-avaliacao-de-desempenho"><b>2) Performance vai muito além da avaliação de desempenho</b></h3>
<p>Avaliação é apenas uma das dimensões. Performance envolve metas, clima, engajamento, liderança, segurança psicológica e bem-estar. Para enxergar esse todo, é preciso estruturar dados e olhar para múltiplas perspectivas e não para um único indicador isolado.</p>
<h3 id="3-tudo-comeca-pelo-basico-ter-dados-confiaveis"><b>3) Tudo começa pelo básico: ter dados confiáveis</b></h3>
<p>Antes de análises sofisticadas, o primeiro desafio é <b>ter dados,</b> ainda que em planilhas. Depois, garantir qualidade, atualização constante e confiabilidade. Sem isso, qualquer leitura se torna frágil e difícil de sustentar.</p>
<h3 id="4-dados-isolados-nao-geram-inteligencia"><b>4) Dados isolados não geram inteligência</b></h3>
<p>Um dos pontos centrais do episódio é a importância de <b>integrar dados</b>. Informações de clima, performance, metas, horas extras, movimentações e liderança precisam conversar entre si. É nessa correlação que surgem insights relevantes para o negócio.</p>
<h3 id="5-cruzar-dados-muda-o-tipo-de-conversa-com-a-lideranca"><b>5) Cruzar dados muda o tipo de conversa com a liderança</b></h3>
<p>Karen compartilhou exemplos práticos de como a análise integrada ajuda a desafiar percepções comuns, como associar horas extras a alta performance. Ao cruzar dados de clima, liderança e resultados, é possível mostrar o que realmente impulsiona (ou limita) o desempenho dos times.</p>
<h3 id="6-bem-estar-tambem-e-dado-e-pode-ser-medido"><b>6) Bem-estar também é dado e pode ser medido</b></h3>
<p>O episódio trouxe uma abordagem relevante sobre bem-estar e a importância de ele ser analisado. Segurança psicológica, saúde física e hábitos podem (e devem) ser medidos com metodologia, permitindo ações direcionadas e acompanhamento ao longo do tempo.</p>
<h3 id="7-indicadores-de-diversidade-revelam-riscos-invisiveis"><b>7) Indicadores de diversidade revelam riscos invisíveis</b></h3>
<p>Além de olhar para contratações, Karen reforça a importância de analisar <b>progressão de carreira e evolução salarial</b> por recortes de diversidade. Esses dados têm impacto direto na segurança psicológica e na capacidade de formar times realmente diversos e de alta performance.</p>
<h3 id="8-dados-so-geram-valor-quando-empoderam-liderancas"><b>8) Dados só geram valor quando empoderam lideranças</b></h3>
<p>Não basta produzir dashboards. É preciso que líderes entendam, se apropriem e ajam a partir dos dados. O papel do RH é traduzir números em provocações acionáveis, conectando indicadores à gestão real dos times.</p>
<h3 id="9-people-analytics-e-construcao-continua"><b>9) People Analytics é construção contínua</b></h3>
<p>Criar uma agenda orientada a dados exige mentalidade, rotina e aprendizado constante. Mais do que ferramentas, é sobre criar cadência, desenvolver competências analíticas no time de People e manter o diálogo vivo com as lideranças.</p>
<h2 id="para-levar-com-voce"><b>Para levar com você</b></h2>
<p>People Analytics não é sobre medir mais: é sobre <b>medir melhor</b>. Quando dados de pessoas são bem estruturados, integrados e conectados à estratégia, o RH deixa de operar no campo da intuição e passa a atuar como parceiro real do negócio.</p>
<p>Medir bem-estar, segurança psicológica e performance de forma integrada permite construir times mais saudáveis, sustentáveis e de alta performance hoje, não apenas no futuro.</p>
<p><b>Confira o episódio completo no vídeo em destaque nesta página.</b></p>
<p>O post <a href="https://alice.com.br/blog/webinar/people-analytics-alem-do-turnover-como-medir-o-bem-estar-do-time/">People Analytics além do turnover como medir o bem-estar do time?</a> apareceu primeiro em <a href="https://alice.com.br/blog">Blog da Alice</a>.</p>
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		<title>PCMSO: o que é, para que serve e quando deve ser feito?</title>
		<link>https://alice.com.br/blog/empresas/pcmso-o-que-e-para-que-serve-e-quando-deve-ser-feito/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Time Alice]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Oct 2024 18:44:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[bem-estar]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[prevencao]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://alice.com.br/blog/?p=18309</guid>

					<description><![CDATA[<p>Programa voltado ao controle da saúde ocupacional deve ser elaborado e aplicado por um médico do trabalho. Entenda quais empresas devem possuir um plano de garantia de saúde. </p>
<p>O post <a href="https://alice.com.br/blog/empresas/pcmso-o-que-e-para-que-serve-e-quando-deve-ser-feito/">PCMSO: o que é, para que serve e quando deve ser feito?</a> apareceu primeiro em <a href="https://alice.com.br/blog">Blog da Alice</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<html><body><p>Parece uma sopa de letrinhas, mas a sigla PCMSO significa Programa de Controle M&eacute;dico de Sa&uacute;de Ocupacional (PCMSO). Trata-se de uma diretriz estabelecida pela <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/del5452.htm" target="_blank" rel="nofollow noopener">Consolida&ccedil;&atilde;o das Leis do Trabalho (CLT)</a> e regulamentada posteriormente por meio da <a href="https://www.gov.br/trabalho-e-emprego/pt-br/acesso-a-informacao/participacao-social/conselhos-e-orgaos-colegiados/comissao-tripartite-partitaria-permanente/normas-regulamentadora/normas-regulamentadoras-vigentes/nr-07-atualizada-2022.pdf" target="_blank" rel="nofollow noopener">Norma Regulamentadora de n&uacute;mero 7, a NR 7</a>.</p>
<p>A reda&ccedil;&atilde;o original da NR 7 estabelecia apenas alguns par&acirc;metros b&aacute;sicos para a realiza&ccedil;&atilde;o de exames m&eacute;dicos ocupacionais. Desde o seu surgimento, no entanto, a norma passou por dez revis&otilde;es para se ajustar &agrave;s novas tecnologias dispon&iacute;veis. E tamb&eacute;m para ficar em conformidade com exig&ecirc;ncias de &oacute;rg&atilde;os nacionais e internacionais ligados ao trabalho e &agrave; sa&uacute;de, a exemplo da Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial da Sa&uacute;de (OMS).</p><html><body><div class="cta cta--post--slim_withlogo">
									<a href="https://alice.com.br/">
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									<span class="title">Conhe&ccedil;a a Alice</span><span class="icon icon--arrow_right"></span></a>
								</div></body></html>
<p>Em uma dessas amplas revis&otilde;es, que ocorreu em 1994, a NR 7 passou a exigir que empresas elaborassem um PCMSO, estabelecendo detalhadamente alguns par&acirc;metros m&iacute;nimos e diretrizes gerais.</p>
<p>A partir de ent&atilde;o, o acompanhamento da sa&uacute;de dos trabalhadores deixava de fazer parte de iniciativas isoladas de realiza&ccedil;&atilde;o de exames m&eacute;dicos. Com isso, ele passou a fazer parte de um programa planejado e integrado, que levasse em considera&ccedil;&atilde;o os riscos &agrave; sa&uacute;de dos colaboradores existentes nos ambientes de trabalho, especialmente aqueles identificados nas avalia&ccedil;&otilde;es previstas nas demais normas regulamentadoras.</p>
<p>Neste conte&uacute;do, explicaremos em detalhes o que &eacute; o PCMSO.</p>
<h2>O que &eacute; o PCMSO?</h2>
<p>O PCMSO &eacute; um conjunto de a&ccedil;&otilde;es e diretrizes elaborado pelas empresas para monitorar e proteger a sa&uacute;de de seus colaboradores em rela&ccedil;&atilde;o aos riscos e doen&ccedil;as ocupacionais, como s&atilde;o chamadas aquelas que s&atilde;o ocasionadas por atividades relativas ao trabalho.</p>
<p>Outro objetivo &eacute; garantir um ambiente de trabalho seguro e est&aacute;vel.</p>
<p>Ele abrange a realiza&ccedil;&atilde;o de exames m&eacute;dicos, sejam eles admissionais, <a href="https://alice.com.br/blog/empresas/exame-demissional-o-que-e-e-como-funciona/" target="_blank" rel="noopener">demissionais</a>, al&eacute;m dos peri&oacute;dicos, de retorno ao trabalho e de mudan&ccedil;a de fun&ccedil;&atilde;o.</p>
<p><a href="https://alice.com.br/blog/empresas/os-6-pilares-da-saude-mental-no-trabalho/" target="_blank" rel="noopener">Coluna Arthur Geise: Os 6 pilares da sa&uacute;de mental no trabalho</a></p>
<p>O programa dever&aacute; ser elaborado a pedido da empresa por um m&eacute;dico do trabalho, que deve avaliar as condi&ccedil;&otilde;es de sa&uacute;de dos colaboradores e os riscos associados &agrave;s suas atividades.</p>
<h2>Para que serve o PCMSO?</h2>
<p>A principal fun&ccedil;&atilde;o do PCMSO &eacute; prevenir e mitigar riscos e doen&ccedil;as relacionadas ao trabalho, al&eacute;m de promover a sa&uacute;de dos trabalhadores.</p>
<p>Entre seus objetivos est&atilde;o:</p>
<ol>
<li><b>Identifica&ccedil;&atilde;o de riscos presentes no ambiente de trabalho</b>, possibilitando a&ccedil;&otilde;es corretivas;</li>
<li><b>Realiza&ccedil;&atilde;o de exames m&eacute;dicos regulares</b>, para auxiliar na detec&ccedil;&atilde;o precoce de doen&ccedil;as ocupacionais;</li>
<li><b>Promo&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de</b>, com a&ccedil;&otilde;es educativas e preventivas para estimular h&aacute;bitos saud&aacute;veis entre os colaboradores;</li>
<li><b>Documenta&ccedil;&atilde;o</b>, servindo como um registro formal das condi&ccedil;&otilde;es de sa&uacute;de dos trabalhadores, essencial para a gest&atilde;o da sa&uacute;de ocupacional pela empresa e pela Previd&ecirc;ncia Social, al&eacute;m de eventuais auditorias.</li>
</ol>
<p><a href="https://alice.com.br/blog/empresas/como-esta-a-saude-dos-colaboradores-brasileiros-a-alice-responde/" target="_blank" rel="noopener">Como est&aacute; a sa&uacute;de dos colaboradores brasileiros? A Alice&nbsp;responde</a></p>
<h2>Quais s&atilde;o as diretrizes do PCMSO</h2>
<p>Segundo o texto legal da NR 7, o PCMO possui as seguintes diretrizes:</p>
<ul>
<li>Rastrear e detectar precocemente os agravos &agrave; sa&uacute;de relacionados ao trabalho;</li>
<li>Detectar poss&iacute;veis exposi&ccedil;&otilde;es excessivas a agentes nocivos ocupacionais;</li>
<li>Definir a aptid&atilde;o de cada trabalhador para exercer suas fun&ccedil;&otilde;es ou tarefas determinadas;</li>
<li>Subsidiar a implanta&ccedil;&atilde;o e o monitoramento da efic&aacute;cia das medidas de preven&ccedil;&atilde;o adotadas na organiza&ccedil;&atilde;o;</li>
<li>Subsidiar an&aacute;lises epidemiol&oacute;gicas e estat&iacute;sticas sobre os agravos &agrave; sa&uacute;de e sua rela&ccedil;&atilde;o com os riscos ocupacionais;</li>
<li>Subsidiar decis&otilde;es sobre o afastamento de colaboradores de situa&ccedil;&otilde;es de trabalho que possam comprometer sua sa&uacute;de;</li>
<li>Subsidiar a emiss&atilde;o de notifica&ccedil;&otilde;es de agravos relacionados ao trabalho, de acordo com a regulamenta&ccedil;&atilde;o pertinente;</li>
<li>Subsidiar o encaminhamento de empregados &agrave; Previd&ecirc;ncia Social;</li>
<li>Acompanhar de forma diferenciada o colaborador cujo estado de sa&uacute;de possa ser especialmente afetado pelos riscos ocupacionais;</li>
<li>Subsidiar a Previd&ecirc;ncia Social nas a&ccedil;&otilde;es de reabilita&ccedil;&atilde;o profissional;</li>
<li>Subsidiar a&ccedil;&otilde;es de readapta&ccedil;&atilde;o profissional;</li>
<li>Controlar a imuniza&ccedil;&atilde;o ativa dos colaboradores, relacionada a riscos ocupacionais, sempre que houver recomenda&ccedil;&atilde;o do Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de.</li>
</ul>
<h2>Quando o PCMSO deve ser feito?</h2>
<p>A implementa&ccedil;&atilde;o do programa &eacute; obrigat&oacute;ria para todas as empresas que possuem funcion&aacute;rios contratados sob o regime da CLT. A lei permite que microempresas e empresas de pequeno porte, como MEIs, n&atilde;o elaborem o PCMSO, desde que n&atilde;o haja riscos aos trabalhadores.</p>
<p><a href="https://alice.com.br/blog/empresas/qual-a-diferenca-entre-insalubridade-e-periculosidade/" target="_blank" rel="noopener">Qual a diferen&ccedil;a entre insalubridade e periculosidade?</a></p>
<p>J&aacute; a periodicidade das avalia&ccedil;&otilde;es m&eacute;dicas (anuais, a cada dois anos etc.) varia conforme a faixa et&aacute;ria dos trabalhadores e as condi&ccedil;&otilde;es de trabalho.</p>
<p>Em atividades com riscos espec&iacute;ficos ou condi&ccedil;&otilde;es excepcionais, por exemplo, &eacute; necess&aacute;rio realizar avalia&ccedil;&otilde;es com maior frequ&ecirc;ncia.</p>
<h2>Qual a import&acirc;ncia de elaborar um PCMSO?</h2>
<p>A elabora&ccedil;&atilde;o e ado&ccedil;&atilde;o de um PCMSO n&atilde;o apenas cumpre uma exig&ecirc;ncia legal, mas tamb&eacute;m traz benef&iacute;cios significativos para as empresas.</p>
<p>Um ambiente de trabalho saud&aacute;vel resulta em maior produtividade, redu&ccedil;&atilde;o de absente&iacute;smo e de afastamentos por doen&ccedil;as e acidentes, al&eacute;m de minimizar riscos legais decorrentes de processos trabalhistas relacionados &agrave; sa&uacute;de ocupacional.</p>
<p><a href="https://alice.com.br/blog/empresas/o-que-e-cipa-e-como-ela-protege-a-saude-dos-trabalhadores/" target="_blank" rel="noopener">O que &eacute; Cipa e como ela protege a sa&uacute;de dos trabalhadores?</a></p>
<p>Al&eacute;m disso, o PCMSO contribui para a constru&ccedil;&atilde;o de uma cultura organizacional voltada para a sa&uacute;de e seguran&ccedil;a. Isso pode melhorar a imagem da empresa tanto para o p&uacute;blico interno quanto para o mercado.</p>
<h2>O que s&atilde;o as Normas Regulamentadoras como a NR 7?</h2>
<p>Importante fazer um adendo para explicar o que s&atilde;o as NRs. Tratam-se de diretrizes criadas de forma a complementar alguns trechos da CLT que falam sobre os direitos e as obriga&ccedil;&otilde;es das empresas relativos a quest&otilde;es de seguran&ccedil;a e medicina do trabalho.</p>
<p>Ou seja, toda empresa que trabalhe com colaboradores em regime de CLT precisa observar o que determinam as NRs.</p>
<p><a href="https://alice.com.br/blog/empresas/nr-1-e-nova-lei-defendem-bem-estar-do-colaborador/" target="_blank" rel="noopener">NR 1 e nova lei protegem sa&uacute;de mental do colaborador</a></p>
<p>Publicadas inicialmente em 1978, e atualizadas periodicamente desde ent&atilde;o, as NRs estabelecem medidas para garantir ambientes e pr&aacute;ticas de trabalho sadios e seguros, de modo a prevenir ocorr&ecirc;ncias de doen&ccedil;as e acidentes de trabalho.</p>
<h2>Conselho de medicina e as novas exig&ecirc;ncias</h2>
<p>Recentemente, em janeiro de 2024, o Conselho Federal de Medicina (CFM) elaborou uma <a href="https://portal.cfm.org.br/wp-content/uploads/2024/01/RESOLUCAO-CFM-No-2.376-DE-18-de-janeiro-de-2024-RESOLUCAO-CFM-No-2.376-DE-18-de-janeiro-de-2024-DOU-Imprensa-Nacional.pdf" target="_blank" rel="nofollow noopener">nova resolu&ccedil;&atilde;o</a> com mudan&ccedil;as relacionadas ao PCMSO. As principais delas s&atilde;o:</p>
<ul>
<li><b>Registro obrigat&oacute;rio do programa:</b> os m&eacute;dicos do trabalho agora s&atilde;o obrigados a registrar cada PCMSO sob sua responsabilidade no Conselho Regional de Medicina (CRM) da regi&atilde;o onde atuam. Isso garante que haja um respons&aacute;vel t&eacute;cnico formal para cada programa. O registro do PCMSO pode ser feito gratuitamente atrav&eacute;s do site dos conselhos regionais;</li>
<li><b>Diretor t&eacute;cnico-m&eacute;dico com registro no CRM:</b> os servi&ccedil;os m&eacute;dicos ambulatoriais de atendimento ao trabalhador dentro das empresas devem ter um diretor t&eacute;cnico-m&eacute;dico registrado no CRM;</li>
<li><b>C</b><b>omunica&ccedil;&atilde;o de desligamento:</b> quando um m&eacute;dico deixa de ser respons&aacute;vel por um PCMSO, ele deve comunicar oficialmente ao conselho regional de medicina dentro de um prazo de 30 dias. Essa medida visa manter a transpar&ecirc;ncia e a rastreabilidade dos respons&aacute;veis pelos programas.</li>
</ul>
<html><body><h2>Alice tem o plano de sa&uacute;de certo para a sua empresa!</h2>
<p>Alice &eacute; uma empresa de tecnologia que oferece planos de sa&uacute;de empresarial e tem a miss&atilde;o de tornar o mundo mais saud&aacute;vel. Nossa plataforma de cuidado cont&iacute;nuo garante que os nossos membros recebam o cuidado certo, na hora certa e no lugar certo, proporcionando uma experi&ecirc;ncia excepcional para eles.</p>
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<p>Veja como Alice cuida do seu time e do seu or&ccedil;amento.</p>
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									<span class="title">Simule seu plano</span><span class="icon icon--arrow_right"></span></a>
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<p>O post <a href="https://alice.com.br/blog/empresas/pcmso-o-que-e-para-que-serve-e-quando-deve-ser-feito/">PCMSO: o que é, para que serve e quando deve ser feito?</a> apareceu primeiro em <a href="https://alice.com.br/blog">Blog da Alice</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Quinquênio: o que é, regras na CLT e como calcular o benefício</title>
		<link>https://alice.com.br/blog/empresas/quinquenio-o-que-e-quem-tem-direito-e-como-receber/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Time Alice]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Sep 2024 16:57:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[bem-estar]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[saúde dos funcionários]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://alice.com.br/blog/?p=18270</guid>

					<description><![CDATA[<p>Entenda o que é o quinquênio, as regras de pagamento pela CLT, o cálculo do adicional na folha e o impacto do benefício na retenção de talentos.</p>
<p>O post <a href="https://alice.com.br/blog/empresas/quinquenio-o-que-e-quem-tem-direito-e-como-receber/">Quinquênio: o que é, regras na CLT e como calcular o benefício</a> apareceu primeiro em <a href="https://alice.com.br/blog">Blog da Alice</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="index"><div class="title">Índice</div><ol><li><a href="#o-que-e-quinquenio-e-como-funciona-o-adicional-por-tempo-de-servico">O que é quinquênio e como funciona o adicional por tempo de serviço?</a><ol><li><a href="#diferenca-pratica-entre-quinquenio-anuenio-bienio-e-trienio">Diferença prática entre quinquênio, anuênio, biênio e triênio</a></li><li><a href="#o-teto-de-acumulo-e-os-limites-do-beneficio-na-remuneracao">O teto de acúmulo e os limites do benefício na remuneração</a></li></ol></li><li><a href="#o-que-diz-a-legislacao-trabalhista-sobre-o-quinquenio">O que diz a legislação trabalhista sobre o quinquênio?</a><ol><li><a href="#as-regras-para-empresas-privadas-sob-o-regime-clt">As regras para empresas privadas sob o regime CLT</a></li><li><a href="#o-papel-das-convencoes-coletivas-e-acordos-sindicais">O papel das convenções coletivas e acordos sindicais</a></li><li><a href="#o-quinquenio-no-funcionalismo-publico-e-a-lei-8-112-1990">O quinquênio no funcionalismo público e a Lei 8.112/1990</a></li></ol></li><li><a href="#quem-tem-direito-ao-quinquenio-salarial-na-pratica">Quem tem direito ao quinquênio salarial na prática?</a><ol><li><a href="#regras-para-contagem-de-tempo-de-servico-ininterrupto">Regras para contagem de tempo de serviço ininterrupto</a></li><li><a href="#o-funcionario-demitido-tem-direito-ao-quinquenio-proporcional">O funcionário demitido tem direito ao quinquênio proporcional?</a></li></ol></li><li><a href="#como-calcular-o-quinquenio-e-seus-reflexos-na-folha-de-pagamento">Como calcular o quinquênio e seus reflexos na folha de pagamento?</a><ol><li><a href="#impacto-do-quinquenio-nas-ferias-e-no-13o-salario">Impacto do quinquênio nas férias e no 13º salário</a></li><li><a href="#como-o-adicional-altera-os-depositos-de-fgts-e-inss">Como o adicional altera os depósitos de FGTS e INSS</a></li><li><a href="#exemplos-praticos-de-calculo-do-adicional-salarial">Exemplos práticos de cálculo do adicional salarial</a></li></ol></li><li><a href="#o-quinquenio-como-estrategia-de-gestao-de-pessoas-e-retencao-de-talentos">O quinquênio como estratégia de gestão de pessoas e retenção de talentos</a><ol><li><a href="#o-papel-da-valorizacao-por-tempo-de-casa-na-reducao-do-turnover">O papel da valorização por tempo de casa na redução do turnover</a></li><li><a href="#beneficios-corporativos-de-longo-prazo-e-employer-branding">Benefícios corporativos de longo prazo e employer branding</a></li><li><a href="#comparativo-setor-privado-vs-funcionalismo-publico">Comparativo: Setor Privado vs. Funcionalismo Público</a></li></ol></li></ol></div><html><body><p>Benef&iacute;cio do funcionalismo p&uacute;blico garante um <b>adicional salarial obtido por tempo de servi&ccedil;o</b>; empresas privadas podem adotar estrat&eacute;gias semelhantes para atrair e <a href="https://alice.com.br/blog/empresas/retencao-talentos-empresas/" target="_blank" rel="noopener">reter talentos</a>.</p>
<p>O quinqu&ecirc;nio &eacute; uma modalidade de Adicional por Tempo de Servi&ccedil;o (ATS) que consiste em um <b>acr&eacute;scimo de 5% sobre o sal&aacute;rio-base</b> do empregado a cada ciclo completo de cinco anos de trabalho ininterrupto na mesma empresa.</p>
<p>Para profissionais de Recursos Humanos (RH) e Departamento Pessoal (DP), o tema &eacute; crucial, pois envolve o correto controle tribut&aacute;rio, a parametriza&ccedil;&atilde;o da folha de pagamento e a <b>gest&atilde;o de riscos de passivos trabalhistas</b>.</p>
<p>Este guia visa detalhar a<b> aplica&ccedil;&atilde;o do quinqu&ecirc;nio sob uma perspectiva</b> operacional B2B, garantindo a conformidade jur&iacute;dica e maximizando o uso do benef&iacute;cio como ferramenta de reten&ccedil;&atilde;o de talentos.</p>
<h2 id="o-que-e-quinquenio-e-como-funciona-o-adicional-por-tempo-de-servico"><b>O que &eacute; quinqu&ecirc;nio e como funciona o adicional por tempo de servi&ccedil;o?</b></h2>
<p>O adicional por tempo de servi&ccedil;o (ATS), popularmente conhecido como quinqu&ecirc;nio, &eacute; um mecanismo de <b>valoriza&ccedil;&atilde;o da lealdade</b> <b>e da perman&ecirc;ncia</b> do colaborador na empresa.</p>
<p>Seu pagamento, quando devido, deve ser feito como verba de natureza salarial, e sua implementa&ccedil;&atilde;o exige aten&ccedil;&atilde;o do DP para garantir que as regras de contagem e ac&uacute;mulo<b> sejam seguidas &agrave; risca.</b></p>
<h3 id="diferenca-pratica-entre-quinquenio-anuenio-bienio-e-trienio"><b>Diferen&ccedil;a pr&aacute;tica entre quinqu&ecirc;nio, anu&ecirc;nio, bi&ecirc;nio e tri&ecirc;nio</b></h3>
<p>&Eacute; fundamental distinguir o quinqu&ecirc;nio de outros ATS para<b> evitar erros no c&aacute;lculo</b> da remunera&ccedil;&atilde;o e ampliar a autoridade sem&acirc;ntica da p&aacute;gina.</p>
<p>A diferen&ccedil;a principal reside no intervalo de tempo necess&aacute;rio para a aquisi&ccedil;&atilde;o do direito e na porcentagem aplicada.</p>
<ul>
<li><b>Anu&ecirc;nio: </b>Concede um reajuste (geralmente de 1% a 2%) a cada ano de trabalho completo.</li>
<li><b>Bi&ecirc;nio: </b>Exige dois anos de v&iacute;nculo e paga uma porcentagem (como 2%).</li>
<li><b>Tri&ecirc;nio: </b>Requer tr&ecirc;s anos de casa, geralmente resultando em um acr&eacute;scimo entre 3% e 5%.</li>
<li><b>Quinqu&ecirc;nio: </b>Concedido exclusivamente ao final de ciclos completos de cinco anos, com acr&eacute;scimo padr&atilde;o de 5% sobre o sal&aacute;rio-base.</li>
</ul>
<h3 id="o-teto-de-acumulo-e-os-limites-do-beneficio-na-remuneracao"><b>O teto de ac&uacute;mulo e os limites do benef&iacute;cio na remunera&ccedil;&atilde;o</b></h3>
<p>O quinqu&ecirc;nio &eacute;, por natureza, um <b>benef&iacute;cio cumulativo</b>. Um empregado com 10 anos de casa, por exemplo, pode ter direito a dois quinqu&ecirc;nios, totalizando 10% de acr&eacute;scimo salarial.</p>
<p>A legisla&ccedil;&atilde;o pode <b>estabelecer um teto m&aacute;ximo</b> <b>de ac&uacute;mulo</b> (por exemplo, 7 quinqu&ecirc;nios), e o RH deve ter controle rigoroso do n&uacute;mero de ciclos adquiridos, pois o valor integra a base de c&aacute;lculo para todas as demais verbas.</p>
<h2 id="o-que-diz-a-legislacao-trabalhista-sobre-o-quinquenio"><b>O que diz a legisla&ccedil;&atilde;o trabalhista sobre o quinqu&ecirc;nio?</b></h2>
<p>A an&aacute;lise legal do quinqu&ecirc;nio exige separar claramente o ambiente corporativo privado da esfera da administra&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica, dado que as<b> fontes do direito aplicadas s&atilde;o totalmente distintas.&nbsp;</b></p>
<h3 id="as-regras-para-empresas-privadas-sob-o-regime-clt"><b>As regras para empresas privadas sob o regime CLT</b></h3>
<p>&Eacute; crucial para gestores de RH entender que o quinqu&ecirc;nio <b>n&atilde;o &eacute; obrigat&oacute;rio por lei</b> no regime da CLT (iniciativa privada). Sua concess&atilde;o depende da exist&ecirc;ncia de:</p>
<ul>
<li>Previs&atilde;o expressa em Conven&ccedil;&atilde;o Coletiva de Trabalho (CCT) ou Acordo Coletivo de Trabalho (ACT).</li>
<li>Concess&atilde;o liberal e espont&acirc;nea do empregador, que deve <b>seguir regras estritas</b> de isonomia para evitar riscos de lit&iacute;gios.</li>
</ul>
<h3 id="o-papel-das-convencoes-coletivas-e-acordos-sindicais"><b>O papel das conven&ccedil;&otilde;es coletivas e acordos sindicais</b></h3>
<p>As CCTs e ACTs s&atilde;o os principais instrumentos que estabelecem a obrigatoriedade, o percentual e as regras de c&aacute;lculo do quinqu&ecirc;nio na iniciativa privada.</p>
<p>O analista de DP deve consultar o instrumento coletivo de sua categoria para verificar as condi&ccedil;&otilde;es espec&iacute;ficas, incluindo as <b>regras de proporcionalidade </b>em caso de demiss&atilde;o.</p>
<h3 id="o-quinquenio-no-funcionalismo-publico-e-a-lei-8-112-1990"><b>O quinqu&ecirc;nio no funcionalismo p&uacute;blico e a Lei 8.112/1990</b></h3>
<p>No setor p&uacute;blico, a natureza do quinqu&ecirc;nio &eacute;, via de regra, obrigat&oacute;ria e <b>est&aacute; prevista em leis espec&iacute;ficas.&nbsp;</b></p>
<p>Para servidores federais, o adicional &eacute; tratado sob a &oacute;tica da <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8112cons.htm" target="_blank" rel="nofollow noopener"><b>Lei 8.112/1990</b></a><b>.&nbsp;</b></p>
<p>Al&eacute;m disso, em alguns estados como S&atilde;o Paulo, a Lei Estadual <a href="https://www.al.sp.gov.br/repositorio/legislacao/lei/1968/lei-10261-28.10.1968.htm" target="_blank" rel="nofollow noopener">10.261/1968 </a>e o Artigo 129 da <a href="https://www.al.sp.gov.br/repositorio/legislacao/constituicao/1989/compilacao-constituicao-0-05.10.1989.html" target="_blank" rel="nofollow noopener">Constitui&ccedil;&atilde;o Estadual</a> vinculam o quinqu&ecirc;nio &agrave; concess&atilde;o da &ldquo;sexta-parte&rdquo; ap&oacute;s 20 anos de servi&ccedil;o.</p>
<h2 id="quem-tem-direito-ao-quinquenio-salarial-na-pratica"><b>Quem tem direito ao quinqu&ecirc;nio salarial na pr&aacute;tica?</b></h2>
<p>Para fazer jus ao recebimento do quinqu&ecirc;nio, o trabalhador precisa <b>preencher requisitos rigorosos</b> relacionados &agrave; natureza do seu tempo de servi&ccedil;o.</p>
<h3 id="regras-para-contagem-de-tempo-de-servico-ininterrupto"><b>Regras para contagem de tempo de servi&ccedil;o ininterrupto</b></h3>
<p>O direito ao quinqu&ecirc;nio &eacute; adquirido a cada cinco anos de <b>servi&ccedil;o</b> <b>ininterrupto</b>.</p>
<p>&Eacute; vital que o Departamento Pessoal mantenha um registro preciso, pois interrup&ccedil;&otilde;es que n&atilde;o s&atilde;o consideradas de efetivo exerc&iacute;cio podem afetar a contagem.</p>
<h3 id="o-funcionario-demitido-tem-direito-ao-quinquenio-proporcional"><b>O funcion&aacute;rio demitido tem direito ao quinqu&ecirc;nio proporcional?</b></h3>
<ul>
<li><b>Ciclo Completo (5 anos): </b>Se o empregado j&aacute; completou o ciclo, o quinqu&ecirc;nio &eacute; um direito adquirido e deve integrar o c&aacute;lculo das verbas rescis&oacute;rias.</li>
<li><b>Ciclo Incompleto: </b>Se o desligamento ocorrer antes de completar 5 anos, o empregado geralmente <b>n&atilde;o</b> tem direito ao adicional proporcional, a menos que a Conven&ccedil;&atilde;o Coletiva de Trabalho (CCT) de sua categoria determine o contr&aacute;rio.</li>
</ul>
<h2 id="como-calcular-o-quinquenio-e-seus-reflexos-na-folha-de-pagamento"><b>Como calcular o quinqu&ecirc;nio e seus reflexos na folha de pagamento?</b></h2>
<p>O c&aacute;lculo do quinqu&ecirc;nio geralmente baseia-se em um <b>percentual fixo aplicado sobre o sal&aacute;rio-base</b> do colaborador.</p>
<p>Os valores mais praticados pelo mercado e sindicatos giram em torno de <b>5%</b> <b>a cada per&iacute;odo de 5 anos conclu&iacute;do.</b></p>
<p>Por possuir natureza estritamente salarial (conforme o <a href="https://www.jusbrasil.com.br/topicos/10713471/artigo-457-do-decreto-lei-n-5452-de-01-de-maio-de-1943">Artigo 457 da CLT</a>), o acr&eacute;scimo do quinqu&ecirc;nio gera reflexos autom&aacute;ticos em outras obriga&ccedil;&otilde;es financeiras da folha.</p>
<h3 id="impacto-do-quinquenio-nas-ferias-e-no-13o-salario"><b>Impacto do quinqu&ecirc;nio nas f&eacute;rias e no 13&ordm; sal&aacute;rio</b></h3>
<p>O adicional de quinqu&ecirc;nio possui natureza salarial.</p>
<p>Por isso, o <b>Artigo 457 da CLT</b> e a <b>S&uacute;mula 203 do TST</b> pacificam que o valor deve ser integrado &agrave; remunera&ccedil;&atilde;o do colaborador para todos os fins.</p>
<p>Ele aumenta obrigatoriamente a base de c&aacute;lculo para:</p>
<ul>
<li>
<ul>
<li><b>F&eacute;rias</b> (incluindo o ter&ccedil;o constitucional).</li>
<li><b>D&eacute;cimo Terceiro Sal&aacute;rio.</b></li>
<li><b>Aviso Pr&eacute;vio indenizado.</b></li>
</ul>
</li>
</ul>
<h3 id="como-o-adicional-altera-os-depositos-de-fgts-e-inss"><b>Como o adicional altera os dep&oacute;sitos de FGTS e INSS</b></h3>
<p>Em fun&ccedil;&atilde;o do seu car&aacute;ter salarial, o quinqu&ecirc;nio &eacute; <b>adicionado &agrave; base de c&aacute;lculo</b> do Fundo de Garantia por Tempo de Servi&ccedil;o (FGTS) e das contribui&ccedil;&otilde;es para o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).</p>
<h3 id="exemplos-praticos-de-calculo-do-adicional-salarial"><b>Exemplos pr&aacute;ticos de c&aacute;lculo do adicional salarial</b></h3>
<p>O c&aacute;lculo da remunera&ccedil;&atilde;o total acrescida de quinqu&ecirc;nios pode ser expresso pela seguinte equa&ccedil;&atilde;o:</p>
<p><b>Simula&ccedil;&atilde;o de Ac&uacute;mulo:</b></p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td><b>Tempo de Servi&ccedil;o</b></td>
<td><b>Sal&aacute;rio-Base</b></td>
<td><b>Quinqu&ecirc;nios (n)</b></td>
<td><b>Acr&eacute;scimo (5%)</b></td>
<td><b>Sal&aacute;rio Total</b></td>
</tr>
<tr>
<td>0 a 4 anos</td>
<td>R$ 4.000,00</td>
<td>0</td>
<td>0%</td>
<td>R$ 4.000,00</td>
</tr>
<tr>
<td>5 a 9 anos</td>
<td>R$ 4.000,00</td>
<td>1</td>
<td>5% (R$ 200)</td>
<td>R$ 4.200,00</td>
</tr>
<tr>
<td>10 a 14 anos</td>
<td>R$ 4.000,00</td>
<td>2</td>
<td>10% (R$ 400)</td>
<td>R$ 4.400,00</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h2 id="o-quinquenio-como-estrategia-de-gestao-de-pessoas-e-retencao-de-talentos"><b>O quinqu&ecirc;nio como estrat&eacute;gia de gest&atilde;o de pessoas e reten&ccedil;&atilde;o de talentos</b></h2>
<p>O quinqu&ecirc;nio deve ser visto pelo RH n&atilde;o apenas como uma obriga&ccedil;&atilde;o, mas como um <b>mecanismo estrat&eacute;gico de gest&atilde;o de pessoas.&nbsp;</b></p>
<p>Ao valorizar a perman&ecirc;ncia, a empresa reduz o risco de processos seletivos caros e a <b>perda de capital humano qualificado.</b></p>
<h3 id="o-papel-da-valorizacao-por-tempo-de-casa-na-reducao-do-turnover"><b>O papel da valoriza&ccedil;&atilde;o por tempo de casa na redu&ccedil;&atilde;o do turnover</b></h3>
<p>Pol&iacute;ticas de bonifica&ccedil;&atilde;o por tempo de servi&ccedil;o s&atilde;o <b>diretamente ligadas &agrave; redu&ccedil;&atilde;o do </b><a href="https://alice.com.br/blog/empresas/turnover-o-que-e-e-como-evitar/" target="_blank" rel="noopener"><b>turnover</b></a><b>.&nbsp;</b></p>
<p>A valoriza&ccedil;&atilde;o do tempo de casa incentiva a lealdade e a constru&ccedil;&atilde;o de um time mais experiente e est&aacute;vel, o que se reflete na qualidade do trabalho e na economia de recursos.</p>
<h3 id="beneficios-corporativos-de-longo-prazo-e-employer-branding"><b>Benef&iacute;cios corporativos de longo prazo e employer branding</b></h3>
<p>Integrar o quinqu&ecirc;nio a um pacote robusto de benef&iacute;cios, como <a href="https://alice.com.br/blog/plano-de-saude/5-questoes-sobre-o-plano-de-saude-pj/" target="_blank" rel="noopener">planos de sa&uacute;de corporativos</a> que valorizam o <b>bem-estar de longo prazo</b>, refor&ccedil;a o <a href="https://alice.com.br/blog/empresas/employer-branding-beneficios/" target="_blank" rel="noopener">employer branding</a> da Alice.</p>
<p>Posicionar a gest&atilde;o de sa&uacute;de corporativa da Alice, <b>cuida ativamente da sa&uacute;de do time</b> &eacute; o pilar mais s&oacute;lido para construir hist&oacute;rias de dez, quinze ou vinte anos de parceria m&uacute;tua dentro de uma corpora&ccedil;&atilde;o.</p>
<h3 id="comparativo-setor-privado-vs-funcionalismo-publico"><b>Comparativo: Setor Privado vs. Funcionalismo P&uacute;blico</b></h3>
<table>
<tbody>
<tr>
<td><b>Par&acirc;metro</b></td>
<td><b>Setor Privado (CLT)</b></td>
<td><b>Setor P&uacute;blico</b></td>
</tr>
<tr>
<td><b>Obrigatoriedade</b></td>
<td>N&atilde;o por lei federal. Depende de CCT/ACT.</td>
<td>Geralmente obrigat&oacute;rio por lei (ex: Lei 8112/90).</td>
</tr>
<tr>
<td><b>Porcentagem</b></td>
<td>Usualmente 5%.</td>
<td>5% sobre o sal&aacute;rio-base.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Embora o quinqu&ecirc;nio seja uma forma tradicional de reconhecer a perman&ecirc;ncia e a experi&ecirc;ncia profissional, empresas que investem em benef&iacute;cios estrat&eacute;gicos v&atilde;o al&eacute;m da <b>valoriza&ccedil;&atilde;o pelo tempo de casa.&nbsp;</b></p>
<p>Oferecer planos de sa&uacute;de corporativos modernos, com foco em medicina preventiva, cuidado integral e promo&ccedil;&atilde;o do bem-estar, demonstra um <b>compromisso genu&iacute;no com a qualidade de vida dos colaboradores</b> em todas as etapas da jornada profissional.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Escala 12 x 36: entenda tudo sobre essa jornada de trabalho</title>
		<link>https://alice.com.br/blog/empresas/escala-12-x-36-entenda-tudo-sobre-essa-jornada-de-trabalho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Time Alice]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Sep 2024 19:45:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[bem-estar]]></category>
		<category><![CDATA[performance]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://alice.com.br/blog/?p=18264</guid>

					<description><![CDATA[<p>Regime estipula 12 horas de trabalho seguidas de descanso obrigatório de 36 horas; veja cuidados que empregadores precisam adotar.</p>
<p>O post <a href="https://alice.com.br/blog/empresas/escala-12-x-36-entenda-tudo-sobre-essa-jornada-de-trabalho/">Escala 12 x 36: entenda tudo sobre essa jornada de trabalho</a> apareceu primeiro em <a href="https://alice.com.br/blog">Blog da Alice</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<html><body><p>A escala chamada 12 x 36 pressup&otilde;e uma jornada de 12 horas consecutivas de trabalho, seguida de um descanso obrigat&oacute;rio de 36 horas.</p>
<p>Ent&atilde;o, se um colaborador trabalhar das 10h &agrave;s 22h em uma segunda-feira, ele s&oacute; dever&aacute; retornar ao trabalho na quarta-feira a partir das 10h da manh&atilde;.</p><html><body><div class="cta cta--post--slim_withlogo">
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<p>Para que a escala seja implementada de forma regular, &eacute; fundamental que o contrato de trabalho ou o acordo coletivo da categoria seja claro quanto ao regime, estipulando e garantindo o intervalo obrigat&oacute;rio de 36 horas entre um expediente e outro.</p>
<p>Tamb&eacute;m vale para esse tipo de trabalho o intervalo intrajornada que &eacute; garantido em escalas regulares de 8 horas, ou seja, um intervalo de pelo menos 1 hora para refei&ccedil;&atilde;o e descanso.</p>
<p><a href="https://alice.com.br/blog/empresas/escala-6x1-entenda-tudo-sobre-essa-jornada-de-trabalho/" target="_blank" rel="noopener">Escala 6&times;1: entenda tudo sobre essa jornada de trabalho</a></p>
<h2>Escala 12 x 36: o que diz a lei trabalhista sobre a jornada?</h2>
<p>A <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/del5452.htm" target="_blank" rel="nofollow noopener">CLT (Consolida&ccedil;&atilde;o das Leis Trabalhistas)</a> prev&ecirc; essa modalidade de trabalho desde 2017, com a reforma trabalhista aprovada naquele ano.</p>
<p>A lei estipula que &ldquo;&eacute; facultado &agrave;s partes, mediante acordo individual escrito, conven&ccedil;&atilde;o coletiva ou acordo coletivo de trabalho, estabelecer hor&aacute;rio de trabalho de doze horas seguidas por trinta e seis horas ininterruptas de descanso, observados ou indenizados os intervalos para repouso e alimenta&ccedil;&atilde;o&rdquo;.</p>
<h2>Em quais atividades a escala 12 x 36 &eacute; utilizada?</h2>
<p>Trata-se de um tipo de expediente muito utilizado em setores que preveem uma opera&ccedil;&atilde;o cont&iacute;nua, como, por exemplo:</p>
<ul>
<li><b>Profissionais da sa&uacute;de</b>: profissionais que trabalham em hospitais, como m&eacute;dicos e enfermeiros, t&eacute;cnicos e auxiliares de enfermagem. Tamb&eacute;m est&atilde;o inclusas equipes de atendimento de pronto-socorro, limpeza etc.</li>
<li><b>Seguran&ccedil;a patrimonial ou vigil&acirc;ncia</b>: vigilantes e controladores de acesso.</li>
<li><b>Com&eacute;rcio</b>: funcion&aacute;rios de supermercados e shoppings.</li>
<li><b>Alimenta&ccedil;&atilde;o</b>: trabalhadores de restaurantes e bares que podem ter hor&aacute;rios estendidos.</li>
<li><b>Atendimento remoto: </b>como operadores de telemarketing.</li>
<li><b>Ind&uacute;strias</b>: profissionais de algumas linhas de produ&ccedil;&atilde;o que precisam de opera&ccedil;&atilde;o ininterrupta.</li>
<li><b>Servi&ccedil;os essenciais</b>: bombeiros e for&ccedil;as de seguran&ccedil;a p&uacute;blica, como a pol&iacute;cia militar.</li>
</ul>
<p><a href="https://alice.com.br/blog/plano-de-saude/como-contratar-plano-de-saude-empresarial/" target="_blank" rel="noopener">Contratar um plano de sa&uacute;de empresarial: por onde come&ccedil;ar?</a></p>
<h2>Quais cuidados tomar na escala 12 x 36?</h2>
<p>A flexibilidade desse tipo de jornada pode ser interessante para empregadores, por ter alguns custos operacionais mais enxutos, e tamb&eacute;m para os colaboradores, que podem gozar de per&iacute;odos de folga mais longos.</p>
<p>No entanto, apesar de ser uma modalidade de trabalho vantajosa para alguns setores, a implementa&ccedil;&atilde;o da jornada 12 x 36 deve sempre respeitar os direitos dos trabalhadores e garantir a sa&uacute;de mental e f&iacute;sica das equipes.</p>
<p>&Eacute; importante lembrar que, assim como os demais trabalhadores de jornadas regulares de 8h di&aacute;rias, os colaboradores que estejam sob a escala 12 x 36 possuem os mesmos direitos trabalhistas:</p>
<ul>
<li>F&eacute;rias remuneradas acrescidas de &#8531; do sal&aacute;rio</li>
<li>13o sal&aacute;rio</li>
<li>Descanso semanal remunerado (preferencialmente aos domingos)</li>
<li>FGTS, entre outros.</li>
</ul>
<p>Um ponto que o empregador precisa observar &eacute; o limite total de horas trabalhadas. Isso porque a lei determina que todos os trabalhadores, sejam eles urbanos ou rurais, devem ter jornadas de trabalho de at&eacute; 8 horas di&aacute;rias e 44 horas semanais, &ldquo;facultada a compensa&ccedil;&atilde;o de hor&aacute;rios e a redu&ccedil;&atilde;o da jornada, mediante acordo ou conven&ccedil;&atilde;o coletiva de trabalho&rdquo;.</p>
<p><a href="https://alice.com.br/blog/empresas/qual-a-diferenca-entre-insalubridade-e-periculosidade/" target="_blank" rel="noopener">Qual a diferen&ccedil;a entre insalubridade e periculosidade?</a></p>
<h2>Medidas pr&aacute;ticas</h2>
<p>Sendo assim, as empresas precisam ser muito cuidadosas ao elaborar a escala de seus funcion&aacute;rios, para que n&atilde;o haja uma sobrecarga nas equipes e problemas legais futuros.</p>
<p>Qualquer hora a mais que os trabalhadores sob o esquema 12 x 36 fizerem ser&aacute; considerada hora extra trabalhada e dever&aacute; ser paga como tal. <a href="https://alice.com.br/blog/empresas/como-calcular-a-hora-extra/">Saiba como calcular a hora extra a ser paga a seu colaborador!</a></p>
<p>Alguns pontos cruciais que devem ser observado pelas equipes de recursos humanos ou pelas lideran&ccedil;as nas empresas s&atilde;o:</p>
<ul>
<li><b>Controle da jornada:</b> empregadores devem ter um controle rigoroso das horas trabalhadas e dos descansos dos colaboradores para evitar problemas relacionados a horas extras. O n&atilde;o cumprimento das regras pode resultar em a&ccedil;&otilde;es trabalhistas e multas.</li>
<li><b>Sa&uacute;de:</b> a ado&ccedil;&atilde;o da escala 12 x 36 deve considerar a sa&uacute;de e o bem-estar dos trabalhadores. &Eacute; importante que as empresas implementem pol&iacute;ticas de acompanhamento e suporte para evitar o desgaste f&iacute;sico e mental. Isso inclui est&iacute;mulos a h&aacute;bitos saud&aacute;veis de vida, como boa alimenta&ccedil;&atilde;o, pr&aacute;tica de atividades f&iacute;sicas, sono regular etc.</li>
<li><b>Seguran&ccedil;a: </b>a empresa precisa ter em mente que, caso um colaborador esteja trabalhando sob estresse e fadiga, aumentam as chances de acidente laboral. Al&eacute;m disso, tamb&eacute;m h&aacute; redu&ccedil;&atilde;o da produtividade ou ainda de casos de burnout, o que torna o descanso ainda mais importante.</li>
</ul>
<h2>Cuidados com o adicional noturno: entenda</h2>
<p>&Eacute; importante lembrar que, caso a jornada do trabalhador no regime 12 x 36 seja feita no per&iacute;odo noturno, ainda que parcialmente, ele dever&aacute; ser remunerado com o adicional noturno.</p>
<p>A CLT considera que todo trabalho executado entre &agrave;s 22h e as 5h (no caso de trabalhadores urbanos) dever&aacute; receber uma compensa&ccedil;&atilde;o extra em rela&ccedil;&atilde;o ao trabalho diurno. Isso porque jornadas noturnas podem influenciar, a longo prazo, o ciclo circadiano que regula o sono e, em &uacute;ltima an&aacute;lise, impactar a sa&uacute;de do indiv&iacute;duo.</p>
<p><a href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/quantas-horas-de-sono-devemos-ter/" target="_blank" rel="noopener">Quantas horas de sono devemos ter? Entenda agora</a></p>
<p>Por causa disso, a jornada noturna tem remunera&ccedil;&atilde;o superior &agrave; diurna pela lei. A hora trabalhada no hor&aacute;rio de 22h &agrave;s 5h ter&aacute; um um acr&eacute;scimo de 20%, pelo menos, sobre a hora diurna.</p>
<p>Existem exce&ccedil;&otilde;es, como quando a natureza do trabalho &eacute; noturna, e n&atilde;o se trata de uma jornada eventual. Assim, o texto da CLT &eacute; taxativo: &ldquo;o aumento ser&aacute; calculado sobre o sal&aacute;rio m&iacute;nimo geral vigente na regi&atilde;o, n&atilde;o sendo devido quando exceder desse limite, j&aacute; acrescido da percentagem&rdquo;.</p>
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		<title>NR-1 e nova lei protegem saúde mental do colaborador</title>
		<link>https://alice.com.br/blog/empresas/nr-1-e-nova-lei-defendem-bem-estar-do-colaborador/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Time Alice]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Sep 2024 21:19:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[bem-estar]]></category>
		<category><![CDATA[qualidade-de-vida]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://alice.com.br/blog/?p=18212</guid>

					<description><![CDATA[<p>Mudança na legislação inclui 'riscos psicossociais' como pontos de atenção dos empregadores e certificação para empresas estimularem adoção de iniciativas de bem-estar. </p>
<p>O post <a href="https://alice.com.br/blog/empresas/nr-1-e-nova-lei-defendem-bem-estar-do-colaborador/">NR-1 e nova lei protegem saúde mental do colaborador</a> apareceu primeiro em <a href="https://alice.com.br/blog">Blog da Alice</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="index"><div class="title">Índice</div><ol><li><a href="#o-que-e-a-nr-1">O que é a NR-1?</a><ol><li><a href="#o-que-sao-normas-regulamentadoras-como-a-nr-1">O que são Normas Regulamentadoras como a NR-1?</a></li></ol></li><li><a href="#a-nr-1-se-aplica-a-quais-empresas">A NR-1 se aplica a quais empresas?</a></li><li><a href="#o-que-muda-em-maio-de-2026-com-a-nova-nr-1">O que muda em maio de 2026 com a nova NR-1?</a></li><li><a href="#o-que-sao-riscos-psicossociais-ocupacionais-e-como-preveni-los">O que são riscos psicossociais ocupacionais e como preveni-los?</a><ol><li><a href="#como-prevenir-os-riscos-psicossociais">Como prevenir os riscos psicossociais?</a></li></ol></li><li><a href="#erros-comuns-nas-estrategias-de-saude-psicossocial">Erros comuns nas estratégias de saúde psicossocial</a></li><li><a href="#qual-o-impacto-esperado-da-aplicacao-da-nr-1">Qual o impacto esperado da aplicação da NR-1?</a><ol><li><a href="#ou-seja-cuidar-da-saude-mental-e-diminuir-os-riscos-psicossociais-no-trabalho-sao-medidas-essenciais-para-o-bem-estar-geral-dos-colaboradores-e-da-empresa">Ou seja, cuidar da saúde mental e diminuir os riscos psicossociais no trabalho são medidas essenciais para o bem-estar geral dos colaboradores e da empresa.</a></li></ol></li><li><a href="#como-obter-o-certificado-de-empresa-promotora-da-saude-mental">Como obter o certificado de Empresa Promotora da Saúde Mental?</a><ol><li><a href="#o-que-fazer">O que fazer?</a></li></ol></li><li><a href="#cuidado-continuo-e-coordenado-pela-alice">Cuidado contínuo e coordenado pela Alice</a><ol><li><a href="#mapeamento-dos-riscos">Mapeamento dos riscos:</a></li><li><a href="#estrategias-de-saude-integral-fisica-e-mental">Estratégias de saúde integral (física e mental):</a></li><li><a href="#recorrencia-do-cuidado">Recorrência do cuidado:</a></li></ol></li><li><a href="#sua-empresa-preparada-para-a-nova-nr-1-e-seu-time-bem-cuidado-todos-os-dias">Sua empresa preparada para a nova NR-1, e seu time bem cuidado todos os dias</a></li></ol></div><html><body><p>Falar sobre sa&uacute;de mental no trabalho deixou de ser tabu<b> e passou a ser urgente. </b>Em 2024, o<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2025-03/afastamentos-por-transtornos-mentais-dobram-em-dez-anos-chegam-440-mil"> Brasil registrou o maior n&uacute;mero de afastamentos por ansiedade e depress&atilde;o em uma d&eacute;cada</a>.</p>
<p>Esse cen&aacute;rio, por si s&oacute;, j&aacute; diz muito. Mas a boa not&iacute;cia &eacute; que o tema chegou tamb&eacute;m &agrave; legisla&ccedil;&atilde;o trabalhista.</p>
<p>A nova lei de sa&uacute;de mental das empresas, como vem sendo chamada a atualiza&ccedil;&atilde;o da Norma Regulamentadora n&ordm; 1 (NR-1), traz <b>mudan&ccedil;as importantes sobre como a sa&uacute;de mental e a seguran&ccedil;a do trabalho s&atilde;o tratadas no Brasil.</b></p>
<p>At&eacute; ent&atilde;o, a NR-1 exigia o gerenciamento de riscos f&iacute;sicos, qu&iacute;micos, biol&oacute;gicos, ergon&ocirc;micos e de acidentes. Agora, as empresas devem tamb&eacute;m identificar, avaliar e controlar os riscos psicossociais &ndash; por meio dos fatores que possam afetar a sa&uacute;de mental e o bem-estar dos colaboradores, como estresse, sobrecarga e ass&eacute;dio.</p>
<p>Neste artigo, voc&ecirc; vai entender o que muda com essa atualiza&ccedil;&atilde;o da NR-1, porque essas mudan&ccedil;as importam e como sua empresa pode (e deve!) se preparar.</p>
<h2 id="o-que-e-a-nr-1"><b>O que &eacute; a NR-1?</b></h2>
<p>A NR-1, ou Norma Regulamentadora n&ordm; 1, &eacute; uma das normas criadas pelo Minist&eacute;rio do Trabalho e Emprego, com base na Consolida&ccedil;&atilde;o das Leis do Trabalho (CLT), que dita sobre as <b>regras gerais de seguran&ccedil;a e sa&uacute;de no trabalho</b>.</p>
<p>Embora existam diferentes NRs, a n&ordm; 1 &eacute; a mais abrangente de todas, estabelecendo as <b>disposi&ccedil;&otilde;es gerais</b>.</p>
<p>Ou seja, ela define:</p>
<ul>
<li>Responsabilidades que cabem tanto a quem contrata quanto a quem trabalha para garantir um ambiente de trabalho mais seguro e saud&aacute;vel;</li>
<li>Como as demais NRs devem ser aplicadas;</li>
<li>Como funciona o gerenciamento dos riscos ocupacionais (sejam eles f&iacute;sicos, qu&iacute;micos, biol&oacute;gicos, ergon&ocirc;micos, de acidentes ou psicossociais);</li>
<li>A obrigatoriedade do Programa de Gerenciamento de Risco (PGR).</li>
</ul>
<p>A NR-1 &eacute; como a base das demais NRs: o ponto de partida que orienta empresas sobre como prevenir acidentes e proteger a sa&uacute;de de todos os colaboradores.</p>
<h3 id="o-que-sao-normas-regulamentadoras-como-a-nr-1"><b>O que s&atilde;o Normas Regulamentadoras como a NR-1?</b></h3>
<p>As Normas Regulamentadoras complementam a Consolida&ccedil;&atilde;o das Leis do Trabalho (CLT) quando o assunto &eacute; seguran&ccedil;a e sa&uacute;de do trabalho. Elas trazem<b> orienta&ccedil;&otilde;es pr&aacute;ticas que as empresas precisam seguir</b> para cuidar bem de quem trabalha com carteira assinada.</p>
<p>Criadas em 1978 e revisadas ao longo dos anos, as NRs ajudam a construir ambientes de trabalho mais seguros, <b>prevenindo doen&ccedil;as ocupacionais e acidentes</b> com medidas claras e aplic&aacute;veis.</p>
<p>Atualmente existem dezenas de NRs (como as NR-1, NR-6, NR-7, NR-9, NR-17), e cada uma trata de um aspecto espec&iacute;fico da prote&ccedil;&atilde;o do trabalhador. Por exemplo:</p>
<ul>
<li><b>NR-6</b>: trata de Equipamentos de Prote&ccedil;&atilde;o Individual (EPI);</li>
<li><b>NR-7</b>: institui o PCMSO (Programa de Controle M&eacute;dico de Sa&uacute;de Ocupacional);</li>
<li><b>NR-17</b>: trata de ergonomia;</li>
<li><b>NR-9</b>: trata da avalia&ccedil;&atilde;o e controle de exposi&ccedil;&otilde;es a agentes f&iacute;sicos, qu&iacute;micos e biol&oacute;gicos.</li>
</ul>
<h2 id="a-nr-1-se-aplica-a-quais-empresas">A NR-1 se aplica a quais empresas?</h2>
<p><b>A NR-1 vale para todas as empresas com colaboradores contratados pelo regime CLT </b>&ndash; independentemente do porte ou do segmento.</p>
<p>Ou seja, mesmo se a empresa for pequena ou tiver s&oacute; um time enxuto, precisa seguir o que a norma determina, que &eacute; a avalia&ccedil;&atilde;o dos riscos aos trabalhadores e a cria&ccedil;&atilde;o de um Programa de Gerenciamento de Riscos, o PGR.</p>
<p>As &uacute;nicas exce&ccedil;&otilde;es s&atilde;o os <a href="https://www.gov.br/trabalho-e-emprego/pt-br/acesso-a-informacao/participacao-social/conselhos-e-orgaos-colegiados/comissao-tripartite-partitaria-permanente/normas-regulamentadora/normas-regulamentadoras-vigentes/nr-01-atualizada-2025-i-3.pdf">Microempreendedores Individuais (MEI) e as Microempresas de Pequeno Porte</a>, desde que tenham atividades com grau de risco 1 e 2. O grau de risco &eacute; definido conforme o CNAE, o C&oacute;digo Nacional de Atividade Econ&ocirc;mica declarado no CNPJ da empresa.</p>
<p>Nos casos acima, as empresas MEI e MPP com atividades com grau de risco 1 e 2 precisam levantar os riscos, mas n&atilde;o precisam, necessariamente, ter um PGR formal.</p>
<h2 id="o-que-muda-em-maio-de-2026-com-a-nova-nr-1"><b>O que muda em maio de 2026 com a nova NR-1?</b></h2>
<p>Uma atualiza&ccedil;&atilde;o importante da NR-1 foi publicada em agosto de 2024 e trouxe uma mudan&ccedil;a que reflete um cuidado mais completo da sa&uacute;de no ambiente de trabalho: a <b>sa&uacute;de mental tamb&eacute;m deve fazer parte do Programa de Gerenciamento de Riscos das empresas.</b></p>
<p>A aplica&ccedil;&atilde;o pr&aacute;tica dessa atualiza&ccedil;&atilde;o estava prevista para come&ccedil;ar em maio de 2025, mas foi <b>adiada para 25 de maio de 2026</b>.</p>
<p>Na pr&aacute;tica, essa mudan&ccedil;a significa que fatores como<a href="https://alice.com.br/blog/empresas/burnout-como-reconhecer-corpo/"> s&iacute;ndrome de burnout</a> (reconhecido como um &ldquo;fen&ocirc;meno ocupacional&rdquo; pela <a href="https://www.who.int/news/item/28-05-2019-burn-out-an-occupational-phenomenon-international-classification-of-diseases?utm_source=chatgpt.com">Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial da Sa&uacute;de</a> em 2019), estresse cr&ocirc;nico e ansiedade <b>devem ser levados t&atilde;o a s&eacute;rio quanto os riscos f&iacute;sicos, qu&iacute;micos, biol&oacute;gicos, ergon&ocirc;micos ou acidentes. </b></p>
<p>O novo texto da norma deixa claro que os <b>riscos psicossociais</b> precisam ser identificados, avaliados e prevenidos com a mesma dilig&ecirc;ncia.</p>
<p>Ou seja, esses riscos precisam constar no Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO) da empresa, e as medidas que ser&atilde;o adotadas precisam ser identificadas no <a href="https://alice.com.br/blog/empresas/programa-de-gerenciamento-de-riscos-pgr-o-que-e-e-objetivo/">Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR)</a>.</p>
<p>Com essa nova reda&ccedil;&atilde;o, o cuidado com os times se amplia: sa&uacute;de no trabalho &eacute; tamb&eacute;m contribuir com o equil&iacute;brio emocional, com rela&ccedil;&otilde;es saud&aacute;veis e<a href="https://alice.com.br/blog/empresas/os-6-pilares-da-saude-mental-no-trabalho/"> com a preven&ccedil;&atilde;o de doen&ccedil;as mentais ligadas &agrave; rotina profissional.</a></p>
<h2 id="o-que-sao-riscos-psicossociais-ocupacionais-e-como-preveni-los"><b>O que s&atilde;o riscos psicossociais ocupacionais e como preveni-los?</b></h2>
<p>Os riscos psicossociais s&atilde;o <b>fatores ligados &agrave;s empresas e &agrave;s rela&ccedil;&otilde;es de trabalho</b> que podem afetar a sa&uacute;de mental e emocional, mas at&eacute; f&iacute;sica, dos trabalhadores.</p>
<p>Exemplos comuns:</p>
<ul>
<li>Excesso de demanda e press&atilde;o constante;</li>
<li>Jornadas prolongadas;</li>
<li>Cargas excessivas de trabalho;</li>
<li>Falta de clareza de pap&eacute;is;</li>
<li>Baixa autonomia;</li>
<li>Ass&eacute;dio moral ou sexual;</li>
<li>Conflitos interpessoais;</li>
<li>Inseguran&ccedil;a no emprego;</li>
</ul>
<p>Esses fatores est&atilde;o associados a desfechos como estresse cr&ocirc;nico, <a href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/estafa-mental-sintomas-como-prevenir/">estafa mental</a>, ansiedade, depress&atilde;o e mesmo burnout.</p>
<h3 id="como-prevenir-os-riscos-psicossociais"><b>Como prevenir os riscos psicossociais?</b></h3>
<p>Os primeiros passos para prevenir os riscos psicossociais s&atilde;o:</p>
<ol>
<li><b> Mapear os riscos</b><b><br>
</b>Identificar as situa&ccedil;&otilde;es de risco psicossocial na empresa, em cada &aacute;rea e time. Para isso, cada empresa pode buscar a ferramenta de avalia&ccedil;&atilde;o, question&aacute;rio ou pesquisa que melhor se encaixe no seu dia a dia. O <a href="https://www.gov.br/trabalho-e-emprego/pt-br/acesso-a-informacao/participacao-social/conselhos-e-orgaos-colegiados/comissao-tripartite-partitaria-permanente/normas-regulamentadora/normas-regulamentadoras-vigentes/guia-nr-01-revisado.pdf">Minist&eacute;rio do Trabalho e Emprego</a> n&atilde;o define ou sugere uma metodologia espec&iacute;fica para esse momento.</li>
<li><b> Aprofundar os dados encontrados</b><b><br>
</b>Com os dados levantados junto aos colaboradores, &eacute; essencial desdobr&aacute;-los por diretoria, time ou senioridade, ou outros recortes que fa&ccedil;am sentido; e cruz&aacute;-los com outras informa&ccedil;&otilde;es da empresa, como engajamento e absente&iacute;smo.</li>
<li><b> Unir os dados com as a&ccedil;&otilde;es certas</b><b><br>
</b>Campanhas de promo&ccedil;&atilde;o de sa&uacute;de &ldquo;generalistas&rdquo; n&atilde;o s&atilde;o suficientes. Cada empresa &ndash; embora seja um recorte da sociedade em que est&aacute; inserida &ndash; possui um conjunto de ideias, a&ccedil;&otilde;es e pr&aacute;ticas espec&iacute;ficas daquele grupo.Por isso, a import&acirc;ncia em casar os dados com as a&ccedil;&otilde;es certas para cada time, setor ou empresa.</li>
</ol>
<p>&rarr; Quer transformar o cuidado com a sa&uacute;de mental em a&ccedil;&otilde;es pr&aacute;ticas no dia a dia da sua empresa?<a href="https://alice.com.br/blog/empresas/saude-mental-empresas-ideias/"> Confira ideias para promover a sa&uacute;de mental no trabalho!</a></p>
<ol>
<li><b> Estabelecer uma governan&ccedil;a clara</b><b><br>
</b>&Eacute; importante, logo de in&iacute;cio, determinar qual time acompanhar&aacute; os dados e as a&ccedil;&otilde;es implementadas, al&eacute;m de como ser&aacute; feito esse acompanhamento: com qual periodicidade, com quais ferramentas, entre outros detalhes.</li>
<li><b> Determinar a recorr&ecirc;ncia da avalia&ccedil;&atilde;o</b><b><br>
</b>Para al&eacute;m de uma &uacute;nica avalia&ccedil;&atilde;o, &eacute; essencial que a empresa mantenha uma recorr&ecirc;ncia nos projetos voltados &agrave; sa&uacute;de psicossocial dos colaboradores.</li>
</ol>
<h2 id="erros-comuns-nas-estrategias-de-saude-psicossocial"><b>Erros comuns nas estrat&eacute;gias de sa&uacute;de psicossocial</b></h2>
<p>Durante a constru&ccedil;&atilde;o das estrat&eacute;gias que v&atilde;o atender os riscos psicossociais, &eacute; essencial que as empresas se atentem aos erros mais comuns. S&atilde;o eles:</p>

<ol>
<li><b>Falta de diagn&oacute;stico estruturado</b><b><br>
</b>Muitas empresas implementam iniciativas sem antes mapear seus pr&oacute;prios riscos psicossociais. N&atilde;o aplicam pesquisas consistentes, n&atilde;o analisam dados de absente&iacute;smo, turnover ou afastamentos por transtornos mentais, nem escutam lideran&ccedil;as e equipes de forma qualificada.</li>
<li><b>Desconex&atilde;o entre discurso e pr&aacute;tica</b><b><br>
</b>A empresa diz que prioriza sa&uacute;de mental, mas mant&eacute;m pol&iacute;ticas e metas que incentivam jornadas excessivas, disponibilidade constante e uma cultura de urg&ecirc;ncia permanente. Essa incoer&ecirc;ncia reduz a credibilidade das a&ccedil;&otilde;es e pode at&eacute; aumentar o problema.</li>
<li><b>Tratar o tema como a&ccedil;&atilde;o pontual ou benef&iacute;cio isolado</b><br>
Sa&uacute;de psicossocial &eacute; uma parte estruturante da gest&atilde;o de riscos. Muitas empresas concentram esfor&ccedil;os em palestras motivacionais, campanhas de conscientiza&ccedil;&atilde;o ou oferta de apoio psicol&oacute;gico individual, mas deixam de revisar fatores organizacionais que est&atilde;o na raiz do problema, como as metas inalcan&ccedil;&aacute;veis, sobrecarga cr&ocirc;nica, lideran&ccedil;as despreparadas e aus&ecirc;ncia de canais seguros de escuta.</li>
<li><b>Agir apenas de forma reativa</b><br>
&Eacute; comum que as empresas se mobilizem apenas depois de afastamentos ou crises, em vez de implementar monitoramento cont&iacute;nuo e indicadores preventivos. Com a atualiza&ccedil;&atilde;o da NR-1 e a inclus&atilde;o expl&iacute;cita dos riscos psicossociais no PGR, a expectativa deixa de ser simb&oacute;lica e passa a exigir abordagem sist&ecirc;mica, documenta&ccedil;&atilde;o, avalia&ccedil;&atilde;o peri&oacute;dica e a&ccedil;&otilde;es que incidam sobre a empresa como um todo.</li>
<li><b>Falta de responsabiliza&ccedil;&atilde;o da lideran&ccedil;a</b><b><br>
</b>Colocar toda a responsabilidade na &aacute;rea de RH ou em um programa de bem-estar &eacute; outro erro frequente. A gest&atilde;o direta tem impacto decisivo nos fatores psicossociais e, quando l&iacute;deres n&atilde;o s&atilde;o treinados nem avaliados por indicadores relacionados a ambiente saud&aacute;vel, a estrat&eacute;gia perde for&ccedil;a.</li>
</ol>
<h2 id="qual-o-impacto-esperado-da-aplicacao-da-nr-1"><b>Qual o impacto esperado da aplica&ccedil;&atilde;o da NR-1?</b></h2>
<p>A atualiza&ccedil;&atilde;o da NR-1 &eacute; um passo importante para aproximar a sa&uacute;de mental das pr&aacute;ticas de gest&atilde;o nas empresas, e isso pode transformar o ambiente de trabalho de forma muito positiva.</p>
<blockquote><p>&ldquo;Um l&iacute;der que est&aacute; em dia com a pr&oacute;pria sa&uacute;de mental e que est&aacute; atento aos sinais do time consegue dar feedbacks mais assertivos, promover conversas mais abertas e criar um ambiente emocionalmente mais seguro para todo mundo.&rdquo; &ndash; Ester Santos, psic&oacute;loga da Alice.</p></blockquote>
<p>Quando a lideran&ccedil;a tem esse preparo, a gest&atilde;o se torna mais eficiente: h&aacute; mais escuta ativa, menos conflitos, mais engajamento. A sa&uacute;de mental passa a ser parte da estrat&eacute;gia, e n&atilde;o um tema deixado para depois.</p>
<p>Empresas que investem de verdade no cuidado com o bem-estar psicol&oacute;gico colhem resultados pr&aacute;ticos:<b> aumento da produtividade, queda no turnover e</b><a href="https://alice.com.br/blog/empresas/endomarketing-o-que-e-e-como-colocar-em-pratica-na-empresa/"> <b>melhora no clima organizacional</b></a><b>.</b></p>
<p>De acordo com dados do <b>Pulso RH</b>, pesquisa propriet&aacute;ria da Alice:</p>
<ul>
<li><b>70%</b> dos colaboradores de empresas que se importam com a sa&uacute;de se sentem <b>mais engajados</b>;</li>
<li><b>84%</b> s&atilde;o <b>mais</b> <b>produtivos</b>;</li>
<li><b>66%</b> s&atilde;o <b>mais</b> <b>motivados</b>;</li>
<li><b>77%</b> sentem <b>mais orgulho</b> de trabalhar naquela empresa.</li>
</ul>
<p>De um ponto de vista mais global, segundo a Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial da Sa&uacute;de (OMS), a<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2016-04/oms-investir-em-tratamento-para-depressao-gera-retorno-quatro-vezes"> cada d&oacute;lar investido no tratamento para depress&atilde;o e ansiedade gera um retorno de US$ 4</a> por meio de melhorias na sa&uacute;de e na capacidade de trabalho do paciente.</p>
<h3 id="ou-seja-cuidar-da-saude-mental-e-diminuir-os-riscos-psicossociais-no-trabalho-sao-medidas-essenciais-para-o-bem-estar-geral-dos-colaboradores-e-da-empresa">Ou seja, cuidar da sa&uacute;de mental e diminuir os riscos psicossociais no trabalho s&atilde;o medidas essenciais para o bem-estar geral dos colaboradores e da empresa.</h3>
<h2 id="como-obter-o-certificado-de-empresa-promotora-da-saude-mental"><b>Como obter o certificado de Empresa Promotora da Sa&uacute;de Mental?</b></h2>
<p>A<a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2024/lei/L14831.htm"> Lei 14.831/24</a>, sancionada em mar&ccedil;o de 2024, criou o Certificado Empresa Promotora da Sa&uacute;de Mental. Este selo reconhece empresas com pol&iacute;ticas efetivas de bem-estar psicossocial.</p>
<p>A ideia &eacute; valorizar as organiza&ccedil;&otilde;es que investem em um ambiente mais saud&aacute;vel, estimulando:</p>
<ul>
<li>Seguran&ccedil;a e sa&uacute;de no trabalho;</li>
<li>Equil&iacute;brio entre vida pessoal e profissional;</li>
<li>Incentivo a atividades f&iacute;sicas, alimenta&ccedil;&atilde;o saud&aacute;vel e lazer;</li>
<li>Comunica&ccedil;&atilde;o clara e respeitosa;</li>
<li>Rela&ccedil;&otilde;es saud&aacute;veis no dia a dia corporativo.</li>
</ul>
<h3 id="o-que-fazer"><b>O que fazer? </b></h3>
<p>Empresas interessadas no certificado precisam adotar medidas como:</p>
<ul>
<li>Avalia&ccedil;&atilde;o dos riscos psicossociais, para al&eacute;m dos demais riscos para a sa&uacute;de e o bem-estar dos colaboradores;</li>
<li>Cria&ccedil;&atilde;o de programas de sa&uacute;de mental e apoio psicol&oacute;gico;</li>
<li>Campanhas e treinamentos sobre o tema;</li>
<li>Forma&ccedil;&atilde;o de lideran&ccedil;as para lidar com o tema com empatia;</li>
<li>Combate ao ass&eacute;dio e &agrave; discrimina&ccedil;&atilde;o;</li>
<li>Avalia&ccedil;&atilde;o cont&iacute;nua das a&ccedil;&otilde;es implementadas.</li>
</ul>
<p>Para manter o selo, &eacute; necess&aacute;rio divulgar internamente as pr&aacute;ticas adotadas, ouvir as equipes e acompanhar indicadores. O certificado, concedido por uma <a href="https://www.gov.br/mdh/pt-br/assuntos/noticias/2024/marco/empresa-que-promove-saude-mental-a-trabalhadores-vai-ter-certificacao-do-governo">comiss&atilde;o federal</a>, tem validade de dois anos e pode ser usado na comunica&ccedil;&atilde;o institucional.</p>
<p>At&eacute; agora, n&atilde;o h&aacute; um canal oficial, formul&aacute;rio ou portal espec&iacute;fico onde a empresa possa se inscrever para receber o certificado. Esse procedimento depende da publica&ccedil;&atilde;o do regulamento pelo governo federal, que ainda n&atilde;o ocorreu.</p>
<p>Embora a lei j&aacute; esteja em vigor nacionalmente, sem um regulamento publicado, n&atilde;o existe ainda um processo formal de inscri&ccedil;&atilde;o dispon&iacute;vel &agrave;s empresas. Vale destacar que qualquer notifica&ccedil;&atilde;o, formul&aacute;rio ou portal que <b>n&atilde;o</b> esteja vinculado a um endere&ccedil;o oficial do governo federal (dom&iacute;nio <b>gov.br</b>) deve ser considerado com cautela at&eacute; que o regulamento seja publicado oficialmente.</p>
<h2 id="cuidado-continuo-e-coordenado-pela-alice"><b>Cuidado cont&iacute;nuo e coordenado pela Alice</b></h2>
<p>A atualiza&ccedil;&atilde;o da NR-1 refor&ccedil;a a necessidade de as empresas olharem para a sa&uacute;de de <b>forma estrat&eacute;gica e cont&iacute;nua</b>. &Eacute; exatamente nesse ponto que a coordena&ccedil;&atilde;o de cuidado da <b>Alice</b> se torna uma importante aliada.</p>
<h3 id="mapeamento-dos-riscos"><b>Mapeamento dos riscos</b>:</h3>
<ul>
<li><b>Score Magenta</b>: todos os membros da <b>Alice </b>t&ecirc;m acesso ao <a href="https://alice.com.br/blog/plano-de-saude/score-magenta-alice/">Score Magenta</a>, uma ferramenta propriet&aacute;ria que calcula como est&aacute; a sa&uacute;de a partir da avalia&ccedil;&atilde;o dos principais pilares de sa&uacute;de: alimenta&ccedil;&atilde;o, exerc&iacute;cios, qualidade de vida, sono, h&aacute;bitos e sa&uacute;de mental. As empresas t&ecirc;m acesso aos dados dos seus colaboradores, de forma populacional, o que facilita a personaliza&ccedil;&atilde;o de a&ccedil;&otilde;es estrat&eacute;gicas.</li>
</ul>
<h3 id="estrategias-de-saude-integral-fisica-e-mental"><b>Estrat&eacute;gias de sa&uacute;de integral (f&iacute;sica e mental)</b>:</h3>
<ul>
<li><b>Apoio em campanhas e a&ccedil;&otilde;es de sa&uacute;de</b>: a <b>Alice </b>apoia a constru&ccedil;&atilde;o de campanhas e estrat&eacute;gias de sa&uacute;de adaptadas &agrave; realidade de cada empresa.</li>
</ul>
<h3 id="recorrencia-do-cuidado"><b>Recorr&ecirc;ncia do cuidado</b>:</h3>
<ul>
<li><b>Cuidado cont&iacute;nuo e coordenado</b>: na <b>Alice</b>, o cuidado dos membros n&atilde;o &eacute; fragmentado em epis&oacute;dios, mas cont&iacute;nuo e coordenado por profissionais especialistas em Aten&ccedil;&atilde;o Prim&aacute;ria &agrave; Sa&uacute;de, como os M&eacute;dicos de Fam&iacute;lia e Comunidade. S&atilde;o eles que acompanham cada pessoa ao longo do tempo, com vis&atilde;o integral da sa&uacute;de f&iacute;sica e mental, articulando encaminhamentos, monitorando evolu&ccedil;&atilde;o e evitando que sintomas se agravem.</li>
</ul>
<p>Mais do que cumprir uma norma, a Alice ajuda as empresas a transformarem o cuidado em estrat&eacute;gia, com continuidade, integra&ccedil;&atilde;o e responsabilidade compartilhada.</p>
<h2 id="sua-empresa-preparada-para-a-nova-nr-1-e-seu-time-bem-cuidado-todos-os-dias"><b>Sua empresa preparada para a nova NR-1, e seu time bem cuidado todos os dias</b></h2>
<p>Com Alice, voc&ecirc; oferece mais do que um<a href="https://alice.com.br/"> conv&ecirc;nio de sa&uacute;de</a>: voc&ecirc; garante acesso aos profissionais de sa&uacute;de com atendimento cont&iacute;nuo para manter o bem-estar f&iacute;sico e emocional do seu time.</p>
<p>Na pr&aacute;tica, voc&ecirc; recebe um cuidado real com a sa&uacute;de mental, que vai muito al&eacute;m das exig&ecirc;ncias da lei e ajuda sua empresa a criar um ambiente mais saud&aacute;vel, produtivo e seguro para todo mundo.</p>
<p>Veja como Alice cuida do seu time e do seu or&ccedil;amento!</p>
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<p>O post <a href="https://alice.com.br/blog/empresas/nr-1-e-nova-lei-defendem-bem-estar-do-colaborador/">NR-1 e nova lei protegem saúde mental do colaborador</a> apareceu primeiro em <a href="https://alice.com.br/blog">Blog da Alice</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Exame demissional: guia de prazos, regras da CLT e compliance para o RH</title>
		<link>https://alice.com.br/blog/empresas/exame-demissional-o-que-e-e-como-funciona/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Time Alice]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Sep 2024 21:20:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[bem-estar]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[saúde dos funcionários]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://alice.com.br/blog/?p=18130</guid>

					<description><![CDATA[<p>Saiba tudo sobre o exame demissional para RH e DP. Descubra o prazo de 10 dias, regras de dispensa pela NR-4, eSocial, inaptidão e recusa de agendamento</p>
<p>O post <a href="https://alice.com.br/blog/empresas/exame-demissional-o-que-e-e-como-funciona/">Exame demissional: guia de prazos, regras da CLT e compliance para o RH</a> apareceu primeiro em <a href="https://alice.com.br/blog">Blog da Alice</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="index"><div class="title">Índice</div><ol><li><a href="#o-que-e-exame-demissional-e-o-que-diz-a-clt">O que é exame demissional e o que diz a CLT?</a></li><li><a href="#qual-e-o-prazo-para-a-realizacao-do-exame-demissional">Qual é o prazo para a realização do exame demissional?</a></li><li><a href="#como-funciona-o-exame-demissional">Como funciona o exame demissional?</a></li><li><a href="#quais-avaliacoes-medicas-fazem-parte-do-exame">Quais avaliações médicas fazem parte do exame?</a></li><li><a href="#saude-seguranca-e-compliance-do-pcmso-ao-pgr">Saúde, Segurança e Compliance: Do PCMSO ao PGR </a></li><li><a href="#como-a-alice-apoia-a-gestao-de-saude-e-o-compliance-da-sua-empresa">Como a Alice apoia a gestão de saúde e o compliance da sua empresa </a></li></ol></div><html><body><p>A sa&uacute;de do colaborador tem sido um tema cada vez mais relevante para as empresas.</p>
<p>E o exame demissional &eacute; uma oportunidade de garantir que ele deixe a empresa com a sa&uacute;de em dia, al&eacute;m de resguardar a organiza&ccedil;&atilde;o juridicamente.</p>
<h2 id="o-que-e-exame-demissional-e-o-que-diz-a-clt"><b>O que &eacute; exame demissional e o que diz a CLT?</b></h2>
<p>O exame demissional &eacute; uma avalia&ccedil;&atilde;o m&eacute;dica obrigat&oacute;ria e prevista pelo <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/del5452.htm"><b>artigo 168 da CLT</b></a><b> (Consolida&ccedil;&atilde;o das Leis do Trabalho)</b>. Ele ocorre toda vez que um colaborador sob o regime celetista se desliga da empresa.</p>
<p>Essa avalia&ccedil;&atilde;o m&eacute;dica serve para monitorar e certificar que a sa&uacute;de do funcion&aacute;rio n&atilde;o foi prejudicada durante o per&iacute;odo em que ele desempenhou suas fun&ccedil;&otilde;es.</p>
<ul>
<li><b>Quem est&aacute; dispensado?</b> Em casos de demiss&otilde;es por justa causa, n&atilde;o h&aacute; obrigatoriedade do exame. Al&eacute;m disso, pessoas que prestam servi&ccedil;o na forma de pessoa jur&iacute;dica (PJ) ou contratos aut&ocirc;nomos est&atilde;o dispensadas.</li>
<li><b>Quem paga pelo exame demissional?</b> O custo financeiro de toda a avalia&ccedil;&atilde;o e a emiss&atilde;o de documentos &eacute; <b>100% de responsabilidade do empregador</b>, sendo proibido qualquer desconto no acerto rescis&oacute;rio do colaborador.</li>
</ul>
<h2 id="qual-e-o-prazo-para-a-realizacao-do-exame-demissional"><b>Qual &eacute; o prazo para a realiza&ccedil;&atilde;o do exame demissional?</b></h2>
<p>De acordo com as normas vigentes e as diretrizes de envio de eventos de SST para o <b>eSocial (Evento S-2220)</b>, o exame demissional deve ser realizado em at&eacute; <b>10 dias contados a partir do t&eacute;rmino do contrato</b>, desde que o &uacute;ltimo exame m&eacute;dico ocupacional tenha sido realizado h&aacute; mais tempo que o permitido por lei.</p>
<p>Para facilitar o controle do seu setor de Departamento Pessoal, veja a tabela de validade dos exames anteriores (como o peri&oacute;dico) para fins de dispensa do demissional, conforme o grau de risco da empresa estipulado pela <b>NR-4</b>:</p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td><b>Grau de Risco da Empresa (NR-4)</b></td>
<td><b>Validade do Exame Anterior para Dispensa</b></td>
</tr>
<tr>
<td><b>Grau de Risco 1 e 2</b> (Baixo/Moderado)</td>
<td>At&eacute; <b>180 dias</b> antes da data do desligamento</td>
</tr>
<tr>
<td><b>Grau de Risco 3 e 4</b> (Alto/Muito Alto)</td>
<td>At&eacute; <b>90 dias</b> antes da data do desligamento</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><i>Nota: Acordos ou conven&ccedil;&otilde;es coletivas de trabalho podem estipular prazos diferentes. Sempre consulte o sindicato da categoria.&nbsp;</i></p>
<h2 id="como-funciona-o-exame-demissional"><b>Como funciona o exame demissional?</b></h2>
<p>Na pr&aacute;tica, o exame demissional &eacute; uma consulta de sa&uacute;de presencial conduzida por um m&eacute;dico do trabalho ou m&eacute;dico examinador credenciado.</p>
<p>Ao final do atendimento, ele ir&aacute; emitir o <b>ASO (Atestado de Sa&uacute;de Ocupacional)</b>, atestando se o profissional est&aacute; &ldquo;Apto&rdquo; ou &ldquo;Inapto&rdquo; para o desligamento.</p>
<p>Na pr&aacute;tica, o exame demissional &eacute; uma consulta de sa&uacute;de paga pelo empregador e feita por um m&eacute;dico ocupacional.</p>
<p><a href="https://alice.com.br/blog/empresas/tudo-sobre-saude-trabalho/">Sa&uacute;de no trabalho: tudo que voc&ecirc; precisa saber</a></p>
<h2 id="quais-avaliacoes-medicas-fazem-parte-do-exame"><b>Quais avalia&ccedil;&otilde;es m&eacute;dicas fazem parte do exame?</b></h2>
<p>No exame demissional, constam avalia&ccedil;&otilde;es cl&iacute;nicas b&aacute;sicas como a anamnese ocupacional (entrevista m&eacute;dica), aferi&ccedil;&atilde;o da press&atilde;o arterial, avalia&ccedil;&atilde;o cardiovascular e testes r&aacute;pidos de vis&atilde;o e mobilidade.</p>
<p>Diferente do exame admissional que foca na aptid&atilde;o para iniciar uma nova fun&ccedil;&atilde;o, o demissional busca rastrear poss&iacute;veis sequelas deixadas pelas atividades laborais.</p>
<p><b><i>Exames complementares:</i></b><i> Caso o trabalhador tenha atuado exposto a riscos f&iacute;sicos, qu&iacute;micos ou biol&oacute;gicos (ru&iacute;do excessivo, poeiras, agentes qu&iacute;micos), exames espec&iacute;ficos como audiometria, espirometria ou exames de sangue laboratoriais ser&atilde;o exigidos conforme o PCMSO (Programa de Controle M&eacute;dico de Sa&uacute;de Ocupacional) da empresa.</i></p>
<p>Sendo assim, caso este exame peri&oacute;dico tenha sido feito pr&oacute;ximo da data da demiss&atilde;o do funcion&aacute;rio, ele pode ser considerado v&aacute;lido como laudo para o demissional.</p>
<h2 id="saude-seguranca-e-compliance-do-pcmso-ao-pgr"><b>Sa&uacute;de, Seguran&ccedil;a e Compliance: Do PCMSO ao PGR&nbsp;</b></h2>
<p>A sa&uacute;de ocupacional foca em procedimentos estrat&eacute;gicos para minimizar e neutralizar riscos inerentes &agrave;s atividades laborais.</p>
<p>Por lei, as empresas devem implementar o <b>PGR (Programa de Gerenciamento de Riscos)</b> que substituiu o antigo PPRA e o <b>PCMSO (Programa de Controle M&eacute;dico de Sa&uacute;de Ocupacional)</b>, cumprindo rigidamente as Normas Regulamentadoras (NRs) do Minist&eacute;rio do Trabalho e Emprego.</p>
<p><a href="https://alice.com.br/blog/empresas/qual-a-diferenca-entre-insalubridade-e-periculosidade/">Qual a diferen&ccedil;a entre insalubridade e periculosidade?</a></p>
<p>O objetivo do PGR e do PCMSO integrados &eacute; mitigar riscos ambientais, ergon&ocirc;micos e de acidentes, mapeando a sa&uacute;de coletiva da empresa e garantindo a emiss&atilde;o de ASOs demissionais em total conformidade legal.</p>
<p>Descumprir essas normas pode gerar multas pesadas para a empresa em fiscaliza&ccedil;&otilde;es trabalhistas, al&eacute;m de vulnerabilidade em eventuais processos judiciais.</p>
<h2 id="como-a-alice-apoia-a-gestao-de-saude-e-o-compliance-da-sua-empresa"><b>Como a Alice apoia a gest&atilde;o de sa&uacute;de e o compliance da sua empresa&nbsp;</b></h2>
<p>Mais do que cumprir obriga&ccedil;&otilde;es legais de SST, as organiza&ccedil;&otilde;es modernas entendem que cuidar da sa&uacute;de de ponta a ponta gera engajamento e efici&ecirc;ncia operacional.</p>
<p>&Eacute; aqui que a Alice transforma a din&acirc;mica corporativa.</p>
<p>A Alice &eacute; uma empresa de sa&uacute;de que oferece planos de sa&uacute;de empresariais com foco em aten&ccedil;&atilde;o prim&aacute;ria e cuidado cont&iacute;nuo.</p>
<p>N&oacute;s tiramos a burocracia da frente do RH e entregamos uma experi&ecirc;ncia de sa&uacute;de que os colaboradores amam de verdade, com atendimento digital imediato pelo app (Alice Agora) e uma rede credenciada de excel&ecirc;ncia.</p>
<p>Ao centralizar o cuidado preventivo do seu time com a Alice, sua empresa n&atilde;o ganha apenas previsibilidade financeira e controle de sinistralidade, mas tamb&eacute;m um ecossistema saud&aacute;vel onde o compliance e o bem-estar caminham juntos.</p>
<p><b>Descubra como a Alice pode elevar o n&iacute;vel de sa&uacute;de da sua empresa e do seu or&ccedil;amento.</b></p>
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									<span class="title">Conhe&ccedil;a a Alice</span><span class="icon icon--arrow_right"></span></a>
								</div></body></html></body></html>
<p>O post <a href="https://alice.com.br/blog/empresas/exame-demissional-o-que-e-e-como-funciona/">Exame demissional: guia de prazos, regras da CLT e compliance para o RH</a> apareceu primeiro em <a href="https://alice.com.br/blog">Blog da Alice</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Qual é a influência dos gestores na saúde dos colaboradores?</title>
		<link>https://alice.com.br/blog/empresas/qual-e-a-influencia-dos-gestores-na-saude-dos-colaboradores/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Time Alice]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Apr 2024 18:58:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[bem-estar]]></category>
		<category><![CDATA[produtividade]]></category>
		<category><![CDATA[saúde dos funcionários]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://alice.com.br/blog/?p=17661</guid>

					<description><![CDATA[<p>Dados inéditos de uma pesquisa da Alice mostram como uma única pessoa consegue mobilizar a produtividade e o engajamento de todo um time a partir do cuidado com a própria saúde. </p>
<p>O post <a href="https://alice.com.br/blog/empresas/qual-e-a-influencia-dos-gestores-na-saude-dos-colaboradores/">Qual é a influência dos gestores na saúde dos colaboradores?</a> apareceu primeiro em <a href="https://alice.com.br/blog">Blog da Alice</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<html><body><p>Gestores com h&aacute;bitos de vida saud&aacute;veis incentivam que os colaboradores tamb&eacute;m sejam mais saud&aacute;veis &ndash; e mais sa&uacute;de se traduz em benef&iacute;cios diretos para as empresas, como maior produtividade, engajamento, motiva&ccedil;&atilde;o e orgulho de trabalhar ali, al&eacute;m de um menor risco de turnover.</p>
<p>Essa &eacute; apenas uma das conclus&otilde;es da pesquisa da Alice, o &ldquo;<b>Pulso RH &ndash; Sa&uacute;de corporativa: qual &eacute; a influ&ecirc;ncia dos gestores?</b>&rdquo;, divulgada nesta quinta-feira (25) durante o evento de mesmo nome.</p>
<p>Nesta segunda edi&ccedil;&atilde;o, foram entrevistados mais de mil colaboradores de todas as regi&otilde;es do pa&iacute;s para analisar como as lideran&ccedil;as influenciam a sa&uacute;de dos times e, por consequ&ecirc;ncia, das pr&oacute;prias empresas.</p>
<p>Os dados foram coletados pelo instituto de pesquisa Opinion Box e analisados pela Alice em parceria com a BP &ndash; A Benefic&ecirc;ncia Portuguesa de S&atilde;o Paulo, Grupo Fleury e iFood Benef&iacute;cios.</p>
<a href="https://alice.com.br/evento-pulso-rh" target="_blank" rel="noopener"><figure class="wp-attachment-17678" ><figure class="wp-attachment-17678" ><figure class="wp-attachment-17678" ><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-17678 size-large" src="https://alice.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/pulso-rh-estudo-1024x381.png" alt='Banner Pulso RH sobre sa&uacute;de corporativa e o papel dos gestores. Inclui imagem de um homem sorrindo ao celular e bot&atilde;o "Baixe o estudo".' width="1024" height="381" srcset="https://alice.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/pulso-rh-estudo-1024x381.png 1024w, https://alice.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/pulso-rh-estudo-300x112.png 300w, https://alice.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/pulso-rh-estudo-768x286.png 768w, https://alice.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/pulso-rh-estudo-150x56.png 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"></figure></figure></figure></a>
<h2>Gestores que se importam com a sa&uacute;de t&ecirc;m times mais engajados, motivados e produtivos</h2>
<p>Entre os dados in&eacute;ditos, divulgados durante o evento Pulso RH, a Alice observou que 74% dos colaboradores recomendam a empresa como um &oacute;timo lugar para trabalhar quando seus gestores oferecem bons exemplos de sa&uacute;de e bem-estar.</p>
<p>No caso de gestores sem essa postura, apenas 22,7% dos funcion&aacute;rios mant&ecirc;m a mesma recomenda&ccedil;&atilde;o &ndash; diferen&ccedil;a de mais de 50 pontos percentuais entre as respostas.</p>
<p>Outro exemplo &eacute; a motiva&ccedil;&atilde;o: se o gestor oferece bons exemplos, 64,2% dos colaboradores se sentem motivados a irem al&eacute;m do que iriam em uma fun&ccedil;&atilde;o similar em outra empresa. J&aacute; quem n&atilde;o tem chefes com essa caracter&iacute;stica, apenas 23,9% apontam a mesma motiva&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>E a produtividade? Outra melhora: 83,5% dos entrevistados afirmam serem sempre ou frequentemente produtivos com chefes saud&aacute;veis. A produ&ccedil;&atilde;o reduz para 70,2% entre aqueles sem gestores que d&atilde;o bons exemplos.</p>
<p>&ldquo;O exemplo arrasta as demais pessoas para a vida saud&aacute;vel e, quando percebemos, o time est&aacute; todo mais animado, saud&aacute;vel e compartilhando com os colegas. Isso engaja as pessoas&rdquo;, conta Marcelo Vasconcellos, co-fundador da Buser, que participou de um dos pain&eacute;is do Pulso RH e trouxe um exemplo que funcionou na empresa.</p>
<p>Na Buser, os colaboradores que praticam mais de 4 horas de exerc&iacute;cios por semana recebem, ao fim do m&ecirc;s, um b&ocirc;nus de 10% no sal&aacute;rio &mdash; e vale qualquer exerc&iacute;cio.</p>
<p>&ldquo;N&atilde;o precisa ser triatleta, nem nada disso. Vale de t&ecirc;nis &agrave; caminhada no parque, ou qualquer coisa que fa&ccedil;a a pessoa se movimentar, sair de casa e esvaziar a cabe&ccedil;a. Temos hist&oacute;rias maravilhosas de pessoas que mudaram de vida, e que come&ccedil;aram com uma simples caminhada. Entre 80% a 85% dos funcion&aacute;rios praticam isso e, mesmo quem n&atilde;o consegue completar as 4 horas na semana, mas completou 3 horas, recebe 5% de b&ocirc;nus&rdquo;, exemplifica.</p>
<p>Para Rosana Fortes, Country Lead da Strava, &eacute; important&iacute;ssimo que os gestores &ndash; e o RH &ndash; tenham consci&ecirc;ncia dos benef&iacute;cios da manuten&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de dos times.</p>
<p>&ldquo;Dificilmente me vejo trabalhando com um time ou gestores que n&atilde;o tenham consci&ecirc;ncia da import&acirc;ncia do cuidado com a sa&uacute;de, at&eacute; porque eles podem n&atilde;o entender quando eu precisar separar um momento do dia para me movimentar. Eu n&atilde;o tenho, hoje, vergonha em bloquear meu calend&aacute;rio para aquele momento. E deve dar at&eacute; um nervoso para o funcion&aacute;rio que n&atilde;o pratica nada ao observar um l&iacute;der que coloca em pr&aacute;tica uma vida fisicamente mais ativa. Esse exemplo do gestor &eacute; superimportante&rdquo;, explica Fortes, durante um dos pain&eacute;is do Pulso RH da Alice.</p>
<h2>Sa&uacute;de do trabalhador &eacute; responsabilidade das empresas</h2>
<p>Se a empresa demonstra que se importa com a sa&uacute;de e bem-estar dos colaboradores, h&aacute; melhora no engajamento, motiva&ccedil;&atilde;o e produtividade? Muita, segundo os dados in&eacute;ditos da Alice.</p>
<ul>
<li>84,4% dos colaboradores s&atilde;o sempre ou frequentemente mais produtivos em empresas com essa preocupa&ccedil;&atilde;o versus 67,4% entre quem n&atilde;o trabalha em lugares com o mesmo cuidado;</li>
<li>66,5% sentem-se mais motivados versus 16,9%;</li>
<li>70,1% s&atilde;o mais engajados versus 32,3%;</li>
<li>77,2% sentem orgulho de trabalhar ali versus 31,8%;</li>
<li>73,1% se veem trabalhando na mesma empresa pelos pr&oacute;ximos dois anos versus 36%.</li>
</ul>
<p>Quem ainda duvida que o cuidado com a sa&uacute;de dos funcion&aacute;rios seja uma responsabilidade das empresas, vale o destaque: 80,5% dos entrevistados (gestores e liderados) concordam que essa &eacute;, sim, uma fun&ccedil;&atilde;o das institui&ccedil;&otilde;es.</p>
<p>Na Heineken, por exemplo, criou-se uma cultura de embaixadores &mdash; de diferentes &aacute;reas e perfis &mdash; que aprendem detalhes sobre a ci&ecirc;ncia da felicidade e de seguran&ccedil;a psicol&oacute;gica para replicarem aos colegas. &ldquo;S&atilde;o pessoas volunt&aacute;rias e esse foi um fator decisivo para o sucesso dessa forma&ccedil;&atilde;o. No in&iacute;cio, recebemos 250 inscri&ccedil;&otilde;es, mas terminamos o ano com mil&rdquo;, relata L&iacute;via Azevedo, diretora de felicidade da empresa, durante um dos pain&eacute;is do Pulso RH.</p>
<h2>Como melhorar a sa&uacute;de e o bem-estar dos colaboradores?</h2>
<p>O que as empresas podem fazer na pr&aacute;tica para tornar os ambientes corporativos mais saud&aacute;veis? Confira 6 dicas dos entrevistados:</p>
<ol>
<li>Oferecer um plano de sa&uacute;de;</li>
<li>Permitir que os funcion&aacute;rios fa&ccedil;am pausas regulares ao longo do dia;</li>
<li>Dar benef&iacute;cios para alimenta&ccedil;&atilde;o e atividade f&iacute;sica;</li>
<li>Incentivar que a pessoa doente se afaste, de fato, do trabalho;</li>
<li>Oferecer um ambiente de trabalho e pr&aacute;ticas de gest&atilde;o que garantam bem-estar e seguran&ccedil;a psicol&oacute;gica dos colaboradores;</li>
<li>Facilitar a flexibilidade e a organiza&ccedil;&atilde;o da pr&oacute;pria agenda.</li>
</ol>
<a href="https://alice.com.br/evento-pulso-rh" target="_blank" rel="noopener"><figure class="wp-attachment-17678" ><figure class="wp-attachment-17678" ><figure class="wp-attachment-17678" ><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-17678 size-large" src="https://alice.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/pulso-rh-estudo-1024x381.png" alt='Banner Pulso RH sobre sa&uacute;de corporativa e o papel dos gestores. Inclui imagem de um homem sorrindo ao celular e bot&atilde;o "Baixe o estudo".' width="1024" height="381" srcset="https://alice.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/pulso-rh-estudo-1024x381.png 1024w, https://alice.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/pulso-rh-estudo-300x112.png 300w, https://alice.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/pulso-rh-estudo-768x286.png 768w, https://alice.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/pulso-rh-estudo-150x56.png 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"></figure></figure></figure></a>
<h2>Qual &eacute; o papel do gestor na sa&uacute;de dos colaboradores?</h2>
<p>Os n&uacute;meros do Pulso RH mostram que existe um impacto do gestor na sa&uacute;de dos colaboradores &mdash; mas qual &eacute; o papel que ele deve desenvolver e at&eacute; onde ir?</p>
<p>De acordo com Tatiana Pimenta, CEO e fundadora da Vittude, o gestor n&atilde;o tem a responsabilidade de ser um psic&oacute;logo ou de resolver todos os problemas do time, mas isso n&atilde;o isenta o seu papel. &ldquo;Papel do l&iacute;der n&atilde;o &eacute; ser psic&oacute;logo, mas saber direcionar para o melhor programa que a empresa tem&rdquo;, argumenta Pimenta, que tamb&eacute;m participou de um dos pain&eacute;is do Pulso RH.</p>
<p>&Eacute; preciso trazer para a pessoa a responsabilidade pela pr&oacute;pria sa&uacute;de, mas como saber quem precisa de mais aten&ccedil;&atilde;o? Conhecendo o ambiente do trabalho e os colaboradores a partir dos dados.</p>
<p>&ldquo;A melhor forma de navegar por esse ambiente e pensar nas estrat&eacute;gias de sa&uacute;de &eacute; a partir dos dados estruturados. Esses podem ser coletados em exames peri&oacute;dicos bem feitos, atestados, absente&iacute;smo, analisando as comorbidades que mais adoecem aquela popula&ccedil;&atilde;o, al&eacute;m de relacionar aos dados enviados pelos planos de sa&uacute;de&rdquo;, detalha Fleury Johnson, gerente global de sa&uacute;de da Nubank, que tamb&eacute;m participou de um dos pain&eacute;is do Pulso RH.</p>
<h2>Conflitos geracionais nas empresas: como afetam a sa&uacute;de dos times?</h2>
<p>A gera&ccedil;&atilde;o rec&eacute;m-chegada ao mercado de trabalho possui o panorama mais negativo em termos de sa&uacute;de. Nascidos entre 1995 e 2010, a gera&ccedil;&atilde;o Z (ou Gen Z) s&atilde;o os que possuem, em compara&ccedil;&atilde;o com as demais faixas et&aacute;rias analisadas:</p>
<ul>
<li>Pior sa&uacute;de f&iacute;sica;</li>
<li>Pior sa&uacute;de mental;</li>
<li>Pior equil&iacute;brio entre vida pessoal e profissional;</li>
<li>Maior desengajamento;</li>
<li>Menor orgulho da empresa em que trabalham;</li>
<li>Menor produtividade do que a m&eacute;dia.</li>
</ul>
<p>No total, 6,5% das pessoas classificam a pr&oacute;pria sa&uacute;de como ruim ou p&eacute;ssima. Entre a gera&ccedil;&atilde;o Z, esse percentual vai para 10,2%.</p>
<p>Quando o assunto &eacute; equil&iacute;brio entre vida profissional e pessoal, 84,7%de todos os entrevistados afirmam que conseguem manter o work-life balance. J&aacute; os Gen Z, o percentual reduz para 82,8%.</p>
<p>Se 57% dos entrevistados se sentem engajados no trabalho, apenas 44% dos representantes da gera&ccedil;&atilde;o Z afirmam o mesmo. E o &iacute;ndice de desengajamento &eacute; maior entre eles: 16,2% em compara&ccedil;&atilde;o com 8,8% do total de respondentes.</p>
<p>Mas e quem est&aacute; bem? Os colaboradores com 50 anos ou mais, que possuem as melhores taxas de engajamento (72%), orgulho (72,7%) e produtividade (87,9%).</p>
<h2>Mulheres t&ecirc;m mais ins&ocirc;nia e dores relacionadas ao trabalho do que homens</h2>
<p>Outro recorte que os dados in&eacute;ditos da Alice puderam destacar foi a diferen&ccedil;a entre homens e mulheres no mundo corporativo. Em geral, o retrato &eacute; mais negativo para elas do que para eles, o que demanda a&ccedil;&otilde;es espec&iacute;ficas de empresas e gestores.</p>
<p>Quando instigados a avaliarem a pr&oacute;pria sa&uacute;de, por exemplo, 63,8% dos homens destacam uma sa&uacute;de boa ou excelente. Entre as mulheres, apenas 55,7% t&ecirc;m a mesma resposta.</p>
<p>A ins&ocirc;nia &eacute; muito mais frequente entre elas: 42,6% afirmam que vivenciam noites em claro ocasionadas pelo estresse do trabalho com frequ&ecirc;ncia. J&aacute; entre eles, apenas 35,8% t&ecirc;m o mesmo inc&ocirc;modo.</p>
<p>At&eacute; mesmo os cuidados com a pr&oacute;pria sa&uacute;de no dia a dia se diferenciam: a primeira resposta citada pelas mulheres &eacute; fazer exames de rotina, sempre que necess&aacute;rios, apontada por 53,9% delas. Os homens destacam refei&ccedil;&otilde;es saud&aacute;veis (49,2%) em primeiro lugar &ndash; e os exames ocupam a terceira posi&ccedil;&atilde;o.</p>
<a href="https://alice.com.br/evento-pulso-rh" target="_blank" rel="noopener"><figure class="wp-attachment-17678" ><figure class="wp-attachment-17678" ><figure class="wp-attachment-17678" ><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-17678 size-large" src="https://alice.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/pulso-rh-estudo-1024x381.png" alt='Banner Pulso RH sobre sa&uacute;de corporativa e o papel dos gestores. Inclui imagem de um homem sorrindo ao celular e bot&atilde;o "Baixe o estudo".' width="1024" height="381" srcset="https://alice.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/pulso-rh-estudo-1024x381.png 1024w, https://alice.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/pulso-rh-estudo-300x112.png 300w, https://alice.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/pulso-rh-estudo-768x286.png 768w, https://alice.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/pulso-rh-estudo-150x56.png 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"></figure></figure></figure></a>
<html><body><h2>Alice tem o plano de sa&uacute;de certo para a sua empresa!</h2>
<p>Alice &eacute; uma empresa de tecnologia que oferece planos de sa&uacute;de empresarial e tem a miss&atilde;o de tornar o mundo mais saud&aacute;vel. Nossa plataforma de cuidado cont&iacute;nuo garante que os nossos membros recebam o cuidado certo, na hora certa e no lugar certo, proporcionando uma experi&ecirc;ncia excepcional para eles.</p>
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<p>Veja como Alice cuida do seu time e do seu or&ccedil;amento.</p>
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								</div></body></html></body></html></body></html>
<p>O post <a href="https://alice.com.br/blog/empresas/qual-e-a-influencia-dos-gestores-na-saude-dos-colaboradores/">Qual é a influência dos gestores na saúde dos colaboradores?</a> apareceu primeiro em <a href="https://alice.com.br/blog">Blog da Alice</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Pais de primeira viagem: o que é importante saber?</title>
		<link>https://alice.com.br/blog/sua-saude/pais-de-primeira-viagem-o-que-importante-saber/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Amanda Milléo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Mar 2024 23:22:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sua saúde]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[bebes]]></category>
		<category><![CDATA[bem-estar]]></category>
		<category><![CDATA[saude-da-mulher]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://alice.com.br/blog/?p=17362</guid>

					<description><![CDATA[<p>De sono à amamentação, confira os principais cuidados que devem ser tomados logo após o nascimento do bebê.</p>
<p>O post <a href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/pais-de-primeira-viagem-o-que-importante-saber/">Pais de primeira viagem: o que é importante saber?</a> apareceu primeiro em <a href="https://alice.com.br/blog">Blog da Alice</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<html><body><p>Sono, amamenta&ccedil;&atilde;o, parto, gesta&ccedil;&atilde;o&hellip; Os temas que tratam da maternidade e da paternidade s&atilde;o infinitos, e cada assunto rende in&uacute;meros t&oacute;picos de respostas. Quem &eacute; m&atilde;e/pai sabe bem disso.</p>
<p>Neste texto, vamos selecionar apenas um pedacinho desse grande universo: o que &eacute; important&iacute;ssimo saber logo ap&oacute;s o nascimento do beb&ecirc;?</p>
<h2>Beb&ecirc; nasceu, e agora?</h2>
<p>Quando o parto acontece sem grandes problemas, seja qual for a via escolhida (parto normal, ces&aacute;rea, etc), o beb&ecirc; tende a ir direto ao colo dos cuidadores. Esse contato pele a pele com o peito ou abdome &eacute; ben&eacute;fico tanto para processos fisiol&oacute;gicos quanto emocionais &ndash; e por isso &eacute; chamado de Golden Hour, ou Hora Dourada.</p>
<h2>O que &eacute; a Golden Hour?</h2>
<p>Golden Hour, ou Hora Dourada, se refere &agrave; primeira hora ap&oacute;s o nascimento do beb&ecirc;. Nela, uma s&eacute;rie de a&ccedil;&otilde;es podem ser adotadas, pensando na sa&uacute;de e no bem-estar da nova fam&iacute;lia.</p>
<p>Uma delas &eacute; manter o contato pele a pele. Al&eacute;m de manter o beb&ecirc; aquecido, esse contato faz com que aumentem os n&iacute;veis de ocitocina (conhecido como horm&ocirc;nio do bem-estar) e de prolactina (horm&ocirc;nio que estimula a produ&ccedil;&atilde;o do leite materno) &ndash; favorecendo o aleitamento. Mas, vale lembrar, nem sempre a amamenta&ccedil;&atilde;o vai ocorrer neste momento, e est&aacute; tudo bem.</p>
<p>&ldquo;Algumas a&ccedil;&otilde;es importantes acontecem nessa primeira hora de vida do beb&ecirc;, como o clampeamento oportuno do cord&atilde;o umbilical, o contato pele a pele e a amamenta&ccedil;&atilde;o. Mas isso deve ser feito sem press&atilde;o j&aacute; que 50% dos beb&ecirc;s mamam logo quando nascem, mas 50% v&atilde;o dormir. Os beb&ecirc;s nascem &lsquo;cansadinhos&rsquo; e muitos n&atilde;o entenderam ainda a transi&ccedil;&atilde;o do nascimento, e sentem est&iacute;mulos diferentes, como mais sono&rdquo;, explica Paloma Ortolani, obstetriz da Alice e consultora de aleitamento materno.</p>
<p>Assim, se o beb&ecirc; que nasceu saud&aacute;vel quiser mamar nessa primeira hora, &oacute;timo. Se n&atilde;o quiser, est&aacute; tudo bem tamb&eacute;m, porque ele nasce com uma reserva de gordura.</p>
<h2>Beb&ecirc; mama 5 minutos e dorme: qual &eacute; o tempo e a frequ&ecirc;ncia ideais?</h2>
<p>Passada a Golden Hour, caso o beb&ecirc; que nasceu saud&aacute;vel ainda n&atilde;o tenha mamado nas primeiras 24 horas, &eacute; importante que, a partir de ent&atilde;o, ele mame.</p>
<p>&ldquo;Nesses primeiros dias ap&oacute;s o nascimento, o tamanho do est&ocirc;mago do beb&ecirc; se assemelha a uma cereja. Ou seja, &eacute; muito pequeno e &eacute; normal que mame v&aacute;rias vezes, a cada uma hora, por exemplo, porque &eacute; um espa&ccedil;o que enche e esvazia muito rapidamente&rdquo;, explica Ortolani.</p>
<p>Isso n&atilde;o significa que ele n&atilde;o possa ficar um temp&atilde;o ali na mamada: cerca de 40 minutos. &ldquo;Tem beb&ecirc;s que mamam por menos tempo, mas uma m&eacute;dia &eacute; de 40 minutos&rdquo;, calcula a obstetriz.</p>
<p>E, conforme a mamada vai se tornando mais efetiva, a frequ&ecirc;ncia tamb&eacute;m se espa&ccedil;a: ao inv&eacute;s de amamentar a cada uma hora, a cada tr&ecirc;s.</p>
<h3>Gotas ou leite escorrendo: o que &eacute; normal?</h3>
<p>&Eacute; normal tamb&eacute;m que, no come&ccedil;o, enquanto a fam&iacute;lia ainda estiver no hospital, o leite que sa&iacute;a seja apenas em forma de gotinhas &ndash; o chamado colostro. Depois de tr&ecirc;s a cinco dias, em casa, vem a descida mais significativa, ou a apojadura.</p>
<p>&ldquo;No come&ccedil;o pode at&eacute; gerar a d&uacute;vida de que se est&aacute; produzindo o leite. Mas, passado o tempo, come&ccedil;a a descer mais e as mamas ficam mais inchadas, pesadas e vermelhas. &Eacute; normal ter alguns sintomas, como febres e calafrios e, embora sejam comuns, &eacute; importante compartilhar qualquer sinal com um profissional de sa&uacute;de&rdquo;, completa a obstetriz.</p>
<p>Um cuidado para esses momentos &eacute; que se fa&ccedil;a uma massagem na mama antes de amamentar. Isso porque, se oferecer a mama muito carregada ao beb&ecirc; rec&eacute;m-nascido, ele pode n&atilde;o conseguir extrair tudo, o que gera mais inc&ocirc;modo e at&eacute; dor. &ldquo;&Eacute; poss&iacute;vel fazer um ciclo de massagem para deixar a mama mole e, s&oacute; depois, oferecer ao beb&ecirc;. Ter cuidado com a pega da mama e o posicionamento do beb&ecirc; tamb&eacute;m s&atilde;o medidas importantes. E se mesmo assim a mama estiver ingurgitada pode fazer uma compressa gelada, depois da mamada&rdquo;, sugere Ortolani.</p>
<h2>Peito murcho depois da amamenta&ccedil;&atilde;o, e agora?</h2>
<p>Acontece! Por volta dos 40 dias ap&oacute;s o nascimento, &eacute; comum que a mama esvazie e tenha uma sensa&ccedil;&atilde;o maior de flacidez. Isso acontece porque o corpo passou a regular a produ&ccedil;&atilde;o do leite.</p>
<h3>Deixe os palpiteiros de lado</h3>
<p>Se o aleitamento materno for um desejo dos cuidadores, &eacute; importante que eles saibam disso e que consigam afastar os palpiteiros de plant&atilde;o {que surgem aos montes nesses momentos}.</p>
<p>&ldquo;Muitas pessoas deixam o sonho da amamenta&ccedil;&atilde;o de lado porque escutam muitos palpites como &lsquo;o leite &eacute; fraco&rsquo; ou &lsquo;beb&ecirc; mama toda hora porque o peito n&atilde;o produz o suficiente&rsquo;, e nada disso &eacute; verdadeiro. O peito n&atilde;o &eacute; s&oacute; o alimento do beb&ecirc;, mas aconchego, carinho e &eacute; o lugar que mais se assemelha ao que ele tinha dentro do &uacute;tero&rdquo;, explica a obstetriz.</p>
<h2>Como saber se o beb&ecirc; est&aacute; mamando bem?</h2>
<p>Pelo xixi e coc&ocirc; do beb&ecirc;! A regra &eacute;: se algo est&aacute; entrando, algo est&aacute; saindo.</p>
<p>No primeiro dia de vida, o coc&ocirc; tende a ser de uma cor verde escuro quase preto, e &eacute; chamado de mec&ocirc;nio. J&aacute; o xixi vem uma a duas vezes nesse primeiro dia.</p>
<p>No segundo dia, dois xixis. Terceiro, tr&ecirc;s. A partir do quarto, mais de seis xixis por dia. No caso dos coc&ocirc;s: uma vez por dia.</p>
<p>&ldquo;O objetivo n&atilde;o &eacute; ficar anotando exatamente quanto de xixi e de coc&ocirc; o beb&ecirc; fez, mas vale ficar de olho na produ&ccedil;&atilde;o. E se tem algo saindo &eacute; porque algo est&aacute; entrando, ent&atilde;o podem ficar tranquilos&rdquo;, explica a obstetriz.</p>
<p>Outros sinais s&atilde;o:</p>
<ul>
<li>Seios est&atilde;o mais macios ap&oacute;s as mamadas;</li>
<li>Beb&ecirc; est&aacute; relaxado e tranquilo;</li>
<li>Suc&ccedil;&atilde;o foi nutritiva, ou o beb&ecirc; engoliu o leite;</li>
<li>H&aacute; uma quantidade ideal de trocas de fraldas;</li>
<li>Beb&ecirc; est&aacute; ganhando peso.</li>
</ul>
<h2>Mamou, e agora?</h2>
<p>Alguns cuidados s&atilde;o important&iacute;ssimos ap&oacute;s as mamadas. S&atilde;o eles:</p>
<ul>
<li>N&atilde;o deite o beb&ecirc; imediatamente depois da mamada;</li>
<li>Deixe o beb&ecirc; na vertical, apoiado no ombro do cuidador e aguarde a eructa&ccedil;&atilde;o, ou o arroto;</li>
<li>Beb&ecirc; n&atilde;o arrotou, mesmo depois de 15 a 20 minutos da mamada? Fique tranquilo, nem todas as mamadas ser&atilde;o seguidas da eructa&ccedil;&atilde;o. Passado o per&iacute;odo, j&aacute; pode deitar o beb&ecirc;.</li>
</ul>
<h2>Cor do coc&ocirc; do beb&ecirc;: o que &eacute; normal?</h2>
<p>Depois do mec&ocirc;nio (o primeiro coc&ocirc;, que &eacute; num tom de verde escuro, quase preto), a colora&ccedil;&atilde;o tende a ir clareando para tons mais claros de verde e at&eacute; de amarelo.</p>
<p>&ldquo;Um coc&ocirc; tranquilo &eacute; aquele que traz as cores da bandeira do Brasil: de verde a amarelo, e podem ter alguns grumos brancos tamb&eacute;m&rdquo;, explica Ortolani.</p>
<p>Sinais de alerta: coc&ocirc; com sangue. &ldquo;Em alguns casos &eacute; o sangue do mamilo que pode estar machucado, mas &eacute; sempre importante avaliar quando aparecer nas fezes. Outro sinal de alerta &eacute; quando o coc&ocirc;, que j&aacute; estava mais claro, volta a ficar bem escuro.&rdquo;</p>
<h2>Fralda de beb&ecirc;: como trocar?</h2>
<h3>Primeiro passo: higienizar as m&atilde;os</h3>
<p>Por mais que a ideia seja justamente sujar as m&atilde;os durante o processo, &eacute; importante que, antes da troca da fralda, o cuidador fa&ccedil;a uma higiene adequada para evitar levar mais sujeira &agrave; &aacute;rea do beb&ecirc;.</p>
<h3>Segundo passo: limpar a regi&atilde;o de dentro para fora</h3>
<p>Com a ajuda de um algod&atilde;o umedecido em &aacute;gua morna, o movimento &eacute; claro: de dentro para fora, tirando de perto da regi&atilde;o perineal a sujeira.</p>
<p>E o len&ccedil;o umedecido? &Eacute; melhor evitar nos primeiros tr&ecirc;s meses de vida.</p>
<h3>Terceiro passo: vire de lado o beb&ecirc;</h3>
<p>Na hora de higienizar as n&aacute;degas e a regi&atilde;o perineal, vire o beb&ecirc; delicadamente de lado. Nunca eleve os quadris pelas pernas, ok?</p>
<h3>Quarto passo: seque o beb&ecirc;</h3>
<p>Depois de passar o algod&atilde;o umedecido em &aacute;gua morna e retirar toda a sujeira, &eacute; hora de sec&aacute;-lo. Para isso, use tecidos macios ou outro algod&atilde;o, dessa vez seco.</p>
<h3>Quinto passo: precisa de pomada?</h3>
<p>Se houver indica&ccedil;&atilde;o do profissional de sa&uacute;de que atende o beb&ecirc;, sim, podem ser usadas pomadas ou cremes. Do contr&aacute;rio, confira com o profissional antes de aplicar esses produtos, ok?</p>
<h3>Sexto passo: colocando a fralda limpa</h3>
<p>Al&eacute;m de limpa, &eacute; preciso se atentar ao posicionamento da fralda, para evitar vazamentos e ao tamanho apropriado.</p>
<p>Outro cuidado: a troca deve ser feita de forma r&aacute;pida, especialmente se for em uma esta&ccedil;&atilde;o do ano mais fria. &ldquo;Antes de trocar, &eacute; importante deixar tudo preparado: fralda nova, roupa, pomada, algod&atilde;o, &aacute;lcool 70%, &aacute;gua, etc&rdquo;, explica Ortolani.</p>
<h2>Coto umbilical: como cuidar?</h2>
<p>A recomenda&ccedil;&atilde;o dos profissionais de sa&uacute;de com rela&ccedil;&atilde;o ao coto umbilical s&atilde;o claras: em toda troca de fralda e ap&oacute;s o banho, deve-se passar, com a ajuda de um cotonete, o &aacute;lcool 70% na forma l&iacute;quida. E isso vai al&eacute;m da limpeza!</p>
<p>&ldquo;O &aacute;lcool, al&eacute;m de higienizar a regi&atilde;o, vai mumificar esse coto umbilical. E esse ressecamento faz com que haja o desprendimento do coto&rdquo;, explica Fernanda Mendes, enfermeira especialista em Sa&uacute;de P&uacute;blica e Amamenta&ccedil;&atilde;o, e que tamb&eacute;m faz parte do N&uacute;cleo de Promo&ccedil;&atilde;o &agrave; Sa&uacute;de do hospital SEPACO, que &eacute; parceiro da Alice.</p>
<p>Entre 7 e 15 dias, o coto tende a desprender e cair.</p>
<h3>Coto umbilical inflamado: sinais</h3>
<ul>
<li>Vermelhid&atilde;o em volta do coto;</li>
<li>Incha&ccedil;o;</li>
<li>Dor;</li>
<li>Secre&ccedil;&atilde;o no umbigo.</li>
</ul>
<p>&ldquo;Pode ser que sangre, mas em pouqu&iacute;ssima quantidade e pontualmente, logo que cair. Mas, se sangrar mais do que isso, &eacute; preciso avalia&ccedil;&atilde;o de um profissional de sa&uacute;de&rdquo;, refor&ccedil;a a obstetriz.</p>
<h3>O que n&atilde;o fazer com o coto umbilical?</h3>
<p>N&atilde;o &eacute; recomendado o uso de fralda em cima do coto e nem moedas. Afinal, conforme explica Mendes, n&atilde;o &eacute; isso que vai garantir se o umbigo ficar&aacute; para &ldquo;dentro&rdquo; ou para &ldquo;fora&rdquo; no beb&ecirc;.</p>
<p>&ldquo;O coto &eacute; uma liga&ccedil;&atilde;o direta do beb&ecirc; com a placenta. Por isso, a musculatura dele se separa para a sa&iacute;da desse cord&atilde;o e, quando cai, a pr&oacute;pria anatomia do nosso corpo faz com que a musculatura se una novamente. Se houver uma jun&ccedil;&atilde;o por completo, o umbigo fica para dentro. Se n&atilde;o fechar totalmente, o umbigo fica para fora. N&atilde;o adianta colocar moeda, porque &eacute; uma jun&ccedil;&atilde;o feita de dentro para fora&rdquo;, explica a enfermeira.</p>
<h2>Hora do banho do beb&ecirc;: quantas vezes por dia?</h2>
<p>Beb&ecirc;s rec&eacute;m-nascidos n&atilde;o precisam de muitos banhos ao longo do dia. Um &eacute; mais do que o suficiente, segundo Mendes, e pode ocorrer depois das 24 horas ap&oacute;s o parto.</p>
<p>Isso porque o beb&ecirc; nasce com uma esp&eacute;cie de &ldquo;pasta branca&rdquo; ao redor do corpo, chamada de v&eacute;rnix. Esta serve como um hidratante natural e &eacute; importante que o beb&ecirc; tenha a chance de absorver essa subst&acirc;ncia.</p>
<h3>Temperatura ideal e quantidade certa de &aacute;gua para o banho do beb&ecirc;</h3>
<p>Um passo importante para tornar o momento mais f&aacute;cil e confort&aacute;vel &eacute; deixar todos os itens que forem necess&aacute;rios separados e preparados para o momento, como o shampoo, fralda, roupa, toalha, etc.</p>
<p>&ldquo;N&atilde;o h&aacute; necessidade de usar nenhum outro produto al&eacute;m do shampoo que pode ser usado da cabe&ccedil;a aos p&eacute;s&rdquo;, explica Mendes, que tamb&eacute;m explica com rela&ccedil;&atilde;o &agrave; quantidade de &aacute;gua e temperatura ideias:</p>
<p>&ldquo;A quantidade de &aacute;gua na banheira, caso essa seja a op&ccedil;&atilde;o da fam&iacute;lia, &eacute; de cinco dedos. J&aacute; a temperatura, 36,5&ordm;C a 37&ordm;C. Quem n&atilde;o tem acesso a um term&ocirc;metro, a medida ideal &eacute; colocar a regi&atilde;o do punho no fundo da banheira e ter a sensa&ccedil;&atilde;o gostosa de uma &aacute;gua morna para quente, com a vontade de deixar as m&atilde;os l&aacute;.&rdquo;</p>
<h3>Banho do beb&ecirc;: ordem certa</h3>
<p>E a ordem de limpeza?</p>
<ol>
<li>Primeiro, o rosto do beb&ecirc;, aproveitando que a &aacute;gua ainda est&aacute; bem limpa.</li>
<li>Cabelos e cabe&ccedil;a. Depois de limpos, &eacute; importante fazer a secagem dessas &aacute;reas antes de seguir para o restante do corpo, ok?</li>
<li>Tronco, abdome, bra&ccedil;os e m&atilde;os, &aacute;rea &iacute;ntima, pernas e p&eacute;s.</li>
</ol>
<h2>Banheira, chuveiro ou ofur&ocirc;: qual &eacute; a melhor forma de dar banho no beb&ecirc;?</h2>
<p>A escolha depende da fam&iacute;lia, mas h&aacute; diferentes op&ccedil;&otilde;es para a hora do banho.</p>
<p>A banheira &eacute; a mais tradicional e, dentre os cuidados, vale deixar todos os itens que ser&atilde;o usados no banho pr&oacute;ximos, bem como usar um apoio na banheira para o beb&ecirc;.</p>
<p>J&aacute; o chuveiro pode ser uma oportunidade de contato pele a pele. Enquanto um cuidador segura o beb&ecirc; sob a &aacute;gua &ndash; n&atilde;o precisa cair diretamente na pele do beb&ecirc;, mas n&atilde;o h&aacute; problemas se cair &ndash; o outro faz a higieniza&ccedil;&atilde;o das partes &iacute;ntimas.</p>
<p>No caso do ofur&ocirc;, a &aacute;gua lembra o ambiente do &uacute;tero, e pode ser um bom ritual noturno para acalmar antes de dormir.</p>
<h2>Sono: quais as principais recomenda&ccedil;&otilde;es?</h2>
<p>N&atilde;o h&aacute; regra &uacute;nica, j&aacute; que o sono varia muito de beb&ecirc; para beb&ecirc;, e de fam&iacute;lia para fam&iacute;lia.</p>
<p>Mas algumas orienta&ccedil;&otilde;es gerais valem a todos:</p>
<ul>
<li>Beb&ecirc;s devem dormir de barriga para cima, sempre, at&eacute; os seis meses. Ou, se n&atilde;o for poss&iacute;vel, levemente lateralizados.</li>
<li>Ber&ccedil;os devem estar vazios, sem protetores, muitos cobertores, travesseiros ou bichinhos de pel&uacute;cia no in&iacute;cio. H&aacute; um risco maior de sufocamento.</li>
<li>Toucas tamb&eacute;m devem ser evitadas, para evitar risco de acidentes.</li>
<li>Se o beb&ecirc; n&atilde;o estiver em um ninho ou em um saco de dormir, o cobertor s&oacute; pode ir at&eacute; a linha do mamilo, e com os bra&ccedil;os para fora.</li>
</ul>
<p>E a cama compartilhada? Pode ser feita, mas alguns cuidados precisam ser tomados, como deixar o ninho com o beb&ecirc; na mesma altura da cabe&ccedil;a/travesseiro dos pais. &ldquo;Isso &eacute; cientificamente explicado: quando um adulto rola pela cama e se depara com algo na altura da face, ele se assusta e para. Se est&aacute; na altura do corpo, &eacute; mais f&aacute;cil confundir com uma coberta ou travesseiro&rdquo;, explica Mendes.</p>
<h2>O que significa o choro do beb&ecirc;? Cabe a cada fam&iacute;lia descobrir</h2>
<p>&Eacute; isso! Beb&ecirc;s se comunicam pelo choro, e n&atilde;o h&aacute; manual de instru&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>&ldquo;Com o tempo, a fam&iacute;lia se adapta ao choro do beb&ecirc; e vai percebendo o que cada um pode significar, se &eacute; sono, c&oacute;lica ou fome. O importante &eacute; manter a calma e entender que o choro &eacute; a forma que o beb&ecirc; tem de se comunicar&rdquo;, explica a obstetriz.</p>
<h2>Rede de apoio: para que serve?</h2>
<p>&Eacute; f&aacute;cil confundir e achar que a rede de apoio servir&aacute; para os cuidados com o beb&ecirc; apenas, mas Mendes explica que n&atilde;o &eacute; bem assim.</p>
<p>&ldquo;A fam&iacute;lia, o n&uacute;cleo familiar, por mais inseguro que estejam, v&atilde;o dar conta dos cuidados com o beb&ecirc;. &Eacute; o trabalho extra que acaba pesando para a fam&iacute;lia, como o cuidado com a casa, a ida ao mercado, o levar o animal de estima&ccedil;&atilde;o para passear, etc. E &eacute; a&iacute; que entra a rede de apoio&rdquo;, explica.</p>
<p>Segundo a enfermeira, a rede de apoio precisa ser aquela pessoa (ou grupo de pessoas) que a fam&iacute;lia tenha confian&ccedil;a suficiente para pedir que fa&ccedil;a uma compra no mercado por eles, limpe o banheiro, auxilie de alguma forma nas tarefas da casa que a fam&iacute;lia n&atilde;o dar&aacute; conta de fazer ap&oacute;s o nascimento. &ldquo;&Eacute; algu&eacute;m que possa manter a rotina que a fam&iacute;lia j&aacute; tinha, com algumas adapta&ccedil;&otilde;es&rdquo;, refor&ccedil;a.</p>
<h2>D&uacute;vidas sobre o beb&ecirc;: onde recorrer?</h2>
<p>Buscar informa&ccedil;&otilde;es de fontes confi&aacute;veis &eacute; o primeiro passo para tirar todas as d&uacute;vidas com rela&ccedil;&atilde;o &agrave; gesta&ccedil;&atilde;o, parto e ap&oacute;s o nascimento &ndash; e h&aacute; v&aacute;rios caminhos poss&iacute;veis!</p>
<p>Um deles &eacute; o blog da Alice, que sempre traz informa&ccedil;&otilde;es baseadas nas evid&ecirc;ncias cient&iacute;ficas, com entrevistas de profissionais de sa&uacute;de qualificados.</p>
<p>Outro s&atilde;o os cursos para gestantes, ofertados por diferentes hospitais e maternidades, como a <a href="https://www.sepaco.org.br/maternidade/" target="_blank" rel="nofollow noopener">SEPACO</a>, que &eacute; parceira da Alice.</p>
<html><body><h2>Alice tem o plano de sa&uacute;de certo para a sua empresa!</h2>
<p>Alice &eacute; uma empresa de tecnologia que oferece planos de sa&uacute;de empresarial e tem a miss&atilde;o de tornar o mundo mais saud&aacute;vel. Nossa plataforma de cuidado cont&iacute;nuo garante que os nossos membros recebam o cuidado certo, na hora certa e no lugar certo, proporcionando uma experi&ecirc;ncia excepcional para eles.</p>
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<p>Veja como Alice cuida do seu time e do seu or&ccedil;amento.</p>
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<p>O post <a href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/pais-de-primeira-viagem-o-que-importante-saber/">Pais de primeira viagem: o que é importante saber?</a> apareceu primeiro em <a href="https://alice.com.br/blog">Blog da Alice</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
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		<title>Nootrópicos: quais os riscos dos remédios para produtividade</title>
		<link>https://alice.com.br/blog/sua-saude/nootropicos-quais-os-riscos-dos-remedios-para-produtividade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Time Alice]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Feb 2024 22:06:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sua saúde]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[bem-estar]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[performance]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Neuroestimulantes, nootrópicos ou "smart drugs" são destinados a pessoas com transtornos de atenção e não devem ser usados levianamente. </p>
<p>O post <a href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/nootropicos-quais-os-riscos-dos-remedios-para-produtividade/">Nootrópicos: quais os riscos dos remédios para produtividade</a> apareceu primeiro em <a href="https://alice.com.br/blog">Blog da Alice</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<html><body><html><body><div class="cta cta--post--slim_withlogo">
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								</div></body></html><p>H&aacute; dias em que uma &ldquo;po&ccedil;&atilde;o m&aacute;gica&rdquo; que aumentasse a <strong>produtividade, o foco e at&eacute; a mem&oacute;ria</strong> seria a solu&ccedil;&atilde;o perfeita para todos os problemas.</p>
<p>Mas ser&aacute; que elas existem?</p>
<p>Por muito tempo, caf&eacute; e <a href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/energetico-quando-e-demais-riscos-para-saude/" target="_blank" rel="noopener">bebidas energ&eacute;ticas</a> ocupavam esse papel no imagin&aacute;rio das pessoas.</p>
<p>De uns anos para c&aacute;, muitas v&ecirc;m recorrendo a uma <strong>pr&aacute;tica arriscada</strong>: fazer uso, sem prescri&ccedil;&atilde;o e por conta pr&oacute;pria, das chamadas <strong>&ldquo;smart drugs&rdquo; &ndash; ou nootr&oacute;picos</strong> &ndash; tentando obter supostos &ldquo;ganhos&rdquo; de aten&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>Em vez de recorrer a subst&acirc;ncias sem prescri&ccedil;&atilde;o, <strong>investir no desenvolvimento cognitivo natural &eacute; o melhor caminho</strong>.</p>
<p>Entenda como o <a class="ng-star-inserted" href="https://alice.com.br/blog/empresas/lifelong-learning-importancia/" target="_blank" rel="noopener">lifelong learning estimula o c&eacute;rebro</a> e contribui para uma carreira mais s&oacute;lida e saud&aacute;vel.</p>
<h2>O que s&atilde;o nootr&oacute;picos ou &ldquo;smart drugs&rdquo;?</h2>
<p>Nootr&oacute;picos s&atilde;o <strong>medicamentos neuroestimulantes que aumentam as capacidades cognitivas</strong> e possuem princ&iacute;pios ativos muito parecidos, os mais comuns s&atilde;o o cloridrato de metilfenidato (comercializado com o nome Ritalina) e o dimesilato de lisdexanfetamina (Venvanse).</p>
<p>Eles s&atilde;o de <strong>uso controlado</strong> (ou seja, com receita) e indicados para o <strong>tratamento contra o Transtorno do D&eacute;ficit de Aten&ccedil;&atilde;o com Hiperatividade (TDAH)</strong> e, em alguns casos espec&iacute;ficos, tamb&eacute;m contra a narcolepsia.</p>
<p>O metilfenidato &eacute; um medicamento relativamente antigo, existe desde a d&eacute;cada de 1960, mas sua vers&atilde;o mais popular (comercializada sob o nome Concerta) existe nos Estados Unidos desde 2000.</p>
<p>Sendo assim, o uso desse tipo de medicamento tem <strong>pouco mais de 20 anos</strong>.</p>
<p>Por aqui, seu uso vem aumentando.</p>
<p>Uma pesquisa da Universidade Estadual do Rio de Janeiro mostrou que, de 2004 a 2014, <strong>o uso de Ritalina cresceu 775% no Brasil</strong>.</p>
<h2>Como agem os nootr&oacute;picos?</h2>
<p>Essas medica&ccedil;&otilde;es <strong>atuam no sistema nervoso central</strong>, tornando as vias neurol&oacute;gicas mais sens&iacute;veis ao est&iacute;mulo.</p>
<p>Em linhas gerais, as &ldquo;smart drugs&rdquo; deixam as pessoas mais &ldquo;espertas&rdquo; {entre muitas aspas}, gerando uma <strong>melhora na capacidade de concentra&ccedil;&atilde;o</strong>, reduzindo alguns sintomas ansiosos e permitindo que as pessoas mantenham um foco maior &ndash; al&eacute;m de, em alguns casos, contribu&iacute;rem para a perda de peso, segundo explica Lu&iacute;s Ant&ocirc;nio Soares Pires Filho, m&eacute;dico da fam&iacute;lia e comunidade da Alice.</p>
<p>H&aacute; quem relate at&eacute; mesmo um ganho de mem&oacute;ria.</p>
<p>Mas, segundo Pires Filho, <strong>esse efeito &eacute; um subproduto do aumento da concentra&ccedil;&atilde;o</strong>.</p>
<p>&ldquo;Normalmente, os nossos maiores problemas de mem&oacute;ria, principalmente a de curto prazo e relacionada a eventos do dia a dia e compromissos, ent&atilde;o associados &agrave; nossa incapacidade de manter uma <a href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/curso-de-mindfulness/" target="_blank" rel="noopener">aten&ccedil;&atilde;o plena</a> naquelas situa&ccedil;&otilde;es e de reter as informa&ccedil;&otilde;es. Ou seja, <strong>temos problemas de mem&oacute;ria porque nem sempre prestamos aten&ccedil;&atilde;o necess&aacute;ria</strong> para que aquela informa&ccedil;&atilde;o seja adequadamente guardada, ent&atilde;o [os medicamentos] tendem a ajudar nesse sentido&rdquo;, detalha.</p>
<h2>Riscos dos nootr&oacute;picos</h2>
<p>Quem busca essas medica&ccedil;&otilde;es por conta dos supostos benef&iacute;cios precisa se lembrar que <strong>eles s&atilde;o medicamentos, e n&atilde;o suplementos</strong>.</p>
<p>&ldquo;Portanto, <strong>n&atilde;o podem ser utilizados levianamente</strong>, t&ecirc;m que ser utilizados para um tratamento espec&iacute;fico. O problema &eacute; quando as pessoas consegue acesso &agrave;s medica&ccedil;&otilde;es de forma irregular e sem o acompanhamento m&eacute;dico adequado&rdquo;, alerta o m&eacute;dico, que conclui: &ldquo;<strong>Tomar o rem&eacute;dio s&oacute; para garantir performance de trabalho &eacute; o pior cen&aacute;rio poss&iacute;vel</strong>&ldquo;.</p>
<p>O uso indiscriminado de subst&acirc;ncias para aumentar o foco durante o dia <strong>pode prejudicar seriamente o descanso noturno</strong>.</p>
<p>Nesses casos, o uso de <b><a class="ng-star-inserted" href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/remedios-para-dormir/" target="_blank" rel="noopener">rem&eacute;dios para dormir como solu&ccedil;&atilde;o paliativa</a></b> exige cuidado redobrado para evitar depend&ecirc;ncia e efeitos colaterais.</p>
<p>Segundo Pires Filho, al&eacute;m de pessoas que fazem uso dos medicamentos sem nenhuma indica&ccedil;&atilde;o cl&iacute;nica nem sintomas de TDAH, h&aacute; tamb&eacute;m uma <strong>onda crescente de quem faz o &ldquo;auto&rdquo; diagn&oacute;stico</strong> para o transtorno, sem consultar um profissional da sa&uacute;de capacitado, como psiquiatras, m&eacute;dicos de fam&iacute;lia e cl&iacute;nicos.</p>
<p>&ldquo;H&aacute; quem faz um teste na internet, conversa com amigo, olha nas redes sociais e acha que possui o transtorno s&oacute; porque tirou uma nota ruim na faculdade ou porque n&atilde;o consegue se concentrar para ler um livro. <strong>Muitas vezes n&atilde;o &eacute; TDAH</strong>, mas apenas o modo como a pessoa construiu a personalidade dela, o jeito como ela est&aacute; acostumada a lidar com as quest&otilde;es. <strong>Existem crit&eacute;rios para diagn&oacute;stico que s&atilde;o muito bem estabelecidos</strong> que determinam se a pessoa tem ou n&atilde;o o TDAH.&rdquo;</p>
<p>A Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira do D&eacute;ficit de Aten&ccedil;&atilde;o (ABDA) estima que, no Brasil e no mundo, o TDAH esteja presente <strong>entre 5% e 8% da popula&ccedil;&atilde;o</strong>.</p>
<h2>Efeitos colaterais dos nootr&oacute;picos: quais s&atilde;o?</h2>
<ul>
<li>Irritabilidade;</li>
<li>Piora nos sintomas ansiosos e depressivos e na sonol&ecirc;ncia fora de hora, por mais que os rem&eacute;dios tenham como objetivo promover efeitos contr&aacute;rios a isso;</li>
<li>Oscila&ccedil;&otilde;es de humor;</li>
<li>Altera&ccedil;&otilde;es no trato gastrointestinal, como diarreia e desconforto abdominal;</li>
<li>Erup&ccedil;&atilde;o cut&acirc;nea;</li>
<li>Tens&atilde;o emocional;</li>
<li>Altera&ccedil;&otilde;es de personalidade;</li>
<li>&ldquo;Tique&rdquo; nervoso;</li>
<li>Altera&ccedil;&otilde;es no sistema de defesa;</li>
<li>Raiva,</li>
<li>Dist&uacute;rbios no sono;</li>
<li>Hiperatividade</li>
<li>Secura nos olhos e nas mucosas;</li>
<li>Altera&ccedil;&otilde;es card&iacute;acas.</li>
</ul>
<p>Quem faz uso desse tipo de medicamento pode gerar uma <strong>depend&ecirc;ncia qu&iacute;mica</strong> para a medica&ccedil;&atilde;o e se tornar dependente, assim como para outros estimulantes, como a coca&iacute;na, explica o m&eacute;dico da Alice.</p>
<p>Segundo Pires Filho, tamb&eacute;m h&aacute; um risco para uma <strong>depend&ecirc;ncia psicol&oacute;gica</strong>.</p>
<p>&ldquo;A pessoa se acostuma com o estilo de vida que ela tem enquanto est&aacute; sob efeito daquele medicamento. Quando fica sem a medica&ccedil;&atilde;o, sofre as consequ&ecirc;ncias&rdquo;.</p>
<h2>Suplementos para aumentar o foco: quais s&atilde;o?</h2>
<p>Nas farm&aacute;cias e lojas de produtos naturais, tamb&eacute;m existem muitas <strong>promessas de fitoter&aacute;picos</strong> para melhorar a performance, o foco e a concentra&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>Al&eacute;m de suplementos &agrave; base de cafe&iacute;na e guaran&aacute;, h&aacute; mais espec&iacute;ficos como o ashwagandha, a centella asi&aacute;tica, a maca peruana etc.</p>
<p>&ldquo;<strong>Na maior parte das vezes, eles n&atilde;o ajudam em nada.</strong> As evid&ecirc;ncias que temos &eacute;, do ponto de vista populacional, esses suplementos n&atilde;o trazem benef&iacute;cios para foco, concentra&ccedil;&atilde;o ou racioc&iacute;nio. Cafe&iacute;na, guaran&aacute; e outros produtos t&ecirc;m efeito estimulante e a pessoa, &agrave;s vezes, pode se sentir mais desperta, mas dificilmente ficar&aacute; mais mais r&aacute;pida ou mais atenta. Muito provavelmente <strong>o que ela precisa &eacute; dormir melhor e se estressar menos</strong>, e est&aacute; colocando a responsabilidade nesses suplementos&rdquo;, explica o m&eacute;dico.</p>
<p>Al&eacute;m disso, por mais que sejam fitoter&aacute;picos e derivados de plantas, <strong>todo suplemento pode ter algum tipo de efeito colateral</strong> que pode n&atilde;o fazer bem a alguma parcela da popula&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>&ldquo;A ashwagandha, por exemplo, <strong>pode causar les&otilde;es hep&aacute;ticas</strong>, pedra no ves&iacute;cula, e outros problemas semelhantes. Tudo tem uma consequ&ecirc;ncia&rdquo;, alerta Lu&iacute;s Filho.</p>
<p>O ideal, portanto, &eacute; <strong>sempre consultar um profissional da sa&uacute;de</strong> que conhe&ccedil;a suas condi&ccedil;&otilde;es de sa&uacute;de e consiga fazer essa avalia&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>Embora muitas pessoas busquem solu&ccedil;&otilde;es r&aacute;pidas em medicamentos, a verdadeira efici&ecirc;ncia vem de <strong>mudan&ccedil;as comportamentais</strong>.</p>
<p>Existem formas naturais e seguras de <b><a class="ng-star-inserted" href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/aumentar-produtividade/" target="_blank" rel="noopener">aumentar a produtividade</a></b> sem colocar a sa&uacute;de em risco.</p>
<h2>Como melhorar o racioc&iacute;nio?</h2>
<p>Se n&atilde;o h&aacute; po&ccedil;&atilde;o m&aacute;gica, o que fazer para melhorar o racioc&iacute;nio?</p>
<p>Na maioria dos casos, problemas relacionados &agrave; falta de foco, de mem&oacute;ria ou de aten&ccedil;&atilde;o est&atilde;o relacionados a <strong>h&aacute;bitos e estilo de vida</strong>.</p>
<p>Alguns pontos para melhorar s&atilde;o:</p>
<ul>
<li>Manter hor&aacute;rio regular de sono;</li>
<li>Ter uma alimenta&ccedil;&atilde;o balanceada;</li>
<li>Fazer exerc&iacute;cios f&iacute;sicos com regularidade;</li>
<li>Controlar o estresse;</li>
<li>Evitar cigarro, drogas e bebidas alco&oacute;licas.</li>
</ul>
<p>A busca por uma produtividade inabal&aacute;vel pode levar a caminhos extremos, onde <strong>a sa&uacute;de mental &eacute; deixada de lado em troca de performance</strong>.</p>
<p>Essa desumaniza&ccedil;&atilde;o do trabalho &eacute; o ponto central da s&eacute;rie <b><a class="ng-star-inserted" href="https://alice.com.br/blog/empresas/severance-work-life-balance/" target="_blank" rel="noopener">Severance, que reflete sobre o work-life balance</a></b> e os perigos de priorizar a entrega profissional acima da nossa pr&oacute;pria ess&ecirc;ncia.</p>
<html><body><h2>Alice tem o plano de sa&uacute;de certo para a sua empresa!</h2>
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<p>O post <a href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/nootropicos-quais-os-riscos-dos-remedios-para-produtividade/">Nootrópicos: quais os riscos dos remédios para produtividade</a> apareceu primeiro em <a href="https://alice.com.br/blog">Blog da Alice</a>.</p>
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