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	<title>Arquivo de criança - Blog da Alice</title>
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	<description>Tenha acesso a conteúdos baseados em evidências científicas produzidos e revisados pelos profissionais que fazem parte do plano de saúde da Alice</description>
	<lastBuildDate>Wed, 25 Feb 2026 18:16:30 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Arquivo de criança - Blog da Alice</title>
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	<item>
		<title>Hospital Santa Catarina entra para a Comunidade de Saúde da Alice</title>
		<link>https://alice.com.br/blog/conheca-a-alice/hospital-santa-catarina-alice/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Time Alice]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Jan 2024 18:19:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conheça a Alice]]></category>
		<category><![CDATA[adolescência]]></category>
		<category><![CDATA[criança]]></category>
		<category><![CDATA[institucional]]></category>
		<category><![CDATA[plano de saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Atendimento pediátrico está disponível em todos os planos apartamento do novo portfólio.</p>
<p>O post <a href="https://alice.com.br/blog/conheca-a-alice/hospital-santa-catarina-alice/">Hospital Santa Catarina entra para a Comunidade de Saúde da Alice</a> apareceu primeiro em <a href="https://alice.com.br/blog">Blog da Alice</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<html><body><p>Nossa <a href="https://alice.com.br/blog/plano-de-saude/alice-tem-4-dos-10-melhores-hospitais-do-brasil-em-sua-comunidade-de-saude/" target="_blank" rel="noopener">Comunidade de Sa&uacute;de</a> {como chamamos a <a href="https://alice.com.br/blog/plano-de-saude/rede-credenciada-alice/" target="_blank" rel="noopener">rede credenciada</a>} n&atilde;o para de crescer &ndash; e sempre com parceiros de alt&iacute;ssima qualidade. E temos muito orgulho de anunciar que o atendimento pedi&aacute;trico do <a href="https://redesantacatarina.org.br/hospital/santacatarina-paulista/" target="_blank" rel="nofollow noopener">Hospital Santa Catarina</a> agora faz parte dela.</p>
<p>Todos os planos apartamento do novo portf&oacute;lio da Alice j&aacute; contam com essa institui&ccedil;&atilde;o, que &eacute; refer&ecirc;ncia nacional.</p>
<p>Bora saber mais sobre o Santa Catarina!</p>
<h2><b>Conhe&ccedil;a o Santa Catarina</b></h2>
<p>Localizado na avenida Paulista, n&ordm; 200,&nbsp; o Hospital Santa Catarina tem mais de 100 anos de hist&oacute;ria. Por tr&ecirc;s anos consecutivos (2021, 2022, 2023), apareceu no TOP 5 <a href="https://alice.com.br/blog/plano-de-saude/alice-tem-4-dos-10-melhores-hospitais-do-brasil-em-sua-comunidade-de-saude/" target="_blank" rel="noopener">melhores hospitais do Brasil</a> e j&aacute; recebeu o selo de acredita&ccedil;&atilde;o Joint Commission International (JCI) Gold, que atesta as principais pr&aacute;ticas hospitalares e tem como foco a seguran&ccedil;a e o atendimento de qualidade aos pacientes.&#8203;</p>
<p>O atendimento inclui pronto-socorro infantil (todas as especialidades), cirurgias e interna&ccedil;&atilde;o pedi&aacute;tricas e a nossa super equipe de retaguarda da Alice, que acompanha nossos membros em alguns dos nossos hospitais parceiros.</p>
<h2><b>A Comunidade de Sa&uacute;de da Alice</b></h2>
<p>Para fazer parte da nossa Comunidade de Sa&uacute;de, levamos em considera&ccedil;&atilde;o diversos pontos, como um processo de checagem pr&oacute;prio para garantir que as institui&ccedil;&otilde;es sigam padr&otilde;es r&iacute;gidos de qualidade e entrega de sa&uacute;de, certifica&ccedil;&otilde;es nacionais e internacionais e alinhamento de valores com a Alice, como atendimento humanizado com foco na pessoa e entrega de sa&uacute;de baseada em resultado.</p><html><body><div class="cta cta--post--slim_withlogo">
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									<span class="title">Conhe&ccedil;a a Alice</span><span class="icon icon--arrow_right"></span></a>
								</div></body></html>
<p>Tudo isso junto garante uma rede de alt&iacute;ssima qualidade &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o das pessoas membras da Alice. Entre as institui&ccedil;&otilde;es que fazem parte da Comunidade de Sa&uacute;de, est&atilde;o hospitais e laborat&oacute;rios de refer&ecirc;ncia do pa&iacute;s e parceiros especializados em diversas &aacute;reas {oftalmologia, psiquiatria, pediatria, sono, dermatologia, entre outros}, como Albert Einstein, Benefic&ecirc;ncia Portuguesa, Sabar&aacute;, Santa Joana, Pr&oacute;-Matre, Samaritano e Grupo Fleury.</p>
<p>Quer saber quem mais faz parte deste seleto grupo? Confira a <a href="https://alice.com.br/rede-credenciada" target="_blank" rel="noopener">lista completa&nbsp;</a>das institui&ccedil;&otilde;es da nossa Comunidade de Sa&uacute;de. E, quem quiser, pode entender melhor como funcionam as&nbsp;<a href="https://alice.com.br/blog/gestora-de-saude/rede-credenciada-alice/#como-os-profissionais-da-comunidade-de-saude-da-alice-sao-escolhidos:~:text=de%20consulta%20poss%C3%ADvel.-,Como%20%C3%A9%20a%20consulta%20com%20os%20especialistas%20da%20nossa%20rede%20credenciada%3F,-Quando%20o%20membro" target="_blank" rel="noopener">consultas</a>&nbsp;com estes parceiros.</p>
<h2>Como ter acesso &agrave; rede credenciada da Alice?</h2>
<p>Sempre que precisar de qualquer tipo de assist&ecirc;ncia m&eacute;dica, seja aguda ou cr&ocirc;nica, basta acessar o <a href="https://alice.com.br/blog/gestora-de-saude/alice-agora-atendimento-online/" target="_blank" rel="noopener">Alice Agora</a>, que tem um time preparado para avaliar e dar o suporte necess&aacute;rio, inclusive acionando e avisando a nossa Comunidade de Sa&uacute;de {sejam especialistas ou hospitais} que um membro da Alice est&aacute; pra chegar.</p>
<p>&Eacute; assim que funciona a&nbsp;<a href="https://alice.com.br/blog/gestora-de-saude/coordenacao-de-cuidado-na-alice/" target="_blank" rel="noopener">coordena&ccedil;&atilde;o do cuidado</a>&nbsp;de que a gente tanto fala aqui na Alice, e &eacute; assim que os membros t&ecirc;m acesso aos nossos hospitais e laborat&oacute;rios parceiros &ndash; sempre que houver necessidade. Ou seja, nada de ficar em filas intermin&aacute;veis no pronto-socorro ou, pior, sem precisar estar l&aacute; para resolver o problema. Com isso, al&eacute;m de respeitar o tempo do membro, a Alice contribui com todo o sistema de sa&uacute;de.</p>
<h2>Alice tem o plano de sa&uacute;de certo para a sua empresa</h2>
<p>A Alice &eacute; um plano de sa&uacute;de com um <a href="https://alice.com.br/blog/empresas/time-de-saude-alice-para-empresas/" target="_blank" rel="noopener">Time de Sa&uacute;de</a> que est&aacute; preparado para ajudar seus colaboradores a resolverem qualquer queixa de sa&uacute;de, com atendimento feito por m&eacute;dicos e enfermeiros 24 horas por dia, 7 dias por semana.</p>
<p>Nossa cobertura &eacute; nacional, com uma rede credenciada de excel&ecirc;ncia, incluindo os melhores hospitais e laborat&oacute;rios, e especialistas escolhidos a dedo.</p>
<p>E olha s&oacute; que pr&aacute;tico: todas as informa&ccedil;&otilde;es que os nossos membros precisam para cuidar da sua sa&uacute;de est&atilde;o no app: encaminhamento e agendamento de consultas e exames, receitas, resultados integrados, hist&oacute;rico&hellip; A nossa coordena&ccedil;&atilde;o de cuidado amarra todas essas pontas para que a gente acompanhe a jornada de cada pessoa e possa oferecer o melhor cuidado, de forma eficiente e resolutiva.</p>
<p>O resultado s&atilde;o colaboradores mais saud&aacute;veis e que amam a experi&ecirc;ncia de ter Alice.</p>
<p>Tudo isso com uma experi&ecirc;ncia incr&iacute;vel para o RH, com contrata&ccedil;&atilde;o r&aacute;pida, sem burocracia, e com controle de custo.</p>
<p>Bora oferecer mais sa&uacute;de para a sua equipe?</p>
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									<span class="title">Fa&ccedil;a uma Cota&ccedil;&atilde;o</span><span class="icon icon--arrow_right"></span></a>
								</div></body></html></body></html>
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			</item>
		<item>
		<title>Criança com medo de médico ou de exames? Saiba o que fazer</title>
		<link>https://alice.com.br/blog/sua-saude/crianca-medo-de-medico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Time Alice]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Oct 2022 21:13:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sua saúde]]></category>
		<category><![CDATA[bem-estar]]></category>
		<category><![CDATA[criança]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://blog.alice.com.br/?p=4983</guid>

					<description><![CDATA[<p>Nada de mentir para a criança! Veja táticas que ajudam a aliviar o medo nos pequenos e como a Alice os acolhe.</p>
<p>O post <a href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/crianca-medo-de-medico/">Criança com medo de médico ou de exames? Saiba o que fazer</a> apareceu primeiro em <a href="https://alice.com.br/blog">Blog da Alice</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<html><body><p>Ir a uma consulta m&eacute;dica ou a um hospital n&atilde;o costuma ser o programa preferido das crian&ccedil;as. Muitas vezes essas visitas acontecem quando os pequenos n&atilde;o est&atilde;o no seu melhor momento e podem ser acompanhadas de inje&ccedil;&otilde;es ou medicamentos.</p>



<p>&ldquo;Fato &eacute; que ningu&eacute;m gosta de ser furado, afinal, d&oacute;i mesmo. E ser examinado exige confian&ccedil;a, uma vez que ficamos expostos e vulner&aacute;veis&rdquo;, diz <a href="https://alice.com.br/time-de-saude/amanda-monteiro" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Amanda Monteiro</a>, pediatra da Alice.</p>



<p>A m&eacute;dica defende que ajudar os pequenos a superar o medo de ir ao m&eacute;dico &eacute; algo que pode ser feito no dia a dia, n&atilde;o s&oacute; na hora de tir&aacute;-los de casa.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Preparando a crian&ccedil;a para a consulta ou o exame</h2>



<p>O cuidado &agrave; sa&uacute;de pode fazer parte do mundo da crian&ccedil;a desde cedo, como forma de explicar sua import&acirc;ncia e aliviar a tens&atilde;o.&nbsp;</p>



<p>Uma sugest&atilde;o &eacute; oferecer kits m&eacute;dicos de brinquedo para que a crian&ccedil;a se familiarize com os instrumentos e possa fazer o papel tanto de paciente como de profissional de sa&uacute;de.&nbsp;</p>



<p>Aproveite para nomear os objetos mais comuns nos consult&oacute;rios e dizer para o que cada um deles serve. &ldquo;Assim, a crian&ccedil;a ir&aacute; observar tudo pelo que passar&aacute; antecipadamente e poder&aacute; fazer perguntas. Isso a deixar&aacute; com uma sensa&ccedil;&atilde;o de maior controle sobre a situa&ccedil;&atilde;o&rdquo;, explica Monteiro.</p>



<p>Ainda no dia a dia, nada de fazer coment&aacute;rios que associem idas ao m&eacute;dico com castigo, como &ldquo;se voc&ecirc; se comportar mal, v&atilde;o te dar uma inje&ccedil;&atilde;o&rdquo;. Cuidar da sa&uacute;de n&atilde;o &eacute; uma puni&ccedil;&atilde;o.&nbsp;</p>



<p><strong>&gt;&gt;</strong> <a href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/mao-pe-boca-sintomas-doenca-como-prevenir/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">M&atilde;o-p&eacute;-boca: quais s&atilde;o os sintomas e como prevenir?</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">O que fazer na hora do procedimento ou consulta</h2>



<p>Quando chegar a hora de sair de casa para o evento em si, tenha paci&ecirc;ncia e converse bastante. A pediatra Amanda Monteiro defende que as crian&ccedil;as devem ser preparadas para o que est&aacute; para acontecer &mdash; isso tamb&eacute;m vale para os beb&ecirc;s que ainda n&atilde;o falam.&nbsp;</p>



<p>Vale contar o motivo da consulta ou procedimento e as vantagens de cuidar da sa&uacute;de. &ldquo;As crian&ccedil;as adoram hist&oacute;rias e, quando se sentem parte de seu pr&oacute;prio cuidado, colaboram muito mais com a situa&ccedil;&atilde;o.&rdquo;</p>



<p>&ldquo;E n&atilde;o h&aacute; porque mentir, dizer coisas como &lsquo;n&atilde;o vai doer nada&rsquo;, porque a crian&ccedil;a precisa saber que pode confiar em voc&ecirc; e que voc&ecirc; valida o que ela sente&rdquo;, ensina a pediatra.</p>



<p>O resultado &eacute; a previsibilidade: os pequeninos se sentir&atilde;o mais seguros e tranquilos ao entenderem o que est&aacute; por vir.&nbsp;</p>



<p>J&aacute; na hora do procedimento, nada de cara de pena ou choror&ocirc;, ok? Essa &eacute; a hora de transmitir seguran&ccedil;a.</p>



<p>&ldquo;Os pais e cuidadores devem estar seguros com a situa&ccedil;&atilde;o, mostrando para a crian&ccedil;a que est&atilde;o ao seu lado durante todo o processo, que confiam naquele profissional. Isso demonstra que eles t&ecirc;m controle sobre a situa&ccedil;&atilde;o&rdquo;, aconselha Monteiro.</p>
<p>A miss&atilde;o da Alice &eacute; tornar o mundo mais saud&aacute;vel, e isso inclui as crian&ccedil;as.&nbsp;</p>





<p><strong>Leia mais</strong>: <a href="https://timedesaude.com.br/comportamento/coriza-criancas-como-aliviar-congestao-nasal/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Coriza em crian&ccedil;as: saiba como aliviar a congest&atilde;o nasal</a></p>
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									<span class="title">Conhe&ccedil;a a Alice</span><span class="icon icon--arrow_right"></span></a>
								</div></body></html></body></html>
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			</item>
		<item>
		<title>Vacina contra meningite: saiba como se proteger da doença</title>
		<link>https://alice.com.br/blog/sua-saude/vacina-contra-meningite-saiba-como-se-proteger-da-doenca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Time Alice]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Oct 2022 23:46:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sua saúde]]></category>
		<category><![CDATA[bem-estar]]></category>
		<category><![CDATA[criança]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://blog.alice.com.br/?p=4751</guid>

					<description><![CDATA[<p>Adulto precisa tomar vacina contra meningite? Quais as medidas de prevenção? Esclarecemos essas e outras dúvidas sobre a doença.</p>
<p>O post <a href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/vacina-contra-meningite-saiba-como-se-proteger-da-doenca/">Vacina contra meningite: saiba como se proteger da doença</a> apareceu primeiro em <a href="https://alice.com.br/blog">Blog da Alice</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<html><body><p><em>Mat&eacute;ria atualizada em 6 de outubro de 2022.</em></p>



<p>A vacina contra a meningite faz parte do calend&aacute;rio vacinal de beb&ecirc;s e crian&ccedil;as, mas adultos tamb&eacute;m podem ficar atentos &agrave; pr&oacute;pria prote&ccedil;&atilde;o.&nbsp;</p>



<p>Causada por v&iacute;rus, bact&eacute;rias ou fungos, a doen&ccedil;a &eacute; transmitida de uma pessoa para outra atrav&eacute;s de secre&ccedil;&otilde;es respirat&oacute;rias (salivas, espirro, tosse) e&nbsp;provoca a inflama&ccedil;&atilde;o das meninges (membranas que recobrem o c&eacute;rebro). Recentemente, voltou &agrave;s manchetes por conta de alguns casos na cidade de S&atilde;o Paulo.&nbsp;</p>



<p>Mais precisamente, foram registrados cinco casos da meningite meningoc&oacute;cica do tipo C na regi&atilde;o da Vila Formosa e Aricanduva, na zona leste da capital, de julho a setembro. Entre eles, havia uma mulher de 42 anos, que acabou falecendo.&nbsp;</p>



<p>{J&aacute; podemos chamar de surto de meningite, mas isso n&atilde;o significa que precisa ter p&acirc;nico, ok?}</p>



<p>Em nota, a Secretaria Municipal de Sa&uacute;de da capital afirmou que as pessoas consideradas pr&oacute;ximas daquelas que adoeceram j&aacute; receberam medicamentos preventivos.&nbsp;</p>



<p>Os cuidados est&atilde;o concentrados na Vila Formosa e em Aricanduva. A vacina&ccedil;&atilde;o est&aacute; sendo oferecida a pessoas de 3 meses a 64 anos que estejam dentro da &aacute;rea de abrang&ecirc;ncia de quatro UBSs: Jardim IVA, Guarani, Vila Formosa II e Comendador Jos&eacute; Gonzalez.</p>



<p><a href="https://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/upload/saude/vigilancia_em_saude/ruas_de_bloqueio_.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Veja aqui a lista de ruas contempladas no bloqueio vacinal e se voc&ecirc; precisa ir ao posto de sa&uacute;de se vacinar.</a></p>



<p>&ldquo;Para receber a vacina, pessoas que residem nessa regi&atilde;o devem apresentar comprovante de endere&ccedil;o. No caso de quem trabalha nas proximidades basta apresentar comprovante trabalhista, como crach&aacute;, holerite, carteira de trabalho atualizada ou declara&ccedil;&atilde;o com nome da empresa, endere&ccedil;o e carimbo&rdquo;, diz a nota da prefeitura.</p>



<p>Outros dois casos de meningite meningoc&oacute;cica foram registrados em S&atilde;o Paulo &ndash; um homem de 22 anos, que faleceu, e uma mulher de 20, que est&aacute; sendo tratada. Eles s&atilde;o, respectivamente, da zona norte e da zona sul da cidade, ent&atilde;o, a Secretaria Municipal de Sa&uacute;de afirmou que eles n&atilde;o t&ecirc;m rela&ccedil;&atilde;o com o surto da zona leste.</p>



<p>Apesar do susto, vale ressaltar que o n&uacute;mero de casos este ano diminuiu em rela&ccedil;&atilde;o a 2019. Em 2022, foram notificados 56 casos de meningite meningoc&oacute;cica entre janeiro e o dia 26 de setembro. No mesmo per&iacute;odo de 2019, foram registrados 158 casos da doen&ccedil;a. Ou seja, de l&aacute; para c&aacute;, houve redu&ccedil;&atilde;o de 64,5% nos casos da doen&ccedil;a.</p>



<p>Existem formas de se proteger, e a principal delas &eacute; a vacina&ccedil;&atilde;o. Provavelmente, voc&ecirc; j&aacute; a recebeu quando era crian&ccedil;a, mas tamb&eacute;m d&aacute; para refor&ccedil;ar a imuniza&ccedil;&atilde;o depois de adulto. Olha s&oacute; como funciona.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Afinal, o que &eacute; meningite?</h2>



<p>As meninges s&atilde;o tr&ecirc;s membranas que revestem o c&eacute;rebro e a medula, que fica na coluna vertebral. A doen&ccedil;a &eacute; a inflama&ccedil;&atilde;o dessas camadas e pode ser causada por bact&eacute;rias &mdash; que causam a meningite mais agressiva &mdash;, v&iacute;rus ou fungos.&nbsp;</p>



<p>As letras usadas para falar da doen&ccedil;a (A, B, C, W, X, e Y) se referem aos subtipos da bact&eacute;ria <em>Neisseria meningitidis</em>.</p>



<p>A <a href="https://alice.com.br/rede-credenciada/especialista/infectologia/larissa-gouveia?page=14" target="_blank" rel="noreferrer noopener">infectologista Larissa Gouveia, da Comunidade de Sa&uacute;de da Alice</a>, conta que o subtipo da doen&ccedil;a mais comum no Brasil &eacute; o meningococo C &mdash; justamente o respons&aacute;vel pelo surto que est&aacute; acontecendo nos dois bairros de S&atilde;o Paulo.</p>



<p>A doen&ccedil;a tamb&eacute;m pode ser provocada por outras bact&eacute;rias, como o pneumococo (<em>Streptococcus pneumoniae</em>), a bact&eacute;ria da tuberculose (<em>Mycobacterium tuberculosis</em>) e a <em>Haemophilus influenzae</em>. A boa not&iacute;cia &eacute; que tamb&eacute;m existem vacinas para esses tipos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como se pega meningite {e como prevenir?}&nbsp;</h2>



<p>A principal forma de transmiss&atilde;o &eacute; pelas got&iacute;culas respirat&oacute;rias, do mesmo jeito que acontece com a covid-19 e a gripe.&nbsp;</p>



<p>Por isso, vacinar-se, usar m&aacute;scara e manter dist&acirc;ncia de um metro e meio das outras pessoas s&atilde;o medidas valiosas para evitar a meningite.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Existe vacina para meningite {ufa!}</h2>



<p>Agora que voc&ecirc; sabe que existem v&aacute;rios tipos e subtipos dessa doen&ccedil;a, faz mais sentido entender por que tem tanto imunizante dispon&iacute;vel.</p>



<p>Hoje, o SUS (Sistema &Uacute;nico de Sa&uacute;de) disp&otilde;e destas vacinas gratuitas e nestas condi&ccedil;&otilde;es:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>BCG:</strong> a partir do nascimento, protege contra a meningite causada pela bact&eacute;ria da tuberculose, a <em>Mycobacterium tuberculosis</em>;</li>



<li><strong>Pentavalente: </strong>aos 4 e aos 6 meses de idade, protege contra o <em>Haemophilus influenzae</em>, um dos poss&iacute;veis causadores da meningite, principalmente em crian&ccedil;as;</li>



<li><strong>Vacina ACWY:</strong> dos 11 a 14 anos de idade, com amplia&ccedil;&atilde;o para adolescentes de 13 e 14 anos at&eacute; junho de 2023;</li>



<li><strong>Vacina contra meningite meningoc&oacute;cica C: </strong>aos 3 meses de idade, com refor&ccedil;o entre os 12 e 15 meses e na faixa de cinco anos.&nbsp;</li>
</ul>



<p>A vacina contra meningite B n&atilde;o &eacute; oferecida pelo SUS, mas Gouveia recomenda levar o beb&ecirc; para cl&iacute;nicas particulares a partir dos tr&ecirc;s meses &mdash; o refor&ccedil;o tamb&eacute;m fica em torno dos 12 e 15 meses.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Adultos precisam se vacinar contra a meningite?</h3>



<p>&ldquo;Geralmente, n&oacute;s indicamos o refor&ccedil;o depois de adulto em casos de surtos, como o que est&aacute; acontecendo, de exposi&ccedil;&atilde;o &agrave; doen&ccedil;a, em pessoas com imunodepress&atilde;o [como c&acirc;ncer e doen&ccedil;a renal cr&ocirc;nica], que t&ecirc;m HIV, p&oacute;s-transplante de medula &oacute;ssea, que precisaram tirar o ba&ccedil;o ou que sofreram um acidente que causou algum trauma nesse &oacute;rg&atilde;o&rdquo;, diz.</p>



<p>Em casos de surtos, &eacute; preciso ficar de olho nas UBSs que est&atilde;o oferecendo o imunizante. J&aacute; pessoas com essas situa&ccedil;&otilde;es de sa&uacute;de espec&iacute;ficas podem se informar nos Centro de Refer&ecirc;ncia para Imunobiol&oacute;gicos Especiais (CRIEs) &mdash; o de S&atilde;o Paulo fica no Hospital das Cl&iacute;nicas.</p>



<p>Quem n&atilde;o mora nas regi&otilde;es afetadas pelo surto ou est&aacute; fora destes grupos pode procurar a vacina em cl&iacute;nicas particulares caso queira se imunizar por conta pr&oacute;pria.&nbsp;</p>



<p>&ldquo;Se voc&ecirc; conseguir ir numa cl&iacute;nica privada, d&aacute; para tomar a vacina ACWY e a vacina contra meningite B por conta pr&oacute;pria&rdquo;, afirma Michel Duailibi, m&eacute;dico de fam&iacute;lia e comunidade da Alice. Isso vale mesmo para quem j&aacute; tomou a vacina quando era crian&ccedil;a.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais s&atilde;o os sintomas da meningite?</h2>



<p>Eles s&atilde;o parecidos com os de outras doen&ccedil;as. &ldquo;A diferen&ccedil;a &eacute; que, na meningite, os sinais aparecem de forma bem intensa&rdquo;, acrescenta Gouveia. S&atilde;o eles:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><a href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/como-aliviar-dor-de-cabeca/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Dor de cabe&ccedil;a</a> intensa;</li>



<li>V&ocirc;mito em jato (que vem &ldquo;do nada&rdquo;, sem ter enjoo antes);</li>



<li>Febre;</li>



<li>Confus&atilde;o mental;</li>



<li>Respira&ccedil;&atilde;o ofegante;</li>



<li>Dores nos m&uacute;sculos e articula&ccedil;&otilde;es;</li>



<li>Manchas ou pontinhos vermelhos na pele;</li>



<li>Rigidez na nuca.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Meningite: quando procurar ajuda m&eacute;dica?</h2>



<p>O quadro de meningite meningoc&oacute;cica costuma evoluir rapidamente. &ldquo;Ent&atilde;o, uma vez que esses sintomas aparecem de forma muito intensa e sabendo que h&aacute; um surto na cidade, &eacute; importante procurar um pronto-socorro se esses sinais surgirem&rdquo;, orienta Gouveia.</p>



<p>Ter o apoio da equipe de sa&uacute;de na hora certa &eacute; fundamental para evitar as sequelas que a meningite pode deixar. Dependendo da regi&atilde;o do c&eacute;rebro que a doen&ccedil;a atingir, a pessoa pode ter sequelas motoras, na vis&atilde;o, audi&ccedil;&atilde;o e capacidade de racioc&iacute;nio.</p>



<p>&ldquo;O impacto da meningite no organismo &eacute; t&atilde;o grande que, em quest&atilde;o de horas, pode levar ao chamado quadro de choque s&eacute;ptico. Isso significa que o corpo pode ficar em um estado de fal&ecirc;ncia geral, o que pode levar a situa&ccedil;&otilde;es mais graves, como a amputa&ccedil;&atilde;o de membros.&rdquo;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como &eacute; o tratamento da meningite?</h2>



<p>O exame para detectar a doen&ccedil;a checa a sa&uacute;de do l&iacute;quor, ou l&iacute;quido cefalorraqueano, que &eacute; colhido pela lombar. A equipe de sa&uacute;de tamb&eacute;m pode pedir outros exames, como o de sangue.</p>



<p>O tratamento vai depender do tipo de meningite. Por exemplo, no caso da meningite bacteriana {como a do surto que ocorre na zona leste da capital}, a pessoa fica internada e recebe antibi&oacute;tico na veia por, pelo menos, sete dias.&nbsp;</p>



<p>Na meningite viral, bastam rem&eacute;dios para aliviar os sintomas {e paci&ecirc;ncia para o v&iacute;rus ir embora}. J&aacute; a meningite f&uacute;ngica pede que a pessoa tome antif&uacute;ngicos na veia.&nbsp;</p>



<p>Sabemos que a meningite assusta, mas ela tem preven&ccedil;&atilde;o e cura. &ldquo;Ela &eacute; uma doen&ccedil;a que a gente considera imunopreven&iacute;vel, ou seja, a gente consegue reduzir a quantidade de casos e as formas graves dos casos por meio da vacina&ccedil;&atilde;o&rdquo;, assegura a infectologista da Alice.</p>



<p><strong>Veja mais</strong>: <a href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/o-que-fazer-para-fortalecer-a-imunidade/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">O que fazer para fortalecer a imunidade?</a></p>



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<p>O post <a href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/vacina-contra-meningite-saiba-como-se-proteger-da-doenca/">Vacina contra meningite: saiba como se proteger da doença</a> apareceu primeiro em <a href="https://alice.com.br/blog">Blog da Alice</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Como saber a hora certa de ter filhos? Confira agora</title>
		<link>https://alice.com.br/blog/sua-saude/como-saber-a-hora-certa-de-ter-filhos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Time Alice]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2022 16:46:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sua saúde]]></category>
		<category><![CDATA[bem-estar]]></category>
		<category><![CDATA[criança]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://blog.alice.com.br/?p=5995</guid>

					<description><![CDATA[<p>Não existe “hora certa” para ter filhos, é a hora em que o casal se sente preparado. Veja fatores emocionais, sociais e biológicos que pesam nessa decisão.</p>
<p>O post <a href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/como-saber-a-hora-certa-de-ter-filhos/">Como saber a hora certa de ter filhos? Confira agora</a> apareceu primeiro em <a href="https://alice.com.br/blog">Blog da Alice</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<html><body><p>Qual &eacute; a hora certa de ter filhos, para quem quer t&ecirc;-los, &eacute; uma das famosas perguntas de 1 milh&atilde;o de d&oacute;lares, feitas por muitas pessoas e sem uma &uacute;nica resposta certa.</p>



<p>Embora biologicamente seja recomendado que a primeira gesta&ccedil;&atilde;o da mulher ocorra at&eacute; seus 35 anos de idade, sabemos que h&aacute; outros fatores em jogo na hora de se decidir sobre ter um filho (seja biol&oacute;gico ou por ado&ccedil;&atilde;o), como quest&otilde;es sociais, financeiras e emocionais.</p>



<p>&ldquo;A hora certa &eacute; a hora em que o casal acha que est&aacute; preparado para isso, tendo em vista que um beb&ecirc; vai mudar completamente a estrutura familiar&rdquo;, afirma a ginecologista Adriana Gomes Luz, Secret&aacute;ria da Comiss&atilde;o Nacional de Assist&ecirc;ncia Pr&eacute;-Natal da Federa&ccedil;&atilde;o Brasileira das Associa&ccedil;&otilde;es de Ginecologia e Obstetr&iacute;cia (Febrasgo).</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como se sentir preparado(a) para planejar uma gravidez?</h2>



<p>A palavra <strong>estabilidade</strong> muitas vezes &eacute; a primeira que vem &agrave; mente ao pensarmos no planejamento de filhos.</p>



<p>&ldquo;As pessoas associam de cara &agrave; estabilidade financeira, quando na verdade essa &eacute; uma quest&atilde;o muito mais abrangente. Trata-se de uma estabilidade tamb&eacute;m <strong>psicol&oacute;gica, social, de contexto e de suporte</strong>&rdquo;, explica Stephanie Witzel, neuropsic&oacute;loga da <a href="https://alice.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Alice</a>.</p>
<p>Al&eacute;m do planejamento emocional, a seguran&ccedil;a de ter uma cobertura de sa&uacute;de eficiente para o futuro membro da fam&iacute;lia traz tranquilidade aos pais. Vale a pena conferir como funciona a jornada de uma <a class="ng-star-inserted" href="https://alice.com.br/blog/plano-de-saude/crianca-alice/" target="_blank" rel="noopener">crian&ccedil;a na Alice</a>, desde o nascimento at&eacute; o acompanhamento com pediatras que realmente conhecem o hist&oacute;rico do seu filho.</p>



<p>Assim, al&eacute;m dos pontos mais pr&aacute;ticos, ela lista outras reflex&otilde;es para ajudar o casal:</p>



<h3 class="wp-block-heading">Suporte social</h3>



<p>Costuma-se atribuir muita responsabilidade &agrave; m&atilde;e, mas ela precisa mais do que o suporte do pai da crian&ccedil;a. A pu&eacute;rpera precisa de algu&eacute;m a quem possa recorrer, porque essa &eacute; uma fase de muita priva&ccedil;&atilde;o de sono e esgotamento</p>



<h3 class="wp-block-heading">Disponibilidade emocional</h3>



<p>O casal precisa refletir sobre a inclus&atilde;o de mais uma pessoa na din&acirc;mica familiar. &ldquo;Nesse caso, ajuda muito a pessoa refletir sobre as experi&ecirc;ncias que ela j&aacute; teve em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; maternidade ou paternidade, seja nas rela&ccedil;&otilde;es com os pr&oacute;prios pais, mas tamb&eacute;m como se enxerga no papel de m&atilde;e e pai, fazendo uma proje&ccedil;&atilde;o mesmo&rdquo;, diz Witzel</p>



<h3 class="wp-block-heading">Estabilidade cl&iacute;nica</h3>



<p>Fazer um check-up da sa&uacute;de f&iacute;sica e psicol&oacute;gica.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Comunica&ccedil;&atilde;o e concilia&ccedil;&atilde;o</h3>



<p>Como fazer quando uma ponta do casal n&atilde;o se diz pronta para ter filhos? Segundo Witzel, o segredo &eacute; &ldquo;fazer concess&otilde;es e chegar a meios termos&rdquo;</p>



<p>&ldquo;Cada um tem que explicitar para o outro seus pontos de vista e expectativas de forma bem honesta com o que sentem. Isso sem um lado impor e acusar o outro. E a&iacute; chegar a concess&otilde;es e entender as expectativas.&rdquo; E, segundo ela, quanto antes houver essa conversa no relacionamento, melhor.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Dica para quem est&aacute; na d&uacute;vida sobre ter filhos</h2>



<p>Uma sugest&atilde;o de Witzel para quem oscila de opini&atilde;o &eacute; anotar todos os dias: &ldquo;Hoje eu quero ou hoje eu n&atilde;o quero?&rdquo; Ao fazer esse registro durante um tempo, d&aacute; para ter uma avalia&ccedil;&atilde;o mais objetiva: quantos dias eu quis? Quantos eu n&atilde;o quis? O que est&aacute; &ldquo;ganhando&rdquo;? Isso ajuda a tomar a decis&atilde;o.</p>



<p>&ldquo;A verdade &eacute; que n&atilde;o tem um momento certo. J&aacute; vi gente super jovem que se sente preparada, porque tem suporte, condi&ccedil;&atilde;o financeira mais est&aacute;vel, local para morar, e pode tomar essa decis&atilde;o mais cedo &ndash; e n&atilde;o h&aacute; nada de errado nisso. Assim como vemos uma tend&ecirc;ncia muito grande atualmente a demorar mais pra ter filhos&rdquo;, ela conclui.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><figure class="wp-attachment-3393" ><img decoding="async" class="wp-image-3393" src="https://timedesaude.com.br/wp-content/uploads/2022/07/A-hora-certa-de-ter-filhos-2.jpg" alt="pessoa segurando os ponteiros de um rel&oacute;gio"></figure></figure>
<p>Preparar-se para a parentalidade tamb&eacute;m significa estar informado sobre as fases do desenvolvimento. Conhecer temas como a <b><a class="ng-star-inserted" href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/puberdade-precoce-saiba-o-que-e-e-como-ajudar/" target="_blank" rel="noopener">puberdade precoce</a></b> ajuda os pais a identificarem necessidades espec&iacute;ficas de sa&uacute;de desde cedo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que explica a tend&ecirc;ncia em adiar a decis&atilde;o de ter filhos?</h2>



<p>Dados do Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de apontam que, em 2019, o n&uacute;mero de mulheres que deram &agrave; luz entre os 35 e os 39 anos havia aumentado 71% nos &uacute;ltimos 20 anos no Brasil, enquanto o n&uacute;mero de nascimentos de beb&ecirc;s de m&atilde;es que tinham de 20 a 29 anos caiu 15%, segundo <a href="https://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2019/01/em-20-anos-gravidez-apos-os-35-anos-cresce-65-no-brasil.shtml?origin=folha" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">levantamento</a> feito pela Folha de S.Paulo.</p>



<p>Nos Estados Unidos, a m&eacute;dia de idade da primeira gesta&ccedil;&atilde;o de uma mulher saltou de 21 para 25 anos dos anos 1970 para a d&eacute;cada de 2010, per&iacute;odo que tamb&eacute;m registrou um aumento expressivo em m&atilde;es com mais de 35 anos.</p>



<p>Mas, se a gesta&ccedil;&atilde;o da mulher jovem &eacute; mais saud&aacute;vel para m&atilde;e e beb&ecirc;, por que essa decis&atilde;o tem sido cada vez mais postergada?</p>



<p>Um <a href="https://jfrh.tums.ac.ir/index.php/jfrh/article/view/489" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">estudo conduzido pelo Departamento de Pediatria e Sa&uacute;de Materna</a> do Hospital Universit&aacute;rio de Siena, na It&aacute;lia, e publicado no &ldquo;Journal of Family and Reproductive Health&rdquo; em 2016, concluiu que, al&eacute;m da decis&atilde;o pessoal (como ter outras prioridades no momento ou esperar um maior amadurecimento emocional), h&aacute; fatores externos que explicam por que a escolha &agrave;s vezes n&atilde;o &eacute; volunt&aacute;ria.</p>



<p>Os pesquisadores listam condi&ccedil;&otilde;es sociais que &ldquo;desencorajam&rdquo; a parentalidade, como quest&otilde;es financeiras (que incluem estabilidade no trabalho e dificuldade para obter licen&ccedil;as maternidade e paternidade), demora em encontrar o parceiro adequado e taxas altas de div&oacute;rcios, que d&atilde;o origem a segundos (e tardios) casamentos.</p>



<p>Eles concluem que &eacute; necess&aacute;rio estabelecer pol&iacute;ticas p&uacute;blicas para favorecer a decis&atilde;o de casais que queiram ter filhos mais jovens, al&eacute;m de tirar o atual estigma de uma gesta&ccedil;&atilde;o com 20 e poucos anos.&nbsp;</p>



<p><strong>&gt;&gt;</strong> <a href="https://alice.com.br/blog/pessoas/mamaes-e-papais-pitayas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Por que mam&atilde;es e papais Pitayas s&atilde;o loucos pela Alice</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais os riscos de uma gesta&ccedil;&atilde;o tardia?</h2>



<p>Em teoria, a mulher pode ter um beb&ecirc; durante todo o seu per&iacute;odo f&eacute;rtil, que &eacute; quando ela produz os &oacute;vulos a serem fecundados. Ou seja, desde a puberdade, quando come&ccedil;a a <a href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/ciclo-menstrual-o-que-e-como-calcular/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">menstrua&ccedil;&atilde;o</a>, at&eacute; a menopausa, quando seus ov&aacute;rios param de funcionar, explica L&iacute;via Ces Guedes Pereira, <a href="https://alice.com.br/time-de-saude?page=1" target="_blank" rel="noreferrer noopener">m&eacute;dica da Alice</a> e especializada em medicina de fam&iacute;lia e comunidade, formada na Escola de Medicina da USP de Ribeir&atilde;o Preto (SP).</p>



<p>No entanto, na pr&aacute;tica, j&aacute; se sabe que muitas fases da vida reprodutiva da mulher trazem riscos. A gravidez na adolesc&ecirc;ncia, por exemplo, &eacute; desaconselhada. H&aacute; risco tanto para as m&atilde;es como para os rec&eacute;m-nascidos, e existem <a href="https://www.scielo.br/j/cadsc/a/drQRqXtKxwbYyV8gzFTwcQH/?lang=pt" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">evid&ecirc;ncias da repercuss&atilde;o negativa</a> nos &iacute;ndices de evas&atilde;o escolar, de menor chance de qualifica&ccedil;&atilde;o profissional e de depend&ecirc;ncia financeira da fam&iacute;lia.</p>



<p>Para as mulheres mais velhas, h&aacute; n&atilde;o s&oacute; a dificuldade em engravidar como tamb&eacute;m um maior risco de aborto espont&acirc;neo e de desenvolvimento de hipertens&atilde;o e diabetes gestacional, por exemplo, assim como malforma&ccedil;&otilde;es do feto, diz Pereira.</p>



<p>Isso acontece porque a mulher j&aacute; nasce com um reservat&oacute;rio pr&eacute;-definido de &oacute;vulos. Ao longo da vida, os melhores deles ser&atilde;o selecionados pelo corpo para que sejam liberados e eventualmente fecundados. No final da vida f&eacute;rtil, portanto, com o estoque j&aacute; acabando, a chance de ter &oacute;vulos vi&aacute;veis e de qualidade diminui.</p>



<p>&ldquo;Oriento que &eacute; poss&iacute;vel ter uma gesta&ccedil;&atilde;o em qualquer momento da vida f&eacute;rtil, mas precisamos conhecer os riscos para calibrar as expectativas e saber como cuidar em cada fase&rdquo;, explica Pereira.&nbsp;</p>



<p>O homem, por sua vez, produz espermatozoides ao longo da vida toda, mas alguns fatores tamb&eacute;m podem fazer com que a qualidade deles caia e surjam algumas altera&ccedil;&otilde;es gen&eacute;ticas na crian&ccedil;a, a exemplo de casos de nanismo.&nbsp;</p>



<p>Tais fatores s&atilde;o o avan&ccedil;ar da idade e o uso cr&ocirc;nico de medicamentos para hipertens&atilde;o ou problemas card&iacute;acos, al&eacute;m de h&aacute;bitos alimentares, tabagismo e consumo excessivo de &aacute;lcool, explica a ginecologista Adriana Gomes Luz, da Febrasgo.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Congelamento de &oacute;vulos e reprodu&ccedil;&atilde;o assistida</h3>



<p>A medicina moderna j&aacute; oferece recursos para adiar a gravidez, como o congelamento de &oacute;vulos, que deve ser feito com at&eacute; 30 e poucos anos, e a fertiliza&ccedil;&atilde;o in vitro (FIV), mas ambas as t&eacute;cnicas t&ecirc;m alto custo e podem ser desgastantes para a mulher.</p>



<p>&ldquo;Engravidar da forma natural &eacute; o ideal. Oriento minhas pacientes que, se elas t&ecirc;m o desejo e um parceiro, o ideal &eacute; aproveitar a juventude para engravidar naturalmente&rdquo;, diz Gomes Luz, que lembra ainda que o congelamento de &oacute;vulos n&atilde;o &eacute; uma garantia total para uma gesta&ccedil;&atilde;o vi&aacute;vel.</p>



<p>&ldquo;Apesar de haver t&eacute;cnicas muito avan&ccedil;adas, pode n&atilde;o dar certo. Al&eacute;m disso, toda fertiliza&ccedil;&atilde;o assistida pode acoplar riscos, a exemplo de uma gesta&ccedil;&atilde;o de g&ecirc;meos, que &eacute; uma gravidez de risco&rdquo;, conclui.</p>



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		<item>
		<title>Febre em crianças: quando é hora de se preocupar? Entenda</title>
		<link>https://alice.com.br/blog/sua-saude/febre-em-criancas-o-que-fazer/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Time Alice]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Jul 2022 17:01:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sua saúde]]></category>
		<category><![CDATA[bem-estar]]></category>
		<category><![CDATA[criança]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://blog.alice.com.br/?p=6005</guid>

					<description><![CDATA[<p>Aumento da temperatura é uma resposta do sistema imunológico a agentes externos; saiba quais circunstâncias demandam mais atenção.</p>
<p>O post <a href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/febre-em-criancas-o-que-fazer/">Febre em crianças: quando é hora de se preocupar? Entenda</a> apareceu primeiro em <a href="https://alice.com.br/blog">Blog da Alice</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<html><body><html><body><div class="cta cta--post--slim_withlogo">
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								</div></body></html><p>Quando o corpo da crian&ccedil;a come&ccedil;a a ficar mais quentinho, os pais j&aacute; desconfiam da temida febre.</p>



<p>Confirmada a temperatura elevada, surgem as d&uacute;vidas sobre a causa: &eacute; alguma doen&ccedil;a viral, um dente nascendo ou talvez uma infec&ccedil;&atilde;o?</p>



<p>Existe at&eacute; uma express&atilde;o para demonstrar a sensa&ccedil;&atilde;o de ansiedade e inseguran&ccedil;a gerada pelo sintoma: a <a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC5068249/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">febrefobia</a>, bastante notada nos consult&oacute;rios.&nbsp;</p>



<p>De acordo com a <a href="https://www.sbp.com.br/especiais/pediatria-para-familias/cuidados-com-a-saude/febre-cuidado-com-a-febrefobia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Sociedade Brasileira de Pediatria</a>, a febre &eacute; uma das queixas mais comuns nos atendimentos pedi&aacute;tricos. &Eacute; preponderante em cerca de 30% das consultas, aumenta para 65% em servi&ccedil;os de emerg&ecirc;ncia e est&aacute; presente em 75% dos atendimentos telef&ocirc;nicos ou por mensagem feitos pelos pediatras.</p>



<p>Embora demande observa&ccedil;&atilde;o dos cuidadores, a febre n&atilde;o deve ser temida de imediato, mas encarada como sinal de que o <a href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/imunidade-baixa-como-a-defesa-do-corpo-age/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">sistema imunol&oacute;gico</a> est&aacute; agindo para defender o organismo.&nbsp;</p>



<p>A febre representa uma mudan&ccedil;a no controle central de temperatura que fica no nosso c&eacute;rebro, provocada pela ativa&ccedil;&atilde;o das c&eacute;lulas de defesa quando &eacute; identificado algum agente invasor, como v&iacute;rus, bact&eacute;rias, fungos, entre outros.&nbsp;</p>



<p>&ldquo;O aumento da temperatura possibilita o recrutamento de mais c&eacute;lulas de defesa para o combate ao microrganismo identificado como uma amea&ccedil;a. A eleva&ccedil;&atilde;o da temperatura tamb&eacute;m dificulta a replica&ccedil;&atilde;o do agente externo, favorecendo o sistema de defesa&rdquo;, explica a m&eacute;dica pediatra <a href="https://alice.com.br/time-de-saude/amanda-monteiro" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Amanda Monteiro</a>, da Alice.&nbsp;</p>



<p>As crian&ccedil;as costumam apresentar febre com frequ&ecirc;ncia maior que os adultos por terem o sistema imunol&oacute;gico ainda imaturo e em forma&ccedil;&atilde;o.&nbsp;</p>



<p>&ldquo;Beb&ecirc;s e crian&ccedil;as possuem poucos anticorpos de mem&oacute;ria para lidar com os diversos microrganismos com os quais entram em contato pela primeira vez. Por isso, a febre tamb&eacute;m costuma ser um dos efeitos colaterais mais comuns das vacinas&rdquo;, diz a pediatra.</p>
<p>Esse &eacute; um receio comum, por exemplo, em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; <a class="ng-star-inserted" href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/vacina-criancas-covid/" target="_blank" rel="noopener">vacina de Covid-19 para crian&ccedil;as</a>, que &eacute; fundamental para a prote&ccedil;&atilde;o dos pequenos, mas pode gerar rea&ccedil;&otilde;es leves e passageiras como o aumento da temperatura.</p>



<p><strong>&gt;&gt;</strong> <a href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/coriza-criancas-como-aliviar-congestao-nasal/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Coriza em crian&ccedil;as: saiba como aliviar a congest&atilde;o nasal</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Aumento da temperatura corporal: a partir de quantos graus &eacute; febre?</h2>



<p>O valor de refer&ecirc;ncia para que o aumento de temperatura seja considerado febre &eacute; maior ou igual a 37,8 &deg;C, medido a partir de term&ocirc;metro axilar.</p>



<p>Al&eacute;m de acelerar a frequ&ecirc;ncia card&iacute;aca e respirat&oacute;ria, a eleva&ccedil;&atilde;o da temperatura corporal costuma deixar a crian&ccedil;a sem &acirc;nimo. Para diminuir o desconforto, o ideal &eacute; utilizar analg&eacute;sicos, com a&ccedil;&atilde;o antit&eacute;rmica, conforme o peso.&nbsp;</p>



<p>Segundo a pediatra Amanda Monteiro, apenas medidas comportamentais, como dar banho frio ou tirar roupas e cobertas, n&atilde;o reduzem a temperatura corporal e podem aumentar o inc&ocirc;modo da crian&ccedil;a.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>&ldquo;O principal objetivo &eacute; aliviar os sintomas, mais do que baixar a temperatura a qualquer custo. Os analg&eacute;sicos demoram de 40 a 60 minutos para come&ccedil;ar a agir. Ap&oacute;s a medica&ccedil;&atilde;o, pode ser dado um banho mais morno para, a&iacute; assim, trocar mais calor&rdquo;, orienta a m&eacute;dica.&nbsp;</p>



<p>Para repetir a dosagem, caso seja necess&aacute;rio, deve ser respeitado o intervalo de seis horas. Uma maneira de diminuir o risco de superdosagem &eacute; anotar o hor&aacute;rio e o medicamento usado.&nbsp;</p>



<p>&Eacute; importante que a crian&ccedil;a consiga se hidratar. Devem ser oferecidos &aacute;gua e outros l&iacute;quidos &agrave; vontade.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><figure class="wp-attachment-3380" ><img decoding="async" class="wp-image-3380" src="https://timedesaude.com.br/wp-content/uploads/2022/07/Febre-infantil-2.jpg" alt="Ilustra&ccedil;&atilde;o mostra sirene"></figure></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Sinais de alerta da febre&nbsp;</h2>



<p>A crian&ccedil;a deve ser levada imediatamente para avalia&ccedil;&atilde;o m&eacute;dica se:&nbsp;</p><html><body><div class="cta cta--post--slim_withlogo">
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<ul class="wp-block-list">
<li>apresentar febre prolongada por mais de tr&ecirc;s dias (72 horas);</li>



<li>estiver prostrada ou sonolenta mesmo sem febre;</li>



<li>apresentar manchas vermelhas ou roxas pelo corpo que n&atilde;o somem quando pressionadas com o dedo;</li>



<li>vomitar de forma recorrente, impossibilitando a medica&ccedil;&atilde;o por via oral;</li>



<li>estiver com falta de ar ou desconforto respirat&oacute;rio;</li>



<li>apresentar convuls&atilde;o ou confus&atilde;o mental;</li>



<li>apresentar sinais de desidrata&ccedil;&atilde;o, como choro sem l&aacute;grimas, boca seca ou diminui&ccedil;&atilde;o da urina.&nbsp;</li>
</ul>



<p><strong>&gt;&gt;</strong> <a href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/crianca-medo-de-medico/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Crian&ccedil;a com medo de m&eacute;dico ou de exames? Saiba o que fazer</a></p>



<h3 class="wp-block-heading">Mitos relacionados &agrave; febre infantil</h3>



<p>Muitas pessoas acreditam que a febre alta pode causar convuls&atilde;o na crian&ccedil;a. Esse efeito, por&eacute;m, n&atilde;o &eacute; considerado frequente.&nbsp;</p>



<p>&ldquo;A convuls&atilde;o febril n&atilde;o &eacute; uma condi&ccedil;&atilde;o associada &agrave; temperatura da febre, mas, sim, a uma heran&ccedil;a gen&eacute;tica. Crian&ccedil;as com menos de cinco anos e com essa caracter&iacute;stica ficam predispostas a apresentar convuls&atilde;o pelo aumento da temperatura corporal, independentemente do valor alcan&ccedil;ado&rdquo;, explica a m&eacute;dica Amanda Monteiro.</p>



<p>Segundo ela, a preval&ecirc;ncia de convuls&atilde;o associada &agrave; febre &eacute; considerada baixa &mdash; s&atilde;o registrados 6,4 casos para cada 1.000 crian&ccedil;as.</p>



<p>Outro mito &eacute; pensar que a febre precisa ser tratada com antibi&oacute;tico. Esses medicamentos servem para enfrentar bact&eacute;rias e s&oacute; devem ser usados quando for comprovado que s&atilde;o elas que est&atilde;o causando a resposta do organismo.&nbsp;</p>



<p>&ldquo;A febre &eacute; um sinal, e n&atilde;o uma doen&ccedil;a. &Eacute; preciso entender a origem do aumento da temperatura. A conduta de iniciar tratamento com antibi&oacute;tico se d&aacute; a partir da avalia&ccedil;&atilde;o e da decis&atilde;o m&eacute;dica&rdquo;, alerta a pediatra.</p>
<p>Manter a sa&uacute;de dos pequenos em dia envolve observar tanto sintomas agudos quanto mudan&ccedil;as no ritmo de crescimento. Saiba mais sobre o que caracteriza a <b><a class="ng-star-inserted" href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/puberdade-precoce-saiba-o-que-e-e-como-ajudar/" target="_blank" rel="noopener">puberdade precoce e saiba como agir</a></b> caso note sinais antecipados.</p>
<p>Se a febre persistir ou se voc&ecirc; tiver d&uacute;vidas sobre o estado geral do seu filho, saiba que contar com um time de pediatria dispon&iacute;vel faz toda a diferen&ccedil;a. Entenda como funciona o cuidado com a <a class="ng-star-inserted" href="https://alice.com.br/blog/plano-de-saude/crianca-alice/" target="_blank" rel="noopener">crian&ccedil;a na Alice</a>.</p>


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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Sedentarismo infantil: como estimular a criança a se movimentar?</title>
		<link>https://alice.com.br/blog/sua-saude/sedentarismo-infantil-como-estimular-criancas-movimentar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Time Alice]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 22 May 2022 18:16:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sua saúde]]></category>
		<category><![CDATA[atividade-fisica]]></category>
		<category><![CDATA[bem-estar]]></category>
		<category><![CDATA[criança]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://blog.alice.com.br/?p=6316</guid>

					<description><![CDATA[<p>Crianças têm energia de sobra! Atividade física desde cedo previne o sedentarismo, fortalece vínculos e garante saúde, diversão e autoestima em alta.</p>
<p>O post <a href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/sedentarismo-infantil-como-estimular-criancas-movimentar/">Sedentarismo infantil: como estimular a criança a se movimentar?</a> apareceu primeiro em <a href="https://alice.com.br/blog">Blog da Alice</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<html><body><p>Dizer que as crian&ccedil;as t&ecirc;m energia de sobra n&atilde;o &eacute; s&oacute; for&ccedil;a de express&atilde;o. &Eacute; fato!&nbsp;Na inf&acirc;ncia, os m&uacute;sculos s&atilde;o resistentes ao cansa&ccedil;o e se recuperam mais r&aacute;pido de atividades de alta intensidade.</p>



<p>Segundo um <a href="https://doi.org/10.3389/fphys.2018.00387" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">estudo sobre o tema</a>, os pequenos chegam a ter n&iacute;veis de energia maiores do que os de atletas adultos bem treinados.</p>



<p>Com todo esse potencial, &eacute; muito importante que a crian&ccedil;ada esteja sempre em movimento.&nbsp;Esportes, brincadeiras e outras a&ccedil;&otilde;es recreativas contribuem para o desenvolvimento integral da crian&ccedil;a e ajudam a prevenir a obesidade infantil.&nbsp;</p>



<p>Para espantar a pregui&ccedil;a e estimular a pr&aacute;tica de atividade f&iacute;sica desde cedo, pais e cuidadores podem usar algumas estrat&eacute;gias.&nbsp;&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que &eacute; sedentarismo infantil?</h2>



<p>O sedentarismo infantil &eacute; caracterizado pela aus&ecirc;ncia de exerc&iacute;cio f&iacute;sico regular e por longos per&iacute;odos de pouqu&iacute;ssimo movimento f&iacute;sico.&nbsp;</p>



<p>O <a href="https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/guia_atividade_fisica_populacao_brasileira.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Guia de Atividade F&iacute;sica para a Popula&ccedil;&atilde;o Brasileira</a> recomenda pelo menos tr&ecirc;s horas de atividades f&iacute;sicas di&aacute;rias para crian&ccedil;as de um a cinco anos. A partir dos seis anos, &eacute; indicada uma hora ou mais, o que pode ocorrer em per&iacute;odos fracionados.&nbsp;</p>



<p>As crian&ccedil;as consideradas sedent&aacute;rias n&atilde;o seguem esses par&acirc;metros e ficam muito tempo sentadas ou deitadas.&nbsp;</p>



<p>O comportamento passivo costuma ser associado ao uso de telas para navegar na internet, assistir v&iacute;deos ou se entreter com jogos eletr&ocirc;nicos.&nbsp;</p>



<p>Vale lembrar que, durante a pandemia, a <a href="https://jcsm.aasm.org/doi/10.5664/jcsm.8892" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">exposi&ccedil;&atilde;o &agrave;s telas digitais cresceu muito</a>, principalmente entre crian&ccedil;as e jovens. Os dispositivos eletr&ocirc;nicos passaram a ser usados para quase tudo, incluindo as aulas on-line.&nbsp;</p>



<p><a href="https://bmcpediatr.biomedcentral.com/articles/10.1186/s12887-019-1521-8" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Pesquisa</a> anterior ao surgimento do coronav&iacute;rus, por&eacute;m, mostrou que crian&ccedil;as com diferentes n&iacute;veis de movimento f&iacute;sico apresentavam tempo semelhante de uso desses aparelhos.&nbsp;</p>



<p>A conclus&atilde;o foi de que &ldquo;longos per&iacute;odos de sedentarismo em crian&ccedil;as n&atilde;o se devem apenas ao uso de telas digitais&rdquo;.</p>



<p><a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC5551109/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Um estudo realizado na Holanda</a> obteve pistas de outros fatores que levam os pequenos a ficarem muito tempo parados.&nbsp;</p>



<p>Quando perguntados por que permaneciam sentados durante uma determinada atividade, alguns alunos disseram que era &ldquo;o costume/a norma/eu tenho que..&rdquo; ou que era &ldquo;melhor assim&rdquo;.&nbsp;</p>



<p>Outras justificativas mencionadas com frequ&ecirc;ncia foram &ldquo;n&atilde;o tem ningu&eacute;m para brincar&rdquo;, &ldquo;n&atilde;o tem nada para fazer&rdquo; e &ldquo;quero relaxar/descansar&rdquo;.&nbsp;</p>



<p>A principal conclus&atilde;o foi de que o comportamento das crian&ccedil;as sofre muita influ&ecirc;ncia do ambiente em que est&atilde;o inseridas.</p>



<p>Tanto na escola quanto em casa &eacute; preciso haver est&iacute;mulos e tamb&eacute;m exemplos que inspirem uma postura mais ativa.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">H&aacute;bitos para incorporar na rotina da crian&ccedil;a</h2>



<p>Para que a crian&ccedil;a goste de praticar atividade f&iacute;sica e aproveite todas as oportunidades poss&iacute;veis de se movimentar, pais e cuidadores precisam incorporar h&aacute;bitos &agrave; rotina.&nbsp;</p>



<p>Segundo o preparador f&iacute;sico Rafael Briet, da comunidade de sa&uacute;de da <a href="https://alice.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Alice</a>, o aumento de atividades f&iacute;sicas entre as crian&ccedil;as ocorre com a promo&ccedil;&atilde;o de uma cultura corporal de movimento, que est&aacute; diretamente relacionada a jogos, brincadeiras, esportes, dan&ccedil;as, pr&aacute;ticas naturais, entre outras.&nbsp;</p>



<p>&ldquo;Essas atividades envolvem movimentos aer&oacute;bicos, como por exemplo corrida durante uma brincadeira de pega-pega, e de for&ccedil;a, como escalar uma &aacute;rvore ou arremessar uma bola. Ser&atilde;o ben&eacute;ficas para o desenvolvimento das capacidades f&iacute;sicas &ndash; velocidade, for&ccedil;a, flexibilidade, agilidade, etc &ndash; e habilidades motoras fundamentais&rdquo;, ensina.</p>



<p>Para que a crian&ccedil;a tenha em quem se espelhar, &eacute; fundamental que os pais adquiram <strong>consci&ecirc;ncia da relev&acirc;ncia da pr&aacute;tica de atividade f&iacute;sica para a sa&uacute;de</strong> e que <strong>deem o exemplo</strong>, fazendo exerc&iacute;cios ou esportes regularmente.&nbsp;</p>



<p><strong>Conversar continuamente</strong> com o filho ou filha sobre os benef&iacute;cios das atividades tamb&eacute;m &eacute; importante.&nbsp;</p>



<p>Mas n&atilde;o precisa ser uma prega&ccedil;&atilde;o ou aula de biologia! A ideia &eacute; que, ao falarem sobre o assunto, possam <strong>valorizar as habilidades que est&atilde;o sendo desenvolvidas</strong>, a divers&atilde;o do momento e outros aspectos que aumentem a autoestima da crian&ccedil;a.</p>



<p><strong>&gt;&gt;</strong> <a href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/como-falar-sobre-emocoes-com-as-criancas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Como falar sobre emo&ccedil;&otilde;es com as crian&ccedil;as? Dicas de pediatra</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Benef&iacute;cios da atividade f&iacute;sica para a sa&uacute;de das crian&ccedil;as</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li>Desenvolvimento de habilidades psicomotoras</li>



<li><a href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/dicas-para-dormir-melhor/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Melhora do sono</a></li>



<li>Desenvolvimento &oacute;sseo e muscular</li>



<li>Assimila&ccedil;&atilde;o de comportamentos saud&aacute;veis</li>



<li>Divers&atilde;o com amigos e fam&iacute;lia</li>



<li>Aumento de autoestima</li>



<li>Maior rendimento escolar</li>



<li>Preven&ccedil;&atilde;o do sedentarismo</li>



<li>Redu&ccedil;&atilde;o da obesidade infantil</li>
</ul>



<p>Ela provavelmente ficar&aacute; confiante se fizer um esporte para o qual tenha mais aptid&atilde;o. Por essa perspectiva, a dica &eacute; <strong>procurar uma modalidade que se adeque ao perfil da crian&ccedil;a</strong>.</p>



<p>Existem dezenas de op&ccedil;&otilde;es! S&oacute; nas olimp&iacute;adas s&atilde;o 46 esportes, incluindo modalidades aqu&aacute;ticas, com bola, em tatames, ao ar livre, entre outras.</p>



<p>E muitas <strong>atividades podem ser praticadas em fam&iacute;lia</strong>. Que tal levar o seu pequeno para pedalar no parque como parceiro no ciclismo? Ou ent&atilde;o comprar raquetes e peteca para formarem uma dupla de badminton?</p>



<p>Outra estrat&eacute;gia para envolver as crian&ccedil;as nos esportes &eacute; <strong>buscar alternativas na comunidade</strong>. Os moradores do condom&iacute;nio querem contratar um professor de jud&ocirc;? Por que n&atilde;o se juntar ao grupo?&nbsp;</p>



<p>Alguns amigos do seu filho est&atilde;o empolgados com as aulas de capoeira extraclasse oferecidas na escola? Ent&atilde;o que tal propor &agrave; crian&ccedil;a fazer uma sess&atilde;o experimental e ainda se divertir com a galerinha?&nbsp;</p>



<p>Vale pensar tamb&eacute;m em participar de<strong> a&ccedil;&otilde;es recreativas oferecidas em espa&ccedil;os de lazer.</strong> Parques, clubes e shoppings frequentemente disponibilizam brinquedos infl&aacute;veis gigantes, piscinas de bolinhas e camas el&aacute;sticas.&nbsp;</p>



<p>Transforme o passeio at&eacute; esses lugares em oportunidade para que a garotada possa se mexer e se divertir!</p>



<p><strong>Se for comprar brinquedos, prefira os que estimulam movimentos.</strong> &ldquo;Para crian&ccedil;as a partir de 3 anos, pode ser bicicleta, patins, patinete ou skate. Para as crian&ccedil;as e adolescentes que gostam de tecnologia, existem jogos de videogame e celular que promovem o movimento e s&atilde;o ben&eacute;ficos para a manuten&ccedil;&atilde;o da atividade f&iacute;sica&rdquo;, destaca o preparador f&iacute;sico Rafael Briet.&nbsp;&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://uploads-ssl.webflow.com/600043ae09b8181b1c1438af/6262ab37beb77c1d5244528d_ALICE_Portal_crianca-atividade_corpo.jpg" alt=""></figure>



<h3 class="wp-block-heading">Exercite a criatividade no dia a dia&nbsp;</h3>



<p>Na inf&acirc;ncia, as crian&ccedil;as adoram ficar perto dos pais para receber aten&ccedil;&atilde;o e carinho. Quanto mais tempo juntos, mais v&iacute;nculos e mem&oacute;rias afetivas s&atilde;o criados.&nbsp;</p>



<p>Algumas dessas lembran&ccedil;as podem ser de momentos de intera&ccedil;&atilde;o. A dica para os adultos &eacute; participar das brincadeiras, sempre que poss&iacute;vel. D&aacute; at&eacute; para misturar <strong>movimento f&iacute;sico com arte</strong>.</p>



<p>Com pratos descart&aacute;veis e rolos grandes de papel&atilde;o, por exemplo, &eacute; poss&iacute;vel construir raquetes para &ldquo;jogar frescobol&rdquo; com bal&otilde;es de ar. Assim, <strong>os esportes podem ser imitados em</strong> <strong>jogos l&uacute;dicos</strong>.</p>



<p>Outra ideia &eacute; encher os bal&otilde;es com &aacute;gua para brincar de p&oacute;lo aqu&aacute;tico na piscina ou simular arremesso de peso para ver quem consegue jogar as bexigas mais longe na grama, sem estourar.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Inspirados em treinamentos funcionais, os pais podem criar uma esp&eacute;cie de &ldquo;corrida maluca&rdquo;. O circuito poderia incluir colocar num cesto sapatos espalhados pelo ch&atilde;o, dar tr&ecirc;s cambalhotas no tapete at&eacute; chegar ao sof&aacute;, pular sobre almofadas at&eacute; o canto da sala, pegar uma bola e derrubar uma fileira de brinquedos.</p>



<p><strong>&Eacute; s&oacute; usar a imagina&ccedil;&atilde;o! </strong>Isso vale tamb&eacute;m para incluir mais movimento no dia a dia da crian&ccedil;a! Voc&ecirc; acha que o seu filho precisa ganhar for&ccedil;a? Chame-o para ajudar a carregar as compras ou retirar o lixo (sem exageros, claro).&nbsp;</p>



<p>Sua filha est&aacute; acima do peso? Que tal vasculhar uns v&iacute;deos na internet que ensinem coreografias dos grupos que ela gosta e colocar a fam&iacute;lia toda para dan&ccedil;ar? A atividade vai ajudar a perder calorias e render boas risadas.&nbsp;</p>



<p>Outra estrat&eacute;gia &eacute; <strong>criar desafios com recompensas</strong>. Voc&ecirc;s podem estabelecer metas para cada integrante da fam&iacute;lia, incluindo: subir at&eacute; o apartamento de escada pelo menos uma vez por dia, n&atilde;o usar o celular durante as refei&ccedil;&otilde;es, ficar longe das telas em determinado hor&aacute;rio, rod&iacute;zio para descer com o cachorro e caminhar pelas redondezas.&nbsp;</p>



<p>Se todos cumprirem o combinado, o pr&ecirc;mio para o grupo pode ser um passeio cultural ou uma viagem de fim de semana. S&atilde;o in&uacute;meras as possibilidades de objetivos e de recompensas!</p>



<p>Mas os principais ganhos para a crian&ccedil;a ser&atilde;o maior conscientiza&ccedil;&atilde;o sobre o corpo, amplia&ccedil;&atilde;o do sentimento de pertencimento &agrave; fam&iacute;lia e, claro, mais sa&uacute;de!</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como estimular as crian&ccedil;as a praticarem atividade f&iacute;sica? 10 dicas</h2>



<ol class="wp-block-list">
<li>D&ecirc; o exemplo e fa&ccedil;a exerc&iacute;cios f&iacute;sicos com regularidade</li>



<li>Converse com a crian&ccedil;a sobre os benef&iacute;cios das atividades para a sa&uacute;de</li>



<li>Procure uma modalidade que se adeque ao perfil da crian&ccedil;a</li>



<li>Considere praticar atividades f&iacute;sicas em fam&iacute;lia ou na comunidade</li>



<li>Leve a crian&ccedil;a para participar de a&ccedil;&otilde;es recreativas em espa&ccedil;os de lazer</li>



<li>Ao comprar brinquedos, d&ecirc; prefer&ecirc;ncia aos que estimulam o movimento</li>



<li>Crie brincadeiras que imitem esportes</li>



<li>Inclua mais passos e mais esfor&ccedil;o em situa&ccedil;&otilde;es da rotina di&aacute;ria</li>



<li>Lance desafios, com recompensas para toda a fam&iacute;lia</li>



<li>Combine per&iacute;odos para que todos da casa fiquem longe das telas</li>
</ol>



<p><strong>Leia tamb&eacute;m</strong>: <a href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/crianca-medo-de-medico/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Crian&ccedil;a com medo de m&eacute;dico ou de exames? Saiba o que fazer</a></p>



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		<item>
		<title>Coriza em crianças: saiba como aliviar a congestão nasal</title>
		<link>https://alice.com.br/blog/sua-saude/coriza-criancas-como-aliviar-congestao-nasal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Time Alice]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 May 2022 17:48:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sua saúde]]></category>
		<category><![CDATA[bem-estar]]></category>
		<category><![CDATA[criança]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://blog.alice.com.br/?p=5875</guid>

					<description><![CDATA[<p>Nariz entupido ou escorrendo pode ser o primeiro sinal de quadros gripais ou alérgicos. Veja como aliviar os sintomas de coriza em crianças.</p>
<p>O post <a href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/coriza-criancas-como-aliviar-congestao-nasal/">Coriza em crianças: saiba como aliviar a congestão nasal</a> apareceu primeiro em <a href="https://alice.com.br/blog">Blog da Alice</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<html><body><html><body><div class="cta cta--post--slim_withlogo">
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									<span class="title">Conhe&ccedil;a a Alice</span><span class="icon icon--arrow_right"></span></a>
								</div></body></html><p>Uma maneira did&aacute;tica de entender as v&aacute;rias fun&ccedil;&otilde;es do nariz &eacute; compar&aacute;-lo com objetos e equipamentos do dia a dia.&nbsp;</p>



<p>O nariz age como um filtro natural, impedindo que algumas part&iacute;culas entrem no organismo. Tamb&eacute;m funciona como umidificador e aquecedor para que o ar inalado n&atilde;o chegue seco nem frio ao pulm&atilde;o.&nbsp;</p>



<p>Esse &oacute;rg&atilde;o atua ainda como um sensor, capaz de emitir sinais sobre a nossa sa&uacute;de. Nesta &eacute;poca do ano, em que a umidade do ar e as temperaturas caem, a mensagem de que tem algo novo agindo no corpo vem, muitas vezes, na forma de coriza.&nbsp;</p>
<p>Sintomas respirat&oacute;rios leves s&atilde;o comuns, mas &eacute; preciso estar atento a quadros que podem evoluir. Manter o calend&aacute;rio vacinal em dia &eacute; essencial, inclusive compreendendo a efic&aacute;cia de imunizantes como a <b><a class="ng-star-inserted" href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/covid-19-como-funciona-a-vacina-da-astrazeneca/" target="_blank" rel="noopener">vacina da AstraZeneca</a></b> na preven&ccedil;&atilde;o de complica&ccedil;&otilde;es</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que a coriza em crian&ccedil;as e o nariz entupido podem indicar?&nbsp;</h2>



<p>&ldquo;O nariz escorrendo, que chamamos de coriza, pode ser o come&ccedil;o de v&aacute;rias infec&ccedil;&otilde;es virais, como resfriado, gripe ou bronquiolite. Ent&atilde;o &eacute; muito importante observar os sintomas associados&rdquo;, destaca a m&eacute;dica pediatra Ana Carolina Picci, da <a href="https://alice.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Alice</a>.&nbsp;&nbsp;</p>
<p>A congest&atilde;o nasal em crian&ccedil;as exige cuidado redobrado, especialmente para evitar a automedica&ccedil;&atilde;o e o uso cont&iacute;nuo de <a href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/descongestionante-nasal-vicia/">descongestionante nasal, que pode viciar.</a></p>
<p>Se os sintomas persistirem, vale conferir as diretrizes sobre <b><a class="ng-star-inserted" href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/como-tratar-rinite-alergica-remedios/" target="_blank" rel="noopener">medicamentos e tratamentos para rinite al&eacute;rgica</a></b> para entender as op&ccedil;&otilde;es dispon&iacute;veis.</p>



<p>A coriza tamb&eacute;m pode aparecer como rea&ccedil;&atilde;o &agrave;s mudan&ccedil;as no tempo. &ldquo;Na d&uacute;vida se &eacute; algum tipo de alergia ou quadro gripal, vale a avalia&ccedil;&atilde;o m&eacute;dica. Na Alice temos o Alice Agora para orienta&ccedil;&atilde;o imediata. A partir do <a href="https://www.aborlccf.org.br/imageBank/guidelines_completo_07.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Protocolo de Ivas</a> [infec&ccedil;&otilde;es das vias a&eacute;reas superiores], temos todos os sinais de alarme&rdquo;, acrescenta a m&eacute;dica.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading">A coriza pode ser o primeiro sinal de quadros gripais ou al&eacute;rgicos</h3>



<p>Em quadros gripais, a coriza costuma vir acompanhada de febre, tosse, dor de garganta e dor de cabe&ccedil;a.&nbsp;</p>



<p>A bronquiolite, que pode ser causada por diversos agentes (v&iacute;rus sincicial respirat&oacute;rio, rinov&iacute;rus, adenov&iacute;rus), acomete principalmente as crian&ccedil;as menores de dois anos.&nbsp;</p><html><body><div class="cta cta--post--slim_withlogo">
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									<span class="title">Conhe&ccedil;a o plano empresarial da Alice</span><span class="icon icon--arrow_right"></span></a>
								</div></body></html>



<p>Ela come&ccedil;a como um resfriado comum, com sintomas como coriza e obstru&ccedil;&atilde;o nasal, tosse e febre. Por&eacute;m, entre o terceiro e o quinto dia, pode evoluir para chiado no peito e desconforto respirat&oacute;rio, que pode ser notado pela fam&iacute;lia quando a respira&ccedil;&atilde;o est&aacute; mais r&aacute;pida e superficial e quando h&aacute; dificuldade de mamar (engasgos na mamada).&nbsp;</p>



<p>&ldquo;Tamb&eacute;m &eacute; poss&iacute;vel notar marca&ccedil;&atilde;o das costelas por uso de musculatura acess&oacute;ria do t&oacute;rax, movimento de cabe&ccedil;a ou at&eacute; batimento nasal [maior dilata&ccedil;&atilde;o das narinas na respira&ccedil;&atilde;o] e gem&ecirc;ncia. Se a crian&ccedil;a apresentar esses sinais de desconforto respirat&oacute;rio, ela precisa ser avaliada imediatamente pelo m&eacute;dico&rdquo;, alerta a pediatra Amanda Monteiro, tamb&eacute;m da Alice.&nbsp;</p>



<p><strong>&gt;&gt; </strong><a href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/como-lidar-com-sintomas-do-tempo-seco/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Baixa umidade do ar: Veja como lidar com o tempo seco e seus efeitos</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Como aliviar a congest&atilde;o nasal?</h2>



<p>A melhor forma de aliviar a congest&atilde;o nasal &eacute; hidratar as vias a&eacute;reas.</p>
<p>Para isso, &eacute; recomendado ingerir muito l&iacute;quido e fazer a lavagem nasal, que consiste em limpar as narinas com seringa e soro (0,9%) em temperatura ambiente.&nbsp;</p>



<p>Para adultos, a cada lavagem devem ser usados de 10 ml a 20 ml de soro. Para desentupir o nariz do beb&ecirc; ou de crian&ccedil;as pequenas, a quantidade varia entre 1 ml&nbsp; e 5 ml, n&atilde;o havendo um padr&atilde;o cient&iacute;fico &uacute;nico por faixa et&aacute;ria.&nbsp;</p>



<p>Para rec&eacute;m-nascidos, podem ser usados conta-gotas com at&eacute; 1 ml. Em crian&ccedil;as com at&eacute; um ano, a seringa deve ser preenchida com at&eacute; 5 ml do soro. Essa quantidade pode chegar a 10 ml para os pequenos de at&eacute; seis anos.&nbsp; A partir dessa idade, a quantidade pode ser maior (at&eacute; 20 ml, quando muito encatarrados).</p>



<p>Segurando a seringa com os dedos indicador e m&eacute;dio, o &ecirc;mbolo deve ser pressionado pelo ded&atilde;o para que o l&iacute;quido seja injetado em uma das narinas para sair pela outra.&nbsp;</p>



<p>&ldquo;Se voc&ecirc; vai colocar o soro na narina direita, o objetivo &eacute; que saia pela esquerda. Ent&atilde;o voc&ecirc; pode rotacionar levemente a cabe&ccedil;a para a direita para facilitar essa passagem do soro.O ideal &eacute; que a press&atilde;o n&atilde;o seja nem muito r&aacute;pida nem muito devagar, mas que seja o suficiente para o soro entrar por uma narina e sair pela outra&rdquo;, ensina a enfermeira Camila Kawagoe em v&iacute;deo produzido pela Alice:</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-rich is-provider-incorporar-manipulador wp-block-embed-incorporar-manipulador wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio">
<div class="wp-block-embed__wrapper">https://www.youtube.com/embed/6R84jofE7pI</div>
</figure>



<p>A lavagem nasal pode ser feita diariamente como medida de higiene. Em caso de coriza, secre&ccedil;&atilde;o ou quadros al&eacute;rgicos, pode ser realizada de duas a quatro vezes ao dia ou quando sentir necessidade, principalmente antes das refei&ccedil;&otilde;es.&nbsp;</p>



<p>&ldquo;Em casos de <a href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/rinite-alergica-quais-sao-suas-causas-e-como-trata-la/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">rinite ou sinusite</a>, &eacute; muito importante para conseguir tirar essa secre&ccedil;&atilde;o com lavagem nasal e prevenir a piora da infec&ccedil;&atilde;o&rdquo;, destaca a enfermeira, acrescentando que n&atilde;o h&aacute; problema em engolir um pouco do soro.&nbsp;</p>



<p>Se o tempo estiver muito seco, a inala&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m pode ajudar a hidratar as vias &aacute;reas e a amenizar a coriza.</p>



<p>Para prevenir doen&ccedil;as respirat&oacute;rias, a pediatra Ana Carolina Picci destaca ainda a import&acirc;ncia da vacina&ccedil;&atilde;o.&nbsp;</p>



<p>&ldquo;Existe a expectativa de que a crian&ccedil;a tenha de 8 a 12 epis&oacute;dios virais no ano. Por isso, temos que prevenir o que &eacute; poss&iacute;vel. Vale lembrar que a vacina de gripe est&aacute; dispon&iacute;vel a partir dos seis meses de idade. Apesar de serem quadros virais, as complica&ccedil;&otilde;es podem ser bacterianas. Ent&atilde;o, &eacute; muito importante que a carteira de vacina&ccedil;&atilde;o da crian&ccedil;a esteja em dia&rdquo;, finaliza.</p>
<p>D&uacute;vidas sobre sintomas respirat&oacute;rios s&atilde;o comuns, especialmente em &eacute;pocas de mudan&ccedil;a de clima. Por isso, ter um canal direto com profissionais de sa&uacute;de facilita o dia a dia. Conhe&ccedil;a a <a class="ng-star-inserted" href="https://alice.com.br/blog/plano-de-saude/crianca-alice/" target="_blank" rel="noopener">Alice para crian&ccedil;as</a>.</p>



<p><strong>&gt;&gt;</strong> <a href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/mao-pe-boca-sintomas-doenca-como-prevenir/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">M&atilde;o-p&eacute;-boca: quais s&atilde;o os sintomas e como prevenir?</a></p>



<html><body><h2>Alice tem o plano de sa&uacute;de certo para a sua empresa!</h2>
<p>Alice &eacute; uma empresa de tecnologia que oferece planos de sa&uacute;de empresarial e tem a miss&atilde;o de tornar o mundo mais saud&aacute;vel. Nossa plataforma de cuidado cont&iacute;nuo garante que os nossos membros recebam o cuidado certo, na hora certa e no lugar certo, proporcionando uma experi&ecirc;ncia excepcional para eles.</p>
<p>Nossos planos t&ecirc;m cobertura nacional completa, assim como o atendimento e a experi&ecirc;ncia &uacute;nica do Alice Agora, parceiro de sa&uacute;de confi&aacute;vel para todas as horas, direto no app. Fale com o Time de Sa&uacute;de 24/7, receba resposta em at&eacute; 60 segundos e, se precisar, j&aacute; fa&ccedil;a uma consulta virtual com nossa equipe m&eacute;dica.</p>
<p>Alice tamb&eacute;m tem suporte completo ao seu RH, com dados estrat&eacute;gicos para sua gest&atilde;o &ndash; desde reports de sa&uacute;de populacional at&eacute; de custo de cuidado &ndash;, onboarding exclusivo e account manager dedicado.</p>
<p>Veja como Alice cuida do seu time e do seu or&ccedil;amento.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Entenda como é a jornada da criança na Alice</title>
		<link>https://alice.com.br/blog/plano-de-saude/crianca-alice/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Time Alice]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Apr 2022 16:06:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Plano de Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[criança]]></category>
		<category><![CDATA[gestora de saúde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://blog.alice.com.br/?p=1411</guid>

					<description><![CDATA[<p>Além de falar sobre a saúde atual da criança, a Alice se preocupa em planejar um futuro saudável para ela.</p>
<p>O post <a href="https://alice.com.br/blog/plano-de-saude/crianca-alice/">Entenda como é a jornada da criança na Alice</a> apareceu primeiro em <a href="https://alice.com.br/blog">Blog da Alice</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<html><body><p>Cuidar da sa&uacute;de das crian&ccedil;as &eacute; o melhor caminho para alcan&ccedil;armos nossa miss&atilde;o de tornar o mundo cada vez mais saud&aacute;vel. Por isso, cada crian&ccedil;a e adolescente que faz parte da Alice tem um Time de Sa&uacute;de para acompanh&aacute;-los bem de perto.</p>



<p>Estamos falando de um time com pediatras e enfermeiras(os) que acompanham as crian&ccedil;as membras at&eacute; os 12 anos. Depois disso, o cuidado passa a ser feito por um(uma) m&eacute;dico(a) de fam&iacute;lia que estar&aacute; bem perto durante esse momento de transi&ccedil;&atilde;o para a vida adulta &mdash; quando &eacute; necess&aacute;ria uma aten&ccedil;&atilde;o maior sobre alimenta&ccedil;&atilde;o, atividade f&iacute;sica ou sa&uacute;de mental.&nbsp;</p>



<p>Segue a leitura que a gente conta como com &eacute; a jornada da crian&ccedil;a na Alice.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Sa&uacute;de da crian&ccedil;a: um olhar para a vida toda</h2>



<p>A jornada da crian&ccedil;a come&ccedil;a com uma conversa sobre a sa&uacute;de da crian&ccedil;a de uma forma geral junto com a fam&iacute;lia ou respons&aacute;vel.&nbsp;</p>



<p>Mais do que falar do momento atual da sa&uacute;de da crian&ccedil;a, o objetivo &eacute;, tamb&eacute;m, pensar no futuro. Para isso, &eacute; feito um Plano de A&ccedil;&atilde;o pensando na jornada da crian&ccedil;a a curto, m&eacute;dio e longo prazo tendo como base nossos 5 pilares.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Atividade f&iacute;sica: </strong>desde brincar com o beb&ecirc; at&eacute; escolher um esporte para sua crian&ccedil;a.</li>
<li><strong>Alimenta&ccedil;&atilde;o: </strong>da introdu&ccedil;&atilde;o alimentar at&eacute; card&aacute;pios para uma crian&ccedil;a cada vez mais ativa,&nbsp;</li>
<li><strong>Humor:</strong> trabalhando de perto para o desenvolvimento da sa&uacute;de mental de cada crian&ccedil;a e adolescente, respeitando cada fase.</li>
<li><strong>Sono: </strong>organizando rotinas e prevendo novas fases para se adaptar melhor.&nbsp;</li>
<li><strong>Cuidados de sa&uacute;de: </strong>da preven&ccedil;&atilde;o aos cuidados certos para cada imprevisto.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Preven&ccedil;&atilde;o desde cedo</h2>



<p>Plano de a&ccedil;&atilde;o feito, &eacute; hora de pensar na rotina de consultas, considerando sempre as especificidades de cada idade, suas condi&ccedil;&otilde;es de sa&uacute;de e, claro, tendo como base estudos e evid&ecirc;ncias cient&iacute;ficas que nos permitem prever alguns eventos importantes na vida e na sa&uacute;de da crian&ccedil;a.&nbsp;</p>



<p>Tudo isso come&ccedil;a quando o Time de Sa&uacute;de analisa os exames feitos na maternidade, assim como aqueles realizados no &uacute;ltimo ano. Tamb&eacute;m &eacute; feito um exame f&iacute;sico por um(a) profissional de pediatria que gera um hist&oacute;rico completo da sa&uacute;de de cada crian&ccedil;a.&nbsp;</p>



<p>Lembrando que todo este acompanhamento fica registrado no app Alice, incluindo futuros exames e agendamentos, sejam eles presenciais ou digitais.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Um Time de Sa&uacute;de dispon&iacute;vel todos os dias e a qualquer hora</h2>



<p>Sabemos que d&uacute;vidas e questionamentos s&atilde;o abundantes nesse comecinho. A boa not&iacute;cia &eacute; que aqui na Alice ningu&eacute;m fica sem respostas.&nbsp;</p>



<p>Isso porque pelo app a fam&iacute;lia ou pessoa respons&aacute;vel tem acesso ao m&eacute;dico(a) e enfermeiro(a) para esclarecer todas as quest&otilde;es que aparecerem no meio do caminho {e elas sempre aparecem}.</p>



<p>&Eacute; urgente? Basta acionar o <a href="https://alice.com.br/blog/gestora-de-saude/alice-agora-atendimento-online/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Alice Agora</a> pelo app, que nosso Time de Sa&uacute;de ir&aacute; te atender em segundos, todos os dias, 24 horas por dia.</p>



<p>Precisa de um exame mais preciso? Temos &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o o Tytocare, um equipamento que permite alguns exames a dist&acirc;ncia (como ouvido, cora&ccedil;&atilde;o e garganta). &Eacute; muito eficaz para o cuidado da sa&uacute;de de crian&ccedil;as com mais de 3 anos em situa&ccedil;&otilde;es que n&atilde;o exigem a ida ao pronto-socorro.&nbsp;</p>



<p>Ah, e claro, para condi&ccedil;&otilde;es de sa&uacute;de que precisam de cuidados espec&iacute;ficos, contamos com especialistas incr&iacute;veis da nossa Comunidade de Sa&uacute;de.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><figure class="wp-attachment-1424" ><img fetchpriority="high" decoding="async" width="700" height="372" class="wp-image-1424" src="https://alice.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/04/time_de_saude_CTA_PORTAL.jpg" alt="mulher sentada mexendo no celular" srcset="https://alice.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/04/time_de_saude_CTA_PORTAL.jpg 700w, https://alice.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/04/time_de_saude_CTA_PORTAL-300x159.jpg 300w, https://alice.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/04/time_de_saude_CTA_PORTAL-100x53.jpg 100w, https://alice.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/04/time_de_saude_CTA_PORTAL-150x80.jpg 150w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px"></figure></figure>



<p>Sabemos que crescer pode ser uma aventura, tanto para a crian&ccedil;a como para quem acompanha cada passo dessa jornada. Mas, com o cuidado certo, dia a dia, &eacute; poss&iacute;vel deixar a vida mais leve e divertida.&nbsp;</p>



<p>Por isso, aqui na Alice estamos sempre por perto, construindo hoje uma gera&ccedil;&atilde;o cada vez mais ativa e saud&aacute;vel {como deve ser}.</p>
<html><body><div class="cta cta--post--slim_withlogo">
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									<span class="title">Conhe&ccedil;a a Alice</span><span class="icon icon--arrow_right"></span></a>
								</div></body></html></body></html>
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			</item>
		<item>
		<title>Como falar sobre emoções com as crianças? Dicas de pediatra</title>
		<link>https://alice.com.br/blog/sua-saude/como-falar-sobre-emocoes-com-as-criancas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Time Alice]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Mar 2022 15:23:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sua saúde]]></category>
		<category><![CDATA[bem-estar]]></category>
		<category><![CDATA[criança]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://blog.alice.com.br/?p=6254</guid>

					<description><![CDATA[<p>Crianças aprendem emoções pelo exemplo dos adultos. Nomear sentimentos, dialogar e até usar mindfulness ajudam no desenvolvimento emocional desde cedo.</p>
<p>O post <a href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/como-falar-sobre-emocoes-com-as-criancas/">Como falar sobre emoções com as crianças? Dicas de pediatra</a> apareceu primeiro em <a href="https://alice.com.br/blog">Blog da Alice</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<html><body><p>&ldquo;Voc&ecirc; j&aacute; parou para pensar que tudo que voc&ecirc; sabe voc&ecirc; aprendeu com algu&eacute;m?&rdquo;.&nbsp;</p>



<p>A provoca&ccedil;&atilde;o feita por Isadora Kuhn, <a href="https://alice.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">pediatra na Alice</a>, &eacute; o gatilho para pensarmos no nosso papel ao educar crian&ccedil;as. Pais e cuidadores s&atilde;o a refer&ecirc;ncia dos pequenos na forma de se alimentar, se vestir e at&eacute; na forma de se expressar, de forma quase que autom&aacute;tica no dia a dia.&nbsp;</p>



<p>&ldquo;Quer queiramos ou n&atilde;o estamos sempre ensinando algo &agrave;s crian&ccedil;as. Se n&atilde;o o fazemos conscientemente, com inten&ccedil;&atilde;o, fazemos de forma inconsciente, porque elas aprender&atilde;o pelo nosso exemplo, pela forma como n&oacute;s lidamos com determinada situa&ccedil;&atilde;o&rdquo;, explica Kunh.&nbsp;</p>



<p>Mas e quando falamos das nossas emo&ccedil;&otilde;es ou as expressamos?&nbsp;</p>



<p>Saber nomear o que estamos sentindo nem sempre &eacute; tarefa f&aacute;cil para n&oacute;s &ndash;imagine ent&atilde;o para as crian&ccedil;as! E, de novo, elas aprendem direta ou indiretamente com os adultos tanto o vocabul&aacute;rio emocional quanto o reconhecimento dos nossos sentimentos.</p>



<p>Conversamos com a pediatra sobre a import&acirc;ncia de estabelecer um di&aacute;logo sobre o que sentimos, ajudando a crian&ccedil;a a entender e reconhecer as suas emo&ccedil;&otilde;es.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Por que &eacute; importante falar sobre emo&ccedil;&otilde;es com as crian&ccedil;as?</h2>



<p><strong>Isadora Kuhn, pediatra:</strong> As crian&ccedil;as sentem, assim como os adultos, e criam hip&oacute;teses para compreender o que est&atilde;o sentindo. Talvez elas n&atilde;o saibam nomear, mas certamente s&atilde;o capazes de identificar os sinais e perceber como suas a&ccedil;&otilde;es repercutem no outro.</p>



<p>Literacia emocional [a nossa capacidade de compreender as emo&ccedil;&otilde;es] deveria ser mat&eacute;ria b&aacute;sica em todas as escolas. Sentir-se tomado por um sentimento e n&atilde;o saber lidar com ele &eacute; absolutamente assustador. Precisamos falar sobre raiva, medo, tristeza, inveja, tanto quanto falamos sobre emo&ccedil;&otilde;es rotuladas como positivas.&nbsp;</p>



<p>Ajudar a crian&ccedil;a a entender o que ela est&aacute; sentindo &eacute; o primeiro passo para que ela possa trilhar um caminho para lidar com essa emo&ccedil;&atilde;o.&nbsp;</p>



<p>Em ingl&ecirc;s se diz &ldquo;name it to tame it&rdquo;. Em tradu&ccedil;&atilde;o livre, nomear para domar.&nbsp;</p>



<p>Quando a crian&ccedil;a desenvolve a habilidade de perceber o que est&aacute; sentindo, consegue se afastar mais facilmente da emo&ccedil;&atilde;o. Percebe que &eacute; algo que est&aacute; acontecendo com ela, mas que n&atilde;o a define.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading">Quando falamos de emo&ccedil;&otilde;es, &eacute; comum rotular os sentimentos como positivos ou negativos. Quais s&atilde;o as diferen&ccedil;as na abordagem entre entre eles para o desenvolvimento infantil?</h3>



<p>Essa diferen&ccedil;a entre sentimentos positivos e negativos existe e n&atilde;o existe. Explico: em teoria, n&atilde;o deveria haver diferen&ccedil;as, a gente sente o que sente, isso &eacute; um fato, e n&atilde;o falar sobre o assunto n&atilde;o impede que as emo&ccedil;&otilde;es venham at&eacute; n&oacute;s, sejam elas consideradas positivas ou negativas.&nbsp;</p>



<p>A chave aqui &eacute; lembrar que emo&ccedil;&otilde;es n&atilde;o devem ser rotuladas como boas e ruins, mas entendidas como sinalizadoras de como voc&ecirc; est&aacute; encarando determinada situa&ccedil;&atilde;o.</p>



<p>Entretanto, as emo&ccedil;&otilde;es consideradas negativas levam essa fama porque geralmente desencadeiam a&ccedil;&otilde;es tamb&eacute;m negativas.&nbsp;</p>



<p>E essa &eacute; a diferen&ccedil;a: enquanto as emo&ccedil;&otilde;es consideradas positivas s&atilde;o frequentemente mencionadas e celebradas, as negativas s&atilde;o repreendidas e tratadas como sentimentos dos quais devemos nos envergonhar.&nbsp;</p>



<p>Com as crian&ccedil;as &eacute; ainda pior. Com a fama de &ldquo;seres puros&rdquo;, torna-se impens&aacute;vel que eles sintam raiva, por exemplo. Mas eles sentem e precisam que isso seja nomeado e validado.&nbsp;</p>



<p>A partir da&iacute;, ajudando a crian&ccedil;a a identificar o que ela est&aacute; sentindo, podemos trabalhar estrat&eacute;gias para que esse sentimento n&atilde;o implique em uma a&ccedil;&atilde;o que a prejudique ou outras pessoas.&nbsp;</p>



<p><strong>&gt;&gt;</strong> <a href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/crianca-medo-de-medico/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Crian&ccedil;a com medo de m&eacute;dico ou de exames? Saiba o que fazer</a></p>



<h3 class="wp-block-heading">Como podemos orientar pais e cuidadores que possam ter percebido algum tipo de regress&atilde;o, ainda que transit&oacute;ria, nos desenvolvimento infantil durante o per&iacute;odo de priva&ccedil;&atilde;o vivido na pandemia?</h3>



<p>Desenvolvimento infantil &eacute; um assunto s&eacute;rio e urgente.</p>



<p>Existe uma janela de oportunidade para o tratamento e acompanhamento de quest&otilde;es neste &acirc;mbito devido &agrave; grande capacidade do c&eacute;rebro em se adaptar durante a inf&acirc;ncia.&nbsp;</p>



<p>Com o passar dos anos, essa janela n&atilde;o se fecha, mas sua abertura vai se tornando cada vez menor, por isso &eacute; importante intervir o quanto antes.&nbsp;</p>



<p>Al&eacute;m disso, tudo que constru&iacute;mos nos primeiros anos de vida de uma crian&ccedil;a servir&aacute; de base para tudo que vem depois, ent&atilde;o essa base precisa ser s&oacute;lida.</p>



<p>Dito isso, acredito que todo cuidador que tenha percebido que o per&iacute;odo da pandemia e tudo o que vivemos nos &uacute;ltimos meses afetaram de alguma forma uma crian&ccedil;a sob sua responsabilidade deve buscar aux&iacute;lio o mais breve poss&iacute;vel.&nbsp;</p>



<p>Buscar ajuda ou aconselhamento &eacute; o primeiro passo para reverter os danos causados pelas priva&ccedil;&otilde;es vivenciadas pelas crian&ccedil;as nesse per&iacute;odo de pandemia.&nbsp;</p>



<p>Profissionais de diversas &aacute;reas, como pediatras, psic&oacute;logos e fonoaudi&oacute;logos, podem ajudar. Al&eacute;m disso, a escola pode ser uma grande aliada no aux&iacute;lio dos pais e no desenvolvimento da crian&ccedil;a.&nbsp;</p>



<p>Fora a ajuda especializada, existem medidas universais que certamente ajudar&atilde;o em qualquer cen&aacute;rio: aumentar o contato com a natureza, diminuir ao m&aacute;ximo a exposi&ccedil;&atilde;o &agrave;s telas, apostar em uma alimenta&ccedil;&atilde;o balanceada e ter um olhar atento ao sono.&nbsp;</p>



<p>Al&eacute;m disso,&nbsp; &eacute; fundamental abrir espa&ccedil;o para o di&aacute;logo em casa, oferecendo um lugar seguro e de troca.</p>



<p><strong>&gt;&gt;</strong> <a href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/coriza-criancas-como-aliviar-congestao-nasal/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Coriza em crian&ccedil;as: saiba como aliviar a congest&atilde;o nasal</a></p>



<h3 class="wp-block-heading">As t&eacute;cnicas de medita&ccedil;&atilde;o, como o mindfulness, s&atilde;o ferramentas para lidar com os nossos pensamentos e emo&ccedil;&otilde;es. Elas tamb&eacute;m se aplicam aos pequenos?&nbsp;</h3>



<p><a href="https://alice.com.br/blog/nossa-voz/curso-de-mindfulness-da-alice/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Mindfulness &eacute; uma t&eacute;cnica de medita&ccedil;&atilde;o</a> que tem o objetivo de ampliar a capacidade inata do indiv&iacute;duo de estar plenamente consciente das experi&ecirc;ncias que ele est&aacute; vivendo no momento presente, sejam cognitivas, emocionais ou sensoriais.&nbsp;</p>



<p>Entendendo esse conceito, faz todo sentido que as crian&ccedil;as se beneficiem da t&eacute;cnica. Ser capaz de estar no momento presente e tornar-se consciente das experi&ecirc;ncias emocionais que est&aacute; vivendo &eacute; o primeiro passo para lidar adequadamente com elas.&nbsp;</p>



<p>E j&aacute; temos comprova&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica de que funciona. <a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/26968457/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Estudos </a>realizados com crian&ccedil;as demonstram que a t&eacute;cnica &eacute; ben&eacute;fica no que diz respeito &agrave; sa&uacute;de mental, com diminui&ccedil;&atilde;o dos n&iacute;veis de estresse e ansiedade.&nbsp;</p>



<p>Nessas pesquisas, tamb&eacute;m foram verificados o aumento da capacidade de resolver conflitos, desenvolver estrat&eacute;gias de <a href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/luto-amor-dor-da-partida/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">luto</a> e de lidar com as pr&oacute;prias emo&ccedil;&otilde;es. Al&eacute;m disso, no cen&aacute;rio escolar, foi vista melhora da aten&ccedil;&atilde;o e do <a href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/estagios-motivacao-mudanca-comportamento/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">comportamento</a>.&nbsp;</p>



<p><strong>&gt;&gt;</strong> <a href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/febre-em-criancas-o-que-fazer/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Febre em crian&ccedil;as: quando &eacute; hora de se preocupar e o que fazer</a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como adaptar os aprendizados do mindfulness para uma crian&ccedil;a?</strong></h2>



<p>Tudo com a crian&ccedil;a funciona melhor se nos apoiarmos no l&uacute;dico.&nbsp;</p>



<p>Ent&atilde;o, para come&ccedil;ar a introduzir algumas ferramentas, voc&ecirc; pode criar jogos simples que a encorajem a se sintonizar com seus sentidos, como descrever o cheiro de uma fruta, fazer uma refei&ccedil;&atilde;o bem devagar e prestar aten&ccedil;&atilde;o em todos os detalhes do prato, fechar os olhos e prestar aten&ccedil;&atilde;o em tudo que ela est&aacute; ouvindo.</p>



<p>Outra forma de tornar o mindfulness uma brincadeira &eacute; convidar a crian&ccedil;a a prestar aten&ccedil;&atilde;o em algum local e depois, longe dele, recordar algumas coisas que ela viu por l&aacute;.&nbsp;</p>



<p>Pr&aacute;ticas de respira&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m podem ajudar, como a &ldquo;respira&ccedil;&atilde;o do ursinho&rdquo;, que &eacute; quando voc&ecirc; pede para crian&ccedil;a deitar e colocar um bicho de pel&uacute;cia na barriga e observar o movimento que ela faz quando respira.&nbsp;</p>



<p>Para crian&ccedil;as mais velhas, voc&ecirc; pode ensinar a &ldquo;respira&ccedil;&atilde;o quadrada&rdquo;, que consiste em voc&ecirc; respirar lentamente pelo nariz contando at&eacute; quatro, em seguida, voc&ecirc; faz uma pausa por 4 segundos, expira o ar pela boca contando e pausa por mais 4 segundos.&nbsp;</p>



<p>Al&eacute;m disso, existem diversos &aacute;udios de medita&ccedil;&otilde;es guiadas nas plataformas de streaming, muitas delas direcionadas para o p&uacute;blico infantil. Livros tamb&eacute;m s&atilde;o uma superideia para introduzir o tema. No fim das contas &eacute; sobre se entregar ao momento e se divertir.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio">
<div class="wp-block-embed__wrapper">https://youtu.be/NPfZjLGDZeE</div>
</figure>



<p><strong>Leia tamb&eacute;m</strong>: <a href="https://alice.com.br/blog/gestora-de-saude/crianca-alice/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Entenda como &eacute; a jornada da crian&ccedil;a na Alice</a></p>



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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Como ajudar meu filho a falar? Conheça 10 dicas</title>
		<link>https://alice.com.br/blog/sua-saude/como-ajudar-meu-filho-a-falar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Time Alice]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Dec 2021 21:14:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sua saúde]]></category>
		<category><![CDATA[bem-estar]]></category>
		<category><![CDATA[criança]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://blog.alice.com.br/?p=5807</guid>

					<description><![CDATA[<p>As crianças devem ser estimuladas desde o nascimento. Assim, vão progressivamente aprendendo a se movimentar e a se comunicar. </p>
<p>O post <a href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/como-ajudar-meu-filho-a-falar/">Como ajudar meu filho a falar? Conheça 10 dicas</a> apareceu primeiro em <a href="https://alice.com.br/blog">Blog da Alice</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<html><body><html><body><div class="cta cta--post--slim_withlogo">
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									<span class="title">Conhe&ccedil;a a Alice</span><span class="icon icon--arrow_right"></span></a>
								</div></body></html><p>Para o bom desenvolvimento na primeira inf&acirc;ncia (0 a 6 anos), as crian&ccedil;as devem ser estimuladas desde o nascimento. Assim, v&atilde;o progressivamente aprendendo a se movimentar e a se comunicar.&nbsp;</p>



<p>Por volta de um ano de idade, o beb&ecirc; come&ccedil;a a dizer as primeiras palavras. Mas, antes disso, j&aacute; &eacute; poss&iacute;vel observar o desenvolvimento da vocaliza&ccedil;&atilde;o e do balbucio.&nbsp;</p>



<p>&ldquo;Os beb&ecirc;s est&atilde;o prontos para a linguagem. Eles possuem um poderoso sistema de regras que &eacute; engajado por todos os est&iacute;mulos lingu&iacute;sticos, fala ou signo&rdquo;, afirmam pesquisadores em artigo cient&iacute;fico publicado na revista <a href="https://www.nature.com/articles/s41598-021-99539-8" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Nature</a>.&nbsp;</p>



<p>O in&iacute;cio da comunica&ccedil;&atilde;o oral dos pequenos est&aacute; diretamente relacionado &agrave; intera&ccedil;&atilde;o com o ambiente externo.&nbsp;</p>



<p>&ldquo;&Eacute; necess&aacute;rio um ambiente favor&aacute;vel, em que a crian&ccedil;a n&atilde;o s&oacute; tenha outras pessoas falando com ela, mas de fato interagindo. A crian&ccedil;a observa o meio e, gradativamente, passa a responder de diferentes formas: com sorriso, olhar, gestos, vocaliza&ccedil;&otilde;es, balbucio, at&eacute; chegar na emiss&atilde;o de palavras&rdquo;, destaca a <a href="https://alice.com.br/rede-credenciada/prestadores" target="_blank" rel="noreferrer noopener">fonoaudi&oacute;loga Beatriz Verzolla</a>, da comunidade de sa&uacute;de da <a href="https://alice.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Alice</a>.&nbsp;</p>



<p>Aqui est&atilde;o algumas dicas para que voc&ecirc; possa interagir com o seu beb&ecirc; desde cedo, incentivando-o a se expressar oralmente.</p>



<h2 class="wp-block-heading">10 dicas para ajudar o beb&ecirc; a falar</h2>



<h3 class="wp-block-heading">1) Troque as telas pelos brinquedos para incentivar a fala</h3>



<p>Com o grande n&uacute;mero de smartphones, tablets, jogos eletr&ocirc;nicos e outras telas no nosso dia a dia, algumas crian&ccedil;as come&ccedil;am a usar esses dispositivos antes de come&ccedil;ar a falar.</p>



<p>H&aacute; <a href="https://www.sciencedaily.com/releases/2017/05/170504083141.htm" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">estudos</a>, entretanto, que apontam que quanto mais tempo as crian&ccedil;as menores de dois anos passam em frente &agrave;s telas, maior a probabilidade de come&ccedil;arem a falar mais tarde.&nbsp;</p>



<p>Por isso, a <a href="https://www.who.int/news/item/24-04-2019-to-grow-up-healthy-children-need-to-sit-less-and-play-more" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial da Sa&uacute;de</a> recomenda que os beb&ecirc;s n&atilde;o tenham acesso &agrave;s telas at&eacute; os dois anos e que n&atilde;o passem mais do que uma hora por dia em telas dos dois aos quatro anos.</p>



<p>Quanto mais a crian&ccedil;a brincar, melhor. Ao ser envolvida em situa&ccedil;&otilde;es de faz de conta, a crian&ccedil;a compreende a representa&ccedil;&atilde;o e expande a imagina&ccedil;&atilde;o.</p>



<p>Entre os brinquedos que podem ser usados para incentivar a fala, est&atilde;o aqueles que emitem sons e os que encantam pelas cores, bot&otilde;es e texturas.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Bonecos, carrinhos e outros objetos tamb&eacute;m podem ser inclu&iacute;dos nas brincadeiras de &ldquo;mentirinha&rdquo;.&nbsp;</p>



<p>Em jogos compartilhados, a crian&ccedil;a &eacute; incentivada a assumir uma postura ativa na comunica&ccedil;&atilde;o. Mas isso n&atilde;o quer dizer que &eacute; preciso adquirir brinquedos caros ou cheios de recursos.&nbsp;</p>



<p>&ldquo;Vale investir em brinquedos que permitam diferentes brincadeiras e intera&ccedil;&atilde;o, como blocos de montar e pe&ccedil;as de encaixe, ou mesmo utilizar objetos variados, como caixas, potes e tampas. Mais importante do que o brinquedo, &eacute; o ato de brincar e interagir&rdquo;, lembra Beatriz.</p>



<h3 class="wp-block-heading">2) Leia hist&oacute;rias infantis para a crian&ccedil;a</h3>



<p>Algumas m&atilde;es come&ccedil;am a ler para o beb&ecirc; quando ele ainda est&aacute; na barriga.&nbsp;</p>



<p>Esse h&aacute;bito propicia a cria&ccedil;&atilde;o de v&iacute;nculos afetivos com a crian&ccedil;a, conforme comprovam <a href="https://www.researchgate.net/publication/5373247_Reading_aloud_to_children_The_evidence" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">estudos cient&iacute;ficos</a>.&nbsp;</p>



<p>Os benef&iacute;cios tamb&eacute;m se estendem &agrave;s habilidades cognitivas, incluindo a capacidade de resolver problemas, e a amplia&ccedil;&atilde;o do vocabul&aacute;rio.</p>



<p><a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/30908424/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Um estudo feito nos Estados Unidos</a> estimou que crian&ccedil;as para quem os pais leem regularmente nos primeiros cinco anos s&atilde;o expostas a 1,4 milh&atilde;o de palavras a mais do que crian&ccedil;as nessa faixa et&aacute;ria que n&atilde;o participam de leituras.&nbsp;</p>



<p>&ldquo;As hist&oacute;rias podem ser exploradas de diferentes formas, n&atilde;o apenas lendo o texto, mas inventando novas hist&oacute;rias a partir das figuras, usando diferentes vozes e entona&ccedil;&otilde;es dos personagens, fazendo perguntas para a crian&ccedil;a, apontando ou recontando a hist&oacute;ria&rdquo;, ensina a fonoaudi&oacute;loga Beatriz Verzolla.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading">3) Associe sons a objetos, animais e personagens</h3>



<p>Com um ano, a crian&ccedil;a j&aacute; consegue falar palavras como &lsquo;mama&rsquo; e &lsquo;papa&rsquo;.&nbsp;</p>



<p>Termos simples como esses, com poucas s&iacute;labas, devem ser associados a objetos para facilitar o aprendizado e estimular a pron&uacute;ncia.&nbsp;</p>



<p>Relacionar sons a animais e personagens, por exemplo, &eacute; uma estrat&eacute;gia para conquistar a aten&ccedil;&atilde;o da crian&ccedil;a.&nbsp;</p>



<p>Quando acompanhadas de imagens ou repetidas com frequ&ecirc;ncia, as imita&ccedil;&otilde;es dos sons podem ser assimiladas com mais facilidade, e ela pode querer reproduzir o que ouve.&nbsp;</p>



<p>Quando a crian&ccedil;a j&aacute; tenta pronunciar algumas palavras, &eacute; recomendado repeti-las para encorajar uma conversa bidirecional.&nbsp;</p>



<p>Por exemplo, se o beb&ecirc; disser &ldquo;au au&rdquo;, a m&atilde;e, o pai ou outro cuidador podem dizer &ldquo;au au&rdquo; de volta.&nbsp;</p>



<p>E para aumentar o vocabul&aacute;rio do pequeno, pode ser acrescentada uma explica&ccedil;&atilde;o: &ldquo;Sim, o cachorro faz au au&rdquo;.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading">4) Ensine can&ccedil;&otilde;es e rimas simples</h3>



<p>As m&uacute;sicas s&atilde;o bastante atrativas para a crian&ccedil;a e devem ser muito exploradas pelos pais, pois desenvolvem tanto a audi&ccedil;&atilde;o quanto a comunica&ccedil;&atilde;o oral.&nbsp;</p>



<p>Algumas <a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC6558368/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">pesquisas</a> indicam que as habilidades auditivas e motoras relacionadas &agrave; m&uacute;sica tendem a apoiar diferentes aspectos do desenvolvimento da linguagem e, inclusive, a correta aplica&ccedil;&atilde;o de regras gramaticais.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>&ldquo;Brincadeiras e hist&oacute;rias com rimas, parlendas e cantigas s&atilde;o importantes para desenvolver habilidades mais complexas de linguagem e podem ajudar no processo de alfabetiza&ccedil;&atilde;o, pois a crian&ccedil;a vai adquirindo consci&ecirc;ncia dos sons da fala, para depois relacion&aacute;-los na escrita&rdquo;, explica a fonoaudi&oacute;loga Beatriz Verzolla.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading">5) Descreva nomes de objetos e a&ccedil;&otilde;es</h3>



<p>Para ampliar o vocabul&aacute;rio da crian&ccedil;a, outra dica &eacute; nomear objetos e a&ccedil;&otilde;es, principalmente em situa&ccedil;&otilde;es da rotina, como a hora do banho ou durante as refei&ccedil;&otilde;es.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Nos passeios di&aacute;rios, por exemplo, a palavra &ldquo;sapato&rdquo; pode ser repetida em v&aacute;rias frases, perguntas ou comandos, para fixa&ccedil;&atilde;o do termo e do conceito.&nbsp;</p>



<p>&ldquo;Para passear temos que ir de sapato. Onde est&aacute; o seu sapato? Vamos cal&ccedil;ar o sapato?&rdquo; s&atilde;o algumas formas de inserir a palavra na rotina.&nbsp;</p>



<p>Apontar e nomear coisas ajuda a direcionar a aten&ccedil;&atilde;o do beb&ecirc;, favorecendo a assimila&ccedil;&atilde;o das palavras.&nbsp;</p>



<p>Durante o passeio, os pais podem apontar para um gato que passa na rua e dizer: &ldquo;Olhe, um gato!&rdquo;.</p>



<p>Conforme a crian&ccedil;a vai crescendo, outros detalhes podem ser mencionados: &ldquo;Olhe, um gato branco!&rdquo;.</p>



<p>Outra dica &eacute; falar com mais frequ&ecirc;ncia palavras que ser&atilde;o &uacute;teis para a crian&ccedil;a, como &ldquo;quer&rdquo;, &ldquo;mais&rdquo;, &ldquo;d&aacute;&rdquo;, &ldquo;ajuda&rdquo;.&nbsp;</p>



<p>Os pais tamb&eacute;m podem estimular os filhos oferecendo escolhas, como &ldquo;Voc&ecirc; quer uma ma&ccedil;&atilde; ou uma banana?&rdquo;.&nbsp;</p>



<p>Pode ser que inicialmente a crian&ccedil;a s&oacute; aponte a fruta preferida, mas com o tempo tentar&aacute; pronunciar o nome escolhido.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading">6) Busque sempre se abaixar para falar com a crian&ccedil;a&nbsp;</h3>



<p>Estabelecer contato visual com a crian&ccedil;a &eacute; importante para que ela entenda as solicita&ccedil;&otilde;es e tamb&eacute;m se sinta compreendida e acolhida.&nbsp;</p>



<p>Abaixar-se para ficar na altura dela &eacute; uma das melhores formas de criar essa conex&atilde;o.&nbsp;</p>



<p>Ao permanecer no mesmo n&iacute;vel dos olhos da crian&ccedil;a, o adulto demonstra estar dando total aten&ccedil;&atilde;o a ela.&nbsp;</p>



<p>Outra forma de despertar o interesse do beb&ecirc; para o que vai ser dito, &eacute; chamando-o pelo nome, ao iniciar a conversa.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Esse envolvimento tem efeitos positivos na autoestima da crian&ccedil;a. Ela se sente amada, cuidada e protegida.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading">7) Articule bem a boca e fa&ccedil;a express&otilde;es faciais&nbsp;</h3>



<p>No conv&iacute;vio di&aacute;rio com as crian&ccedil;as que est&atilde;o aprendendo a falar, os pais podem caprichar na articula&ccedil;&atilde;o da boca e nas express&otilde;es faciais para ajud&aacute;-las na assimila&ccedil;&atilde;o das palavras e futura pron&uacute;ncia.&nbsp;</p>



<p>Um <a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC3277111/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">estudo</a> com beb&ecirc;s de 12 meses de idade mostrou que eles t&ecirc;m aten&ccedil;&atilde;o seletiva e alternam o olhar entre a boca e os olhos de quem est&aacute; interagindo.&nbsp;</p>



<p>H&aacute; tamb&eacute;m <a href="https://www.researchgate.net/publication/236090329_Lip_Movements_Affect_Infants'_Audiovisual_Speech_Perception" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">evid&ecirc;ncias</a> de que os movimentos labiais afetam a compreens&atilde;o audiovisual das crian&ccedil;as.&nbsp;</p>



<p>A percep&ccedil;&atilde;o dos sentimentos que as express&otilde;es faciais podem refletir &eacute; considerada vital para o desenvolvimento de habilidades sociais.&nbsp;</p>



<p>Durante os primeiros anos de vida, os beb&ecirc;s aprendem rapidamente que o comportamento de outras pessoas transmite informa&ccedil;&otilde;es significativas.</p>



<p>&ldquo;&Eacute; importante explorar as diferentes nuances da comunica&ccedil;&atilde;o, mas de uma forma espont&acirc;nea, em contextos naturais de comunica&ccedil;&atilde;o&rdquo;, observa Beatriz.</p>



<h3 class="wp-block-heading">8) Relacione gestos a situa&ccedil;&otilde;es do dia a dia&nbsp;</h3>



<p>Fazer gestos &eacute; uma das maneiras que a crian&ccedil;a utiliza para se comunicar.&nbsp;</p>



<p>Como os beb&ecirc;s entendem a linguagem antes de falar, podem recorrer &agrave; gesticula&ccedil;&atilde;o para sinalizar o que ainda n&atilde;o s&atilde;o capazes de expressar verbalmente.&nbsp;</p>



<p><a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC4564136/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Estudos</a> sugerem que encorajar as crian&ccedil;as a gesticular desde cedo tem o potencial de aumentar o vocabul&aacute;rio e de facilitar o in&iacute;cio de uma variedade de constru&ccedil;&otilde;es lingu&iacute;sticas.</p>



<p>Associar os gestos da crian&ccedil;a a palavras pode ajud&aacute;-las na futura defini&ccedil;&atilde;o oral de coisas, sentimentos e necessidades.&nbsp;</p>



<p>Acenar ao dizer &ldquo;tchau&rdquo;, bater palmas ao cantar &ldquo;parab&eacute;ns&rdquo; ou emitir som de beijinho com os l&aacute;bios ao falar &ldquo;beijo&rdquo; s&atilde;o algumas maneiras de ajudar a crian&ccedil;a a conectar as palavras com as a&ccedil;&otilde;es.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading">9) Pe&ccedil;a a seu filho para ajud&aacute;-lo e use palavras de cortesia</h3>



<p>Instru&ccedil;&otilde;es simples podem ser usadas no cotidiano para que a crian&ccedil;a interaja e aprenda novas palavras.&nbsp;</p>



<p>Pedir que ela pegue um objeto ou que participe de alguma atividade dom&eacute;stica, por exemplo, &eacute; uma forma de tamb&eacute;m estimular a independ&ecirc;ncia.&nbsp;</p>



<p>&ldquo;Al&eacute;m de favorecer o desenvolvimento global, a crian&ccedil;a tem est&iacute;mulos de linguagem muito ricos nesse contexto, al&eacute;m de se colocar na posi&ccedil;&atilde;o de um sujeito mais aut&ocirc;nomo e participativo, inclusive nas rela&ccedil;&otilde;es de comunica&ccedil;&atilde;o&rdquo;, avalia a fonoaudi&oacute;loga Beatriz Verzolla.</p>



<p>Para tamb&eacute;m desenvolver habilidades de conviv&ecirc;ncia social, as instru&ccedil;&otilde;es e pedidos podem vir acompanhadas de palavras de cortesia, como &ldquo;por favor&rdquo; e &ldquo;obrigado&rdquo;.</p>



<p>&ldquo;Pegue seu casaco, por favor&rdquo; ou &ldquo;Feche a porta, por favor&rdquo; s&atilde;o alguns exemplos de frases curtas que ao serem repetidas ajudam a crian&ccedil;a a lembrar das palavras.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading">10) Ensine a pron&uacute;ncia correta de palavras dentro de um contexto</h3>



<p>Para que a crian&ccedil;a n&atilde;o perca a espontaneidade e a vontade de falar, &eacute; recomendado n&atilde;o corrigi-la quando disser alguma palavra errada.&nbsp;</p>



<p>Para que ela aprenda a forma correta, a dica &eacute; usar o termo dentro de um contexto.&nbsp;</p>



<p>&ldquo;Se a crian&ccedil;a falar errado, n&atilde;o &eacute; indicado corrigir diretamente ou insistir para ela repetir at&eacute; falar certo. Isso pode inibir as tentativas de comunica&ccedil;&atilde;o. O adulto deve repetir o modelo e ampliar o contexto para que a crian&ccedil;a tenha diferentes pistas para a produ&ccedil;&atilde;o correta&rdquo;, ensina Beatriz.&nbsp;</p>



<p>Se a crian&ccedil;a, por exemplo, falar errado a palavra &ldquo;suco&rdquo;, o adulto pode dizer:&nbsp; &ldquo;Voc&ecirc; quer suco, filho? Vou pegar o suco pra voc&ecirc;. O suco est&aacute; uma del&iacute;cia!&rdquo;.&nbsp;</p>



<p>E quando o beb&ecirc; tentar dizer algo, o esfor&ccedil;o deve ser reconhecido de maneira positiva.&nbsp;</p>



<p>Por exemplo, se ele perceber que o pai est&aacute; saindo de casa e disser &ldquo;Tchau, papai&rdquo;, o adulto pode dizer &ldquo;Sim, papai est&aacute; indo para o trabalho&rdquo;.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Crian&ccedil;a com atraso na fala</h3>



<p>Para acompanhar se a crian&ccedil;a est&aacute; desenvolvendo a habilidade de falar, os pais devem observar os <a href="https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/caderneta_crianca_menina_2ed.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">marcos do desenvolvimento</a>: balbuciar (com 10 meses); falar pelo menos uma palavra (a partir de 1 ano), falar 3 palavras (a partir de 1 ano e 3 meses); formar frases com duas palavras (a partir de 2 anos).</p>



<p>Caso notem que os beb&ecirc;s n&atilde;o se expressam como esperado, o m&eacute;dico pediatra deve ser informado.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>&ldquo;N&atilde;o &eacute; indicado esperar at&eacute; os dois anos para procurar ajuda caso a crian&ccedil;a n&atilde;o fale. A famosa frase &lsquo;cada crian&ccedil;a tem seu tempo&rsquo; faz com que muitas crian&ccedil;as percam oportunidades de interven&ccedil;&atilde;o precoce muito importantes para o processo de desenvolvimento. Cada crian&ccedil;a se desenvolve de uma forma particular, mas dentro do que &eacute; estabelecido nos marcos do desenvolvimento&rdquo;, finaliza a fonoaudi&oacute;loga Beatriz Verzolla.</p>
<p>Acompanhar os marcos de crescimento vai al&eacute;m das primeiras palavras. &Eacute; fundamental observar tamb&eacute;m o desenvolvimento f&iacute;sico para identificar precocemente condi&ccedil;&otilde;es como a <b><a class="ng-star-inserted" href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/puberdade-precoce-saiba-o-que-e-e-como-ajudar/" target="_blank" rel="noopener">puberdade precoce</a></b>, garantindo suporte m&eacute;dico no momento certo.</p>
<p>Lembre-se de que cada crian&ccedil;a tem seu tempo, mas o olhar atento de especialistas &eacute; fundamental para identificar precocemente qualquer necessidade de interven&ccedil;&atilde;o. Na Alice, o desenvolvimento infantil &eacute; monitorado de perto por um Time de Sa&uacute;de dedicado. Entenda melhor como funciona o nosso modelo de <a class="ng-star-inserted" href="https://alice.com.br/blog/plano-de-saude/crianca-alice/" target="_blank" rel="noopener">pediatria e cuidado infantil</a>.</p>



<p><strong>Veja tamb&eacute;m</strong>: <a href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/bebes-high-need-como-identificar-e-cuidados/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Beb&ecirc;s high-need: como identific&aacute;-los?</a></p>



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