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	<title>Arquivo de saúde mental - Blog da Alice</title>
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	<description>Tenha acesso a conteúdos baseados em evidências científicas produzidos e revisados pelos profissionais que fazem parte do plano de saúde da Alice</description>
	<lastBuildDate>Mon, 24 Aug 2026 12:43:36 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Arquivo de saúde mental - Blog da Alice</title>
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	<item>
		<title>Saúde social no trabalho: os rituais que reduzem a solidão de 1 em cada 5 funcionários</title>
		<link>https://alice.com.br/blog/empresas/saude-social-trabalho-rituais-conexao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Time Alice]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 17:40:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[plano de saúde]]></category>
		<category><![CDATA[saúde dos funcionários]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Casos como Microsoft, Campbell Soup e Airbnb mostram como conexão intencional no time afeta engajamento — e onde a IA entra nessa conta.</p>
<p>O post <a href="https://alice.com.br/blog/empresas/saude-social-trabalho-rituais-conexao/">Saúde social no trabalho: os rituais que reduzem a solidão de 1 em cada 5 funcionários</a> apareceu primeiro em <a href="https://alice.com.br/blog">Blog da Alice</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="index"><div class="title">Índice</div><ol><li><a href="#o-que-e-saude-social-e-por-que-virou-prioridade-global">O que é saúde social e por que virou prioridade global?</a></li><li><a href="#que-rituais-ajudam-a-fortalecer-a-conexao-em-um-time">Que rituais ajudam a fortalecer a conexão em um time?</a><ol><li><a href="#quando-o-uso-de-ia-fortalece-ou-enfraquece-a-conexao-da-equipe">Quando o uso de IA fortalece ou enfraquece a conexão da equipe?</a></li></ol></li><li><a href="#para-levar-com-voce">Para levar com você</a></li><li><a href="#perguntas-frequentes">Perguntas frequentes</a><ol><li><a href="#o-que-e-saude-social">O que é saúde social?</a></li><li><a href="#quantas-pessoas-se-sentem-sozinhas-no-trabalho">Quantas pessoas se sentem sozinhas no trabalho?</a></li><li><a href="#quais-rituais-ajudam-a-fortalecer-a-conexao-em-um-time">Quais rituais ajudam a fortalecer a conexão em um time?</a></li><li><a href="#existe-um-jeito-de-saber-se-o-uso-de-ia-esta-ajudando-ou-atrapalhando-a-conexao-do-time">Existe um jeito de saber se o uso de IA está ajudando ou atrapalhando a conexão do time?</a></li></ol></li></ol></div><html><body><p>Um em cada cinco funcion&aacute;rios no mundo sente solid&atilde;o no trabalho com frequ&ecirc;ncia, segundo o relat&oacute;rio <a href="https://www.gallup.com/workplace/645566/employees-worldwide-feel-lonely.aspx" target="_blank" rel="noopener"><em>State of the Global Workplace 2024</em> da Gallup</a>. O dado importa porque desmonta uma suposi&ccedil;&atilde;o comum: o trabalho em si tende a reduzir a solid&atilde;o &mdash; adultos empregados relatam menos solid&atilde;o do que desempregados &mdash;, mas esse efeito s&oacute; se sustenta quando existe engajamento real com o time, n&atilde;o apenas presen&ccedil;a f&iacute;sica ou remota.</p>
<p>A Alice vem observando esse fen&ocirc;meno de perto atrav&eacute;s de duas frentes pr&oacute;prias. Uma &eacute; o AcelerAI, seu programa de flu&ecirc;ncia em intelig&ecirc;ncia artificial, que parte da premissa de que a curva de aprendizado de IA precisa ser coletiva para n&atilde;o isolar o time &mdash; <a href="https://alice.com.br/blog/webinar/alice-ia-fluency/" target="_blank" rel="noopener">como detalhado no epis&oacute;dio 16 do Open Arena</a>. A outra &eacute; uma s&eacute;rie de entrevistas com lideran&ccedil;as de RH brasileiras &mdash; nos <a href="https://alice.com.br/blog/webinar/saude-social-na-pratica-o-que-o-case-do-magalu-ensina-sobre-cultura-conexao-e-resultado/" target="_blank" rel="noopener">cases do Magazine Luiza</a> e do <a href="https://alice.com.br/blog/webinar/olx-flow-saude-engajamento-e-resultado-antes-da-nr-1/" target="_blank" rel="noopener">Grupo OLX</a> &mdash; que j&aacute; mostraram, com dados pr&oacute;prios, o efeito mensur&aacute;vel de rituais de conex&atilde;o em sinistralidade e absente&iacute;smo.</p>
<p>Esse racional conversa com uma pesquisa que ganhou tra&ccedil;&atilde;o global nos &uacute;ltimos dois anos: a de que existe uma terceira dimens&atilde;o de sa&uacute;de, ao lado da f&iacute;sica e da mental, ligada &agrave; qualidade das rela&ccedil;&otilde;es de uma pessoa. Isso tem um nome t&eacute;cnico &mdash; sa&uacute;de social &mdash; e uma cientista &agrave; frente do conceito, a autora americana Kasley Killam, que apresentou o tema durante o <a href="https://conarh.org.br/" target="_blank" rel="noopener">CONARH 2026</a> e j&aacute; havia levado a discuss&atilde;o ao Brasil antes, na SXSW 2025, <a href="https://alice.com.br/blog/empresas/sxsw-o-futuro-do-trabalho-sera-fluido-destaca-isadora-gabriel-chro-da-flash/" target="_blank" rel="noopener">em entrevista &agrave; CHRO da Flash publicada no Blog da Alice</a>.</p>
<h2 id="o-que-e-saude-social-e-por-que-virou-prioridade-global">O que &eacute; sa&uacute;de social e por que virou prioridade global?</h2>
<p>Killam argumenta que a maior parte das recomenda&ccedil;&otilde;es de sa&uacute;de foca em dois pilares &mdash; f&iacute;sico e mental &mdash; e ignora uma terceira dimens&atilde;o igualmente relevante: a qualidade e a quantidade das rela&ccedil;&otilde;es de uma pessoa, com amigos, fam&iacute;lia e colegas de trabalho.</p>
<p>O peso cient&iacute;fico da ideia vem de d&eacute;cadas de pesquisa em sa&uacute;de p&uacute;blica. Segundo a Gallup, que cita o trabalho da pesquisadora de Harvard, Lisa Berkman: pessoas com poucas conex&otilde;es sociais t&ecirc;m risco de morte duas vezes maior do que pessoas com muitos v&iacute;nculos &mdash; independentemente de status socioecon&ocirc;mico ou h&aacute;bitos de sa&uacute;de. Em junho de 2025, a <a href="https://www.who.int/groups/commission-on-social-connection/report" target="_blank" rel="noopener">Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial da Sa&uacute;de</a> formalizou essa urg&ecirc;ncia, publicando o relat&oacute;rio <em>From Loneliness to Social Connection</em>, que trata a conex&atilde;o social como prioridade de sa&uacute;de p&uacute;blica equivalente &agrave; f&iacute;sica e &agrave; mental.</p>
<p>No ambiente de trabalho, o impacto &eacute; direto: segundo a Gallup, em pesquisa com mais de 15 milh&otilde;es de pessoas, quem tem um &ldquo;melhor amigo no trabalho&rdquo; &eacute; sete vezes mais propenso a estar engajado e a produzir um trabalho de maior qualidade. Do lado oposto, a Cigna calculou que cada funcion&aacute;rio desconectado custa cerca de US$ 4.200 por ano em produtividade perdida &mdash; um total estimado de US$ 406 bilh&otilde;es anuais s&oacute; nos Estados Unidos.</p>
<h2 id="que-rituais-ajudam-a-fortalecer-a-conexao-em-um-time">Que rituais ajudam a fortalecer a conex&atilde;o em um time?</h2>
<p>Uma pesquisa publicada pela Harvard Business Review em janeiro de 2025, conduzida com quase mil pessoas em 60 pa&iacute;ses, mostrou que equipes com mais rituais compartilhados registraram maior engajamento com o prop&oacute;sito do time, mais seguran&ccedil;a psicol&oacute;gica e mais satisfa&ccedil;&atilde;o no trabalho.</p>
<p>Exemplos internacionais ilustram isso na pr&aacute;tica. Em times da Microsoft, colaboradores organizam encontros batizados de &ldquo;Own Your Failure&rdquo;, nos quais cada pessoa compartilha um erro recente e o que aprendeu com ele &mdash; sempre come&ccedil;ando pela pessoa mais s&ecirc;nior da sala, o que sinaliza seguran&ccedil;a psicol&oacute;gica para o resto do time. Na <a href="https://www.linkedin.com/posts/dougconant_leadershipthatworks-employeeengagement-givethanks-share-7366856680107679749-1eh-/" target="_blank" rel="noopener">Campbell Soup</a>, o ent&atilde;o CEO Doug Conant escreveu mais de 30 mil bilhetes de agradecimento &agrave; m&atilde;o para os cerca de 20 mil funcion&aacute;rios da empresa ao longo de uma d&eacute;cada no cargo, reconhecendo contribui&ccedil;&otilde;es espec&iacute;ficas de cada pessoa. E o fundador do <a href="https://fortune.com/well/article/airbnb-ceo-brian-chesky-daily-routine/" target="_blank" rel="noopener">Airbnb</a>, Brian Chesky, relatou publicamente que, depois de anos trabalhando sem pausas para amigos e fam&iacute;lia, percebeu o efeito contr&aacute;rio ao esperado: &ldquo;Fico menos produtivo se n&atilde;o me afasto, se n&atilde;o tenho essas conex&otilde;es com amigos &mdash; n&atilde;o penso com tanta clareza se n&atilde;o tenho v&iacute;nculos sociais profundos.&rdquo;</p>
<p>No Brasil, dois cases documentados pela pr&oacute;pria Alice mostram o mesmo princ&iacute;pio em escala nacional. No <a href="https://alice.com.br/blog/webinar/saude-social-na-pratica-o-que-o-case-do-magalu-ensina-sobre-cultura-conexao-e-resultado/" target="_blank" rel="noopener">Magazine Luiza</a>, a reuni&atilde;o de segunda-feira simult&acirc;nea em todas as unidades e a integra&ccedil;&atilde;o com fam&iacute;lias dos colaboradores sustentam uma cultura que a empresa mede por indicadores como turnover e engajamento. No <a href="https://alice.com.br/blog/webinar/olx-flow-saude-engajamento-e-resultado-antes-da-nr-1/" target="_blank" rel="noopener">Grupo OLX</a>, o programa Flow gerou 15% de redu&ccedil;&atilde;o em sinistralidade e mais de 20% de queda em absente&iacute;smo depois de mapear onde a desconex&atilde;o estava concentrada, em vez de trat&aacute;-la como problema gen&eacute;rico.</p>
<h3 id="quando-o-uso-de-ia-fortalece-ou-enfraquece-a-conexao-da-equipe">Quando o uso de IA fortalece ou enfraquece a conex&atilde;o da equipe?</h3>
<p>Um framework de Killam ajuda a situar a intelig&ecirc;ncia artificial dentro dessa conta. Ela distingue tr&ecirc;s n&iacute;veis de uso: a IA que apoia a conex&atilde;o humana &mdash; como uma ferramenta que ajuda a preparar uma conversa dif&iacute;cil ou faz anota&ccedil;&otilde;es numa reuni&atilde;o para liberar aten&ccedil;&atilde;o para as pessoas &mdash;; a IA que complementa a conex&atilde;o, assumindo tarefas administrativas para abrir espa&ccedil;o de colabora&ccedil;&atilde;o; e a IA que substitui a conex&atilde;o, ocupando o lugar de colegas ou parceiros nas necessidades emocionais das pessoas &mdash; o n&iacute;vel que mais preocupa Killam.</p>
<p>Esse terceiro n&iacute;vel &eacute; tamb&eacute;m o risco que <a href="https://exame.com/carreira/ia-pode-aumentar-solidao-no-trabalho-alerta-chro-da-alice-no-rh-summit/" target="_blank" rel="noopener">a CHRO da Alice, Sarita Vollnhofer, j&aacute; alertou publicamente</a>: quando a ado&ccedil;&atilde;o de IA acontece de forma individual e sem desenho coletivo, ela tende a substituir trocas humanas em vez de liberar tempo para elas. &Eacute; esse diagn&oacute;stico que <a href="https://alice.com.br/blog/webinar/alice-ia-fluency/" target="_blank" rel="noopener">orienta o desenho do AcelerAI</a> &mdash; tratar a curva de aprendizado como experi&ecirc;ncia de grupo, n&atilde;o solit&aacute;ria.</p>
<h2 id="para-levar-com-voce">Para levar com voc&ecirc;</h2>
<p>A ci&ecirc;ncia por tr&aacute;s da sa&uacute;de social mostra que conex&atilde;o no trabalho n&atilde;o &eacute; um extra &mdash; &eacute; uma vari&aacute;vel que afeta engajamento, reten&ccedil;&atilde;o e at&eacute; risco de mortalidade. Os cases de Microsoft, Campbell Soup, Airbnb, Magazine Luiza e Grupo OLX mostram, de &acirc;ngulos diferentes, a mesma conclus&atilde;o: rituais de conex&atilde;o, quando desenhados com inten&ccedil;&atilde;o, produzem resultados mensur&aacute;veis &mdash; e a tecnologia, incluindo a IA, s&oacute; ajuda quando desenhada para somar a isso, n&atilde;o para substitu&iacute;-lo.</p>
<p>&gt;&gt; <a href="https://alice.com.br/blog/empresas/adocao-coletiva-ia-acelerai/?utm_blog=blog" target="_blank" rel="noopener">Ado&ccedil;&atilde;o coletiva de IA reduz isolamento no trabalho: o que mostra o AcelerAI da Alice</a></p>
<h2 id="perguntas-frequentes">Perguntas frequentes</h2>
<h3 id="o-que-e-saude-social"><strong>O que &eacute; sa&uacute;de social?</strong></h3>
<p>Sa&uacute;de social &eacute; a dimens&atilde;o da sa&uacute;de relacionada &agrave; qualidade e &agrave; quantidade das conex&otilde;es humanas de uma pessoa &mdash; com amigos, fam&iacute;lia e colegas de trabalho. Ao lado da sa&uacute;de f&iacute;sica e mental, o relat&oacute;rio da OMS de junho de 2025 sobre conex&atilde;o social reconhece esse pilar como igualmente urgente para pol&iacute;ticas p&uacute;blicas.</p>
<h3 id="quantas-pessoas-se-sentem-sozinhas-no-trabalho"><strong>Quantas pessoas se sentem sozinhas no trabalho?</strong></h3>
<p>Segundo a Gallup, 1 em cada 5 funcion&aacute;rios no mundo sente solid&atilde;o no trabalho com frequ&ecirc;ncia. O trabalho em si tende a reduzir a solid&atilde;o, mas esse efeito s&oacute; se sustenta quando h&aacute; engajamento real &mdash; pessoas desengajadas t&ecirc;m risco de solid&atilde;o quase equivalente ao de quem est&aacute; desempregado.</p>
<h3 id="quais-rituais-ajudam-a-fortalecer-a-conexao-em-um-time"><strong>Quais rituais ajudam a fortalecer a conex&atilde;o em um time?</strong></h3>
<p>Segundo a Harvard Business Review, equipes com mais rituais compartilhados registraram maior engajamento com o prop&oacute;sito do time, mais seguran&ccedil;a psicol&oacute;gica e mais satisfa&ccedil;&atilde;o no trabalho. Exemplos pr&aacute;ticos incluem encontros de compartilhamento de aprendizados, reconhecimento individualizado e constru&ccedil;&atilde;o coletiva de cultura &mdash; a intencionalidade da lideran&ccedil;a &eacute; o fator comum.</p>
<h3 id="existe-um-jeito-de-saber-se-o-uso-de-ia-esta-ajudando-ou-atrapalhando-a-conexao-do-time"><strong>Existe um jeito de saber se o uso de IA est&aacute; ajudando ou atrapalhando a conex&atilde;o do time?</strong></h3>
<p>Sim &mdash; a pesquisadora de sa&uacute;de social Kasley Killam prop&otilde;e observar tr&ecirc;s n&iacute;veis de uso: se a IA libera tempo para intera&ccedil;&atilde;o humana, ela ajuda; se assume tarefas administrativas, exige acompanhamento; se passa a ocupar o lugar de conversas emocionais entre colegas, &eacute; sinal de alerta.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Adoção coletiva de IA reduz isolamento no trabalho: o que mostra o AcelerAI da Alice</title>
		<link>https://alice.com.br/blog/empresas/adocao-coletiva-ia-acelerai/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Time Alice]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 19:03:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[felicidade no trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[plano de saúde]]></category>
		<category><![CDATA[saúde dos funcionários]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>120 pessoas do time de negócio da Alice já passaram pelo assessment do AcelerAI, desenhado para que a fluência em IA seja aprendida em grupo, não sozinha.</p>
<p>O post <a href="https://alice.com.br/blog/empresas/adocao-coletiva-ia-acelerai/">Adoção coletiva de IA reduz isolamento no trabalho: o que mostra o AcelerAI da Alice</a> apareceu primeiro em <a href="https://alice.com.br/blog">Blog da Alice</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="index"><div class="title">Índice</div><ol><li><a href="#ia-aumenta-o-isolamento-no-trabalho">IA aumenta o isolamento no trabalho?</a></li><li><a href="#qual-o-papel-do-rh-na-adocao-coletiva-de-ia">Qual o papel do RH na adoção coletiva de IA?</a></li><li><a href="#o-que-a-ciencia-diz-sobre-saude-social-no-trabalho">O que a ciência diz sobre saúde social no trabalho?</a><ol><li><a href="#como-a-alice-usa-o-acelerai-para-reduzir-o-isolamento-das-equipes">Como a Alice usa o AcelerAI para reduzir o isolamento das equipes?</a></li></ol></li><li><a href="#o-que-os-dados-dizem-sobre-ia-saude-social-e-produtividade-no-brasil">O que os dados dizem sobre IA, saúde social e produtividade no Brasil?</a></li><li><a href="#para-levar-com-voce">Para levar com você</a></li><li><a href="#perguntas-frequentes">Perguntas frequentes</a><ol><li><a href="#o-que-e-o-acelerai-da-alice">O que é o AcelerAI da Alice?</a></li><li><a href="#ia-aumenta-o-isolamento-no-trabalho-2">IA aumenta o isolamento no trabalho?</a></li><li><a href="#como-o-rh-pode-conduzir-a-adocao-de-ia-na-empresa">Como o RH pode conduzir a adoção de IA na empresa?</a></li><li><a href="#quantas-pessoas-ja-usam-ia-no-trabalho-no-brasil">Quantas pessoas já usam IA no trabalho no Brasil?</a></li><li><a href="#ia-no-trabalho-afeta-a-saude-dos-colaboradores">IA no trabalho afeta a saúde dos colaboradores?</a></li><li><a href="#o-que-e-saude-social-e-qual-sua-relacao-com-o-trabalho">O que é saúde social e qual sua relação com o trabalho?</a></li></ol></li></ol></div><html><body><p>Desenhar ado&ccedil;&atilde;o coletiva de intelig&ecirc;ncia artificial na empresa significa tratar a curva de aprendizado como experi&ecirc;ncia de grupo &mdash; com rituais, metas e avalia&ccedil;&atilde;o compartilhados &mdash; em vez de deixar cada colaborador aprender a ferramenta por conta pr&oacute;pria. Na <strong>Alice</strong>, esse desenho levou 120 pessoas do time de neg&oacute;cio a passarem pelo assessment de flu&ecirc;ncia em IA do programa <a class="underline underline underline-offset-2 decoration-1 decoration-current/40 hover:decoration-current focus:decoration-current" href="https://alice.com.br/blog/webinar/alice-ia-fluency/" target="_blank" rel="noopener">AcelerAI</a>, criado exatamente para isso. A diferen&ccedil;a entre as duas abordagens n&atilde;o &eacute; apenas de velocidade de aprendizado: &eacute; o que determina se a IA aprofunda ou reduz o isolamento dentro dos times.</p>
<h2 id="ia-aumenta-o-isolamento-no-trabalho">IA aumenta o isolamento no trabalho?</h2>
<p><a class="underline underline underline-offset-2 decoration-1 decoration-current/40 hover:decoration-current focus:decoration-current" href="https://exame.com/carreira/ia-pode-aumentar-solidao-no-trabalho-alerta-chro-da-alice-no-rh-summit/" target="_blank" rel="noopener">Sarita Vollnhofer, CHRO da Alice, alertou</a> em maio de 2026, durante o RH Summit em S&atilde;o Paulo, que o uso individualizado de ferramentas de IA pode aumentar a solid&atilde;o no ambiente de trabalho &mdash; a pessoa passa a interagir mais com a ferramenta e menos com colegas e lideran&ccedil;as. Na ocasi&atilde;o, ela citou um relat&oacute;rio da <a href="https://www.theguardian.com/global-development/2023/nov/16/who-declares-loneliness-a-global-public-health-concern" target="_blank" rel="noopener">Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial da Sa&uacute;de</a> que compara os efeitos da solid&atilde;o &agrave; sa&uacute;de ao consumo di&aacute;rio de 15 cigarros.</p>
<p>A preocupa&ccedil;&atilde;o de Sarita n&atilde;o &eacute; isolada. Um estudo da <a class="underline underline underline-offset-2 decoration-1 decoration-current/40 hover:decoration-current focus:decoration-current" href="https://kpmg.com/br/pt/insights/2025/05/ia-empresas-confianca.html" target="_blank" rel="noopener">KPMG em parceria com a Universidade de Melbourne</a> mostra que 86% dos profissionais brasileiros afirmam que a empresa em que trabalham j&aacute; usa IA, e 71% notam aumento de efici&ecirc;ncia, qualidade do trabalho e potencial de inova&ccedil;&atilde;o por causa disso. A discuss&atilde;o sobre adotar IA ou n&atilde;o j&aacute; est&aacute; superada &mdash; o que resta em aberto &eacute; como cada empresa desenha essa ado&ccedil;&atilde;o.</p>
<p><a class="underline underline underline-offset-2 decoration-1 decoration-current/40 hover:decoration-current focus:decoration-current" href="https://hbr.org/2026/03/how-ai-damages-work-relationships-and-where-it-can-actually-help" target="_blank" rel="noopener">Amy Gallo, editora colaboradora da Harvard Business Review</a>, chega a um diagn&oacute;stico parecido a partir das rela&ccedil;&otilde;es de trabalho: segundo ela, cada vez que uma conversa dif&iacute;cil, um agradecimento ou um momento de troca &eacute; delegado a uma IA, a empresa n&atilde;o est&aacute; apenas economizando tempo &mdash; est&aacute; terceirizando os pequenos momentos que constroem conex&atilde;o entre colegas.</p>
<p>A psicoterapeuta <a class="underline underline underline-offset-2 decoration-1 decoration-current/40 hover:decoration-current focus:decoration-current" href="https://flashapp.com.br/blog/flash-humanidades-esther-perel" target="_blank" rel="noopener">Esther Perel, em sua primeira passagem pelo Brasil</a>, descreveu um fen&ocirc;meno parecido com outro nome: atrofia social, a perda progressiva da capacidade de se relacionar com outras pessoas, agravada por ambientes cada vez mais mediados por tecnologias que prometem uma intera&ccedil;&atilde;o perfeita e sem atrito.</p>
<p>Essa mesma preocupa&ccedil;&atilde;o apareceu, com peso adicional, no <a href="https://conarh.org.br/" target="_blank" rel="noopener">CONARH 2026</a>: Kasley Killam, autora do livro &ldquo;Sa&uacute;de Social: A Arte e a Ci&ecirc;ncia da Conex&atilde;o Humana&rdquo;, trouxe ao Brasil os dados que embasaram a decis&atilde;o da <a href="https://www.who.int/groups/commission-on-social-connection/report" target="_blank" rel="noopener">Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial da Sa&uacute;de (OMS) </a>de declarar, em 2025, a sa&uacute;de social um pilar t&atilde;o priorit&aacute;rio quanto a sa&uacute;de f&iacute;sica e a mental. Para Killam, isolamento cr&ocirc;nico n&atilde;o &eacute; uma quest&atilde;o de bem-estar em segundo plano &mdash; &eacute; um fator de risco &agrave; sa&uacute;de compar&aacute;vel, em magnitude, ao de h&aacute;bitos como o tabagismo.</p>
<p>O diagn&oacute;stico, em todas essas vers&otilde;es, &eacute; sobre o padr&atilde;o de ado&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o sobre a tecnologia em si. Quando a IA &eacute; aprendida sozinha &mdash; sem rituais, sem comunidade, sem gestor envolvido &mdash;, ela substitui trocas humanas que antes aconteciam por padr&atilde;o. Quando a ado&ccedil;&atilde;o &eacute; desenhada como experi&ecirc;ncia coletiva desde o in&iacute;cio, essa mesma ferramenta pode gerar o efeito contr&aacute;rio: mais pontos de encontro entre pessoas, n&atilde;o menos. Essa &eacute; a l&oacute;gica que orienta o AcelerAI, o programa de flu&ecirc;ncia em IA da Alice.</p>
<h2 id="qual-o-papel-do-rh-na-adocao-coletiva-de-ia">Qual o papel do RH na ado&ccedil;&atilde;o coletiva de IA?</h2>
<p>O RH que orienta a ado&ccedil;&atilde;o coletiva de IA come&ccedil;a mapeando onde a ferramenta muda o trabalho, antes de automatizar qualquer processo. Foi esse o primeiro passo de <a class="underline underline underline-offset-2 decoration-1 decoration-current/40 hover:decoration-current focus:decoration-current" href="https://alice.com.br/blog/webinar/ia-rh-nuvemshop-pipo-saude/" target="_blank" rel="noopener">Gabriela Ca&ntilde;as, CHRO da Nuvemshop</a>, que passou a tratar a &aacute;rea de Pessoas como um sistema &mdash; que recebe informa&ccedil;&atilde;o, processa e gera produtos para a lideran&ccedil;a &mdash; antes de decidir o que delegar &agrave; IA e o que deveria permanecer humano.</p>
<p>A partir desse mapa, a pergunta que orienta a ado&ccedil;&atilde;o coletiva muda de &ldquo;como uso a IA&rdquo; para &ldquo;em qual etapa a IA muda o processo, e em qual etapa as pessoas continuam insubstitu&iacute;veis&rdquo;. Ca&ntilde;as descreve a decis&atilde;o mais estrutural da Nuvemshop como a constru&ccedil;&atilde;o de um hub de dados de People conectado &agrave; IA da empresa, com camadas de seguran&ccedil;a por lideran&ccedil;a &mdash; e, enquanto esse hub n&atilde;o est&aacute; pronto, o time constr&oacute;i agentes pontuais para n&atilde;o deixar cada gestor usar uma IA gen&eacute;rica sem direcionamento sobre como interpretar dados de pessoas.</p>
<p>A ansiedade da transi&ccedil;&atilde;o, segundo Ca&ntilde;as, faz parte do processo &mdash; o ant&iacute;doto n&atilde;o &eacute; eliminar a incerteza, mas garantir clareza sobre o pr&oacute;ximo passo. Esse &eacute; o papel que o RH ocupa quando a ado&ccedil;&atilde;o de IA &eacute; desenhada como jornada coletiva: n&atilde;o o de aprovar ferramentas, mas o de decidir, junto com a lideran&ccedil;a, onde a tecnologia entra e onde a decis&atilde;o humana permanece soberana.</p>
<p>Essa reorganiza&ccedil;&atilde;o j&aacute; aparece, na pr&aacute;tica, como demanda por cargos que n&atilde;o existiam at&eacute; pouco tempo atr&aacute;s. No painel &ldquo;IA + IH&rdquo; do <a href="https://conarh.org.br/">CONARH 2026</a>, Nancy Abe (CIO e conselheira, NoMar Consultoria) e Ligia Zotini (fundadora da Voicers) observaram que a governan&ccedil;a de agentes de IA dentro das &aacute;reas de neg&oacute;cio &mdash; quem audita, quem monitora, quem responde quando um agente erra &mdash; &eacute; uma fun&ccedil;&atilde;o nova, que n&atilde;o pode ficar concentrada apenas na &aacute;rea de tecnologia. Para Zotini, o sinal mais concreto de que uma empresa passou de &ldquo;usar IA&rdquo; para &ldquo;transformar a organiza&ccedil;&atilde;o com IA&rdquo; &eacute; justamente a cria&ccedil;&atilde;o desses pap&eacute;is de responsabilidade compartilhada entre neg&oacute;cio e tecnologia &mdash; n&atilde;o apenas a ado&ccedil;&atilde;o da ferramenta em si.</p>
<h2 id="o-que-a-ciencia-diz-sobre-saude-social-no-trabalho">O que a ci&ecirc;ncia diz sobre sa&uacute;de social no trabalho?</h2>
<p>Se o isolamento &eacute; o risco quando a ado&ccedil;&atilde;o de IA &eacute; individualizada, a sa&uacute;de social &eacute; o que est&aacute; em jogo do outro lado da equa&ccedil;&atilde;o &mdash; e a ci&ecirc;ncia por tr&aacute;s dela ajuda a explicar por que o desenho da ado&ccedil;&atilde;o importa tanto.</p>
<p>A ideia de sa&uacute;de social parte de um princ&iacute;pio simples: assim como existe uma sa&uacute;de f&iacute;sica (do corpo) e uma sa&uacute;de mental (da mente), existe uma terceira dimens&atilde;o &mdash; a sa&uacute;de das rela&ccedil;&otilde;es. Pesquisas conduzidas ao longo de d&eacute;cadas mostram que pessoas com conex&otilde;es sociais fracas t&ecirc;m risco de mortalidade duas a tr&ecirc;s vezes maior, independentemente de outros h&aacute;bitos de sa&uacute;de. Foi esse corpo de evid&ecirc;ncias que levou a <a href="https://www.who.int/groups/commission-on-social-connection/report" target="_blank" rel="noopener">Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial da Sa&uacute;de</a> a reconhecer, em 2025, a sa&uacute;de social como prioridade global equivalente &agrave; f&iacute;sica e &agrave; mental.</p>
<p>No ambiente de trabalho, essa mesma l&oacute;gica se traduz em n&uacute;meros concretos: um em cada cinco profissionais no mundo relata se sentir sozinho no trabalho, e times mais conectados s&atilde;o mais inovadores, mais colaborativos e mais resilientes. &Eacute; esse o territ&oacute;rio que o artigo &ldquo;<strong>Rituais de conex&atilde;o: como as equipes constroem sa&uacute;de social no trabalho</strong>&rdquo; aprofunda, com exemplos pr&aacute;ticos de empresas que desenharam, de forma intencional, momentos de conex&atilde;o dentro da rotina &mdash; do jeito que a Alice fez com o AcelerAI.</p>
<h3 id="como-a-alice-usa-o-acelerai-para-reduzir-o-isolamento-das-equipes">Como a Alice usa o AcelerAI para reduzir o isolamento das equipes?</h3>
<p>O <a class="underline underline underline-offset-2 decoration-1 decoration-current/40 hover:decoration-current focus:decoration-current" href="https://alice.com.br/blog/webinar/alice-ia-fluency/" target="_blank" rel="noopener">AcelerAI</a>, programa de flu&ecirc;ncia em IA da Alice, foi constru&iacute;do sobre dois pilares: comunidade de aprendizagem e design thinking. A escolha n&atilde;o foi arbitr&aacute;ria &mdash; em um cen&aacute;rio de mudan&ccedil;a constante, a aprendizagem entre pares tende a ser mais resiliente do que a transmiss&atilde;o vertical de conte&uacute;do. N&atilde;o &eacute; um workshop pontual: &eacute; uma trilha estruturada, com meta de 100% do time de neg&oacute;cio fluente &mdash; n&atilde;o 80%, n&atilde;o 60% &mdash; porque flu&ecirc;ncia coletiva s&oacute; se sustenta quando todos alcan&ccedil;am o mesmo patamar.</p>
<p>Na pr&aacute;tica, isso significa que ningu&eacute;m aprende IA isoladamente dentro do programa. O AcelerAI estrutura quatro formatos simult&acirc;neos de engajamento: peer learning entre duplas, desafios pr&aacute;ticos quinzenais, aul&otilde;es conduzidos pelos pr&oacute;prios colaboradores de refer&ecirc;ncia &mdash; e n&atilde;o apenas pelo time de tecnologia &mdash; e curadoria de conte&uacute;do validada pela lideran&ccedil;a de neg&oacute;cio. Essa curadoria n&atilde;o &eacute; um detalhe burocr&aacute;tico: pesquisadores da Stanford e da BetterUp descreveram, <a class="underline underline underline-offset-2 decoration-1 decoration-current/40 hover:decoration-current focus:decoration-current" href="https://hbr.org/2025/09/ai-generated-workslop-is-destroying-productivity" target="_blank" rel="noopener">em artigo publicado pela Harvard Business Review</a>, o fen&ocirc;meno do &ldquo;workslop&rdquo; &mdash; conte&uacute;do gerado por IA sem revis&atilde;o, que parece pronto mas carece de subst&acirc;ncia e gera retrabalho para quem recebe. Validar o que circula dentro do programa &eacute; o que evita que a flu&ecirc;ncia individual em IA se transforme em mais trabalho para o time.</p>
<p>At&eacute; agosto de 2026, 120 pessoas do time de neg&oacute;cio da Alice passaram pelo assessment de flu&ecirc;ncia do programa, medido por um framework de quatro compet&ecirc;ncias batizado de &ldquo;4 Ds&rdquo;: delega&ccedil;&atilde;o, descri&ccedil;&atilde;o, discernimento e dilig&ecirc;ncia.</p>
<p>O assessment &eacute; cont&iacute;nuo, sem data &uacute;nica de avalia&ccedil;&atilde;o &mdash; a pessoa pode revisitar, buscar ajuda e submeter novamente. O relat&oacute;rio final &eacute; discutido com o gestor direto, que passou por um treinamento espec&iacute;fico para conduzir essa conversa dentro do programa. &Eacute; esse desenho &mdash; aprendizagem em grupo, avalia&ccedil;&atilde;o sem car&aacute;ter punitivo e gestor como pe&ccedil;a central &mdash; que trata a flu&ecirc;ncia em IA como constru&ccedil;&atilde;o coletiva, e n&atilde;o como compet&ecirc;ncia individual medida em isolamento.</p>
<h2 id="o-que-os-dados-dizem-sobre-ia-saude-social-e-produtividade-no-brasil">O que os dados dizem sobre IA, sa&uacute;de social e produtividade no Brasil?</h2>
<p>A 4&ordf; edi&ccedil;&atilde;o do Pulso RH, estudo da Alice realizado com a plataforma de pesquisa Opinion Box junto a mais de 2 mil profissionais brasileiros, mostra que 63,3% j&aacute; usam ferramentas de IA no trabalho, e 57,5% desse grupo reconhece um impacto significativo da tecnologia na pr&oacute;pria produtividade.</p>
<p>O estudo tamb&eacute;m testa diretamente a hip&oacute;tese de isolamento: entre todos os entrevistados, 43,5% afirmam que a IA n&atilde;o os afasta de outras pessoas, n&atilde;o dispensa momentos de colabora&ccedil;&atilde;o com colegas e n&atilde;o os faz sentir mais sozinhos &mdash; contra 27,8% que relatam esse efeito negativo. O dado n&atilde;o contradiz o alerta sobre solid&atilde;o no trabalho; ele refor&ccedil;a que o problema n&atilde;o est&aacute; na ferramenta, e sim em como a ado&ccedil;&atilde;o &eacute; desenhada dentro de cada empresa.</p>
<p>Ainda segundo o estudo, quem usa IA no trabalho reporta h&aacute;bitos de sa&uacute;de mais consistentes do que quem n&atilde;o usa &mdash; incluindo pr&aacute;tica mais regular de exerc&iacute;cios f&iacute;sicos e maior aten&ccedil;&atilde;o a exames de rotina. O pr&oacute;prio estudo destaca que a associa&ccedil;&atilde;o &eacute; observacional, n&atilde;o causal: o uso de IA pode ser um marcador de um perfil mais proativo e engajado, e n&atilde;o a causa direta desses h&aacute;bitos.</p>
<p>Esse movimento tamb&eacute;m aparece em pesquisas sobre o pr&oacute;prio mercado de trabalho brasileiro: segundo dados apresentados por Fernanda Mayol (s&oacute;cia da McKinsey e integrante do Conselho Estrat&eacute;gico Empresarial da ABRH Brasil) no <a href="https://conarh.org.br/">CONARH 2026</a>, a busca por flu&ecirc;ncia em IA como compet&ecirc;ncia profissional cresceu mais de dez vezes no Brasil nos &uacute;ltimos dois anos &mdash; um sinal de que o desafio que motivou o AcelerAI n&atilde;o &eacute; uma particularidade da Alice, mas uma demanda que est&aacute; se generalizando no mercado.</p>
<h2 id="para-levar-com-voce">Para levar com voc&ecirc;</h2>
<p>Ado&ccedil;&atilde;o coletiva de IA na empresa n&atilde;o elimina a curva de aprendizado nem a ansiedade que vem com ela &mdash; mas muda o que essa curva produz. Quando o desenho &eacute; coletivo, como no AcelerAI, a mesma ferramenta que poderia isolar se torna ponto de encontro: entre pares que aprendem juntos, entre gestor e time, entre RH e lideran&ccedil;a. Isso &eacute; o que os 120 assessments de flu&ecirc;ncia do time de neg&oacute;cio da Alice, o case da Nuvemshop e os dados da 4&ordf; edi&ccedil;&atilde;o do Pulso RH t&ecirc;m em comum: a IA n&atilde;o decide, por si s&oacute;, se aproxima ou afasta as pessoas. Quem decide &eacute; o desenho da ado&ccedil;&atilde;o.</p>
<h2 id="perguntas-frequentes">Perguntas frequentes</h2>
<h3 id="o-que-e-o-acelerai-da-alice"><strong>O que &eacute; o AcelerAI da Alice?</strong></h3>
<p>O AcelerAI &eacute; o programa de flu&ecirc;ncia em intelig&ecirc;ncia artificial da Alice, constru&iacute;do sobre comunidade de aprendizagem e design thinking. Ele estrutura o aprendizado em peer learning, desafios pr&aacute;ticos e aul&otilde;es internos, com avalia&ccedil;&atilde;o cont&iacute;nua por um framework de quatro compet&ecirc;ncias. At&eacute; agosto de 2026, 120 pessoas do time de neg&oacute;cio passaram pelo assessment do programa.</p>
<h3 id="ia-aumenta-o-isolamento-no-trabalho-2"><strong>IA aumenta o isolamento no trabalho?</strong></h3>
<p>Depende de como a ado&ccedil;&atilde;o &eacute; desenhada. Quando cada pessoa aprende a ferramenta isoladamente, o risco de isolamento aumenta &mdash; alerta feito pela CHRO da Alice, Sarita Vollnhofer, no RH Summit 2026. Quando a ado&ccedil;&atilde;o &eacute; coletiva, com rituais e gestor envolvido, a mesma tecnologia pode aproximar pessoas em vez de afast&aacute;-las.</p>
<h3 id="como-o-rh-pode-conduzir-a-adocao-de-ia-na-empresa"><strong>Como o RH pode conduzir a ado&ccedil;&atilde;o de IA na empresa?</strong></h3>
<p>O RH conduz a ado&ccedil;&atilde;o coletiva de IA mapeando antes onde a ferramenta muda o trabalho, em vez de automatizar processos ao acaso. O case da Nuvemshop, apresentado no Open Arena da Alice, mostra que a pergunta central &eacute; definir em qual etapa a IA substitui tarefas e em qual etapa a decis&atilde;o humana continua insubstitu&iacute;vel.</p>
<h3 id="quantas-pessoas-ja-usam-ia-no-trabalho-no-brasil"><strong>Quantas pessoas j&aacute; usam IA no trabalho no Brasil?</strong></h3>
<p>Segundo a KPMG em parceria com a Universidade de Melbourne, 86% dos profissionais brasileiros afirmam que a empresa em que trabalham j&aacute; usa intelig&ecirc;ncia artificial, e 71% notam aumento de efici&ecirc;ncia, qualidade do trabalho e potencial de inova&ccedil;&atilde;o por causa disso.</p>
<h3 id="ia-no-trabalho-afeta-a-saude-dos-colaboradores"><strong>IA no trabalho afeta a sa&uacute;de dos colaboradores?</strong></h3>
<p>Segundo a 4&ordf; edi&ccedil;&atilde;o do Pulso RH da Alice, profissionais que usam IA no trabalho relatam h&aacute;bitos de sa&uacute;de mais consistentes, como exerc&iacute;cios f&iacute;sicos regulares e aten&ccedil;&atilde;o a exames de rotina, do que quem n&atilde;o usa a tecnologia. O pr&oacute;prio estudo destaca que essa associa&ccedil;&atilde;o &eacute; observacional, n&atilde;o causal.</p>
<h3 id="o-que-e-saude-social-e-qual-sua-relacao-com-o-trabalho"><b>O que &eacute; sa&uacute;de social e qual sua rela&ccedil;&atilde;o com o trabalho?</b></h3>
<p>Sa&uacute;de social &eacute; a dimens&atilde;o da sa&uacute;de relacionada &agrave; qualidade e &agrave; quantidade das conex&otilde;es humanas de uma pessoa &mdash; reconhecida pela <a href="https://www.who.int/groups/commission-on-social-connection/report">Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial da Sa&uacute;de</a> como um pilar t&atilde;o importante quanto a sa&uacute;de f&iacute;sica e a mental. No ambiente de trabalho, ela se traduz em times mais inovadores, colaborativos e resilientes. [<a href="https://alice.com.br/blog/empresas/saude-social-trabalho-rituais-conexao/" target="_blank" rel="noopener">Ver o artigo completo sobre rituais de conex&atilde;o no trabalho</a>].</p>
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<p>O post <a href="https://alice.com.br/blog/empresas/adocao-coletiva-ia-acelerai/">Adoção coletiva de IA reduz isolamento no trabalho: o que mostra o AcelerAI da Alice</a> apareceu primeiro em <a href="https://alice.com.br/blog">Blog da Alice</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
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		<title>&#8220;Empresas têm o dever social de ser um local de saúde, não de adoecimento&#8221;: Josiane Lima, Diretora de Pessoas da Swile Brasil</title>
		<link>https://alice.com.br/blog/empresas/riscos-psicossociais-josiane-lima-swile/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Time Alice]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Apr 2026 19:29:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[plano de saúde]]></category>
		<category><![CDATA[plano de saúde empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[saúde dos funcionários]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://alice.com.br/blog/?p=21006</guid>

					<description><![CDATA[<p>Em entrevista, Josiane destaca a comunicação como a base de qualquer liderança para criar segurança psicológica e por que a NR-1 não pode depender de obrigatoriedade para avançar.</p>
<p>O post <a href="https://alice.com.br/blog/empresas/riscos-psicossociais-josiane-lima-swile/">&#8220;Empresas têm o dever social de ser um local de saúde, não de adoecimento&#8221;: Josiane Lima, Diretora de Pessoas da Swile Brasil</a> apareceu primeiro em <a href="https://alice.com.br/blog">Blog da Alice</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<html><body><p><span>Ler pessoas nas entrelinhas &ndash; se preocupando tanto com o que &eacute; falado quanto com o que n&atilde;o &eacute; falado &ndash; &eacute; uma habilidade que Josiane Lima aprendeu no jornalismo, levou para a &aacute;rea de Recursos Humanos e nunca mais abandonou.</span></p>
<blockquote>
<h3><span>&ldquo;Na comunica&ccedil;&atilde;o e na fala das pessoas, tem o que &eacute; realmente dito, tem o que n&atilde;o &eacute; dito e tem o que fica nas entrelinhas. Muitas dores ou problemas que a gente tem dentro dos times est&atilde;o nesse lugar&rdquo;, reflete a Diretora de Pessoas da Swile Brasil.</span></h3>
</blockquote>
<p><span>N&atilde;o &eacute; coincid&ecirc;ncia que essa mesma habilidade seja hoje um dos pilares do trabalho que ela desenvolve na gest&atilde;o de pessoas, e especialmente no tema que pauta o debate nas empresas brasileiras nos &uacute;ltimos anos: os riscos psicossociais no trabalho.&nbsp;</span></p>
<p><span>A atualiza&ccedil;&atilde;o da NR-1 traz ao debate fatores como estresse cr&ocirc;nico, burnout, sobrecarga e ass&eacute;dio no ambiente de trabalho, e Josiane refor&ccedil;a a urg&ecirc;ncia do tema. Segundo ela, as empresas n&atilde;o podem depender de uma data de fiscaliza&ccedil;&atilde;o para come&ccedil;ar a tratar a sa&uacute;de mental com mais seriedade.</span></p>
<p><span>Nesta conversa ao </span><b>Blog da Alice</b><span>, a entrevistada aborda como a comunica&ccedil;&atilde;o molda l&iacute;deres mais humanos, o que a Swile fez para chegar &agrave; nota de 9,3 no NPS dos colaboradores e por onde os RHs devem come&ccedil;ar quando o assunto &eacute; sa&uacute;de mental no trabalho.</span></p>
<h2><b>Voc&ecirc; vem do jornalismo e chegou &agrave; diretoria de pessoas de uma das startups mais relevantes do mercado de benef&iacute;cios. Como essa trajet&oacute;ria moldou a forma como voc&ecirc; enxerga a gest&atilde;o de pessoas hoje?</b></h2>
<p><span>Sem d&uacute;vida, a comunica&ccedil;&atilde;o foi a skill que me trouxe at&eacute; aqui. Quando eu cheguei na &aacute;rea de RH e entendi o poder da comunica&ccedil;&atilde;o, pensei: todas as pessoas deveriam fazer minimamente um curso de comunica&ccedil;&atilde;o ou um primeiro semestre em Rela&ccedil;&otilde;es P&uacute;blicas ou Jornalismo. Se comunicar com clareza e transpar&ecirc;ncia te faz um profissional melhor, te faz ter rela&ccedil;&otilde;es melhores. Voc&ecirc; consegue modular essa comunica&ccedil;&atilde;o de acordo com o seu p&uacute;blico.</span></p>
<p><span>A outra conex&atilde;o &eacute; que o RH &eacute; estruturante, e eu entendi que, pelo meu background de jornalismo, a gente desenvolve muito a capacidade de influ&ecirc;ncia. Numa nova &eacute;poca em que as coisas n&atilde;o acontecem mais de forma top-down, mas muito mais por alinhamento, por costura e por influ&ecirc;ncia, eu percebi que eu j&aacute; tinha isso bastante desenvolvido.</span></p>
<h2><b>Teve algum momento espec&iacute;fico que marcou essa virada de carreira?</b></h2>
<p><span>Eu trabalhava numa grande varejista americana que estava no Brasil e eles tinham acabado de rodar uma pesquisa onde perguntaram para a lideran&ccedil;a o que achavam da &aacute;rea de comunica&ccedil;&atilde;o interna. A resposta estava mais para regular do que bom. Eu tinha acabado de vir de um media training e pensei &ldquo;a gente devia fazer um treinamento interno&rdquo;. Do mesmo jeito que a gente prepara as pessoas para falar com jornalistas, vamos preparar os l&iacute;deres para falar com seus times.</span></p>
<p><span>O gestor adorou, a gente fez um piloto, e deu muito certo. Conseguimos observar que as pessoas que se comunicavam melhor, que absorviam o treinamento, usavam mais as ferramentas que a gente disponibilizava. Ao usar essas ferramentas, aumentavam o &iacute;ndice de engajamento das lojas. E, ao aumentar o engajamento, diminu&iacute;am o turnover e melhoravam as vendas. Uma espiral positiva, tudo pela comunica&ccedil;&atilde;o. Isso me deu uma visibilidade enorme e me aproximou da &aacute;rea de RH de uma forma diferente.</span></p>
<h2><b>Como voc&ecirc; v&ecirc; a rela&ccedil;&atilde;o entre comunica&ccedil;&atilde;o e seguran&ccedil;a psicol&oacute;gica, especialmente quando falamos em riscos psicossociais?</b></h2>
<p><span>Na comunica&ccedil;&atilde;o e na fala das pessoas tem o que &eacute; realmente dito, tem o que n&atilde;o &eacute; dito e tem o que fica nas entrelinhas. Muitas dores ou problemas que a gente tem dentro dos times est&atilde;o nesse lugar. Eu sempre soube ler essas entrelinhas, e &eacute; uma habilidade que o meu time diz aprender muito ao me observar.</span></p>
<p><span>As doen&ccedil;as psicossociais est&atilde;o nesse lugar. As pessoas, muitas vezes, n&atilde;o conseguem dizer com todas as letras que est&atilde;o adoecidas mentalmente, mas elas d&atilde;o ind&iacute;cios. &Agrave;s vezes &eacute; a empresa que tem esse dever social de alertar, de ajudar, de estender a m&atilde;o. E a pessoa tamb&eacute;m precisa ter coragem de falar. Por isso, falo com recorr&ecirc;ncia para o time que a gente precisa ver o que n&atilde;o est&aacute; sendo dito, o que est&aacute; nas entrelinhas. A&iacute; tem muita coisa.</span></p>
<h2><b>Como voc&ecirc; avalia a maturidade das empresas brasileiras no tema de sa&uacute;de mental e riscos psicossociais hoje?</b></h2>
<p><span>&Eacute; uma agenda urgente. Ela n&atilde;o &eacute; inovadora, pois a NR-1 veio para acelerar uma causa que j&aacute; existe h&aacute; muito tempo. De 2024 para 2025, houve um aumento de 15% nos afastamentos por transtornos mentais; em 2025, mais de 500 mil colaboradores de organiza&ccedil;&otilde;es foram afastados. Isso &eacute; grave.</span></p>
<p><span>Algumas empresas j&aacute; est&atilde;o mais avan&ccedil;adas, especialmente as grandes, que j&aacute; t&ecirc;m selos de sustentabilidade e precisaram se destacar por outros caminhos. As menores tamb&eacute;m est&atilde;o nesse caminho, mas tem empresas mais tradicionais que precisam de um RH como protagonista para liderar essa pauta e mostrar valor nesse lugar. Porque criar um ambiente seguro n&atilde;o &eacute; s&oacute; para que as pessoas deixem de adoecer. &Eacute; porque voc&ecirc; cria confian&ccedil;a, desenvolve l&iacute;deres, melhora o ambiente. E a&iacute; as pessoas desejam trabalhar na sua organiza&ccedil;&atilde;o, querem ficar, querem crescer, e o neg&oacute;cio cresce junto.</span></p>
<h2><b>Quando voc&ecirc; chegou &agrave; Swile, voc&ecirc; falou sobre uma &ldquo;cultura de espelhamento&rdquo;: a ideia de que, como a Swile vende para RHs, o time de Pessoas precisa ser o primeiro a viver o que a empresa prega. Como o cuidado com sa&uacute;de mental e riscos psicossociais dentro do time de Pessoas se reflete em toda a Swile?</b></h2>
<p><span>&Eacute; o cuidar de quem cuida. Colocar a m&aacute;scara primeiro em voc&ecirc; e depois na pessoa ao lado. Eu costumo dizer para o meu time que a gente vende um produto premium, e essa cultura de espelhamento &eacute;, na pr&aacute;tica, falar e fazer. O famoso </span><i><span>walk the talk</span></i><span>. N&atilde;o posso vender um lugar legal para se trabalhar, onde tem sa&uacute;de mental e seguran&ccedil;a psicol&oacute;gica, e as pr&aacute;ticas serem completamente opostas a isso.</span></p>
<p><span>A gente tamb&eacute;m precisa ser um laborat&oacute;rio de coisas legais, fazer muitos testes. E antes de qualquer lan&ccedil;amento de programa, a gente tamb&eacute;m olha para dentro. No final do ano, por exemplo, levamos um psic&oacute;logo para uma roda de conversa, para que o time conseguisse trazer as pr&oacute;prias dores. Porque n&oacute;s tamb&eacute;m somos humanos, tamb&eacute;m passamos por problemas, tamb&eacute;m podemos adoecer. Preciso de um time saud&aacute;vel para trabalhar a sa&uacute;de com o restante da empresa.</span></p>
<blockquote>
<h3><span>Eu costumo dizer para o meu time que a gente vende um produto premium, e essa cultura de espelhamento &eacute;, na pr&aacute;tica, falar e fazer. O famoso </span><i><span>walk the talk</span></i><span>. N&atilde;o posso vender um lugar legal para se trabalhar, onde tem sa&uacute;de mental e seguran&ccedil;a psicol&oacute;gica, e as pr&aacute;ticas serem completamente opostas a isso.</span></h3>
</blockquote>
<h2><b>E o papel da lideran&ccedil;a nesse contexto?</b></h2>
<p><span>A lideran&ccedil;a &eacute; estruturante para a sa&uacute;de ocupacional. A m&aacute;xima de que 90% das pessoas n&atilde;o se desligam das organiza&ccedil;&otilde;es, elas se desligam dos seus gestores, &eacute; uma verdade. E a gente sabe que o RH muitas vezes s&oacute; pega isso quando a rela&ccedil;&atilde;o j&aacute; est&aacute; desgastada ou em um pedido de desligamento.</span></p>
<p><span>Por isso, investimos tanto no desenvolvimento de l&iacute;deres. Lideran&ccedil;a n&atilde;o &eacute; algo s&oacute; intuitivo. A gente precisa colocar inten&ccedil;&atilde;o, tempo, investimento e pr&aacute;tica. Um l&iacute;der bem preparado tem comunica&ccedil;&atilde;o mais efetiva, d&aacute; transpar&ecirc;ncia no que precisa ser dado, deixa as metas claras, passa estabilidade para o time. E o time, por sua vez, tem mais seguran&ccedil;a, mais conex&atilde;o, mais confian&ccedil;a. Estamos falando de camadas profundas e essenciais para a sa&uacute;de mental.</span></p>
<h2><b>Voc&ecirc;s t&ecirc;m um programa de upskilling para l&iacute;deres na Swile. Como ele funciona, na pr&aacute;tica?</b></h2>
<p><span>&Eacute; um treinamento onde a gente coloca todos os l&iacute;deres de todos os n&iacute;veis na mesma sala, e isso &eacute; intencional. O l&iacute;der que est&aacute; no primeiro cargo de lideran&ccedil;a aprende muito quando troca com um diretor. Ele v&ecirc; o diretor falando &ldquo;olha, eu errei&rdquo; e isso mostra uma vulnerabilidade que &eacute; importante para que ele tamb&eacute;m tenha com seu time.</span></p>
<p><span>S&atilde;o de cinco a seis encontros por ano, e j&aacute; tem tr&ecirc;s anos acontecendo na Swile. Cada ano a gente olha o momento da empresa. No ano passado, o foco foi na agenda de breakeven. Agora, estamos num momento de consolida&ccedil;&atilde;o e diversifica&ccedil;&atilde;o de produto, ent&atilde;o os temas t&ecirc;m a ver com isso. Mas come&ccedil;amos sempre com a NR-1 e o papel fundamental que os l&iacute;deres t&ecirc;m nessa pauta, porque um l&iacute;der mal preparado pode ampliar uma agenda negativa que a organiza&ccedil;&atilde;o n&atilde;o quer.</span></p>
<h2><b>A Swile registrou uma nota m&eacute;dia de satisfa&ccedil;&atilde;o de 9,3 entre os funcion&aacute;rios. Voc&ecirc;s atribuem esse resultado a algo em espec&iacute;fico?</b></h2>
<p><span>A gente tem pulsos mensais e semestrais, e esse resultado surgiu de um trabalho muito constante. N&atilde;o aconteceu da noite para o dia; foi mais de um ano de escuta ativa e a&ccedil;&atilde;o consistente em cima das trocas com os times, em entender o que eles realmente precisavam.</span></p>
<p><span>Quando a gente mapeou que uma das notas mais baixas era em treinamentos, focamos em melhorar isso, oferecemos uma plataforma onde as pessoas pudessem trabalhar o pr&oacute;prio autodesenvolvimento. E os Dias de Conex&atilde;o vieram porque a gente queria que as pessoas estivessem nos mesmos dias no escrit&oacute;rio e com intencionalidade, e a&iacute; fizemos uma s&eacute;rie de coisas legais acontecerem l&aacute;.</span></p>
<h2><b>Como funciona a iniciativa de Dias de Conex&atilde;o?</b></h2>
<p><span>Segundas e quartas s&atilde;o os dias de conex&atilde;o no escrit&oacute;rio. Mas fomos al&eacute;m do espa&ccedil;o f&iacute;sico. A gente mapeou a&ccedil;&otilde;es e servi&ccedil;os que muitas pessoas precisavam e n&atilde;o estavam conseguindo resolver, como manicure, consulta com oftalmologista, etc. Em maio, por exemplo, vamos levar empresas que tenham produtos voltados para o Dia das M&atilde;es, para ajudar as pessoas a j&aacute; resolverem esse ponto.</span></p>
<h2><b>Voc&ecirc;s tamb&eacute;m t&ecirc;m dois programas que ajudaram bastante na melhoria do clima &mdash; a Festa do Bombom e o Sisterhood. Pode explicar o que s&atilde;o?</b></h2>
<p><span>A Festa do Bombom &eacute; o nosso ciclo de meritocracia, onde a gente trata de forma muito transparente quem est&aacute; sendo promovido e por qu&ecirc;. Ali a gente consegue mostrar o comportamento que fortalece a cultura. Transpar&ecirc;ncia na meritocracia gera confian&ccedil;a, que &eacute; a base para sa&uacute;de psicol&oacute;gica.</span></p>
<p><span>O Sisterhood surgiu de uma escuta. H&aacute; dois anos, mulheres da &aacute;rea comercial falavam que os homens tinham uma rede mais forte, sa&iacute;am para o happy hour, e elas n&atilde;o conseguiam por outras quest&otilde;es. A gente ouviu e criou o programa. O primeiro encontro foi, justamente, sobre networking e ele foi crescendo de um jeito que eu n&atilde;o imaginava. Virou uma rede de apoio muito forte, um ambiente de seguran&ccedil;a psicol&oacute;gica onde as mulheres falam o que est&atilde;o passando. E n&atilde;o s&oacute; na empresa, mas tamb&eacute;m em casa. A gente come&ccedil;a a chegar no que est&aacute; realmente impactando a sa&uacute;de mental daquela pessoa.</span></p>
<p><span>No in&iacute;cio deste ano, a gente convidou os homens para participar tamb&eacute;m, para ouvirem os receios que as mulheres t&ecirc;m ao sair de casa, que s&atilde;o muito diferentes dos deles. Trouxe uma empatia enorme.&nbsp;</span></p>
<h2><b>Para terminar, qual &eacute; o principal conselho para os RHs que ainda est&atilde;o tentando come&ccedil;ar nessa agenda?</b></h2>
<p><span>Sair da in&eacute;rcia. O maior erro &eacute; querer fazer coisas perfeitas. Comece. Mesmo que n&atilde;o seja perfeito, aprenda com os erros, v&aacute; melhorando no caminho, mas comece. A gente precisa mapear, diagnosticar o que o time precisa, onde est&atilde;o os fatores que geram mais adoecimento. Come&ccedil;ar pela causa raiz, mas come&ccedil;ar. Se todo RH tiver uma pauta para trabalhar a sa&uacute;de, a gente automaticamente est&aacute; mudando o mercado de trabalho brasileiro.</span></p>
<blockquote>
<h3><span>O maior erro &eacute; querer fazer coisas perfeitas. Comece. Mesmo que n&atilde;o seja perfeito, aprenda com os erros, v&aacute; melhorando no caminho, mas comece.</span></h3>
</blockquote>
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									<span class="title">Conhe&ccedil;a a Alice</span><span class="icon icon--arrow_right"></span></a>
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<p>O post <a href="https://alice.com.br/blog/empresas/riscos-psicossociais-josiane-lima-swile/">&#8220;Empresas têm o dever social de ser um local de saúde, não de adoecimento&#8221;: Josiane Lima, Diretora de Pessoas da Swile Brasil</a> apareceu primeiro em <a href="https://alice.com.br/blog">Blog da Alice</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Saúde social na prática: o que o case do Magalu ensina sobre cultura, conexão e resultado</title>
		<link>https://alice.com.br/blog/webinar/saude-social-na-pratica-o-que-o-case-do-magalu-ensina-sobre-cultura-conexao-e-resultado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Time Alice]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Feb 2026 13:36:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Webinar]]></category>
		<category><![CDATA[plano de saúde empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[saúde dos funcionários]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://alice.com.br/blog/?p=20603</guid>

					<description><![CDATA[<p>Empresas que desejam performance sustentável precisam olhar para a saúde de forma integral, tanto a física quanto a mental e a social.</p>
<p>O post <a href="https://alice.com.br/blog/webinar/saude-social-na-pratica-o-que-o-case-do-magalu-ensina-sobre-cultura-conexao-e-resultado/">Saúde social na prática: o que o case do Magalu ensina sobre cultura, conexão e resultado</a> apareceu primeiro em <a href="https://alice.com.br/blog">Blog da Alice</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="index"><div class="title">Índice</div><ol><li><a href="#quem-participou">Quem participou?</a></li><li><a href="#o-que-voce-vai-aprender-no-episodio">O que você vai aprender no episódio?</a></li><li><a href="#1-saude-social-comeca-na-cultura-nao-no-projeto">1) Saúde social começa na cultura — não no projeto</a></li><li><a href="#2-rituais-constroem-vinculo-e-escalam-cultura">2) Rituais constroem vínculo e escalam cultura</a></li><li><a href="#3-conexao-com-a-familia-tambem-e-estrategia">3) Conexão com a família também é estratégia</a></li><li><a href="#4-o-papel-da-lideranca-e-decisivo">4) O papel da liderança é decisivo</a></li><li><a href="#5-da-para-medir-saude-social-sim-e-isso-e-essencial">5) Dá para medir saúde social? Sim, e isso é essencial</a></li><li><a href="#6-onboarding-e-experiencia">6) Onboarding é experiência</a></li><li><a href="#7-tecnologia-e-meio-nao-fim">7) Tecnologia é meio, não fim</a></li><li><a href="#para-levar-com-voce">Para levar com você</a></li></ol></div><p>Nunca estivemos tão conectados e, ao mesmo tempo, tão solitários. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), uma em cada seis pessoas relata impactos da solidão na própria saúde. E a Harvard Business Review já listou a solidão como um dos maiores riscos empresariais recentes.</p>
<p>Foi a partir desse paradoxo que <a href="https://www.linkedin.com/in/saritavollnhofer/" target="_blank" rel="nofollow noopener"><strong>Sarita Vollnhofer</strong>, <strong>CHRO da Alice</strong></a>, abriu o 14º episódio do Open Arena, recebendo <a href="https://www.linkedin.com/in/patriciapugas/" target="_blank" rel="nofollow noopener"><strong>Patrícia Pugas</strong></a>, <strong>Diretora Executiva de Gestão de Pessoas do Magazine Luiza</strong>, para uma conversa sobre <b>saúde social na prática</b>, e como transformá-la em estratégia de negócio.</p>
<p>Mais do que um conceito, a saúde social apareceu como aquilo que sustenta pertencimento, engajamento e performance sustentável.</p>
<h2 id="quem-participou">Quem participou?</h2>
<p><b>Patrícia Pugas</b> é diretora executiva de Gestão de Pessoas do Magazine Luiza, onde atua há 10 anos e acompanhou de perto a transformação e a expansão da companhia. Mãe de três meninas, Pugas compartilhou como cultura, vínculos e disciplina na execução são pilares que atravessam gerações dentro da empresa.</p>
<h2 id="o-que-voce-vai-aprender-no-episodio">O que você vai aprender no episódio?</h2>
<h2 id="1-saude-social-comeca-na-cultura-nao-no-projeto">1) Saúde social começa na cultura — não no projeto</h2>
<p>Antes mesmo de o termo ganhar espaço nas discussões corporativas, o Magazine Luiza já cultivava práticas que fortalecem conexão e pertencimento. Para Pugas, saúde social é inseparável da cultura.</p>
<p>Ela resume em um “ciclo virtuoso” com três pilares:</p>
<ul>
<li>Práticas e rituais claros;</li>
<li>Comunicação que sensibiliza, e não apenas informa;</li>
<li>Disciplina consistente na execução.</li>
</ul>
<p>Não se trata, apenas, de ações pontuais, mas de uma repetição que seja intencional.</p>
<h2 id="2-rituais-constroem-vinculo-e-escalam-cultura">2) Rituais constroem vínculo e escalam cultura</h2>
<p>Um dos exemplos mais emblemáticos é a reunião de segunda-feira, realizada simultaneamente em todas as unidades da companhia. O encontro inclui celebrações, compartilhamento de informações estratégicas, reconhecimento e um momento de conexão coletiva.</p>
<p>Além disso, a empresa mantém:</p>
<ul>
<li>TV corporativa semanal, assistida em grupo nas lojas;</li>
<li>Grandes encontros anuais de liderança;</li>
<li>Avaliações baseadas em valores e comportamentos observáveis.</li>
</ul>
<p>O ponto central: cultura forte aparece nos rituais e nos comportamentos que eles reforçam.</p>
<h2 id="3-conexao-com-a-familia-tambem-e-estrategia">3) Conexão com a família também é estratégia</h2>
<p>Se passamos grande parte da vida no trabalho, faz sentido integrar — e não separar radicalmente — as dimensões da vida.</p>
<p>O Magalu promove ações com pais, mães e filhos nas unidades e criou uma colônia de férias dentro do escritório, permitindo que crianças passem o dia no ambiente de trabalho dos responsáveis.</p>
<p>Pode parecer simples, mas o impacto é profundo, pois:</p>
<ul>
<li>Reforça orgulho;</li>
<li>Fortalece marca empregadora;</li>
<li>Humaniza o ambiente de trabalho;</li>
<li>Cria pertencimento que atravessa gerações.</li>
</ul>
<p>Saúde social também é ampliar o círculo de conexão.</p>
<h2 id="4-o-papel-da-lideranca-e-decisivo">4) O papel da liderança é decisivo</h2>
<p>“Pessoas não pedem demissão da empresa. Pedem demissão do líder.”</p>
<p>A frase, já conhecida no RH, ganha ainda mais peso quando falamos de saúde social. O líder é quem traduz cultura em prática diária, especialmente em contextos híbridos e descentralizados.</p>
<p>Mas há um ponto sensível: liderança também pode ser solitária.</p>
<p>Por isso, a empresa precisa garantir que líderes tenham suporte, ferramentas e cuidado com a própria saúde social.</p>
<h2 id="5-da-para-medir-saude-social-sim-e-isso-e-essencial">5) Dá para medir saúde social? Sim, e isso é essencial</h2>
<p>Embora parte do impacto seja subjetivo, os efeitos são tangíveis. Patrícia destacou indicadores como:</p>
<ul>
<li>Força da marca empregadora;</li>
<li>Volume e qualidade de candidatos;</li>
<li>Turnover e tempo médio de permanência;</li>
<li>Pesquisas de clima e engajamento;</li>
<li>Produtividade e entrega de resultados.</li>
</ul>
<p>No Magalu, avaliações comportamentais baseadas em valores são cruzadas com metas objetivas. E, segundo Pugas, na maioria dos casos há convergência: pessoas mais alinhadas culturalmente também entregam melhores resultados.</p>
<p>Saúde social não é “soft”. Ela impacta diretamente na performance e na sustentabilidade do negócio.</p>
<h2 id="6-onboarding-e-experiencia">6) Onboarding é experiência</h2>
<p>Outro ponto provocador foi a discussão sobre onboarding. Em vez de usar esse momento para despejar informações que poderiam estar em um vídeo ou documento, o convite é transformá-lo em experiência de conexão:</p>
<ul>
<li>Com pessoas;</li>
<li>Com rituais;</li>
<li>Com propósito;</li>
<li>Com a cultura real da empresa.</li>
</ul>
<p>Encantamento começa antes da contratação e se consolida no primeiro dia.</p>
<h2 id="7-tecnologia-e-meio-nao-fim">7) Tecnologia é meio, não fim</h2>
<p>Em um cenário de trabalho híbrido e uso crescente de IA, o desafio não é escolher entre tecnologia ou conexão, mas equilibrar.</p>
<p>Ferramentas digitais ampliam alcance e integração, especialmente em empresas com milhares de colaboradores espalhados pelo país. Mas a conexão genuína exige intencionalidade humana.</p>
<p>Tecnologia é meio. Cultura e liderança são o que dão sentido.</p>
<h2 id="para-levar-com-voce">Para levar com você</h2>
<p>Saúde social é estratégia. Ela nasce na cultura, se materializa em rituais, se fortalece na liderança e aparece nos indicadores de negócio.</p>
<p>Empresas que desejam performance sustentável precisam olhar para a saúde de forma integral, tanto a física quanto a mental e a social. Afinal, pertencimento, confiança e vínculo não são acessórios, mas são infraestrutura invisível da performance.</p>
<p><b>Confira o episódio completo no vídeo em destaque nesta página.</b></p>
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		<title>CONARH 2025: IA redefine o futuro do trabalho e o papel do RHs</title>
		<link>https://alice.com.br/blog/empresas/conarh-2025-ia-redefine-o-futuro-do-trabalho-e-o-papel-do-rhs/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Amanda Milléo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Aug 2025 22:53:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[felicidade no trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[mercado de trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://alice.com.br/blog/?p=19527</guid>

					<description><![CDATA[<p>A Alice esteve presente no maior evento de gestão de pessoas da América Latina e conferiu os principais debates sobre o futuro do trabalho.</p>
<p>O post <a href="https://alice.com.br/blog/empresas/conarh-2025-ia-redefine-o-futuro-do-trabalho-e-o-papel-do-rhs/">CONARH 2025: IA redefine o futuro do trabalho e o papel do RHs</a> apareceu primeiro em <a href="https://alice.com.br/blog">Blog da Alice</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<html><body><p>O que os RHs precisam saber sobre as tend&ecirc;ncias do futuro do trabalho se resume a um &uacute;nico tema: <b>intelig&ecirc;ncia artificial</b>.</p>
<p>As IAs foram as protagonistas em praticamente todos os pain&eacute;is do <b>CONARH 2025</b>, o maior evento da Am&eacute;rica Latina, e um dos maiores do mundo, para profissionais de Recursos Humanos, Departamento Pessoal e Gest&atilde;o de Pessoas &ndash; e que ocorreu em S&atilde;o Paulo, entre os dias 19 e 21 de agosto.</p>
<p>A <b>Alice</b> esteve presente em todos os debates do audit&oacute;rio Alelo, destinado aos congressistas, ao longo dos tr&ecirc;s dias e traz abaixo um resumo com os principais insights.</p>
<h2><b>Futuro do trabalho e o impacto da IA</b></h2>
<p>39% das habilidades comuns no trabalho hoje ser&atilde;o obsoletas at&eacute; 2030. O dado do <a href="https://reports.weforum.org/docs/WEF_Future_of_Jobs_2025_Press_Release_PTBR.pdf" target="_blank" rel="nofollow noopener">F&oacute;rum Econ&ocirc;mico Mundial</a> ressoou pelos espectadores do painel <i>Futuro do Trabalho e o Novo Papel do RH</i>, e gerou v&aacute;rios questionamentos:</p>
<ul>
<li>Quais habilidades ser&atilde;o obsoletas?</li>
<li>Quais ser&atilde;o as habilidades e compet&ecirc;ncias do futuro?</li>
<li>Qual &eacute; o papel do RH nisso tudo?</li>
</ul>
<p>Cynthya Prates, diretora s&ecirc;nior de Recursos Humanos da Bayer, lembrou que, no in&iacute;cio dos anos 2000, havia o boom do &ldquo;trabalho como carreira&rdquo; e isso se traduzia em profissionais buscando qualifica&ccedil;&otilde;es t&eacute;cnicas em especializa&ccedil;&otilde;es e MBAs. Agora, a forma&ccedil;&atilde;o t&eacute;cnica deixa de ser suficiente, e os profissionais passam a buscar um constante desaprender e reaprender.</p>
<p>&ldquo;Uma grande tend&ecirc;ncia &eacute; buscar experi&ecirc;ncias novas que enrique&ccedil;am o nosso fazer e produzir. Estamos falando de uma reinven&ccedil;&atilde;o flu&iacute;da e constante do nosso portf&oacute;lio enquanto trabalhadores. Mas isso gera muita incerteza e um desafio: como se organizar para dar conta dessa volatilidade toda?&rdquo;, questiona Prates.</p>
<p>No painel <i>O poder das pessoas na era da intelig&ecirc;ncia artificial</i>, o evangelista global do LinkedIn Sankar Venkatraman deu um caminho &ndash; dividido entre empresas, RHs e as responsabilidades de cada indiv&iacute;duo.</p>
<ul>
<li><b>Empresas</b>: devem criar um conselho de IA, desenvolver pol&iacute;ticas de IA e come&ccedil;ar uma abordagem focada em projetos. &ldquo;N&atilde;o adianta tentar ferver o oceano&rdquo;, segundo Venkatraman. &Eacute; preciso que haja colabora&ccedil;&atilde;o e transpar&ecirc;ncia entre os colaboradores, al&eacute;m de agilidade e adapta&ccedil;&atilde;o das ideias, quando for necess&aacute;rio.</li>
<li><b>RHs</b>: devem se dedicar a aprender IA, e liderar a mudan&ccedil;a na redefini&ccedil;&atilde;o do que &eacute; &ldquo;trabalho&rdquo;. No fim do dia, trabalho &eacute; um conjunto de tarefas, que exige um conjunto de habilidades.</li>
<li><b>Indiv&iacute;duos</b>: a prepara&ccedil;&atilde;o de cada um passa por quatro habilidades essenciais: cognitivas; autolideran&ccedil;a; interpessoal e flu&ecirc;ncia digital.</li>
</ul>
<p>&ldquo;A nossa capacidade de nos reinventarmos ser&aacute; incrivelmente importante. Descartes dizia &lsquo;Penso, logo existo&rsquo;, mas as m&aacute;quinas j&aacute; pensam hoje. Sherry Turkle (soci&oacute;loga americana) cunhou o &lsquo;Compartilho, logo existo&rsquo;, destacando que somos seres sociais. Eu acredito que &lsquo;Aprendo, logo existo&rsquo; ser&aacute; o pr&oacute;ximo ponto&rdquo;, destacou o futurista Ravin Jesuthasan no painel <i>Skills Powered Organization.</i></p>
<p class="embed embed--16by9"><iframe title="#7 Webinar Open Arena | IA para RHs: O case do iFood" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/2KVNX7c3Y34?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<h2><b>Sa&uacute;de mental e sa&uacute;de social como estrat&eacute;gia</b></h2>
<p>Se a IA redistribui tarefas, a conex&atilde;o humana sustenta os times.</p>
<p>No painel <a href="https://alice.com.br/blog/empresas/sxsw-o-futuro-do-trabalho-sera-fluido-destaca-isadora-gabriel-chro-da-flash/"><i>Sa&uacute;de Social</i></a><i> e Conex&otilde;es Humanas</i>, Fernanda Mello, diretora de People e Culture da Coca-Cola, lembrou que h&aacute; uma import&acirc;ncia biol&oacute;gica na conex&atilde;o entre os seres humanos, j&aacute; que fomos programados para isso. E a solid&atilde;o, classificada como preocupa&ccedil;&atilde;o global de sa&uacute;de p&uacute;blica pela <a href="https://www.who.int/news/item/15-11-2023-who-launches-commission-to-foster-social-connection" target="_blank" rel="nofollow noopener">Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial da Sa&uacute;de (OMS</a>), ativa &aacute;reas cerebrais ligadas &agrave; dor f&iacute;sica.</p>
<p>No trabalho, criar conex&otilde;es significa ter momentos intencionais de encontro, como offsites, rituais em reuni&otilde;es ou abrir espa&ccedil;o na agenda para conversas fora do to-do. Para os l&iacute;deres, vale a coer&ecirc;ncia: se o equil&iacute;brio &eacute; um valor inegoci&aacute;vel na empresa, n&atilde;o cabe mensagem em f&eacute;rias ou fora do hor&aacute;rio de expediente.</p>
<p>E as quest&otilde;es envolvendo trabalho presencial versus remoto/h&iacute;brido tamb&eacute;m tiveram espa&ccedil;o. No painel <i>Experi&ecirc;ncia da pessoa colaboradora em ambientes digitais</i>, Let&iacute;cia Panisset, head de Gest&atilde;o da Mudan&ccedil;a da Ach&eacute;, pontuou como &eacute; dif&iacute;cil acompanhar os colaboradores e fazer a gest&atilde;o de pessoas, e o senso de pertencimento, mesmo em um mundo digital.</p>
<p>&ldquo;No digital &eacute; mais dif&iacute;cil perceber alguns sinais. Entro muito em reuni&otilde;es em que todo mundo est&aacute; com a c&acirc;mera fechada. Eu pe&ccedil;o para elas, sempre que poss&iacute;vel, para abrirem as c&acirc;meras e termos aquela sensa&ccedil;&atilde;o de olho no olho, que era comum no f&iacute;sico&rdquo;, destaca Lucimary Henrique, Chief Revenue Officer (CRO) da Capgemini.</p>
<h2><b>Compet&ecirc;ncias em alta: ser curioso</b></h2>
<p>Se quem &eacute; promovido na empresa s&atilde;o sempre os profissionais que acertam e n&atilde;o erram, h&aacute; espa&ccedil;o para a curiosidade e inova&ccedil;&atilde;o? No painel <i>Curiosidade cont&iacute;nua: construindo uma cultura que estimule o desconhecido</i>, o CEO da Futuro S/A, Andr&eacute; Souza, destacou que esse pensamento n&atilde;o afeta apenas a inova&ccedil;&atilde;o, mas o perfil de contrata&ccedil;&atilde;o das empresas.</p>
<blockquote><p>A import&acirc;ncia de ter espa&ccedil;o para o erro, inclusive, foi um dos temas do <a href="https://alice.com.br/webinar-open-arena" target="_blank" rel="noopener"><b>webinar Open Arena by Alice</b></a>. Em um papo com a CHRO da Alice, Sarita Vollnhofer, o Raphael Bozza, CHRO do iFood, destacou a import&acirc;ncia em ter uma cultura que seja tolerante ao erro.</p></blockquote>
<p>Para medir o n&iacute;vel de curiosidade e o impacto dela nos resultados do neg&oacute;cio, Renata, gerente de People da NTTDATA, destaca que d&aacute; para come&ccedil;ar com algo simples: quantas pessoas na empresa est&atilde;o fazendo perguntas? &ldquo;Quanto mais, melhor. Outra op&ccedil;&atilde;o &eacute; criar espa&ccedil;os na agenda para que as pessoas possam fazer perguntas. &Eacute; poss&iacute;vel medir em a&ccedil;&otilde;es que j&aacute; s&atilde;o feitas, sem precisar reinventar nada.&rdquo;</p>
<h2><b>Lideran&ccedil;a: vulner&aacute;vel, emp&aacute;tica e respons&aacute;vel</b></h2>
<p>No painel sobre a <i>Humaniza&ccedil;&atilde;o da lideran&ccedil;a: o poder das suas fragilidades e vulnerabilidades,</i> M&aacute;rcia Silva, diretora de pessoas da Moza, banco de Mo&ccedil;ambique, derrubou o mito do l&iacute;der infal&iacute;vel. A vulnerabilidade aproxima, acelera confian&ccedil;a e melhora as decis&otilde;es.</p>
<p>E quem ser&aacute; o l&iacute;der do futuro? Na mesa sobre Cultura p&oacute;s-digital, Karen Fontana, Chief of Culture and Strategy Officer da FutureBrand S&atilde;o Paulo, e Jo&atilde;o Roncati, CEO da People Strategy, alertam: os pipelines de lideran&ccedil;a est&atilde;o sob press&atilde;o, com menos posi&ccedil;&otilde;es de entrada e risco de ruptura na forma&ccedil;&atilde;o de l&iacute;deres.</p>
<p>&ldquo;A contrata&ccedil;&atilde;o de rec&eacute;m-formados caiu mais de 50% desde 2019 no setor de tecnologia. Profissionais j&uacute;nior s&atilde;o menos de 6% nas grandes empresas. A automa&ccedil;&atilde;o amea&ccedil;a os espa&ccedil;os pr&aacute;ticos de aprendizagem, e a forma&ccedil;&atilde;o de l&iacute;deres depende de viv&ecirc;ncias que est&atilde;o deixando de fazer sentido, porque tem a automa&ccedil;&atilde;o&rdquo;, detalha Fontana.</p>
<p>Aspen Andersen, VP de Gente, Tecnologia e ESG da Vibra Energia S.A, refor&ccedil;ou: C-level precisa unir gente e tecnologia em uma mesma agenda, e cultivar adaptabilidade como compet&ecirc;ncia guarda-chuva. No fim das contas, cuidar das pessoas continua sendo o que sustenta os times &ndash; e isso n&atilde;o muda com a tecnologia.</p>
<html><body><h2>Alice tem o plano de sa&uacute;de certo para a sua empresa!</h2>
<p>Alice &eacute; uma empresa de tecnologia que oferece planos de sa&uacute;de empresarial e tem a miss&atilde;o de tornar o mundo mais saud&aacute;vel. Nossa plataforma de cuidado cont&iacute;nuo garante que os nossos membros recebam o cuidado certo, na hora certa e no lugar certo, proporcionando uma experi&ecirc;ncia excepcional para eles.</p>
<p>Nossos planos t&ecirc;m cobertura nacional completa, assim como o atendimento e a experi&ecirc;ncia &uacute;nica do Alice Agora, parceiro de sa&uacute;de confi&aacute;vel para todas as horas, direto no app. Fale com o Time de Sa&uacute;de 24/7, receba resposta em at&eacute; 60 segundos e, se precisar, j&aacute; fa&ccedil;a uma consulta virtual com nossa equipe m&eacute;dica.</p>
<p>Alice tamb&eacute;m tem suporte completo ao seu RH, com dados estrat&eacute;gicos para sua gest&atilde;o &ndash; desde reports de sa&uacute;de populacional at&eacute; de custo de cuidado &ndash;, onboarding exclusivo e account manager dedicado.</p>
<p>Veja como Alice cuida do seu time e do seu or&ccedil;amento.</p>
<html><body><div class="cta cta--post--slim_withlogo">
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									<span class="title">Conhe&ccedil;a a Alice</span><span class="icon icon--arrow_right"></span></a>
								</div></body></html></body></html></body></html>
<p>O post <a href="https://alice.com.br/blog/empresas/conarh-2025-ia-redefine-o-futuro-do-trabalho-e-o-papel-do-rhs/">CONARH 2025: IA redefine o futuro do trabalho e o papel do RHs</a> apareceu primeiro em <a href="https://alice.com.br/blog">Blog da Alice</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O segredo da Company Hero para manter colaboradores saudáveis: Score Magenta da Alice</title>
		<link>https://alice.com.br/blog/empresas/segredo-da-company-hero-para-colaboradores-saudaveis-score-magenta-da-alice/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Time Alice]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Dec 2024 19:01:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[felicidade no trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[saúde dos funcionários]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://alice.com.br/blog/?p=18709</guid>

					<description><![CDATA[<p>Melhorar os hábitos de vida dos colaboradores se tornou um OKR para a Company Hero. Veja como a Alice a ajudou a atingir essa meta!</p>
<p>O post <a href="https://alice.com.br/blog/empresas/segredo-da-company-hero-para-colaboradores-saudaveis-score-magenta-da-alice/">O segredo da Company Hero para manter colaboradores saudáveis: Score Magenta da Alice</a> apareceu primeiro em <a href="https://alice.com.br/blog">Blog da Alice</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<html><body><p>N&atilde;o &eacute; toda empresa que busca melhorar os dados de sa&uacute;de dos seus colaboradores a ponto de coloc&aacute;-los como meta para os times &ndash; mas a <a href="https://www.companyhero.com/" target="_blank" rel="noopener">Company Hero</a> conseguiu fazer justamente isso, com a ajuda da Alice.</p>
<p>Todos os membros da Alice t&ecirc;m acesso ao <a href="https://alice.com.br/blog/plano-de-saude/score-magenta-alice/" target="_blank" rel="noopener">Score Magenta</a>, uma ferramenta propriet&aacute;ria que calcula como est&aacute; a sa&uacute;de de cada um. Criada a partir de protocolos cient&iacute;ficos reconhecidos, ela avalia os principais pilares de sa&uacute;de, de 0 a 1000:</p>
<ul>
<li>Qualidade de vida;</li>
<li>Sono;</li>
<li>Alimenta&ccedil;&atilde;o;</li>
<li>Atividade f&iacute;sica;</li>
<li>Sa&uacute;de mental;</li>
<li>H&aacute;bitos.</li>
</ul>
<p>Em mar&ccedil;o de 2024, os heroes &ndash; como s&atilde;o chamados os colaboradores da Company Hero, plataforma que integra solu&ccedil;&otilde;es para profissionais aut&ocirc;nomos e PJs &ndash; viraram membros da Alice e responderam ao Score Magenta pela primeira vez.</p>
<p>Para a surpresa da Laura Pimenta, coordenadora de Pessoas e Culturas da empresa, os resultados foram muito positivos, embora houvesse espa&ccedil;o para a empresa ser, como um todo, ainda mais saud&aacute;vel.</p>
<p>&ldquo;Nosso Score Magenta, enquanto empresa, estava em uma categoria boa. Mas, quando descemos um pouco os dados para entender como est&aacute;vamos em cada um dos pilares avaliados pela ferramenta, vimos que algumas coisas poderiam ser melhoradas&rdquo;, conta Pimenta.</p>
<p>O sono, por exemplo, era um ponto de alerta para mais da metade da empresa (cerca de 51%). E apenas 30%, em m&eacute;dia, praticavam algum tipo de atividade f&iacute;sica com regularidade &ndash; m&eacute;tricas que, segundo Pimenta, poderiam melhorar com um incentivo institucional.</p>
<p>&ldquo;Na primeira vez que recebemos o relat&oacute;rio com os dados de sa&uacute;de dos heroes, entendemos que havia um espa&ccedil;o de melhoria. Se as equipes passassem a dormir bem, eventualmente elas seriam mais produtivas tamb&eacute;m. Ent&atilde;o, por que n&atilde;o adicionar essas metas para a empresa? Esse foi um ponto de virada mesmo&rdquo;, relata.</p><html><body><div class="cta cta--post--slim_withlogo">
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<h2>Sa&uacute;de dos colaboradores tamb&eacute;m pode ser um OKR</h2>
<p>Os heroes j&aacute; estavam acostumados a, semestralmente, definir os OKRs (Objective and Key Results) para cada &aacute;rea. Com a chegada da Alice, um novo objetivo foi definido:</p>
<ul>
<li>Manter o Score Magenta da empresa em n&iacute;veis excelentes, acima de 750.</li>
</ul>
<p>&ldquo;Abra&ccedil;amos a m&eacute;dia geral do Score Magenta como um objetivo, com o endosso do nosso CEO e da diretoria tamb&eacute;m. Isso porque entendemos que todos os pilares est&atilde;o conectados, como atividade f&iacute;sica, alimenta&ccedil;&atilde;o e sono. E uma das a&ccedil;&otilde;es que adotamos foi a Semana da Sa&uacute;de, na qual tivemos falas com profissionais da Alice para incentivar essas boas pr&aacute;ticas&rdquo;, relata.</p>
<p>Din&acirc;micas de respira&ccedil;&atilde;o e de mindfulness, conversas sobre nutri&ccedil;&atilde;o e pr&aacute;tica de yoga foram outras a&ccedil;&otilde;es ofertadas pela empresa, al&eacute;m de um desafio interno para os colaboradores praticarem mais atividade f&iacute;sica.</p>
<p>&ldquo;Lan&ccedil;amos nosso desafio, que vai at&eacute; o final deste ano, para as pessoas fazerem uma atividade f&iacute;sica todos os dias. Temos um ranking, e v&aacute;rias premia&ccedil;&otilde;es, o que d&aacute; um g&aacute;s a mais&rdquo;, afirma Pimenta.</p>
<p>Para incentivar os colaboradores a responderem ao Score Magenta, comunicados s&atilde;o distribu&iacute;dos internamente toda semana, ou a cada 15 dias, no caso do boletim, al&eacute;m de contar com o apoio dos l&iacute;deres de cada &aacute;rea &ndash; o que &eacute; um &oacute;timo incentivo, segundo uma pesquisa propriet&aacute;ria da Alice.</p>
<p>De acordo com a pesquisa da Alice &ndash; &ldquo;Pulso RH: Sa&uacute;de corporativa &ndash; qual &eacute; a influ&ecirc;ncia dos gestores?&rdquo;, gestores com h&aacute;bitos de vida saud&aacute;veis tendem a incentivar que os colaboradores sejam mais saud&aacute;veis tamb&eacute;m.</p>
<p>Entre os dados, dos colaboradores que avaliam que os seus gestores apresentam bons exemplos de sa&uacute;de e bem-estar, 64,4% classificam a pr&oacute;pria sa&uacute;de como positiva.</p>
<p>A pesquisa destaca tamb&eacute;m que 74% dos colaboradores recomendam a empresa como um &oacute;timo lugar para trabalhar quando seus gestores oferecem bons exemplos de sa&uacute;de e bem-estar. No caso de gestores sem essa postura, apenas 22,7% dos funcion&aacute;rios mant&ecirc;m a mesma recomenda&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>A motiva&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m foi avaliada: se o gestor oferece bons exemplos de sa&uacute;de e bem-estar, 64,2% dos colaboradores se sentem motivados a irem al&eacute;m do que iriam em uma fun&ccedil;&atilde;o similar em outra empresa. J&aacute; quem n&atilde;o tem chefes com essa caracter&iacute;stica, apenas 23,9% apontam a mesma motiva&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>Quer ver mais dados da pesquisa? Confira o <a href="https://alice.com.br/evento-pulso-rh" target="_blank" rel="noopener">report completo</a>!</p><html><body><div class="cta cta--post--slim_withlogo">
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<h2>Benef&iacute;cios da Alice para a empresa toda</h2>
<p>Com um pequeno incentivo da Alice, os heroes mudaram os h&aacute;bitos de vida &ndash; e os benef&iacute;cios j&aacute; foram observados pelos times.</p>
<p>&ldquo;Nunca t&iacute;nhamos feito algo nesse sentido, ent&atilde;o quando lan&ccedil;amos o desafio do exerc&iacute;cio f&iacute;sico, logo em seguida vimos metade da empresa bastante engajada. Tivemos aulas de alongamento, por exemplo, que encheram uma sala. Para n&oacute;s, esse &eacute; um superdado, um superbenef&iacute;cio&rdquo;, explica Pimenta.</p>
<p>De acordo com a coordenadora, logo ap&oacute;s a semana com palestras voltadas para a sa&uacute;de, a empresa buscou os feedbacks dos colaboradores. Na escala at&eacute; 5, os heroes avaliaram a Semana de Sa&uacute;de com nota 4.92. &ldquo;Esse j&aacute; &eacute; um primeiro dado de que as pessoas levantaram a m&atilde;o e falaram: gostamos disso, &eacute; importante, vamos falar mais sobre. E esse &eacute; um dado que conversa muito com as nossas expectativas.&rdquo;</p>
<p>Outra mudan&ccedil;a observada foi uma maior ades&atilde;o a outros benef&iacute;cios oferecidos aos colaboradores. &ldquo;Junto com a Alice, que todos t&ecirc;m, temos outros benef&iacute;cios, como um de atividade f&iacute;sica. E as pessoas est&atilde;o levantando a m&atilde;o, querendo aderir. Esse &eacute; outro indicador que estamos conseguindo olhar, al&eacute;m do pr&oacute;prio engajamento nas a&ccedil;&otilde;es da empresa&rdquo;, explica Pimenta.</p>
<h2>Antes da Alice, RHs n&atilde;o tinham dados de sa&uacute;de dos colaboradores; agora t&ecirc;m</h2>
<p>Antes da Alice entrar na vida dos heroes, o Recursos Humanos da empresa n&atilde;o tinha muitos dados de sa&uacute;de dos times.</p>
<p>&ldquo;O Score Magenta foi uma novidade. Quem tem uma ferramenta assim com outros planos? N&atilde;o est&aacute;vamos acostumados e n&atilde;o t&iacute;nhamos, at&eacute; ent&atilde;o, nenhum dado de sa&uacute;de dos colaboradores, s&oacute; a partir da pesquisa de clima organizacional, na qual alguns aspectos eram avaliados. Mas n&atilde;o havia nenhuma metodologia por tr&aacute;s, como &eacute; com o Score Magenta da Alice&rdquo;, conta Pimenta.</p>
<p>A rela&ccedil;&atilde;o com os outros planos de sa&uacute;de era bem mais formal e burocr&aacute;tica, segundo a coordenadora. &ldquo;Bem dentro dos padr&otilde;es que j&aacute; conhecemos no Brasil. Enfrent&aacute;vamos alguns problemas, com uma comunica&ccedil;&atilde;o um pouco lenta, travada, mas era o que n&oacute;s conhec&iacute;amos. Era o que n&oacute;s, e a maioria dos RHs, est&aacute;vamos acostumados. N&atilde;o era uma parceria, como &eacute; com a Alice&rdquo;, detalha.</p>
<p>Com a chegada da Alice, a rela&ccedil;&atilde;o ficou mais din&acirc;mica e pr&oacute;xima, segundo Pimenta. &ldquo;Quando conhecemos a Alice, j&aacute; come&ccedil;ou a rolar aquele encantamento. Muito por essa quest&atilde;o de &lsquo;n&atilde;o vamos falar s&oacute; de problema, mas de sa&uacute;de&rsquo;.&rdquo;</p>
<html><body><h2>Alice tem o plano de sa&uacute;de certo para a sua empresa!</h2>
<p>Alice &eacute; uma empresa de tecnologia que oferece planos de sa&uacute;de empresarial e tem a miss&atilde;o de tornar o mundo mais saud&aacute;vel. Nossa plataforma de cuidado cont&iacute;nuo garante que os nossos membros recebam o cuidado certo, na hora certa e no lugar certo, proporcionando uma experi&ecirc;ncia excepcional para eles.</p>
<p>Nossos planos t&ecirc;m cobertura nacional completa, assim como o atendimento e a experi&ecirc;ncia &uacute;nica do Alice Agora, parceiro de sa&uacute;de confi&aacute;vel para todas as horas, direto no app. Fale com o Time de Sa&uacute;de 24/7, receba resposta em at&eacute; 60 segundos e, se precisar, j&aacute; fa&ccedil;a uma consulta virtual com nossa equipe m&eacute;dica.</p>
<p>Alice tamb&eacute;m tem suporte completo ao seu RH, com dados estrat&eacute;gicos para sua gest&atilde;o &ndash; desde reports de sa&uacute;de populacional at&eacute; de custo de cuidado &ndash;, onboarding exclusivo e account manager dedicado.</p>
<p>Veja como Alice cuida do seu time e do seu or&ccedil;amento.</p>
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<p>O post <a href="https://alice.com.br/blog/empresas/segredo-da-company-hero-para-colaboradores-saudaveis-score-magenta-da-alice/">O segredo da Company Hero para manter colaboradores saudáveis: Score Magenta da Alice</a> apareceu primeiro em <a href="https://alice.com.br/blog">Blog da Alice</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Os 6 pilares da saúde mental no trabalho</title>
		<link>https://alice.com.br/blog/empresas/os-6-pilares-da-saude-mental-no-trabalho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Time Alice]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Sep 2024 17:17:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[saúde dos funcionários]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://alice.com.br/blog/?p=18239</guid>

					<description><![CDATA[<p>Está na hora de sair do básico e subir a barra no debate de saúde mental nas empresas.</p>
<p>O post <a href="https://alice.com.br/blog/empresas/os-6-pilares-da-saude-mental-no-trabalho/">Os 6 pilares da saúde mental no trabalho</a> apareceu primeiro em <a href="https://alice.com.br/blog">Blog da Alice</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<html><body><p>Nos dias de hoje, falar de <a href="https://alice.com.br/blog/empresas/saude-mental-empresas-ideias/" target="_blank" rel="noopener">sa&uacute;de mental dentro das empresas</a> n&atilde;o &eacute; mais uma op&ccedil;&atilde;o &ndash; &eacute; essencial. Afinal, quem nunca se sentiu sem &acirc;nimo para encarar as demandas do dia? Segundo o <a href="https://alice.com.br/blog/empresas/como-esta-a-saude-dos-colaboradores-brasileiros-a-alice-responde/">estudo Pulso RH</a>, conduzido pela Alice, 40% dos trabalhadores brasileiros j&aacute; tiveram sintomas de <a href="https://alice.com.br/blog/empresas/burnout-como-reconhecer-corpo/" target="_blank" rel="noopener">burnout</a>, mesmo sem o diagn&oacute;stico oficial da condi&ccedil;&atilde;o. &Eacute; claro que o trabalho tem altos e baixos, e n&atilde;o se espera que as coisas estejam sempre &agrave;s mil maravilhas. Mas, sem os cuidados certos, o trabalho pode se transformar em um verdadeiro vil&atilde;o da sa&uacute;de mental.</p>
<p>S&atilde;o in&uacute;meras as tentativas de conter o avan&ccedil;o dos problemas de sa&uacute;de mental no trabalho, mas, infelizmente, o problema parece se agravar cada vez mais. Se queremos, de fato, provocar mudan&ccedil;as reais em nossas empresas, temos que olhar mais a fundo e entender a devida complexidade ao tema.</p>
<p>Claro que existe a responsabilidade de cada um, em investir no autocuidado, mas empresas e gestores tamb&eacute;m t&ecirc;m um papel fundamental. Michael P. Leiter &amp; Christina Maslach conduziram um brilhante estudo sobre 6 pilares da sa&uacute;de mental no trabalho, que t&ecirc;m correla&ccedil;&atilde;o direta com os &iacute;ndices de burnout &ndash; quando os resultados s&atilde;o ruins &ndash; e com o engajamento dos funcion&aacute;rios &ndash; quando os resultados s&atilde;o favor&aacute;veis.</p>
<p class="embed embed--16by9"><iframe title="#5 Webinar Open Arena | Sa&uacute;de mental no ambiente de trabalho: o que diz a nova lei?" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/XJieqjOzfz0?start=25&amp;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>A seguir, est&atilde;o os 6 pilares do estudo:</p>
<h2>Carga de Trabalho</h2>
<p>Se voc&ecirc; tentar superar o limite, voc&ecirc; vai chegar ao limite.</p>
<p>Imagine que sua equipe est&aacute; em uma maratona. Tudo bem correr, o problema &eacute; correr SEMPRE em velocidade m&aacute;xima. O que acontece? Cansa&ccedil;o, burnout e, claro, perda de produtividade. Quanto maior a carga, maior o risco de exaust&atilde;o.</p>
<p>Para evitar esse problema, &eacute; importante estabelecer metas realistas, ter n&uacute;mero de funcion&aacute;rios adequado ao volume de demandas, priorizar tarefas &ndash; falar &ldquo;n&atilde;o&rdquo; para o que n&atilde;o &eacute; essencial &ndash; e promover descansos estrat&eacute;gicos. E, claro, que tal repensar aquela pr&aacute;tica de mandar mensagens de trabalho fora do hor&aacute;rio?</p>
<h2>Autonomia</h2>
<p>Quem n&atilde;o gosta de ter liberdade?</p>
<p>J&aacute; fez trilha com um guia acelerado? Voc&ecirc; n&atilde;o curte o caminho, n&atilde;o aprecia nem entende o que est&aacute; vivenciando, e acaba perdendo o prop&oacute;sito de fazer a trilha.</p>
<p>Quando voc&ecirc; tem autonomia, voc&ecirc; faz desvios, pausas, gasta mais tempo para entender algo no caminho. Isso gera mais conhecimento, melhora sua experi&ecirc;ncia e, muitas vezes, voc&ecirc; descobre coisas muito mais incr&iacute;veis fora da sua trilha.</p>
<p>Inclua sua equipe nas decis&otilde;es, promova um ambiente onde eles possam sugerir melhorias e ajustar processos. Deixe que eles sejam protagonistas no seu trabalho.</p>
<h2>Reconhecimento</h2>
<p>Todo mundo gosta de ser valorizado</p>
<p>Sabe aquela sensa&ccedil;&atilde;o maravilhosa de ouvir &ldquo;parab&eacute;ns, voc&ecirc; arrebentou!&rdquo;? Ent&atilde;o, isso faz maravilhas pela sa&uacute;de mental&hellip; A falta de reconhecimento, por outro lado, mina a motiva&ccedil;&atilde;o e aumenta a insatisfa&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>Implementar programas de reconhecimento, seja por meio de feedbacks constantes, premia&ccedil;&otilde;es ou at&eacute; uma simples mensagem de agradecimento, pode criar um ambiente mais leve e motivador. Al&eacute;m disso, dar incentivos para uma pessoa se desenvolver na carreira, com cursos, projetos e oportunidades, tamb&eacute;m &eacute; uma forma de valorizar seu colaborador.</p>
<h2>Comunidade</h2>
<p>N&oacute;s somos seres sociais.</p>
<p>N&atilde;o h&aacute; nada pior do que trabalhar em um ambiente onde voc&ecirc; se sente isolado. Intera&ccedil;&otilde;es saud&aacute;veis com colegas s&atilde;o essenciais para a sa&uacute;de mental. Seguran&ccedil;a psicol&oacute;gica, rela&ccedil;&otilde;es significativas e momentos de socializa&ccedil;&atilde;o reduzem o estresse e promovem o bem-estar.</p>
<p><a href="https://portugues.medscape.com/verartigo/6509751?form=fpf" target="_blank" rel="nofollow noopener">Existe at&eacute; um estudo de Harvard</a> que diz que a felicidade &eacute; determinada, principalmente, pela qualidade das nossas rela&ccedil;&otilde;es interpessoais. Ent&atilde;o, promova atividades em grupo, momentos de descontra&ccedil;&atilde;o e de confian&ccedil;a entre as pessoas.</p>
<h2>Justi&ccedil;a</h2>
<p>N&atilde;o &eacute; s&oacute; coisa de tribunal!</p>
<p>Ambientes percebidos como injustos s&atilde;o verdadeiros catalisadores de estresse. Quer ver a motiva&ccedil;&atilde;o de uma equipe despencar? Basta n&atilde;o tratar todos com o mesmo respeito ou criar crit&eacute;rios confusos para promo&ccedil;&otilde;es e aumentos.</p>
<p>Ser transparente em processos decis&oacute;rios e criar pol&iacute;ticas claras e justas para todos vai garantir que todos tenham voz, mantendo o equil&iacute;brio no ambiente de trabalho.</p>
<p>Al&eacute;m disso, justi&ccedil;a tamb&eacute;m &eacute; equidade, e n&atilde;o igualdade. <a href="https://pensesus.fiocruz.br/equidade#:~:text=Busca%2Dse%2C%20com%20este%20princ%C3%ADpio,e%20deve%20atender%20a%20diversidade." target="_blank" rel="nofollow noopener">Quem precisa de mais precisa receber mais</a>. D&ecirc; mais aten&ccedil;&atilde;o e recursos para quem est&aacute; mais vulner&aacute;vel.</p>
<h2>Valores Alinhados</h2>
<p>Essa &eacute; a base de tudo!</p>
<p>Se os valores da empresa e dos colaboradores estiverem em sintonia, o sucesso &eacute; muito mais garantido. Quando os profissionais sentem que seu trabalho est&aacute; alinhado com suas cren&ccedil;as pessoais, eles se engajam de maneira muito mais profunda, pois ao executar o trabalho, tamb&eacute;m est&atilde;o desenvolvendo algo para si.</p>
<p>Certifique-se de que a miss&atilde;o e os valores da empresa sejam claros e n&atilde;o apenas palavras bonitas em um p&ocirc;ster. Se n&atilde;o houver coer&ecirc;ncia e consist&ecirc;ncia com a cultura e as pr&aacute;ticas do dia a dia, divulgar os valores pode fazer mais mal do que bem.</p>
<p>***</p>
<p>Promover a sa&uacute;de mental no trabalho n&atilde;o &eacute; um evento isolado, mas sim um processo cont&iacute;nuo. N&atilde;o h&aacute; hierarquia entre os pilares e n&atilde;o adianta escolher 2 ou 3 para investir. Eles funcionam juntos e em harmonia.</p>
<p>Cuidar da sa&uacute;de mental da empresa envolve esse olhar cr&iacute;tico aos processos decis&oacute;rios, &agrave;s rela&ccedil;&otilde;es interpessoais e a outros aspectos que, antes, n&atilde;o pareciam fazer parte da sa&uacute;de dos colaboradores.</p>
<p>Para virar o jogo, precisamos encarar o desafio de olhar para toda essa complexidade e come&ccedil;ar a construir um ambiente de trabalho como deve ser.</p>
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<p>O post <a href="https://alice.com.br/blog/empresas/os-6-pilares-da-saude-mental-no-trabalho/">Os 6 pilares da saúde mental no trabalho</a> apareceu primeiro em <a href="https://alice.com.br/blog">Blog da Alice</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>NR-1 e nova lei protegem saúde mental do colaborador</title>
		<link>https://alice.com.br/blog/empresas/nr-1-e-nova-lei-defendem-bem-estar-do-colaborador/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Time Alice]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Sep 2024 21:19:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[bem-estar]]></category>
		<category><![CDATA[qualidade-de-vida]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://alice.com.br/blog/?p=18212</guid>

					<description><![CDATA[<p>Mudança na legislação inclui 'riscos psicossociais' como pontos de atenção dos empregadores e certificação para empresas estimularem adoção de iniciativas de bem-estar. </p>
<p>O post <a href="https://alice.com.br/blog/empresas/nr-1-e-nova-lei-defendem-bem-estar-do-colaborador/">NR-1 e nova lei protegem saúde mental do colaborador</a> apareceu primeiro em <a href="https://alice.com.br/blog">Blog da Alice</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="index"><div class="title">Índice</div><ol><li><a href="#o-que-e-a-nr-1">O que é a NR-1?</a><ol><li><a href="#o-que-sao-normas-regulamentadoras-como-a-nr-1">O que são Normas Regulamentadoras como a NR-1?</a></li></ol></li><li><a href="#a-nr-1-se-aplica-a-quais-empresas">A NR-1 se aplica a quais empresas?</a></li><li><a href="#o-que-muda-em-maio-de-2026-com-a-nova-nr-1">O que muda em maio de 2026 com a nova NR-1?</a></li><li><a href="#o-que-sao-riscos-psicossociais-ocupacionais-e-como-preveni-los">O que são riscos psicossociais ocupacionais e como preveni-los?</a><ol><li><a href="#como-prevenir-os-riscos-psicossociais">Como prevenir os riscos psicossociais?</a></li></ol></li><li><a href="#erros-comuns-nas-estrategias-de-saude-psicossocial">Erros comuns nas estratégias de saúde psicossocial</a></li><li><a href="#qual-o-impacto-esperado-da-aplicacao-da-nr-1">Qual o impacto esperado da aplicação da NR-1?</a><ol><li><a href="#ou-seja-cuidar-da-saude-mental-e-diminuir-os-riscos-psicossociais-no-trabalho-sao-medidas-essenciais-para-o-bem-estar-geral-dos-colaboradores-e-da-empresa">Ou seja, cuidar da saúde mental e diminuir os riscos psicossociais no trabalho são medidas essenciais para o bem-estar geral dos colaboradores e da empresa.</a></li></ol></li><li><a href="#como-obter-o-certificado-de-empresa-promotora-da-saude-mental">Como obter o certificado de Empresa Promotora da Saúde Mental?</a><ol><li><a href="#o-que-fazer">O que fazer?</a></li></ol></li><li><a href="#cuidado-continuo-e-coordenado-pela-alice">Cuidado contínuo e coordenado pela Alice</a><ol><li><a href="#mapeamento-dos-riscos">Mapeamento dos riscos:</a></li><li><a href="#estrategias-de-saude-integral-fisica-e-mental">Estratégias de saúde integral (física e mental):</a></li><li><a href="#recorrencia-do-cuidado">Recorrência do cuidado:</a></li></ol></li><li><a href="#sua-empresa-preparada-para-a-nova-nr-1-e-seu-time-bem-cuidado-todos-os-dias">Sua empresa preparada para a nova NR-1, e seu time bem cuidado todos os dias</a></li></ol></div><html><body><p>Falar sobre sa&uacute;de mental no trabalho deixou de ser tabu<b> e passou a ser urgente. </b>Em 2024, o<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2025-03/afastamentos-por-transtornos-mentais-dobram-em-dez-anos-chegam-440-mil"> Brasil registrou o maior n&uacute;mero de afastamentos por ansiedade e depress&atilde;o em uma d&eacute;cada</a>.</p>
<p>Esse cen&aacute;rio, por si s&oacute;, j&aacute; diz muito. Mas a boa not&iacute;cia &eacute; que o tema chegou tamb&eacute;m &agrave; legisla&ccedil;&atilde;o trabalhista.</p>
<p>A nova lei de sa&uacute;de mental das empresas, como vem sendo chamada a atualiza&ccedil;&atilde;o da Norma Regulamentadora n&ordm; 1 (NR-1), traz <b>mudan&ccedil;as importantes sobre como a sa&uacute;de mental e a seguran&ccedil;a do trabalho s&atilde;o tratadas no Brasil.</b></p>
<p>At&eacute; ent&atilde;o, a NR-1 exigia o gerenciamento de riscos f&iacute;sicos, qu&iacute;micos, biol&oacute;gicos, ergon&ocirc;micos e de acidentes. Agora, as empresas devem tamb&eacute;m identificar, avaliar e controlar os riscos psicossociais &ndash; por meio dos fatores que possam afetar a sa&uacute;de mental e o bem-estar dos colaboradores, como estresse, sobrecarga e ass&eacute;dio.</p>
<p>Neste artigo, voc&ecirc; vai entender o que muda com essa atualiza&ccedil;&atilde;o da NR-1, porque essas mudan&ccedil;as importam e como sua empresa pode (e deve!) se preparar.</p>
<h2 id="o-que-e-a-nr-1"><b>O que &eacute; a NR-1?</b></h2>
<p>A NR-1, ou Norma Regulamentadora n&ordm; 1, &eacute; uma das normas criadas pelo Minist&eacute;rio do Trabalho e Emprego, com base na Consolida&ccedil;&atilde;o das Leis do Trabalho (CLT), que dita sobre as <b>regras gerais de seguran&ccedil;a e sa&uacute;de no trabalho</b>.</p>
<p>Embora existam diferentes NRs, a n&ordm; 1 &eacute; a mais abrangente de todas, estabelecendo as <b>disposi&ccedil;&otilde;es gerais</b>.</p>
<p>Ou seja, ela define:</p>
<ul>
<li>Responsabilidades que cabem tanto a quem contrata quanto a quem trabalha para garantir um ambiente de trabalho mais seguro e saud&aacute;vel;</li>
<li>Como as demais NRs devem ser aplicadas;</li>
<li>Como funciona o gerenciamento dos riscos ocupacionais (sejam eles f&iacute;sicos, qu&iacute;micos, biol&oacute;gicos, ergon&ocirc;micos, de acidentes ou psicossociais);</li>
<li>A obrigatoriedade do Programa de Gerenciamento de Risco (PGR).</li>
</ul>
<p>A NR-1 &eacute; como a base das demais NRs: o ponto de partida que orienta empresas sobre como prevenir acidentes e proteger a sa&uacute;de de todos os colaboradores.</p>
<h3 id="o-que-sao-normas-regulamentadoras-como-a-nr-1"><b>O que s&atilde;o Normas Regulamentadoras como a NR-1?</b></h3>
<p>As Normas Regulamentadoras complementam a Consolida&ccedil;&atilde;o das Leis do Trabalho (CLT) quando o assunto &eacute; seguran&ccedil;a e sa&uacute;de do trabalho. Elas trazem<b> orienta&ccedil;&otilde;es pr&aacute;ticas que as empresas precisam seguir</b> para cuidar bem de quem trabalha com carteira assinada.</p>
<p>Criadas em 1978 e revisadas ao longo dos anos, as NRs ajudam a construir ambientes de trabalho mais seguros, <b>prevenindo doen&ccedil;as ocupacionais e acidentes</b> com medidas claras e aplic&aacute;veis.</p>
<p>Atualmente existem dezenas de NRs (como as NR-1, NR-6, NR-7, NR-9, NR-17), e cada uma trata de um aspecto espec&iacute;fico da prote&ccedil;&atilde;o do trabalhador. Por exemplo:</p>
<ul>
<li><b>NR-6</b>: trata de Equipamentos de Prote&ccedil;&atilde;o Individual (EPI);</li>
<li><b>NR-7</b>: institui o PCMSO (Programa de Controle M&eacute;dico de Sa&uacute;de Ocupacional);</li>
<li><b>NR-17</b>: trata de ergonomia;</li>
<li><b>NR-9</b>: trata da avalia&ccedil;&atilde;o e controle de exposi&ccedil;&otilde;es a agentes f&iacute;sicos, qu&iacute;micos e biol&oacute;gicos.</li>
</ul>
<h2 id="a-nr-1-se-aplica-a-quais-empresas">A NR-1 se aplica a quais empresas?</h2>
<p><b>A NR-1 vale para todas as empresas com colaboradores contratados pelo regime CLT </b>&ndash; independentemente do porte ou do segmento.</p>
<p>Ou seja, mesmo se a empresa for pequena ou tiver s&oacute; um time enxuto, precisa seguir o que a norma determina, que &eacute; a avalia&ccedil;&atilde;o dos riscos aos trabalhadores e a cria&ccedil;&atilde;o de um Programa de Gerenciamento de Riscos, o PGR.</p>
<p>As &uacute;nicas exce&ccedil;&otilde;es s&atilde;o os <a href="https://www.gov.br/trabalho-e-emprego/pt-br/acesso-a-informacao/participacao-social/conselhos-e-orgaos-colegiados/comissao-tripartite-partitaria-permanente/normas-regulamentadora/normas-regulamentadoras-vigentes/nr-01-atualizada-2025-i-3.pdf">Microempreendedores Individuais (MEI) e as Microempresas de Pequeno Porte</a>, desde que tenham atividades com grau de risco 1 e 2. O grau de risco &eacute; definido conforme o CNAE, o C&oacute;digo Nacional de Atividade Econ&ocirc;mica declarado no CNPJ da empresa.</p>
<p>Nos casos acima, as empresas MEI e MPP com atividades com grau de risco 1 e 2 precisam levantar os riscos, mas n&atilde;o precisam, necessariamente, ter um PGR formal.</p>
<h2 id="o-que-muda-em-maio-de-2026-com-a-nova-nr-1"><b>O que muda em maio de 2026 com a nova NR-1?</b></h2>
<p>Uma atualiza&ccedil;&atilde;o importante da NR-1 foi publicada em agosto de 2024 e trouxe uma mudan&ccedil;a que reflete um cuidado mais completo da sa&uacute;de no ambiente de trabalho: a <b>sa&uacute;de mental tamb&eacute;m deve fazer parte do Programa de Gerenciamento de Riscos das empresas.</b></p>
<p>A aplica&ccedil;&atilde;o pr&aacute;tica dessa atualiza&ccedil;&atilde;o estava prevista para come&ccedil;ar em maio de 2025, mas foi <b>adiada para 25 de maio de 2026</b>.</p>
<p>Na pr&aacute;tica, essa mudan&ccedil;a significa que fatores como<a href="https://alice.com.br/blog/empresas/burnout-como-reconhecer-corpo/"> s&iacute;ndrome de burnout</a> (reconhecido como um &ldquo;fen&ocirc;meno ocupacional&rdquo; pela <a href="https://www.who.int/news/item/28-05-2019-burn-out-an-occupational-phenomenon-international-classification-of-diseases?utm_source=chatgpt.com">Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial da Sa&uacute;de</a> em 2019), estresse cr&ocirc;nico e ansiedade <b>devem ser levados t&atilde;o a s&eacute;rio quanto os riscos f&iacute;sicos, qu&iacute;micos, biol&oacute;gicos, ergon&ocirc;micos ou acidentes. </b></p>
<p>O novo texto da norma deixa claro que os <b>riscos psicossociais</b> precisam ser identificados, avaliados e prevenidos com a mesma dilig&ecirc;ncia.</p>
<p>Ou seja, esses riscos precisam constar no Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO) da empresa, e as medidas que ser&atilde;o adotadas precisam ser identificadas no <a href="https://alice.com.br/blog/empresas/programa-de-gerenciamento-de-riscos-pgr-o-que-e-e-objetivo/">Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR)</a>.</p>
<p>Com essa nova reda&ccedil;&atilde;o, o cuidado com os times se amplia: sa&uacute;de no trabalho &eacute; tamb&eacute;m contribuir com o equil&iacute;brio emocional, com rela&ccedil;&otilde;es saud&aacute;veis e<a href="https://alice.com.br/blog/empresas/os-6-pilares-da-saude-mental-no-trabalho/"> com a preven&ccedil;&atilde;o de doen&ccedil;as mentais ligadas &agrave; rotina profissional.</a></p>
<h2 id="o-que-sao-riscos-psicossociais-ocupacionais-e-como-preveni-los"><b>O que s&atilde;o riscos psicossociais ocupacionais e como preveni-los?</b></h2>
<p>Os riscos psicossociais s&atilde;o <b>fatores ligados &agrave;s empresas e &agrave;s rela&ccedil;&otilde;es de trabalho</b> que podem afetar a sa&uacute;de mental e emocional, mas at&eacute; f&iacute;sica, dos trabalhadores.</p>
<p>Exemplos comuns:</p>
<ul>
<li>Excesso de demanda e press&atilde;o constante;</li>
<li>Jornadas prolongadas;</li>
<li>Cargas excessivas de trabalho;</li>
<li>Falta de clareza de pap&eacute;is;</li>
<li>Baixa autonomia;</li>
<li>Ass&eacute;dio moral ou sexual;</li>
<li>Conflitos interpessoais;</li>
<li>Inseguran&ccedil;a no emprego;</li>
</ul>
<p>Esses fatores est&atilde;o associados a desfechos como estresse cr&ocirc;nico, <a href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/estafa-mental-sintomas-como-prevenir/">estafa mental</a>, ansiedade, depress&atilde;o e mesmo burnout.</p>
<h3 id="como-prevenir-os-riscos-psicossociais"><b>Como prevenir os riscos psicossociais?</b></h3>
<p>Os primeiros passos para prevenir os riscos psicossociais s&atilde;o:</p>
<ol>
<li><b> Mapear os riscos</b><b><br>
</b>Identificar as situa&ccedil;&otilde;es de risco psicossocial na empresa, em cada &aacute;rea e time. Para isso, cada empresa pode buscar a ferramenta de avalia&ccedil;&atilde;o, question&aacute;rio ou pesquisa que melhor se encaixe no seu dia a dia. O <a href="https://www.gov.br/trabalho-e-emprego/pt-br/acesso-a-informacao/participacao-social/conselhos-e-orgaos-colegiados/comissao-tripartite-partitaria-permanente/normas-regulamentadora/normas-regulamentadoras-vigentes/guia-nr-01-revisado.pdf">Minist&eacute;rio do Trabalho e Emprego</a> n&atilde;o define ou sugere uma metodologia espec&iacute;fica para esse momento.</li>
<li><b> Aprofundar os dados encontrados</b><b><br>
</b>Com os dados levantados junto aos colaboradores, &eacute; essencial desdobr&aacute;-los por diretoria, time ou senioridade, ou outros recortes que fa&ccedil;am sentido; e cruz&aacute;-los com outras informa&ccedil;&otilde;es da empresa, como engajamento e absente&iacute;smo.</li>
<li><b> Unir os dados com as a&ccedil;&otilde;es certas</b><b><br>
</b>Campanhas de promo&ccedil;&atilde;o de sa&uacute;de &ldquo;generalistas&rdquo; n&atilde;o s&atilde;o suficientes. Cada empresa &ndash; embora seja um recorte da sociedade em que est&aacute; inserida &ndash; possui um conjunto de ideias, a&ccedil;&otilde;es e pr&aacute;ticas espec&iacute;ficas daquele grupo.Por isso, a import&acirc;ncia em casar os dados com as a&ccedil;&otilde;es certas para cada time, setor ou empresa.</li>
</ol>
<p>&rarr; Quer transformar o cuidado com a sa&uacute;de mental em a&ccedil;&otilde;es pr&aacute;ticas no dia a dia da sua empresa?<a href="https://alice.com.br/blog/empresas/saude-mental-empresas-ideias/"> Confira ideias para promover a sa&uacute;de mental no trabalho!</a></p>
<ol>
<li><b> Estabelecer uma governan&ccedil;a clara</b><b><br>
</b>&Eacute; importante, logo de in&iacute;cio, determinar qual time acompanhar&aacute; os dados e as a&ccedil;&otilde;es implementadas, al&eacute;m de como ser&aacute; feito esse acompanhamento: com qual periodicidade, com quais ferramentas, entre outros detalhes.</li>
<li><b> Determinar a recorr&ecirc;ncia da avalia&ccedil;&atilde;o</b><b><br>
</b>Para al&eacute;m de uma &uacute;nica avalia&ccedil;&atilde;o, &eacute; essencial que a empresa mantenha uma recorr&ecirc;ncia nos projetos voltados &agrave; sa&uacute;de psicossocial dos colaboradores.</li>
</ol>
<h2 id="erros-comuns-nas-estrategias-de-saude-psicossocial"><b>Erros comuns nas estrat&eacute;gias de sa&uacute;de psicossocial</b></h2>
<p>Durante a constru&ccedil;&atilde;o das estrat&eacute;gias que v&atilde;o atender os riscos psicossociais, &eacute; essencial que as empresas se atentem aos erros mais comuns. S&atilde;o eles:</p>

<ol>
<li><b>Falta de diagn&oacute;stico estruturado</b><b><br>
</b>Muitas empresas implementam iniciativas sem antes mapear seus pr&oacute;prios riscos psicossociais. N&atilde;o aplicam pesquisas consistentes, n&atilde;o analisam dados de absente&iacute;smo, turnover ou afastamentos por transtornos mentais, nem escutam lideran&ccedil;as e equipes de forma qualificada.</li>
<li><b>Desconex&atilde;o entre discurso e pr&aacute;tica</b><b><br>
</b>A empresa diz que prioriza sa&uacute;de mental, mas mant&eacute;m pol&iacute;ticas e metas que incentivam jornadas excessivas, disponibilidade constante e uma cultura de urg&ecirc;ncia permanente. Essa incoer&ecirc;ncia reduz a credibilidade das a&ccedil;&otilde;es e pode at&eacute; aumentar o problema.</li>
<li><b>Tratar o tema como a&ccedil;&atilde;o pontual ou benef&iacute;cio isolado</b><br>
Sa&uacute;de psicossocial &eacute; uma parte estruturante da gest&atilde;o de riscos. Muitas empresas concentram esfor&ccedil;os em palestras motivacionais, campanhas de conscientiza&ccedil;&atilde;o ou oferta de apoio psicol&oacute;gico individual, mas deixam de revisar fatores organizacionais que est&atilde;o na raiz do problema, como as metas inalcan&ccedil;&aacute;veis, sobrecarga cr&ocirc;nica, lideran&ccedil;as despreparadas e aus&ecirc;ncia de canais seguros de escuta.</li>
<li><b>Agir apenas de forma reativa</b><br>
&Eacute; comum que as empresas se mobilizem apenas depois de afastamentos ou crises, em vez de implementar monitoramento cont&iacute;nuo e indicadores preventivos. Com a atualiza&ccedil;&atilde;o da NR-1 e a inclus&atilde;o expl&iacute;cita dos riscos psicossociais no PGR, a expectativa deixa de ser simb&oacute;lica e passa a exigir abordagem sist&ecirc;mica, documenta&ccedil;&atilde;o, avalia&ccedil;&atilde;o peri&oacute;dica e a&ccedil;&otilde;es que incidam sobre a empresa como um todo.</li>
<li><b>Falta de responsabiliza&ccedil;&atilde;o da lideran&ccedil;a</b><b><br>
</b>Colocar toda a responsabilidade na &aacute;rea de RH ou em um programa de bem-estar &eacute; outro erro frequente. A gest&atilde;o direta tem impacto decisivo nos fatores psicossociais e, quando l&iacute;deres n&atilde;o s&atilde;o treinados nem avaliados por indicadores relacionados a ambiente saud&aacute;vel, a estrat&eacute;gia perde for&ccedil;a.</li>
</ol>
<h2 id="qual-o-impacto-esperado-da-aplicacao-da-nr-1"><b>Qual o impacto esperado da aplica&ccedil;&atilde;o da NR-1?</b></h2>
<p>A atualiza&ccedil;&atilde;o da NR-1 &eacute; um passo importante para aproximar a sa&uacute;de mental das pr&aacute;ticas de gest&atilde;o nas empresas, e isso pode transformar o ambiente de trabalho de forma muito positiva.</p>
<blockquote><p>&ldquo;Um l&iacute;der que est&aacute; em dia com a pr&oacute;pria sa&uacute;de mental e que est&aacute; atento aos sinais do time consegue dar feedbacks mais assertivos, promover conversas mais abertas e criar um ambiente emocionalmente mais seguro para todo mundo.&rdquo; &ndash; Ester Santos, psic&oacute;loga da Alice.</p></blockquote>
<p>Quando a lideran&ccedil;a tem esse preparo, a gest&atilde;o se torna mais eficiente: h&aacute; mais escuta ativa, menos conflitos, mais engajamento. A sa&uacute;de mental passa a ser parte da estrat&eacute;gia, e n&atilde;o um tema deixado para depois.</p>
<p>Empresas que investem de verdade no cuidado com o bem-estar psicol&oacute;gico colhem resultados pr&aacute;ticos:<b> aumento da produtividade, queda no turnover e</b><a href="https://alice.com.br/blog/empresas/endomarketing-o-que-e-e-como-colocar-em-pratica-na-empresa/"> <b>melhora no clima organizacional</b></a><b>.</b></p>
<p>De acordo com dados do <b>Pulso RH</b>, pesquisa propriet&aacute;ria da Alice:</p>
<ul>
<li><b>70%</b> dos colaboradores de empresas que se importam com a sa&uacute;de se sentem <b>mais engajados</b>;</li>
<li><b>84%</b> s&atilde;o <b>mais</b> <b>produtivos</b>;</li>
<li><b>66%</b> s&atilde;o <b>mais</b> <b>motivados</b>;</li>
<li><b>77%</b> sentem <b>mais orgulho</b> de trabalhar naquela empresa.</li>
</ul>
<p>De um ponto de vista mais global, segundo a Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial da Sa&uacute;de (OMS), a<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2016-04/oms-investir-em-tratamento-para-depressao-gera-retorno-quatro-vezes"> cada d&oacute;lar investido no tratamento para depress&atilde;o e ansiedade gera um retorno de US$ 4</a> por meio de melhorias na sa&uacute;de e na capacidade de trabalho do paciente.</p>
<h3 id="ou-seja-cuidar-da-saude-mental-e-diminuir-os-riscos-psicossociais-no-trabalho-sao-medidas-essenciais-para-o-bem-estar-geral-dos-colaboradores-e-da-empresa">Ou seja, cuidar da sa&uacute;de mental e diminuir os riscos psicossociais no trabalho s&atilde;o medidas essenciais para o bem-estar geral dos colaboradores e da empresa.</h3>
<h2 id="como-obter-o-certificado-de-empresa-promotora-da-saude-mental"><b>Como obter o certificado de Empresa Promotora da Sa&uacute;de Mental?</b></h2>
<p>A<a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2024/lei/L14831.htm"> Lei 14.831/24</a>, sancionada em mar&ccedil;o de 2024, criou o Certificado Empresa Promotora da Sa&uacute;de Mental. Este selo reconhece empresas com pol&iacute;ticas efetivas de bem-estar psicossocial.</p>
<p>A ideia &eacute; valorizar as organiza&ccedil;&otilde;es que investem em um ambiente mais saud&aacute;vel, estimulando:</p>
<ul>
<li>Seguran&ccedil;a e sa&uacute;de no trabalho;</li>
<li>Equil&iacute;brio entre vida pessoal e profissional;</li>
<li>Incentivo a atividades f&iacute;sicas, alimenta&ccedil;&atilde;o saud&aacute;vel e lazer;</li>
<li>Comunica&ccedil;&atilde;o clara e respeitosa;</li>
<li>Rela&ccedil;&otilde;es saud&aacute;veis no dia a dia corporativo.</li>
</ul>
<h3 id="o-que-fazer"><b>O que fazer? </b></h3>
<p>Empresas interessadas no certificado precisam adotar medidas como:</p>
<ul>
<li>Avalia&ccedil;&atilde;o dos riscos psicossociais, para al&eacute;m dos demais riscos para a sa&uacute;de e o bem-estar dos colaboradores;</li>
<li>Cria&ccedil;&atilde;o de programas de sa&uacute;de mental e apoio psicol&oacute;gico;</li>
<li>Campanhas e treinamentos sobre o tema;</li>
<li>Forma&ccedil;&atilde;o de lideran&ccedil;as para lidar com o tema com empatia;</li>
<li>Combate ao ass&eacute;dio e &agrave; discrimina&ccedil;&atilde;o;</li>
<li>Avalia&ccedil;&atilde;o cont&iacute;nua das a&ccedil;&otilde;es implementadas.</li>
</ul>
<p>Para manter o selo, &eacute; necess&aacute;rio divulgar internamente as pr&aacute;ticas adotadas, ouvir as equipes e acompanhar indicadores. O certificado, concedido por uma <a href="https://www.gov.br/mdh/pt-br/assuntos/noticias/2024/marco/empresa-que-promove-saude-mental-a-trabalhadores-vai-ter-certificacao-do-governo">comiss&atilde;o federal</a>, tem validade de dois anos e pode ser usado na comunica&ccedil;&atilde;o institucional.</p>
<p>At&eacute; agora, n&atilde;o h&aacute; um canal oficial, formul&aacute;rio ou portal espec&iacute;fico onde a empresa possa se inscrever para receber o certificado. Esse procedimento depende da publica&ccedil;&atilde;o do regulamento pelo governo federal, que ainda n&atilde;o ocorreu.</p>
<p>Embora a lei j&aacute; esteja em vigor nacionalmente, sem um regulamento publicado, n&atilde;o existe ainda um processo formal de inscri&ccedil;&atilde;o dispon&iacute;vel &agrave;s empresas. Vale destacar que qualquer notifica&ccedil;&atilde;o, formul&aacute;rio ou portal que <b>n&atilde;o</b> esteja vinculado a um endere&ccedil;o oficial do governo federal (dom&iacute;nio <b>gov.br</b>) deve ser considerado com cautela at&eacute; que o regulamento seja publicado oficialmente.</p>
<h2 id="cuidado-continuo-e-coordenado-pela-alice"><b>Cuidado cont&iacute;nuo e coordenado pela Alice</b></h2>
<p>A atualiza&ccedil;&atilde;o da NR-1 refor&ccedil;a a necessidade de as empresas olharem para a sa&uacute;de de <b>forma estrat&eacute;gica e cont&iacute;nua</b>. &Eacute; exatamente nesse ponto que a coordena&ccedil;&atilde;o de cuidado da <b>Alice</b> se torna uma importante aliada.</p>
<h3 id="mapeamento-dos-riscos"><b>Mapeamento dos riscos</b>:</h3>
<ul>
<li><b>Score Magenta</b>: todos os membros da <b>Alice </b>t&ecirc;m acesso ao <a href="https://alice.com.br/blog/plano-de-saude/score-magenta-alice/">Score Magenta</a>, uma ferramenta propriet&aacute;ria que calcula como est&aacute; a sa&uacute;de a partir da avalia&ccedil;&atilde;o dos principais pilares de sa&uacute;de: alimenta&ccedil;&atilde;o, exerc&iacute;cios, qualidade de vida, sono, h&aacute;bitos e sa&uacute;de mental. As empresas t&ecirc;m acesso aos dados dos seus colaboradores, de forma populacional, o que facilita a personaliza&ccedil;&atilde;o de a&ccedil;&otilde;es estrat&eacute;gicas.</li>
</ul>
<h3 id="estrategias-de-saude-integral-fisica-e-mental"><b>Estrat&eacute;gias de sa&uacute;de integral (f&iacute;sica e mental)</b>:</h3>
<ul>
<li><b>Apoio em campanhas e a&ccedil;&otilde;es de sa&uacute;de</b>: a <b>Alice </b>apoia a constru&ccedil;&atilde;o de campanhas e estrat&eacute;gias de sa&uacute;de adaptadas &agrave; realidade de cada empresa.</li>
</ul>
<h3 id="recorrencia-do-cuidado"><b>Recorr&ecirc;ncia do cuidado</b>:</h3>
<ul>
<li><b>Cuidado cont&iacute;nuo e coordenado</b>: na <b>Alice</b>, o cuidado dos membros n&atilde;o &eacute; fragmentado em epis&oacute;dios, mas cont&iacute;nuo e coordenado por profissionais especialistas em Aten&ccedil;&atilde;o Prim&aacute;ria &agrave; Sa&uacute;de, como os M&eacute;dicos de Fam&iacute;lia e Comunidade. S&atilde;o eles que acompanham cada pessoa ao longo do tempo, com vis&atilde;o integral da sa&uacute;de f&iacute;sica e mental, articulando encaminhamentos, monitorando evolu&ccedil;&atilde;o e evitando que sintomas se agravem.</li>
</ul>
<p>Mais do que cumprir uma norma, a Alice ajuda as empresas a transformarem o cuidado em estrat&eacute;gia, com continuidade, integra&ccedil;&atilde;o e responsabilidade compartilhada.</p>
<h2 id="sua-empresa-preparada-para-a-nova-nr-1-e-seu-time-bem-cuidado-todos-os-dias"><b>Sua empresa preparada para a nova NR-1, e seu time bem cuidado todos os dias</b></h2>
<p>Com Alice, voc&ecirc; oferece mais do que um<a href="https://alice.com.br/"> conv&ecirc;nio de sa&uacute;de</a>: voc&ecirc; garante acesso aos profissionais de sa&uacute;de com atendimento cont&iacute;nuo para manter o bem-estar f&iacute;sico e emocional do seu time.</p>
<p>Na pr&aacute;tica, voc&ecirc; recebe um cuidado real com a sa&uacute;de mental, que vai muito al&eacute;m das exig&ecirc;ncias da lei e ajuda sua empresa a criar um ambiente mais saud&aacute;vel, produtivo e seguro para todo mundo.</p>
<p>Veja como Alice cuida do seu time e do seu or&ccedil;amento!</p>
<html><body><div class="cta cta--post--slim_withlogo">
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								</div></body></html></body></html>
<p>O post <a href="https://alice.com.br/blog/empresas/nr-1-e-nova-lei-defendem-bem-estar-do-colaborador/">NR-1 e nova lei protegem saúde mental do colaborador</a> apareceu primeiro em <a href="https://alice.com.br/blog">Blog da Alice</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Qual é a influência dos gestores na saúde dos colaboradores?</title>
		<link>https://alice.com.br/blog/empresas/qual-e-a-influencia-dos-gestores-na-saude-dos-colaboradores/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Time Alice]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Apr 2024 18:58:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[bem-estar]]></category>
		<category><![CDATA[produtividade]]></category>
		<category><![CDATA[saúde dos funcionários]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://alice.com.br/blog/?p=17661</guid>

					<description><![CDATA[<p>Dados inéditos de uma pesquisa da Alice mostram como uma única pessoa consegue mobilizar a produtividade e o engajamento de todo um time a partir do cuidado com a própria saúde. </p>
<p>O post <a href="https://alice.com.br/blog/empresas/qual-e-a-influencia-dos-gestores-na-saude-dos-colaboradores/">Qual é a influência dos gestores na saúde dos colaboradores?</a> apareceu primeiro em <a href="https://alice.com.br/blog">Blog da Alice</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<html><body><p>Gestores com h&aacute;bitos de vida saud&aacute;veis incentivam que os colaboradores tamb&eacute;m sejam mais saud&aacute;veis &ndash; e mais sa&uacute;de se traduz em benef&iacute;cios diretos para as empresas, como maior produtividade, engajamento, motiva&ccedil;&atilde;o e orgulho de trabalhar ali, al&eacute;m de um menor risco de turnover.</p>
<p>Essa &eacute; apenas uma das conclus&otilde;es da pesquisa da Alice, o &ldquo;<b>Pulso RH &ndash; Sa&uacute;de corporativa: qual &eacute; a influ&ecirc;ncia dos gestores?</b>&rdquo;, divulgada nesta quinta-feira (25) durante o evento de mesmo nome.</p>
<p>Nesta segunda edi&ccedil;&atilde;o, foram entrevistados mais de mil colaboradores de todas as regi&otilde;es do pa&iacute;s para analisar como as lideran&ccedil;as influenciam a sa&uacute;de dos times e, por consequ&ecirc;ncia, das pr&oacute;prias empresas.</p>
<p>Os dados foram coletados pelo instituto de pesquisa Opinion Box e analisados pela Alice em parceria com a BP &ndash; A Benefic&ecirc;ncia Portuguesa de S&atilde;o Paulo, Grupo Fleury e iFood Benef&iacute;cios.</p>
<a href="https://alice.com.br/evento-pulso-rh" target="_blank" rel="noopener"><figure class="wp-attachment-17678" ><figure class="wp-attachment-17678" ><figure class="wp-attachment-17678" ><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-17678 size-large" src="https://alice.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/pulso-rh-estudo-1024x381.png" alt='Banner Pulso RH sobre sa&uacute;de corporativa e o papel dos gestores. Inclui imagem de um homem sorrindo ao celular e bot&atilde;o "Baixe o estudo".' width="1024" height="381" srcset="https://alice.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/pulso-rh-estudo-1024x381.png 1024w, https://alice.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/pulso-rh-estudo-300x112.png 300w, https://alice.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/pulso-rh-estudo-768x286.png 768w, https://alice.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/pulso-rh-estudo-150x56.png 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"></figure></figure></figure></a>
<h2>Gestores que se importam com a sa&uacute;de t&ecirc;m times mais engajados, motivados e produtivos</h2>
<p>Entre os dados in&eacute;ditos, divulgados durante o evento Pulso RH, a Alice observou que 74% dos colaboradores recomendam a empresa como um &oacute;timo lugar para trabalhar quando seus gestores oferecem bons exemplos de sa&uacute;de e bem-estar.</p>
<p>No caso de gestores sem essa postura, apenas 22,7% dos funcion&aacute;rios mant&ecirc;m a mesma recomenda&ccedil;&atilde;o &ndash; diferen&ccedil;a de mais de 50 pontos percentuais entre as respostas.</p>
<p>Outro exemplo &eacute; a motiva&ccedil;&atilde;o: se o gestor oferece bons exemplos, 64,2% dos colaboradores se sentem motivados a irem al&eacute;m do que iriam em uma fun&ccedil;&atilde;o similar em outra empresa. J&aacute; quem n&atilde;o tem chefes com essa caracter&iacute;stica, apenas 23,9% apontam a mesma motiva&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>E a produtividade? Outra melhora: 83,5% dos entrevistados afirmam serem sempre ou frequentemente produtivos com chefes saud&aacute;veis. A produ&ccedil;&atilde;o reduz para 70,2% entre aqueles sem gestores que d&atilde;o bons exemplos.</p>
<p>&ldquo;O exemplo arrasta as demais pessoas para a vida saud&aacute;vel e, quando percebemos, o time est&aacute; todo mais animado, saud&aacute;vel e compartilhando com os colegas. Isso engaja as pessoas&rdquo;, conta Marcelo Vasconcellos, co-fundador da Buser, que participou de um dos pain&eacute;is do Pulso RH e trouxe um exemplo que funcionou na empresa.</p>
<p>Na Buser, os colaboradores que praticam mais de 4 horas de exerc&iacute;cios por semana recebem, ao fim do m&ecirc;s, um b&ocirc;nus de 10% no sal&aacute;rio &mdash; e vale qualquer exerc&iacute;cio.</p>
<p>&ldquo;N&atilde;o precisa ser triatleta, nem nada disso. Vale de t&ecirc;nis &agrave; caminhada no parque, ou qualquer coisa que fa&ccedil;a a pessoa se movimentar, sair de casa e esvaziar a cabe&ccedil;a. Temos hist&oacute;rias maravilhosas de pessoas que mudaram de vida, e que come&ccedil;aram com uma simples caminhada. Entre 80% a 85% dos funcion&aacute;rios praticam isso e, mesmo quem n&atilde;o consegue completar as 4 horas na semana, mas completou 3 horas, recebe 5% de b&ocirc;nus&rdquo;, exemplifica.</p>
<p>Para Rosana Fortes, Country Lead da Strava, &eacute; important&iacute;ssimo que os gestores &ndash; e o RH &ndash; tenham consci&ecirc;ncia dos benef&iacute;cios da manuten&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de dos times.</p>
<p>&ldquo;Dificilmente me vejo trabalhando com um time ou gestores que n&atilde;o tenham consci&ecirc;ncia da import&acirc;ncia do cuidado com a sa&uacute;de, at&eacute; porque eles podem n&atilde;o entender quando eu precisar separar um momento do dia para me movimentar. Eu n&atilde;o tenho, hoje, vergonha em bloquear meu calend&aacute;rio para aquele momento. E deve dar at&eacute; um nervoso para o funcion&aacute;rio que n&atilde;o pratica nada ao observar um l&iacute;der que coloca em pr&aacute;tica uma vida fisicamente mais ativa. Esse exemplo do gestor &eacute; superimportante&rdquo;, explica Fortes, durante um dos pain&eacute;is do Pulso RH da Alice.</p>
<h2>Sa&uacute;de do trabalhador &eacute; responsabilidade das empresas</h2>
<p>Se a empresa demonstra que se importa com a sa&uacute;de e bem-estar dos colaboradores, h&aacute; melhora no engajamento, motiva&ccedil;&atilde;o e produtividade? Muita, segundo os dados in&eacute;ditos da Alice.</p>
<ul>
<li>84,4% dos colaboradores s&atilde;o sempre ou frequentemente mais produtivos em empresas com essa preocupa&ccedil;&atilde;o versus 67,4% entre quem n&atilde;o trabalha em lugares com o mesmo cuidado;</li>
<li>66,5% sentem-se mais motivados versus 16,9%;</li>
<li>70,1% s&atilde;o mais engajados versus 32,3%;</li>
<li>77,2% sentem orgulho de trabalhar ali versus 31,8%;</li>
<li>73,1% se veem trabalhando na mesma empresa pelos pr&oacute;ximos dois anos versus 36%.</li>
</ul>
<p>Quem ainda duvida que o cuidado com a sa&uacute;de dos funcion&aacute;rios seja uma responsabilidade das empresas, vale o destaque: 80,5% dos entrevistados (gestores e liderados) concordam que essa &eacute;, sim, uma fun&ccedil;&atilde;o das institui&ccedil;&otilde;es.</p>
<p>Na Heineken, por exemplo, criou-se uma cultura de embaixadores &mdash; de diferentes &aacute;reas e perfis &mdash; que aprendem detalhes sobre a ci&ecirc;ncia da felicidade e de seguran&ccedil;a psicol&oacute;gica para replicarem aos colegas. &ldquo;S&atilde;o pessoas volunt&aacute;rias e esse foi um fator decisivo para o sucesso dessa forma&ccedil;&atilde;o. No in&iacute;cio, recebemos 250 inscri&ccedil;&otilde;es, mas terminamos o ano com mil&rdquo;, relata L&iacute;via Azevedo, diretora de felicidade da empresa, durante um dos pain&eacute;is do Pulso RH.</p>
<h2>Como melhorar a sa&uacute;de e o bem-estar dos colaboradores?</h2>
<p>O que as empresas podem fazer na pr&aacute;tica para tornar os ambientes corporativos mais saud&aacute;veis? Confira 6 dicas dos entrevistados:</p>
<ol>
<li>Oferecer um plano de sa&uacute;de;</li>
<li>Permitir que os funcion&aacute;rios fa&ccedil;am pausas regulares ao longo do dia;</li>
<li>Dar benef&iacute;cios para alimenta&ccedil;&atilde;o e atividade f&iacute;sica;</li>
<li>Incentivar que a pessoa doente se afaste, de fato, do trabalho;</li>
<li>Oferecer um ambiente de trabalho e pr&aacute;ticas de gest&atilde;o que garantam bem-estar e seguran&ccedil;a psicol&oacute;gica dos colaboradores;</li>
<li>Facilitar a flexibilidade e a organiza&ccedil;&atilde;o da pr&oacute;pria agenda.</li>
</ol>
<a href="https://alice.com.br/evento-pulso-rh" target="_blank" rel="noopener"><figure class="wp-attachment-17678" ><figure class="wp-attachment-17678" ><figure class="wp-attachment-17678" ><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-17678 size-large" src="https://alice.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/pulso-rh-estudo-1024x381.png" alt='Banner Pulso RH sobre sa&uacute;de corporativa e o papel dos gestores. Inclui imagem de um homem sorrindo ao celular e bot&atilde;o "Baixe o estudo".' width="1024" height="381" srcset="https://alice.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/pulso-rh-estudo-1024x381.png 1024w, https://alice.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/pulso-rh-estudo-300x112.png 300w, https://alice.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/pulso-rh-estudo-768x286.png 768w, https://alice.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/pulso-rh-estudo-150x56.png 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"></figure></figure></figure></a>
<h2>Qual &eacute; o papel do gestor na sa&uacute;de dos colaboradores?</h2>
<p>Os n&uacute;meros do Pulso RH mostram que existe um impacto do gestor na sa&uacute;de dos colaboradores &mdash; mas qual &eacute; o papel que ele deve desenvolver e at&eacute; onde ir?</p>
<p>De acordo com Tatiana Pimenta, CEO e fundadora da Vittude, o gestor n&atilde;o tem a responsabilidade de ser um psic&oacute;logo ou de resolver todos os problemas do time, mas isso n&atilde;o isenta o seu papel. &ldquo;Papel do l&iacute;der n&atilde;o &eacute; ser psic&oacute;logo, mas saber direcionar para o melhor programa que a empresa tem&rdquo;, argumenta Pimenta, que tamb&eacute;m participou de um dos pain&eacute;is do Pulso RH.</p>
<p>&Eacute; preciso trazer para a pessoa a responsabilidade pela pr&oacute;pria sa&uacute;de, mas como saber quem precisa de mais aten&ccedil;&atilde;o? Conhecendo o ambiente do trabalho e os colaboradores a partir dos dados.</p>
<p>&ldquo;A melhor forma de navegar por esse ambiente e pensar nas estrat&eacute;gias de sa&uacute;de &eacute; a partir dos dados estruturados. Esses podem ser coletados em exames peri&oacute;dicos bem feitos, atestados, absente&iacute;smo, analisando as comorbidades que mais adoecem aquela popula&ccedil;&atilde;o, al&eacute;m de relacionar aos dados enviados pelos planos de sa&uacute;de&rdquo;, detalha Fleury Johnson, gerente global de sa&uacute;de da Nubank, que tamb&eacute;m participou de um dos pain&eacute;is do Pulso RH.</p>
<h2>Conflitos geracionais nas empresas: como afetam a sa&uacute;de dos times?</h2>
<p>A gera&ccedil;&atilde;o rec&eacute;m-chegada ao mercado de trabalho possui o panorama mais negativo em termos de sa&uacute;de. Nascidos entre 1995 e 2010, a gera&ccedil;&atilde;o Z (ou Gen Z) s&atilde;o os que possuem, em compara&ccedil;&atilde;o com as demais faixas et&aacute;rias analisadas:</p>
<ul>
<li>Pior sa&uacute;de f&iacute;sica;</li>
<li>Pior sa&uacute;de mental;</li>
<li>Pior equil&iacute;brio entre vida pessoal e profissional;</li>
<li>Maior desengajamento;</li>
<li>Menor orgulho da empresa em que trabalham;</li>
<li>Menor produtividade do que a m&eacute;dia.</li>
</ul>
<p>No total, 6,5% das pessoas classificam a pr&oacute;pria sa&uacute;de como ruim ou p&eacute;ssima. Entre a gera&ccedil;&atilde;o Z, esse percentual vai para 10,2%.</p>
<p>Quando o assunto &eacute; equil&iacute;brio entre vida profissional e pessoal, 84,7%de todos os entrevistados afirmam que conseguem manter o work-life balance. J&aacute; os Gen Z, o percentual reduz para 82,8%.</p>
<p>Se 57% dos entrevistados se sentem engajados no trabalho, apenas 44% dos representantes da gera&ccedil;&atilde;o Z afirmam o mesmo. E o &iacute;ndice de desengajamento &eacute; maior entre eles: 16,2% em compara&ccedil;&atilde;o com 8,8% do total de respondentes.</p>
<p>Mas e quem est&aacute; bem? Os colaboradores com 50 anos ou mais, que possuem as melhores taxas de engajamento (72%), orgulho (72,7%) e produtividade (87,9%).</p>
<h2>Mulheres t&ecirc;m mais ins&ocirc;nia e dores relacionadas ao trabalho do que homens</h2>
<p>Outro recorte que os dados in&eacute;ditos da Alice puderam destacar foi a diferen&ccedil;a entre homens e mulheres no mundo corporativo. Em geral, o retrato &eacute; mais negativo para elas do que para eles, o que demanda a&ccedil;&otilde;es espec&iacute;ficas de empresas e gestores.</p>
<p>Quando instigados a avaliarem a pr&oacute;pria sa&uacute;de, por exemplo, 63,8% dos homens destacam uma sa&uacute;de boa ou excelente. Entre as mulheres, apenas 55,7% t&ecirc;m a mesma resposta.</p>
<p>A ins&ocirc;nia &eacute; muito mais frequente entre elas: 42,6% afirmam que vivenciam noites em claro ocasionadas pelo estresse do trabalho com frequ&ecirc;ncia. J&aacute; entre eles, apenas 35,8% t&ecirc;m o mesmo inc&ocirc;modo.</p>
<p>At&eacute; mesmo os cuidados com a pr&oacute;pria sa&uacute;de no dia a dia se diferenciam: a primeira resposta citada pelas mulheres &eacute; fazer exames de rotina, sempre que necess&aacute;rios, apontada por 53,9% delas. Os homens destacam refei&ccedil;&otilde;es saud&aacute;veis (49,2%) em primeiro lugar &ndash; e os exames ocupam a terceira posi&ccedil;&atilde;o.</p>
<a href="https://alice.com.br/evento-pulso-rh" target="_blank" rel="noopener"><figure class="wp-attachment-17678" ><figure class="wp-attachment-17678" ><figure class="wp-attachment-17678" ><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-17678 size-large" src="https://alice.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/pulso-rh-estudo-1024x381.png" alt='Banner Pulso RH sobre sa&uacute;de corporativa e o papel dos gestores. Inclui imagem de um homem sorrindo ao celular e bot&atilde;o "Baixe o estudo".' width="1024" height="381" srcset="https://alice.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/pulso-rh-estudo-1024x381.png 1024w, https://alice.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/pulso-rh-estudo-300x112.png 300w, https://alice.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/pulso-rh-estudo-768x286.png 768w, https://alice.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/pulso-rh-estudo-150x56.png 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"></figure></figure></figure></a>
<html><body><h2>Alice tem o plano de sa&uacute;de certo para a sua empresa!</h2>
<p>Alice &eacute; uma empresa de tecnologia que oferece planos de sa&uacute;de empresarial e tem a miss&atilde;o de tornar o mundo mais saud&aacute;vel. Nossa plataforma de cuidado cont&iacute;nuo garante que os nossos membros recebam o cuidado certo, na hora certa e no lugar certo, proporcionando uma experi&ecirc;ncia excepcional para eles.</p>
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<p>Veja como Alice cuida do seu time e do seu or&ccedil;amento.</p>
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<p>O post <a href="https://alice.com.br/blog/empresas/qual-e-a-influencia-dos-gestores-na-saude-dos-colaboradores/">Qual é a influência dos gestores na saúde dos colaboradores?</a> apareceu primeiro em <a href="https://alice.com.br/blog">Blog da Alice</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Intestino é um segundo cérebro? Veja o que a Ciência diz</title>
		<link>https://alice.com.br/blog/sua-saude/intestino-segundo-cerebro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Amanda Milléo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Jul 2023 14:40:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sua saúde]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[bem-estar]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://blog.alice.com.br/?p=15280</guid>

					<description><![CDATA[<p>Intestino reúne neurônios e neurotransmissores, mas saúde mental exige cuidados além do trato gastrointestinal.</p>
<p>O post <a href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/intestino-segundo-cerebro/">Intestino é um segundo cérebro? Veja o que a Ciência diz</a> apareceu primeiro em <a href="https://alice.com.br/blog">Blog da Alice</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<html><body><p>Voc&ecirc; j&aacute; deve ter ouvido falar que o intestino &eacute; como um segundo c&eacute;rebro e h&aacute; uma explica&ccedil;&atilde;o para esse apelido.</p>
<p>Apesar da dist&acirc;ncia entre eles, o trato gastrointestinal e o sistema nervoso se comunicam por meio de uma rede bidirecional com v&aacute;rias vias de sinaliza&ccedil;&atilde;o, que &eacute; chamada de eixo intestino-c&eacute;rebro.</p>
<p>Isso significa que mensagens podem ser enviadas de cada um dos lados usando conex&otilde;es anat&ocirc;micas, end&oacute;crinas, humorais (l&iacute;quidos do corpo), metab&oacute;licas e at&eacute; imunol&oacute;gicas.</p>
<p>O que facilita essa comunica&ccedil;&atilde;o &eacute; o fato de o trato digestivo ser revestido por 100 a 600 milh&otilde;es de neur&ocirc;nios, o que o deixou conhecido como sistema nervoso ent&eacute;rico {s&atilde;o mais c&eacute;lulas nervosas do que a medula espinhal, para se ter no&ccedil;&atilde;o}.</p>
<p>Isso sem falar na produ&ccedil;&atilde;o da serotonina, horm&ocirc;nio que atua regulando v&aacute;rias fun&ccedil;&otilde;es, como humor, sono, digest&atilde;o, coagula&ccedil;&atilde;o sangu&iacute;nea e at&eacute; a sexual. Sabe quem fornece 95% da serotonina total do corpo? Ele mesmo, o intestino.</p><html><body><div class="cta cta--post--slim_withlogo">
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								</div></body></html>
<h2>Eixo c&eacute;rebro-intestino: o que significa no dia a dia?</h2>
<p>Sabe aquela dor de barriga ou constipa&ccedil;&atilde;o inesperada em momentos de estresse? A culpa &eacute; dessa conex&atilde;o a&iacute;.</p>
<p>&ldquo;O estresse pode causar altera&ccedil;&otilde;es na libera&ccedil;&atilde;o e na a&ccedil;&atilde;o dos neurotransmissores no intestino. Essas mudan&ccedil;as podem afetar diretamente a fun&ccedil;&atilde;o intestinal e resultar na constipa&ccedil;&atilde;o ou na diarreia&rdquo;, explica Lilian Hupfeld Moreno, m&eacute;dica de fam&iacute;lia e comunidade e l&iacute;der de sa&uacute;de mental da Alice.</p>
<p>Doen&ccedil;as como a S&iacute;ndrome do Intestino Irrit&aacute;vel (SII) tamb&eacute;m sofrem influ&ecirc;ncia do eixo intestino-c&eacute;rebro.</p>
<p>Em um estudo publicado na <a href="https://www.nature.com/articles/s41588-021-00950-8" target="_blank" rel="nofollow noopener">revista cient&iacute;fica Nature Genetics</a>, pesquisadores analisaram dados dos genes de 53,4 mil pessoas com SII e de 433,2 mil sem o mesmo diagn&oacute;stico.</p>
<p>Descobriram que dos 6 genes que aumentam a susceptibilidade &agrave; doen&ccedil;a, 4 tamb&eacute;m estavam associados a transtornos de humor e ansiedade.</p>
<p>Isso n&atilde;o significa que uma coisa, necessariamente, puxe a outra. Mas o caminho gen&eacute;tico que as duas condi&ccedil;&otilde;es percorrem pode ser o mesmo.</p><html><body><div class="embed--webstorie">
							<iframe src="https://alice.com.br/blog/web-stories/alimentos-que-soltam-o-intestino/" width="480" height="568"></iframe>
						</div></body></html>
<h2>Intestino e sa&uacute;de mental: o que se sabe?</h2>
<p>Ter uma dor de barriga em momentos de estresse ou falar que est&aacute; &ldquo;enfezado&rdquo; quando se est&aacute; irritado s&atilde;o exemplos da conex&atilde;o entre o intestino e o c&eacute;rebro.</p>
<p>Mas n&atilde;o podemos extrapolar os exemplos e achar que a sa&uacute;de mental se resume a ter um bom tr&acirc;nsito intestinal ou uma microbiota bem colonizada, ok? Essa rela&ccedil;&atilde;o ainda est&aacute; sendo estudada pela Ci&ecirc;ncia.</p>
<p>Antes de entrar nessa discuss&atilde;o, vale lembrar que microbiota &eacute; o nome dado ao conjunto de microrganismos que ocupam o nosso trato gastrointestinal e que criam uma rela&ccedil;&atilde;o simbi&oacute;tica, garantindo vantagens para n&oacute;s e para eles {al&ocirc;, lactobacilos vivos!}.</p>
<p>&ldquo;Evid&ecirc;ncias crescentes sugerem o envolvimento da microbiota no sistema de intercomunica&ccedil;&atilde;o entre intestino e c&eacute;rebro. Algumas delas sugerem que haveria envolvimento na regula&ccedil;&atilde;o das fun&ccedil;&otilde;es do sistema nervoso central, comportamento, humor e, portanto, na sa&uacute;de mental. Mas ainda n&atilde;o se sabe exatamente quais mecanismos e qual &eacute; a rela&ccedil;&atilde;o de causalidade entre a microbiota e as doen&ccedil;as cr&ocirc;nicas em geral&rdquo;, explica Moreno.</p>
<p>Se olharmos s&oacute; para a sa&uacute;de mental, n&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel reduzir uma situa&ccedil;&atilde;o t&atilde;o complexa quanto a depress&atilde;o &agrave; sa&uacute;de do intestino apenas, segundo explica Cintia Baule, m&eacute;dica de fam&iacute;lia e comunidade da Alice.</p>
<p>&ldquo;As nossas emo&ccedil;&otilde;es n&atilde;o t&ecirc;m uma sede exclusiva. Somos inteiros e as emo&ccedil;&otilde;es s&atilde;o influenciadas por v&aacute;rios fatores, sejam culturais, h&aacute;bitos de vida, rela&ccedil;&otilde;es sociais, contextos sociais e macroecon&ocirc;micos, entre outros&rdquo;, explica.</p>
<p>E mesmo os cuidados com a sa&uacute;de mental s&atilde;o multifatoriais. &ldquo;O tratamento da depress&atilde;o, por exemplo, n&atilde;o &eacute; feito exclusivamente com medicamentos antidepressivos. Os profissionais de sa&uacute;de sempre refor&ccedil;am todos os fatores que v&atilde;o gerar a sa&uacute;de como um todo, porque somos uma pessoa por inteiro&rdquo;, afirma.</p>
<h2>Como cuidar da sa&uacute;de mental?</h2>
<p>Confira um checklist dos itens de autocuidado que n&atilde;o podem faltar quando o assunto &eacute; sa&uacute;de mental {e f&iacute;sica tamb&eacute;m}:</p>
<h3>Sono</h3>
<p>e tivesse que dar uma nota, qual voc&ecirc; daria para suas noites de sono? Sente-se recuperado e pleno para come&ccedil;ar um novo dia a cada manh&atilde;? Se precisar de ajuda, a Alice tem um <a href="https://alice.com.br/blog/conteudos-especiais/tecnicas-para-dormir-melhor-ebook-gratuito/" target="_blank" rel="noopener">ebook completo</a> com dicas e t&eacute;cnicas que podem ajudar no relaxamento &agrave; noite.</p>
<h3>Alimenta&ccedil;&atilde;o</h3>
<p>Calcule quantas vezes voc&ecirc; desembalou alimentos em vez de descasc&aacute;-los nas &uacute;ltimas semanas. Foram muitas? Vem aprender sobre a <a href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/alimentacao-intuitiva-sinais-fome-e-saciedade/" target="_blank" rel="noopener">alimenta&ccedil;&atilde;o intuitiva</a> e, se for o caso, confira dicas sobre <a href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/como-emagrecer-com-saude/" target="_blank" rel="noopener">como emagrecer com sa&uacute;de</a>.</p>
<h3>Exerc&iacute;cios f&iacute;sicos</h3>
<p>Al&eacute;m de liberar neurotransmissores relacionados ao prazer, praticar exerc&iacute;cios f&iacute;sicos com regularidade reduz o risco de desenvolver <a href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/crise-de-ansiedade-sinais-e-como-lidar/#:~:text=9)%20Pratique%20atividade%20f%C3%ADsica%20regularmente" target="_blank" rel="noopener">transtornos mentais</a> em at&eacute; 60%.</p>
<h3>Rela&ccedil;&otilde;es sociais</h3>
<p>Lembra aqueles amigos que voc&ecirc; sempre diz &ldquo;vamos marcar&rdquo; e nunca marcam nada? Manda um &ldquo;al&ocirc;, sumido&rdquo; e bora reviver essa amizade!</p>
<h3>Trabalho</h3>
<p>A rotina profissional pode ser uma fonte significativa de estresse, mas alguns cuidados podem ajudar. Algumas ideias sobre <a href="https://alice.com.br/blog/empresas/saude-mental-empresas-ideias/" target="_blank" rel="noopener">como colocar a sa&uacute;de mental em pr&aacute;tica nas empresas</a> s&atilde;o: propor espa&ccedil;os de escuta e acolhimento, tirar o time da cadeira {literalmente} e incentivar a pr&aacute;tica de exerc&iacute;cios, al&eacute;m de monitorar o que causa o estresse, entre outras medidas.</p>
<html><body><h2>Alice tem o plano de sa&uacute;de certo para a sua empresa!</h2>
<p>Alice &eacute; uma empresa de tecnologia que oferece planos de sa&uacute;de empresarial e tem a miss&atilde;o de tornar o mundo mais saud&aacute;vel. Nossa plataforma de cuidado cont&iacute;nuo garante que os nossos membros recebam o cuidado certo, na hora certa e no lugar certo, proporcionando uma experi&ecirc;ncia excepcional para eles.</p>
<p>Nossos planos t&ecirc;m cobertura nacional completa, assim como o atendimento e a experi&ecirc;ncia &uacute;nica do Alice Agora, parceiro de sa&uacute;de confi&aacute;vel para todas as horas, direto no app. Fale com o Time de Sa&uacute;de 24/7, receba resposta em at&eacute; 60 segundos e, se precisar, j&aacute; fa&ccedil;a uma consulta virtual com nossa equipe m&eacute;dica.</p>
<p>Alice tamb&eacute;m tem suporte completo ao seu RH, com dados estrat&eacute;gicos para sua gest&atilde;o &ndash; desde reports de sa&uacute;de populacional at&eacute; de custo de cuidado &ndash;, onboarding exclusivo e account manager dedicado.</p>
<p>Veja como Alice cuida do seu time e do seu or&ccedil;amento.</p>
<html><body><div class="cta cta--post--slim_withlogo">
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									<span class="title">Fa&ccedil;a uma Cota&ccedil;&atilde;o</span><span class="icon icon--arrow_right"></span></a>
								</div></body></html></body></html></body></html>
<p>O post <a href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/intestino-segundo-cerebro/">Intestino é um segundo cérebro? Veja o que a Ciência diz</a> apareceu primeiro em <a href="https://alice.com.br/blog">Blog da Alice</a>.</p>
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