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	<title>Arquivo de prevencao - Blog da Alice</title>
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	<description>Tenha acesso a conteúdos baseados em evidências científicas produzidos e revisados pelos profissionais que fazem parte do plano de saúde da Alice</description>
	<lastBuildDate>Mon, 09 Feb 2026 18:22:24 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Arquivo de prevencao - Blog da Alice</title>
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	<item>
		<title>PCMSO: o que é, para que serve e quando deve ser feito?</title>
		<link>https://alice.com.br/blog/empresas/pcmso-o-que-e-para-que-serve-e-quando-deve-ser-feito/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Time Alice]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Oct 2024 18:44:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[bem-estar]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[prevencao]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://alice.com.br/blog/?p=18309</guid>

					<description><![CDATA[<p>Programa voltado ao controle da saúde ocupacional deve ser elaborado e aplicado por um médico do trabalho. Entenda quais empresas devem possuir um plano de garantia de saúde. </p>
<p>O post <a href="https://alice.com.br/blog/empresas/pcmso-o-que-e-para-que-serve-e-quando-deve-ser-feito/">PCMSO: o que é, para que serve e quando deve ser feito?</a> apareceu primeiro em <a href="https://alice.com.br/blog">Blog da Alice</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<html><body><p>Parece uma sopa de letrinhas, mas a sigla PCMSO significa Programa de Controle M&eacute;dico de Sa&uacute;de Ocupacional (PCMSO). Trata-se de uma diretriz estabelecida pela <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/del5452.htm" target="_blank" rel="nofollow noopener">Consolida&ccedil;&atilde;o das Leis do Trabalho (CLT)</a> e regulamentada posteriormente por meio da <a href="https://www.gov.br/trabalho-e-emprego/pt-br/acesso-a-informacao/participacao-social/conselhos-e-orgaos-colegiados/comissao-tripartite-partitaria-permanente/normas-regulamentadora/normas-regulamentadoras-vigentes/nr-07-atualizada-2022.pdf" target="_blank" rel="nofollow noopener">Norma Regulamentadora de n&uacute;mero 7, a NR 7</a>.</p>
<p>A reda&ccedil;&atilde;o original da NR 7 estabelecia apenas alguns par&acirc;metros b&aacute;sicos para a realiza&ccedil;&atilde;o de exames m&eacute;dicos ocupacionais. Desde o seu surgimento, no entanto, a norma passou por dez revis&otilde;es para se ajustar &agrave;s novas tecnologias dispon&iacute;veis. E tamb&eacute;m para ficar em conformidade com exig&ecirc;ncias de &oacute;rg&atilde;os nacionais e internacionais ligados ao trabalho e &agrave; sa&uacute;de, a exemplo da Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial da Sa&uacute;de (OMS).</p><html><body><div class="cta cta--post--slim_withlogo">
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								</div></body></html>
<p>Em uma dessas amplas revis&otilde;es, que ocorreu em 1994, a NR 7 passou a exigir que empresas elaborassem um PCMSO, estabelecendo detalhadamente alguns par&acirc;metros m&iacute;nimos e diretrizes gerais.</p>
<p>A partir de ent&atilde;o, o acompanhamento da sa&uacute;de dos trabalhadores deixava de fazer parte de iniciativas isoladas de realiza&ccedil;&atilde;o de exames m&eacute;dicos. Com isso, ele passou a fazer parte de um programa planejado e integrado, que levasse em considera&ccedil;&atilde;o os riscos &agrave; sa&uacute;de dos colaboradores existentes nos ambientes de trabalho, especialmente aqueles identificados nas avalia&ccedil;&otilde;es previstas nas demais normas regulamentadoras.</p>
<p>Neste conte&uacute;do, explicaremos em detalhes o que &eacute; o PCMSO.</p>
<h2>O que &eacute; o PCMSO?</h2>
<p>O PCMSO &eacute; um conjunto de a&ccedil;&otilde;es e diretrizes elaborado pelas empresas para monitorar e proteger a sa&uacute;de de seus colaboradores em rela&ccedil;&atilde;o aos riscos e doen&ccedil;as ocupacionais, como s&atilde;o chamadas aquelas que s&atilde;o ocasionadas por atividades relativas ao trabalho.</p>
<p>Outro objetivo &eacute; garantir um ambiente de trabalho seguro e est&aacute;vel.</p>
<p>Ele abrange a realiza&ccedil;&atilde;o de exames m&eacute;dicos, sejam eles admissionais, <a href="https://alice.com.br/blog/empresas/exame-demissional-o-que-e-e-como-funciona/" target="_blank" rel="noopener">demissionais</a>, al&eacute;m dos peri&oacute;dicos, de retorno ao trabalho e de mudan&ccedil;a de fun&ccedil;&atilde;o.</p>
<p><a href="https://alice.com.br/blog/empresas/os-6-pilares-da-saude-mental-no-trabalho/" target="_blank" rel="noopener">Coluna Arthur Geise: Os 6 pilares da sa&uacute;de mental no trabalho</a></p>
<p>O programa dever&aacute; ser elaborado a pedido da empresa por um m&eacute;dico do trabalho, que deve avaliar as condi&ccedil;&otilde;es de sa&uacute;de dos colaboradores e os riscos associados &agrave;s suas atividades.</p>
<h2>Para que serve o PCMSO?</h2>
<p>A principal fun&ccedil;&atilde;o do PCMSO &eacute; prevenir e mitigar riscos e doen&ccedil;as relacionadas ao trabalho, al&eacute;m de promover a sa&uacute;de dos trabalhadores.</p>
<p>Entre seus objetivos est&atilde;o:</p>
<ol>
<li><b>Identifica&ccedil;&atilde;o de riscos presentes no ambiente de trabalho</b>, possibilitando a&ccedil;&otilde;es corretivas;</li>
<li><b>Realiza&ccedil;&atilde;o de exames m&eacute;dicos regulares</b>, para auxiliar na detec&ccedil;&atilde;o precoce de doen&ccedil;as ocupacionais;</li>
<li><b>Promo&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de</b>, com a&ccedil;&otilde;es educativas e preventivas para estimular h&aacute;bitos saud&aacute;veis entre os colaboradores;</li>
<li><b>Documenta&ccedil;&atilde;o</b>, servindo como um registro formal das condi&ccedil;&otilde;es de sa&uacute;de dos trabalhadores, essencial para a gest&atilde;o da sa&uacute;de ocupacional pela empresa e pela Previd&ecirc;ncia Social, al&eacute;m de eventuais auditorias.</li>
</ol>
<p><a href="https://alice.com.br/blog/empresas/como-esta-a-saude-dos-colaboradores-brasileiros-a-alice-responde/" target="_blank" rel="noopener">Como est&aacute; a sa&uacute;de dos colaboradores brasileiros? A Alice&nbsp;responde</a></p>
<h2>Quais s&atilde;o as diretrizes do PCMSO</h2>
<p>Segundo o texto legal da NR 7, o PCMO possui as seguintes diretrizes:</p>
<ul>
<li>Rastrear e detectar precocemente os agravos &agrave; sa&uacute;de relacionados ao trabalho;</li>
<li>Detectar poss&iacute;veis exposi&ccedil;&otilde;es excessivas a agentes nocivos ocupacionais;</li>
<li>Definir a aptid&atilde;o de cada trabalhador para exercer suas fun&ccedil;&otilde;es ou tarefas determinadas;</li>
<li>Subsidiar a implanta&ccedil;&atilde;o e o monitoramento da efic&aacute;cia das medidas de preven&ccedil;&atilde;o adotadas na organiza&ccedil;&atilde;o;</li>
<li>Subsidiar an&aacute;lises epidemiol&oacute;gicas e estat&iacute;sticas sobre os agravos &agrave; sa&uacute;de e sua rela&ccedil;&atilde;o com os riscos ocupacionais;</li>
<li>Subsidiar decis&otilde;es sobre o afastamento de colaboradores de situa&ccedil;&otilde;es de trabalho que possam comprometer sua sa&uacute;de;</li>
<li>Subsidiar a emiss&atilde;o de notifica&ccedil;&otilde;es de agravos relacionados ao trabalho, de acordo com a regulamenta&ccedil;&atilde;o pertinente;</li>
<li>Subsidiar o encaminhamento de empregados &agrave; Previd&ecirc;ncia Social;</li>
<li>Acompanhar de forma diferenciada o colaborador cujo estado de sa&uacute;de possa ser especialmente afetado pelos riscos ocupacionais;</li>
<li>Subsidiar a Previd&ecirc;ncia Social nas a&ccedil;&otilde;es de reabilita&ccedil;&atilde;o profissional;</li>
<li>Subsidiar a&ccedil;&otilde;es de readapta&ccedil;&atilde;o profissional;</li>
<li>Controlar a imuniza&ccedil;&atilde;o ativa dos colaboradores, relacionada a riscos ocupacionais, sempre que houver recomenda&ccedil;&atilde;o do Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de.</li>
</ul>
<h2>Quando o PCMSO deve ser feito?</h2>
<p>A implementa&ccedil;&atilde;o do programa &eacute; obrigat&oacute;ria para todas as empresas que possuem funcion&aacute;rios contratados sob o regime da CLT. A lei permite que microempresas e empresas de pequeno porte, como MEIs, n&atilde;o elaborem o PCMSO, desde que n&atilde;o haja riscos aos trabalhadores.</p>
<p><a href="https://alice.com.br/blog/empresas/qual-a-diferenca-entre-insalubridade-e-periculosidade/" target="_blank" rel="noopener">Qual a diferen&ccedil;a entre insalubridade e periculosidade?</a></p>
<p>J&aacute; a periodicidade das avalia&ccedil;&otilde;es m&eacute;dicas (anuais, a cada dois anos etc.) varia conforme a faixa et&aacute;ria dos trabalhadores e as condi&ccedil;&otilde;es de trabalho.</p>
<p>Em atividades com riscos espec&iacute;ficos ou condi&ccedil;&otilde;es excepcionais, por exemplo, &eacute; necess&aacute;rio realizar avalia&ccedil;&otilde;es com maior frequ&ecirc;ncia.</p>
<h2>Qual a import&acirc;ncia de elaborar um PCMSO?</h2>
<p>A elabora&ccedil;&atilde;o e ado&ccedil;&atilde;o de um PCMSO n&atilde;o apenas cumpre uma exig&ecirc;ncia legal, mas tamb&eacute;m traz benef&iacute;cios significativos para as empresas.</p>
<p>Um ambiente de trabalho saud&aacute;vel resulta em maior produtividade, redu&ccedil;&atilde;o de absente&iacute;smo e de afastamentos por doen&ccedil;as e acidentes, al&eacute;m de minimizar riscos legais decorrentes de processos trabalhistas relacionados &agrave; sa&uacute;de ocupacional.</p>
<p><a href="https://alice.com.br/blog/empresas/o-que-e-cipa-e-como-ela-protege-a-saude-dos-trabalhadores/" target="_blank" rel="noopener">O que &eacute; Cipa e como ela protege a sa&uacute;de dos trabalhadores?</a></p>
<p>Al&eacute;m disso, o PCMSO contribui para a constru&ccedil;&atilde;o de uma cultura organizacional voltada para a sa&uacute;de e seguran&ccedil;a. Isso pode melhorar a imagem da empresa tanto para o p&uacute;blico interno quanto para o mercado.</p>
<h2>O que s&atilde;o as Normas Regulamentadoras como a NR 7?</h2>
<p>Importante fazer um adendo para explicar o que s&atilde;o as NRs. Tratam-se de diretrizes criadas de forma a complementar alguns trechos da CLT que falam sobre os direitos e as obriga&ccedil;&otilde;es das empresas relativos a quest&otilde;es de seguran&ccedil;a e medicina do trabalho.</p>
<p>Ou seja, toda empresa que trabalhe com colaboradores em regime de CLT precisa observar o que determinam as NRs.</p>
<p><a href="https://alice.com.br/blog/empresas/nr-1-e-nova-lei-defendem-bem-estar-do-colaborador/" target="_blank" rel="noopener">NR 1 e nova lei protegem sa&uacute;de mental do colaborador</a></p>
<p>Publicadas inicialmente em 1978, e atualizadas periodicamente desde ent&atilde;o, as NRs estabelecem medidas para garantir ambientes e pr&aacute;ticas de trabalho sadios e seguros, de modo a prevenir ocorr&ecirc;ncias de doen&ccedil;as e acidentes de trabalho.</p>
<h2>Conselho de medicina e as novas exig&ecirc;ncias</h2>
<p>Recentemente, em janeiro de 2024, o Conselho Federal de Medicina (CFM) elaborou uma <a href="https://portal.cfm.org.br/wp-content/uploads/2024/01/RESOLUCAO-CFM-No-2.376-DE-18-de-janeiro-de-2024-RESOLUCAO-CFM-No-2.376-DE-18-de-janeiro-de-2024-DOU-Imprensa-Nacional.pdf" target="_blank" rel="nofollow noopener">nova resolu&ccedil;&atilde;o</a> com mudan&ccedil;as relacionadas ao PCMSO. As principais delas s&atilde;o:</p>
<ul>
<li><b>Registro obrigat&oacute;rio do programa:</b> os m&eacute;dicos do trabalho agora s&atilde;o obrigados a registrar cada PCMSO sob sua responsabilidade no Conselho Regional de Medicina (CRM) da regi&atilde;o onde atuam. Isso garante que haja um respons&aacute;vel t&eacute;cnico formal para cada programa. O registro do PCMSO pode ser feito gratuitamente atrav&eacute;s do site dos conselhos regionais;</li>
<li><b>Diretor t&eacute;cnico-m&eacute;dico com registro no CRM:</b> os servi&ccedil;os m&eacute;dicos ambulatoriais de atendimento ao trabalhador dentro das empresas devem ter um diretor t&eacute;cnico-m&eacute;dico registrado no CRM;</li>
<li><b>C</b><b>omunica&ccedil;&atilde;o de desligamento:</b> quando um m&eacute;dico deixa de ser respons&aacute;vel por um PCMSO, ele deve comunicar oficialmente ao conselho regional de medicina dentro de um prazo de 30 dias. Essa medida visa manter a transpar&ecirc;ncia e a rastreabilidade dos respons&aacute;veis pelos programas.</li>
</ul>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Qual a diferença entre insalubridade e periculosidade?</title>
		<link>https://alice.com.br/blog/empresas/qual-a-diferenca-entre-insalubridade-e-periculosidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Time Alice]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Sep 2024 20:07:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[mercado de trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[prevencao]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://alice.com.br/blog/?p=18102</guid>

					<description><![CDATA[<p>Conceitos garantem proteção aos trabalhadores e fortalecem ambientes de trabalho seguros e saudáveis.</p>
<p>O post <a href="https://alice.com.br/blog/empresas/qual-a-diferenca-entre-insalubridade-e-periculosidade/">Qual a diferença entre insalubridade e periculosidade?</a> apareceu primeiro em <a href="https://alice.com.br/blog">Blog da Alice</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<html><body><p>Trabalhar em um escrit&oacute;rio climatizado com equipamentos, luminosidade e estrutura adequados durante a jornada no hor&aacute;rio comercial pode n&atilde;o apresentar grandes riscos &agrave; sa&uacute;de. Mas essa n&atilde;o &eacute; a realidade de todos os trabalhadores brasileiros.</p>
<p>Em tese, todas as empresas devem garantir um ambiente saud&aacute;vel e seguro para seus colaboradores, reduzindo riscos de acidentes e de doen&ccedil;as ocupacionais (aquelas ocasionadas por a&ccedil;&otilde;es relacionadas ao trabalho). No entanto, existem algumas atividades que podem causar danos &agrave; sa&uacute;de f&iacute;sica ou mental, a curto ou longo prazo.</p>
<p>Dessa forma, a lei trabalhista brasileira considera dois conceitos que desempenham um papel fundamental na prote&ccedil;&atilde;o dos trabalhadores e na garantia de ambientes de trabalho saud&aacute;veis e seguros: a <b>insalubridade</b> e a <b>periculosidade.</b> Mas qual a diferen&ccedil;a entre insalubridade e periculosidade?</p>
<p>Embora sejam termos semelhantes, existem algumas particularidades e explicamos tudo a seguir.</p><html><body><div class="cta cta--post--slim_withlogo">
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								</div></body></html>
<h2>O que &eacute; insalubridade?</h2>
<p>A insalubridade se refere a condi&ccedil;&otilde;es de trabalho que exp&otilde;em os colaboradores a agentes prejudiciais &agrave; sa&uacute;de. A <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Decreto-Lei/Del5452.htm#art2" target="_blank" rel="nofollow noopener">CLT (Consolida&ccedil;&atilde;o das Leis do Trabalho)</a> define em seu artigo 189 o que ela considera atividades insalubres:</p>
<p>&ldquo;Ser&atilde;o consideradas atividades ou opera&ccedil;&otilde;es insalubres aquelas que, por sua natureza, condi&ccedil;&otilde;es ou m&eacute;todos de trabalho, exponham os empregados a <b>agentes nocivos &agrave; sa&uacute;de</b>, acima dos limites de toler&acirc;ncia fixados em raz&atilde;o da natureza e da intensidade do agente e do tempo de exposi&ccedil;&atilde;o aos seus efeitos&rdquo;.</p>
<p>Algumas das situa&ccedil;&otilde;es que podem fazer isso s&atilde;o:</p>
<ul>
<li>Ru&iacute;do excessivo;</li>
<li>Subst&acirc;ncias t&oacute;xicas;</li>
<li>Radia&ccedil;&atilde;o;</li>
<li>Jornadas de trabalho em hor&aacute;rios alternativos, como a madrugada, que pode alterar o rel&oacute;gio biol&oacute;gico.</li>
</ul>
<p><a href="https://alice.com.br/blog/empresas/quais-equipamentos-as-empresas-sao-obrigadas-a-fornecer/" target="_blank" rel="noopener">Quais equipamentos as empresas s&atilde;o obrigadas a&nbsp;fornecer?</a></p>
<p>Assim, dependendo do grau de insalubridade ao qual o colaborador pode estar exposto, o empregador dever&aacute; garantir um <b>adicional salarial</b> de 40% (grau m&aacute;ximo de insalubridade), 20% (grau m&eacute;dio) ou 10% (grau m&iacute;nimo) sobre o sal&aacute;rio m&iacute;nimo regional &ndash; aten&ccedil;&atilde;o que, nesses caso, o adicional <b>n&atilde;o</b> ser&aacute; aplicado sobre o sal&aacute;rio-base do empregado.</p>
<h2>O que &eacute; periculosidade?</h2>
<p>A periculosidade se refere a locais de trabalho arriscados ou atividades consideradas perigosas, que apresentem <b>riscos de acidentes ou danos f&iacute;sicos.</b></p>
<p>Segundo a CLT , s&atilde;o atividades que podem expor o trabalhador de modo permanente a:</p>
<ul>
<li>Inflam&aacute;veis;</li>
<li>Explosivos ou energia el&eacute;trica;</li>
<li>Roubos ou outras esp&eacute;cies de viol&ecirc;ncia f&iacute;sica nas atividades de seguran&ccedil;a pessoal ou patrimonial;</li>
<li>Colis&otilde;es, atropelamentos ou outros acidentes ou viol&ecirc;ncias nas atividades de agentes das autoridades de tr&acirc;nsito;</li>
<li>Atividades de trabalhador em motocicleta.</li>
</ul>
<p>Sendo assim, o desempenho de tais fun&ccedil;&otilde;es assegura ao colaborador um <b>adicional de 30% sobre seu sal&aacute;rio</b> (diferentemente do adicional de insalubridade, cujo c&aacute;lculo &eacute; feito sobre o sal&aacute;rio m&iacute;nimo). O c&aacute;lculo n&atilde;o leva em conta b&ocirc;nus nem outros benef&iacute;cios que possam incidir sobre o sal&aacute;rio-base, como, por exemplo, participa&ccedil;&atilde;o nos lucros ou f&eacute;rias.</p>
<h2>Ent&atilde;o, qual a diferen&ccedil;a entre entre insalubridade e periculosidade?</h2>
<p>A principal diferen&ccedil;a entre insalubridade e periculosidade est&aacute; no tipo de risco a que o trabalhador est&aacute; exposto. A insalubridade envolve riscos &agrave; sa&uacute;de a m&eacute;dio e longo prazo. J&aacute; a periculosidade envolve riscos de acidentes.</p>
<p><a href="https://alice.com.br/blog/empresas/o-que-e-cipa-e-como-ela-protege-a-saude-dos-trabalhadores/" target="_blank" rel="noopener">O que &eacute; Cipa e como ela protege a sa&uacute;de dos trabalhadores?</a></p>
<p>Al&eacute;m disso, nas duas situa&ccedil;&otilde;es h&aacute; garantia de acr&eacute;scimo salarial, mas no caso da periculosidade o c&aacute;lculo usa o sal&aacute;rio do colaborador como base enquanto a insalubridade leva em considera&ccedil;&atilde;o o sal&aacute;rio m&iacute;nimo regional e varia&ccedil;&atilde;o do grau de insalubridade (m&aacute;ximo, m&eacute;dio ou m&iacute;nimo).</p>
<h2>Quem determina o que &eacute; insalubre ou perigoso?</h2>
<p>Muitas vezes n&atilde;o fica claro nem para a empresa e nem para os colaboradores qual o risco das atividades desempenhadas.</p>
<p>Sendo assim, de acordo com&nbsp; a CLT, a caracteriza&ccedil;&atilde;o e a classifica&ccedil;&atilde;o da insalubridade e da periculosidade, segundo as normas do Minist&eacute;rio do Trabalho, dever&atilde;o ser feitas ap&oacute;s uma per&iacute;cia realizada por um m&eacute;dico do trabalho ou um engenheiro do trabalho, profissionais que precisam estar registrados no Minist&eacute;rio do Trabalho.</p>
<p><a href="https://alice.com.br/blog/plano-de-saude/como-contratar-plano-de-saude-empresarial/" target="_blank" rel="noopener">Contratar um plano de sa&uacute;de empresarial: por onde&nbsp;come&ccedil;ar?</a></p>
<p>&Eacute; importante lembrar que, mais do que garantir um adicional de sal&aacute;rio, a empresa deve ser respons&aacute;vel por identificar os riscos do trabalho e implementar medidas adequadas de controle e preven&ccedil;&atilde;o de acidentes.</p>
<p>Isso inclui, por exemplo:</p>
<ul>
<li>Fornecimento e garantia do uso de Prote&ccedil;&atilde;o individual (EPI) pelas equipes;</li>
<li>Implementa&ccedil;&atilde;o de treinamentos e campanha de conscientiza&ccedil;&atilde;o para a redu&ccedil;&atilde;o de riscos de acidente;</li>
<li>Pesquisas e esfor&ccedil;os para uma busca cont&iacute;nua de redu&ccedil;&atilde;o dos riscos.</li>
</ul>
<html><body><h2>Alice tem o plano de sa&uacute;de certo para a sua empresa!</h2>
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<p>O post <a href="https://alice.com.br/blog/empresas/qual-a-diferenca-entre-insalubridade-e-periculosidade/">Qual a diferença entre insalubridade e periculosidade?</a> apareceu primeiro em <a href="https://alice.com.br/blog">Blog da Alice</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Tudo que você precisa saber sobre a dengue</title>
		<link>https://alice.com.br/blog/sua-saude/tudo-que-voce-precisa-saber-sobre-a-dengue/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Amanda Milléo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Feb 2024 23:21:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sua saúde]]></category>
		<category><![CDATA[bem-estar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Proteção, sintomas, tratamento e vacinas: tire todas as suas dúvidas sobre a dengue.</p>
<p>O post <a href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/tudo-que-voce-precisa-saber-sobre-a-dengue/">Tudo que você precisa saber sobre a dengue</a> apareceu primeiro em <a href="https://alice.com.br/blog">Blog da Alice</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<html><body><p>2024 come&ccedil;ou e alguns temas j&aacute; est&atilde;o em destaque: calor do ver&atilde;o, festas de Carnaval pelo pa&iacute;s e medidas de combate &agrave; <b>dengue</b>. E por que tanta aten&ccedil;&atilde;o &agrave; doen&ccedil;a? H&aacute; motivos para isso.</p>
<p>At&eacute; o come&ccedil;o de fevereiro, o pa&iacute;s registrou mais de 260 mil casos prov&aacute;veis de dengue, sendo que os estados de Minas Gerais e S&atilde;o Paulo, al&eacute;m do Distrito Federal, lideram no n&uacute;mero.</p>
<p>Apenas nas primeiras quatro semanas de 2024, foram mais de 217 mil casos da doen&ccedil;a. No mesmo per&iacute;odo de 2023, foram registrados 65 mil casos.</p>
<p>A estimativa do <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2024-01/brasil-pode-registrar-ate-42-milhoes-de-casos-de-dengue-em-2024">Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de</a> &eacute; que, neste ano, o pa&iacute;s registre at&eacute; 4,2 milh&otilde;es de casos da doen&ccedil;a. Em 2023, foram <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2023-12/casos-de-dengue-no-brasil-aumentam-158-em-2023">1,6 milh&atilde;o</a>, em compara&ccedil;&atilde;o. E, em 2022, <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2023-12/casos-de-dengue-no-brasil-aumentam-158-em-2023">1,3 milh&atilde;o</a>.</p>
<h2>Por que a dengue aumentou em 2024?</h2>
<p>Uma das respostas s&atilde;o as altera&ccedil;&otilde;es clim&aacute;ticas, especialmente o fen&ocirc;meno <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2024-01/el-nino-e-altas-temperaturas-favorecem-aumento-de-casos-de-dengue">El Ni&ntilde;o</a>, que provoca altas temperaturas e chuvas intermitentes. E essa &eacute; a f&oacute;rmula perfeita para proliferar o mosquito <i>Aedes aegypti</i>, transmissor do v&iacute;rus da dengue.</p>
<p>&ldquo;Dengue &eacute; uma doen&ccedil;a end&ecirc;mica em algumas regi&otilde;es, ent&atilde;o &eacute; esperado que tenhamos casos constantes, j&aacute; que &eacute; sazonal. Mas o El Ni&ntilde;o influenciou essa transmissibilidade e o que temos hoje, no Brasil, &eacute; um surto de dengue, que &eacute; o crescimento abrupto dos casos em uma &aacute;rea circunscrita&rdquo;, explica Michel Duailibi, m&eacute;dico de Fam&iacute;lia e Comunidade da Alice.</p>
<h2>Dengue &eacute; uma doen&ccedil;a das cidades?</h2>
<p>Sim, a dengue pode ser considerada uma doen&ccedil;a urbana, de acordo com Duailibi. E a explica&ccedil;&atilde;o para isso est&aacute; na forma como ela surge.</p>
<p>A dengue &eacute; uma doen&ccedil;a causada por um v&iacute;rus e se enquadra, segundo o <a href="https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/d/dengue#:~:text=A%20dengue%20%C3%A9%20uma%20doen%C3%A7a,graves%2C%20inclusive%20virem%20a%20%C3%B3bito.">Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de</a>, no grupo das arboviroses. Mas, ao contr&aacute;rio de outros v&iacute;rus, como o da gripe, que s&oacute; precisa de um espirro para contaminar outras pessoas, a transmiss&atilde;o do v&iacute;rus da dengue depende de um vetor, o mosquito. No caso, o conhecido <i>Aedes aegypti</i> {curiosidade: o nome significa odioso do Egito}.</p>
<p>E em que lugares o aedes gosta de se reproduzir? Qualquer canto com uma &aacute;gua parada, desde pneus, esgoto a c&eacute;u aberto, sacos de lixo com ac&uacute;mulo de &aacute;gua, vaso de planta com muita &aacute;gua etc. Todos s&atilde;o cen&aacute;rios bem comuns em &aacute;reas urbanas.</p>
<p>Isso n&atilde;o significa que &aacute;reas rurais tamb&eacute;m n&atilde;o tenham casos da doen&ccedil;a, mas que o risco pode ser maior perto de &aacute;reas de cidades com as caracter&iacute;sticas citadas acima. Ou seja, as medidas de prote&ccedil;&atilde;o contra a dengue valem para todo o pa&iacute;s, ok?</p>
<h3>Dengue: quais os tipos mais comuns?</h3>
<p>O nome &eacute; um s&oacute;, mas h&aacute; quatro subtipos de dengue, conhecidos pela prefixo DENV + o n&uacute;mero:</p>
<ul>
<li>DENV-1</li>
<li>DENV-2</li>
<li>DENV-3</li>
<li>DENV-4</li>
</ul>
<p>O aumento nos casos em 2024 ocorreu com os subtipos 3 e 4, mas isso n&atilde;o impede que haja infec&ccedil;&atilde;o pelos outros subtipos tamb&eacute;m.</p>
<p>&ldquo;Em geral, quando uma pessoa desenvolve uma doen&ccedil;a causada por v&iacute;rus, ela tende a ficar protegida daquele e dos demais subtipos por um tempo. No caso da dengue, a pessoa s&oacute; fica protegida do subtipo que ela j&aacute; entrou em contato, mas pode desenvolver a doen&ccedil;a com os demais. E, caso haja contato com os outros subtipos, o organismo pode ter uma rea&ccedil;&atilde;o exacerbada, gerando uma forma mais grave da dengue&rdquo;, explica Duailibi.</p>
<h2>Mosquito da dengue: como se proteger?</h2>
<p>A medida mais indicada para combater o mosquito da dengue &eacute; evitar a sua reprodu&ccedil;&atilde;o. Para isso, vale:</p>
<ul>
<li>Colocar areia nos vasos de plantas;</li>
<li>Proteger pneus da &aacute;gua da chuva e evitar que acumulem &aacute;gua;</li>
<li>Manter a caixa d&rsquo;&aacute;gua fechada;</li>
<li>Amarrar bem os sacos de lixo que fiquem expostos;</li>
<li>Limpar sempre as calhas de casas;</li>
<li>Evitar acumular sucata ou entulhos nos quintais, especialmente os expostos;</li>
<li>Esvaziar sempre garrafas, potes ou vasos que possam acumular &aacute;gua.</li>
</ul>
<p>Outro cuidado &eacute; proteger o corpo por meio do uso de repelentes e de roupas que protejam, sempre que poss&iacute;vel, bra&ccedil;os e pernas.</p>
<h3>Dia ou noite: quando o mosquito da dengue ataca?</h3>
<p>Por mais que no ver&atilde;o seja comum ouvir mosquitos atazanando o sono da noite, o mosquito respons&aacute;vel pela dengue tem h&aacute;bitos muito mais diurnos.</p>
<p>&ldquo;&Eacute; durante o dia que o <i>Aedes aegypti</i> sai para picar as pessoas. Por isso que n&atilde;o &eacute; comum a recomenda&ccedil;&atilde;o de usar uma prote&ccedil;&atilde;o na cama, &agrave; noite, contra a dengue, mas a medida pode ser adotada. O importante &eacute; priorizar a cobertura de &aacute;reas do corpo com roupa ou, quando expostas, passar o repelente &ndash; principalmente durante o dia&rdquo;, explica Duailibi.</p>
<h2>Repelentes: quais protegem contra dengue e como passar?</h2>
<p>H&aacute; dois tipos de repelentes nos mercados e farm&aacute;cias hoje: os sint&eacute;ticos e os naturais. A diferen&ccedil;a est&aacute; na composi&ccedil;&atilde;o de cada um deles e as evid&ecirc;ncias de efic&aacute;cia contra a dengue.</p>
<p>&ldquo;Os sint&eacute;ticos s&atilde;o estudados h&aacute; mais tempo, sendo o principal ingrediente o DEET, e podem ser usados por diferentes popula&ccedil;&otilde;es. J&aacute; os naturais, que usam citronela, eucalipto, lim&atilde;o e outras subst&acirc;ncias, n&atilde;o t&ecirc;m evid&ecirc;ncias cient&iacute;ficas fortes ou robustas contra a dengue. Os sint&eacute;ticos s&atilde;o mais eficazes&rdquo;, explica Duailibi.</p>
<p>E as vers&otilde;es de repelentes para o ambiente, como velas de citronela? Segundo o m&eacute;dico de Fam&iacute;lia e Comunidade, vale mais investir nos produtos de passar no corpo, sejam em spray, lo&ccedil;&atilde;o ou outras vers&otilde;es.</p>
<p>&ldquo;A vela de citronela, por exemplo, s&oacute; funciona se a deixarmos muito tempo no ambiente, porque isso aumenta a concentra&ccedil;&atilde;o da citronela naquele lugar. Medidas mais ambientais como o spray de ambiente e a raquete de choque contra o mosquito n&atilde;o t&ecirc;m efic&aacute;cia t&atilde;o boa para dengue quanto o repelente de passar no corpo&rdquo;, afirma.</p>
<p>Outra medida que n&atilde;o tem evid&ecirc;ncia cient&iacute;fica que funcione, segundo Duailibi, &eacute; a pulseira de repelente. Ent&atilde;o, vale focar nos produtos de passar pelo corpo, ok?</p>
<h2>Como funciona o repelente?</h2>
<p>Os repelentes (lo&ccedil;&atilde;o, spray, etc) funcionam por meio da transpira&ccedil;&atilde;o do corpo, segundo o m&eacute;dico. &ldquo;Quando a pessoa transpira, o produto que foi passado ali emite o ingrediente ativo e produz essa cobertura&rdquo;, detalha.</p>
<p>Conforme for a intensidade da transpira&ccedil;&atilde;o, o tempo de prote&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m muda {transpirou mais? Prote&ccedil;&atilde;o por menos tempo}. Por isso vale ficar de olho nas instru&ccedil;&otilde;es de reaplica&ccedil;&atilde;o de cada produto, ok?</p>
<h2>Repelente no rosto pode?</h2>
<p>Pode, mas tem que ter cuidado na hora de aplicar.</p>
<p>Se for um repelente em spray, espirre nas m&atilde;os e, depois, aplique no rosto.</p>
<p>Cuidado extra para n&atilde;o deixar o produto entrar em contato com os olhos ou a boca. Vale tamb&eacute;m o alerta para &aacute;reas da pele que estejam lesionadas, como machucados. Isso porque, se a pele n&atilde;o estiver &iacute;ntegra, pode aumentar a absor&ccedil;&atilde;o do produto e, tamb&eacute;m, o risco de efeitos adversos.</p>
<h3>Repelente ou protetor solar: qual passar antes?</h3>
<p>Primeiro o protetor solar. Depois, o repelente.</p>
<p>Essa ordem &eacute; importante porque, caso passe o protetor por cima do repelente, pode haver uma perda do produto.</p>
<h2>Quando passar o repelente?</h2>
<p>Quem estiver com &aacute;reas do corpo descobertas e em regi&otilde;es com casos da dengue (como o estado de S&atilde;o Paulo, por exemplo), vale refor&ccedil;ar a prote&ccedil;&atilde;o contra a doen&ccedil;a com o repelente.</p>
<p>O produto pode ser aplicado em bra&ccedil;os, pernas, pesco&ccedil;o ou rosto, tomando os devidos cuidados de n&atilde;o entrar em contato com as mucosas, e reaplicando conforme orienta&ccedil;&otilde;es do produto &ndash; esses detalhes s&atilde;o encontrados nos r&oacute;tulos.</p>
<p>Isso vale s&oacute; para quando sair de casa? N&atilde;o, vale para todos os momentos, em casa ou fora, sempre que houver exposi&ccedil;&atilde;o aos mosquitos transmissores.</p>
<h2>Qual repelente pode ser usado em crian&ccedil;as?</h2>
<p>O melhor repelente para crian&ccedil;as vai depender de alguns fatores, como a idade e o ingrediente ativo do produto.</p>
<p>Com rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s formula&ccedil;&otilde;es, de acordo com orienta&ccedil;&otilde;es da <a href="https://www.sbp.com.br/fileadmin/user_upload/22479d-GPA_-_Repelentes_e_medidas_protet_insetos_na_inf.pdf">Environmental Protection Agency</a>, ou ag&ecirc;ncia norte-americana de prote&ccedil;&atilde;o do meio ambiente, os ingredientes ativos de repelentes que s&atilde;o recomendados para o uso em crian&ccedil;as s&atilde;o:</p>
<ul>
<li>N-dietilo-3,metilo benzamida (DEET)</li>
<li>Icaridina (picaridina ou KBR3023)</li>
<li>Ethylbutylacetylaminopropionate (EBAAP ou IR3535)</li>
<li><b>&Oacute;leo de Lemon Eucalipto (OLE), denomina&ccedil;&atilde;o qu&iacute;mica: p-Menthane-3,8-diol*</b>: ingrediente derivado do lim&atilde;o {n&atilde;o &eacute; o mesmo que &oacute;leo de lim&atilde;o e eucalipto naturais, que n&atilde;o s&atilde;o recomendados como repelentes}.</li>
<li><b>Para-mentano-diol (PMD), denomina&ccedil;&atilde;o qu&iacute;mica: p-Menthane-3,8-diol*</b>: vers&atilde;o sint&eacute;tica dos &oacute;leos de lim&atilde;o e eucalipto.</li>
<li><b>2 Undecanone- nome qu&iacute;mico methyl nonyl ketone 2-undecanone*</b>: vers&atilde;o sint&eacute;tica de uma mol&eacute;cula extra&iacute;da do &oacute;leo da arruda ou do tomate selvagem.</li>
</ul>
<p><b>*Os tr&ecirc;s &uacute;ltimos n&atilde;o devem ser usados em crian&ccedil;as menores de 3 anos</b>.</p>
<p>J&aacute; a idade segue a recomenda&ccedil;&atilde;o de aplica&ccedil;&atilde;o da <a href="https://www.sbp.com.br/fileadmin/user_upload/22479d-GPA_-_Repelentes_e_medidas_protet_insetos_na_inf.pdf">Sociedade Brasileira de Pediatria</a>:</p>
<p><b>Lactentes acima de 2 meses</b>: uso de repelentes t&oacute;picos apenas em situa&ccedil;&otilde;es de exposi&ccedil;&atilde;o intensa e inevit&aacute;vel a insetos, mas sempre pesando o risco e o benef&iacute;cio.</p>
<p><b>Lactentes acima de 6 meses</b>: uso de repelentes t&oacute;picos restrito a uma aplica&ccedil;&atilde;o por dia.</p>
<p><b>Entre 1 e 12 anos</b>: duas aplica&ccedil;&otilde;es de repelentes por dia.</p>
<p><b>A partir dos 12 anos</b>: duas a tr&ecirc;s aplica&ccedil;&otilde;es ao dia.</p>
<h2>Sintomas da dengue</h2>
<ul>
<li>Febre alta (de 39&ordm; C a 40&ordm; C) de in&iacute;cio abrupto e com dura&ccedil;&atilde;o de at&eacute; sete dias;</li>
<li>Dor de cabe&ccedil;a;</li>
<li>Dores pelo corpo, nos m&uacute;sculos e/ou nas articula&ccedil;&otilde;es;</li>
<li>Dor atr&aacute;s dos olhos;</li>
<li>Fraqueza;</li>
<li>Perda de peso;</li>
<li>N&aacute;useas e v&ocirc;mitos.</li>
</ul>
<p>&ldquo;A febre &eacute; o principal sintoma, que normalmente vem acompanhado de outro. Mas, em geral, n&atilde;o h&aacute; sintomas respirat&oacute;rios na dengue, como tosse, espirro ou catarro&rdquo;, explica Duailibi.</p>
<h3>Sinais de alerta para a dengue</h3>
<p>Em caso de suspeita da doen&ccedil;a, &eacute; preciso ficar atento a outros sinais que podem indicar formas mais graves da dengue {leia mais sobre a dengue hemorr&aacute;gica mais abaixo}. S&atilde;o eles:</p>
<ul>
<li>Dor abdominal intensa e cont&iacute;nua;</li>
<li>V&ocirc;mitos persistentes;</li>
<li>Sangramento de mucosas;</li>
<li>Apresenta&ccedil;&atilde;o de pet&eacute;quias, ou manchas pelo corpo.</li>
</ul>
<h3>Quem deve ficar mais atento &agrave; dengue?</h3>
<ul>
<li>Crian&ccedil;as e adolescentes, especialmente at&eacute; os 14 anos de idade;</li>
<li>Idosos;</li>
<li>Pessoas imunossuprimidas;</li>
<li>Pessoas que fazem uso de medicamentos que propiciam o sangramento, como anticoagulantes e &aacute;cido acetilsalic&iacute;lico (AAS);</li>
<li>Pessoas gr&aacute;vidas e lactantes.</li>
</ul>
<h2>Quanto tempo dura a dengue?</h2>
<p>Nas formas mais leves da dengue, em sete dias os sintomas tendem a passar. J&aacute; a recupera&ccedil;&atilde;o de casos mais graves depende de aten&ccedil;&atilde;o m&eacute;dica ou hospitalar.</p>
<h2>Precisa fazer exame para dengue?</h2>
<p>N&atilde;o. Em caso de suspeita da doen&ccedil;a, a primeira orienta&ccedil;&atilde;o &eacute; procurar um profissional de sa&uacute;de que ir&aacute; confirmar o diagn&oacute;stico e orientar para o plano de tratamento mais adequado.</p>
<p>Feito isso e, dependendo dos sintomas, o profissional pode pedir um exame f&iacute;sico, chamado de &ldquo;prova do la&ccedil;o&rdquo;. Esse exame avalia e classifica a pessoa de acordo com os crit&eacute;rios de gravidade da dengue, que s&atilde;o divididos em 4: ABCD.</p>
<p>&ldquo;A maioria das pessoas &eacute; classificada no grupo A, que exige apenas cuidados b&aacute;sicos, como uma medica&ccedil;&atilde;o para dor, e hidrata&ccedil;&atilde;o. A hidrata&ccedil;&atilde;o, inclusive, &eacute; primordial, faz parte do tratamento para evitar complica&ccedil;&otilde;es e n&atilde;o &eacute; apenas uma recomenda&ccedil;&atilde;o&rdquo;, alerta Duailibi.</p>
<h3>Teste do la&ccedil;o: como &eacute; feito?</h3>
<p>Quem j&aacute; aferiu a press&atilde;o conhece o aparelho que &eacute; usado no teste do la&ccedil;o para classifica&ccedil;&atilde;o de risco da dengue: &eacute; o mesmo equipamento, mas com um uso diferente.</p>
<p>Ao inv&eacute;s de verificar como est&aacute; a press&atilde;o arterial, o aparelho &eacute; usado para verificar se aparecem (e quantas!) as chamadas pet&eacute;quias, ou manchinhas vermelhas, ou n&atilde;o. Se sim, a pessoa pode ser encaminhada a um hospital para fazer outros exames.</p>
<p>&ldquo;O aparelho &eacute; o mesmo, mas a finalidade &eacute; diferente. Deixamos o manguito insuflado no bra&ccedil;o da pessoa por um tempo maior e, ent&atilde;o, contamos o n&uacute;mero de pet&eacute;quias. Essa quantidade varia com a idade e, se atingir o n&uacute;mero esperado para aquela idade, pode classificar como um risco maior e a pessoa &eacute; encaminhada para mais exames e cuidados&rdquo;, explica o m&eacute;dico.</p>
<h2>Medicamento para dengue: o que &eacute; indicado?</h2>
<p>Nem todo rem&eacute;dio &eacute; indicado em caso de suspeita de dengue, e a raz&atilde;o para isso &eacute; que alguns medicamentos podem interagir com outros e aumentar o risco de sangramento.</p>
<p>Caso sinta dor ou febre, vale entrar em contato com um profissional de sa&uacute;de para entender qual seria a melhor medica&ccedil;&atilde;o para cada caso, ok?</p>
<h2>Tratamento da dengue: o que fazer?</h2>
<p>De acordo com orienta&ccedil;&otilde;es do Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de, os principais cuidados ap&oacute;s contato com a dengue s&atilde;o:</p>
<ul>
<li>Repouso;</li>
<li>Ingest&atilde;o de l&iacute;quidos;</li>
<li>Evitar a automedica&ccedil;&atilde;o;</li>
<li>Procurar servi&ccedil;o de urg&ecirc;ncia em caso de sangramentos ou surgimento dos sinais de alarme, como dor abdominal, v&ocirc;mito persistente e manchas pelo corpo.</li>
</ul>
<h2>Dengue hemorr&aacute;gica: o que &eacute;?</h2>
<p>Apesar de a maioria das pessoas em contato com a dengue desenvolver uma forma leve da doen&ccedil;a, uma em cada 20 pode ter uma vers&atilde;o mais grave da doen&ccedil;a, a chamada dengue hemorr&aacute;gica.</p>
<p>Segundo dados do Instituto Butantan, a pessoa pode entrar em uma fase mais cr&iacute;tica da doen&ccedil;a depois de tr&ecirc;s a sete dias do in&iacute;cio dos sintomas &ndash; justamente quando a febre aparenta abaixar. A&iacute; outros sinais podem surgir, como:</p>
<ul>
<li>Dor abdominal intensa;</li>
<li>V&ocirc;mito persistente, &agrave;s vezes acompanhado de sangue;</li>
<li>Sangramento das mucosas;</li>
<li>Dificuldade respirat&oacute;ria;</li>
<li>Confus&atilde;o mental;</li>
<li>Fadiga;</li>
<li>Aumento do f&iacute;gado;</li>
<li>Sangue nas fezes;</li>
<li>Aumento da press&atilde;o arterial.</li>
</ul>
<h2>Vacinas da dengue: quais existem?</h2>
<p>H&aacute; duas vacinas licenciadas no Brasil contra a dengue, e uma que est&aacute; em desenvolvimento. Vamos aos detalhes de cada uma:</p>
<h3>Qdenga</h3>
<p>Produzida pela farmac&ecirc;utica Takeda, a vacina Qdenga se mostrou protetora contra tr&ecirc;s subtipos da dengue (1, 2 e 3). O quarto subtipo n&atilde;o pode ser testado porque, quando a vacina foi avaliada, n&atilde;o houve n&uacute;mero suficiente de casos de dengue com esse subtipo, segundo informa&ccedil;&otilde;es da <a href="https://sbim.org.br/images/files/notas-tecnicas/perguntas-respostas-qdenga-230714-v2.pdf">Sociedade Brasileira de Imuniza&ccedil;&otilde;es</a>. O imunizante &eacute; feito a partir do v&iacute;rus da dengue vivo atenuado.</p>
<p>Para prote&ccedil;&atilde;o completa, devem ser aplicadas duas doses com intervalo de tr&ecirc;s meses entre elas. &Eacute; indicada tanto para quem j&aacute; teve quanto para quem n&atilde;o teve a doen&ccedil;a.</p>
<p>Em dezembro de 2023, a vacina Qdenga foi incorporada ao SUS e passar&aacute; a ser distribu&iacute;da pelo <a href="https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/d/dengue#:~:text=A%20dengue%20%C3%A9%20uma%20doen%C3%A7a,graves%2C%20inclusive%20virem%20a%20%C3%B3bito.">Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de</a> a partir de fevereiro de 2024 &ndash; a princ&iacute;pio para cidades e grupos espec&iacute;ficos, de maior risco.</p>
<p>Ser&atilde;o, segundo dados da pasta, 521 munic&iacute;pios contemplados nesta primeira etapa de vacina&ccedil;&atilde;o, j&aacute; que eles fazem parte de 37 regi&otilde;es consideradas end&ecirc;micas para a dengue.</p>
<p>Apenas crian&ccedil;as e adolescentes de 10 a 14 anos ser&atilde;o vacinados, por enquanto. O motivo &eacute; que esse grupo concentra o maior n&uacute;mero de hospitaliza&ccedil;&otilde;es pela doen&ccedil;a, atr&aacute;s apenas dos idosos. Como a vacina &eacute; indicada apenas para pessoas entre 4 e 60 anos, as crian&ccedil;as e adolescentes ser&atilde;o priorizados.</p>
<h3>Dengvaxia</h3>
<p>Produzida pela farmac&ecirc;utica Sanofi Pasteur, a vacina Dengvaxia tamb&eacute;m protege contra os quatro subtipos da dengue e &eacute; feita a partir do v&iacute;rus vivo atenuado.</p>
<p>S&atilde;o aplicadas tr&ecirc;s doses, com intervalo de seis meses entre elas.</p>
<p>Mas aten&ccedil;&atilde;o: ela &eacute; indicada apenas a quem j&aacute; teve a doen&ccedil;a antes.</p>
<h3>Butantan-DV {em desenvolvimento}</h3>
<p>Produzida pelo Instituto Butantan, a vacina nacional contra a dengue ainda est&aacute; sendo desenvolvida, e j&aacute; apresenta resultados considerados positivos.</p>
<p>Em um artigo publicado na revista cient&iacute;fica The New England Journal of Medicine, o grupo que desenvolve o imunizante divulgou os resultados do estudo cl&iacute;nico de fase 3 (quando o estudo acompanha milhares de pacientes e verifica se a vacina &eacute; mais eficaz em compara&ccedil;&atilde;o com outras).</p>
<p>A efic&aacute;cia geral da vacina foi de 79,6% entre pessoas que n&atilde;o tinham se exposto &agrave; dengue antes e de 89,2% entre pessoas que j&aacute; tinham passado pela doen&ccedil;a. Com esse resultado, a vacina poder&aacute; ser submetida para aprova&ccedil;&atilde;o da Anvisa ainda em 2024, segundo dados do <a href="https://jornal.usp.br/ciencias/vacina-de-dose-unica-do-butantan-contra-dengue-e-segura-e-eficaz-e-seguira-para-aval-da-anvisa/">Jornal da USP</a>.</p>
<p>No estudo divulgado, a vacina Butantan-DV se mostrou eficaz contra dois subtipos da dengue, o 1 e o 2, mas a prote&ccedil;&atilde;o esperada envolve os outros dois tamb&eacute;m.</p>
<p>Da mesma forma que as outras vacinas, esta tamb&eacute;m &eacute; feita a partir do v&iacute;rus da dengue atenuado e, futuramente, poder&aacute; ser indicada a pessoas que j&aacute; tiveram ou n&atilde;o a doen&ccedil;a.</p>
<h2>Quero tomar a vacina da dengue, onde busco?</h2>
<p>H&aacute; apenas duas vacinas licenciadas e dispon&iacute;veis, por enquanto, no Brasil: a Qdenga e a Dengvaxia.</p>
<p>No caso da primeira, a distribui&ccedil;&atilde;o gratuita pelo SUS priorizar&aacute; os grupos indicados pelo Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de (crian&ccedil;as e adolescentes de 10 a 14 anos) e em cidades espec&iacute;ficas. Mas ela tamb&eacute;m pode ser encontrada pela rede privada, com indica&ccedil;&atilde;o para pessoas entre 4 e 60 anos, tanto para quem j&aacute; teve quanto para quem n&atilde;o passou pela dengue.</p>
<p>J&aacute; a Dengvaxia est&aacute; dispon&iacute;vel apenas pela rede privada. Mas essa vers&atilde;o &eacute; indicada para a faixa et&aacute;ria dos <a href="https://www.crfsp.org.br/noticias/7101-dengvaxia.html#:~:text=A%20Dengvaxia%C2%AE%20%C3%A9%20uma,a%20dengue%20esteja%20sempre%20presente).">9 aos 45 anos</a> e apenas para pessoas que j&aacute; tiveram dengue antes, ok?</p>
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		<title>Como aliviar a sensação de olho seco?</title>
		<link>https://alice.com.br/blog/sua-saude/como-aliviar-a-sensacao-de-olho-seco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Time Alice]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jan 2024 20:18:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sua saúde]]></category>
		<category><![CDATA[bem-estar]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[prevencao]]></category>
		<category><![CDATA[qualidade-de-vida]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uso de colírio lubrificante e cuidados com a lente de contato podem amenizar os sintomas do olho seco.</p>
<p>O post <a href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/como-aliviar-a-sensacao-de-olho-seco/">Como aliviar a sensação de olho seco?</a> apareceu primeiro em <a href="https://alice.com.br/blog">Blog da Alice</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<html><body><p>Vermelhid&atilde;o, vontade de piscar os olhos com mais frequ&ecirc;ncia, lacrimejamento intenso e at&eacute; uma sensa&ccedil;&atilde;o de ardor. Esses s&atilde;o alguns dos efeitos desagrad&aacute;veis que o olho seco pode causar na vis&atilde;o.</p>
<p>As causas para o olho seco podem ser m&uacute;ltiplas, mas todas est&atilde;o necessariamente ligadas a algum tipo de desequil&iacute;brio no fluxo ou na qualidade das l&aacute;grimas, principais respons&aacute;veis por lubrificar e lavar os olhos, explica a m&eacute;dica C&aacute;ssia Regina Suzuki, <a href="https://blog.alice.com.br/sua-saude/dicas-antes-de-consultar-oftalmologista/">oftalmologista do time de especialistas da Alice</a> e doutora em retina pela Unifesp (Universidade Federal de S&atilde;o Paulo).</p>
<p>Esse desbalan&ccedil;o pode estar ligado a uma redu&ccedil;&atilde;o na produ&ccedil;&atilde;o de l&aacute;grimas pelo organismo ou &agrave; evapora&ccedil;&atilde;o excessiva delas.</p>
<h2>Do que s&atilde;o feitas as l&aacute;grimas?</h2>
<p>As l&aacute;grimas s&atilde;o compostas, basicamente, de tr&ecirc;s camadas: a de muco, a aquosa e a gordurosa. Al&eacute;m de &aacute;gua, uma l&aacute;grima saud&aacute;vel possui diversos nutrientes, como prote&iacute;nas, e deve ter um pH equilibrado.</p>
<p>Al&eacute;m de lubrificar, elas tamb&eacute;m t&ecirc;m a propriedade de lavar nossos olhos e equilibrar o pH da regi&atilde;o. Isso evita que, com a polui&ccedil;&atilde;o e a poeira do ambiente externo, altere a quantidade de componentes &aacute;cidos.</p>
<p>Por&eacute;m, quando h&aacute; poucas l&aacute;grimas, ocorre uma insufici&ecirc;ncia nessa capacidade de remo&ccedil;&atilde;o dos res&iacute;duos, causando uma sensa&ccedil;&atilde;o de ardor e lacrimejamento.</p>
<p>Existem basicamente dois tipos de l&aacute;grimas:</p>
<ul>
<li><b>Basal</b>, que &eacute; aquela que a gente n&atilde;o percebe, mas que est&aacute; nos olhos, lubrificando-os com os nutrientes certos e com todos os componentes equilibrados;</li>
<li><b>Reflexa</b>, que ocorre quando a produ&ccedil;&atilde;o de l&aacute;grima basal n&atilde;o &eacute; suficiente, e o olho fica seco. Paradoxalmente, ocorre um est&iacute;mulo para produzir mais l&aacute;grimas, a reflexa, composta de muita &aacute;gua e pouco nutriente, completamente desequilibrada.</li>
</ul>
<h2>Por que o olho fica seco?</h2>
<p>H&aacute; in&uacute;meros motivos para a diminui&ccedil;&atilde;o da produ&ccedil;&atilde;o de l&aacute;grimas e outros tantos que expliquem a secagem acelerada delas.</p>
<p>&ldquo;O exame do olho permite identificar tamb&eacute;m qual parte da l&aacute;grima est&aacute; tendo uma produ&ccedil;&atilde;o insuficiente, se &eacute; a aquosa, a mucosa ou a lip&iacute;dica. Por exemplo, existe uma doen&ccedil;a chamada blefarite que indica a redu&ccedil;&atilde;o da produ&ccedil;&atilde;o de gordura, e isso s&oacute; o especialista vai conseguir detectar.&rdquo;</p>
<p>No entanto, h&aacute; dois principais motivos para o olho seco.&nbsp;O mais comum deles, motivador da grande maioria dos casos que chegam aos consult&oacute;rios, se deve a um conjunto de maus h&aacute;bitos da vida moderna:</p>
<ul>
<li><b>Insufici&ecirc;ncia na const&acirc;ncia das piscadas:</b> &eacute; durante a piscada que levamos l&aacute;grima para os olhos. Na grande maioria das vezes, quando estamos executando qualquer atividade de longa dura&ccedil;&atilde;o que demande muita aten&ccedil;&atilde;o (como o trabalho, o uso excessivo de telas, a leitura de livros e at&eacute; assistindo a um filme), a gente acaba diminuindo o n&uacute;mero de piscadas, reduzindo a quantidade de l&aacute;grimas no olho;</li>
<li><b>Ambientes com muito ar-condicionado ou muito seco:</b>&nbsp;essas condi&ccedil;&otilde;es podem acelerar a evapora&ccedil;&atilde;o das l&aacute;grimas;</li>
<li><b>Uso de lentes de contato por muito tempo:</b> a maior parte das lentes de contato &eacute; gelatinosa e hidrof&iacute;lica. Ou seja, ela geralmente precisa de muita &aacute;gua para ficar est&aacute;vel e vai competir com o olho pela mesma quantidade de l&aacute;grima dispon&iacute;vel. No caso de pouca produ&ccedil;&atilde;o de l&aacute;grima, a lente de contato acaba levando vantagem, e o olho fica com pouca l&aacute;grima, perdendo as capacidades de lavar e lubrificar a vista.</li>
</ul>
<h2>O que &eacute; a s&iacute;ndrome do olho seco?</h2>
<p>O segundo principal motivo para o olho seco, embora mais raro, &eacute; a s&iacute;ndrome do olho seco. S&atilde;o assim que s&atilde;o chamadas muitas doen&ccedil;as sist&ecirc;micas, como as autoimunes, que diminuem a produ&ccedil;&atilde;o da l&aacute;grima.</p>
<p>Alguns exemplos das doen&ccedil;as autoimunes que acarretam problemas oculares:</p>
<ul>
<li>Artrite reumatoide;</li>
<li>S&iacute;ndrome de Sj&ouml;gren;</li>
<li>Doen&ccedil;a de Beh&ccedil;et;</li>
</ul>
<p>&ldquo;Mas, na realidade, a porcentagem de doen&ccedil;as de olho seco &eacute; pequena. O que a gente mais encontra s&atilde;o esses v&iacute;cios de piscar pouco, aliados a longos per&iacute;odos no ar-condicionado e ao mau uso da lente de contato. Os maus h&aacute;bitos aliados ao uso incorreto da lente de contato causam os casos mais prevalentes&rdquo;, explica C&aacute;ssia Regina Suzuki.</p>
<p>Outra condi&ccedil;&atilde;o, chamada blefarite (ou meibomite), tamb&eacute;m pode causar um ressecamento nos olhos. Trata-se de uma inflama&ccedil;&atilde;o na p&aacute;lpebra que &ldquo;entope&rdquo; as gl&acirc;ndulas produtoras de gordura, localizadas na borda da p&aacute;lpebra, perto da raiz dos c&iacute;lios. Quando elas param de produzir a quantidade adequada de gordura, acabam alterando a composi&ccedil;&atilde;o da l&aacute;grima, pois &eacute; justamente a camada lip&iacute;dica que evita a evapora&ccedil;&atilde;o da l&aacute;grima. Sem ela, o olho seca mais rapidamente.</p>
<h2>Como aliviar a sensa&ccedil;&atilde;o do olho seco?</h2>
<p>Na maioria das vezes, o problema recai sobre o fato de n&atilde;o conseguirmos controlar a frequ&ecirc;ncia do nosso piscar de olhos. &ldquo;N&atilde;o d&aacute; para acionar um timer para nos lembrar de fazer isso&rdquo;, brinca a m&eacute;dica. Sendo assim, alguns mecanismos ajudam a reduzir os sintomas do ressecamento do olho:</p>
<ul>
<li><b>Uso de col&iacute;rios lubrificantes:</b>&nbsp;as chamadas l&aacute;grimas artificiais podem auxiliar bastante quem apresenta sintomas de olhos secos. Se o oftalmologista chegar &agrave; conclus&atilde;o, ap&oacute;s o exame das vistas, de que n&atilde;o se trata de um caso s&eacute;rio como uma s&iacute;ndrome do olho seco, est&aacute; liberado pingar uma gotinha em cada lado de 3 a 4 vezes por dia. A m&eacute;dica C&aacute;ssia Suzuki faz um alerta ao desaconselhar fortemente o uso de col&iacute;rios que sejam &agrave; base de nafazolina, pois eles s&atilde;o vasoconstritores que acabam gerando uma esp&eacute;cie de depend&ecirc;ncia por parte do corpo. &ldquo;S&atilde;o perigosos, a gente n&atilde;o recomenda&rdquo;, diz.</li>
<li><b>Usu&aacute;rios de lentes de contato precisam ir a consultas regulares:</b>&nbsp;ao menos uma vez ao ano, o oftalmologista precisa examinar a c&oacute;rnea para ver se ela n&atilde;o est&aacute; tendo algum problema, se a lente de contato est&aacute; sendo usada da maneira correta etc. &ldquo;Existem muitas adapta&ccedil;&otilde;es de lentes de contato que n&atilde;o s&atilde;o feitas pelo m&eacute;dico, acabam sendo feitas nas &oacute;ticas, e essas adapta&ccedil;&otilde;es podem trazer problemas, como quando a lente est&aacute; apertada ou &eacute; uma lente de qualidade ruim, que permite pouca troca de oxig&ecirc;nio, ou a m&aacute; orienta&ccedil;&atilde;o em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s trocas das lentes descart&aacute;veis [pelas lojas]. E &eacute; a&iacute; que a gente pode encontrar muito problema, principalmente atrelado &agrave; nossa vida moderna que &eacute; ar-condicionado, uso excessivo de telas e demanda pela nossa aten&ccedil;&atilde;o, fazendo a gente piscar pouco&rdquo;, complementa.</li>
<li><b>Fazer pausas em situa&ccedil;&otilde;es longas de muita aten&ccedil;&atilde;o:</b>&nbsp;seja no trabalho, ou vendo s&eacute;ries ou lendo nos momentos de descanso, as pausas s&atilde;o essenciais para o olho piscar.</li>
<li><b>Tratar a doen&ccedil;a autoimune: </b>nesses casos, &eacute; essencial seguir a orienta&ccedil;&atilde;o do m&eacute;dico para administrar os sintomas da doen&ccedil;a autoimune que causa o ressecamento dos olhos.</li>
</ul>
<h2>Olho seco por levar a casos graves, como uma eventual cegueira?</h2>
<p>Existem algumas doen&ccedil;as reumatol&oacute;gicas graves que causam quadros mais severos de olho seco e que podem, sim, levar a complica&ccedil;&otilde;es na c&oacute;rnea, como uma ceratite (inflama&ccedil;&atilde;o na c&oacute;rnea) ou uma &uacute;lcera.</p>
<p>Outras situa&ccedil;&otilde;es causadas pelo mau uso da lente de contato tamb&eacute;m podem lesionar a c&oacute;rnea, explica a m&eacute;dica.</p>
<p>&ldquo;A c&oacute;rnea tem uma defesa, que &eacute; a dor. Quando a gente sente algum tipo de dor, ou sensa&ccedil;&atilde;o de um corpo estranho, &eacute; que ela est&aacute; machucada, mas os usu&aacute;rios de lentes de contato acabam tendo uma c&oacute;rnea mais &lsquo;anestesiada&rsquo;, e isso &eacute; uma defesa do corpo para tolerar a presen&ccedil;a da lente de contato ali. Ent&atilde;o essas pessoas acabam n&atilde;o sentindo os sintomas de dor quando ocorre alguma les&atilde;o na c&oacute;rnea, que passa por uma denerva&ccedil;&atilde;o. E &eacute; a&iacute; que mora o perigo, porque algumas vezes ela est&aacute; machucada. E a pessoa n&atilde;o est&aacute; sentindo porque est&aacute; nesse est&aacute;gio de dessensibilizado&rdquo;, alerta a especialista.</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
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		<title>Saiba o que causa gordura no fígado e como tratar</title>
		<link>https://alice.com.br/blog/sua-saude/causa-gordura-figado-como-tratar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Time Alice]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 May 2023 12:00:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sua saúde]]></category>
		<category><![CDATA[bem-estar]]></category>
		<category><![CDATA[prevencao]]></category>
		<category><![CDATA[qualidade-de-vida]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cientificamente chamada de esteatose hepática, a gordura no fígado pode comprometer as funções desse órgão; tratamento depende de estilo de vida saudável.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<html><body><p>Se as gordurinhas ficam mais aparentes na barriga ou pneuzinhos aparecem nas costas, d&aacute; logo pra perceber. Mas e a gordura no f&iacute;gado?</p>
<p>Tem gente que nem lembra que esse &oacute;rg&atilde;o existe, n&eacute;? E muito menos imagina que c&eacute;lulas gordurosas possam se acumular dentro dele.</p>
<p>Mas isso acontece com muitas pessoas &ndash; principalmente com quem adota um estilo de vida pouco saud&aacute;vel.</p>
<p>O excesso de bebidas ou a combina&ccedil;&atilde;o de muitas calorias e pouco exerc&iacute;cio podem resultar em esteatose hep&aacute;tica {nome cient&iacute;fico para gordura no f&iacute;gado}.</p>
<h2>O que significa esteatose hep&aacute;tica</h2>
<p>A esteatose hep&aacute;tica &eacute; um dist&uacute;rbio caracterizado pelo ac&uacute;mulo de gordura no interior de c&eacute;lulas do f&iacute;gado.</p>
<p>Esse &oacute;rg&atilde;o fica situado no lado direito superior do abd&ocirc;men {&eacute; o segundo maior do nosso corpo, s&oacute; perdendo para a pele, sabia?} e tem mais de 500 fun&ccedil;&otilde;es. Entre elas, ajudar na digest&atilde;o com a produ&ccedil;&atilde;o da bile, regular o metabolismo de nutrientes e filtrar subst&acirc;ncias t&oacute;xicas.</p>
<p>O excesso de gordura pode comprometer essas tarefas e provocar inflama&ccedil;&otilde;es capazes de evoluir para quadros graves de hepatite gordurosa, cirrose hep&aacute;tica e at&eacute; c&acirc;ncer.</p>
<p>O &oacute;rg&atilde;o vai aumentando de tamanho e muda da cor marrom-avermelhada para um tom amarelado {um indicador evidente de que o f&iacute;gado est&aacute; debilitado!}.</p>
<h2>O que causa gordura no f&iacute;gado</h2>
<p>Segundo o <a href="https://bvsms.saude.gov.br/esteatose-hepatica/" target="_blank" rel="nofollow noopener">Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de</a>, estima-se que 30% da popula&ccedil;&atilde;o apresente o problema e que, na metade dos casos, haja evolu&ccedil;&atilde;o para as formas mais graves.</p>
<p>&ldquo;A principal causa de gordura no f&iacute;gado &eacute; o etilismo, quando a pessoa bebe excessivamente com frequ&ecirc;ncia&rdquo;, explica o m&eacute;dico endocrinologista Augusto C&eacute;zar Santomauro J&uacute;nior, da BP &ndash; A Benefic&ecirc;ncia Portuguesa de S&atilde;o Paulo, que faz parte da comunidade de Sa&uacute;de da <a href="https://alice.com.br/">Alice</a>.</p>
<p>A rela&ccedil;&atilde;o de causa e efeito se baseia no fato de que a decomposi&ccedil;&atilde;o da maior parte do &aacute;lcool ingerido &eacute; uma das fun&ccedil;&otilde;es do f&iacute;gado. Mas o processo de quebra desse composto org&acirc;nico pode gerar subst&acirc;ncias nocivas que danificam as c&eacute;lulas do &oacute;rg&atilde;o, causam inflama&ccedil;&atilde;o e enfraquecem as defesas naturais do corpo.</p>
<p>Quando a pessoa bebe com frequ&ecirc;ncia, o f&iacute;gado n&atilde;o tem tempo de se regenerar e isso facilita a deposi&ccedil;&atilde;o de gordura na regi&atilde;o.</p>
<p>Ent&atilde;o, se voc&ecirc; costuma se esbaldar com <a href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/festas-impactam-sistema-cardiovascular/" target="_blank" rel="noopener">bebidas alc&oacute;olicas</a> frequentemente, fique atento! Esse tipo de esteatose hep&aacute;tica corresponde a 90% dos casos.</p>
<p>Quando o dist&uacute;rbio &eacute; classificado como n&atilde;o alco&oacute;lico, nem sempre h&aacute; uma causa espec&iacute;fica, mas uma combina&ccedil;&atilde;o de fatores de risco que levam ao aumento de gordura em v&aacute;rias partes do organismo, como tecidos, cora&ccedil;&atilde;o e f&iacute;gado.</p>
<h3>Fatores de risco para esteatose hep&aacute;tica n&atilde;o alco&oacute;lica</h3>
<ul>
<li><a href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/obesidade-esta-em-ritmo-de-crescimento-no-brasil-como-preveni-la/" target="_blank" rel="noopener">Obesidade</a>;</li>
<li><a href="https://alice.com.br/blog/videos/como-incluir-atividades-fisicas-no-dia-a-dia-e-sair-do-sedentarismo-4/" target="_blank" rel="noopener">Sedentarismo</a>;</li>
<li><a href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/como-saber-se-tenho-diabetes/" target="_blank" rel="noopener">Diabetes</a>;</li>
<li><a href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/colesterol-alto-tire-suas-duvidas/" target="_blank" rel="noopener">Colesterol</a> elevado;</li>
<li>Press&atilde;o alta;</li>
<li>M&aacute; nutri&ccedil;&atilde;o;</li>
<li>Ganho ou perda brusca de peso.</li>
</ul>
<p>Vale registrar que, em um n&uacute;mero reduzido de casos, pessoas magras, que n&atilde;o bebem e que n&atilde;o possuem altera&ccedil;&otilde;es de colesterol e de glicemia podem acumular gordura no f&iacute;gado! Mas por que isso acontece?</p>
<p>A resposta pode estar no perfil gen&eacute;tico e metab&oacute;lico. <a href="https://aasldpubs.onlinelibrary.wiley.com/doi/abs/10.1002/hep.30908" target="_blank" rel="nofollow noopener">Estudo</a> realizado pela Universidade de Sidney, na Austr&aacute;lia, descobriu que os magrinhos com gordura no f&iacute;gado s&atilde;o mais propensos a ter n&iacute;veis elevados de &aacute;cidos biliares e de uma prote&iacute;na que aumenta o gasto de energia do corpo.</p>
<p>A conclus&atilde;o foi que essas pessoas seriam mais resistentes &agrave; obesidade, mas n&atilde;o &agrave; concentra&ccedil;&atilde;o de c&eacute;lulas gordurosas no f&iacute;gado.</p>
<h3>Graus de gordura no f&iacute;gado (1, 2 e 3)</h3>
<p>Para chegar ao diagn&oacute;stico de gordura no f&iacute;gado, &eacute; necess&aacute;rio analisar eventuais queixas do paciente, avaliar o estilo de vida e realizar exames laboratoriais ou de imagem. Em casos mais graves, &eacute; feita bi&oacute;psia (retirada de uma parte do &oacute;rg&atilde;o para an&aacute;lise).</p>
<p>O dist&uacute;rbio &eacute; classificado em diferentes graus:</p>
<ul>
<li>Grau 1: leve ac&uacute;mulo de gordura no f&iacute;gado, com comprometimento de at&eacute; 30% da c&eacute;lulas do &oacute;rg&atilde;o;</li>
<li>Grau 2: concentra&ccedil;&atilde;o moderada de gordura, afetando at&eacute; 60% das c&eacute;lulas do f&iacute;gado;</li>
<li>Grau 3: grave ac&uacute;mulo de gordura no f&iacute;gado, com mais de 60% das c&eacute;lulas do &oacute;rg&atilde;o comprometidas.</li>
</ul>
<p>Na maioria dos casos, a gordura vai se concentrando nas c&eacute;lulas do f&iacute;gado de forma silenciosa, sem sinais aparentes.</p>
<p>Quando se manifestam, os sintomas de que tem algo errado surgem nos est&aacute;gios mais avan&ccedil;ados.</p>
<h3>Gordura no f&iacute;gado: sintomas</h3>
<ul>
<li>Cansa&ccedil;o;</li>
<li>Dor de cabe&ccedil;a;</li>
<li>Tonturas;</li>
<li>Fraqueza;</li>
<li>Perda de apetite;</li>
<li>Dor no lado direito superior do abd&ocirc;men;</li>
<li>Aumento da circunfer&ecirc;ncia abdominal;</li>
<li>Olhos amarelados*;</li>
<li>Confus&atilde;o mental*;</li>
<li>Hemorragia*.</li>
</ul>
<p>*casos mais graves.</p>
<h2>Tratamento para esteatose hep&aacute;tica</h2>
<p>N&atilde;o existe um tratamento espec&iacute;fico para excesso de gordura no f&iacute;gado. Em todos os casos, a recomenda&ccedil;&atilde;o &eacute; <a href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/como-montar-plano-alimentar/" target="_blank" rel="noopener">adequar a alimenta&ccedil;&atilde;o</a>, fazer <a href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/beneficios-atividade-fisica-dia-dia/" target="_blank" rel="noopener">atividade f&iacute;sica</a> e n&atilde;o consumir bebida alco&oacute;lica. Isso &eacute; ainda mais importante quando h&aacute; sobrepeso ou obesidade.</p>
<p>&ldquo;&Eacute; recomendado que o paciente perca de 15% a 20% do <a href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/emagrecimento-saudavel-dieta-radical/" target="_blank" rel="noopener">peso</a>. A <a href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/o-que-e-deficit-calorico-como-calcular/">alimenta&ccedil;&atilde;o precisa ser bem regrada</a> para reverter o quadro&rdquo;, enfatiza Santomauro J&uacute;nior.</p>
<p>O profissional acrescenta que n&atilde;o existem rem&eacute;dios espec&iacute;ficos para eliminar a gordura no f&iacute;gado.</p>
<p>&ldquo;O melhor rem&eacute;dio para gordura no f&iacute;gado &eacute; emagrecer. Se j&aacute; for o caso de hepatite [inflama&ccedil;&atilde;o grave do &oacute;rg&atilde;o], alguns medicamentos podem ser usados para melhorar a fun&ccedil;&atilde;o do f&iacute;gado, mas n&atilde;o para eliminar a gordura em si&rdquo;, explica.</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Como identificar câncer de próstata? Veja indicações</title>
		<link>https://alice.com.br/blog/sua-saude/como-identificar-cancer-de-prostata/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Amanda Milléo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Aug 2022 14:42:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sua saúde]]></category>
		<category><![CDATA[bem-estar]]></category>
		<category><![CDATA[prevencao]]></category>
		<category><![CDATA[qualidade-de-vida]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Exame do toque retal e o PSA fazem o rastreamento para identificação do câncer de próstata, mas não diagnosticam a doença.</p>
<p>O post <a href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/como-identificar-cancer-de-prostata/">Como identificar câncer de próstata? Veja indicações</a> apareceu primeiro em <a href="https://alice.com.br/blog">Blog da Alice</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<html><body><p class="wp-block-paragraph">Todo m&ecirc;s de novembro, a cor azul lembra quem tem pr&oacute;stata que &eacute; hora de fazer o toque retal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas, segundo as &uacute;ltimas evid&ecirc;ncias cient&iacute;ficas, nem todos os homens {ou mulheres trans} precisam passar pelo exame e, mesmo quem tem a indica&ccedil;&atilde;o talvez n&atilde;o precise faz&ecirc;-lo anualmente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso n&atilde;o significa que o cuidado com a sa&uacute;de da pr&oacute;stata tenha que ficar de lado {antes que usem esses primeiros par&aacute;grafos como argumento para pular todo e qualquer exame!}. Mas s&atilde;o informa&ccedil;&otilde;es importantes para compartilhar com os profissionais de sa&uacute;de nas pr&oacute;ximas consultas!</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que &eacute; o exame do toque retal?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O nome &eacute; um tanto autoexplicativo: com a ajuda do dedo {dentro de uma luva, que &eacute; lubrificada}, o profissional da sa&uacute;de sente a pr&oacute;stata ao tatear a parede da regi&atilde;o retal.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&Eacute; um processo parecido com o do autoexame das mamas, quando os dedos circulam e procuram por n&oacute;dulos que possam indicar um c&acirc;ncer. A diferen&ccedil;a &eacute; que, enquanto as mamas est&atilde;o em uma &aacute;rea externa, a pr&oacute;stata fica escondida, com acesso restrito pelo &acirc;nus .&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">No caso, o dedo do profissional faz a busca por n&oacute;dulos que possam surgir na pr&oacute;stata &ndash; que tem cerca de 3 cm de altura, do tamanho de uma noz, e se localiza entre o p&ecirc;nis e a bexiga. {FYI: a pr&oacute;stata &eacute; respons&aacute;vel por produzir um fluido que &eacute; incorporado ao s&ecirc;men e ajuda a nutrir e proteger os espermatozoides.}</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para quem ainda est&aacute; curioso, <a href="https://alice.com.br/rede-credenciada/especialista/urologia/willy-baccaglini" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Willy Baccaglini</a>, m&eacute;dico urologista e integrante da Comunidade de Sa&uacute;de da <a href="https://alice.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Alice</a>, descreve como o procedimento funciona:&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&ldquo;A consist&ecirc;ncia da pr&oacute;stata &eacute; fibro-el&aacute;stica, mole e macia. Se pegarmos o polegar, colocarmos na palma da m&atilde;o e fecharmos com os quatro dedos, forma-se uma regi&atilde;o mais muscular que se assemelha &agrave; consist&ecirc;ncia da gl&acirc;ndula. Quando a gente apalpa a regi&atilde;o e ela est&aacute; mais endurecida, como se tivessem n&oacute;dulos, isso sugere a presen&ccedil;a do c&acirc;ncer&rdquo;, explica o m&eacute;dico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">N&atilde;o se trata, ent&atilde;o, apenas do tamanho da pr&oacute;stata, mas dos n&oacute;dulos que possam estar ali. &ldquo;O objetivo n&atilde;o &eacute; verificar o tamanho, embora essa seja uma informa&ccedil;&atilde;o colhida no exame tamb&eacute;m, mas principalmente a consist&ecirc;ncia da gl&acirc;ndula&rdquo;, esclarece.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E, mesmo que a pr&oacute;stata esteja aumentada, isso n&atilde;o significa c&acirc;ncer, necessariamente. &ldquo;Em geral, homens com c&acirc;ncer t&ecirc;m uma pr&oacute;stata pequena. O crescimento da gl&acirc;ndula &eacute; mais relacionado &agrave; hiperplasia prost&aacute;tica benigna, que &eacute; uma condi&ccedil;&atilde;o muito comum. Metade dos homens a partir dos 50 a 60 anos ter&atilde;o hiperplasia&rdquo;, calcula Baccaglini.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O m&eacute;dico refor&ccedil;a tamb&eacute;m que, embora o acesso &agrave; pr&oacute;stata seja feito pela regi&atilde;o anal, a gl&acirc;ndula n&atilde;o tem nada a ver com o sistema excretor. &ldquo;Alguns homens v&ecirc;m com hemorroidas ou fissura anal procurando o urologista, achando que, por fazermos o exame do toque, resolver&iacute;amos esses problemas. N&atilde;o tem rela&ccedil;&atilde;o. A &uacute;nica rela&ccedil;&atilde;o &eacute; que a pr&oacute;stata fica em uma regi&atilde;o que conseguimos acessar a partir do exame do toque&rdquo;. &nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que &eacute; o c&acirc;ncer de pr&oacute;stata</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Assim como acontece em outros tipos de c&acirc;ncer, o tumor de pr&oacute;stata surge quando h&aacute; uma multiplica&ccedil;&atilde;o desenfreada das c&eacute;lulas da gl&acirc;ndula.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo dados do Inca (<a href="https://www.gov.br/inca/pt-br/assuntos/cancer/tipos/prostata" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Instituto Nacional do C&acirc;ncer)</a>, esse &eacute; o segundo tipo mais comum da doen&ccedil;a entre os homens, depois do c&acirc;ncer de pele n&atilde;o melanoma. A estimativa &eacute; de 65 mil novos casos por ano.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading">Sintomas do c&acirc;ncer de pr&oacute;stata</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A evolu&ccedil;&atilde;o do c&acirc;ncer de pr&oacute;stata tende a ser silenciosa &ndash; e pode levar at&eacute; 15 anos para se desenvolver, segundo o <a href="https://www.gov.br/inca/pt-br/assuntos/cancer/tipos/prostata" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Inca</a>. Quando h&aacute; sintomas, eles s&atilde;o semelhantes aos da hiperplasia benigna da pr&oacute;stata:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Dificuldade de urinar;&nbsp;</li>



<li>Vontade de urinar mais vezes ao longo do dia ou &agrave; noite;</li>



<li>Em fase mais avan&ccedil;ada, a doen&ccedil;a pode causar dor &oacute;ssea, insufici&ecirc;ncia renal e infec&ccedil;&atilde;o generalizada.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading">Pr&oacute;stata inflamada</h3>



<p class="wp-block-paragraph">&Eacute; comum usar o termo &ldquo;inflamada&rdquo; para se referir ao c&acirc;ncer da pr&oacute;stata ou mesmo &agrave; hiperplasia benigna prost&aacute;tica, mas a associa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o &eacute; a mais correta, segundo Baccaglini.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&ldquo;Apesar de esse termo ser usado popularmente, quando pensamos em inflama&ccedil;&atilde;o, pensamos em um processo agudo que, a partir de um certo tempo, vai se resolver. No caso da hiperplasia, o crescimento n&atilde;o diminui, pois &eacute; uma doen&ccedil;a cr&ocirc;nica&rdquo;, explica.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading">O que &eacute; a hiperplasia benigna prost&aacute;tica e quais os sintomas?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Nada mais &eacute; do que o crescimento da pr&oacute;stata, mas sem risco. &Eacute; uma condi&ccedil;&atilde;o natural, que surge com a idade. E, apesar de comum, nem todo mundo que desenvolve a hiperplasia vai apresentar sintomas.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&ldquo;Uma parte vai ter a hiperplasia e nunca vai precisar fazer nada a respeito. Dos que v&atilde;o ter sintomas, alguns podem precisar de medicamentos e, se os rem&eacute;dios n&atilde;o resolverem, os pacientes podem passar por um tratamento cir&uacute;rgico&rdquo;, destaca o urologista.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os sintomas mais recorrentes est&atilde;o:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Dificuldade para esvaziar a bexiga;</li>



<li>Perceber que o jato de urina est&aacute; mais fraco;&nbsp;</li>



<li>Sensa&ccedil;&atilde;o de que a bexiga n&atilde;o foi esvaziada completamente;&nbsp;</li>



<li>Fazer mais for&ccedil;a e demorar mais para iniciar o jato de urina;&nbsp;</li>



<li>Vontade s&uacute;bita de urinar;&nbsp;</li>



<li><a href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/urinar-muitas-vezes-ao-dia-pode-ser-infeccao-urinaria/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Levantar v&aacute;rias vezes &agrave; noite para ir ao banheiro</a>.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Como se rastreia o c&acirc;ncer de pr&oacute;stata?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Embora o exame do toque retal identifique altera&ccedil;&otilde;es na pr&oacute;stata que possam sugerir o c&acirc;ncer, n&atilde;o &eacute; ele que vai confirmar se a doen&ccedil;a est&aacute; l&aacute; &ndash; isso &eacute; fun&ccedil;&atilde;o da bi&oacute;psia, que &eacute; um exame muito mais invasivo, e com riscos maiores, j&aacute; que retira uma parte da gl&acirc;ndula para ser analisada.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O exame de toque serve, ent&atilde;o, como uma etapa anterior, com a fun&ccedil;&atilde;o de rastrear o c&acirc;ncer de pr&oacute;stata. E, em geral, &eacute; acompanhado do PSA (sigla para Ant&iacute;geno Prost&aacute;tico Espec&iacute;fico), coletado em um exame de sangue.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O PSA &eacute; uma subst&acirc;ncia produzida por todas as c&eacute;lulas da pr&oacute;stata. As c&eacute;lulas cancerosas produzem mais PSA que as saud&aacute;veis, e &eacute; isso que &eacute; observado em um exame de sangue. Segundo Baccaglini, um resultado alterado &eacute; como um sinal de fuma&ccedil;a &ndash; n&atilde;o confirma a doen&ccedil;a, mas pode ser que haja fogo.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading">Quem precisa fazer o exame de toque e o PSA?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Mas nem todo mundo precisa passar pelo rastreio do toque e do PSA. De acordo com o urologista, uma popula&ccedil;&atilde;o espec&iacute;fica tem a indica&ccedil;&atilde;o, que s&atilde;o os homens cis ou mulheres trans com maior risco de diagn&oacute;stico. Entram na lista:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Pessoas acima dos 50 anos, j&aacute; que a idade aumenta a probabilidade de desenvolvimento do c&acirc;ncer;&nbsp;</li>



<li>Pessoas com <a href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/historico-familiar-aliado-saude/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">hist&oacute;rico familiar</a> de c&acirc;ncer de pr&oacute;stata.&nbsp;</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Inclusive, se a doen&ccedil;a apareceu de forma precoce {antes dos 50 anos} em algum pai, av&ocirc; ou tio, o exame pode ser antecipado para os 45 anos.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&ldquo;H&aacute; tamb&eacute;m outras doen&ccedil;as que se correlacionam com o c&acirc;ncer de pr&oacute;stata do ponto de vista gen&eacute;tico. Se a m&atilde;e ou a av&oacute; tiveram c&acirc;ncer de mama, h&aacute; um risco maior de a pessoa ter c&acirc;ncer de pr&oacute;stata. Saber disso pode adiantar o in&iacute;cio do acompanhamento. A orienta&ccedil;&atilde;o nacional &eacute; a partir dos 45 anos nesses casos&rdquo;, detalha o m&eacute;dico, citando a recomenda&ccedil;&atilde;o da <a href="https://portaldaurologia.org.br/publico/noticias/novembro-azul-chama-a-atencao-para-o-cuidado-do-homem-com-a-prostata-e-a-saude/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Sociedade Brasileira de Urologia</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A entidade lembra ainda que a popula&ccedil;&atilde;o negra e pessoas com obesidade tamb&eacute;m devem antecipar o rastreio para essa idade, visto que h&aacute; um risco maior.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">D&aacute; para fazer s&oacute; o PSA?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Embora alguns m&eacute;dicos defendam que o exame de toque retal fa&ccedil;a parte do rastreamento, algumas entidades j&aacute; deixaram essa op&ccedil;&atilde;o de lado.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&Eacute; o caso da <a href="https://www.uptodate.com/contents/screening-for-prostate-cancer#H3355913205" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">UpToDate</a>, plataforma de recomenda&ccedil;&otilde;es e princ&iacute;pios de Medicina Baseada em Evid&ecirc;ncias usada por profissionais de sa&uacute;de {inclusive da Empresa Brasileira de Servi&ccedil;os Hospitalares (Ebserh), ligada ao Minist&eacute;rio da Educa&ccedil;&atilde;o}.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela destaca que o exame do toque n&atilde;o &eacute; mais recomendado para o rastreio do c&acirc;ncer &ndash; nem sozinho ou ao lado do PSA &ndash; porque teria uma sensibilidade baixa para a detec&ccedil;&atilde;o do c&acirc;ncer, segundo estudos de meta-an&aacute;lise avaliados pela plataforma. {Meta-an&aacute;lise &eacute; o conjunto de estudos sobre um mesmo assunto analisados para verificar as principais conclus&otilde;es.}</p>



<p class="wp-block-paragraph">&ldquo;A baixa sensibilidade se deve, em parte, ao fato de que o DRE [digital rectal exam, em ingl&ecirc;s] somente detecta anormalidades palp&aacute;veis nas &aacute;reas posterior e lateral da gl&acirc;ndula da pr&oacute;stata. Embora essa &eacute; a &aacute;rea em que a maioria dos c&acirc;nceres surgem, outras regi&otilde;es da pr&oacute;stata que tamb&eacute;m podem desenvolver o c&acirc;ncer n&atilde;o s&atilde;o alcan&ccedil;&aacute;veis pelo exame digital&rdquo;, destaca a plataforma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nas recomenda&ccedil;&otilde;es da For&ccedil;a-tarefa norte-americana de Servi&ccedil;os Preventivos, o exame do toque tamb&eacute;m n&atilde;o &eacute; citado como op&ccedil;&atilde;o. &ldquo;O uso do exame retal digital n&atilde;o &eacute; recomendado como uma modalidade de rastreamento porque h&aacute; uma falta de evid&ecirc;ncias dos benef&iacute;cios. O exame digital retal ou foi eliminado ou n&atilde;o foi inclu&iacute;do na maioria dos estudos cl&iacute;nicos de rastreamento&rdquo;, destacam.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O que fazer, ent&atilde;o? Isso depende da pessoa e do profissional de sa&uacute;de que a acompanha.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Baccaglini, os urologistas brasileiros orientam que sejam feitos, pelo menos nas primeiras consultas, o toque retal e o PSA. &ldquo;A frequ&ecirc;ncia de cada um deles vai depender desses primeiros resultados. H&aacute; pessoas que v&atilde;o precisar de um acompanhamento mais rigoroso, anual, se estiverem com maior risco, como hist&oacute;rico familiar, e outras que v&atilde;o poder flexibilizar e fazer a cada dois anos ou mais&rdquo;, explica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Vale lembrar que o exame do toque &eacute; uma op&ccedil;&atilde;o a mais no rastreio, para ajudar a compor o cen&aacute;rio de risco, antes que seja necess&aacute;ria uma bi&oacute;psia &ndash; mais arriscada e invasiva.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&ldquo;Um paciente com um PSA elevado e um toque alterado ou suspeito, at&eacute; que se prove o contr&aacute;rio, precisa fazer uma investiga&ccedil;&atilde;o para o c&acirc;ncer de pr&oacute;stata. Hoje temos mais um m&eacute;todo que fica no meio do caminho do toque/PSA e a bi&oacute;psia, que &eacute; a resson&acirc;ncia da pr&oacute;stata&rdquo;, destaca Baccaglini.</p>



<h2 class="wp-block-heading">De quanto em quanto tempo fazer o exame do PSA?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Se o indiv&iacute;duo e a equipe de sa&uacute;de que o acompanha acharem melhor manter apenas o exame do PSA na rotina, confira qual &eacute; a frequ&ecirc;ncia mais indicada, atualmente, por estudos e entidades:&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Abaixo dos 50 anos</strong>: n&atilde;o precisa come&ccedil;ar o rastreamento, exceto em situa&ccedil;&otilde;es que aumentem o risco da doen&ccedil;a, como pessoas negras e/ou com hist&oacute;rico familiar com casos precoces da doen&ccedil;a e/ou obesidade;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Entre 50 e 55 anos</strong>: o PSA pode ser feito se a pessoa desejar, e se tiver hist&oacute;rico familiar. O exame pode ser repetido em um intervalo de dois anos;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Entre 55 e 69 anos</strong>: o PSA pode ser feito se a pessoa desejar e pode ser repetido com dois anos de intervalo tamb&eacute;m;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Acima de 69 anos</strong>: pode encerrar o rastreio. A For&ccedil;a-tarefa norte-americana de Servi&ccedil;os Preventivos n&atilde;o recomenda o rastreamento por PSA para homens de 70 anos ou mais.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quando &eacute; indicada a bi&oacute;psia da pr&oacute;stata?&nbsp;</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Quando h&aacute; sinais indicativos vindos do exame de toque (presen&ccedil;a de n&oacute;dulos) e do PSA (valores acima do padr&atilde;o), &eacute; o caso de seguir para a bi&oacute;psia.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a ajuda de um aparelho de ultrassom, o profissional de sa&uacute;de insere uma agulha que far&aacute; a coleta de pequenas partes da gl&acirc;ndula. Estas, mais tarde, ser&atilde;o analisadas.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Das complica&ccedil;&otilde;es que podem surgir depois do exame, est&atilde;o:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Sangramento na urina, fezes ou no esperma;&nbsp;</li>



<li>Infec&ccedil;&atilde;o da pr&oacute;stata.&nbsp;</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">&ldquo;Antes do exame, o paciente precisa tomar antibi&oacute;tico para reduzir o risco de infec&ccedil;&atilde;o. Feito assim, o risco de complica&ccedil;&otilde;es graves &eacute; baixo. O sangramento &eacute; uma complica&ccedil;&atilde;o que traz mais desconforto, mas n&atilde;o &eacute; t&atilde;o grave e, geralmente, melhora sozinho&rdquo;, explica o urologista.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">At&eacute; quando rastrear o c&acirc;ncer de pr&oacute;stata?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Da mesma forma que se discute quando se deve iniciar o rastreio para o c&acirc;ncer de pr&oacute;stata, &eacute; preciso saber quando parar. Afinal, quanto mais idosa for a pessoa, maior &eacute; a probabilidade de encontrar um c&acirc;ncer de pr&oacute;stata &ndash; j&aacute; que &eacute; uma doen&ccedil;a associada &agrave; idade, mas que evolui em um ritmo mais lento que os demais c&acirc;nceres, em geral.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&ldquo;Se todos os homens viverem at&eacute; os 100 anos, todos ter&atilde;o c&acirc;ncer de pr&oacute;stata. N&atilde;o faz sentido diagnosticar um c&acirc;ncer de pr&oacute;stata em um homem muito idoso porque a expectativa de que a doen&ccedil;a traga algum preju&iacute;zo &eacute; baixa, enquanto que a investiga&ccedil;&atilde;o tende a ser mais perigosa&rdquo;, alerta Baccaglini.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nestas situa&ccedil;&otilde;es, o m&eacute;dico explica que h&aacute; um c&aacute;lculo que os profissionais de sa&uacute;de fazem para balancear o risco do rastreamento versus o benef&iacute;cio do diagn&oacute;stico precoce, que leva em considera&ccedil;&atilde;o a expectativa de vida da pessoa. Mas n&atilde;o &eacute; um c&aacute;lculo f&aacute;cil.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&ldquo;&Eacute; dif&iacute;cil porque h&aacute; pacientes com 80 anos que vivem mais 10 ou 15, enquanto que os de 60 anos, com hipertens&atilde;o, diabetes descontrolado, que j&aacute; infartou e n&atilde;o viver&aacute; mais 10 anos. A idade da pessoa n&atilde;o reflete, necessariamente, a expectativa de vida&rdquo;, detalha. A <a href="https://www.uspreventiveservicestaskforce.org/uspstf/recommendation/prostate-cancer-screening#bootstrap-panel--9" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">For&ccedil;a-tarefa norte-americana de Servi&ccedil;os Preventivos</a> n&atilde;o recomenda o rastreamento por PSA para homens de 70 anos ou mais.</p>



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<p>O post <a href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/como-identificar-cancer-de-prostata/">Como identificar câncer de próstata? Veja indicações</a> apareceu primeiro em <a href="https://alice.com.br/blog">Blog da Alice</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Esportes de alto impacto: quais cuidados tomar?</title>
		<link>https://alice.com.br/blog/sua-saude/esportes-de-alto-impacto-e-treinos-vigorosos-quais-cuidados-tomar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Time Alice]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Aug 2022 15:51:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sua saúde]]></category>
		<category><![CDATA[atividade-fisica]]></category>
		<category><![CDATA[performance]]></category>
		<category><![CDATA[prevencao]]></category>
		<category><![CDATA[qualidade-de-vida]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.alice.com.br/?p=3664</guid>

					<description><![CDATA[<p>Treinar pesado exige mais que dedicação. Planejamento, avaliação médica e acompanhamento são fundamentais para evitar lesões e riscos ao coração.</p>
<p>O post <a href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/esportes-de-alto-impacto-e-treinos-vigorosos-quais-cuidados-tomar/">Esportes de alto impacto: quais cuidados tomar?</a> apareceu primeiro em <a href="https://alice.com.br/blog">Blog da Alice</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<html><body><p class="wp-block-paragraph">Para quem quer ser um atleta (ainda que amador) de alta intensidade ou de alto impacto n&atilde;o basta ter #For&ccedil;aFocoeF&eacute;. Profissionais de sa&uacute;de refor&ccedil;am que &eacute; essencial ter um planejamento minucioso dos treinos e um acompanhamento individualizado para prevenir les&otilde;es e incidentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O alerta vem na esteira de uma trag&eacute;dia recente: a morte s&uacute;bita de Jo&atilde;o Paulo Diniz, aos 58 anos, em 31 de julho, ap&oacute;s uma competi&ccedil;&atilde;o esportiva em Paraty, no Rio de Janeiro. O empres&aacute;rio era triatleta amador e um grande incentivador dos esportes de endurance, como o pr&oacute;prio triathlon.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diniz possu&iacute;a uma doen&ccedil;a card&iacute;aca cong&ecirc;nita: a miocardiopatia hipertr&oacute;fica. Nesse caso, o m&uacute;sculo do <a href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/festas-impactam-sistema-cardiovascular/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">cora&ccedil;&atilde;o</a> (mioc&aacute;rdio) &eacute; aumentado, o que pode obstruir o fluxo sangu&iacute;neo. Segundo a literatura m&eacute;dica, a doen&ccedil;a, que &eacute; gen&eacute;tica, atinge 1 a cada 500 pessoas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&ldquo;Por isso insistimos em uma avalia&ccedil;&atilde;o individualizada&rdquo;, explica Taline Costa, m&eacute;dica do esporte da Unifesp (Universidade Federal de S&atilde;o Paulo) e da Comunidade de Sa&uacute;de da Alice.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Veja abaixo algumas perguntas e respostas sobre os cuidados antes de iniciar os exerc&iacute;cios.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Todo mundo que pratica esportes precisa fazer uma avalia&ccedil;&atilde;o?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">&Eacute; importante refor&ccedil;ar que nem todo mundo ter&aacute; a <a href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/exames-medicos-sem-criterios-clinicos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">recomenda&ccedil;&atilde;o de fazer exames</a> antes de se exercitar, como teste esfor&ccedil;o f&iacute;sico, diz Taline Costa. Eles s&oacute; ser&atilde;o indicados para o indiv&iacute;duo que tenha alguma condi&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica pr&eacute;via, hist&oacute;rico familiar para doen&ccedil;as ou tenha apresentado sintomas ap&oacute;s esfor&ccedil;os f&iacute;sicos.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&ldquo;Se voc&ecirc; come&ccedil;a a pedir exames sem entender o objetivo, acaba achando muitos falsos positivos, ou seja, parece que a pessoa tem alguma doen&ccedil;a. E a&iacute; voc&ecirc; vai pedir mais exames e vai deixar o paciente neur&oacute;tico, quando na verdade n&atilde;o tem nada&rdquo;, alerta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Costa, o ideal &eacute; que todas as pessoas que v&atilde;o iniciar um esporte ou treino, mesmo que leves e moderados, passem por uma avalia&ccedil;&atilde;o de sa&uacute;de (que &eacute; diferente de fazer um monte de exames), com question&aacute;rio sobre h&aacute;bitos e <a href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/historico-familiar-aliado-saude/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">hist&oacute;rico pessoal e familiar</a> da pessoa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&ldquo;Mas sabemos que o <a href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/beneficios-atividade-fisica-dia-dia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">sedentarismo</a> tamb&eacute;m mata, ent&atilde;o n&atilde;o podemos colocar barreiras para a execu&ccedil;&atilde;o do exerc&iacute;cio. Quando a pessoa n&atilde;o tem nenhum tipo de sintoma nem hist&oacute;rico familiar importante e n&atilde;o sabe de nenhuma condi&ccedil;&atilde;o card&iacute;aca pr&eacute;via, ela pode fazer um exerc&iacute;cio leve e n&atilde;o precisa esperar passar no m&eacute;dico&rdquo;, pondera.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O cuidado maior &eacute; para pessoas com hist&oacute;rico para doen&ccedil;as card&iacute;acas precoces, casos de morte s&uacute;bita na fam&iacute;lia e com fatores de risco para doen&ccedil;as cardiovasculares, como <a href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/obesidade-esta-em-ritmo-de-crescimento-no-brasil-como-preveni-la/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">obesidade</a>, hipertens&atilde;o, diabetes, <a href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/como-parar-de-fumar-dicas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">tabagismo</a> e <a href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/colesterol-alto-tire-suas-duvidas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">colesterol</a> alterado, que a&iacute; deveriam passar por uma avalia&ccedil;&atilde;o m&eacute;dica mais minuciosa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&ldquo;Avaliamos a aptid&atilde;o esportiva da pessoa [em pessoas com doen&ccedil;as card&iacute;acas diagnosticadas] para determinar qual o n&iacute;vel mais seguro para ela. Por exemplo, podemos verificar que, a partir de 60% da frequ&ecirc;ncia card&iacute;aca m&aacute;xima, o indiv&iacute;duo com uma condi&ccedil;&atilde;o card&iacute;aca come&ccedil;a a fazer isquemia, ou seja, falta oxig&ecirc;nio no cora&ccedil;&atilde;o. Ent&atilde;o, para ele, as atividades precisam ocorrer abaixo dos 60%&rdquo;, explica Costa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Tal acompanhamento m&eacute;dico pr&eacute;vio tamb&eacute;m dever&aacute; ser feito quando o intuito &eacute; praticar esportes ou exerc&iacute;cios mais vigorosos que, por defini&ccedil;&atilde;o, s&atilde;o aqueles executados em uma faixa acima de 80% a 85% da frequ&ecirc;ncia card&iacute;aca m&aacute;xima da pessoa (veja abaixo como monitorar seus batimentos).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ou, em uma escala de 0 a 10 de percep&ccedil;&atilde;o individual de esfor&ccedil;o (a escala Borg), que deixe a pessoa entre 8,5-9,5.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&ldquo;Intensidade alta n&atilde;o &eacute; apenas quando a pessoa transpira, mas, sim, quando chega a uma frequ&ecirc;ncia card&iacute;aca quase intolerante. Quando, por exemplo, ela n&atilde;o consegue manter uma conversa de jeito nenhum&rdquo;, define Renato Pelaquim, preparador f&iacute;sico e diretor executivo do departamento de Educa&ccedil;&atilde;o F&iacute;sica da Sociedade de Cardiologia do Estado de S&atilde;o Paulo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Exemplos de exerc&iacute;cios vigorosos s&atilde;o os de endurance, como o triathlon e a maratona, e os intervalados, a exemplo do <a href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/o-que-e-treino-hiit-e-para-quem-e-indicado/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">HIIT (high intensity intermittent training)</a> ou o futebol.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&ldquo;A diferen&ccedil;a entre as modalidades &eacute; o tipo de demanda energ&eacute;tica de cada uma: o HIIT &eacute; em forma de sprint [picos de esfor&ccedil;o], e o endurance compreende atividades mais longas. Ambas s&atilde;o atividades vigorosas&rdquo;, explica Taline Costa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sendo assim, a indica&ccedil;&atilde;o para atletas dessas modalidades &eacute; fazer uma consulta m&eacute;dica pr&eacute;via e uma avalia&ccedil;&atilde;o anual.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&ldquo;Se voc&ecirc; est&aacute; se preparando para uma competi&ccedil;&atilde;o ou faz um treino de alta intensidade que exige muito do seu corpo, ele tem que estar redondinho&rdquo;, diz Pelaquim.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Do ponto de vista m&uacute;sculo-esquel&eacute;tico, tamb&eacute;m &eacute; necess&aacute;rio ficar atento &agrave; sobrecarga articular, que pode ser bem elevada nessas atividades mais intensas.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&ldquo;Ent&atilde;o, se houver sinais de desgaste e dor nas articula&ccedil;&otilde;es, &eacute; melhor evitar essas atividades e focar o <a href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/treino-para-mulheres-ganho-de-musculos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">fortalecimento muscular</a> primeiro&rdquo;, complementa Mayara Santos, preparadora f&iacute;sica da Alice e especialista em preven&ccedil;&atilde;o e reabilita&ccedil;&atilde;o card&iacute;aca.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais cuidados tomar antes de come&ccedil;ar a se exercitar?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Costa, &eacute; essencial ser supervisionado por preparadores f&iacute;sicos e sempre iniciar com um exerc&iacute;cio leve e ir treinando de forma progressiva, para o corpo se adaptar &agrave; carga de treino.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&ldquo;N&atilde;o adianta come&ccedil;ar com treino moderado ou intenso, porque isso aumenta o risco de les&atilde;o&rdquo;, diz Costa. &ldquo;Tamb&eacute;m indico prestar aten&ccedil;&atilde;o ao corpo e aos sintomas [durante e ap&oacute;s o exerc&iacute;cio]. Caso surja uma dor no peito, suspenda o treino e procure ajuda m&eacute;dica.&rdquo;</p>



<p class="wp-block-paragraph">J&aacute; para quem vai investir em treinos vigorosos e tem em vista alguma prova, como maratona ou iroman, a chave est&aacute; no planejamento, explica Renato Pelaquim.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&ldquo;Ao treinar com alta intensidade, &eacute; preciso saber dosar o exerc&iacute;cio de forma certa. Por isso tem que ter planejamento, alternando per&iacute;odos mais leves com outros de maior intensidade, outros de trabalho t&eacute;cnico e tamb&eacute;m de recupera&ccedil;&atilde;o. Voc&ecirc; n&atilde;o pensa s&oacute; em uma sess&atilde;o, mas em um conjunto todo. O maior erro do atleta amador &eacute; investir pouco no planejamento. Ele quer sempre alcan&ccedil;ar a supera&ccedil;&atilde;o, mas, em muitos casos, n&atilde;o h&aacute; um acompanhamento de uma equipe multiprofissional&rdquo;, explica ele.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full is-resized"><a href="https://alice.com.br/blog/conteudos-especiais/baixar-planilha-corrida-iniciantes/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><figure class="wp-attachment-6927" ><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-6927" src="https://alice.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/Planilha-de-corrida-para-iniciantes-Banner-1.jpg" alt="Planilha de corrida para iniciantes Banner" width="405" height="290" srcset="https://alice.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/Planilha-de-corrida-para-iniciantes-Banner-1.jpg 810w, https://alice.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/Planilha-de-corrida-para-iniciantes-Banner-1-300x214.jpg 300w, https://alice.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/Planilha-de-corrida-para-iniciantes-Banner-1-768x549.jpg 768w, https://alice.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/Planilha-de-corrida-para-iniciantes-Banner-1-100x71.jpg 100w, https://alice.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/Planilha-de-corrida-para-iniciantes-Banner-1-150x107.jpg 150w" sizes="(max-width: 405px) 100vw, 405px"></figure></a></figure>
</div>


<h2 class="wp-block-heading">Quais sintomas p&oacute;s-treino devem ligar o alerta?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O cansa&ccedil;o &eacute; muito relativo e depende do n&iacute;vel de condicionamento f&iacute;sico da pessoa, explica Mayara Santos.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&ldquo;&Eacute; interessante ter o autoconhecimento de quais atividades voc&ecirc; faz habitualmente que te geram uma percep&ccedil;&atilde;o de esfor&ccedil;o leve, moderada ou intensa. Mudan&ccedil;as abruptas s&atilde;o um sinal de alerta. Por exemplo, se antes voc&ecirc; subia um lance de escada numa boa e de repente isso passou a gerar um desconforto grande, com sensa&ccedil;&atilde;o de falta de ar ou outro sintoma associado, pode ligar o alerta e procurar ajuda m&eacute;dica para esclarecer&rdquo;, diz a preparadora f&iacute;sica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Tonturas, falta de ar desproporcional &agrave; carga do exerc&iacute;cio, dores no cora&ccedil;&atilde;o e desmaio tamb&eacute;m devem ser alertas para a pessoa suspender o treino e procurar ajuda m&eacute;dica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&ldquo;Se a pessoa j&aacute; sentiu alguma coisa na pr&aacute;tica esportiva, &eacute; bom investigar. N&atilde;o deixe passar achando que &eacute; algo simples, porque pode n&atilde;o ser. A gente tem que se cuidar, n&atilde;o &eacute; s&oacute; por que &eacute; jovem que pode n&atilde;o ter&rdquo;, alerta Pelaquim, que refor&ccedil;a que treinar gripado ou com febre &eacute; muito contraindicado.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como monitorar a frequ&ecirc;ncia card&iacute;aca?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O teste considerado padr&atilde;o-ouro para determinar a frequ&ecirc;ncia card&iacute;aca m&aacute;xima da pessoa &eacute; o ergom&eacute;trico. Por&eacute;m, caso voc&ecirc; n&atilde;o tenha hist&oacute;rico para as doen&ccedil;as citadas acima, n&atilde;o tenha tido sintomas ap&oacute;s o treino e nem use medicamentos que alterem seus batimentos card&iacute;acos, existe uma f&oacute;rmula mais simples de calcul&aacute;-la: &eacute; s&oacute; subtrair a sua idade de 220.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim, no caso de uma pessoa de 30 anos, a frequ&ecirc;ncia card&iacute;aca (FC) m&aacute;xima dela seria de 220-30 = 190 bpm (batimentos por minuto).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em geral, as faixas da FC devem variar assim, de acordo com os tipos de treino:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Leve </strong>&ndash; FC abaixo de 60-70% da FC m&aacute;xima</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Moderado </strong>&ndash; FC entre 70-80% da FC m&aacute;xima</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Vigoroso </strong>&ndash; FC acima de 80% da FC m&aacute;xima</p>



<p class="wp-block-paragraph">&ldquo;Assim, voc&ecirc; consegue identificar o ritmo ideal numa <a href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/beneficios-da-caminhada-corpo-e-mente/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">caminhada</a>, por exemplo, se quiser fazer uma atividade moderada. Da mesma forma que consegue checar se est&aacute; realmente fazendo uma atividade de alta intensidade, verificando se a frequ&ecirc;ncia card&iacute;aca chega acima de 85% da m&aacute;xima durante os picos de esfor&ccedil;o&rdquo;, explica Mayara Santos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A m&eacute;dica Taline Costa ressalta que a FC pode se alterar diante de fatores como estresse, alimenta&ccedil;&atilde;o, <a href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/dicas-beber-mais-agua/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">hidrata&ccedil;&atilde;o</a>, <a href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/por-que-nao-consigo-pegar-no-sono-mesmo-sentindo-cansaco/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">sono</a> e at&eacute; <a href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/como-lidar-com-sintomas-do-tempo-seco/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">umidade do ar</a>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Smartwatches s&atilde;o confi&aacute;veis?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Os frequenc&iacute;metros mais modernos ou <a href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/aplicativos-contam-passos-atividade-fisica/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">smartwatches</a> que marcam a FC s&atilde;o bastante precisos e podem ser usados para controlar os batimentos card&iacute;acos durante o exerc&iacute;cio, dizem os especialistas. Os modelos que t&ecirc;m uma fita ao redor do tronco s&atilde;o ainda mais confi&aacute;veis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Renato Pelaquim indica, inclusive, programar um alarme no smartwatch para quando voc&ecirc; atingir determinada faixa de FC durante o treino, o que vai ajudar a controlar melhor os esfor&ccedil;os.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele destaca ainda que o Apple Watch e alguns modelos de smartwatch da Samsung possuem uma funcionalidade de leitura de eletrocardiograma, ou seja, analisam os padr&otilde;es dos batimentos card&iacute;acos e fazem alertas para incidentes fora da curva, como uma arritmia que pode desencadear uma parada card&iacute;aca.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Recentemente, ambos os modelos receberam um selo da Anvisa (Ag&ecirc;ncia Nacional de Vigil&acirc;ncia Sanit&aacute;ria) que valida a leitura desses dados.</p>



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<p>O post <a href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/esportes-de-alto-impacto-e-treinos-vigorosos-quais-cuidados-tomar/">Esportes de alto impacto: quais cuidados tomar?</a> apareceu primeiro em <a href="https://alice.com.br/blog">Blog da Alice</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Check up geral: é preciso fazer? O que dizem os especialistas</title>
		<link>https://alice.com.br/blog/sua-saude/check-up-da-saude-preciso-fazer/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Amanda Milléo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Aug 2022 14:51:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sua saúde]]></category>
		<category><![CDATA[bem-estar]]></category>
		<category><![CDATA[prevencao]]></category>
		<category><![CDATA[qualidade-de-vida]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.alice.com.br/?p=3646</guid>

					<description><![CDATA[<p>O post <a href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/check-up-da-saude-preciso-fazer/">Check up geral: é preciso fazer? O que dizem os especialistas</a> apareceu primeiro em <a href="https://alice.com.br/blog">Blog da Alice</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<html><body><p class="wp-block-paragraph">Tem gente que acha que fazer um monte de exames peri&oacute;dicos &eacute; uma boa forma de se cuidar, mas as melhores evid&ecirc;ncias cient&iacute;ficas apontam que essa n&atilde;o &eacute; a pr&aacute;tica mais saud&aacute;vel, sabia?&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fazer exames com o objetivo de ca&ccedil;ar doen&ccedil;as em pessoas sem sintomas nem sempre &eacute; sin&ocirc;nimo de preven&ccedil;&atilde;o, e pode at&eacute; causar problemas. Esse {mau} h&aacute;bito tende a aumentar o risco da chamada iatrogenia, que significa danos &agrave; sa&uacute;de causados por <a href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/exames-medicos-sem-criterios-clinicos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">interven&ccedil;&otilde;es m&eacute;dicas</a>.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&ldquo;O problema n&atilde;o &eacute; o exame, necessariamente, mas a estrat&eacute;gia. Procurar por uma doen&ccedil;a cardiovascular em um paciente sem sintomas e de baixo risco &eacute; uma estrat&eacute;gia de baix&iacute;ssimo sucesso, que traz um poss&iacute;vel falso positivo, al&eacute;m de tratamentos desnecess&aacute;rios a partir disso&rdquo;, explica Guilherme Brauner Barcellos, coordenador nacional da <a href="https://www.choosingwisely.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Choosing Wisely</a>, iniciativa multinacional que promove discuss&otilde;es sobre excesso de interven&ccedil;&otilde;es m&eacute;dicas.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Falso positivo &eacute; quando um exame indica que h&aacute; algum problema, mas o resultado n&atilde;o &eacute; correto, e isso s&oacute; &eacute; descoberto depois de que outros exames (&agrave;s vezes invasivos) foram feitos. Isso pode acontecer por v&aacute;rios motivos, como uma indica&ccedil;&atilde;o inapropriada para o teste.&nbsp; J&aacute; imaginou passar por isso?&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O cen&aacute;rio muda, segundo Barcellos, se a pessoa tiver sintomas possivelmente associados a uma condi&ccedil;&atilde;o, como uma doen&ccedil;a cardiovascular. &ldquo;Neste caso, faz mais sentido pedir um teste ergom&eacute;trico&rdquo;, argumenta o m&eacute;dico. Outros fatores que influenciam a decis&atilde;o s&atilde;o <a href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/historico-familiar-aliado-saude/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">hist&oacute;rico familiar</a>, idade, <a href="https://alice.com.br/blog/empresas/habitos-aumentar-motivacao-trabalho-e-vida/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">h&aacute;bitos de vida</a> e a situa&ccedil;&atilde;o geral da sa&uacute;de.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&ldquo;As pessoas tendem a achar que n&atilde;o prescrever os exames anuais significa que somos contra a pr&aacute;tica, mas estamos discutindo aquele momento. Se o paciente apresentar sintomas, a&iacute;, sim, ser&aacute; investigado&rdquo;, detalha.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://alice.com.br/time-de-saude/rafael-pereira" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Rafael Pereira</a>, m&eacute;dico de fam&iacute;lia e comunidade, al&eacute;m de m&eacute;dico gestor da <a href="https://alice.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Alice</a>, lembra que a preven&ccedil;&atilde;o est&aacute; mais relacionada aos h&aacute;bitos, como exerc&iacute;cios f&iacute;sicos regulares, <a href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/como-montar-plano-alimentar/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">alimenta&ccedil;&atilde;o saud&aacute;vel</a> e redu&ccedil;&atilde;o do consumo de <a href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/como-o-alcool-atrapalha-o-sono/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">bebidas alco&oacute;licas</a> ou <a href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/como-parar-de-fumar-dicas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">cessa&ccedil;&atilde;o do tabagismo</a>.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O check up entraria em outra categoria, a do diagn&oacute;stico precoce &ndash; que nem sempre funciona.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&ldquo;Os exames de rastreamento n&atilde;o s&atilde;o uma panaceia [rem&eacute;dio universal]. Os exemplos do rastreio se assemelham &agrave; ideia de achar uma agulha em um palheiro. Uma quantidade enorme de pessoas &eacute; testada para beneficiar poucas&rdquo;, explica Barcellos.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Riscos dos exames de check up</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Pode ser dif&iacute;cil acreditar que exames m&eacute;dicos &ndash; mesmo aqueles pouco invasivos, como os de imagem &ndash; possam causar mal. Mas a experi&ecirc;ncia da popula&ccedil;&atilde;o da Coreia do Sul serve de exemplo at&eacute; hoje para os profissionais de sa&uacute;de.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 1999, o governo sul-coreano deu in&iacute;cio a um programa de exames para o diagn&oacute;stico de alguns tipos de c&acirc;ncer e outras doen&ccedil;as em todo o pa&iacute;s. Embora o c&acirc;ncer da tireoide n&atilde;o tivesse sido inclu&iacute;do logo de in&iacute;cio, as cl&iacute;nicas ofereciam a ultrassonografia que permitiria o diagn&oacute;stico precoce a um custo adicional, mas acess&iacute;vel.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O impacto apareceu anos depois. Em 2011, o diagn&oacute;stico de c&acirc;ncer de tireoide era 15 vezes maior do que em 1993, mas n&atilde;o havia altera&ccedil;&otilde;es nos dados de mortalidade pela doen&ccedil;a.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&ldquo;O c&acirc;ncer de tireoide &eacute;, agora, o tipo de c&acirc;ncer mais comumente diagnosticado na Coreia do Sul. Mais de 40 mil pessoas no pa&iacute;s receberam o diagn&oacute;stico em 2011 &ndash; que &eacute; 100 vezes maior ao n&uacute;mero de pessoas que morreram de c&acirc;ncer de tireoide que, na &uacute;ltima d&eacute;cada, esteve entre 300 a 400 por ano. Praticamente todas as pessoas diagnosticadas eram tratadas: cerca de dois ter&ccedil;os passaram por uma tireoidectomia radical e um ter&ccedil;o passou por uma tireoidectomia parcial&rdquo;, destacam os autores de um artigo publicado no peri&oacute;dico cient&iacute;fico The New England Journal of Medicine, em 2014.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Pereira, a retirada da tireoide demanda uma reposi&ccedil;&atilde;o hormonal pelo resto da vida, j&aacute; que a gl&acirc;ndula &eacute; respons&aacute;vel por horm&ocirc;nios que atuam no metabolismo do corpo. &ldquo;Todos os c&acirc;nceres de tireoide foram detectados, mas sem nenhum benef&iacute;cio em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; mortalidade. &Eacute; uma condi&ccedil;&atilde;o com muito falso positivo e mesmo as les&otilde;es neopl&aacute;sicas [cancer&iacute;genas] podem n&atilde;o evoluir. Tiram a gl&acirc;ndula, fazem reposi&ccedil;&atilde;o hormonal, mas o benef&iacute;cio prov&aacute;vel &eacute; inexistente&rdquo;, contextualiza.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outros riscos por tr&aacute;s do check up geral, de acordo com o m&eacute;dico de fam&iacute;lia e comunidade, s&atilde;o:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Resultado falso positivo;&nbsp;</li>



<li>Repeti&ccedil;&atilde;o de exames para confirmar, ou corrigir, o diagn&oacute;stico;&nbsp;</li>



<li>Sequelas dos exames ou de tratamentos inapropriados.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com <a href="https://alice.com.br/time-de-saude/daniel-knupp" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Daniel Knupp</a>, m&eacute;dico de fam&iacute;lia e comunidade, parte do <a href="https://alice.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Time de Sa&uacute;de da Alice</a>, toda interven&ccedil;&atilde;o m&eacute;dica pode gerar efeitos colaterais, e algumas valem o risco quando h&aacute; sintomas ou indicativos de que, possivelmente, existe uma doen&ccedil;a em curso. Nesses casos, os benef&iacute;cios dos exames s&atilde;o maiores do que os poss&iacute;veis danos.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">No caso dos check ups, h&aacute; um desequil&iacute;brio. &ldquo;Se a pessoa est&aacute; com o ombro doendo e isso est&aacute; atrapalhando a rotina, &eacute; f&aacute;cil perceber que h&aacute; um benef&iacute;cio em prescrever o exame. Quando a pessoa est&aacute; bem, sem sintomas, &eacute; mais complicado, porque qualquer efeito colateral que surgir da cascata de exames e tratamentos do check up &eacute; um preju&iacute;zo&rdquo;, explica o m&eacute;dico, que tamb&eacute;m &eacute; ex-presidente da Sociedade Brasileira de Medicina de Fam&iacute;lia e Comunidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Al&eacute;m da tireoide, outro exemplo comum &eacute; o rastreio para o c&acirc;ncer de pr&oacute;stata quando n&atilde;o h&aacute; a indica&ccedil;&atilde;o por idade, hist&oacute;rico familiar ou sintomas. Este rastreio utiliza dois exames: o ant&iacute;geno prost&aacute;tico espec&iacute;fico (PSA), que &eacute; um exame de sangue; e o teste do toque, que demanda o contato do m&eacute;dico com a gl&acirc;ndula do paciente. Se o resultado vier alterado, pode ser um caso de overtreatment, ou sobrediagn&oacute;stico, e os riscos s&atilde;o v&aacute;rios, segundo Knupp.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&ldquo;O risco de uma infec&ccedil;&atilde;o, ap&oacute;s a bi&oacute;psia da pr&oacute;stata, ou de incontin&ecirc;ncia urin&aacute;ria e <a href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/disfuncao-eretil-o-que-causa/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">disfun&ccedil;&atilde;o er&eacute;til</a> ap&oacute;s o tratamento de prostatectomia [retirada da gl&acirc;ndula] &eacute; alto. Se considerar que aquele pode ter sido um sobrediagn&oacute;stico, ou que aquela pessoa n&atilde;o teria sintomas decorrentes do c&acirc;ncer identificado, essas sequelas e efeitos colaterais s&atilde;o importantes&rdquo;, exemplifica Knupp, citando o <a href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/como-identificar-cancer-de-prostata/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">c&acirc;ncer de pr&oacute;stata</a>.&nbsp;</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large is-resized"><a href="https://alice.com.br/ebook-alice-na-cozinha?utm_source=referral&amp;utm_medium=blog&amp;utm_campaign=checkup-geral" target="_blank" rel="https://alice.com.br/ebook-alice-na-cozinha noreferrer noopener"><figure class="wp-attachment-1938" ><img decoding="async" src="https://alice.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/banner_blog-ebook-1-1024x731.jpg" alt="Ebook de receitas saud&aacute;veis Alice na cozinha" class="wp-image-1938" width="512" height="366" srcset="https://alice.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/banner_blog-ebook-1-1024x731.jpg 1024w, https://alice.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/banner_blog-ebook-1-300x214.jpg 300w, https://alice.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/banner_blog-ebook-1-768x548.jpg 768w, https://alice.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/banner_blog-ebook-1-100x71.jpg 100w, https://alice.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/banner_blog-ebook-1-150x107.jpg 150w, https://alice.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/banner_blog-ebook-1.jpg 1080w" sizes="(max-width: 512px) 100vw, 512px"></figure></a></figure>
</div>


<h2 class="wp-block-heading">Lista de exames mais comuns</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Os exames mais comumente solicitados s&atilde;o:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><a href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/qual-frequencia-para-exame-papanicolau/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Papanicolaou</a>, ou exame citopatol&oacute;gico, para diagn&oacute;stico do c&acirc;ncer do colo do &uacute;tero;&nbsp;</li>



<li><a href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/qual-idade-ideal-fazer-mamografia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Mamografia</a>, para diagn&oacute;stico do c&acirc;ncer de mama;&nbsp;</li>



<li><a href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/como-identificar-cancer-de-prostata/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Toque retal</a>, para diagn&oacute;stico do c&acirc;ncer de pr&oacute;stata;&nbsp;</li>



<li><a href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/exame-ergometrico-o-que-e-quando-fazer/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Teste ergom&eacute;trico</a> (ou de esfor&ccedil;o), para avalia&ccedil;&atilde;o cardiovascular;&nbsp;</li>



<li><a href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/exame-de-tireoide-quando-fazer/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Exame de tireoide</a>, para diagn&oacute;stico do c&acirc;ncer da tireoide;&nbsp;</li>



<li><a href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/quando-fazer-exame-de-vista/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Check up oftalmol&oacute;gico</a>.&nbsp;</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading">Value Based Healthcare</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Evitar exames desnecess&aacute;rios &eacute; ben&eacute;fico para o indiv&iacute;duo, mas tamb&eacute;m para todo o sistema de sa&uacute;de, que reduz gastos. A pr&aacute;tica conversa com o conceito de <a href="https://alice.com.br/blog/glossario/vbhc-value-based-healthcare/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Value Based Healthcare (VBHC)</a>, ou cuidados de sa&uacute;de baseados em valor, ou em resultado.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Trata-se de um modelo que foca a entrega do melhor resultado em sa&uacute;de com a melhor experi&ecirc;ncia ao indiv&iacute;duo. Isso envolve desde a indica&ccedil;&atilde;o de exames que a pessoa realmente precisa fazer at&eacute; a necessidade de consultas com especialistas ou interna&ccedil;&otilde;es hospitalares.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O modelo tradicional da sa&uacute;de suplementar no Brasil, por exemplo, favorece a busca por especialistas e se preocupa mais com a quantidade de exames, procedimentos e interven&ccedil;&otilde;es &ndash; pelos quais os planos de sa&uacute;de s&atilde;o remunerados &ndash; do que com a qualidade e experi&ecirc;ncia do paciente.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Check up geral: deve-se fazer?&nbsp;</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Para ficar claro: o problema n&atilde;o s&atilde;o os exames, mas o momento e os motivos pelos quais eles s&atilde;o indicados. E a&iacute; vale uma diferencia&ccedil;&atilde;o entre check up geral e screening, ou rastreamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Check up geral se refere a uma bateria de exames que avaliam a pessoa da cabe&ccedil;a aos p&eacute;s, e que s&atilde;o feitos, muitas vezes, uma vez por ano.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Screening, ou rastreamento, s&atilde;o exames espec&iacute;ficos e indicados com base nas evid&ecirc;ncias cient&iacute;ficas. Sabe-se, por exemplo, que o c&acirc;ncer de mama tende a surgir com mais frequ&ecirc;ncia entre mulheres mais velhas e principalmente com hist&oacute;rico familiar. Sendo assim, mulheres com este perfil t&ecirc;m a indica&ccedil;&atilde;o de passar pelo screening da mamografia.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Prescrever os exames do screening se baseiam em alguns fatores, de acordo com Knupp. S&atilde;o eles:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Sexo biol&oacute;gico</strong>: alguns exames fazem mais sentido para mulheres e outros para homens;</li>



<li><strong>Idade:</strong> problemas cardiovasculares, diabetes e colesterol alterado, por exemplo, tendem a ser mais comuns com o avan&ccedil;o da idade;&nbsp;</li>



<li><strong><a href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/historico-familiar-aliado-saude/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Hist&oacute;rico familiar</a></strong>: se pai ou m&atilde;e tiver diagn&oacute;stico de diabetes, pode ser necess&aacute;rio avaliar a glicemia do paciente, por exemplo. O mesmo vale para alguns tipos de c&acirc;ncer, como o de mama;&nbsp;</li>



<li><strong>Situa&ccedil;&atilde;o geral de sa&uacute;de:</strong> se tiver doen&ccedil;as cr&ocirc;nicas, est&atilde;o controladas? Quais medicamentos faz uso? H&aacute; alguma dificuldade em fazer as atividades cotidianas? Isso tudo pode influenciar na decis&atilde;o de um exame;</li>



<li><strong>H&aacute;bitos de vida:</strong> faz exerc&iacute;cios com regularidade? A <a href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/como-montar-plano-alimentar/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">alimenta&ccedil;&atilde;o &eacute; saud&aacute;vel</a>? Usa cigarro? Consome bebida alco&oacute;lica?&nbsp;</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Exame de sangue, imagem e vacinas: o que fazer?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Em uma publica&ccedil;&atilde;o para os leitores, a <a href="https://jamanetwork.com/journals/jama/fullarticle/2790936" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">revista cient&iacute;fica Journal of American Medical Association (Jama) </a>listou alguns procedimentos que deveriam fazer parte de um check up anual, pois h&aacute; evid&ecirc;ncias de que possam beneficiar a sa&uacute;de. Por exemplo:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Avalia&ccedil;&atilde;o da press&atilde;o arterial, frequ&ecirc;ncia card&iacute;aca, peso e altura;</li>



<li>Discuss&atilde;o sobre testes de rastreamento para c&acirc;ncer, desde que sejam apropriados para a idade e hist&oacute;rico m&eacute;dico (exemplo: colonoscopia para o c&acirc;ncer colorretal, mamografia para o c&acirc;ncer de mama ou Papanicolaou para o c&acirc;ncer do colo do &uacute;tero);</li>



<li>Discuss&atilde;o sobre outros testes de rastreamento (exemplo: infec&ccedil;&otilde;es sexualmente transmiss&iacute;veis; osteoporose, hepatite C);&nbsp;</li>



<li>Exame de sangue para avalia&ccedil;&otilde;es que sejam apropriadas para a idade e hist&oacute;rico m&eacute;dico (exemplo: colesterol e glicemia);</li>



<li>Vacinas (contra gripe, t&eacute;tano, pneumonia, herpes z&oacute;ster);</li>



<li>Rastreamento para <a href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/rede-de-apoio-como-ajudar-alguem/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">depress&atilde;o</a>;&nbsp;</li>



<li>Avalia&ccedil;&otilde;es adicionais para pessoas mais velhas, como risco de queda, perda de audi&ccedil;&atilde;o ou de mem&oacute;ria, e as diretivas antecipadas de vontade [os desejos com rela&ccedil;&atilde;o &agrave; sa&uacute;de em caso de doen&ccedil;a degenerativa, grave e sem possibilidade de cura].&nbsp;</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">&ldquo;As hepatites virais, que s&atilde;o altamente prevalentes e podem ser assintom&aacute;ticas, deveriam estar num rastreio que as pessoas n&atilde;o fazem. Ou o rastreio do HIV que tamb&eacute;m se justifica de tempos em tempos, em algumas popula&ccedil;&otilde;es, mesmo assintom&aacute;ticos, mas nem sempre &eacute; solicitado pelo m&eacute;dico ou pelo paciente&rdquo;, alerta Guilherme Barcellos, coordenador da Choosing Wisely Brasil.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Check up: decis&atilde;o compartilhada&nbsp;</h2>



<p class="wp-block-paragraph">N&atilde;o cabe apenas ao m&eacute;dico, ou ao paciente, bater o martelo sobre quais s&atilde;o os exames necess&aacute;rios (e os desnecess&aacute;rios) a serem feitos naquele momento. Esta &eacute; uma decis&atilde;o compartilhada, segundo explica Rafael Pereira, m&eacute;dico de fam&iacute;lia e comunidade.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&ldquo;Sempre que a pessoa tiver alguma preocupa&ccedil;&atilde;o de sa&uacute;de, &eacute; importante que leve essa d&uacute;vida ao profissional da sa&uacute;de. Ele vai ter a vis&atilde;o t&eacute;cnica e explicar por que o exame &eacute; importante ou n&atilde;o, naquele contexto. A pessoa n&atilde;o deve presumir que precisa passar pelo procedimento, como acontece com a endoscopia&rdquo;, explica o m&eacute;dico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Pereira, a <a href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/endoscopia-digestiva-alta-quando-precisa-fazer/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">endoscopia</a> muitas vezes &eacute; solicitada por curiosidade, apesar de ser um exame invasivo, ao qual o indiv&iacute;duo precisa ser submetido a uma anestesia e tem um tubo inserido pela boca.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&ldquo;As pessoas querem ver e ter certeza que est&atilde;o bem. &Agrave;s vezes algum colega ou amigo teve uma doen&ccedil;a, uma experi&ecirc;ncia negativa, e ela precisa ter certeza que n&atilde;o tem a mesma condi&ccedil;&atilde;o. Mas, ao fazer isso, pode se machucar.&rdquo;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para tomar a melhor decis&atilde;o, &eacute; preciso ter informa&ccedil;&otilde;es, alerta Barcellos. &ldquo;Entender a magnitude dos benef&iacute;cios dos exames, quando eles existem, permite conversas mais direcionadas em prol do paciente. Quando se fala em check up, dificilmente se fala dos riscos. &Eacute; preciso calibrar as expectativas para que o paciente tome uma decis&atilde;o racional&rdquo;, afirma.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Perguntas para se fazer na consulta m&eacute;dica</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Se tiver d&uacute;vidas sobre os exames ou procedimentos solicitados pelos profissionais de sa&uacute;de, a solu&ccedil;&atilde;o &eacute; perguntar. E, caso n&atilde;o saiba o que exatamente questionar, h&aacute; pelo menos cinco perguntas indispens&aacute;veis, de acordo com a <a href="https://www.choosingwisely.org.au/resources/consumers-and-carers/5questions" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Choosing Wisely Austr&aacute;lia</a>:&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading">1) Eu realmente preciso deste exame, tratamento ou procedimento?&nbsp;</h3>



<h3 class="wp-block-heading">2) Quais s&atilde;o os riscos?&nbsp;</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Quais s&atilde;o os efeitos colaterais deste exame ou tratamento? Quais os riscos de os resultados n&atilde;o serem muito precisos? O resultado deste exame levar&aacute; a outros exames?</p>



<h3 class="wp-block-heading">3) H&aacute; op&ccedil;&otilde;es mais simples ou mais seguras?&nbsp;</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Mudan&ccedil;as no estilo de vida podem ser uma op&ccedil;&atilde;o neste caso?&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading">4) O que acontecer&aacute; se eu n&atilde;o fizer nada?&nbsp;</h3>



<h3 class="wp-block-heading">5) Quais s&atilde;o os custos?&nbsp;</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Nesta quest&atilde;o, valem tanto os custos financeiros quanto emocionais ou de tempo.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quando eu devo parar de fazer exames?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A pr&aacute;tica do screening n&atilde;o precisa acompanhar toda a vida. Homens acima de 70 anos, por exemplo, n&atilde;o precisam ser rastreados rotineiramente para o c&acirc;ncer de pr&oacute;stata porque, em geral, &eacute; uma doen&ccedil;a que avan&ccedil;a lentamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A orienta&ccedil;&atilde;o &eacute; da <a href="https://www.uspreventiveservicestaskforce.org/uspstf/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">US Preventive Task Force</a>, um grupo de especialistas da aten&ccedil;&atilde;o prim&aacute;ria de sa&uacute;de dos Estados Unidos que compila os resultados dos estudos cl&iacute;nicos e serve de guia para os profissionais de sa&uacute;de na escolha dos exames de rotina, e da <a href="https://www.auanet.org/guidelines/guidelines/prostate-cancer-early-detection-guideline" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Associa&ccedil;&atilde;o norte-americana de Urologia</a>.&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&ldquo;Nem sempre uma doen&ccedil;a vai evoluir at&eacute; o ponto sintom&aacute;tico. Um exemplo cl&aacute;ssico &eacute; o do c&acirc;ncer de pr&oacute;stata, que pode ficar est&aacute;vel ao longo da vida. Identificar antes, nesses casos, n&atilde;o ajuda em nada, mas a pessoa passa por tratamentos sem benef&iacute;cio&rdquo;, explica Rafael Pereira, m&eacute;dico de fam&iacute;lia e comunidade.</p>



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<p>O post <a href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/check-up-da-saude-preciso-fazer/">Check up geral: é preciso fazer? O que dizem os especialistas</a> apareceu primeiro em <a href="https://alice.com.br/blog">Blog da Alice</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Vontade de urinar toda hora? Pode ser infecção urinária</title>
		<link>https://alice.com.br/blog/sua-saude/urinar-muitas-vezes-ao-dia-pode-ser-infeccao-urinaria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Amanda Milléo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Aug 2022 15:53:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sua saúde]]></category>
		<category><![CDATA[bem-estar]]></category>
		<category><![CDATA[prevencao]]></category>
		<category><![CDATA[saude-da-mulher]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.alice.com.br/?p=3545</guid>

					<description><![CDATA[<p>Vontade de urinar toda hora, ardência ao urinar e dor na barriga podem ser sinais de infecção urinária. Entenda a doença.</p>
<p>O post <a href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/urinar-muitas-vezes-ao-dia-pode-ser-infeccao-urinaria/">Vontade de urinar toda hora? Pode ser infecção urinária</a> apareceu primeiro em <a href="https://alice.com.br/blog">Blog da Alice</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<html><body><p class="wp-block-paragraph">A frequ&ecirc;ncia ideal para fazer xixi &eacute; de cinco a oito vezes por dia. Menos que isso &eacute; considerado muito pouco, e pode ser reflexo da falta de l&iacute;quidos ou do <a href="https://epipi.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">h&aacute;bito de segurar a urina</a> por muito tempo na bexiga. Se as idas ao banheiro para fazer xixi acontecerem toda hora e forem associadas a outros sintomas, vale o alerta para a <strong>infec&ccedil;&atilde;o urin&aacute;ria</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Causada, geralmente, por bact&eacute;rias que sobem da regi&atilde;o genital para a bexiga, a infec&ccedil;&atilde;o urin&aacute;ria &eacute; uma condi&ccedil;&atilde;o mais comum entre mulheres cisg&ecirc;nero (que se identificam com o g&ecirc;nero de nascimento) do que entre homens cisg&ecirc;nero. A raz&atilde;o para isso &eacute; anat&ocirc;mica.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&ldquo;As bact&eacute;rias que normalmente provocam essa infec&ccedil;&atilde;o s&atilde;o da pr&oacute;pria pessoa, e o reservat&oacute;rio mais comum delas &eacute; no reto e no intestino. A mulher tem uma uretra mais curta que o homem, de 3 cm a 6 cm, e uma proximidade maior com o orif&iacute;cio do &acirc;nus, o que facilita a passagem das bact&eacute;rias&rdquo;, explica Karin Anzolch, m&eacute;dica urologista, diretora de comunica&ccedil;&atilde;o e professora do departamento de doen&ccedil;as infecciosas da Sociedade Brasileira de Urologia.&nbsp;</p><html><body><div class="cta cta--post--slim_withlogo">
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								</div></body></html>



<h2 class="wp-block-heading">Mulheres e momentos de maior risco de infec&ccedil;&atilde;o urin&aacute;ria</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as mulheres, o risco da infec&ccedil;&atilde;o aumenta em tr&ecirc;s momentos:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Dos 18 aos 35 anos, devido &agrave; vida sexual mais ativa;</li>



<li>Durante a gesta&ccedil;&atilde;o, pelo aumento do &uacute;tero, que dificulta o esvaziamento da bexiga;</li>



<li>Ap&oacute;s a menopausa, com a queda hormonal.&nbsp;</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">&ldquo;Durante o ato sexual, o atrito sobre a uretra empurra as bact&eacute;rias de fora para dentro. Por isso &eacute; importante sempre esvaziar a bexiga ap&oacute;s a rela&ccedil;&atilde;o sexual, para eliminar qualquer bact&eacute;ria que possa ter entrado&rdquo;, explica a urologista.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A redu&ccedil;&atilde;o dos horm&ocirc;nios femininos durante a menopausa modifica a flora intestinal e bact&eacute;rias que poderiam ser ben&eacute;ficas &ndash; como os lactobacilos &ndash; acabam diminuindo em quantidade. &ldquo;A pele em torno da uretra tamb&eacute;m sofre uma atrofia, e os vasos sangu&iacute;neos que levariam os anticorpos para proteger contra a infec&ccedil;&atilde;o chegam atrasados ou em menor quantidade&rdquo;, lembra Anzolch.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma solu&ccedil;&atilde;o, segundo a m&eacute;dica, pode ser o uso de cremes com horm&ocirc;nios na regi&atilde;o genital, caso a pessoa n&atilde;o tenha contraindica&ccedil;&atilde;o. &ldquo;Isso resolve o problema da pele fina e da redu&ccedil;&atilde;o da defesa nas mulheres em menopausa.&rdquo;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Homens: risco maior com o aumento da idade</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A incid&ecirc;ncia da infec&ccedil;&atilde;o urin&aacute;ria varia conforme o g&ecirc;nero e a idade. Embora na juventude as mulheres tendam a ter mais casos que os homens &ndash; e, quando eles desenvolvem uma infec&ccedil;&atilde;o, est&aacute; mais associada a doen&ccedil;as sexualmente transmiss&iacute;veis &ndash;, os n&uacute;meros se igualam a partir dos 50 ou 60 anos.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso porque, ap&oacute;s essa idade, os homens podem apresentar um crescimento benigno da pr&oacute;stata (condi&ccedil;&atilde;o chamada de hiperplasia benigna da pr&oacute;stata), que prejudica a mic&ccedil;&atilde;o e, por consequ&ecirc;ncia, o esvaziamento da bexiga. Com a urina acumulada, aumenta-se o risco de que as bact&eacute;rias se reproduzam, gerando a infec&ccedil;&atilde;o.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O curioso &eacute; que a pr&oacute;stata &ndash; no tamanho normal &ndash; &eacute; um elemento que protege o homem contra a infec&ccedil;&atilde;o urin&aacute;ria, porque serve de barreira &agrave; subida direta das bact&eacute;rias para a bexiga, segundo explica Karin Anzolch, m&eacute;dica urologista.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&gt;&gt; <a href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/saude-masculina/">Entenda por que homens vivem menos {e como virar o jogo}</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Mulheres trans e homens trans: risco igual?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Nem todas pessoas trans escolhem passar pela cirurgia de redesigna&ccedil;&atilde;o sexual, mas quem opta pela mudan&ccedil;a teria um risco diferente na infec&ccedil;&atilde;o urin&aacute;ria?&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com <a href="https://alice.com.br/rede-credenciada/especialista/urologia/willy-baccaglini" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Willy Baccaglini, m&eacute;dico urologista e integrante da Comunidade de Sa&uacute;de da Alice</a>, no caso das mulheres trans, a retirada da barreira peniana facilitaria a infec&ccedil;&atilde;o urin&aacute;ria, mas h&aacute; um fator protetor j&aacute; citado: a pr&oacute;stata.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&ldquo;N&atilde;o temos estudo fazendo essa avalia&ccedil;&atilde;o, comparando a mulher trans em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; mulher cis, mas vale lembrar que a mulher trans ainda ter&aacute; a pr&oacute;stata, que &eacute; um m&eacute;todo de barreira e isso, comparado &agrave; mulher cis, faz com que tenha uma prote&ccedil;&atilde;o a mais&rdquo;, explica Baccaglini, que tamb&eacute;m &eacute; m&eacute;dico urologista da Faculdade de Medicina do ABC e do Hospital Israelita Albert Einstein, al&eacute;m de membro das Sociedades Brasileira, Norte-americana e Europeia de Urologia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora tenha um fator protetor, a redu&ccedil;&atilde;o da produ&ccedil;&atilde;o de testosterona pode influenciar no risco, j&aacute; que o horm&ocirc;nio pode servir de mecanismo de defesa aos homens cis, de acordo com o urologista. &ldquo;N&atilde;o sabemos qual &eacute; o impacto real da restri&ccedil;&atilde;o de testosterona na mulher trans com rela&ccedil;&atilde;o &agrave; infec&ccedil;&atilde;o urin&aacute;ria, mas poderia ser um fator adicional. N&atilde;o h&aacute; estudos que comparem e confirmem isso&rdquo;, destaca.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">No caso dos homens trans, como as cirurgias de neofaloplastia (nome dado ao p&ecirc;nis constru&iacute;do) s&atilde;o mais incomuns, h&aacute; menos dados, de acordo com Baccaglini. &ldquo;Mas o impacto [da infec&ccedil;&atilde;o urin&aacute;ria] seria menor, porque o m&eacute;dico est&aacute; gerando um novo tecido, uma nova uretra. Por outro lado, esse paciente n&atilde;o tem pr&oacute;stata, ent&atilde;o n&atilde;o teria um m&eacute;todo de barreira que a mulher trans e o homem cis t&ecirc;m&rdquo;, afirma.</p><html><body><div class="cta cta--post--slim_withlogo">
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<h2 class="wp-block-heading">Sintomas comuns e incomuns da infec&ccedil;&atilde;o urin&aacute;ria</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Em mulheres, os sintomas mais comuns s&atilde;o, de acordo com Karin Anzolch, m&eacute;dica urologista, e Willy Baccaglini, m&eacute;dico urologista:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Desconforto na base (ou &ldquo;p&eacute;&rdquo;) da barriga;&nbsp;</li>



<li>Dor na regi&atilde;o lombar;&nbsp;</li>



<li>Ard&ecirc;ncia ou dor na hora de urinar;&nbsp;</li>



<li>Idas frequentes ao banheiro, mas com pouco volume e sensa&ccedil;&atilde;o de esvaziamento incompleto da bexiga.&nbsp;</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Em homens, o sintoma mais comum &eacute; ardor no canal da urina, e nem sempre h&aacute; o desconforto no p&eacute; da barriga, segundo Baccaglini.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se h&aacute; febre ou mal estar, a recomenda&ccedil;&atilde;o &eacute; buscar um profissional de sa&uacute;de com urg&ecirc;ncia.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&ldquo;Quadro infeccioso com febre e queda do estado geral do paciente s&atilde;o sinais de alarme e de gravidade. &Agrave;s vezes &eacute; necess&aacute;rio receber um medicamento antibi&oacute;tico intravenoso ou ficar internado, pelo risco de infec&ccedil;&atilde;o sist&ecirc;mica&rdquo;, destaca o urologista.&nbsp;&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading">Crian&ccedil;as e idosos com infec&ccedil;&atilde;o urin&aacute;ria: quais s&atilde;o os sintomas?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Os indicativos de uma infec&ccedil;&atilde;o de urina em crian&ccedil;as e idosos n&atilde;o s&atilde;o os mesmos que nos adultos. Os mais comuns s&atilde;o dores abdominais e altera&ccedil;&atilde;o do estado de consci&ecirc;ncia, e a ard&ecirc;ncia ao urinar &eacute; menos frequente.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&Eacute; preciso ficar atento se o idoso ou a crian&ccedil;a apresentarem:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Mudan&ccedil;a cognitiva ou perda do estado de consci&ecirc;ncia;&nbsp;</li>



<li>Altera&ccedil;&atilde;o do comportamento, como n&atilde;o aceitar mais a comida;&nbsp;</li>



<li>Ao inv&eacute;s de febre, ter temperatura corporal baixa;&nbsp;</li>



<li>Presen&ccedil;a de sangue na urina, com dor ao final da mic&ccedil;&atilde;o.&nbsp;</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">&ldquo;A infec&ccedil;&atilde;o urin&aacute;ria deve ser cogitada em casos de beb&ecirc;s que n&atilde;o ganham peso. Sempre que houver a suspeita de infec&ccedil;&atilde;o urin&aacute;ria em crian&ccedil;as menores de dez anos, o que &eacute; raro, deve-se considerar e analisar outros problemas, como mal forma&ccedil;&otilde;es dos rins, dos canais da urina ou da bexiga&rdquo;, orienta <a href="https://alice.com.br/rede-credenciada/especialista/urologia/vinicius-meneguette" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Vinicius Meneguette, m&eacute;dico urologista, parte da Comunidade de Sa&uacute;de da Alice</a>, e respons&aacute;vel pela oncologia urol&oacute;gica do Hospital Militar de S&atilde;o Paulo.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como diagnosticar a infec&ccedil;&atilde;o de urina?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Na maior parte dos casos, o diagn&oacute;stico da infec&ccedil;&atilde;o urin&aacute;ria &eacute; cl&iacute;nico, com base nos sintomas do paciente. Mas o exame de urina pode ser indicado, em alguns casos.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Meneguette cita o exemplo da bexiga hiperativa, condi&ccedil;&atilde;o em que os mesmos sintomas se manifestam &ndash; como a vontade de urinar com maior frequ&ecirc;ncia e a sensa&ccedil;&atilde;o de esvaziamento incompleto da bexiga &ndash; e que acomete pessoas com o mesmo perfil da infec&ccedil;&atilde;o urin&aacute;ria.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&ldquo;Essa confus&atilde;o de diagn&oacute;sticos s&oacute; pode ser afastada com um exame de cultura de urina, que demonstra se h&aacute; ou n&atilde;o a infec&ccedil;&atilde;o&rdquo;, afirma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&gt;&gt; <a href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/consulta-com-ginecologista-perguntas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">O que perguntar na consulta com ginecologista</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">H&aacute; rem&eacute;dios naturais para infec&ccedil;&atilde;o urin&aacute;ria?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Uma vez identificada a infec&ccedil;&atilde;o, o tratamento mais indicado &eacute; o antibi&oacute;tico. Para evitar um impacto na resist&ecirc;ncia bacteriana, os profissionais de sa&uacute;de t&ecirc;m optado por grupos de antibi&oacute;ticos mais associados &agrave; bact&eacute;ria <em>Escherichia coli</em> (ou <em>E. coli</em>) &ndash; principal culpada das infec&ccedil;&otilde;es urin&aacute;rias.&nbsp;</p><html><body><div class="cta cta--post--slim_withlogo">
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<h3 class="wp-block-heading">E o suco de cranberry para infec&ccedil;&atilde;o urin&aacute;ria?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com os profissionais ouvidos pela <strong>Alice</strong>, h&aacute; evid&ecirc;ncias cient&iacute;ficas de que a fruta cranberry (ou oxicoco, como &eacute; tamb&eacute;m conhecido) reduz o risco de infec&ccedil;&atilde;o urin&aacute;ria &ndash; mas n&atilde;o &eacute; t&atilde;o simples.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Karin Anzolch, m&eacute;dica urologista, explica que nos estudos <em>in vitro</em> (ou em laborat&oacute;rio), os pesquisadores perceberam que o princ&iacute;pio ativo da fruta inativa o mecanismo que permite a ader&ecirc;ncia da bact&eacute;ria &agrave; parede da bexiga humana. &ldquo;A bact&eacute;ria tem flagelos que aderem &agrave; mucosa da bexiga, e o cranberry torna essas partes antiaderentes, facilitando a elimina&ccedil;&atilde;o do microrganismo antes que ele consiga grudar&rdquo;, detalha.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos estudos em seres humanos, a discuss&atilde;o &eacute; outra: qual &eacute; a dose do princ&iacute;pio ativo da fruta que seria suficiente para essa a&ccedil;&atilde;o preventiva? &ldquo;N&atilde;o basta ingerir o cranberry, mas &eacute; preciso ingerir em uma quantidade adequada, e os sucos podem ter componentes muito variados, assim como a fruta&rdquo;, explica Anzolch.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda que seja poss&iacute;vel consumir o cranberry em outros formatos, como c&aacute;psulas e extratos, &eacute; preciso orienta&ccedil;&atilde;o de um profissional da sa&uacute;de. &ldquo;Medidas que n&atilde;o envolvam antibi&oacute;ticos precisam ser estimuladas, ainda que o efeito n&atilde;o seja 100%. Tomar sucos aumenta a produ&ccedil;&atilde;o de urina, e esse &eacute; um efeito positivo&rdquo;, destaca a m&eacute;dica.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como prevenir a infec&ccedil;&atilde;o urin&aacute;ria</h2>



<p class="wp-block-paragraph">H&aacute; medidas preventivas &ndash; e naturais &ndash; que devem ser adotadas para evitar a infec&ccedil;&atilde;o. S&atilde;o elas:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>N&atilde;o segurar por muito tempo a urina na bexiga {e, para isso, mulheres cis e homens trans podem contar com a ajuda de dispositivos que se posicionam entre as pernas e servem de condutor urin&aacute;rio, como o <a href="https://epipi.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">e.pipi</a>};</li>



<li>Ter certeza de que a bexiga foi completamente esvaziada;</li>



<li>Tomar l&iacute;quidos e n&atilde;o esperar ficar com sede para se hidratar;&nbsp;</li>



<li>Urinar sempre ap&oacute;s as rela&ccedil;&otilde;es sexuais, uma dica especialmente para as mulheres;&nbsp;</li>



<li>Manter a sa&uacute;de e a higiene genital adequadas.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">A maneira ideal de urinar</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Muitas vezes as mulheres s&atilde;o obrigadas a usar banheiros nem sempre em boas condi&ccedil;&otilde;es de higiene e, se elas n&atilde;o se sentam adequadamente ao vaso sanit&aacute;rio, o risco de sobrar urina na bexiga &eacute; grande. Mas h&aacute; como melhorar, segundo a orienta&ccedil;&atilde;o da m&eacute;dica urologista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&ldquo;O ideal &eacute; urinar com os dois p&eacute;s no ch&atilde;o, com as pernas abertas, para poder relaxar bem o assoalho p&eacute;lvico. Se a mulher faz xixi quase de p&eacute;, frequentemente ficam res&iacute;duos urin&aacute;rios na bexiga. Por isso &eacute; importante higienizar o vaso sanit&aacute;rio e sentar-se para urinar completamente, embora nem sempre os banheiros sejam favor&aacute;veis a isso&rdquo;, explica Anzolch.</p><html><body><div class="cta cta--post--slim_withlogo">
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<p class="wp-block-paragraph">Outros culpados pelas infec&ccedil;&otilde;es urin&aacute;rias s&atilde;o:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Infec&ccedil;&otilde;es sexualmente transmiss&iacute;veis, que aumentam a suscetibilidade &agrave;s bact&eacute;rias;&nbsp;</li>



<li>Fatores gen&eacute;ticos, como fam&iacute;lias com casos recorrentes de infec&ccedil;&atilde;o;&nbsp;</li>



<li>Problemas imunol&oacute;gicos, que prejudicam o combate &agrave;s bact&eacute;rias;&nbsp;</li>



<li>Pouca ingesta de l&iacute;quidos, o que aumenta a concentra&ccedil;&atilde;o de urina na bexiga e&nbsp; favorece a multiplica&ccedil;&atilde;o dos microrganismos.&nbsp;</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Bexiga ca&iacute;da (prolapso)</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Em mulheres ap&oacute;s o parto e idosas, vale tamb&eacute;m o alerta para o prolapso &ndash; ou a queda dos &oacute;rg&atilde;os p&eacute;lvicos, como a bexiga, uretra, &uacute;tero, reto, intestino, entre outros &ndash; tamb&eacute;m chamado de &ldquo;bexiga ca&iacute;da&rdquo;.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&ldquo;Esses prolapsos podem levar &agrave; incontin&ecirc;ncia urin&aacute;ria, e a umidade que se forma a partir disso favorece o surgimento das bact&eacute;rias no local. A bexiga que cai, por exemplo, pode formar um reservat&oacute;rio que &eacute; mais dif&iacute;cil de esvaziar&rdquo;, explica a m&eacute;dica urologista.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para fortalecer a musculatura do assoalho p&eacute;lvico, uma sugest&atilde;o s&atilde;o os exerc&iacute;cios de Kegel. De acordo com informa&ccedil;&otilde;es da<a href="https://www.mayoclinic.org/healthy-lifestyle/womens-health/in-depth/kegel-exercises/art-20045283" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow"> Mayo Clinic</a>, organiza&ccedil;&atilde;o de sa&uacute;de sem fins lucrativos, a pr&aacute;tica exige treinos di&aacute;rios, pelo menos tr&ecirc;s vezes, de 10 a 15 repeti&ccedil;&otilde;es para cada movimento. Confira o passo a passo:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li><strong>Encontre os m&uacute;sculos certos</strong>: na pr&oacute;xima ida ao banheiro, pare o fluxo de urina de repente. Isso ajudar&aacute; a identificar corretamente quais s&atilde;o os m&uacute;sculos que devem ser fortalecidos.</li>



<li><strong>Aperfei&ccedil;oe a t&eacute;cnica</strong>: imagine que voc&ecirc; est&aacute; sob uma mesa de m&aacute;rmore e precisa tensionar os m&uacute;sculos da p&eacute;lvis para se levantar. Fa&ccedil;a esse movimento por tr&ecirc;s segundos e relaxe por outros tr&ecirc;s;&nbsp;</li>



<li><strong>Mantenha o foco</strong>: procure manter apenas os m&uacute;sculos do assoalho p&eacute;lvico tensionados, e n&atilde;o os do abdome, coxas ou das n&aacute;degas;</li>



<li><strong>Respire</strong>: evite segurar a respira&ccedil;&atilde;o. Inspire e expire durante os exerc&iacute;cios;</li>



<li><strong>Repita</strong>: o objetivo &eacute; que o exerc&iacute;cio seja repetido em tr&ecirc;s momentos do dia, de 10 a 15 repeti&ccedil;&otilde;es de cada vez.&nbsp;</li>
</ol>



<h2 class="wp-block-heading">Quando a infec&ccedil;&atilde;o de urina se torna de repeti&ccedil;&atilde;o?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A infec&ccedil;&atilde;o urin&aacute;ria &eacute; considerada de repeti&ccedil;&atilde;o quando h&aacute; pelo menos dois casos em seis meses ou tr&ecirc;s ao longo de um ano.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">As causas para a repeti&ccedil;&atilde;o podem incluir&nbsp; h&aacute;bitos n&atilde;o saud&aacute;veis, como segurar por tempo demais a urina, e tamb&eacute;m fatores imunol&oacute;gicos. Mas, de acordo com Baccaglini, a preven&ccedil;&atilde;o desses casos envolve muito mais mudan&ccedil;as comportamentais do que farmacol&oacute;gicas.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&ldquo;O h&aacute;bito de segurar a urina por muito tempo, n&atilde;o ingerir &aacute;gua suficiente e n&atilde;o urinar ap&oacute;s o sexo s&atilde;o algumas causas para a repeti&ccedil;&atilde;o. Outro detalhe, que muitas vezes &eacute; ignorado, s&atilde;o os h&aacute;bitos intestinais. A bexiga &eacute; a &lsquo;irm&atilde;&rsquo; do reto. Se a pessoa &eacute; muito constipada e tem o h&aacute;bito intestinal desregulado, as fezes ficam ressecadas no intestino, que, como a bexiga, &eacute; um reservat&oacute;rio para bact&eacute;rias. Isso aumenta o risco de uma transloca&ccedil;&atilde;o bacteriana, do intestino para a bexiga&rdquo;, explica o m&eacute;dico.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">E se n&atilde;o tratar a infec&ccedil;&atilde;o urin&aacute;ria, qual &eacute; o risco?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Toda vez que h&aacute; uma infec&ccedil;&atilde;o causada por bact&eacute;rias &ndash; seja na bexiga, no ouvido, pele ou garganta &ndash; h&aacute; o risco de que os microrganismos se espalhem pelo corpo, gerando uma infec&ccedil;&atilde;o sist&ecirc;mica ou, no termo m&eacute;dico, a sepse.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&ldquo;Quando o paciente tem um quadro que n&atilde;o &eacute; tratado na forma inicial, pode progredir para a infec&ccedil;&atilde;o sist&ecirc;mica, quando surge a febre, queda do estado geral. A pessoa pode, ent&atilde;o, ser internada em UTI para o controle da press&atilde;o e tem risco de um choque s&eacute;ptico. Essa &eacute; uma gravidade m&eacute;dica&rdquo;, explica Baccaglini.&nbsp;</p>
<html><body><div class="cta cta--post--slim_withlogo">
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<p>O post <a href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/urinar-muitas-vezes-ao-dia-pode-ser-infeccao-urinaria/">Vontade de urinar toda hora? Pode ser infecção urinária</a> apareceu primeiro em <a href="https://alice.com.br/blog">Blog da Alice</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Saúde LGBTQIA+: o que precisa ser lembrado?</title>
		<link>https://alice.com.br/blog/sua-saude/saude-lgbtqi-o-que-precisa-ser-lembrado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Amanda Milléo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Jun 2022 17:42:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sua saúde]]></category>
		<category><![CDATA[bem-estar]]></category>
		<category><![CDATA[prevencao]]></category>
		<category><![CDATA[qualidade-de-vida]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.alice.com.br/?p=3284</guid>

					<description><![CDATA[<p>Além da alimentação e exercícios, pessoas LGBTQI+ precisam ficar atentas ao uso do cigarro, saúde mental, sexual e hormônios.</p>
<p>O post <a href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/saude-lgbtqi-o-que-precisa-ser-lembrado/">Saúde LGBTQIA+: o que precisa ser lembrado?</a> apareceu primeiro em <a href="https://alice.com.br/blog">Blog da Alice</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<html><body><p class="wp-block-paragraph">As regras para uma vida saud&aacute;vel s&atilde;o, de forma geral, alimenta&ccedil;&atilde;o balanceada, exerc&iacute;cios f&iacute;sicos regulares e bons h&aacute;bitos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para as pessoas da comunidade <strong>LGBTQI+</strong> (l&eacute;sbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais, transg&ecirc;neros, queer, intersexuais e outras identidades de g&ecirc;nero e orienta&ccedil;&atilde;o sexual), esse cuidado pode incluir particularidades e desafios, j&aacute; que o acesso &agrave; sa&uacute;de nem sempre &eacute; f&aacute;cil, e a discrimina&ccedil;&atilde;o e o preconceito s&atilde;o barreiras ainda comuns.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as pessoas trans &ndash; que apresentam uma identidade de g&ecirc;nero diferente daquela designada ao nascer &ndash;, h&aacute; outro fator. O rastreamento para doen&ccedil;as como <a href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/outubro-rosa-cancer-mama-comunidade-trans/">c&acirc;ncer de mama</a> e de pr&oacute;stata n&atilde;o pode ser esquecido e, embora nem todas optem por receber horm&ocirc;nios que modifiquem suas caracter&iacute;sticas corporais, aquelas que escolhem a hormoniza&ccedil;&atilde;o (tamb&eacute;m conhecida por terapia hormonal) precisam redobrar a aten&ccedil;&atilde;o &agrave; sa&uacute;de do f&iacute;gado, dos rins e do cora&ccedil;&atilde;o, por exemplo.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Portal <strong>Time de Sa&uacute;de </strong>separou alguns dos principais cuidados, confira.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Sa&uacute;de Mental</h2>



<p class="wp-block-paragraph">As experi&ecirc;ncias de discrimina&ccedil;&atilde;o, homofobia/transfobia, rejei&ccedil;&atilde;o e isolamento social vividos pela popula&ccedil;&atilde;o LGBTQI+ aumentam o risco de problemas de sa&uacute;de mental. Isso n&atilde;o significa que ter uma identidade de g&ecirc;nero ou orienta&ccedil;&atilde;o sexual dentro da sigla levar&aacute; a uma&nbsp; depress&atilde;o ou ansiedade, mas que &eacute; preciso ter um cuidado maior.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo informa&ccedil;&otilde;es da <a href="https://www.mentalhealth.org.uk/statistics/mental-health-statistics-lgbtiq-people" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Funda&ccedil;&atilde;o para a Sa&uacute;de Mental, do Reino Unido</a>, metade das pessoas LGBTQI+ teve experi&ecirc;ncias de depress&atilde;o e 60% delas relataram ansiedade. Al&eacute;m disso, 12,5% das pessoas entre 18 e 24 anos tentaram suic&iacute;dio. Na popula&ccedil;&atilde;o trans, essa taxa chega a quase 50%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a pandemia da covid-19, a preocupa&ccedil;&atilde;o aumentou. Em um <a href="https://static1.squarespace.com/static/5b310b91af2096e89a5bc1f5/t/60db6a3e00bb0444cdf6e8b4/1624992334484/%5Bvote%2Blgbt%2B%2B%2Bbox1824%5D%2Bdiagno%CC%81stico%2BLGBT%2B2021+b+%281%29.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">estudo conduzido pelo coletivo #VoteLGBT</a>, em parceria com a especialista em pesquisa de mercado BOX1824, mais de 7.000 pessoas LGBT+ responderam um question&aacute;rio sobre os impactos da pandemia na pr&oacute;pria sa&uacute;de entre abril e maio de 2021.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as respostas, o agravamento dos casos da doen&ccedil;a, al&eacute;m do isolamento social, favoreceu perdas de renda e de familiares, com o aumento da solid&atilde;o, falta de espa&ccedil;o f&iacute;sico e de perspectivas. &ldquo;Todos esses fatores se traduzem no agravamento da sa&uacute;de mental da maior parte dos respondentes&rdquo;, destacam os autores da pesquisa.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Prevenir esse cen&aacute;rio come&ccedil;a cedo, como demonstrar apoio e aceita&ccedil;&atilde;o por parte dos pais ou respons&aacute;veis. De acordo com os resultados de um question&aacute;rio conduzido pelo <a href="https://www.thetrevorproject.org/research-briefs/behaviors-of-supportive-parents-and-caregivers-for-lgbtq-youth-may-2022/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">The Trevor Project</a>, organiza&ccedil;&atilde;o para preven&ccedil;&atilde;o de suic&iacute;dio e interven&ccedil;&atilde;o de crises da comunidade LGBTQI+, esse tipo de atitude, mesmo que por meio de a&ccedil;&otilde;es simples, j&aacute; favorece a sa&uacute;de mental.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro fator protetor &eacute; aceitar-se como LGBTQI+. &ldquo;[Isso] pode significar que eles t&ecirc;m mais confian&ccedil;a, senso de pertencimento a uma comunidade, sentimento de al&iacute;vio e autoaceita&ccedil;&atilde;o, e relacionamentos melhores com amigos e familiares&rdquo;, de acordo com a Funda&ccedil;&atilde;o para a Sa&uacute;de Mental.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Sa&uacute;de sexual</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Dados do <a href="http://www.aids.gov.br/pt-br/pub/2021/boletim-epidemiologico-de-sifilis-2021" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">boletim epidemiol&oacute;gico do Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de</a>, divulgado no fim do ano passado, alertam para o aumento nos casos de s&iacute;filis no Brasil. Entre 2010 e 2020, o n&uacute;mero passou de 3,9 mil para 115 mil diagn&oacute;sticos. Ao todo, a pasta calcula que cerca de 1 milh&atilde;o de pessoas contra&iacute;ram infec&ccedil;&otilde;es sexualmente transmiss&iacute;veis (ISTs) no pa&iacute;s, em 2019. Na lista, al&eacute;m da s&iacute;filis, est&atilde;o a gonorreia, herpes genital, HIV/aids, HPV (Papilomav&iacute;rus Humano), clam&iacute;dia, tricomon&iacute;ase e hepatites virais B e C.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O alerta n&atilde;o &eacute; exclusivo para a popula&ccedil;&atilde;o LGBTQI+, &eacute; claro, mas os cuidados devem ser refor&ccedil;ados neste grupo. Especialmente o uso do preservativo, de&nbsp; acordo com Alexandre Hohl, presidente do departamento de Endocrinologia Feminina, Andrologia e Transgeneridade da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (Sbem).&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Hohl acredita que a chegada do <a href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/prevencao-combinada-hiv-sem-tabus/" target="_blank" rel="noopener">PrEP, ou a Profilaxia Pr&eacute;-Exposi&ccedil;&atilde;o ao HIV</a> fez com que as pessoas achassem que s&oacute; ela j&aacute; seria suficiente. Embora o medicamento aumente a prote&ccedil;&atilde;o do organismo contra o v&iacute;rus HIV, n&atilde;o previne as outras ISTs.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&ldquo;Infelizmente temos visto um aumento nos casos de s&iacute;filis e gonorreia em popula&ccedil;&otilde;es heterossexuais, homossexuais e bissexuais, porque parece que se desistiu de usar o preservativo&rdquo;, destaca o m&eacute;dico.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a popula&ccedil;&atilde;o trans, falar em sa&uacute;de sexual tamb&eacute;m perpassa os cuidados contraceptivos. Murilo Ferreira, t&eacute;cnico de enfermagem da Alice, lembra que homens trans, ainda que fa&ccedil;am uso do horm&ocirc;nio testosterona, n&atilde;o est&atilde;o isentos de engravidar &ndash; caso n&atilde;o usem nenhuma prote&ccedil;&atilde;o.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&ldquo;H&aacute; casos de homens trans que engravidaram porque achavam que o uso da testosterona os deixariam est&eacute;reis, mas n&atilde;o &eacute; assim que funciona e n&atilde;o &eacute; com todo mundo. Normalmente, o &uacute;tero continua funcionando e, se tiver uma rela&ccedil;&atilde;o sexual sem camisinha, h&aacute; o risco&rdquo;, destaca o profissional, que tamb&eacute;m &eacute; homem trans.</p>



<h2 class="wp-block-heading">PrEP e PEP: para que serve cada uma?&nbsp;</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Para prevenir o HIV/aids, h&aacute; uma s&eacute;rie de medidas que podem ser combinadas. A PrEP e a PEP fazem parte dessas estrat&eacute;gias.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading">O que &eacute; a PrEP?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">PrEP &eacute; a sigla para Profilaxia Pr&eacute;-Exposi&ccedil;&atilde;o ao HIV, e se trata de um comprimido, tomado diariamente, que prepara o organismo para uma poss&iacute;vel exposi&ccedil;&atilde;o ao v&iacute;rus.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por meio da combina&ccedil;&atilde;o de dois medicamentos (tenofovir e entricitabina), o tratamento bloqueia o percurso do v&iacute;rus HIV nas c&eacute;lulas humanas.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A estrat&eacute;gia s&oacute; tem efeito se a pessoa fizer uso do medicamento todos os dias. Caso haja falha e entre em contato com o v&iacute;rus, o organismo pode n&atilde;o ter uma concentra&ccedil;&atilde;o suficiente das subst&acirc;ncias para evitar a circula&ccedil;&atilde;o do HIV.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Al&eacute;m disso, a PrEP protege apenas contra o v&iacute;rus HIV. Para as demais ISTs, &eacute; preciso combinar outras estrat&eacute;gias, como o uso do preservativo.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading">O que &eacute; a PEP?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">No caso da PEP, cuja sigla significa Profilaxia P&oacute;s-Exposi&ccedil;&atilde;o ao HIV, a preven&ccedil;&atilde;o &eacute; mais urgente, pois o contato com o v&iacute;rus possivelmente j&aacute; ocorreu. A profilaxia deve ser feita o mais cedo poss&iacute;vel, de prefer&ecirc;ncia nas primeiras duas horas depois da exposi&ccedil;&atilde;o de risco e, no m&aacute;ximo, em 72 horas.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao contr&aacute;rio da PrEP, que deve ser ingerida diariamente, a PEP &eacute; realizada por 28 dias, com acompanhamento da equipe de sa&uacute;de.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Al&eacute;m do HIV, h&aacute; PEP para hepatite B e outras ISTs. Quem faz uso frequente da PEP pode ser indicado a receber a PrEP.&nbsp;<strong>&nbsp;</strong></p>



<h3 class="wp-block-heading">Quem deve receber a PrEP e a PEP?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Com objetivos diferentes, cada estrat&eacute;gia &eacute; indicada para situa&ccedil;&otilde;es espec&iacute;ficas, de acordo com o risco de exposi&ccedil;&atilde;o ao v&iacute;rus HIV. Confira abaixo quando &eacute; indicada a PrEP e a PEP:&nbsp;</p>



<h4 class="wp-block-heading">PrEP: Profilaxia Pr&eacute;-Exposi&ccedil;&atilde;o ao HIV</h4>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o <a href="http://www.aids.gov.br/pt-br/publico-geral/prevencao-combinada/profilaxia-pre-exposicao-prep" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de</a>, o comprimido da PrEP &eacute; indicado a pessoas com maior risco de contato com o HIV, como por exemplo:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Quem n&atilde;o usa camisinha nas rela&ccedil;&otilde;es sexuais;&nbsp;</li>



<li>Quem faz sexo com algu&eacute;m HIV positivo e que n&atilde;o est&aacute; passando por tratamento;&nbsp;</li>



<li>Quem faz uso repetido da PEP (Profilaxia P&oacute;s-Exposi&ccedil;&atilde;o ao HIV);</li>



<li>Quem tem epis&oacute;dios frequentes de Infec&ccedil;&otilde;es Sexualmente Transmiss&iacute;veis.&nbsp;</li>
</ul>



<h4 class="wp-block-heading">PEP: Profilaxia P&oacute;s-Exposi&ccedil;&atilde;o ao HIV</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Caso a pessoa j&aacute; tenha passado por qualquer situa&ccedil;&atilde;o em que haja o risco de contato com o v&iacute;rus HIV, pode ser indicada a PEP. Segundo o <a href="http://www.aids.gov.br/pt-br/pep-profilaxia-pos-exposicao-ao-hiv-0" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de</a>, s&atilde;o consideradas situa&ccedil;&otilde;es de risco:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Viol&ecirc;ncia sexual;</li>



<li>Rela&ccedil;&atilde;o sexual sem prote&ccedil;&atilde;o: sem camisinha ou com o rompimento do preservativo;</li>



<li>Acidente ocupacional, com o contato com instrumentos perfurocortantes ou contato direto com material biol&oacute;gico, especialmente se estiver contaminado.&nbsp;</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Pessoas LGBTQI+ e o cigarro&nbsp;</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Em compara&ccedil;&atilde;o &agrave; popula&ccedil;&atilde;o heterossexual, as pessoas da comunidade LGBTQI+ tendem a fumar mais, de acordo com estudo compartilhado pelo Centro de Controle e Preven&ccedil;&atilde;o de Doen&ccedil;as dos Estados Unidos (CDC, na sigla em ingl&ecirc;s). A preval&ecirc;ncia do uso do cigarro entre a popula&ccedil;&atilde;o LGBTQI+, em 2020, seria de 16,1%. Entre os heterossexuais, 12,3%.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa diferen&ccedil;a acontece porque, segundo os pesquisadores, os preconceitos e discrimina&ccedil;&otilde;es vivenciados pela popula&ccedil;&atilde;o aumentam os n&iacute;veis de estresse, o que favorece a busca por h&aacute;bitos n&atilde;o saud&aacute;veis, como o tabagismo.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Al&eacute;m disso, a exposi&ccedil;&atilde;o das pessoas a propagandas e mensagens relacionadas ao uso do cigarro via redes sociais &eacute; maior, o que tamb&eacute;m facilita o uso.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O mesmo vale para o uso do cigarro eletr&ocirc;nico. A partir de um question&aacute;rio online realizado com mais de 34 mil indiv&iacute;duos, pesquisadores dos Estados Unidos perceberam que, enquanto 34,7% dos participantes LGBT tinham sido expostos, no m&ecirc;s anterior, a conte&uacute;dos sobre cigarro eletr&ocirc;nico, menos participantes n&atilde;o LGBT (29,3%) receberam as mesmas mensagens.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda, 15,5% das pessoas LGBT disseram terem recebido cupons ou descontos para a compra de produtos de tabaco. Entre os participantes n&atilde;o LGBT, foram 11,1%. Os resultados foram publicados na <a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC6472708/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">revista cient&iacute;fica Nicotine and Tobacco Research</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fator de risco para diferentes tipos de c&acirc;ncer, sendo o mais conhecido o de pulm&atilde;o, o uso do cigarro tamb&eacute;m aumenta a incid&ecirc;ncia de Acidente Vascular Cerebral (AVC), infartos, &uacute;lcera gastrointestinal, infec&ccedil;&otilde;es respirat&oacute;rias, entre outras condi&ccedil;&otilde;es, de acordo com dados do Instituto Nacional do C&acirc;ncer (INCA). Embora <a href="https://alice.com.br/blog/sua-saude/como-parar-de-fumar-dicas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">parar de fumar</a> n&atilde;o seja simples, h&aacute; programas e dicas que ajudam.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Cuidados com a popula&ccedil;&atilde;o trans</h2>



<h3 class="wp-block-heading">Hormoniza&ccedil;&atilde;o&nbsp;</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Quando as pessoas trans optam pela hormoniza&ccedil;&atilde;o &ndash; o uso de horm&ocirc;nios para modificar as caracter&iacute;sticas externas do corpo &ndash;, o acompanhamento da sa&uacute;de deve ser refor&ccedil;ado. Isso porque, segundo lembra Pedro Brasil, enfermeiro de acolhimento dos times de sa&uacute;de da Alice, todas as respostas sist&ecirc;micas do organismo mudam quando h&aacute; uma adi&ccedil;&atilde;o hormonal.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&ldquo;No in&iacute;cio &eacute; mais intenso, porque voc&ecirc; recebe uma alta dose de algo que seu corpo est&aacute; habituado a produzir menos, e o corpo reage de forma brusca. Eu costumo comparar com uma puberdade tardia&rdquo;, explica Brasil, que tamb&eacute;m &eacute; um homem trans.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como os horm&ocirc;nios s&atilde;o metabolizados pelo f&iacute;gado &ndash; e h&aacute; outras medica&ccedil;&otilde;es e subst&acirc;ncias consumidas no dia a dia que passam pelo mesmo &oacute;rg&atilde;o &ndash; o acompanhamento com os profissionais de sa&uacute;de &eacute; mais frequente, a cada dois ou tr&ecirc;s meses, no in&iacute;cio da transi&ccedil;&atilde;o.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&ldquo;Essa aten&ccedil;&atilde;o mais rigorosa acontece, em geral, no primeiro ano para aqueles que hormonizam. Depois, fica mais espa&ccedil;ado, a cada seis ou oito meses&rdquo;, detalha o enfermeiro, que &eacute; especialista em Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e p&oacute;s-graduando em Sa&uacute;de da Fam&iacute;lia pelo Hospital Israelita Albert Einstein.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora os horm&ocirc;nios exijam prescri&ccedil;&atilde;o m&eacute;dica para serem comprados, &eacute; comum que as pessoas trans fa&ccedil;am uso deles sem buscar a orienta&ccedil;&atilde;o de profissionais da sa&uacute;de. Os riscos desta pr&aacute;tica v&atilde;o desde uma trombose pelo uso exagerado de anticoncepcionais orais sem acompanhamento (especialmente quando associado ao tabagismo) &agrave; perda da massa &oacute;ssea, problemas cardiovasculares, infartos e AVCs.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&ldquo;A hormoniza&ccedil;&atilde;o &eacute; segura, do ponto de vista cient&iacute;fico, mas &eacute; importante que se fa&ccedil;a com um acompanhamento da sa&uacute;de em geral&rdquo;, refor&ccedil;a &Iacute;sis Gois, mulher trans, coordenadora e docente do NutriDiversidade, e doutoranda em endocrinologia pela Universidade Federal de S&atilde;o Paulo (Unifesp), al&eacute;m de volunt&aacute;ria no N&uacute;cleo TransUnifesp.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A profissional lembra que o acesso aos servi&ccedil;os de sa&uacute;de, em geral, &eacute; mais dif&iacute;cil para a popula&ccedil;&atilde;o trans, por quest&otilde;es de viol&ecirc;ncia. Mesmo com uma automedica&ccedil;&atilde;o pr&eacute;via, as orienta&ccedil;&otilde;es dos profissionais s&atilde;o fundamentais para que a pessoa alcance o que ela deseja &ndash; ainda que com adapta&ccedil;&otilde;es.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&ldquo;Pessoas com casos de tromboembolismo, AVC ou infartos n&atilde;o teriam a indica&ccedil;&atilde;o de uma hormoniza&ccedil;&atilde;o, mas pensar&iacute;amos em outras modifica&ccedil;&otilde;es corporais poss&iacute;veis. Por exemplo, para uma mulher trans ou uma travesti que tem um risco aumentado de AVC e gostaria de reduzir os pelos, poderia ser indicada uma depila&ccedil;&atilde;o a laser. Ao organizar a sa&uacute;de cardiovascular de uma pessoa com hipertens&atilde;o, podemos usar uma medica&ccedil;&atilde;o anti-hipertensiva e com a&ccedil;&atilde;o antiandrog&ecirc;nica tamb&eacute;m&rdquo;, explica Gois.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading">Exames ginecol&oacute;gicos e proctol&oacute;gicos&nbsp;</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A depender da decis&atilde;o da pessoa trans, h&aacute; diferentes cirurgias de redesigna&ccedil;&atilde;o sexual que podem ser feitas &ndash; e que v&atilde;o orientar os cuidados de sa&uacute;de.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo explica &Iacute;sis Gois, um homem trans pode optar pela retirada do &uacute;tero, por meio da histerectomia, para deixar de ter ciclos menstruais, por exemplo, ou pode escolher fazer a retirada dos ov&aacute;rios tamb&eacute;m, pois n&atilde;o quer a produ&ccedil;&atilde;o dos horm&ocirc;nios.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesses casos, a reposi&ccedil;&atilde;o ser&aacute; total. &ldquo;Para as mulheres trans, &eacute; poss&iacute;vel fazer a cirurgia genital, com a retirada dos test&iacute;culos. H&aacute; quem queira manter a genit&aacute;lia, mas sem ter a produ&ccedil;&atilde;o hormonal, que ocorre nos test&iacute;culos&rdquo;, exemplifica Gois.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em geral, a pr&oacute;stata n&atilde;o &eacute; retirada, o que demanda aten&ccedil;&atilde;o nos cuidados com a gl&acirc;ndula com o passar dos anos, pelo risco do c&acirc;ncer. Da mesma forma, homens trans que n&atilde;o fizeram a mamoplastia (ou a retirada do tecido mam&aacute;rio) precisam ficar atentos &agrave; preven&ccedil;&atilde;o ao c&acirc;ncer de mama a partir dos 50 anos.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&ldquo;Isso vale tamb&eacute;m para as mulheres trans que passaram pela hormoniza&ccedil;&atilde;o [com aumento da gl&acirc;ndula mam&aacute;ria]. O risco &eacute; baixo, mesmo com a hormoniza&ccedil;&atilde;o, mas &eacute; preciso fazer os exames&rdquo;, alerta a profissional. &Eacute; preciso lembrar que homens cisg&ecirc;nero tamb&eacute;m t&ecirc;m risco de c&acirc;ncer de mama, justamente pela presen&ccedil;a da gl&acirc;ndula mam&aacute;ria.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&ldquo;Tem muita gente com tabu, principalmente com rela&ccedil;&atilde;o aos exames ginecol&oacute;gicos e proctol&oacute;gicos, porque ainda &eacute; muito comum associar quem vai ao ginecologista com uma mulher. Mas as pessoas esquecem que a figura masculina n&atilde;o est&aacute; mais associada ao p&ecirc;nis, e os exames ginecol&oacute;gicos devem ser feitos anualmente&rdquo;, refor&ccedil;a Murilo Ferreira, t&eacute;cnico de enfermagem.</p>
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